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sábado, 12 de março de 2011

Obesidade prevê risco cardíaco tão bem quanto gordura localizada

Dados anteriores afirmavam que a medida abdominal previa risco três vezes maior Medidas de obesidade geral - como o IMC (Índice de Massa Corporal) - são tão boas para prever risco cardiovascular quanto estimativas de obesidade localizada - como a medida de circunferência abdominal. É o que diz estudo da Universidade de Cambridge publicado na revista The Lancet. O resultado contesta o consenso anterior, que afirma que a medida de circunferência abdominal prevê com uma precisão três vezes maior o risco de infarte do miocárdio quando comparado às estimativas baseadas no IMC. A pesquisa avaliou informações sobre 221.934 pessoas, que participaram de 58 estudos de longo prazo. Os autores avaliaram o impacto de três variáveis comumente relacionadas ao surgimento de doenças cardiovasculares: a medida da circunferência do abdome, o IMC e a relação entre a medida do abdome e do quadril. A conclusão foi que esses três fatores têm capacidade igual de determinar riscos cardiovasculares, desde que se levem em consideração dados adicionais sobre pressão sanguínea, histórico de diabetes e colesterol. http://noticias.r7.com/saude/noticias/obesidade-preve-risco-cardiaco-tao-bem-quanto-gordura-localizada-20110311.html

Cirurgia gástrica apresenta tantos riscos quanto remédios emagrecedores

Redução de estômago pode trazer mais complicações que outros tipos de cirurgias O reinado dos remédios para emagrecimento certamente está com os dias contados, pois a ANVISA, apesar da resistência médica das últimas semanas, deve adotar a mesma medida que vigora nos Estados Unidos e Europa, onde os medicamentos para emagrecer que atuam no sistema nervoso central, como a sibutramina e os derivados de anfetamina (Femproporex, Dietilpropiona e Manzidol) estão proibidos. Mesmo que a proibição dos remédios para emagrecer ainda não esteja concretizada, o próximo falso amigo do emagrecimento saudável já pode ser nomeado: a cirurgia gástrica. Nos Estados Unidos, já houve uma ampliação do acesso à cirurgia para emagrecer, aonde o FDA aprovou a redução do peso mínimo para candidatos à banda gástrica. Caso essas regras passem a valer para o Brasil, isso significa que mais de 12 milhões de obesos (com IMC entre 30 e 35 e doenças ligadas ao peso) poderiam ser candidatos à cirurgia, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica. Cirurgia de redução do estômago que inclui banda gástrica além de bypass gástrico, que mais invasivo, pode parecer como uma solução rápida para perda de peso, mas não é uma solução tão segura quanto os remédios, mesmo que eles possam causar uma série de efeitos colaterais, como aumento da pressão arterial, aceleração dos batimentos cardíacos, constipação e diarréia. Isso porque há diversos efeitos colaterais negativos de longa duração em relação à saúde em consequência dessa opção cirúrgica. Como são feitas as cirurgias Cirurgia da banda gástrica consiste na inserção cirúrgica de uma banda (balão) em torno do topo da secção de seu estômago, e as complicações deste procedimento incluem: - refluxo gastroesofágico em 34% - soltura da banda ou dilatação da banda em 24% (o que significa que você precisará de nova cirurgia). - obstrução estomacal 14% - dilatação de esôfago e redução da função esofagiana 11%. - dificuldade de deglutição 9% As complicações são tão frequentes, que os pacientes que fizeram a cirurgia sem saber dos seus efeitos colaterais optam por retirá-la completamente. Sendo que, segundo estudo, 25% dos pacientes que colocaram a banda permanente a removeram e 2/3 deles por efeitos colaterais que tiveram. Apesar da cirurgia de banda gástrica ser removível, o bypass gástrico não é. Neste caso, a parte do seu intestino delgado é normalmente removida inteiramente, e o seu estômago é reconectado mais abaixo no seu intestino. Com isso se perde a área de maior absorção do seu intestino, responsável pela captação dos nutrientes. É por isso que as pessoas que passam por a cirurgia de bypass frequentemente tem má absorção de nutrientes.Com isso, fica claro que esta não é uma boa alternativa para tratar a obesidade, como muitos estão acreditando. Mesmo quando se tem êxito nos procedimentos, é bom saber que nunca mais poderá ter os mesmos hábitos alimentares, pois o pouco que se come já lhe trará saciedade.O modo de se alimentar também passa a não ser natural, sempre havendo a sensação de "estar cheio" e com isso não se consegue absorver alimentos na quantidade ideal.Começa a ocorrer náuseas e vômitos caso tente abusar e como a alimentação é pouca, ocorre frequentemente constipação intestinal. Diversos alimentos passam a ser evitados pela dificuldade, como carne vermelha, membrana das frutas como laranja, vegetais fibrosos e comidas apimentadas. Com isso a conseqüência é ficar fisicamente doente. Na verdade perder peso mesmo cirurgicamente depende de você modificar os seus hábitos, com bastante ênfase no aspecto emocional da sua alimentação. Queda de cabelo e perda muscular é frequente após a cirurgia. Sinais que representam que o corpo não está recebendo a nutrição necessária. Complicações Mais de 40% das cirurgias para perda de peso apresentam complicações significativas durante os primeiros seis meses, incluindo desnutrição, infecção, cálculos renais, problemas de intestino e vesícula, falência renal e pior, aumento do risco de morte. Ou seja, cerca de 50% dos indivíduos submetidos à cirurgia tem problemas importantes. Na verdade, apesar de toda cirurgia apresentar riscos inerentes, a cirurgia bariátrica tem uma incidência muito maior de complicações, ou seja, o paciente tem mais risco de sofrer algum efeito adverso do que não sofrer nada. De acordo com um estudo americano, que durou três anos, 88% dos pacientes que realizaram o procedimento da banda gástrica, tiveram um ou mais efeitos adversos, entre complicações leves e severas. Como perder peso sem cirurgia ou remédios Com certeza se você modificar seu estilo de vida vai conseguir ter uma perda de peso segura e efetiva através de uma dieta saudável e exercício físico, o que é muito mais fácil e eficiente do que a rotina de quem faz o procedimento cirúrgico. Uma mudança de estilo de vida vai ajudá-lo a chegar ao peso ideal, e requer três pontos básicos. 1) tenha uma dieta saudável de acordo com o seu tipo metabólico, fazendo atenção de manter o seu nível de insulina baixo, primariamente evitando frutose o mais que puder. Se você come de acordo com o seu tipo metabólico, alimentando se com o que é correto para a sua bioquímica, esses alimentos vão forçar o seu corpo para o peso ideal. 2) Ver o exercício como um remédio. É importante realizá-lo diariamente, e sem isso não se consegue aperfeiçoar sua saúde e seu peso. 3) controle o estresse através de técnicas de relaxamento. Esse programa é fácil de fazer não invasivo, sem risco cirúrgico e funciona! O que acontece na verdade é que ambos opções perdem feio para uma reeducação alimentar bem feita aliada com a prática de exercícios físicos. Somente em casos extremos eles podem Súper saúde! http://www.minhavida.com.br/conteudo/13034-Cirurgia-gastrica-apresenta-tantos-riscos-quanto-remedios-emagrecedores.htm

