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segunda-feira, 23 de junho de 2014

Nestlé se prepara para oferecer vitaminas customizadas

http://celegram.com.br/wp-content/uploads/2013/11/vitaminas-consumir-vitamina-155628625-650x350.jpg Projeto é desenvolvido com a empresa Waters Corp 

A Nestlé disse nesta segunda-feira (23) que está trabalha em um novo projeto de pesquisa que poderá um dia levar ao desenvolvimento de vitaminas personalizadas, adaptadas às necessidades individuais.

A Nestlé, maior grupo de alimentos do mundo, informou que seu Instituto de Ciências da Saúde está trabalhando com a empresa Waters Corp para desenvolver testes que irão medir de forma eficiente a quantidade de vitaminas em fluídos corporais como sangue ou urina.

Tais testes serão então usados para construir uma figura do estado nutricional de uma pessoa e para oferecer suplementos adaptados a certas necessidades.

De acordo com uma notícia da agência "Bloomberg", a empresa poderá eventualmente oferecer tais suplementos através de um dispositivo semelhante à máquina de café Nespresso, da Nestlé, apesar de que isso poderá levar anos.

Além da popular Nespresso, a Nestlé tem sistemas de distribuição menores: o Special T é para copos individuais de chá, enquanto o BabyNes é para leite em pó infantil.

A Nestlé vem dando mais foco ao seu negócio de ciências da saúde, que está crescendo mais rápido e tem margens maiores do que seus negócios tradicionais de alimentos.

iG

Caminhar durante as manhãs de inverno pode ajudar a combater o diabetes

Caminhar durante a manhã no inverno pode ajudar a combater o diabetes e a obesidade porque ajuda a regenerar a gordura parda ou tecido adiposo marrom, segundo um estudo divulgado nesta segunda-feira na Austrália
 
Os pesquisadores viram que a gordura parda ou gordura de bebê, que ajuda os recém-nascidos a manter a temperatura corporal, pode queimar energia com maior rapidez do que a gordura comum ou branca, que armazena energia e provoca aumento da massa corporal.
 
Os cientistas descobriram que se uma pessoa é exposta a temperaturas de cerca de 19 graus, esta é capaz de regenerar a gordura parda em quatro semanas, segundo a emissora local "ABC". O chefe da equipe investigadora, o endocrinologista australiano Paul Lee, disse que este descobrimento pode ser uma das chaves para combater a obesidade, que afeta grande parte da população do país oceânico.
 
"A gordura branca ordinária armazena energia, mas quando há muita, pode causar diabetes, tensão alta e uma série de desordens no metabolismo", disse Lee à emissora "ABC". Por outro lado, "a gordura parda não armazena a energia, a queima, e é por essa razão que os animais que possuem muito gordura parda estão protegidos contra o diabetes, a obesidade e uma série de desordens metabólicos". Para efeitos do estudo, Lee recrutou cinco homens em bom estado de saúde para que passeassem a cada noite, durante quatro meses, em um quarto na qual a temperatura era de 19 graus.
 
Durante esse período a quantidade de células de gordura parda aumentou em 40%, assim como seu metabolismo acelerou. Mas quando estas pessoas foram expostas a uma temperatura de 27 graus, a quantidade de células de gordura parda diminuiu e seu metabolismo ficou mais lento.
 
Apesar da temperatura representar uma chave no crescimento da gordura parda, esta por si só não garante a perda do sobrepeso já que requer um treino especial, explicou o médico.
 
"Se for colocada uma pessoa em um curto prazo em um ambiente frio sem ser aclimado, seu corpo deverá trabalhar com maior força e potencialmente estimulará o apetite para compensar o estresse produzido pelo frio", ressaltou o endocrinologista.
 
Lee recomendou sair a caminhar durante as manhãs de inverno com um traje mais leve que permita sentir o frio sem sofrer para motivar a regeneração do gordura parda, embora também lembrou que o ser humano cada vez está mais acostumado a ambientes mais quentes devido ao uso dos sistemas de calefação.
 
