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sábado, 26 de julho de 2014

Probióticos podem reduzir a pressão arterial, diz estudo

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Reprodução - O nosso intestino, está povoado por milhões de bactérias que formam
aquilo a que designamos por flora intestinal. Entre eles contam-se os probióticos
Uso dos alimentos por oito semanas já traz benefícios para hipertensão 

Já é sabido que o consumo de alimentos ricos em probióticos promove um intestino saudável. Mas uma nova pesquisa publicada dia 21 de julho na revista Hypertension sugere que comer probióticos também pode ajudar a baixar a pressão arterial. A publicação pertence à American Heart Association.

Os probióticos são microrganismos vivos que vivem naturalmente no intestino. Estes microrganismos estão presentes também em alguns alimentos, como iogurte, alguns vegetais fermentados e queijos envelhecidos. O consumo desses alimentos pode ajudar a baixar a pressão arterial, segundo os pesquisadores do Instituto de Saúde Griffith e Faculdade de Medicina da Universidade de Griffith, na Austrália.
  
Para chegar às conclusões, a equipe analisou nove estudos de alta qualidade que avaliaram o consumo de probióticos em 543 adultos que tinham a pressão arterial normal ou hipertensão.

Eles descobriram que, em média, os participantes que consumiram probióticos diariamente durante oito semanas ou mais tiveram uma redução de 3,5 mmHg na pressão arterial sistólica (pressão nas artérias quando o coração bate) e de 2,38 mmHg na pressão arterial diastólica (pressão nas artérias entre batimentos cardíacos), em comparação com aqueles que não consumiram probióticos.

Tais efeitos foram mais fortes entre os participantes com pressão arterial elevada - definida como 130/85 mmHg ou mais - e maiores benefícios foram encontrados a partir do consumo de produtos probióticos que continham várias bactérias.

No entanto, os cientistas observaram que o consumo de probióticos com menos de 109 unidades formadoras de colônia (UFC) não melhorou a pressão arterial, nem o consumo de probióticos por menos de oito semanas.

Os autores acreditam que os probióticos podem ter um efeito benéfico sobre a pressão arterial através da redução dos níveis de colesterol, redução dos níveis de açúcar no sangue e resistência à insulina, e ajudando a regular o sistema hormonal que gerencia o equilíbrio de fluidos e pressão arterial.

Embora estes resultados mostrem a promessa para o uso de probióticos na redução da pressão sanguínea, os estudiosos observam que os médicos não devem recomendá-los exclusivamente para controle da pressão arterial até que novos estudos confirmem os benefícios. Eles também ressaltam que a investigação da equipe está sujeita a limitações, uma vez que são pequenos e de curta duração.

Aproveite oito benefícios do iogurte para a saúde
Se o leite já é um alimento excelente e rico em nutrientes para a saúde, imagine então o seu derivado que agrega praticamente todos os benefícios e ainda traz outras vantagens. "No iogurte, a lactose - um tipo de açúcar - foi transformada em ácido láctico por meio da fermentação bacteriana", explica a nutricionista Gisela Peres, da Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro. "Isso faz com que o iogurte seja fonte de fermentos lácteos que melhoram a digestão e trazem benefícios para todo o organismo." 

Confira sete motivos para incluir iogurte na dieta e ainda aprenda uma prática receita caseira indicada por nutricionistas: 

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Reprodução - O iogurte é um excelente alimento probiótico
Aumenta a imunidade
O consumo regular de iogurte ajuda a recompor as bactérias benéficas da flora intestinal - chamadas probióticos. "Elas são verdadeiros soldados lutando para expulsar do organismo as bactérias 'ruins'", explica a nutricionista Gisela. Esses micro-organismos contribuem para aumentar a imunidade. "O intestino saudável é capaz de separar o que não nos faz bem e absorver os principais micronutrientes, como as vitaminas", complementa.

