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domingo, 30 de outubro de 2011

Separe a gordura boa da ruim

Controlando o consumo, você pode comer de tudo sem prejudicar a dieta

Separe a gordura boa da ruim
Apesar de a má fama ter sido espalhada há pouco tempo, a gordura trans sempre fez parte do time de gorduras prejudiciais à saúde. E, se você acha que ela só atrapalha a perda de uns quilinhos, melhor checar a sua despensa. Doenças do coração, derrames e até alguns tipo de câncer têm sido relacionados ao mau consumo de alguns tipos de gorduras.


Não à toa, portanto, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária ordenou que todas as empresas alimentícias indiquem, no rótulo de cada produto, a quantidade presente desse tipo de gordura.


A mudança aconteceu em julho de 2006, transformando uma simples ida ao supermercado numa epopéia em busca do prato saudável. O problema é que, além da trans, há muitas outras variações desse nutriente. E haja cabeça para diferenciar um do outro e incluir cada um deles no cardápio, sem comprometer a saúde.

Para acabar com essa confusão de uma vez por todas, convocamos a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella. Superdidática, ela montou um guia completo sobre todos os tipos de gordura consumidos por você do café-da-manhã ao jantar, passando ainda pelo lanchinho da tarde. Tome nota!

Coloque os vilões fora de combate
Roberta alerta para uma mudança notável no padrão alimentar dos brasileiros. "A elevada ingestão de alimentos ricos em gorduras ruins, aliada ao excesso de peso e ao sedentarismo eleva o risco de desenvolver doenças cardiovasculares". Confira a lista dos tipos de gorduras prejudiciais ao organismo

Colesterol
Tipo de gordura com duas faces, o colesterol desempenha um papel importante no organismo, já que participa da produção dos hormônios sexuais e das glândulas supra-renais. Além dessas funções, o colesterol ajuda na formação da membrana celular e da bílis (substância produzida pelo fígado, fundamental para a digestão das gorduras).

 
O problema dessa gordura está relacionado ao seu excesso. "A quantidade de ingestão diária não deve ultrapassar 300mg", ressalta Roberta. A razão disso é que, para ser transportado pelo corpo, o colesterol conta com a ajuda de uma proteína chamada LDL. No vai-e-vem, a proteína acaba deixando rastros da gordura pelo caminho, formando as placas prejudiciais à saúde.

Para ajudar a recolher os restos deixados pela LDL, o organismo conta com a participação da proteína HDL. Também ajudante no transporte do colesterol pelo corpo, ela entra em ação como uma espécie de faxineira varrendo todos os rastros nocivos. Por isso, é importante que as taxas de HDL sempre estejam acima das de LDL.

O segredo para manter essa proporção em equilíbrio e ficar longe das doenças cardiovasculares é controlar os alimentos de origem animal, como carne, leite, derivados e embutidos, apresentam esse tipo de gordura (soja combate problemas cardiovasculares).

Gorduras saturadas
Sólidas em temperatura ambiente e viscosas quando aquecidas, as gorduras saturadas são uma ótima isca para doenças cardiovasculares. Isso porque elas colaboram para o aumento de LDL, colesterol ruim, que circula pelo sangue.

 
Derrames e alguns tipos de câncer, como o de próstata e o de mama, também têm a origem associada aos excessos dessas gorduras no organismo sem falar que a gordura saturada é inimiga número um do emagrecimento. Para prevenir tudo isso, restrinja o consumo diário desse nutriente a, no máximo, 7% das calorias totais da sua dieta.

Fonte Minha Vida

Obesidade pode aumentar o risco de linfoma não-Hodgkin

Já frutas e vegetais ajudam a prevenir o câncer

Maus hábitos alimentares e excesso de peso podem estar relacionados ao risco de desenvolver linfoma não-Hodgkin, diz um estudo feito pela da Harvard School of Public Health, nos Estados Unidos. Segundo os pesquisadores, as causas da doença ainda são pouco conhecidas, mas o estudo mostrou que a boa alimentação e o controle do peso ajudam na prevenção.

O câncer no sistema linfático é uma doença que ataca os gânglios linfáticos e está cada vez mais comum em países desenvolvidos. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), a cada ano, aproximadamente 10 mil novos casos de linfomas não-Hodgkin são registrados no Brasil.

Participaram do estudo aproximadamente 50 mil homens durante 22 anos e 100 mil mulheres pelo período de 28 anos. Todos os voluntários responderam a um formulário com perguntas sobre hábitos alimentares, peso corporal e estilo de vida. Os pesquisadores observaram que a obesidade entre os 18 e 21 anos aumenta em 64% o risco de a doença aparecer após os 30 anos em homens. Nas mulheres, esse aumento é de 19%. Além do peso elevado, os autores do estudo também encontraram uma relação entre a ingestão de gordura trans com os riscos do aparecimento do linfoma.

Ainda em relação à dieta, o estudo mostrou que mulheres que consumiam pelo menos quatro porções de vegetais por dia tinham um risco 16% menor de ter a doença do que aquelas que comiam menos de duas porções.

Linfoma não- Hodgkin
Mesmo com cada vez mais informações sobre o câncer no sistema linfático, algumas dúvidas ainda podem prejudicar o tratamento de pessoas que sofrem com essa doença. A hematologista Jane de Almeida Dobbin, chefe do Serviço de Hematologia do Instituto Nacional do Câncer esclarece algumas dúvidas.

Qual é a diferença entre o linfoma de Hodgkin e o linfoma não-Hodgkin?
"A única diferença entre esses dois tipos de linfomas é que o de Hodgkin apresenta células reed-sternberg, enquanto o segundo caso não. Parece pouco, mas essa pequena diferença muda drasticamente o tipo de tratamento a ser usado no paciente", diz a hematologista Jane de Almeida Dobbin chefe do Serviço de Hematologia do Instituto Nacional do Câncer.

Quem tem casos na família precisa se preocupar?
De acordo com a hematologista Jane Dobbin, esse tipo de linfoma não é hereditário. É bastante difícil, mas não impossível, encontrar duas pessoas na mesma família que sofreram com a doença.

Quais são as chances de cura?
Enquanto os linfomas de Hodgkin têm chance de cura de aproximadamente 75%, o grande número de tipos de linfomas Não-Hodgkin faz com que as chances de cura varie muito. "Além disso, as chances de cura variam de acordo com alguns outros fatores, como idade, anemia e quantidade de linfonodos afetados, que são específicos para cada paciente", explica a hematologista.

As chances de cura podem variar de zero, quando o linfoma é indolente, até aproximadamente 90%, quando ele é classificado como agressivo.

"Quando o linfoma é agressivo as chances de cura são maiores. Nos casos em que as chances chegam perto de zero, a sobrevida dos pacientes pode ser de várias décadas de vida e praticamente não há sintomas na época do diagnóstico", diz Jane Dobbin.

Fonte Minha Vida

Mude doze hábitos para prevenir a azia

Entenda por que cigarro, álcool e jejum prolongado pioram a queimação no estômago

prazer da refeição dura pouco para os 20 milhões de brasileiros que, segundo a Organização Mundial da Saúde, são obrigados a lidar com a queimação no estômago causada pela azia. O número levantado já é alto, mas tende a ser ainda maior, já que a maioria das pessoas que convive com o problema dificilmente busca um especialista na tentativa de resolvê-lo. "A maioria dos pacientes procura, por conta própria, medicamentos ou soluções naturais para amenizar o desconforto", afirma o gastroenterologista Luiz Eduardo Rossi Campedelli, do Hospital Albert Einstein. "Os sintomas acabam melhorando temporariamente, mas voltam a incomodar em pouco tempo sem tratamento médico".

