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quinta-feira, 26 de abril de 2012

Dia de combate à hipertensão alerta para importância de manter um estilo de vida saudável

Doença crônica silenciosa, hipertensão pode levar à morte por infarto e AVC

Caracterizada pelo aumento sustentado da pressão arterial, a hipertensão pode levar à morte por consequência de complicações renais, infarto ou derrame. Como os sintomas são silenciosos, muita gente só descobre que tem o problema quando ocorre um episódio como esse.

— É comum a pessoa ser hipertensa e não saber, por isso esse tipo de campanha é importante, pois estimula as pessoas a verificarem a pressão arterial — destaca o cardiologista Sérgio Vasconcelos Dornelles, mencionando o Dia Nacional de Combate à Hipertensão, lembrado nesta quinta-feira, 26 de abril.

Dornelles explica que a hipertensão não se caracteriza por um episódio isolado de pressão elevada.

— Trata-se de um aumento sustentado, onde a pessoa tem pressão alta por uma porcentagem significativa das 24 horas do dia — esclarece.

Para confirmar o diagnóstico, pode ser feito um monitoramento com aparelho 24 horas no braço do paciente. Foi o que ocorreu com a professora aposentada Marisa Cohen, 68 anos. Cuidando do marido adoentado, frequentemente sua pressão arterial chegava perto dos 21.

— Era nervosismo. Depois que me acalmei, minha pressão continuou um pouco elevada, mas não tanto. Mesmo assim, faz três anos que tomo dois remédios para pressão alta — conta Marisa.

Além do uso continuado de medicamentos, o estilo de vida também tem interferência sobre a redução dos níveis de pressão: sedentarismo, consumo excessivo de sal, estresse e tabagismo são alguns dos fatores de risco mencionados por Dornelles. Histórico familiar de hipertensão é outro agravante, conforme o médico.

Pesquisa estimula mudança de estilo de vida em hipertensos
Um estudo coordenado pelos pesquisadores Flávio e Sandra Fuchs, do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, envolve 24 centros de todo o país em testes com medicamentos para o tratamento da hipertensão. Numa primeira fase do estudo, no entanto, os voluntários são estimulados a mudar seu estilo de vida para manter o níveis de pressão arterial dentro da normalidade, sem a necessidade do uso continuado de medicamentos.

— Reduzir o peso, praticar exercícios físicos e diminuir o consumo de sal, principalmente em produtos industrializados, são algumas das medidas, mas nem sempre a pessoa consegue ter esta atitude — comenta Flávio Fuchs.

Quando os voluntários são selecionados para fazer parte da pesquisa, passam por um período de três meses somente no estágio da mudança de hábitos. Recebem orientações sobre estilo de vida saudável: dieta, atividade física, cessação de tabagismo e moderação no consumo de bebidas alcoólicas. Se a pressão se mantiver alterada após essas orientações, eles passam para a segunda fase, com acompanhamento durante 18 meses.

Por sorteio, os voluntários são divididos em dois grupos: um usa o medicamento mais conhecido no mercado para o tratamento da hipertensão, e outro usa um remédio que está ingressando na indústria. O objetivo é comparar a segurança dos medicamentos. Uma outra linha de estudo trabalha com pacientes pré-hipertensos, no intuito de verificar a eficácia do uso dos remédios como forma de prevenção.

— Queremos verificar se o remédio previne o agravamento e as consequentes complicações da pressão alta, em que proporção e com que segurança ao paciente — explica o pesquisador.

O estudo Prever — prevenção de hipertensão e eventos cardiovasculares envolve 900 voluntários no país. O Hospital de Clínicas de Porto Alegre se prepara para incluir mais 500 participantes no estudo. Serão selecionadas pessoas com pressão arterial no limite da normalidade (superior a 12/8 mmHg), mas que não apresentam hipertensão e hipertensos que usam no máximo um medicamento para controle da pressão arterial.

— Ser voluntário nesse tipo de pesquisa é uma contribuição humana importante para a ciência, para que se possa diminuir o risco de doenças cardiovasculares na população — avalia Fuchs.

Segundo o Ministério da Saúde, a hipertensão no Brasil atinge 35% da população acima de 40 anos.

Fonte Zero Hora

Artigo - A saúde de Porto Alegre: vamos falar de hospitais?

As edições de ZH trouxeram artigos sobre a saúde de Porto Alegre, primeiro da candidata Manoela, depois do atual Secretário da Saúde, do Governo Fortunati.

Representando as duas principais candidaturas, ao menos nas pesquisas recentes, apresentaram-se os artigos sob a forma de ataque e contra-ataque, de maneira educada e republicana, discutindo, aqui e ali, algumas questões importantes, mas, tangenciando, de forma lamentável, o essencial.

Ambas as candidaturas — uma delas governando desde a última eleição — recusaram-se a abordar o principal, que até crianças pequenas conhecem. Ou seja, o drama maior da saúde porto-alegrense é a falta de leitos, que coloca mais do que o triplo — recorde recente do Hospital de Clínicas — de pessoas em relação aos leitos existentes nas unidades de emergência.

Em se tratando de propostas de governo, em plataformas de candidatos, essa ausência é profundamente chocante, mostrando que essas autoridades, empossadas ou pretendendo sê-lo, ignoram, não reconhecem, isolam essa necessidade maior do povo desta Cidade.

Choca ainda mais essa absoluta insensibilidade, quando se vê o fato estampado na mesma ZH, os grandes projetos em andamento nesta Capital, metrô, avenidas, novas opções de transporte coletivo e etc. Algum hospital público? Zero.

Pus-me a pensar que o diagnóstico dos candidatos difere do meu, e do de quase todas as entidades de saúde, dos professores das universidades, dos profissionais de saúde em geral, em especial os das linhas de frente, e também da opinião pública, que, também em pesquisa recente colocou a saúde como a sua maior preocupação. Isso, bem entendido, está centrado na situação das emergências e na extrema dificuldade pela obtenção de vagas em hospitais do SUS.

Mas, apesar da repetição, vamos lembrar que os leitos cadastrados pelo SUS-RS em hospitais gerais de Porto Alegre eram 4155 em 2005, e são 3329 em 2012, de 2,96 para 2,36 leitos por mil habitantes, nesse curto período, em que todas as medidas de "gestão" foram prometidas, e em que nenhum hospital foi sequer projetado ou prometido.

Pois bem, eleitores, devemos perguntar de novo aos candidatos: não são necessários novos leitos nesta Cidade? Vão continuar as protelações, com vinte leitos previstos aqui, mais trinta e cinco ali - e nem estes saem do palavrório das promessas? Existe, então, uma firme decisão política de não investir nada em leitos, com a promessa de medidas que, se bem sucedidas, trariam resultados daqui a dez, quinze anos?

Ninguém, entre os que vão governar, acredita, por suas análises, na necessidade de um investimento sério, um hospital geral em Porto Alegre, público, com cerca de quinhentos leitos, centrado no atendimento de média complexidade (a verdadeira causa da superlotação dos grandes hospitais da Capital), desafogando os estabelecimentos terciários e permitindo que esses se reorganizem para as suas verdadeiras vocações, os casos de alta complexidade.

Uma construção assim custaria bem menos que os investimentos da Copa, e muitas vezes menos do que determinadas isenções tributárias, mas quem é que se preocupa com isso? Os candidatos, já se vê, não. Um deles será o Prefeito, porque nossos votos não enxergam essas terríveis omissões, e porque continuamos a ser enganados, como quando trocávamos por espelhinhos o poderoso pau-brasil.

Fonte Zero Hora

Pesquisadores brasileiros desenvolvem analgésico de origem vegetal que pode ser usado contra o câncer

Composto da planta medicinal avelós, fitomedicamento tem efeito antinflamatório

Uma equipe de pesquisadores do laboratório Kyolab e da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) vem estudando o uso do látex extraído da planta Europhorbia tirucalli, conhecida no Brasil como avelós, para o tratamento de dor aguda e até mesmo de câncer.

Estudos realizados com essa planta permitiram a identificação de uma nova substância com ação analgésica, cujos resultados indicam grande potencial para o tratamento da dor cônica. Esse novo composto, denominado AM11, está sendo desenvolvido com base em molécula isolada da planta medicinal avelós.

De acordo com o pesquisador Luiz Pianowski, as principais vantagens do novo analgésico são a longa duração do alívio e o baixo índice de efeitos adversos sobre os sistemas gastrointestinal e renal.

— O AM11 mostrou, em animais, ação analgésica semelhante ou superior a várias drogas analgésicas disponíveis no mercado para o tratamento da dor — garante Pianowski.

Na primeira fase dos estudos clínicos com humanos, pacientes com câncer relataram alívio da dor após o uso do fitomedicamento. Dados do estudo mostram que os mecanismos responsáveis pela ação analgésica e antinflamatória do AM11 estão associados à sua capacidade de interferir com a liberação de vários mediadores inflamatórios relevantes na etiologia da dor.