Fortalece os ossos
Por ser derivado do leite, o iogurte é excelente fonte de cálcio, um mineral importante para a saúde dos ossos. Uma porção de 100 gramas do alimento contêm, aproximadamente, 121mg de cálcio, segundo a Tabela de Composição Química dos Alimentos da Unifesp. "Recomendo a ingestão de iogurte, principalmente, para ajudar no crescimento de ossos e dentes de crianças e prevenir a osteoporose, principalmente em mulheres", afirma a nutricionista Gisela.

Quanto antes você iniciar a ingestão de cálcio para prevenir a perda de massa óssea, melhor. "O esqueleto é considerado um grande reservatório de cálcio", afirma a nutricionista Simone Freire, de São Paulo. Ela explica que o pico de massa óssea é geralmente alcançado por volta dos 30 anos. "Acredita-se que, por volta dos 40 anos e com a chegada da menopausa, começa a diminuição da massa óssea, sendo a mulher mais vulnerável à osteoporose por causa da mudança na produção de hormônios", diz. 

Fonte de vitaminas do complexo B
A nutricionista Thatyana Freitas, da clínica Stesis, em São Paulo, conta que essas vitaminas ajudam a manter a tonicidade muscular do aparelho gastrointestinal. "Elas também atuam no metabolismo de proteínas, lipídeos e carboidratos e têm importante papel na produção de energia para o organismo, na oxigenação das células e na produção de neurotransmissores", afirma a nutricionista. Alguns estudos também apontam que as vitaminas do complexo B podem ajudar a combater a depressão e a ansiedade.
   
Protege o sistema nervoso
"O cálcio é um mineral que ajuda nas contrações musculares e na comunicação das células do sistema nervoso", conta a nutricionista Thatyana. Com isso, há uma melhora da função dos neurônios, que são células do sistema nervoso que dão estímulos (impulsos nervosos) para realizar as mais diversas atividades do corpo. Além desse nutriente, a nutricionista Gisela conta que as vitaminas do complexo B presentes no iogurte ajudam a melhorar a eficiência desses impulsos nervosos.

Promove o bom humor
"O intestino responde pela produção de 95% da serotonina de todo o corpo, que é um neurotransmissor responsável pelo bom humor", afirma a nutricionista Thatyana. Como as bactérias benéficas - os probióticos - do iogurte melhoram a saúde desse órgão, maiores podem ser as chances de estimular a sensação de bem-estar e o bom humor, ajudando você a executar as suas tarefas diárias com mais ânimo e disposição.

Melhora o trânsito intestinal
Como os probióticos encontrados no iogurte melhoram a saúde do intestino, ele tende a deixar de ser "preguiçoso" e passa a funcionar melhor. Se você consumir iogurte regularmente, poderá ter menos chances de sofrer de prisão de ventre e outras complicações decorrentes da digestão. 

Fonte de proteínas
Segundo a nutricionista Gisela, as proteínas são fundamentais por formarem os músculos e as vísceras. "As proteínas também constituem os hormônios que regulam o funcionamento dos mais diversos órgãos do corpo e alguns tipos de proteínas ainda servem de anticorpos, ou seja, defendem o organismo de agentes agressores", conta a profissional. 

Pode ajudar a emagrecer
Pesquisadores da Universidade de Tennessee (EUA) observaram que adultos com obesidade que comiam três porções de iogurte desnatado por dia, como parte de uma dieta de baixa caloria, perdiam 22% mais peso e 61% mais gordura corporal do que aqueles que simplesmente cortavam calorias. O estudo foi divulgado na publicação científica International Journal of Obesity. Segundo os autores, os resultados aumentam as evidências de que a ingestão de cálcio e proteínas, tanto do iogurte como de outros produtos lácteos, pode ajudar a queimar gordura e promover a perda de peso de forma mais acelerada.

Minha Vida

Turma UNASP


MBA - Administração Hospitalar - Turma 2014/2015 dos Hospitais Adventistas da América do Sul

Agradeço à todos pelo carinho com que fui recebido, pela atenção e participação da turma. 