A azia é causada pelo refluxo de ácido gástrico (responsável pela digestão dos alimentos): ele segue do estômago para o esôfago, como se fosse retornar à boca. "Esse refluxo, por sua vez, é causado pelo mau funcionamento de uma espécie de válvula, chamada esfíncter: ela se abre para o alimento passar do esôfago para o estômago e, em seguida, deve se fechar para reter o que foi ingerido e também os sucos gástricos que circulam por ali", explica o gastroenterologista Ricardo Blanc, membro da Sociedade Brasileira de Gastroenterologia

O tratamento do problema pode até incluir o uso de medicamentos, mas os especialistas garantem que só isso não funciona. O método mais eficiente contra a queimação no estômago é a mudança de hábitos tanto em relação à sua dieta quanto à forma como os alimentos são consumidos. "Mastigando bem os alimentos, por exemplo, você facilita o trabalho do estômago, que pode produzir menos ácido", afirma o gastroenterologista do Einstein. Os cuidados são todos muito simples, mas fazem uma tremenda diferença na sua digestão, acompanhe todos eles para começar e encerrar suas refeições com muito prazer.

Cardápio selecionado
Controlar o consumo de alguns alimentos ajuda a evitar crises de azia. De acordo com gastroenterologista Luiz Eduardo Rossi Campedelli, do Hospital Albert Einstein, frituras e alimentos muito gordurosos devem ficar longe do prato de quem sofre com azia. Frutas ácidas, condimentos, embutidos e alguns tipos de verduras, como couve, couve flor, brócolis, repolho, nabo, rabanete, pepino e tomate também devem ser evitados, porque tem ph ácido.

Refeições na hora certa
Passar longos períodos em jejum aumenta as chances de azia. Isso acontece porque, quando uma pessoa fica sem comer, o ácido gástrico se acumula e pode refluir, irritando o final do esôfago. "Comer a cada três horas mantém o sistema digestivo em funcionamento, sem sobrecarga na produção de ácido gástrico", explica o gastroenterologista Luiz Campedelli.

Pratos que transbordam
Quem exagera no prato também corre maior risco de ter azia. "Quanto maior o volume de alimentos ingeridos de uma vez, maior será o risco que o suco gástrico atinja o esôfago, já que estômago estará superlotado", explica Luiz Campedelli.

Exercícios após a refeição
Segundo o gastroenterologista Ricardo Blanc, muita movimentação física aumenta as chances de refluxo. Até duas horas após uma grande refeição, o estômago ainda acumula ácidos gástricos em maior quantidade e os movimentos podem fazer com que esses líquidos retornem em direção ao esôfago, causando a queimação.

Leite gelado durante uma crise
Tomar um copo de leite gelado pode até piorar a queimação. "O alívio que você sente ao tomar um copo de leite é momentâneo. A bebida tem pH baixo (o que neutraliza a acidez estomacal). No entanto, é rica em cálcio, mineral que estimula a produção de ácido gástrico pelo estomago", alerta Luiz Campedelli. Além disso, o leite, em sua versão integral, é rico em gorduras, outro componente que aumenta as chances de azia. O mesmo processo não acontece com o leite de soja, que não possui grandes quantidades de cálcio e é livre de gorduras. "Um copo de leite de soja gelado traz alívio, assim como alguns goles de água gelada".

Café depois do almoço
Outro hábito bastante comum que deve ser evitados por pessoas que sofrem com azia é tomar café após a refeição. "A cafeína provoca um relaxamento demasiado no esfíncter, causando o refluxo de ácido digestivo para o esôfago. Duas xícaras diárias é o máximo recomendado para uma pessoa que sofre com crises de azia", diz o gastroenterologista Vladimir Schraibman, especialista do Minha Vida.

Tomar chá preto
De acordo com o gastroenterologista Vladimir Schraibman, especialista do Minha Vida, assim como o café, o chá preto e o chá mate provocam o relaxamento do esfíncter, facilitando o refluxo e aumentando as chances de azia. Chás mais claros ou o chá verde não causam o mesmo efeito, podendo ser consumidos sem preocupação. O chá de camomila, por sua vez, possui características calmantes que diminuem a irritação da parede do esôfago atingida pelo refluxo gástrico.

Sono após comer
Deitar-se após as refeições deixa o corpo em uma posição que facilita o refluxo dos ácidos digestivos que provocam a azia. Caso você seja vítima do problema, o ideal é permanecer sentado, pelo menos, meia hora após o término da refeição e, só após este intervalo, dar um cochilo.

Riscos do álcool
Além de irritar naturalmente o sistema gástrico, o álcool também estimula a produção de ácido pelo estômago e diminui a capacidade de contração da válvula que impede o refluxo. Por isso, evite esse tipo de bebida durante as refeições como medida preventiva. Também não é recomendável beber com o estômago vazio, prevenindo o acúmulo de ainda mais ácidos digestivos.

Mais uma do cigarro
A azia é mais um incômodo que pode ser colocado na lista de malefícios que o fumo traz ao corpo. "Além de causar problemas sérios no pulmão, o cigarro também diminui a proteção da mucosa do estômago, deixando o órgão mais sensível à irritação causada pelo ácido gástrico", afirma Ricardo Blanc. É por esse motivo também que o cigarro aumenta as chances de úlcera no estômago.

Excesso de peso
Pessoas que sofrem com o sobrepeso ou com obesidade têm maiores probabilidades de serem incomodadas com a azia, já que a pressão sobre o estômago (causada pelo excesso de peso) aumenta as chances dos ácidos gástricos sofrerem refluxo em direção ao esôfago.

Líquidos durante a refeição
Bebidas gaseificadas aumentam a pressão dentro do estômago, forçando os ácidos digestivos a seguirem em sentido inverso (refluxo gástrico). Outras bebidas, em excesso, acabam diluindo o ácido gástrico e obrigando o estômago a produzi-lo em maior quantidade. "Ardência e queimação são resultados possíveis quando há consumo exagerado de bebidas junto às refeições", afirma o gastroenterologista Ricardo Blanc.

Fonte Minha Vida

Adapte a leitura para evitar a vista cansada

Ler no ônibus ou no computador não necessariamente prejudica a visão

Diante da falta de tempo, é comum a leitura ocorrer em lugares inusitados, como no ônibus, na cama e em ambientes escuros. Mas será que esses hábitos de leitura podem prejudicar a vista? Segundo o oftalmologista Wagner Ghirelli do Hospital Santa Catarina, na verdade, quanto mais lemos, melhor. "Quem lê muito tem uma capacidade visual melhor e lê mais rápido", conta. "Com o uso do computador, há pessoas que se tornam muito ágeis e desenvolvem habilidade visual muito grande, já que associam habilidade visual com motora." Desbanque os mitos a seguir e fique atento a alguns cuidados.

Ler no ônibus faz mal?
Há quem acredite que esse hábito pode causar até mesmo descolamento de retina, mas não é verdade. "O problema na retina é relacionado a traumas e independe de hábitos relacionados à leitura", explica o oftalmologista Omar Assae, do Hospital CEMA. Um baque muito grande, por exemplo, é o que pode causar o descolamento, que é mais comum em pessoas com alto grau de miopia ou com diabetes.

O que a leitura no ônibus pode causar é incômodo e mal-estar, pois o balanço do veículo provoca uma confusão no sistema vestibular do cérebro, responsável pelo equilíbrio.



Leitura no escuro é prejudicial?

Ler em locais com pouca luminosidade está longe de piorar doenças como miopia, hipermetropia, astigmatismo etc., tampouco "forçar a vista". O que pode acontecer, segundo Osmar Assae, é a fadiga, ou seja, sensação de cansaço dos olhos, já que é preciso força-los mais para enxergar.

"O que se recomenda é apenas não permanecer muito tempo com o foco de visão em um mesmo objeto próximo, já que isso causa dor de cabeça e sensação de baixa visão", aconselha o oftalmologista. "O ideal é fazer pequenas pausas durante a leitura."