Fonte Zero Hora

Humor: Greve dos Médicos

Depilar os pêlos do corpo pode causar inflamação e manchas

Foliculite tem tratamento e pode ser evitada

Homens e mulheres sofrem todos os meses com a retirada de pêlos que insistem em tornar a aparência menos chamativa. A pele limpa traz a sensação de limpeza, mas nem sempre é assim que acontece.

Pois, algumas inflamações aparecem e acabam tornando a depilação um pesadelo. Essas infecções bacterianas podem acontecer após traumas locais, como por exemplo, depilação com cera, ou a própria raspagem com a lâmina, usada para barbear ou raspar os pêlos de qualquer outro local do corpo como virilha, axila, costas, perna.

Também pode ocorrer de forma espontânea, principalmente em áreas onde ocorre maior transpiração e em locais com excesso de umidade.

A foliculite consiste em uma infecção dos folículos pilosos causadas por bactérias, tendo como principal agente o estafilococos. Pode aparecer em qualquer idade, as foliculites superficiais são mais comuns em crianças, e as profundas ocorrem em qualquer idade.

Encontra-se com frequência na barba e pescoço do homem, e nas pernas e virilha da mulher. A foliculite se apresenta como pequenas bolhas sobre os pêlos ou orifícios dos mesmos, podendo ocorrer por vezes bolhas maiores com pus no seu interior, geralmente acompanhada de vermelhidão local às vezes com coceira e dor.

Pode ocorrer após a foliculite hiper ou hipopigmentação, ou seja, ficar com a pele mais escura ou mais clara no local.

Tratamento
Em primeiro lugar eliminar o fator desencadeante, seja a umidade ou o trauma da depilação e o uso de roupas apertadas.

Às vezes, é necessário o uso de antibióticos sistêmico ou local e anti-séptico. Quando as lesões forem muito grandes pode até ser necessário fazer a drenagem da mesma.

Aconselha-se para as pessoas que apresentam foliculite de repetição, não usar mais de uma vez as lâminas para retirada de pêlos. E de preferência fazer depilação a laser.

Existem muitos tipos de laser para depilação no mercado, e estes estão cada vez mais modernos e eficientes, com menos incômodo e, cada vez menos, causam transtornos como manchas e queimaduras.

Os aparelhos mais modernos permitem até depilação em pele negra. Mas devem-se ter alguns cuidados quando for fazer a depilação a laser:

1. Procurar sempre locais confiáveis e que tenham acompanhamento médico;

2. Evitar fazer o laser quando a pele estiver bronzeada;

3. Não tomar sol após as sessões;

4. Evitar aplicar produtos químicos sobre o local da aplicação do laser, a não ser produtos prescritos pelo médico;

5. Lembrar que mesmo tomando todos os cuidados podem acontecer manchas pós-laser.

Fonte MInha Vida

Inspeções Internacionais (BPF/GMP)

Por Pedro Cassab

Já não é segredo que os critérios das inspeções internacionais para certificação das boas práticas de fabricação são obscuros e atentam contra o livre exercício de atividade econômica do regulado.

Com vista nisso, nosso banca especializada em Direito Sanitário vem atuando para restabelecer a liberdade de participação dos clientes.

Nesse mês de maio, vale lançar mão de alguns números, o escritório atingiu uma marca bastante significativa de inspeções agendadas judicialmente. O número supera a marca de trinta plantas. Dessas, posso afirmar que pelo menos cinco já tiveram finalizadas suas inspeções com sucesso.

No entanto, o problema não diz respeito à atuação das bancas ou do sucesso do trabalho realizado, mas levanta a seguinte questão: estaria a ANVISA preparada para impor referido ato?

Outros números mostram que, num período curto de 12 (doze) meses, o número de pedidos de inspeções literalmente triplicou. Isso, ao que tudo indica, reflete um assertiva contrária à política instalada. Mostra, por assim dizer, que o mercado importador, bastante significativo à cadeia nacional, não esperará amordaçado a sonhada evolução da indústria nacional. Até porque, já é de conhecimento geral aos que do mercado participam, que assim não se evolui.

Por outro lado, ao conviver com o problema, posso arriscar que a Constituição Federal ao estabelecer que todos são iguais perante a lei o fez com “olhos voltados” no interesse público. No caso, como alvo das ditas certificações.

Assim sendo, me antecipando à conclusão lógico do raciocínio, ouso dizer que não se deve prevalecer atos que não atendam a vontade coletiva. No caso em comento, ato que proponha, ainda que disfarçadamente, reserva de mercado.

Fonte SaudeWeb

Preço x Custo - que confusão se faz !

Por Enio Salu

Na área da saúde, em especial hospitais embora na maioria das operadoras não seja diferente, existe uma confusão enorme sobre conceitos de custo e preço, e o ‘climax’ acaba sendo a má definição do preço do pacote, do ‘diarião’ e das taxas de modo geral.

Não se culpa áreas assistenciais, porque a grade curricular dos cursos de medicina, enfermagem, fisioterapia, nutrição, e outras não abrange este tema com profundidade suficiente para que não haja confusão.

Somente os que se especializam em administração após a graduação adquirem conhecimento para discutir adequadamente (a minoria).

Mas nas áreas de retaguarda, principalmente a administrativa, é intolerável a constante confusão, que leva tanto hospitais quanto operadoras ao erro de formação de preços.

É comum se deparar com áreas dizendo que o custo de algo é 10, o preço de venda é 20, então a margem é de 100 %.

Quando se investiga o assunto a surpresa: 10 na verdade é o preço de compra (e não o custo), não se consideram tributos e eventuais repasses aos prestadores do serviço, e o preço de venda é o de tabela, e não o acordado em contratos … não se faz análise de rentabilidade alguma, apenas uma ‘conta de padeiro’ (com o maior respeito pela classe, diga-se de passagem).

A maioria dos preços em saúde se baseia em tabelas formatadas (CBHPM, AMB, Brasindice, Simpro, etc.) e na força que um lado tem sobre o outro para negociar o contrato, portanto a maioria dos preços não é afetada se alguém analisa de forma errada a rentabilidade, porque o preço é definido por uma pressão de mercado e não pelo retorno financeiro de cada item faturado.

Mas em diárias, taxas e pacotes … ‘show de horror’ !

O valor da diária, por exemplo, não é tabelado e deve remunerar as despesas fixas da unidade, incluindo insumos, mão-de-obra e utilidades, como as demais taxas que também devem remunerar com margem adequada os custos fixos.

E nestes casos é imprescindível analisar se o custo está sendo remunerado ou não, porque tudo que se perde ou se ganha nos demais itens em que o preço é tabelado deve ser compensado nos preços que não são, caso contrário o hospital pode quebrar, a operadora pode ‘ficar no vermelho’ na administração de determinado plano, e assim por diante.

E tudo deve ser considerado de forma adequada, por exemplo, comparar o preço de uma conta aberta ou de pacote (simplesmente) é absurdo, primeiro porque se comprara preço com preço, e segundo porque o custo administrativo do pacote é insignificante quando comparado ao da conta aberta.

A maioria das pessoas não tem noção da quantidade de pessoas e processos envolvida na formação, auditoria, faturamento, remessa e recurso que envolve uma conta aberta, e como tudo isso é eliminado nas contas tipo pacote.

Como dito, a maioria assistencial nem se obriga a ter esta noção, mas a retaguarda administrativa não pode cometer este erro, de forma alguma.

Quando dizemos que as operadoras erram da mesma forma não é da ‘boca pra fora’. É de praxe os hospitais receberem proposta de preços de diárias, taxas e pacotes da operadora no mesmo valor que ela oferta para outros.

Ou seja, a operadora não considera que um hospital pode ter menor custo para fornecer determinado serviço que o outro e paga a mesma coisa independente da qualidade e eficiência deles. Onde está a análise do custo ? A análise que se faz é preço de compra (preço que paga ao hospital) em relação à captação da carteira de clientes … e isso está bem longe da análise de custo, que deveria considerar também:

•O quanto as contas daquele hospital específico dão trabalho (volume de erros, cumprimento de prazos, etc.);

•O compartilhamento de custos operacionais – enviar um auditor para auditar 1 conta custa quase a mesma coisa que enviar para auditar 10, portanto o custo de auditoria a ser considerado por conta é diferente;

•O quanto os atendimentos em determinado serviço de saúde estão dentro do foco central do seu credenciamento, e portanto podem ser trabalhados em relação à demanda;

•E assim por diante … fixar o preço sem avaliar o custo relacionado ao hospital específico é um ‘tiro no pé’.

Não vamos conseguir melhorar a especialização dos profissionais assistenciais a ponto poder compartilhar esta angústia: 6 anos já é pouco tempo para aprender medicina, e quanto mais a medicina se desenvolve 6 anos passam a ser menos tempo ainda … imagine inserir disciplinas de análise de custos, rentabilidade, etc. !

Mas não podemos continuar deixando profissionais não qualificados nas áreas de apoio discutindo preço, e dizendo que está discutindo custo.