CPMF: ameaça à saúde da economia

por João Guilherme Sabino Ometto* 24/11/2010 Em artigo, o vice-presidente da Fiesp defende a reforma tributária É premente mobilização nacional contra a tese de restabelecimento da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), que passou a ser disseminada ato contínuo à conclusão do processo eleitoral. O tributo, com a meta precípua de financiamento da saúde, fora criado em caráter de contingência pela Emenda Constitucional nº 12, de 16 de agosto de 1996, e regulamentado pela Lei 9.311, de 24 de outubro daquele mesmo ano. Sucessivas medidas mantiveram-no vigente e aumentaram de modo paulatino a sua alíquota, que chegou a 0,38%. A Emenda Constitucional nº 42, de 2003, o estendeu até dezembro de 2007. É importante lembrar o histórico e o embate antológico dos brasileiros, que teve a Fiesp como protagonista, para que não se prorrogasse o imposto até 2012. A memória coletiva é essencial para subsidiar o avanço do País. É preciso deixar claro que a receita da taxa sempre foi carreada de modo ínfimo à saúde, servindo prioritariamente a outras destinações, inclusive relativas ao custeio da máquina administrativa. Nos seus últimos anos, a CPMF vinha arrecadando o equivalente a 1,5% do PIB, retirando cerca de R$ 40 bilhões anuais da economia, dos empreendimentos privados e da criação de empregos. Jamais atendeu ao propósito justificado em sua criação e, de quebra, conspirou contra o crescimento do PIB. Além disso, tinha efeito direto sobre os juros básicos, em especial no tocante à redução da base de contribuição e da arrecadação dos demais impostos. O efeito na Selic também aumentava as despesas públicas e inibia os investimentos governamentais. Também ficou devidamente provado que a taxa não era necessária como instrumento de fiscalização e combate à sonegação. Há outros meios para isso, criados pela Lei Complementar 105/2001. Também é preponderante considerar que a CPMF era cobrada em cascata, onerando os custos ao longo de todas as cadeias produtivas. Como se não bastasse, estabelecia situação injusta para as pessoas de menor renda, pois se cobrava a mesma alíquota de todos os contribuintes. Lá se vão três anos desde a grande vitória cívica dos brasileiros contra a perenização do tributo e seus malefícios. A lembrança é oportuna para conter no nascedouro as ideias preconizadoras do retrocesso, que teria baixo impacto na assistência médico-hospitalar, mas seria virulento para a saúde da economia. Em vez de CPMF, os setores produtivos e a sociedade querem, sim, o comprometimento de parlamentares e chefes do Executivo a serem empossados em janeiro com uma prioridade nacional: reforma tributária já! *João Guilherme Sabino Ometto, engenheiro (EESC/USP), é vice-presidente da Fiesp, vice-presidente do Grupo São Martinho e membro do Conselho Universitário da Universidade de São Paulo (USP). http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=73636