Tablets deixam a vista cansada?
Ler em tablets (como iPad) também não pode ser considerado um mau hábito, pelo contrário: o oftalmologista Osmar Assae vê esses gadgets como aliados da boa leitura, já que a função "zoom" permite aumentar as letras, o que confere melhor visualização, além da possibilidade de ajustar a iluminação ao seu conforto.

É importante lembrar, apenas, de fazer pequenas pausas, já que o esforço repetitivo para visualizar imagens em curta e média distância causa o ressecamento da vista. Uma pessoa pisca os olhos, em média, 20 vezes por minuto, enquanto em frente ao eletrônico pisca apenas de seis a sete vezes.

Leitura na praia é permitida?
A luz da praia exige mais cuidados. Essa luminosidade excessiva, segundo o oftalmologista Wagner Ghirelli, pode gerar degenerações na retina, . Por isso, a leitura exige óculos escuros ou, pelo menos, um boné para proteger os olhos da luz intensa.

Crianças precisam de cuidados ao ler?
Para os pequenos, ficar muito próximo ao livro (ou da televisão, computador etc.) pode levar ao desenvolvimento de miopia, que se acentua conforme o hábito perdura. "Isso faz com que o olho tenha um crescimento maior do que deveria ter pelo fato dela ler muito de perto", esclarece Wagner Ghirelli. Mas esse risco só vale para crianças. Em adultos, ler com o livro muito perto pode causar, no máximo, desconforto.

Para uma boa leitura
Mais do que se preocupar com boatos, é preciso prestar atenção em pequenas atitudes que, com certeza, garantirão maior conforto durante a leitura:

- Independente de ser livro, tablet etc., o objeto deve ficar a, aproximadamente, 40 cm de distância dos olhos, com luminosidade adequada (determinada pela sensação de conforto ao ler);

- O objeto de leitura deve ficar sempre abaixo dos olhos, nada de deitar na cama e colocar o livro acima deles;

- A iluminação é importante aliada de leitura e não pode incomodar a visão, seja pela falta ou pelo excesso. Embora o conforto seja relativo, Osmar Assae recomenda uma lâmpada de 60w, que deve fornecer iluminação suficiente.

Fonte Minha Vida

Conheça dez dicas para ter uma boa noite de sono

Praticar exercícios físicos e comer alimentos leves no jantar ajudam a dormir melhor

Muita gente sofre com distúrbios de sono. A insônia atinge 20% da população mundial.
Saiba quais são as dez medidas que podem proporcionar uma noite de sono tranquila.

As recomendações são do Centro de Controle de Doenças, nos Estados Unidos:

1 - Evite cochilar durante o dia.

2 - A ingestão de bebidas que tiram o sono como as que contém cafeína, devem ser ingeridas durante à tarde, longe da hora de dormir.

3 - Procure ir para a cama sempre a mesma hora. Isso ajuda a definir o seu relógio interno de vigília do sono.

4 - Praticar exercícios físicos, principalmente os aeróbicos melhora a qualidade do sono. Corrida, natação ou ciclismo melhoram os sintomas depressivos e dão mais vitalidade.

5 - O jantar deve contar com alimentos leves como salada, carne branca ou sopas.

6 - Eliminar o cigarro é fundamental. A nicotina agrava a apneia do sono e outros distúrbios respiratórios.

7 - Evitar bebidas alcoólicas à noite também é fundamental. Apesar de ajudar cochilar, o álcool causa dificuldade ao dormir quando o sono desaparece.

8 - Tire do quarto televisão, computador e telefone celular. A luz deles estimula o cérebro e torna o relaxamento mais difícil na hora de dormir.

9 - Animais e crianças não são bem-vindos na hora do sono justamente por sua inquietação na cama.

10 - Procure deixar o quarto totalmente escuro. A claridade dificulta a chegada do sono. O quarto é um lugar sagrado e o local deve ser destinado apenas para o sono e nada mais.

Fonte R7

Fumo é o principal causador de tumores como o de Lula

Laringe, onde está o câncer do ex-presidente, é importante para nossa habilidade de falar

O fumo é o principal causador do câncer de laringe, que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai começar a tratar agora, com o uso de quimioterapia. O consumo de bebida alcoólica também é um fator de risco, em especial quando associado ao cigarro.

A laringe é uma estrutura que fica no nosso pescoço e está diretamente ligada ao sistema respiratório - o ar que nós respiramos passa por ali no caminho para os pulmões. Nossas cordas vocais estão localizadas ali. Ela é importante principalmente para dois processos: a fonação, ou seja, a nossa capacidade de falar, e a proteção do sistema respiratório - quando estamos comendo, se algum alimento ameaça passar por ali, ela se fecha.

De acordo com o Inca (Instituto Nacional do Câncer), problemas como dor de garganta, rouquidão, dificuldade de engolir e sensação de um "caroço na garganta" podem ser sintomas de um tumor na região. Em casos mais avançados, também pode ocorrer dificuldade para respirar ou falta de ar.

Heloisa de Andrade Carvalho, radio-oncologista do Hospital das Clínicas de São Paulo e do Hospital Sírio-Libanês, explica que a fumaça e as substâncias presentes no cigarro causam pequenos traumas nas células da laringe, que o nosso corpo precisa consertar. Com o tempo, esse processo de cicatrização pode começar a ocorrer de modo errado, provocando o tumor.

- O álcool tem o mesmo efeito: vai traumatizado e provocando a regeneração, que pode ficar anormal. Isolado, o álcool não é um fator de risco forte, mas com o cigarro, sim.

 
Thiago Bueno de Oliveira, oncologista clínico do Hospital A.C. Camargo, em São Paulo, diz que o tratamento para o câncer de laringe depende de seu estágio. Se o tumor estiver em nível mais inicial, em geral, é feito tratamento com radioterapia (aplicação de doses calculadas de radiação nos tecidos do corpo, feita principalmente em casos de tumores localizados) e uma cirurgia parcial, em que não é necessário retirar as cordas vocais, o que faz com que a função da fala seja protegida.

Nos casos mais avançados, costuma-se combinar radioterapia com quimioterapia (tratamento que administra remédios quimioterápicos que se espalham pelo corpo do paciente), mas sem cirurgia, também para proteger as cordas vocais. Oliveira conta que a cirurgia só é feita em casos em que o paciente não responde ao tratamento ou em que o câncer já está tão avançado que já não se consegue preservar a fala.
- A cirurgia de câncer de laringe está associada a sequelas, como a incapacidade de falar, então é usada apenas em casos mais selecionados.
Tumor na laringe

Fonte R7

Europa marca dia mundial de combate ao AVC

Organização alerta que uma em cada seis pessoas pode sofrer derrame cerebral

A cada seis segundos uma pessoa morre em consequência de AVC (Acidente Vascular Cerebral), popularmente conhecido como derrame, uma doença que pode ser prevenida com hábitos de vida saudáveis, lembra a Sociedade de Cardiologia Europeia no Dia Mundial de combate ao AVC neste sábado (29).

"Um em cada seis" é o lema do dia convocado pela WSO (Organização Mundial contra o AVC, na sigla em inglês), em uma dupla alusão ao fato de que uma em cada seis pessoas sofrerá um derrame cerebral na vida e à morte a cada seis segundos de um indivíduo por esta causa.

O AVC mata mais por ano do que a Aids, a malária e a tuberculose juntas, e é a segunda razão de morte em pessoas maiores de 60 anos e a quinta na faixa entre 15 e 59 anos. As previsões indicam que a incidência de AVC seguirá crescendo, assim como as doenças coronárias e o câncer, e passará dos 6 milhões de casos anuais em 2010 para quase 8 milhões ao ano até 2030.