E isso vale tanto para a saúde suplementar, quanto para a saúde pública: vale lembrar que o preço pago pelo SUS a cada dia fica mais aviltante: é impossível manter um hospital público com recursos do SUS precificados da forma como são, sem considerar custos reais.

Fonte SaudeWeb

Abimed vai lançar selo para qualificar distribuidor

Além das regras de compliance para as empresas associadas, a Associação reconhecerá boas práticas também dos distribuidores

Com mais de 120 empresas associadas, a Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Equipamentos, Produtos e Suprimentos Médico-Hospitalares (Abimed) investe na promoção de condutas éticas entre indústria, distribuidor e prestadores de saúde. A Associação planeja lançar, ainda este ano, um Selo Ético, voltado para os distribuidores.

“A Abimed recomenda que os associados determinem a seus distribuidores as mesmas regras de compliance. O Selo reforçará o relacionamento entre eles”, afirma o presidente-executivo da Abimed, Carlos Goulart.

Uma vez que o distribuidor seja aprovado por uma das empresas de acordo com os critérios definidos, a aprovação será válida para as demais empresas.

Uma pesquisa realizada pela Associação no ano passado – com 48 associadas – mostrou que 94% seguem algum código de ética. Cerca de 80% aplicam regras de compliance no relacionamento com distribuidores e determinam, inclusive em contrato, que sigam os padrões éticos da empresa.

Apesar disso, a Abimed acredita ser importante estabelecer critérios de fiscalização e de treinamento ao distribuidor, prática que ainda precisa ser aperfeiçoada no mercado.

“O Selo será um reconhecimento de que o distribuidor já foi treinado por uma associada da Abimed”, ressalta.

Pilares
Três são os pilares que a Abimed se baseia para promover suas ações em prol da ética, estes estão de acordo com as diretrizes da americana Advamed e europeia Eucomed.

Separação: o relacionamento da indústria com os profissionais da saúde deve ser isento, sem haver influência de interesses próprios. O interesse do paciente é o que deve nortear as negociações.

Transparência: garantir que a relação entre indústria e prestadores seja “limpa”, onde os trâmites são todos descritos de forma transparente.

Documentação: atividades devem ser documentadas. Existem, por exemplo, profissionais de saúde que prestam consultoria para a indústria a fim de evidenciar necessidades do mercado. O serviço precisa ser documentado.

Fonte SaudeWeb

Veja as 15 propostas das entidades médicas à ANS

Entre os pedidos, pode-se destacar:reajustes a cada 12 meses, regras relativas à credenciamento, descredenciamento e glosas

As entidades médicas nacionais – Associação Médica Brasileira, Conselho Federal de Medicina e Federação Nacional dos Médicos – entregaram à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no dia 13 de abril as propostas da classe quanto a cláusulas obrigatórias a serem inseridas nos contratos entre médicos e planos de saúde.

As solicitações são reajustes a cada 12 meses e regras relativas a credenciamento, descredenciamento e glosas. As entidades haviam feito consultas a suas bases e depois compilaram e sistematizaram todas as contribuições. A partir de agora, a ANS deve se posicionar para o cumprimento efetivo de sua Resolução Normativa 71, de 2004, que versa sobre a contratualização.

Confira as propostas na íntegra:
1. Toda entidade médica legalmente constituída poderá negociar com as operadoras em nome de seus jurisdicionados, sem exclusão de uma pelas outras.

2. Obrigatoriamente, haverá uma data-base anual nacional estabelecida para reajuste ou aditivos contratuais com redefinição dos valores dos serviços contratados, segundo os critérios estabelecidos na negociação coletiva anual entre a operadora e a representação dos prestadores.

§ 1º O critério de remuneração mínima terá como valor a CBHPM em vigor.

§ 2º O índice de reajuste anual, quando não houver negociação, será o mesmo fixado pela ANS para os usuários de planos de saúde.

3. Os serviços prestados deverão ser efetivamente pagos em até 30 dias corridos da apresentação do faturamento no primeiro dia útil de cada mês e, no caso da entrega do envio do faturamento eletrônico o prazo é de 10 dias corridos para o pagamento.

4. O atraso no pagamento obrigará a operadora ao pagamento de multa e atualização monetária ao dia.

5. Não serão admitidas glosas de procedimentos médicos realizados que estejam no Rol da ANS ou da operadora ou que tenham sido objeto de autorização prévia, bem como de qualquer desconto indevido.

6. As glosas que porventura forem feitas pela operadora, das quais caberá pedido de reconsideração, serão notificadas ao prestador em documento assinado pelo médico auditor, com explicação detalhada de cada caso, até o dia 15 (quinze) do mês de apresentação do correspondente documento de cobrança, cabendo recurso em 10 dias pelo prestador.

7. Os contratos serão firmados entre os prestadores médicos PF ou PJ.

8. Os profissionais médicos poderão prestar seus serviços como PF ou PJ, de acordo com o profissional, vedado o constrangimento de migrar de uma para outra situação.

9. Os contratos deverão estabelecer o local de atendimento do profissional aos pacientes usuários da operadora.

10. Os pagamentos devidos ao prestador pela execução de serviços em unidades de saúde deverão ser efetuados diretamente ao profissional, pela operadora. Excetuam-se os casos de médicos contratados diretamente pela Unidade.

Parágrafo Único: o atendimento realizado das 19 horas e às 7h durante a semana e em finais de semana e feriados, sem prejuízo do disposto no caput, serão remunerados com acréscimos de 30%.

11. Fica vedado o descredenciamento de médico de operadora, exceto por decisão motivada e justa, garantindo-se ao médico o direito de defesa no âmbito da operadora ou outro.

§ 1º No caso de descredenciamento, o médico será notificado com 90 dias de antecedência e, caso seja motivado por redimensionamento da rede, deverá ter o aval da ANS.

§ 2º A inobservância do caput implicará a reintegração no trabalho com todas as garantias e demais vantagens relativas ao período de afastamento, o qual será considerado como de efetiva prestação de serviços.

12. As partes se obrigam a respeitar e abrigar nos contratos, o Código de Ética Médica e Resoluções amparadas em lei, emanadas dos Conselhos de Medicina.

13. O foro eleito no contrato deverá ser obrigatoriamente o do local da prestação do serviço médico.

14. A operadora fornecerá aos prestadores médicos o extrato mensal detalhado da prestação dos serviços, incluindo as glosas.

15. A operadora de plano de saúde disponibilizará um canal direto de comunicação do prestador médico com a coordenação médica da operadora

Fonte SaudeWeb

A nova ordem no mercado de calibração de equipamentos clínicos

Engenheiro clínico analisa a queda nos preços médios dos serviços de calibração, esclarecendo as causas, impactos no setor e meios para a regulação

Quem observa o mercado da saúde, especificamente os serviços de engenharia pôde notar com bastante clareza que, desde meados de 2003 os preços médios dos serviços de calibração tem apresentado um movimento de queda acentuado a tal ponto de ficar difícil tanto para os tomadores de serviço como para os prestadores, de se estabelecer um referencial de preços.

Em 2002 um certificado de calibração para um ventilador pulmonar (independente de marca) era oferecido em torno de 500,00 a 750,00, e eram poucas as empresas que se declaravam qualificadas para o serviço. Hoje, nove anos depois, é fácil encontrar empresas que cobram em torno de 80,00 ou até menos para os mesmos ventiladores, e dezenas de empresas que oferecem o serviço, ou seja, uma taxa de queda de 16,6% ao ano . Qual foi a causa e como o mercado tem reagido a esse reajuste negativo?

O que motivou a baixa?
Em uma realidade em que a inflação do setor de serviços nos últimos 5 anos tem estado na faixa de 5,8%1 ao ano, por conta de um crescimento do PIB médio de 4,6%2 no mesmo período, o que explica essa queda de preços contrariando a tendência do mercado de serviços? Sabemos que os preços praticados sempre refletem a capacidade de atendimento frente a demanda, e portanto, refletem o mercado. E se o mercado tem demonstrado crescimento, porque os preços têm apresentado movimento contrario? Ou seja, o que percebemos não é simplesmente uma reação matemática ao movimento natural do mercado mas sim a presença de outro fator determinante mais forte que a busca das instituições por um serviço de qualidade. Para entender esse fenômeno temos que analisar o mercado, o que consiste basicamente em analisar os dois lados, o da demanda e o da oferta.

Durante a era Lula a economia brasileira teve um considerável crescimento, atingindo patamares de 6 %3 ao ano nos seus melhores dias, frente aos 2,7% ainda no governo anterior, o que não quer dizer muita coisa porque se tratou também de um reflexo do crescimento mundial.