Aos amigos do Equador, Chile, Peru, Paraguai e Brasil desejo muito sucesso profissional.

Mulheres triatletas correm risco de desenvolver distúrbios do assoalho pélvico

Entre as possíveis complicações está a incontinência urinária 

Washington - Um novo estudo de pesquisadores do Sistema de Saúde da Universidade Loyola (LUHS) trouxe um alerta para as mulheres triatletas: elas correm risco de apresentar distúrbios do assoalho pélvico, diminuição da energia, irregularidades menstruais e densidade óssea anormal. Esses dados foram apresentados no Encontro Científico da Sociedade Uroginecológica Americana, em Washington, DC.
 
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Foto: Rusell Cheyne / Reuters  - Uma em cada quatro entrevistadas tinham um componente da tríade da mulher atleta (osteoporose, distúrbios menstruais e transtornos alimentares)

O estudo constatou que uma em cada três triatletas sofre de algum distúrbio do assoalho pélvico, como incontinência urinária, incontinência intestinal e prolapso de órgãos pélvicos. Já uma em cada quatro tinha um componente da tríade da mulher atleta, uma condição caracterizada por diminuição da energia, irregularidades menstruais e densidade óssea anormal decorrente de exercícios excessivos e alimentação inadequada.

- Há um aumento na popularidade dos esportes de alto impacto, como triátlon, mas pouco se sabe até agora sobre o estado da saúde pélvica e alguns outros problemas associados com o treinamento e os exercícios de resistência - afirma o investigador do estudo e fisiatra Colleen Fitzgerald.

Um total de 311 mulheres na faixa etária média de 35-44 foram entrevistadas para o estudo. Essas mulheres estavam participando de grupos de triatletas, e a maioria (82%) estava treinando para um triátlon no momento da pesquisa. Em média, as respondentes corriam 3,7 dias por semana, pedalavam 2,9 dias por semana e nadavam 2,4 dias por semana.

Daquelas que relataram sintomas do transtorno do assoalho pélvico, 16% tinham incontinência urinária de urgência, 37,4% tinham incontinência urinária de esforço, 28% tinham incontinência intestinal e 5% tinham prolapso de órgãos pélvicos, caracterizado pelo desequilíbrio de forças e alterações nas estruturas que mantém os órgãos situados normalmente. Os sintomas do distúrbio não foram associados com a quilometragem e a intensidade do treino. A triagem foi positiva para transtornos alimentares em 22% das mulheres, já 24% tinham irregularidades menstruais, e 29% demonstraram força óssea anormal.

O uroginecologista e responsável pelo estudo, Johnny Yi, explicou que, apesar de ambos os transtornos do assoalho pélvico e da tríade da mulher atleta serem predominantes ligados ao sexo feminino, eles são ignorados. "Os médicos devem estar cientes de como essas condições são comuns nesse grupo de atletas e tratar as pacientes adequadamente para evitar consequências para a saúde a longo prazo", afirmou.

O Globo

Anvisa defende implementação de maço de cigarro genérico

www.gestaodelogisticahospitalar.blogspot.comEmbalagem deverá ter cor única, sem elementos gráficos ou relevo 

Rio - A área técnica da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) elaborou uma proposta na forma de um anteprojeto de lei que estabelece que o maço do cigarro deve ser genérico, com apenas uma cor e sem elementos gráficos.

Conforme uma nota divulgada pela agência, “a ideia é retirar das embalagens o apelo potencial junto ao público”. O pacote deverá ser quase todo coberto por imagens e frases de advertência, e os nomes do fabricante e do produto deverão constar em tamanho reduzido e com um formato-padrão.

O diretor-presidente da agência, Dirceu Barbano, autor da iniciativa, afirmou para a Folha de S. Paulo que o texto ainda deve passar pela análise dos outros diretores até outubro deste ano. Ele avalia, no entanto, se esse período pré-eleitoral é o momento político mais adequado para o envio do texto ao Congresso, por causa da renovação da Câmara e do Senado. O próximo passo é que um ou mais parlamentares apresentem o texto como projeto de lei.