"Se identificados e modificados os fatores de risco há possibilidades de reduzir a incidência e a taxa de mortalidade deste mal devastador", chama a atenção o professor holandês Freek Verheugt, do hospital Onze Lieve Vrouwe Gasthuis de Amsterdã, em nota da Sociedade de Cardiologia Europeia.

Para prevenir um AVC, a WSO recomenda conhecer os fatores pessoais de risco como pressão alta, diabetes e colesterol, fazer exercícios, combater a obesidade com dieta saudável, limitar o consumo de álcool, parar de fumar, assim como aprender a reconhecer os sinais de aviso de um derrame.

Sintomas
Os sintomas são: adormecimento repentino, especialmente de um lado do corpo; dificuldade para falar ou enxergar; perda de equilíbrio ou vertigem e forte enxaqueca sem causa aparente.

Verheugt, qualquer destes sintomas deve ser levado muito a sério, já que "o AVC é uma urgência médica e todo minuto ganho pode fazer diferença para a sobrevivência". "Uma perda de tempo é uma perda de função cerebral", alerta o especialista.

O derrame ocorre quando uma artéria que leva oxigênio ao cérebro é obstruída por um coágulo de sangue (derrame isquêmico) ou se rompe (derrame hemorrágico).

Privadas de oxigênio e nutrientes, as células cerebrais morrem e a gravidade do AVC depende da extensão e da localização do dano produzido. Segundo relatório publicado em 2010 com dados de 22 países, os principais fatores de risco individuais são a hipertensão (35%), a relação entre a circunferência do quadril e da cintura (26,5%) e o fumo (19%).

Verheugt ressaltou o risco para as pessoas com ritmo cardíaco irregular. A essas recomendou procurar o médico, já que os anticoagulantes podem reduzir a probabilidade de um derrame em até 70%.

avc info

Fonte R7

Caso de Luciano serve de alerta no uso de remédios diuréticos

Quem toma esse tipo de remédio precisa repor potássio no corpo

O caso do cantor Luciano, que foi internado às pressas nesta sexta-feira (28) com risco de problemas no coração após tomar diuréticos, mostra a necessidade de cuidados ao tomar esse tipo de remédio. O problema é que esses remédios, que fazem com que o corpo elimine mais líquido, podem causar a perda excessiva de sódio e potássio no organismo.


Em um boletim médico divulgado nesta sexta-feira (28), o médico Hipólito Carraro Júnior, coordenador da UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Santa Cruz, em Curitiba, onde o cantor foi internado, disse que ele sofreu uma “redução do potássio no sangue”, em razão do “uso recente de diurético usado para controle de inchaço nos braços e pernas”.

O potássio é importante para o nosso corpo porque ele atua na regulação elétrica das células. Uma queda nas taxas desse nutriente pode desestabilizar as membranas das nossas células, algo que se torna especialmente no grave no caso do coração.

Uma perturbação dessas nas células do órgão pode causar arritmia (batimentos cardíacos irregulares) e levar à morte. Esse foi o motivo que, de acordo com o hospital, fez com que ele ficasse internado.

Hervaldo Sampaio Carvalho, cardiologista do Hospital Universitário de Brasília, diz que diuréticos em geral são receitados para pacientes com insuficiência cardíaca ou em doenças que fazem o paciente ficar muito inchado. O médico de Luciano diz que ele estava tomando o remédio para controlar o inchaço nos braços causado pela temporal atual de shows.

Médicos consultados pelo R7 dizem que é possível controlar a perda de potássio por meio da alimentação, estimulando o paciente a comer frutas como laranja ou banana, por exemplo, que são ricas no composto. Carvalho indica também alimentos como tomate, frutas secas e alguns cereais.

– Dependendo do paciente, podemos indicar também a reposição oral do potássio ou os chamados diuréticos poupadores de potássio, que retêm o composto no organismo, em vez de eliminá-lo.

Fonte R7

Transmissão de cirurgia ao vivo coloca luta contra o câncer diante dos olhos


cirurgia estômago
Médico sul-coreano Woo Jin Hyung reuniu profissionais para
 a transmissão de uma cirurgia contra o câncer de estômago
Médico sul-coreano mostra em São Paulo operação de estômago sem cortes

O médico sul-coreano Woo Jin Hyung reuniu em São Paulo, nesta sexta-feira (28), profissionais de saúde e pesquisadores para a transmissão ao vivo de uma cirurgia contra o câncer de estômago feita em uma paciente em um centro cirúrgico de um hospital na região central da cidade.

No auditório do hospital A. C. Camargo, um telão projetou as imagens do trabalho coordenado por ele direto do centro cirúrgico. Hyung é um dos maiores estudiosos do mundo da cirurgia por vídeo feita em pacientes como esse tipo da doença. A técnica se chama laparoscopia gástrica, ainda é pouco usada no Brasil para cirurgia de câncer de estômago, exige um intenso treinamento médico e é toda baseada nos avanços tecnológicos.

Ao conversar com o R7, Hyung diz que as pessoas que passam por essa cirurgia podem ter uma melhor condição pós-operatória.

- A recuperação depende de cada pessoa, mas em pouco tempo já é possível andar normalmente, beber água e deixar o hospital em um tempo menor do que a cirurgia tradicional, que tem grandes cortes. Tudo isso tem a ver com o avanço da tecnologia, que permite as cirurgias minimamente invasivas feitas com a ajuda de câmeras minúsculas e muito potentes, além de aparelho automáticos de grande precisão.

Em vez de cortes profundos, o paciente é operado por meio de cinco pequenos orifícios - dois abaixo das costelas, dois na linha do umbigo e outro no próprio umbigo - onde as pequenas peças guiadas pelo cirurgião fazem a raspagem do tumor. O trabalho é guiado por uma microcâmera de alta definição que entra pelo umbigo com a ajuda de um tubo flexível.

A paciente que teve sua cirurgia filmada, uma mulher de 63 anos de idade cujo nome não foi divulgado, passou por exames de endoscopia digestiva e tomografia abdominal e foi diagnosticada com câncer de estômago.

Ela é anestesiada e as primeiras imagens que aparecem na transmissão mostram a mulher rodeada pela equipe médica pronta para começar o trabalho.

O médico conversa com seus assistentes com muita calma sobre as etapas de mais uma cirurgia. Até hoje, ele já fez mais de mil desse tipo. A Coreia do Sul, onde vive, é um dos países campeões em casos de câncer de estômago, devido aos costumes alimentares ricos em sal e conservantes.

Em poucos minutos, profissionais de saúde que assistem à transmissão ficam em total silêncio. Duas pinças metálicas movimentadas por Hyung começam a abrir passagem na região abdominal.

Imagens internas da paciente são mostradas na grande tela em alta definição, o que pode não ser um filme muito agradável para quem não está acostumado a visualizar o corpo humano por dentro, porém, muito mais do que aprender os detalhes da técnica, uma grande missão compensa qualquer desconforto inicial.

O objetivo é acabar com um tipo de tumor que, no Brasil, é o sexto mais frequente e geralmente diagnosticado tarde demais.

Felipe José Fernandez Coimbra, diretor do núcleo de abdome do hospital A.C. Camargo, diz que os avanços tecnológicos devem ser cada vez mais incorporados aos tratamentos, mas não se deve esquecer que a prevenção é essencial, pois não há sintomas específicos para a doença. O diagnóstico tardio ainda é um problema no Brasil.

Na Coreia do Sul, por exemplo, um dos exames de admissão no trabalho podem detectar se a pessoa tem o câncer de estômago. Então, o caminho é se prevenir, o que inclui saber se há casos anteriores na família, ter uma alimentação saudável e fazer exames periódicos.

Após aproximadamente três horas de cirurgia, as pinças e a microcâmera deixam o corpo da paciente. A parte do estômago com tumores foi retirada.