1Fonte: IBGE, Ipea
2 Fonte: Banco Central
3 Fonte: Banco Central, IBGE

Também houve um considerável aumento na carga tributária injetando 5,6 bi4 a mais por ano no setor publico da saúde desde 2005, e assim tanto o setor privado quanto o setor público foram beneficiados com as políticas financeira e tributária dos últimos anos. Ponto positivo para a demanda. Outro fator importante a considerar pelo lado da demanda foi o fortalecimento das políticas regulatórias e programas de gestão da qualidade. O surgimento da ANVISA em janeiro de 99 e a publicação das RDC’s foram um incentivo muito forte para as políticas da qualidade que já vinham se instalando (ONA, CQH, JCAHO, ISSO 9000, etc) e trouxeram consigo o tema da calibração, que até então era uma novidade para as instituições de saúde e seus Engenheiros Clínicos. Estes tinham pouco conhecimento do tema naquela época.

Desta forma estava montado o cenário para o crescimento da demanda por serviços, pela injeção de dinheiro público e pelas novas exigências regulatórias e da qualidade. Mas então, se a demanda cresceu de forma tão acelerada e não haviam os prestadores de serviço para atendê-la, o que fez com que o preço do serviço não disparasse junto? Essa sim seria a reação natural. Obviamente, de olho no que estava acontecendo e, percebendo a oportunidade, um grande número de empresas se lançou (e ainda vem se lançando) no mercado oferecendo os serviços de calibração. Eram empresas que migraram dos serviços de manutenção, de engenharia clinica e até das representações comerciais para aproveitar um momento de abertura. Não eram tradicionalmente da área de metrologia, de forma que não tinham a estrutura adequada e nem profissionais especializados e, a calibração que estavam oferecendo, muito longe do tecnicamente ideal, estava sendo aceita pelo mercado. Na falta de qualificação a única forma de conquistar market share foi oferecendo menor preço, resultando numa curiosa reação contraria ao que parecia ser a tendência natural de valorização, e este sim foi o fator determinante pelo lado da oferta que levou ao barateamento do mercado de calibração.

Entendendo então o que aconteceu, o mercado respondeu a alta do consumo com aumento de oferta, e o tomador de serviços não foi seletivo na escolha do fornecedor, recusando os prestadores desqualificados. A falta da prática de qualificação de fornecedor, por despreparo ou mesmo por força econômica, permitiu o estabelecimento de serviços de baixa qualidade.

Reflexos no mercado
Mas afinal, o que significa tudo isso então como atividade comercial? O ambiente competitivo com a conseqüente redução de preços permitiu que os hospitais pudessem implementar programas de calibração de forma mais ampla, ampliando os cuidados com os equipamentos com acompanhamento metrológico regular e criterioso. Algo impensável no inicio de 2000 para a maioria dos hospitais, que não encontravam respaldo legal para justificar a contratação deste tipo de serviço.

Da mesma forma que a guerra de preços entre operadoras de saúde popularizou o acesso a rede privada de Hospitais entre a classe média de uma forma geral, os hospitais foram beneficiados com essa nova realidade. Obviamente a guerra de preços, de uma forma ou de 4 Fonte: IBGE e Ministério da Fazenda outra, é acompanhada por queda da qualidade, como tem acontecido nos dois casos, nas operadoras de saúde e nas empresas prestadoras de serviços de calibração, reforçando para os Engenheiros Clínicos a necessidade de se trabalhar com a qualificação de fornecedores, de se avaliar de forma critica os certificados e os resultados das calibrações e de incorporar em seu arcabouço de conhecimentos mais esta disciplina e todos os seus melindres.

O setor ainda está em crescimento. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) o Brasil foi considerado o segundo maior mercado de saúde privada do mundo, e recentemente fomos apontados como a 6ª economia no mundo de acordo com dados do Centro de Economia e Pesquisa de Negócios (CEBR), o que significa que “a coisa” ainda vai esquentar bastante. O que precisamos pensar é como regular esta atividade, melhorando a qualidade dos serviços de calibração e mantendo o mesmo patamar de preços, é importante que cada vez mais os gestores de Engenharia adotem esta pratica como parte da rotina, elevando o padrão de qualidade no cuidado com os equipamentos.

Como regular
Se é fato que a regulamentação compulsória aplicada por agencias governamentais trariam, junto com os benefícios, efeitos colaterais indesejáveis (O que é obrigatório generaliza uma necessidade particular que nem sempre se aplica em todos os casos criando um problema ao invés de uma solução), então a melhor regulação aconteceria pelos tomadores de serviço que, neste caso, são os Engenheiros Clínicos, ou os gestores da tecnologia qualquer que seja sua formação ou nome de cargo, avaliando criticamente a qualidade do serviço prestado versus o preço e contratando mediante especificações e tolerâncias definidas nos processos clínicos, e desta forma rejeitando as empresas despreparadas ou mau intencionadas. Somente por meio da atuação consciente e preparada dos gestores poderá acontecer naturalmente o equilíbrio entre a oferta e a demanda sem interferências governamentais. Equilíbrio natural é o que pregava o economista Adam Smith nas primeiras décadas de 1700.

A minha preocupação está na figura dos gestores. É da mão deles que este equilíbrio será encontrado. Será que temos Engenheiros Clínicos suficientemente preparados para conduzir uma seleção de prestadores de serviço em um mercado crescente e altamente competitivo sem que se perca o foco do que é necessário metrologicamente? Como anda a disciplina de metrologia nos cursos de Engenharia Clinica que tem se proliferado Brasil afora? Quanto vale este serviço para o Hospital? E para o Engenheiro Clinico?

Tenho observado nos hospitais pelo país como são jovens os profissionais que estão liderando as equipes de Engenharia. Os grandes hospitais, por exemplo, já tem alcançado a excelência na gestão de EC, e muitos estão bem preparados neste tema, mas eles representam apenas 2% dos estabelecimentos do pais, enquanto nos restantes 98% eu tenho presenciado situações preocupantes de profissionais muito aquém do que seria tolerável na condução de um programa de calibração, contratando pelo menor preço absoluto (como se fossem instituições públicas) deixando de lado os valores representativos de empresas qualificadas, colocando por terra nossa discussão por uma regulação natural do mercado.

Conclusão
O papel da calibração é tornar conhecido o erro inerente e conseqüentemente a incerteza da medição de um instrumento no momento de sua utilização para que seja levado em consideração no processo clinico do Hospital quando, por exemplo, da monitoração dos parâmetros fisiológicos, ou da manutenção da temperatura de incubadoras ou do volume de medicamento infundido durante tratamento, ou qualquer que seja o processo em que o erro associado ao mensurando tenha influencia direta na efetividade do tratamento/diagnóstico, e também que as devidas correções sejam adotadas segundo o resultado obtido, ou seja, a calibração não é uma atividade demandada pela Engenharia como alguns a consideram.

Na verdade é uma atividade controlada pela Engenharia mas demandada pelo corpo clinico. O Engenheiro Clinico por sua vez tem, no universo metrológico, a missão de promover a adequação dos resultados da calibração com as demandas do processo clinico de tratamento/diagnóstico, e no universo mercadológico avaliar criticamente os fornecedores contratados no que concerne a qualidade do serviço prestado, e o valor destes serviços.

A guerra de preços que tem tomado conta do mercado pelo excesso de liberdade na concorrência tem comprometido substancialmente a qualidade oferecida dos serviços e deve ser combatida. Como tomador de serviço, o Engenheiro Clinico representa hoje a grande força potencial na mudança deste cenário, por mais que ele desconheça essa realidade. Estamos vivendo o momento da convergência, encarando de frente a decisão entre estabelecer uma nova ordem no mercado ou seguir neste processo autodestrutivo. Qual será a opção que vamos escolher?

Fonte SaudeWeb

ANS registra 3 mil infrações de desrespeito de prazos de atendimento

Dos 1.016 planos de saúde em operação, 19% deles tiveram pelo menos uma reclamação

No primeiro trimestre de vigência dos prazos máximos de atendimento para usuários de planos de saúde, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) registrou 2.981 infrações de descumprimento da norma pelas operadoras.

Dos 1.016 planos de saúde em operação, 19% deles tiveram pelo menos uma reclamação. No caso dos planos odontológicos, que totalizam 370, sete foram alvo de uma reclamação (menos de 2%). A agência não divulgou o nome das operadoras. O balanço será apresentado a cada três meses.

Desde 19 de dezembro do ano passado, começou a valer o tempo máximo para a consulta, exame e cirurgia, que varia de três a 21 dias, dependendo da especialidade médica e tipo de atendimento. Os prazos foram estabelecidos pela ANS, órgão que regula os planos de saúde no país.

Os planos têm cinco dias úteis para regularizar o atendimento. Se o problema persistir, as empresas ficam sujeitas à multa de R$ 80 mil ou R$ 100 mil, em situação de urgência e emergência. Até o momento, nenhuma operadora foi multada, conforme a ANS. Outras penalidades são a suspensão de venda de produtos e até afastamento dos dirigentes.

O consumidor que não conseguir atendimento dentro do prazo previsto, a orientação é procurar a operadora para conseguir um plano alternativo. Caso não seja solucionado, o cliente pode fazer uma denúncia pelo Disque ANS (0800 701 9656), pelo site www.ans.gov.br ou procurar um dos 12 núcleos de atendimento localizados nas principais capitais.