Elogiada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a iniciativa australiana, que, no final de 2012, implantou os maços genéricos, serve de modelo para a Anvisa. De acordo com dados da Australian Bureau of Statistics, o volume de consumo de tabaco está caindo no país. Os números apontaram que o total de consumo no primeiro semestre de 2014 é o mais baixo já registrado.

Já a Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) rebate que a experiência australiana não serve de exemplo para o Brasil. “Passado um ano e meio de sua implementação, o único efeito verificado até agora foi o aumento do contrabando de cigarros (de 11,8% para 13,8% do mercado total)”, afirmou. Segundo a entidade, a medida é inconstitucional e viola “vários princípios e direitos fundamentais garantidos pela Constituição”, além de violar disposições de tratados internacionais sobre comércio exterior e propriedade intelectual. 

Não é a primeira vez que há um esforço de implementá-la. Em 2012, um projeto de lei a favor dos maços genéricos chegou a ser proposto no Congresso, não avançou e foi retirado. No mesmo ano, a Anvisa vetou a presença de aditivos de sabor e outros no cigarro produzido a partir de setembro de 2013 e no cigarro vendido a partir de março de 2014. O STF suspendeu a medida a pedido da indústria do fumo. Em maio deste ano, o Ministério da Saúde anunciou o fim da propaganda de cigarros e a proibição do fumo em locais fechados de uso coletivo em todo o país, incluindo em fumódromos.

O Globo

Crianças e adolescentes americanos obesos ou acima do peso não veem isso como problema

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Reprodução - Educação alimentar seria mais eficaz nesses casos
Relatório mostra que entre 8 e 15 anos, 76% dos meninos e meninas em sobrepeso acham que estão no peso certo, e o mesmo acontece com 42% dos obesos 

Nova York- Cerca de um terço das crianças e adolescentes americanos entre 8 e 15 anos está obeso ou em sobrepeso mas não vê nisso um problema. O levantamento, conduzido e publicado por pesquisadores do Centro de Controle de Doenças Nacional para Estatísticas de Saúde, descobriu que 76% dos meninos e meninas em sobrepeso acreditam que estão no peso certo, o mesmo sentimento de 42% dos obesos na mesma faixa etária.

Novas evidências sugerem que a obesidade entre crianças está nivelada, o problema ainda é prevalente e os riscos à saúde são cada vez mais aparentes, como a osteoartrite decorrente do excesso de peso, por exemplo.

O estudo concluiu que crianças de minorias e de famílias pobres, justamente os grupos demográficos com índices mais altos de obesidade na vida adulta, eram mais propensos a julgar o próprio peso de forma errada. E ainda: os filhos de pais obesos têm mais dificuldade para perceber as questões relacionadas ao peso.

A epidemiologista nutricional Neda Sarafrazi, uma das coordenadoras do relatório, defende que a percepção apropriada do próprio peso é importante para inspirar mudanças comportamentais — como comer de forma saudável e fazer mais exercício. Mas outros profissionais defendem que a vergonha é um péssimo motivador, e que educação alimentar seria mais eficaz nesses casos.

O Globo

80% dos aplicativos de saúde não têm o efeito desejado

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Divulgação - Pesquisa mostra que somente 20% dos aplicativos possuem
interações e informações direcionadas para o usuário
Levantamento mostra que falta multifuncionalidade e especialistas pedem controle do governo 

Utilizados frequentemente nos dias atuais, a maioria dos aplicativos de saúde possui quase nenhuma efetividade. Segundo relatório da empresa de consultoria IMS, 80% dos aplicativos de saúde tem multifuncionalidade deficiente e somente transporta informações que estão em livros para as telas de celulares. O levantamento mostra que grande parte possui poucos downloads e são criados por pequenas empresas que não constroem instrumentos para interatividade. 

Atualmente, existem mais de 100 mil aplicativos no setor de saúde nas lojas virtuais da Apple e do Google. Um número que mostra uma oferta muito grande para uma indústria que era inexistente até poucos anos atrás e que cresce com três dígitos percentuais por ano. 