A mulher ganha mais esperança para viver livre do câncer. Quem acompanhou a transmissão ao vivo por vídeo tem a sensação de que nunca mais a imagem preta e branca de um exame de raio-X vai mostrar o que realmente se passa dentro do nosso corpo.

A transmissão feita pelo especialista é uma abertura do Simpósio Internacional de Cirurgia Laparoscópica e Procedimentos Intervencionistas em Câncer do Aparelho Digestivo, que acontece entre 4 e 6 de novembro.

Fonte R7

Estresse é um dos principais responsáveis pela psoríase

Doença é um problema que afeta 3% da população mundial

A psoríase é um problema que afeta 3% da população mundial. Ela pode ser genética e autoimune. Ela surge com placas vermelhas que escamam e coçam e são propensas a surgir em cotovelos, joelhos e couro cabeludo. Em períodos de maior estresse e no inverno, a doença se manifesta com mais facilidade.

Na época do verão, os raios ultravioletas melhoram a inflamação e a aparência da pele descamada. Por ser uma doença crônica, não tem cura. Os dermatologistas aconselham que uma vez manifestada, o paciente deva procurar ajuda médica. Quem sofre de psoríase deve evitar o banho quente. A pele também deve estar sempre hidratada para evitar a escamação excessiva. O banho de sol deve ser tomado nos horários recomendados pelo médico e a crosta da pele não deve ser arrancada.

Fonte R7

Exames: Eletrencefalograma

O que é
Exame que detecta as ondas elétricas produzidas pelo cérebro.

Para que serve
O exame analisa a existência de alterações em alguma área do cérebro e permite o diagnóstico de muitas doenças. Ele pode detectar áreas que estejam com pouca atividade ou com muita, como no caso da epilepsia.

Como é feito
O exame consiste na colocação de pequenos condutores (eletrodos) na cabeça do paciente (eles são posicionados no couro cabeludo, com a ajuda de um gel ou uma pasta), para registrar as ondas elétricas produzidas pelo cérebro.
O aparelho, chamado de eletrencefalógrafo, amplifica as ondas captadas pelos eletrodos, que são registradas por pequenas agulhas em um papel. O exame dura, em média 30 minutos.

Preparo
É recomendada alimentação normal. Não se deve ingerir álcool nas 24 horas prévias ao exame e o uso de medicamentos deve ser informado.

Valores de referência
O resultado é apresentado na forma de laudo médico, ao qual é anexado o papel com o registro das ondas cerebrais ao longo do exame.

Fonte IG

Cuidados com a escova dental

Sua escova dental requer mais atenção do que os poucos minutos que você gasta duas vezes ao dia usando-a.


Os cuidados apropriados e a manutenção da escova dental são importantes para manter uma boa higiene bucal. A Associação Dental Americana lista diversas recomendações às quais os consumidores devem dar atenção: substitua sua escova a cada três ou quatro meses.

Pessoas que escovam com muita força devem substituir em menos tempo se as cerdas se abrirem.

Não compartilhe sua escova dental. Isso pode resultar na troca de fluidos corporais e/ou micro-organismos entre os usuários, colocando-os em risco aumentado de infecções. Trata-se de uma preocupação especial para pessoas com sistema imunológico comprometido ou portadoras de doenças infecciosas.

Enxágue abundantemente sua escova com água corrente após a escovação para remover qualquer remanescente de creme dental ou resíduos.

Armazene a escova na posição em pé, se possível, e deixe-a secar exposta ao ar até usá-la novamente. Caso mais de uma escova sejam armazenadas no mesmo suporte ou área, mantenha-as separadas para evitar contaminação cruzada.

Não cubra as escovas rotineiramente e nem as armazene em recipientes fechados. Um ambiente úmido, como é um recipiente fechado, é mais propício para o crescimento de micro-organismos do que um local exposto ao ar.

Seguir essas dicas pode ajudá-lo a ter uma escova dental limpa e sanitária. Não existem evidências clínicas de que embeber uma escova dental em enxaguatório bucal antibacteriano ou usar um sanitizador de escova dental comercialmente disponível tenha algum efeito positivo ou negativo na saúde bucal ou sistêmica. 
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Anatomia dos Dentes

Os dentes anteriores são mais afiados e servem para cortar, enquanto os molares têm superfície plana e servem para triturar.

Quais são as diferentes partes do dente?

- Coroa— parte superior do dente, geralmente a única parte visível. O formato da coroa determina a função do dente. Por exemplo, os dentes anteriores são mais afiados, têm a forma de um cinzel e servem para cortar, enquanto os molares têm superfície plana e servem para triturar os alimentos.
- Linha de junção dos dentes e da gengiva— sem a escovação e uso adequado do fio dental, nesta área podem se formar a placa e o tártaro, causando gengivite e outros males.

- Raiz— parte do dente que está dentro do osso. A raiz, que mantém o dente inserido no osso, constitui mais ou menos dois terços do seu tamanho.

- Esmalte— a camada mais externa da superfície do dente. É o tecido mais duro e mineralizado de todo o corpo humano, mas pode ser danificado se os dentes não forem higienizados adequadamente.

- Dentina— camada dentária situada abaixo do esmalte. Se a cárie conseguir atravessar o esmalte, ela passa a atacar a dentina, onde há milhões de pequenos túbulos que vão diretamente à polpa do dente.

- Polpa— tecido mole situado no centro do dente, onde se encontram o nervo e os vasos sangüíneos. Quando a cárie atingir essa área, as pessoas geralmente sentem dor.

Quais são os nomes dos dentes?

Cada dente tem uma função ou tarefa específica (Consulte a ilustração do arco dental nesta seção e identifique cada tipo de dente):

- Incisivos— dentes frontais afiados em forma de cinzel (quatro superiores, quatro inferiores) para cortar os alimentos.
- Caninos— dentes com pontas agudas (cúspides) que rasgam os alimentos.

- Pré-molares— com duas pontas (cúspides) na superfície para esmagar e moer os alimentos.

- Molares— para triturar os alimentos, estes dentes possuem várias cúspides na superfície de mordida.



Foto: Colgate
Cada dente tem uma função específica na mastigação

Fonte IG

O que são dentes do siso?

Dentes do siso que erupcionam apenas parcialmente ou nascem mal posicionados também podem causar apinhamento e outros problemas.

O que são dentes do siso?
Dentes do siso são os últimos molares de cada lado dos maxilares. São também os últimos dentes a nascer, geralmente entre os 16 e 20 anos de idade.

Como os dentes do siso são os últimos dentes permanentes a aparecer, geralmente não há espaço suficiente em sua boca para acomodá-los. Isto pode fazer com que os dentes do siso fiquem inclusos - dentes presos embaixo do tecido gengival por outros dentes ou osso. Se os dentes estão inclusos, pode ocorrer inchaço ou flacidez.

Os dentes do siso que erupcionam apenas parcialmente ou nascem mal posicionados também podem causar apinhamento e outros problemas. Como os dentes removidos antes dos 20 anos de idade têm raízes em menor estágio de desenvolvimento e causam menos complicações, recomenda-se que as pessoas entre 16 e 19 anos tenham seus dentes do siso examinados para verificar se precisam ser removidos.
Foto: Colgate
Inclusões horizontal, angular e vertical
Como são extraídos os dentes do siso?
A extração se faz de forma rotineira. Seu dentista pode recomendar anestesia geral ou local. Após a extração do dente (ou dentes), você precisará morder suavemente um pedaço de gaze durante 30 a 45 minutos após deixar o consultório, para estancar qualquer sangramento que possa ocorrer.

Você poderá sentir um pouco de dor ou inchaço, mas que passará naturalmente após alguns dias; no entanto, você deverá ligar para seu dentista se houver dor prolongada ou intensa, inchaço, sangramento ou febre.