Segundo a norma, o beneficiário não deve esperar mais que sete dias úteis por uma consulta com pediatra, clínico, ginecologista, obstetra e para uma cirurgia geral. O atendimento deve ser imediato para situações de urgência e emergência. Para as demais especialidades médicas, o prazo é 14 dias. Para consultas com fonoaudiólogo, nutricionista, psicólogo, terapeuta ocupacional e fisioterapeuta, a espera deve ser, no máximo, de dez dias.

A norma prevê que a operadora ofereça, no mínimo, um serviço ou profissional no prazo limite. Não é obrigatória a garantia do atendimento para um determinado profissional de preferência do usuário.

Nos casos de ausência de um serviço ou especialidade na rede de prestadores, a operadora terá que garantir o atendimento em um prestador não credenciado no mesmo município ou o transporte de ida e volta do beneficiário até a cidade mais próxima.

Procurada pela Agência Brasil, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde), que representa os 15 maiores planos do país, informou que deve se manifestar sobre o levantamento até o fim do dia

Fonte SaudeWeb

Hospital Ortopédico da Amil vai ganhar central de material esterilizado

Objetivo da implantação é que o índice de infecções hospitalares diminua. Além disso, pretende-se aumentar o número de peças esterilizadas e otimizar o custo das caixas temáticas

Previsto para inaugurar no começo de junho, o Hospitalys – que vai ocupar a área hospitalar desativada da Associação Brasileira Beneficiente de Reabilitação (ABRR), no Jardim Botânico – terá uma Central de Material Esterilizado (CME). A medida visa dinamizar a tarefa e trazer mais qualidade para a instituição médica.

Com as Centrais de Material e Esterilização, o intuito é que o índice de infecções hospitalares diminua. Além disso, com as instalações nos hospitais, o objetivo agora é aumentar o número de peças esterilizadas e otimizar o custo das caixas temáticas. Entre elas, caixa de hérnia, caixa de cardiologia e caixa de transplante.

Nas CMEs instaladas pela Bioxxi nos hospitais da Rede Amil, o Sistema de Adesivo 2D foi instalado para melhorar a segurança dos utensílios. De acordo com a empresa, a tecnologia tem a capacidade de monitorar quantas vezes os produtos foram esterilizados e, dessa forma, garantir que o paciente não entre em contato com um produto que teve o tempo de aproveitamento extinto

Fonte SaudeWeb

Pacientes internados conquistam direito a acompanhamento de dentista

Estudos comprovam que a higiene bucal deficiente em pessoas hospitalizadas, em especial os internados em UTIs, pode agravar o quadro clínico e ocasionar outras infecções

Foi aprovado na última quinta-feira (19) por unanimidade no Congresso o Projeto de Lei 2776/08, que torna obrigatória a presença de cirurgiões-dentistas nas UTIs. O beneficio é para os pacientes internados, que, muitas vezes, têm suas doenças agravadas em decorrência de más condições orais.

Estudos comprovam que a higiene bucal deficiente em pacientes hospitalizados, em especial os internados em UTIs, pode agravar o quadro clínico, ocasionar outras infecções, especialmente as respiratórias, e contribuir para o óbito do doente. A pneumonia hospitalar (infecção nosocomial), que se instala após 48 horas da internação do paciente, é responsável por 10% a 15% de todas as infecções adquiridas em hospitais e de 20% a 50% dos óbitos dos pacientes que a contraem.

Alguns hospitais já contam com esse profissional contratado. A Santa Casa de Barretos atua com esses profissionais na UTI. De acordo com a presidente do departamento de odontologia da AmIB, Teresa Márcia de Morais, o obstáculo mais enfrenta­do pelo cirurgião-dentista para integrar essas equipes é a baixa prioridade do procedimento odontológico diante dos numero­sos problemas apresentados pelo paciente

Teresa Márcia conta que com o constante surgimento de evidências científicas que respaldam o papel nocivo dos comprometimentos e das infecções dentárias e bucais para a degradação do estado geral dos pacientes alocados nas UTIs, a odontologia passa a dividir responsabilidades, com outros integrantes das equipes de saúde – especialmente nas questões referentes ao controle das infecções e da melhor oferta de conforto a esses pacientes.

Altos custos
Os doutores Luiz Claudio Borges Silva de Oliveira, professor assistente de Periodontia da Faculdade de Odontologia de Nova Friburgo (RJ) e Ricardo Guimarães Fischer, diretor do Instituto de Odontologia da PUC-RJ, calculam que a pneumonia nosocomial (que se instala no mínimo após 48 horas da internação do paciente) é responsável por 10% a 15% de todas as infecções adquiridas em hospitais e de 20% a 50% dos óbitos dos pacientes que a contraem.

Segundo eles, estimativas indicam que nos EUA ocorrem mais de 300 mil infecções respiratórias hospitalares a cada ano, resultando em 20 mil mortes e gastos aproximados de US$ 2 bilhões em cuidados hospitalares. A doença também aumenta os custos hospitalares uma vez que prorroga, em média, de 10 a 13 dias a estada hospitalar de pacientes entubados. Estima-se que cada paciente com pneumonia em UTI tem o custo aumentado em mais de R$7.000,00, valor que, se pago a um único dentista, poderia garantir os cuidados necessários a dez doentes.

Fonte SaudeWeb

Seguridade volta a analisar produção de fármacos no Brasil

Entre as sugestões da subcomissão está uma indicação ao Executivo para que atue no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) com o objetivo de isentar de ICMS as operações com medicamentos e fármacos

A Comissão de Seguridade Social e Família analisa hoje projetos de lei anexos a uma proposta que trata da produção de fármacos no País aprovada em dezembro do ano passado. O relatório tratava também de equipamentos e outros produtos da Saúde, como medicamentos e vacinas. O documento, de autoria do deputado Dr. Paulo César (PSD-RJ), foi aprovado sem os anexos, que reúnem cinco projetos de lei e três indicações ao Executivo sugeridos pela subcomissão especial que debateu o tema no âmbito da comissão de Seguridade. Na época, alguns deputados quiseram analisar melhor as propostas e a comissão as colocará em discussão novamente na quarta.

Entre as sugestões da subcomissão está uma indicação ao Executivo para que atue no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) com o objetivo de isentar de ICMS as operações com medicamentos e fármacos. Há também projetos de lei para modificar regras de patentes de remédios.

Dependência externa
Um dos principais problemas identificados pela subcomissão ao aprovar o relatório em dezembro foi a dependência da indústria farmacêutica nacional em relação aos insumos importados.

O relatório indicava que, segundo a Associação Brasileira da Indústria Químico-Farmacêutica, a produção nacional de fármacos abastece apenas 17% da demanda interna. Outro levantamento, da Associação Brasileira das Indústrias de Química Fina, Biotecnologia e suas Especialidades, aponta que 95% dos ativos farmacêuticos vêm de fora.

A dependência em relação aos insumos externos, segundo a presidente da subcomissão, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), prejudica o enfrentamento de doenças que são “negligenciadas” pelos laboratórios estrangeiros. “Não podemos fazer com que alguém que tenha turbeculose ou malária, doenças que o mercado não quer saber porque não dá lucro, dependa de um laboratório internacional. Precisamos ter nossa produção segundo nosso perfil epidemiológico e os programas prioritários do SUS”, afirmou à época.

A reunião da comissão será realizada às 9 horas no Plenário 7.

Fonte SaudeWeb

Menina de seis anos com síndrome tem 1,5 m de altura

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Ela sofre de Marfan, que faz suas extremidades crescerem muito. Saiba mais

Sophie Hollins, de Southampton, na Inglaterra, tem apenas seis anos — mas já tem 1,5 m de altura, usa calças para meninas de 11 anos e sapatos de adulto. No entanto, ainda tem dentes de criança.

Isso porque ela sofre da Síndrome de Marfan, uma rara condição que faz seus braços, pernas e dedos serem mais longos do que deveriam, segundo o Daily Mail.

Sua mãe, Lorraine, diz que ela sempre foi bem mais alta que as garotas de sua sala na escola. Ela até dorme em camas de adulto.

— Ela pesava 4,53 kg quando nasceu e era muito comprida. Nenhuma das roupinhas que eu comprei serviram. Com dois anos de idade, ela já usava roupas para crianças de quatro anos.

Fonte R7

Ginecologista americano diz ter encontrado o Ponto G

Ele dissecou corpos e viu na parede interna da vagina de uma mulher de 83 anos

Um ginecologista americano afirma ter encontrado o famoso "Ponto G", um suposto centro de extremo prazer feminino localizado na parede inferior frontal da vagina e cuja existência é alvo de controvérsia há décadas.

O dr. Adam Ostrzenski, do Instituto de Ginecologia de St. Petersburg, Flórida, diz ter confirmado a existência do Ponto G depois de realizar uma dissecação na parede interna da vagina do cadáver de uma mulher de 83 anos, indica o estudo publicado nesta quarta-feira pelo Journal of Sexual Medicine.