Efe / R7

Veja seis dicas para fugir dos doces calóricos

Veja seis dicas para fugir dos doces calóricos Ricardo Wolffenbüttel/Agencia RBS
Foto: Ricardo Wolffenbüttel / Agencia RBS
Lado emocional e dieta equilibrada devem ser prioridades, assim como a ingestão de frutas in natura
 
Depois do almoço é difícil resistir a uma sobremesa? Durante a tarde, está impossível abrir mão de um doce? Apesar desse hábito ser comum, em especial, entre as mulheres, não é nada saudável. O açúcar é um carboidrato refinado que proporciona uma série de problemas à saúde, como diabetes, arteriosclerose, obesidade, aumento do ácido úrico sérico e incidência de cálculos biliares.
 
De acordo com nutrólogo André Veinert, o consumo exagerado de doce aumenta a produção de insulina do corpo, sobrecarregando o pâncreas e fragilizando o organismo.
 
— Ele é composto por sacarose e outras substâncias químicas. Dependendo da quantidade e frequência a ser consumida, pode causar muitos prejuízos à saúde— garante.
 
A vontade de comer doces pode estar associada à diminuição da serotonina, um neurotransmissor regulador do humor, prazer, sono, ansiedade, fome, saciedade, entre outros. Alterações desse neurotransmissor no cérebro podem modificar todos esses sentimentos e sensações.
 
O chocolate não é 100% vilão da saúde. Ele possui vitaminas e flavanóides, substância encontrada no cacau que age como protetor cardiovascular. O que prejudica a saúde é o seu excesso, pois ele também é rico em açúcar e gordura saturada.
 
—Uma alternativa é recorrer aos chocolates meio amargo ou amargos, aqueles conhecidos como cacau 50% até 90%— ensina o médico.
 
O nutrólogo revela algumas dicas para driblar a vontade de ingerir guloseimas durante o dia:
 
Reduza o consumo de doces
Se a vontade de comer doce é muito grande, não é recomendada a parada brusca de seu consumo. O ideal é reduzi-lo gradativamente, do contrário a pessoa sofre com um efeito rebote, abusando mais ainda.
 
Menos calorias e mais saúde
Diariamente, faça três refeições principais e duas pequenas nos intervalos, isso ajuda a controlar os níveis glicêmicos diminuindo a fome. E não deixe de se alimentar corretamente, pois isso ajuda a diminuir o desejo por doces depois do almoço ou jantar.
 
Ao invés das guloseimas, escolha frutas in natura ou secas, gelatina light com pedaços de frutas ou frutas com iogurte light. Outra boa opção, inclusive no período do verão, são os frozen iogurtes. São refrescantes e de baixa caloria.
 
Controle o emocional
Procure ajuda se você não consegue se controlar emocionalmente e usa o doce como válvula de escape dos problemas.
 
Mantenha-os longe
Para resistir à tentação, não carregue doce na bolsa ou evite deixar quantidade em estoque no armário. Manter as guloseimas por perto só aumenta a vontade de ingeri-las.
 
Aproveite para consumir os alimentos certos
Aveia, banana, maçã, canela, grãos em geral, castanha do Pará devem ser incluídos nas refeições, pois ajudam a controlar a necessidade de consumir doces.
 
Pratique atividade física regularmente
A prática regular de exercícios ajuda muito a resistir aos doces. Com a atividade física também são liberadas substâncias no cérebro que nos dão sensação de prazer, melhoram o humor, diminuem a ansiedade e consequentemente a vontade de doces. Além disso, melhora a capacidade cardiovascular e se ganha em qualidade de vida.
 
Zero Hora

Cientistas dizem que planejar uma viagem é mais prazeroso que viajar

Cientistas dizem que planejar uma viagem é mais prazeroso que viajar Tom Bloom/NYTNS
Foto: Tom Bloom / NYTNS
Mesmo que suas férias sejam péssimas, nada pode acabar com o prazer que você sentiu ao fazer planos para ela
 
Queria estar de férias agora? Não queira. Tirar férias não vai fazê-lo necessariamente mais feliz, a expectativa, sim.
 