A extração dos dentes do siso devido ao apinhamento ou fato de estarem inclusos no osso maxilar não afeta a sua mordida ou a sua saúde bucal no futuro.

Fonte IG

As cápsulas coadjuvantes do regime (e da mente)

Medicamentos feitos a base de plantas, usados para emagrecer, funcionam mais no âmbito psicológico. Entenda os motivos

O roteiro é universal. Na novela do regime, ou do corpo perfeito, métodos alternativos – e supostamente milagrosos – ganham o papel principal sem teste prévio ou eficácia cientificamente comprovada. Para acelerar a queima de gordura, inibir o apetite ou diminuir a ansiedade, comprimidos são lançados quase que semanalmente no imortal mercado da dieta.

Escapar do clichê da alimentação balanceada com atividade física diária, e recorrer ao coquetel de comprimidos, sem indicação médica, além de dar pouco resultado estético, pode ser prejudicial à saúde.

Para Roberta Frota Villas Boas, endocrinologista do Hospital Nove de Julho de São Paulo, o uso dos fitoterápicos (medicamento que tem a planta medicinal como matéria prima) na perda de peso é pouco eficaz. Na visão da especialista, não há nenhum medicamento dessa linha que possa acelerar ou potencializar a queima de gordura.

“O efeito é praticamente psicológico, placebo. Muitas vezes, a ingestão do medicamento estimula um comportamento mais controlado e disciplinado em relação à comida”, diz.

Poucas drogas são regulamentadas e aceitas pelas sociedades de endocrinologistas. Hormônios e medicamentos mais fortes só podem ser usados em casos mais sérios e com a orientação de um especialista, defende a médica.

“Área de obesidade tem um número pequeno de medicamentos eficazes e muito charlatanismo. Alguns podem ajudar moderadamente, mas o efeito não é significativo. Nunca alguém vai emagrecer de forma eficiente tomando fitoterápico.”

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Experiências individuais que ignoram os coeficientes ativos na redução de medidas e creditam o sucesso a tais remédios, são os principais estímulos do consumo desenfreado desses produtos. A auto-ajuda do regime é sempre uma nova opção para dominar a balança. Embora não rechace o uso de fitoterápicos, João Castro Soares, endocrinologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), alerta que eles só devem ser consumidos após avaliação nutricional.

“Quando escolhidos aleatoriamente, os medicamentos alternativos podem provocar reações alérgicas ou, em casos mais graves, mascarar problemas no intestino.”

O médico da Unifesp explica que alguns diuréticos, como a Cáscara Sagrada, que é também laxativo, quando usados por muito tempo, podem escurecer a mucosa intestinal e atrapalhar a avaliação de exames no local. O chá de sene também apresenta efeitos colaterais. Segundo ele, o uso contínuo do medicamento pode provocar cálculo renal.

“Não sou contra, mas é preciso bom senso. A bula desses compostos relata os efeitos como algo brilhante e absolutamente eficaz. Os riscos são relativamente baixos, mas não há estudos que comprovem o valor agregado dessas substâncias. Por outro lado, muitas coisas na medicina foram descobertas através das plantas.”

Se é difícil resistir à tentação de somar à dieta e ao exercício uma substância que ajude ou apenas estimule a mente a manter-se firme no propósito de sorrir em frente ao espelho, é prudente, ao menos, evitar a automedicação. Vale procurar um especialista que recomende, com receita, o fitoterápico mais adequado. "É mais seguro comprar essas cápsulas em farmácias de manipulação. Evite produtos prontos, que não necessariamente contêm o que a bula diz", recomenda Soares.

A pedido do Delas, os dois profissionais listaram alguns medicamentos comuns no mercado e seus possíveis efeitos, recomendações e contraindicações:

Agar-Agar, Figo da Índia e Glucomanan: compostos ricos em fibras que ajudariam na saciedade. Sem contraindicações.

Caralluma: extrato vegetal, feito de um cacto da índia, muito rico em fibra. Pode ajudar a diminuir a sensação de fome. É referida como droga com poder anorexígeno, mas na prática bastante questionável e sem estudos suficientes.

Cártamo: seria um "precursor do CLA", droga proibida no Brasil e que aceleraria o metabolismo. Por não ter estudos suficientes, não é recomendável usá-la.

Citrus: extrato da laranja-da-terra, ajudaria a aumentar o metabolismo, muito rico em vitamina C. Sem contraindicações se usado com orientação.

Chá branco e verde: teriam propriedades antioxidantes. A ingestão de maior quantidade de líquidos (no caso através dos chás) é benéfica para o organismo, estimulando uma maior eliminação de líquidos pela urina. Sem contraindicações se consumido sem excessos.

Garcinia Cambogia: pode ajudar a reduzir a vontade de comer doces. Propriedade sem comprovação científica.

Gymenna: planta originária da Índia e que retardaria a absorção de açúcar. Propriedade sem comprovação científica.

Folia magra: pode aliviar a sensação de fome. Propriedade sem comprovação científica.

Piruvato de cálcio e Porangaba: teoricamente estimulariam o metabolismo, mas o efeito é irrisório e não há comprovação científica para seu uso.


Fonte IG

Hipocalemia aguda: saiba mais sobre o problema que levou Luciano à UTI

Uso de diuréticos causou baixa de potássio no sangue, condição que poderia ter matado o cantor sertanejo

A emergência que causou a internação do cantor sertanejo Luciano na manhã desta sexta-feira, em Curitiba, poderia facilmente tê-lo matado, dizem especialistas.

A hipocalemia aguda, quadro gerado por uma perigosa redução da concentração de potássio na circulação sanguínea, pode causar, além de cansaço e câimbras em excesso, palpitações, arritmia cardíaca e até a parada total do coração.

“O potássio é fundamental em diversas reações celulares e principalmente na função cardíaca”, explica o cardiologista Marcelo Sampaio, dos hospitais Dante Pazzanese e Oswaldo Cruz, de São Paulo.

Diretamente ligado à ativação elétrica do coração, o potássio ajuda na contração do músculo cardíaco e assim no bombeamento do sangue. Quando o nível de potássio está muito abaixo do normal, o coração pode parar.

Na avaliação de Sampaio, o abuso de diuréticos poderia inclusive ter provocado a reação inesperada do cantor, que entrou no palco após o início do show e anunciou o fim da parceira de 20 anos com o irmão Zezé di Camargo.

“O nível baixo de potássio pode gerar alteração mental. A pessoa permanece consciente, mas fica fragilizada, estafada. Se ele já tinha a ideia de se afastar dos palcos, no estado debilitado pode ter perdido a autocensura e falado de uma forma que não aconteceria em uma situação menos adversa.”

De acordo com o boletim médico divulgado pelo Hospital Santa Cruz, onde o cantor permanece internado, o quadro de hipocalemia aguda teria sido causado pelo “uso recente de diurético usado para controle de inchaço nos braços e pernas, que o Luciano já apresentava principalmente nesse período do ano, quando realiza mais shows”.

“Os diuréticos agem diretamente nos rins, levando à eliminação de água e eletrólitos pela urina. Esse é o risco do excesso do uso do medicamento: a redução do potássio. Ao notar sintomas de palpitação, formigamento e câimbras, melhor ir para o hospital. O quadro de hipocalemia é grave e se não for controlado pode levar à morte”, alerta o endocrinologista Ronaldo Arkader, do Hospital Albert Einstein, de São Paulo.

O produtor Silvio Luciano Alves, que trabalha há 10 anos com a dupla, informou hoje à Rádio Bandeirantes que Luciano toma remédios para emagrecer e tem problemas de saúde.

“Não é qualquer inchaço que deve ser tratado com diuréticos. As causas podem ser vasculares. Existem patologias específicas, como a hipertensão, para as quais o uso do medicamento é indicado. Utilizado sem controle ou para fins de emagrecimento pode trazer problemas”, afirma Arkader.