O processo é similar com o que aconteceu há cerca de 15 anos atrás quando surgiram diversos sites de saúde, muitos deles com pouca qualidade.

Apontando para a mesma direção, a revista científica The New England Journal of Medicine publicou um artigo declarando que os aplicativos deveriam ser regulados por agências governamentais. O motivo seria o perigo que o instrumento pode causar se passar orientações erradas e os ganhos públicos que podem ser extraídos caso sejam bem administrados. 

Até agora a principal agência que regula medicamentos e alimentos, a FDA dos Estados Unidos, controla apenas aplicativos médicos que são usados para medir glicose, pressão arterial ou qualquer outro parâmetro que possa ser transmitido pelo celular. Entretanto, aplicativos de algoritmos, software ou com informações clínicas não possuem vigilância. 

Especialista da Universidade de Harvard, autores do artigo cientifico, afirmam que é necessário também vistoriar estes aplicativos. 

Os pesquisadores afirmam que regular os dispositivos é complexo, caro e tem riscos de frear a produção de novos apps mas que é necessário mostrar que a maioria dos aplicativos não possuem solidez suficiente. 

O Globo

Governo de Serra Leoa faz busca por mulher infectada com ebola que sumiu de hospital

Paciente morto em hospital na Nigéria pode ser primeiro caso da doença no país

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Foto: Cellou Binani / AFP - Integrantes do Médicos sem Fronteiras colocam equipamentos de proteção após homem morrer com sintomas de ebola

Rio - As autoridades em Serra Leoa, um dos países que mais sofre com a epidemia de ebola que assola a África, começaram uma busca por uma mulher de 32 anos infectada com a doença que está desaparecida. A paciente estava num hospital em Freetown, capital de Serra Leoa, mas foi tirada a força por seus parentes. As informações são da rede britânica BBC.

Apelos estão sendo transmitidos via estações de rádio para que os moradores da cidade ajudem a localizar a mulher. Além de altamente letal (90% das pessoas contaminadas morrem), o vírus do ebola é muito contagioso, o que torna o sumiço da paciente um risco para todos. Trata-se do primeiro caso confirmado na capital. A doença é transmitida através do contato com fluídos de pessoas infectadas.

Desde fevereiro, o ebola já matou 660 pessoas em três países africanos: Serra Leoa, Guiné e Libéria. Além disso, autoridades de saúde da Nigéria informaram que um liberiano foi admitido num hospital em Lagos e morreu, supostamente, de ebola. 

De acordo com o Ministério da Saúde de Serra Leoa, os parentes da mulher desaparecida entraram no Hospital King Harman Road de maneira agressiva nesta quinta-feira e levaram-na embora. De acordo com a BBC, a paciente é uma cabeleireira que mora numa área bastante populosa na parte leste de Freetown, o que torna seu sumiço ainda mais perigoso. Até então, os casos de ebola em Serra Leoa estavam concentrados em cidades menores perto da fronteira com a Guiné, onde o surto começou.

O Globo

Sangue de macacos tem alterações em Fukushima após desastre nuclear

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Foto: F.Konno/Divulgação
Macaco é visto na região de Fukushima
"Os resultados sugerem que a exposição a substâncias radioativas contribuiu para causar modificações hematológicas nos macacos de Fukushima", afirmam pesquisadores

Paris - Exames de sangue feitos em macacos que moram na região de Fukushima, após a catástrofe nuclear, puseram em evidência uma presença menor de glóbulos brancos e vermelhos, o que poderia causar maior vulnerabilidade nestes primatas, revelou um estudo publicado esta quinta-feira.

Entre abril de 2012 e março de 2013, a equipe de Shin-ichi Hayama (Universidade Japonesa de Ciências da Vida e Veterinárias) analisou o sangue de 61 macacos que vivem em um raio de 70 km da usina de Fukushima Daiichi, danificada pelo tsunami de 11 de março de 2011.