A primeira vez que explorei essa ideia foi durante a pesquisa para um artigo sobre felicidade, em 2010, mesmo ano em que foi publicado um estudo sobre a relação entre expectativa e felicidade em um jornal on-line chamado Applied Research in Quality of Life. Os autores, holandeses, entrevistaram mais de 1,5 mil pessoas, incluindo 974 em férias, e descobriram que a maioria se sentia mais feliz antes da viagem.
 
Como toda pessoa que já saiu de férias sabe, podem surgir todos os tipos de complicações: atraso de voo, doença, briga em família. Sem contar que, na volta, há um acúmulo enorme de trabalho, tanto em casa quanto no escritório. Não estou sugerindo que elas não nos façam felizes, mas os cientistas sociais dizem há anos que a felicidade é ainda maior se a pessoa adiar, conscientemente, qualquer tipo de prazer, seja fazendo a reserva naquele voo para Bali com meses de antecedência ou deixando para comer a tal fatia de bolo de chocolate amanhã e não hoje. Isso nos permite criar expectativas positivas e saborear a experiência agradável que temos pela frente.
 
Mas o que eu realmente queria saber era se o prazer resultante da expectativa é algo que acontece como um passe de mágica, depois que você faz a reserva de viagem, por exemplo, ou se pode ser reforçada com preparativos como a seleção de uma playlist no iTunes ou o aprendizado do idioma local.
 
E descobri que há toda uma arte na expectativa. Segundo Elizabeth Dunn, professora de Psicologia da Universidade da Columbia Britânica e líder na pesquisa sobre felicidade, saborear a espera é um processo ativo, e não passivo:
 
— O ideal é mergulhar de cabeça. Ler romances e poesia, ver filmes e xeretar blogs do ou sobre o lugar que se planeja visitar encoraja a pessoa não só a aprender mais sobre o destino, mas a sonhar, fornecendo detalhes concretos aos quais a mente pode se apegar.
 
E essa criação de expectativas positivas ajuda a nossa mente a lidar com pequenas discrepâncias caso a realidade não esteja à altura da fantasia.
 
— A tendência é ficarmos menos incomodados com alguns pequenos furos se criarmos expectativas com antecedência. O negócio então é apostar que vai ser maravilhoso — afirma a pesquisadora.
 
Na viagem que Elizabeth fez para Oahu, no Havaí, ela passou um tempão planejando a aventura maravilhosa, o que acabou sendo bom porque, quando finalmente ela pôs os pés na ilha, foi atacada por um tubarão de três metros. Ele a mordeu na perna, deixando cicatrizes irreversíveis. Foram as piores férias de sua vida, para dizer o mínimo. Mas, mesmo assim, ela observa:
 
— Pelo menos enquanto eu estava fazendo planos foi ótimo. A lição é que, mesmo que suas férias sejam péssimas, nada pode acabar com o prazer que você sentiu ao fazer planos para ela.
 
Quebre a rotina para se satisfazer mais
Outra vantagem em mergulhar nos livros e fotos do destino antecipadamente é que a pesquisa representa uma novidade que quebra a rotina. Não só criamos expectativas em relação à viagem como aprendemos coisas novas. Humanos se adaptam rapidamente às circunstâncias, o que significa que também nos entediamos com a mesma facilidade. Contra-atacar essa adaptação aumenta a satisfação, pelo menos segundo acadêmicos como Sonja Lyubomirsky, professora de Psicologia da Universidade da Califórnia em Riverside.
 
Antes de minha mais recente viagem a Paris, assisti a filmes clássicos e vários vídeos, como o tutorial esplêndido da Cosmopolitan France, que ensina 25 maneiras de usar uma echarpe. Reli livros sobre a história francesa, filosofia, ficção e poesia, além de conferir novidades em moda, gastronomia e tecnologia em blogs como Paris by Mouth e Rude Baguette.
 
Perguntei a amigos que moraram ou sempre visitam Paris quais os lugares de que mais gostam e, como previsto, foi ótimo conversar sobre meus planos.
 
— As pessoas gostam mais umas das outras quando falam sobre experiências e não sobre coisas materiais — afirma a professora Elizabeth.
 