Felizmente, no caso do sertanejo, o quadro foi revertido a tempo e, segundo os especialistas ouvidos pelo iG Saúde, deve ser normalizado em 24 ou 36 horas.

“Tudo indica que foi uma alteração pontual e sem sequelas. Apenas requer uma investigação antes da alta, para saber se o problema foi provocado somente pelo uso incorreto de diuréticos” sugere o cardiologista Marcelo Sampaio.

Em entrevista coletiva na tarde de hoje o coordenador médico da UTI do Hospital Santa Cruz, Hipólito Carraro Junior, informou à imprensa que o cantor foi sedado e será mantido em observação. De acordo com o empresário da dupla a apresentação de hoje não foi cancelada e Zezé subirá ao palco sozinho.

Fonte IG

O fator protetor da gordura

Obesidade seria proteção e não causa da síndrome metabólica, defende cientista

O conjunto de sintomas conhecido como síndrome metabólica – resistência a insulina, colesterol alto, gordura no fígado e um maior risco para diabetes, doenças cardíacas e acidente vascular cerebral – está relacionado à obesidade. Essa relação, no entanto, pode não ser assim tão simples. É o que propõe uma revisão de diversos artigos publicada no início deste mês na revista Tendências em Endocrinologia e Metabolismo.

De acordo com o pesquisador Roger Unger, da University of Texas Southwestern, de Dallas (EUA), a obesidade seria uma forma do corpo armazenar lipídios onde eles deveriam estar, ou seja, no tecido adiposo – num esforço para proteger outros órgãos do corpo dos efeitos prejudiciais da gordura.

É quando o excesso de calorias ingeridas fica alto demais para que o tecido adiposo consiga lidar com ela que a gordura começa a ir para onde não deveria estar – e a cascata de sintomas conhecida como síndrome metabólica começa.

O pesquisador inicia o artigo "Gula, preguiça e síndrome metabólica: um roteiro para lipotoxicidade" afirmando que tudo se resume a fatos já conhecidos por todos, em maior ou menor nível: americanos, desde os anos 50 comem alimentos carregados com carboidratos e gorduras e, graças à tecnologia moderna, de movem muito pouco.

“Enquanto isso não mudar, não vejo fim para a crescente epidemia de síndrome metabólica” diz Unger.

Segundo Unger, ainda assim, nossos metabolismos não estão acabados: os caminhos que armazenam a gordura como uma fonte de energia para uso em tempos de magreza é que estão totalmente sobrecarregados. “Excesso de comida costumava ser algo raro, reservado àqueles que viviam no castelo” diz o pesquisador. “Hoje é o contrário: calorias ruins são tão baratas que a maioria consegue pagar para ficar acima do peso”.

Unger cita uma série de evidências que apóiam o papel protetor da obesidade. Manipulações genéticas em ratos que aumentam ou diminuem a formação de gordura apresentaram provas de que a adipogênese, a geração de células de gordura, atrasa as conseqüências metabólicas da alimentação em excesso. O inverso também é verdadeiro, ele escreve. Ratos resistentes à obesidade, em alguns casos desenvolveram diabetes grave após comer muito, como resultado do acúmulo de gorduras em outros tecidos que não o adiposo.

Ainda há alguma discordância sobre se a resistência à insulina é a principal causa de síndrome metabólica ou apenas uma de suas características, observa Unger. Mas sobre isso, também, o pesquisador tem uma visão interessante e lógica: a resistência à insulina não é a causa da síndrome metabólica, diz ele, é um subproduto “passivo” da deposição de gordura no fígado e nos músculos, uma vez que o armazenamento nas células de gordura começa a falhar.

Também faz sentido na teoria de Unger que as células que já absorveram gordura em excesso comecem a excluir glicose, fazendo com que seus níveis no sangue e urina subam. Uma vez nas células, a glicose torna-se um substrato para a produção de mais gordura. “O corpo está fazendo o que deveríamos ter feito – manter as calorias em excesso para fora”, diz Unger.

No centro da transição entre obesidade protetora e síndrome metabólica está a resistência ao hormônio leptina, conhecido por seu efeito supressor do apetite. O hormônio, explica Unger, também é responsável por fracionar a gordura no corpo. O aumento da leptina na medida em que os depósitos de gordura crescem, portanto, seria uma resposta adaptativa, que só consegue seguir acontecendo até o momento em que a resistência insulínica aparece.

Com base nos genes que carregam, algumas pessoas serão mais capazes de manter o armazenamento de lipídeos em gordura e podem ir longe com excesso de peso, chegando até mesmo à obesidade, sem ter outros sintomas. Eventualmente, porém, a necessidade de cortar calorias é algo que todos nós enfrentamos.

“Quando se alcança uma certa idade, quase todo mundo fica resistente à leptina”, diz Unger. “A natureza deixa de nos proteger depois que passamos da idade reprodutiva, exigindo de todo nós mais cuidado com a dieta e a prática regular de exercícios”.

Fonte IG

Mulher: quadris grandes ligados a mais risco de perda de memória

Estudo norte-americano aponta questões hormonais como ajuda para proteger o cérebro da degeneração da memória

Pesquisadores da faculdade de medicina da Northwestern University, em Chicago, sugeriram que o formato do corpo da mulher pode influenciar o desempenho de sua memória após a menopausa.

Eles notaram que mulheres com gordura acumulada na barriga tiveram um desempenho melhor em testes de raciocínio do que mulheres com formato em corpo de pera, ou seja, com cinturas menores e quadris largos - ou seja, com mais gordura acumulada nos quadris.

Os pesquisadores dizem acreditar que a gordura na barriga conserva uma quantidade maior do hormônio feminino estrogênio, cuja produção pelo corpo diminui após a menopausa. Acredita-se que o hormônio ajude a proteger o cérebro da degeneração da atividade cognitiva.

Hormônio
O estudo analisou 8.745 mulheres que já passaram pela menopausa, com idades entre 65 e 79 anos de idade. Elas completaram um teste de memória que os cientistas usaram para analisar a atividade cerebral. As mulheres com corpos em formato de pera tiveram um desempenho especialmente fraco. Os cientistas afirmam no estudo, divulgado na publicação científica American Geriatrics Society, que isto se deve à diferença da gordura depositada nos quadris e coxas comparada com as mulheres com maior quantidade de gordura na barriga.

Já sabia-se que tipos diferentes de gordura armazenam hormônios diferentes e tem efeitos distintos nos níveis de lipídios e pressão arterial. Os cientistas dizem que excesso de gordura em qualquer lugar pode afetar o cérebro de mulheres mais velhas, mas que um pouco de gordura na cintura, em particular, pode proteger a atividade do cérebro. Por outro lado, eles ressaltam que excesso de gordura na cintura aumenta o risco de outras doenças como câncer, diabetes e problemas cardíacos.

Fonte IG

A diferença entre a gordura da barriga e a dos quadris

Estudo fornece pistas para entender porque a gordura abdominal aumenta o risco cardíaco e a dos quadris protege o coração

Um novo estudo sugere que as diferenças na forma como as células sanguíneas se desenvolvem podem explicar porque o aumento de gordura na região abdominal aparentemente acelera o risco de desenvolver algumas doenças, enquanto o acúmulo de peso nas coxas e em outras partes do corpo diminui tal risco.

Participaram da pesquisa 28 voluntários que tinham permissão de comer quase tudo o que queriam – incluindo sorvetes, barras de chocolate e bebidas de alto teor calórico – por um período de oito semanas. Pesquisadores da Mayo Clinic relataram na edição online desta semana da revista Proceedings of the National Academy of Sciences que, em média, os participantes ganharam 2,2 quilos na parte superior do corpo e 1,3 quilos na parte inferior.