Para dispor de um ponto de comparação, os cientistas também analisaram o sangue de 31 macacos da península de Shimokita, situada a 400 km da usina nuclear.

"Comparados com os macacos de Shimokita, os símios de Fukushima tinham cifras significativamente mais baixas de glóbulos brancos e vermelhos, de hemoglobina e hematócritos", afirmaram os pesquisadores em um estudo da revista Scientific Reports.

"Os resultados sugerem que a exposição a substâncias radioativas contribuiu para causar modificações hematológicas nos macacos de Fukushima", acrescentaram.

Ao mesmo tempo em que excluem doença infecciosa ou desnutrição como outra causa possível das alterações, advertiram que serão necessários novos estudos para confirmar suas conclusões.

France Presse

Durante o inverno, aumenta a incidência de infecções respiratórias

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Crianças e idosos são mais suscetíveis às complicações
Crianças e idosos são mais suscetíveis às complicações 

Belo Horizonte — A estação mais fria do ano exige cuidado redobrado com a saúde. O ar mais seco facilita o aumento da poluição e a proliferação de vírus, o que, consequentemente, contribui para elevar a frequência de infecções nas vias respiratórias. 

Breno Figueiredo Gomes, diretor da Sociedade Brasileira de Clínica Médica e clínico geral do Hospital Mater Dei, alerta que há várias razões para as pessoas adoecerem no inverno, não apenas a redução da temperatura. “O mais importante é o fato de elas ficarem em locais fechados. Dessa forma, a contaminação, principalmente por vírus, se torna mais frequente.”

As infecções respiratórias são as vilãs dessa estação, e muitos sofrem com as mais comuns, como sinusite, otite, pneumonia, gripe, resfriado, rinite, asma, amidalite e bronquite. 

“O sintomas são muito semelhantes — coriza, dores no corpo, tosse, febre e mal-estar em geral —, e uma avaliação médica é fundamental para a definição adequada do diagnóstico”, alerta o clínico, enfatizando que as atitudes mais corretas para evitar esses problemas são “evitar ambientes fechados com pessoas doentes, lavar as mãos e proteger a boca ao tossir”.

Breno Gomes diz que há muitos equívocos em relação a crenças populares que apontam como desencadeadores das doenças de inverno andar descalço, dormir com o cabelo molhado, tomar sorvete, beber água gelada, abrir geladeira, pegar chuva e ficar no sereno. 

“Essas atitudes que levariam a infecções respiratórias são mais mitos do que verdades. Tudo que irrita as mucosas predispõe a infecções: alergias e mudanças climáticas, por exemplo.”

O médico chama a atenção também para um erro comum nesse período: a automedicação. As pessoas invadem as farmácias atrás de medicamentos para gripes e resfriados (muitas não diferenciam um do outro) e se entopem de anti-inflamatórios e/ou de cápsulas de vitamina C. 

“A regra é uma só: sempre passe por uma avaliação médica. Segurança é fundamental”, reforça.

Correio Braziliense

Alerta da OMS: Hepatite mata quase tanto quanto a Aids

www.gestaodelogisticahospitalar.blogspot.comA hepatite é uma doença que mata quase tanto quanto a Aids, com 1,4 milhão de mortos a cada ano, anunciaram nesta quinta-feira, em Genebra, vários especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS)

Por ocasião do Dia Mundial contra a Hepatite, celebrado em 28 de julho, os especialistas afirmaram que esta doença, que pode causar câncer, pode ser combatida. Um total de 1,5 milhão de pessoas morreram em consequência da Aids em 2013.

Do 1,4 milhão de pessoas mortas pela doença, 90% tinham contraído hepatite B e C, responsáveis por dois terços dos cânceres de fígado no mundo. "A melhor forma de prevenção contra o câncer de fígado ou as cirroses hepáticas é a prevenção e o tratamento da hepatite viral", declarou o professor Samuel So, cirurgião e professor da Universidade de Stanford (Califórnia). "Se agirem assim, salvarão muitas vidas e, ao mesmo tempo, economizarão muitos custos sanitários", declarou à imprensa em Genebra.