E o que dizer do prazer de relembrar o passado? Isso também não gera satisfação e felicidade? Os pesquisadores dizem que sim, mas antecipar o futuro é muito mais eficaz nesse sentido. É o que prova o estudo feito por Leaf Van Boven, da Universidade do Colorado, e Laurence Ashworth, da Queen's University, publicado no Journal of Experimental Psychology, em 2007, que confirmou que estudantes se sentiram mais felizes fazendo planos para as férias do que relembrando o que passou.
 
É claro que gosto de me lembrar do tempo que passei em Paris. Mas, quer saber se a minha imersão preparatória através de livros, filmes, conversas me deu ainda mais prazer do que as recordações? Oui.
 
E o passado, como fica?
Relembrar o passado também traz satisfação? Os pesquisadores dizem que sim, mas fazer planos e antecipar o futuro seriam muito mais eficazes para gerar felicidade.
 
Zero Hora

Saiba como prestar os primeiros socorros em casos de emergência

Estar preparado para agir em acidentes pode ajudar a salvar uma vida
 
Estamos em época de Copa do Mundo no Brasil. Junto aos melhores craques do planeta, o país recebe milhares de estrangeiros que, ao circular pelos estádios, aeroportos e cidades-sede, provocam verdadeiros aglomerados de pessoas. Em situações de multidão, é importante estar preparado para agir em caso de acidente ou emergência. Conhecer o passo a passo dos primeiros socorros pode ser fundamental para salvar uma vida. E a principal preocupação deve ser com os cuidados iniciais a uma pessoa desacordada, explicam os médicos socorristas Genaro e Nicolau Laitano.
 
Segundo Genaro, os procedimentos imediatos, quando feitos de maneira correta, podem aumentar em até 85% as chances de sobrevivência de alguém que sofra uma parada cardiorrespiratória. Mas é importante lembrar que, enquanto estão sendo realizados os passos iniciais, uma ambulância já deve ter sido chamada e estar a caminho.
 
Saiba o que fazer quando deparar com uma pessoa desacordada:
 
1) Avaliar a situação
Se você encontrar alguém caído e desacordado, deve se aproximar, manter a área segura e começar os procedimentos
 
2) Desobstruir a passagem de ar
Com a mão esquerda, incline a cabeça e eleve o queixo da vítima para deixar a via área aberta, assim o ar consegue passar mais facilmente. Entretanto, se a vítima tiver sofrido um acidente, como atropelamento ou queda de altura, evite mover o pescoço ou movimentá-la
 
3) Avaliar a consciência da vítima
Sacuda os ombros ou belisque a vítima para ver se ela reage aos estímulos mecânicos. Também converse com ela, pergunte como está e o que aconteceu para ver se reage aos estímulos verbais
 
4) Pedir ajuda profissional
Solicite que alguém próximo ligue para o SAMU 192, ou faça contato você mesmo, e peça atendimento informando que está com uma vítima inconsciente (ou outras condições em que se encontre) e o local onde está
 
5) Avaliar a respiração
Observe se a pessoa apresenta movimentos respiratórios. Se a vítima não responde a estímulos verbais e mecânicos e não respira, ela pode estar em dois estados que representam ameaça iminente à vida: parada respiratória ou parada cardiorrespiratória. Nesses casos, deve ser aplicada a técnica de reanimação até que chegue um atendimento médico especializado. Saiba como proceder
 
6) Iniciar os procedimentos de reanimação
Posicione as mãos entrelaçadas no centro do tórax, acima do osso esterno da vítima, exatamente entre os mamilos, em cima do coração. Fique com o seu corpo diretamente por cima das mãos, para que seus braços estejam retos e firmes
 
7) Iniciar os ciclos de massagem cardíaca
Pressione a região onde estão posicionadas as mãos de forma vigorosa, utilizando o peso do corpo como apoio, de forma que cada movimento gere um afundamento de 5 cm do tórax e numa frequência de cem compressões por minuto, o que significa que você deve fazer mais de uma compressão por segundo. Repita o movimento até o coração voltar a bater ou até o socorro chegar.
 