“Os mecanismos celulares são diferentes. O acúmulo de gordura abdominal acontece principalmente em virtude do aumento de tamanho de células individuais, enquanto que, com o ganho de gordura na região inferior do corpo é o número de células de gordura que aumenta. Ou seja, diferentes mecanismos têm diferentes impactos”, declarou o endocrinologista Dr. Michael Jensen, que liderou o estudo.

Jensen e seus colegas reforçaram que suas descobertas desafiam a idéia de que o número de células de gordura permanece estável nos adultos. Os autores do estudo complementaram que os resultados também reforçaram a teoria de que, de certa forma, um aumento na produção de células de gordura na parte inferior pode ajudar a proteger a parte superior – o que pode ajudar a evitar a doença metabólica.

De acordo com dados da Associação Americana do Coração, uma pessoa pode desenvolver a síndrome metabólica quanto um conjunto de fatores – incluindo alta pressão arterial, níveis de colesterol inadequados, resistência à insulina e acumulo de gordura na região da cintura – ocorrem ao mesmo tempo, aumentando o risco de doenças cardíacas, diabetes e outras condições.

Fonte IG

Você tem propensão à síndrome metabólica?

Confira os fatores que indicam a presença do problema que compromete seriamente a saúde

A síndrome metabólica é um conjunto de fatores de risco relacionados à obesidade e ao excesso de peso. O problema aumenta o risco de desenvolver graves distúrbios de saúde, como diabetes, doenças cardíacas e acidente vascular cerebral (AVC).

O Instituto Nacional do Coração, Pulmão e Sangue dos Estados Unidos informa que a presença de três ou mais dos seguintes fatores indica a presença de síndrome metabólica:

- Excesso de gordura abdominal e cintura grossa

- Níveis altos de triglicérides no sangue

- Níveis baixos de HDL, o “bom” colesterol

- Pressão arterial alta

- Níveis altos de glicemia em jejum, possível indicativo de diabetes

Fonte IG

Como fumar danifica o coração

Instituto norte-americano alerta: pressão alta e depósitos de gordura nas artérias estão entre os principais males do cigarro

Fumantes podem apreciar o próprio hábito, mas a fumaça dos derivados do tabaco está longe de ser a melhor amiga do coração.

O Instituto Nacional do Coração, Pulmão e Sangue, dos Estados Unidos, alerta que o fumo pode afetar o coração de diversas maneiras, entre elas:

- Causando o espessamento do sangue, o que dificulta o transporte de oxigênio (por meio da circulação) aos pontos mais extremos do corpo

- Aumentando a pressão e o ritmo cardíaco, o que força o coração a trabalhar mais

- Reduzindo as taxas de colesterol “bom” (HDL) e aumentando o colesterol "ruim" (LDL) na corrente sanguínea

- Gerando ritmo cardíaco anormal e aumentando a reação inflamatória do corpo, o que favorece o aparecimento de placas de gordura nas artérias

- Endurecendo as paredes das artérias, deixando-as mais estreitas e dificultando assim o bombeamento de sangue pelo músculo cardíaco

Fonte IG

Circulação

O que é
A circulação é o mecanismo pelo qual o sangue é distribuído pelo corpo com a ajuda do coração, artérias, veias e capilares. Ela tem a função de fornecer e prezar pela manutenção do fluxo sanguíneo contínuo e variável aos tecidos, gerar e manter a pressão interna ao longo de sua estrutura, entregar elementos necessários ao metabolismo celular, levar substâncias que devem ser eliminadas a órgãos excretores e fazer com o sangue dos tecidos retorne para ser renovado.

O coração é responsável por receber o sangue rico em gás carbônico (venoso) e transportá-lo até os pulmões, onde ocorre a troca por oxigênio. De volta ao órgão, o sangue (arterial) é bombeado para a rede de vasos formada por artérias, veias e capilares.

As artérias são os vasos mais espessos, já que devem suportar a pressão do sangue ao sair do coração. Artérias mais finas são chamadas de arteríolas. Nas veias corre o sangue venoso. Vênulas são as pequenas veias. Na parede dos capilares, microscópicos vasos de pequeno calibre, ocorrem as trocas de gases e substâncias com as células dos tecidos.

 
Funcionamento
Nos vertebrados, a circulação é fechada, pois o sangue nunca sai do sistema de vasos. Nos seres humanos, o sistema cardiovascular é fechado e duplo, ou seja, é constituído por uma rede de vasos que distribui o sangue para os tecidos em dois ciclos.

Sistemas vasculares distribuídos em todas as estruturas do organismo formam a “grande circulação”. Denominada circulação sistêmica, ela conduz o sangue arterial do lado esquerdo do coração para todos os tecidos.

A aorta, a mais importante artéria do corpo, é a “porta de saída” do coração, estendendo-se até a região genital, onde se divide em artérias menores. Veia cava inferior e veia cava superior conduzem o sangue venoso proveniente dos membros inferiores e da cabeça e membros superiores, respectivamente, ao coração.

O sistema arterial e venoso do pulmão constitui a “pequena circulação” – a circulação pulmonar. Ela é responsável por conduzir o sangue pobre em oxigênio e rico em gás carbônico a partir do lado direito do coração até os pulmões. Depois, retorna o sangue rico em oxigênio para o lado esquerdo do coração.

Este processo começa no ventrículo direito, segue pelos ramos das artérias, arteríolas e capilares pulmonares até os alvéolos (onde o gás carbônico é eliminado e o oxigênio absorvido pelo sangue), sendo finalizado pelas veias pulmonares que desembocam no átrio esquerdo.

Curiosidades
A aorta, a maior artéria do corpo humano, tem 50 centímetros de comprimento e é a grande responsável pela circulação dos cerca de cinco litros de sangue que circulam pelo corpo. Se fosse possível alinhar todos os vasos sanguíneos em um único tubo, o sangue percorreria uma distância equivalente a 100 mil quilômetros.

A temperatura média do sangue no corpo é de 37ºC. No coração, chega a 38,8ºC e no fígado a 40ºC. Quando um indivíduo tem hipotermia, ou seja, quando a temperatura do corpo cai drasticamente para níveis inferiores a 35ºC, o sistema circulatório economiza energia que poderia ser gasta com a perda excessiva de calor irrigando apenas os órgãos vitais. Sangue mais frio e mais denso pode causar bloqueios em veias e artérias. Casos mais sérios levam à falência múltipla dos órgãos e morte.

Embora exerça papéis fundamentais no homem e em outros animais, nem todos os seres vivos têm sistema circulatório. Na planária, por exemplo, o transporte de nutrientes, gases e excretas é realizado por difusão das células.

O sistema circulatório também pode ser aberto, como nos moluscos. Neste caso, não há veias ou capilares para distribuir o sangue pelo corpo. A hemolinfa, fluido similar ao sangue dos vertebrados, é impulsionada por duas a três câmaras para um vaso dorsal, a partir de onde segue para cavidades específicas, retomando o ciclo quando estas câmaras relaxam e sugam o líquido novamente por orifícios.

 
Doenças relacionadas
- Aneurisma de aorta abdominal

- Aneurisma da aorta torácica

- Aneurisma cerebral

- Angina

- Apneia do sono

- Arritmia

- Ataque cardíaco

- Aterosclerose

- Cardiomiopatia hipertrófica

- Chagas

- Colesterol e triglicérides altos

- Acidente vascular cerebral (AVC)

- Doença arterial coronariana

- Doenças das artérias carótidas

- Doença vascular periférica

- Embolia pulmonar

- Hemorroidas

- Hipertensão

- Hipertensão pulmonar

- Pré-eclâmpsia

- Pericardite

- Prolapso da válvula mitral

- Trombose venosa profunda

- Sopro cardíaco

- Varizes

- Coágulos sanguíneos

Fonte IG