O Ponto G identificado se apresenta como uma pequena cavidade bem definida na parte posterior da membrana perineal, de 16,5 milímetros da parte superior do orifício da uretra, criando um ângulo de 35 graus na parte lateral da uretra, de acordo com Ostrzenski, principal autor do estudo.

Formado por três regiões distintas, o Ponto G no cadáver analisado media 8,1 mm de comprimento e uma largura variável entre 3,6 mm e 1,5 mm e uma altura de 0,4 mm.

Uma vez extraído do cadáver, o Ponto G e todos os tecidos adjacentes variaram entre 8,1 a 33 mm.

— Este estudo confirma a existência anatômica do ponto G, o que pode levar a uma melhor compreensão e melhoria da função sexual feminina.

O editor-chefe da revista, Irwin Goldstein, destacou a descoberta por contribuir para o conhecimento da anatomia sexual da mulher e sua fisiologia.

O Ponto G, chamado assim pelo ginecologista alemão Ernst Graefenberg, o primeiro a mencionar sua existência em 1950, é um lugar muito sensível na vagina que, estimulado, concede à mulher grande excitação e um potente orgasmo.

No entanto, a existência do Ponto G foi questionada por quem afirma que é subjetivo, e alguns especialistas afirmam, inclusive, que não existe.

Os críticos questionam também as descobertas mais recentes, destacando que o Ponto G só parece excitar algumas mulheres e que sua importância pode ser exagerada pelos vendedores de produtos sexuais. A pesquisadora sexual Debby Herbenick escreveu na revista digital Daily Beast:

— É um estudo de caso relativo à dissecação do corpo de uma mulher cujas experiências sexuais desconhecemos. Ela desfrutava de penetração vaginal? Achava prazerosa ou erótica estimulação do Ponto G? Não sabemos.

Em 2008, a mesma revista publicou um artigo de um pesquisador italiano que fez uma ecografia da área da vagina de nove mulheres que diziam experimentar orgasmos vaginais e 11 que diziam que não.

Este estudo concluiu que a característica anatômica existe, mas só algumas mulheres a têm.

Os críticos replicaram que não estava claro se o suposto Ponto G é uma estrutura nova ou, simplesmente, uma extensão do clitóris.

Herbenick insistiu que a última descoberta acrescenta pouco à pesquisa.

— Não sabemos quantas mulheres (caso haja alguma) têm estruturas similares. E certamente não sabemos se a estrutura tem algo a ver com a estimulação do Ponto G, o prazer sexual, as sensações eróticas ou o orgasmo. Não é que as partes do corpo venham com etiquetas que indicam o que são, e chamar essa estrutura de 'ponto G' não faz com que seja.

Fonte R7

Produtos naturais ajudam a controlar a hipertensão

Linhaça, Chia e semente de girassol auxiliam no combate à doença

No dia 26 de abril é o Dia Nacional do Combate à Hipertensão. Ela, além de prejudicar o coração e as artérias, pode danificar os rins, os olhos e o cérebro. A causa disso tudo pode vir da má alimentação, do stress, da falta de exercícios físicos e da obesidade.

Flávia Moraes, coordenadora da área de nutrição da Mundo Verde, afirma que sementes como a Chia, a Linhaça e a semente de girassol, ricas em ômega 3, auxiliam na prevenção.

— O ômega 3 atua na prevenção de doença cardiovascular, pois ajuda a diminuir o colesterol e a pressão arterial. Alimentos fontes, como chia, linhaça e sementes de girassol devem fazer parte do cardápio de prevenção.

Por isso, é importante evitar frituras, excesso de sal e gordura trans, além do consumo de álcool e cigarro. Acrescente ao cardápio, cereais integrais, frutas, verduras e legumes, ricos em potássio e magnésio.

Fonte R7

São Paulo terá palestras e exames gratuitos nesta quinta, dia de combate à hipertensão

Veja alguns dos locais onde você pode aferir sua pressão e aprender a se cuidar

São Paulo terá eventos gratuitos nesta quinta-feira (26), dia nacional de Prevenção e Combate a Hipertensão Arterial.

Tanto nesta quinta quanto na sexta (27), o Conjunto Nacional, na Av. Paulista, recebe a Campanha Menos Pressão. Barracas serão montadas, e médicos vão incentivar a população a trocar o fastfood por alimentação saudável, distribuindo saladas de frutas, gelatinas e sanduíches.

Além disso, vão medir a pressão arterial e fornecer material de prevenção.

Na Vila Mariana, no Centro de Referência em Medicina Preventiva (Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 300), vai acontecer, das 11h às 12h, uma palestra com um médico, para tirar as dúvidas sobre o problema.

Já em suas unidades da Zona Norte (Av. Água Fria, 135, Santana) e Mogi das Cruzes (Av. Vol. Fernando Pinheiro Franco, 760, Centro), a Unimed Paulistana promove exames gratuitos de pressão arterial e colesterol, além de um plantão de dúvidas.

Fonte R7

Hipertensão pode causar cegueira se não for tratada

Hipertensão pode causar cegueira se não for tratada

Quando não tratada, a hipertensão pode levar a danos permanentes e ocasionar derrames cerebrais, infarto, insuficiência cardíaca e renal e até mesmo alterações na visão que podem levar à cegueira, de acordo com o cardiologista Lucas Velloso Dutra.

— São consequências graves para uma doença que pode ser facilmente controlada quando detectada precocemente.

O tratamento envolve mudanças no estilo vida, com a adoção de uma alimentação saudável e a prática de atividade física. São usados medicamentos quando o paciente não consegue controlar a pressão apenas com mudanças de hábito ou quando os índices são muito elevados. Em casos mais graves, o tratamento medicamentoso costuma ser para o resto da vida e não deve ser interrompido.

— Nos quadros de hipertensão secundária, a pressão alta costuma desaparecer quando a doença que originou o problema é curada, mas são casos raros.

Usualmente conhecida como pressão alta, a hipertensão é uma condição clínica caracterizada por níveis elevados e sustentados da pressão arterial. A doença é responsável por 40% dos infartos, 80% dos derrames e 25% dos casos de insuficiência renal terminal e atinge 25% da população adulta brasileira.

Considerada uma doença silenciosa, por não apresentar sintomas na maioria dos casos, a hipertensão pode estar relacionada a múltiplos fatores. No entanto, a doença pode ser controlada com a adoção de hábitos de vida saudável e o uso de medicamentos.

Para ser considerada hipertensa uma pessoa deve ter a pressão arterial, sistematicamente, igual ou maior que 14 por 9. Na medida, são observadas a pressão sistólica (ou máxima) e a pressão diastólica (ou mínima). Os valores são obtidos por meio de um aparelho chamado esfigmomanômetro. “Como a maioria das pessoas não têm sintomas, o diagnóstico costuma ser feito em consultas de rotina, daí a importância de fazer exames preventivos e acompanhamento médico”, afirma .

A doença é mais frequente entre os homens, mas as mulheres também estão vulneráveis ao problema, especialmente após a entrada na menopausa. Segundo Dutra, na maioria das vezes, não é possível indicar uma causa única para a hipertensão arterial, mas muitos fatores podem ser responsáveis. Os principais são hereditariedade, peso, vida sedentária, má alimentação, tabagismo e estresse.

— Existe também a chamada hipertensão secundária, que pode estar relacionada, por exemplo, a alterações nas artérias renais, uso de medicações e alguns tipos de tumores que levam a distúrbios do metabolismo”, afirma o especialista.

Fonte R7

Garoto remove "casco de tartaruga" das costas com cirurgia

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Cirurgião diz que marca de nascensa gigante é o pior caso que ele já viu

Didier Montalvo, um garoto de seis anos da Colômbia, recebeu o apelido de “menino tartaruga” por causa da uma marca de nascença gigante que cobriu suas costas.

Conhecida como nevo melanocítico congênito, a “marca de nascença” afeta um em 20 mil recém-nascidos.

Este problema, além de causar dor na pele, também afetou bastante a confiança de Didier.

A família, por ser pobre, não tinha condições de pagar uma cirurgia. Mas, como sua história chegou ao jornal local, o menino recebeu várias doações.

A cirurgia foi realizada pelo doutor Neil Bulstrode, do hospital Great Ormond Street, em Londres. O cirurgião disse ao tabloide britânico Mirror que essa marca é a pior que ele já viu.

— O caso de Didier é o pior que eu já vi, devido ao tamanho e o volume da lesão. Quando eu vi fotos dele, um dos meus primeiros sentimentos foi que se pudéssemos removê-la, íamos melhorar sua qualidade de vida.

Toda a história de Didier foi documentada e, pela imagem do garoto, dá para ver que a cirurgia foi um sucesso. Ela vai ao ar na Inglaterra, no Channel 4.

Fonte R7

Cientistas criam robô controlado pela mente para paraplégicos

O sistema foi desenvolvido pelo professor José Millan

Um professor de uma universidade suíça apresentou um robô que pode ser controlado pelas ondas cerebrais de uma pessoa paraplégica usando um boné equipado com eletrodos, noticiou a agência de notícias ATS.