Não é necessário realizar a respiração boca a boca, se você não se sentir à vontade. Nesse caso, mantenha a massagem cardíaca até a chegada de ajuda especializada. Se você quiser fazer a respiração boca a boca, essa deve ser intercalada com 30 compressões para cada duas ventilações
 
8) Fazer respiração artificial
Com uma mão, feche o nariz da vítima e com a outra levante o queixo dela. Respire fundo e coloque sua boca sobre a da vítima. Assopre firmemente. Faça isso duas vezes. Observe se o peito da vítima se eleva, sinal de que o ar está indo para os pulmões
 
9) Com a chegada dos médicos, afastar-se
Assim que a ajuda profissional chegar, você deve deixar o caminho livre para a equipe agir
 
Fontes: Daniel Fontana Pedrollo, Médico Emergencista da Unidade Vascular do HCPA e Genaro e Nicolau Laitano, médicos socorristas
 
Zero Hora

Mulheres com depressão têm duas vezes mais risco de sofrer ataque cardíaco

Getty Images
Mulheres até 55 anos são mais propensas a ter depressão
É preciso incentivar mulheres com depressão a procurar ajuda e médicos devem questionar mais pacientes durante consulta
 
A depressão, de fato, faz mal ao coração. Mulheres de até 55 anos estão duas vezes mais propensas a ter um ataque cardíaco, morrer ou necessitar de um procedimento de abertura da artéria caso sofram de depressão séria ou moderada, afirma estudo da Associação Americana de Cardiologia.
 
"As mulheres dessa faixa etária também são mais propensas a ter depressão, então isso pode ser um dos fatores de risco 'escondidos' que podem ajudar a explicar por que mulheres morrem em uma taxa desproporcionalmente maior do que os homens depois de um ataque de coração", disse Amit Shah, professor da Universidade de Emory e autor do estudo.
 
O estudo afirma que médicos precisam fazer mais perguntas, já que mulheres até 55 anos são mais vulneráveis à depressão. 
 
Na pesquisa, foram avaliados os sintomas de depressão em 3.237 pessoas com doença de coração ou com suspeita de doença. Os resultados mostraram que em mulheres com até 55 anos, cada pontuação nos sintomas de depressão foi associada ao aumento de 7% no risco de ter doença cardíaca. Homens e mulheres mais velhos não mostraram relação entre sintomas de depressão e presença de doença cardíaca.
 
Shah afirma que a depressão precisa ser levada mais a sério. "A depressão em si já é motivo para buscar tratamento, saber que ela está associada a um risco aumentado de doença cardíaca e morte deve motivar ainda mais as pessoas a procurarem ajuda.", disse.
 
iG

Coca-Cola ganha rótulo verde para atrair adeptos de bebidas saudáveis

Divulgação
Coca-Cola Life: vendas na Argentina e no Chile
Versão vendida na Argentina e Chile deve chegar este ano aos Estados Unidos e Reino Unido, mas não há planos para o Brasil
 
Para conquistar os adeptos de uma alimentação saudável, a Coca-Cola aceitou o desafio de mudar de cor. Com embalagem verde, a Coca-Cola Life é uma versão sem adoçantes presentes nos produtos light e diet, e sem a quantidade de açúcares de suas bebidas tradicionais.
 
A proposta da Coca-Cola verde é adocicar os paladares com stévia, substância extraída da planta stevia rebaudiana, encontrada na América do Sul. Seu poder adoçante é maior que o do açúcar refinado, além de conter nutrientes que ajudam a eliminar toxinas do organismo.
 
O produto já é vendido na Argentina e no Chile, mas não há previsão de ser comercializado no Brasil. A nova versão da bebida teve redução de calorias de 140 para 89, e levanta a bandeira contra os novos vilões da alimentação saudável: adoçantes e açúcar refinado.
 
A marca não inovava tanto em seus produtos desde 2006, quando lançou a Coca-Cola Zero, amplamente comercializada no Brasil em substituição às versões light e diet.
 
Após o produto ter sido testado nos países sul-americanos, a previsão é de que chegue também aos Estados Unidos e Reino Unido ainda este ano, de acordo com a revista Forbes.
 
A nova versão será lançada em boa hora nestas praças: o mercado de refrigerantes nestes países estagnou no ano passado. Nos Estados Unidos, segundo a Forbes, as vendas caíram pelo nono ano seguido, com o aumento da preocupação com a saúde e consumo de alimentos saudáveis.
 
iG