Com este objetivo, Samuel So, acompanhado de especialistas da OMS, defendeu um reforço dos testes que detectam a doença, levando em conta que estima-se em 500 milhões o número de pessoas portadoras do vírus da hepatite, mas muitas delas não o sabem.

Segundo o doutor Stefan Wiktor, encarregado do programa de luta contra a hepatite na OMS, há novos tratamentos contra a doença, com um índice de cura de 95%, o que representa uma "revolução terapêutica".

AFP

Gravidez e obesidade: saiba por que essas são situações incompatíveis

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Gravidez e obesidade: saiba por que essas são situações incompatíveis
Quem está acima do peso e quer engravidar deve receber orientação para não colocar a sua saúde e a do bebê em perigo 

A gravidez, ou o desejo de engravidar, quase sempre motiva mulheres a se cuidarem mais: elas param de fumar, por exemplo, ou comem alimentos mais nutritivos. Só que agora muitas vêm se deparando com uma questão cada vez mais comum: a obesidade, que afeta 36% das que estão em idade fértil. Além de impossibilitar a concepção, o problema — que atinge aquelas cujo índice de massa corporal (IMC) ultrapassa 30 — está ligado a uma série de dificuldades durante a gravidez, o parto e o nascimento. Entre elas, estão a diabetes gestacional, a hipertensão, a pré-eclampsia e até o aborto espontâneo, entre outros. 

Além disso, os filhos de obesas têm mais probabilidades de ter defeitos congênitos e correm maiores riscos de morrer durante o nascimento ou logo depois dele. Os que sobrevivem têm, ainda, grandes chances de desenvolver hipertensão e obesidade.

Sem dúvida, a maior parte dos bebês nascidos de mães acima do peso é saudável; entretanto, uma análise recém-publicada de 38 estudos descobriu que mesmo um aumento discreto de peso na fase pré-gravidez eleva os riscos de morte do feto ou da criança depois de nascida.

Saber como tratar mulheres com problema de peso é essencial
Embora algumas pessoas consigam perder até 45 kg e manter o peso sem apelar para a cirurgia, a maioria diz que já tentou de tudo e que nada funcionou. 

— Boa parte das obesas não come em excesso, nem consome alimentos errados de propósito. Os obstetras deveriam abordar o problema, não simplesmente abandoná-las por achar que estão fazendo algo errado — diz Sigal Klipstein, presidente do comitê de ética do Colégio Norte-Americano de Obstetrícia e Ginecologia.

Sigal afirma que, pela sua experiência, as que perdem alguns quilos são as mais motivadas e que seguem uma dieta restritiva:

— Muitas não conseguem, mesmo estando doidas para engravidar e ter uma gravidez saudável. Essa é a nova realidade e os obstetras têm que ter consciência dela — diz a médica.

Fugindo da culpa
O relatório do comitê de ética norte-americano enfatiza que "as obesas não devem ser consideradas diferentes de outras pacientes que necessitam de cuidados especiais ou enfrentam riscos de adversidades médicas". Acrescenta também que elas devem ser tratadas de forma imparcial e classifica de "pouco ético" o médico que recusar cuidados, mesmo tendo capacidade para tal, "simplesmente porque a paciente é obesa".

Os obstetras devem discutir os riscos associados ao excesso de peso com as pacientes e "evitar culpá-las pelo problema", prossegue o documento. 

Conforme os especialistas, qualquer médico que se considerar incapaz de oferecer um tratamento eficiente à paciente obesa deve procurar ajuda ou mandá-la para outro médico.

O estudo observa, ainda, que os níveis de obesidade são mais altos entre mulheres de status socioeconômico mais baixo, sendo que muitas não possuem acesso a opções de alimentos saudáveis nem oportunidades de se exercitar, o que ajudaria a manter o peso sob controle.

Zero Hora