Um homem paralisado, em tratamento em um hospital na cidade de Sion participou de uma demonstração do equipamento na terça-feira (24), enviando um comando mental para um computador em seu quarto, que o transmitiu para outro computador, que finalmente moveu um pequeno robô a 60 km de distância, em Lausanne.

O sistema foi desenvolvido por José Millan, professor da Escola Politécnica Federal de Lausanne, especializada em interfaces não invasivas entre cérebro e máquina.

— A mesma tecnologia pode ser usada para mover uma cadeira de rodas. Assim que o movimento começa, o cérebro pode relaxar. De outra forma, a pessoa ficaria exausta rapidamente.

Mas a tecnologia tem seus limites, acrescentou o cientista. Os sinais cerebrais podem ficar confusos se muitas pessoas ficarem em volta da cadeira de rodas, por exemplo.

Além de dar mobilidade aos paraplégicos, equipamentos neuroprotéticos poderiam ser usados para ajudar pacientes a recuperar os sentidos, explicaram os cientistas.

A professora Stephanie Lacour e sua equipe desenvolvem uma "pele elétrica" para amputados, que consiste em uma luva equipada com sensores minúsculos que enviariam informação diretamente para o sistema nervoso do usuário.

Os cientistas dizem que esperam criar próteses que sejam tão móveis e sensíveis quanto a mão, afirmou Lacour.

Outros cientistas de Lausanne trabalham na habilitação dos paraplégicos para voltar a andar com eletrodos implantados na coluna.O professor Gregoire Courtine disse:

— A meta é que após um ano de treinamento com um ajudante robótico, o paciente consiga caminhar sem o robô. Os eletrodos ficam implantados por toda a vida.

Ele afirmou que está desenvolvendo testes clínicos e que espera conduzi-los no hospital universitário de Zurique no prazo de um ano.

Fonte R7

Brasil ainda deve ter 520 mil casos de câncer em 2012

Próstata, nos homens, e mama, para as mulheres, são os que mais preocupam
A estimativa do INCA (Instituto Nacional de Câncer) é que o País ainda tenha mais 520 mil casos de câncer neste ano.

Dois tipos de câncer chamam mais atenção, por concentrarem grande parte dos casos: próstata, para os homens, e mama, para as mulheres.

Entre os homens, a estimativa é que surjam mais 60 mil casos, ou cerca de 30,8% do total. Em segundo vem o "pacote" traqueia, brônquio e pulmão, com apenas 8,8%.

Para as mulheres, dimensão semelhante. Mama concentraria 52,6 mil casos, com quase 28%. Colo do útero aparece logo depois, mas só com 9,3%.

Os dados foram liberados nesta quarta-feira, pela Sociedade Brasileira de Radioterapia, tratamento que usa os chamados aceleradores lineares, com radiação ionizante para destruir ou inibir o crescimento de célular do tumor.

A radioterapia, segundo o INCA, pode tratar cerca de 60% dos casos de câncer. Então, dos novos casos previstos para 2012, mais de 300 mil teriam indicação para o tratamento.

Só que a estimativa deles é que 90 mil deixem de receber o tratamento por conta da defasagem no número de serviços no Brasil, segundo Robson Ferrigno, presidente da SBRT (Sociedade Brasileira de Radioterapia).

— Em relação às recomendações da Organização Mundial da Saúde e as estimativas do Instituto Nacional do Câncer, o Brasil tem uma carência de aproximadamente 140 aparelhos de radioterapia no Sistema Único de Saúde (SUS). Atualmente, o país conta com aproximadamente 230 aceleradores lineares, atendendo apenas 66% da demanda.

Fonte R7

26 de Abril - Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertenção Arterial

Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri - UFVJM/MG

A Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) realiza concurso para o provimento de uma vaga para professor para o campus Diamantina.

Inscrições:
Até 30 de abril, na Rodovia MGT 367, Km 583, nº 5.000, Alto da Jacuba

Valor:
R$ 190,00

Área:
Ortodontia

Remuneração:
R$ 7.333,66 ou R$ 4.651,58

Provas:
Haverá provas escrita, didática, prática, defesa de linha de pesquisa e prova de títulos

Universidade Estadual Paulista - Unesp - Botucatu

A Universidade Estadual Paulista realiza concurso para provimento de 1 vaga para professor assistente para o Departamento de Clínica Médica, da Faculdade de Medicina, do Campus de Botucatu

Inscrições:
Até 8 de maio, na Seção Técnica de Comunicações da Faculdade de Medicina de Botucatu, Distrito de Rubião Júnior, telefone (14) 3811-6139, ramal 194.

Valor:
R$ 68,00.

Remuneração:
De R$ 8.211,02 a R$ 9.789,18.

Provas:
Haverá Prova de Títulos, Prova Didática e Prova Prática

Universidade Estadual Paulista - Unesp - Botucatu (II)

A Universidade Estadual Paulista realiza concurso para provimento de 1 vaga para professor assistente para a Faculdade de Medicina, do Campus de Botucatu

Inscrições:
Até 7 de julho, na Seção Técnica de Comunicações da Faculdade de Medicina de Botucatu, Distrito de Rubião Júnior, telefone (14) 3811-6139, ramal 194.

Valor:
R$ 68,00.

Remuneração:
R$ 11.802,81.

Provas:
Haverá Prova de Títulos, Prova Didática e Prova de arguição ou de títulos

Universidade Estadual de Maringá - UEM/PR (II)

A Universidade Estadual de Maringá realiza concurso para provimento de 3 vagas para o Centro de Ciências da Saúde.

Inscrições:
De 1º de fevereiro a 30 de abril de 2012, no Protocolo Geral da Universidade Estadual de Maringá. A ficha está disponível pelo www.uem.br/concurso
.

Valor:
R$ 170,00.

Área:
Enfermagem.

Remuneração:
R$ 10.397,94.

Provas:
Haverá prova de títulos, de arguição, didática e apresentação de trabalho científico, que serão realizados de 16 de julho a 15 de agosto de 2012.

Prefeitura Municipal de Sertãozinho - SP

A Prefeitura Municipal de Sertãozinho, São Paulo, realiza concurso para provimento de 15 vagas

Inscrições:
Até 5 de maio, pelo http://www.aptarp.com.br/


Valor:
De R$ 14,50 a R$ 29,50

Cargos:
Agente de Organização Escolar, Auxiliar de Desenvolvimento Infantil, Escriturário, Enfermeiro e Fonoaudiólogo

Remuneração:
De R$ 794,97 a R$ 2.415,99

Prefeitura Municipal de Nova Europa - SP

A Prefeitura Municipal de Nova Europa, São Paulo, realiza concurso para provimento de 120 vagas

Inscrições:
Até 29 de abril, pelo www.assessorarte.com.b ou no Centro de Inclusão Municipal, Rua Prudente de Morais, nº. 111, centro, Nova Europa

Valor:
De R$ 25,00 a R$ 50,00

Remuneração:
De R$ 647,35 a R$ 5.000,00

Provas:
Haverá provas objetivas, teste de aptidão física para Braçal, Gari, Lixeiro, Mecânico de Autos, Motorista, Motorista Socorrista, Operador de Máquinas Pesadas e Tratorista, prova prática para Leiturista, Pedreiro, Guarda e Encanador e prova de títulos para Professores.

Cargos:
Alfabetizado/Fundamental: Escriturário, Leiturista, Pedreiro, Braçal, Gari, Guarda, Agente de Controle de Vetores, Encanador, Lixeiro, Viveirista, Auxiliar de Biblioteca, Jardineiro, Mecânico de Autos, Motorista, Motorista Socorrista, Operador de Máquinas Pesadas e Tratorista.
Médio: Agente de Saneamento, Monitor de Laboratório de Informática, Regente de Banda, Técnico de Segurança do Trabalho, Atendente Arquivista, Desenhista Projetista, Fiscal de Meio Ambiente, Técnico de Enfermagem, Técnico de Nutrição, Auxiliar de Serviço de Odontologia, Auxiliar de Serviços Odontológicos, Professor de Educação Básica I e Profissional IEC.
Superior: Fonoaudiólogo, Psicólogo, Veterinário, Assistente Social, Dentista (ESF), Enfermeiro (ESF), Farmacêutico, Fisioterapeuta, Médico (ESF), Médico Ginecologista, Médico Pediatra, Professor de Educação Básica II de Artes, Técnico Desportivo e Terapeuta Ocupacional
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Prefeitura Municipal de Jumirim - SP

A Prefeitura Municipal de Jumirim, São Paulo, realiza concurso para provimento de 5 vagas

Inscrições:
De 23 de abril a 11 de maio, pelo www.viclamtreinamento.com.b ou na Rua Manoel Novaes, nº. 829, Centro

Valor:
De R$ 25,00 a R$ 40,00

Cargos e vagas:
Nível Superior: Enfermeiro (1), Engenheiro-Agrônomo (1), Médico Clínico Geral (1);
Nível Fundamental: Merendeira (1), Recepcionista (1).

Remuneração:
De R$ 754,73 a R$ 3.528,07.

Provas:
Provas Escritas: 27 de maio
Haverá Provas Práticas para Merendeira
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Prefeitura Municipal de Capitão Andrade – MG

A Prefeitura Municipal de Capitão Andrade – MG realiza concurso para provimento de vagas

Inscrições:
De 17 de abril a 18 de maio, pelo www.trconcursos.c

Remuneração:
Entre R$ 622,00 e R$ 8.000,00

Valor:
De R$ 43,54 a R$ 126,00,

Provas:
Prova escrita: 3 de junho

Cargos:
Superior - Assistente Social - Cras, Coordenador do Cras, Enfermeiro PSF, Médico - PSF, Monitor de Educação - Física e Psicólogo Cras;
Médio - Monitor de Educação - Física, Orientador ProJovem e Técnico em Enfermagem.
Concurso Público
Superior - Advogado, Enfermeiro Plantonista Noturno, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Médico Clínico Geral, Pediatra, Nutricionista, Pedagogo e Psicólogo;
Médio - Agente de Fiscalização de Tributos, Almoxarife, Atendente de Consultório Dentário, Atendente Setor de Dispensação, Auxiliar Administrativo, Auxiliar de Biblioteca, Auxiliar de Serviços Jurídicos, Coordenador do Siat, Facilitador de Programas Computacionais, Fiscal Sanitário, Professor, Técnico em Enfermagem PSF e Técnico em Saúde Bucal;
Alfabetizado/Fundamental - Agente de Saúde Pública, Ajudante de Pedreiro, Auxiliar de Serviços Gerais, Braçal, Coveiro, Mecânico, Motorista I e III, Operador de Máquinas - I e II, Pedreiro e Vigia
om.br

Prefeitura Municipal de Cariacica – ES

A Prefeitura Municipal de Cariacica – ES realiza concurso para provimento de 640 vagas

Inscrições:
Até 2 de maio, pelo www.fafipa.o

Valor:
R$ 40,00, R$ 55,00 e R$ 88,00.

Remuneração:
De R$ 645,77 a R$ 2.001,04

Provas:
Prova objetiva: 27 de maio.
Haverá prova de títulos para nível superior.

Cargos:
Concurso 001/2012
Fundamental - Agente de Saúde Ambiental, Auxiliar Administrativo, Auxiliar de Consultório Dentário e Auxiliar de Veterinária;
Médio/Técnico - Agente Administrativo, Educador Social, Fiscal Municipal de Serviços - Fiscal Sanitário, Fiscal Municipal de Serviços - Obras e Posturas, Regente, Técnico em Defesa Civil, Técnico Municipal de Nível Médio - Agrícola, Técnico Municipal de Nível Médio - Edificações, Técnico Municipal de Nível Médio - Higiene Dental, Técnico Municipal de Nível Médio - Informática, Técnico Municipal de Nível Médio - Técnico Contabilidade e Técnico Municipal de Nível Médio - Técnico de Enfermagem;
Superior - Analista Municipal de Nível Superior nas funções de Administrador, Arquivologista, Assistente Social, Auditor, Bibliotecário, Analista de Ciências da Computação, Comunicador Social, Contador, Economista, Economista Doméstico, Engenheiro-Agrônomo, Engenheiro Ambiental, Engenheiro Civil, Engenheiro Elétrico, Engenheiro Químico, Engenheiro Sanitário, Farmacêutico, Fonoaudiólogo, Nutricionista, Odontólogo, Odontólogo - Cirurgia Geral Oral Menor, Odontólogo - Clínico Geral - Plantonista, Odontólogo - Endodontia, Odontólogo - Paciente Especial, Odontólogo - Periodontia, Odontólogo - Prótese Dentária, Sistemas de Informações Geográficas, Terapeuta Ocupacional e Turismólogo, Fiscal de Tributos Municipais - Fiscalização Tributária, Médico Cardiologista, Médico Clínico Geral, Dermatologista, Médico do Trabalho, Endocrinologista, Médico Geriatra, Ginecologista, Pediatra, Pneumologista, Psiquiatra, Reumatologista, Socorrista, Urologista, Médico-Veterinário, Médico-Veterinário - Saúde Pública e Médico-Veterinário - Vigilância Sanitária
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Prefeitura Municipal de Carneirinho – MG

A Prefeitura Municipal de Carneirinho – MG realiza concurso para o provimento de 96 vagas

Inscrições:
De 4 de junho a 4 de julho, pelo www.makiyama.co ou no anfiteatro da Creche Municipal (avenida Jaci Lima de Paula, nº. 479)

Valor:
De R$ 10,50 a R$ 20,35

Remuneração:
De R$ 622,00 a R$ 2.054,21.

Provas:
Prova objetiva: 12 de agosto
Haverá prova de títulos e prova prática

Cargos
Concurso FMS
Elementar/Fundamental - Motorista, Atendente de Saúde, Auxiliar de Enfermagem e Auxiliar de Serviços;
Médio - Técnico em Radiologia e Técnico em Enfermagem;
Superior - Enfermeiro.
Concurso prefeitura
Elementar/Fundamental - Motorista e Auxiliar de Serviços Gerais, Auxiliar de Creche, Operador De Máquina, Tratorista, Auxiliar de Serviços Urbanos, Vigia e Jardineiro;
Médio - Professor I, Auxiliar de Secretaria e Inspetor de Alunos;
Superior - Psicólogo, Supervisor Escolar, Orientador Escolar e Professor II.
m.br

Prefeitura Municipal de Cascalho Rico - MG

A Prefeitura Municipal de Cascalho Rico, Minas Gerais, realiza concurso para preenchimento de 3 vagas

Inscrições:
Entre 23 e 27 de abril, na rua Elpídio de Carvalho, nº. 799

Valor:
R$ 30,00

Cargos:
Agente Comunitário de Saúde (3) do Programa de Saúde da Família (PSF) em Cascalho Rico e Distrito de Santa Luzia da Boa Vista e Agente de Combate às Endemias (2).

Remuneração:
De R$ 622,00 a R$ 750,00

Provas:
Prova objetiva: 20 de maio

Prefeitura Municipal de Campo do Brito - SE

A Prefeitura Municipal de Campo do Brito, Sergipe, realiza concurso para provimento de 8 vagas.

Inscrições:
Até 9 de maio, pelo http://www.institutomais.org.br/


Valor:
De R$ 30,00 a R$ 58,00

Cargo e vagas:
Médico - Médico Cardiologista, Ginecologista, Pediatra ePsiquiatra (4) e Agente Comunitário de Saúde (4).

Remuneração:
De R$ 622,00 a R$ 1.000,00

Provas:
Provas objetivas: 3 de junho

Hospital Estadual do Ipiranga - SP

O Hospital Estadual do Ipiranga, São Paulo, realiza concurso para preenchimento de 17 vagas

Inscrições:
Até 25 de abril, pelo http://www.crh.saude.sp.gov.br/


Valor:
R$ 60,85.

Cargo:
Médicos

Provas:
Provas objetivas: 6 de maio

Remuneração:
R$ 1.862,64

Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo - HCFMUSP

O Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) realiza concurso para o preenchimento de uma 1 para Médico no Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho.

Inscrições:
Até 18 de junho, pelo www.hcnet.usp.b. A documentação deve ser enviada para a Rua Dr. Ovídio Pires de Campos, nº. 225, 1º. Andar

Valor:
R$ 60,85.

Remuneração:
R$ 1.862,64

Provas:
Haverá prova escrita, prova prática-oral e análise de títulos
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Governo de Pernambuco

O Governo de Pernambuco realiza concurso para preenchimento de 14 vagas para o Hospital Jesus Nazareno em Caruaru.

Inscrições:
Até 27 de abril, via correio ou na SES - Rua Dona Maria Augusta Nogueira, nº. 519, Bongi

Cargos:
Médicos Obstetras e Médicos Neonatologistas

Remuneração:
R$ 5.500

Seleção:
Haverá avaliação curricular

Consórcio Intermunicipal de Saúde do Circuito das Águas - Conisca/SP

O Consórcio Metropolitano de Saúde do Paraná (Comesp) realiza concurso para provimento de 2 vagas

Inscrições:
Até 7 de maio, pelo http://www.cops.uel.br/

Valor:
De R$ 40,00 a R$ 100,00

Remuneração:
De R$ 710,00 a R$ 3.000,00

Provas:
Prova objetiva: 27 de maio
Haverá prova de títulos para Advogado e Assistente Social.

Cargos:
Nível Superior: Advogado, Analista de Suporte em Informática, Assistente Social, Cirurgião-Dentista, Contador, Enfermeiro, Enfermeiro Auditor, Farmacêutico/Bioquímico, Médico Auditor e Nutricionista;
Nível Médio/Médio Técnico: Técnico Administrativo, Técnico de Suporte em Informática, Técnico em Contabilidade e Técnico em Enfermagem;
Nível Fundamental: Auxiliar de Manutenção Predial, Auxiliar de Serviços Gerais, Motorista de Automóvel e Motorista de Ônibus