Volta da CPMF afronta a boa administração dos recursos

por Saúde Business Web 11/03/2011 Para o presidente do IBPT, João Eloi Olenike, o tributo é inoportuno e desnecessário A tentativa de instituir um novo tributo, denominado Contribuição Social Para a Saúde (CSS), cujo projeto prevê a sua destinação para o financiamento da saúde pública, substituindo a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF), extinta em dezembro de 2007, poderá gerar ampla discussão e ter sua constitucionalidade discutida no Supremo Tribunal Federal, se aprovada. Essa é a avaliação do presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), João Eloi Olenike, pois, segundo ele, alguns políticos e tributaristas entendem que tal contribuição precisaria ser não-cumulativa para obedecer ao disposto no artigo 154, inciso I da Constituição Federal. "Independentemente da discussão judicial, temos que verificar o que se esconde por trás da proposta da instituição de uma nova contribuição para a saúde, que nos remete à ‘recriação da CPMF". O que está em discussão é a proposta da criação de um novo tributo, havendo apenas a alteração do nome e do percentual da alíquota que passaria de 0,38% (CPMF) para 0,10% (CSS)", apontou em coumicado. Segundo o presidente do IBPT, dados divulgados em 2007 demonstravam que a arrecadação da CPMF ficava em torno de R$ 36,5 bilhões anuais. "Por meio de um cálculo proporcional é possível projetar um valor de R$ 13,8 bilhões de recolhimento anual do novo tributo. É de nosso entendimento que esta verba, neste valor, ou seja, representando algo em torno de 1,09% da carga tributária global do País prevista para 2011, em nada possibilitaria acabar com os problemas da saúde pública do Brasil. Como a forma de incidência deste novo tributo leva em conta os débitos efetuados em conta bancária, a exposição da movimentação bancária dos contribuintes voltaria a ser obrigatória por parte das instituições financeiras. É notório que o acesso a estes dados sempre foi interessante para o Governo Federal e a volta deste tipo de controle pode vir a ser a intenção principal e camuflada da cobrança deste tributo", afirmou Olenike. Olenike destaca ainda que conforme disposto na Constituição Federal, em seu artigo 194, a saúde está inserida no conceito de seguridade social e observa que no artigo 195 há a indicação da origem dos recursos para o financiamento da seguridade social. "Levando-se em conta somente os tributos mencionados na Carta Magna, temos que a seguridade social é financiada pelos recursos do Instituto Nacional do Seguro Social - INSS, da Contribuição Social Sobre o Lucro - CSLL e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social - COFINS. Diante disso, o que podemos verificar é que todos os tributos que são destinados à seguridade social e, consequentemente, à saúde tiveram, de 2007 - ano que a CPMF foi extinta -, até 2010 (previsão) - um crescimento nominal de 38%", disse. O presidente do IBPT diz que se torna muito cômodo a instituição de um novo tributo, fazendo com que, novamente, os contribuintes venham a pagar pela ineficiência governamental na administração dos recursos arrecadados. "Temos que dar um basta a isso. A sociedade não tolerará a criação de mais um tributo que é completamente inoportuno e desnecessário, e que tem a finalidade precípua de encobrir a má utilização e administração dos recursos públicos", conclui. http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=76544

Médicos da Unimed utilizam registro eletrônico via iPad

por Verena Souza 11/03/2011 Acompanhamento do paciente feito pelo sistema RES da cooperativa de Cuiabá já está integrado ao tablet da Apple O Núcleo de Tecnologia de Informação (NTI) da Unimed Cuiabá viabilizou o acesso ao sistema do Registro Eletrônico de Saúde (RES) pelo iPad - dispositivo em formato tablet produzido pela Apple. A integração das soluções foram feitas graças à solicitação do ortopedista Nauro Hudson Monteiro, que percebeu o quanto poderia agilizar o seu trabalho se pudesse acessar o RES por meio do seu dispositivo pessoal. Diante do pedido, a equipe de TI da Unimed configurou o acesso da ferramenta para o tablet em duas semanas. De qualquer lugar, o médico consegue fazer solicitações de exames, internações, cirurgias, entre outros procedimentos e acompanhar as respostas. Outros profissionais da Unimed de Cuiabá já aderiram à utilização do dispositivo no dia a dia. "Consigo ver pelo iPad se uma determinada consulta foi autorizada por exemplo e já prosseguir com o atendimento. No período da manhã, se peço algum exame para um paciente internado; à tarde, já consigo visualizar o resultado do exame", explica Monteiro. Para se ter uma ideia, para o convênio autorizar o pedido de uma cirurgia eletiva pelos procedimentos antigos - sem o RES e iPad - eram necessários, pelo menos, uma semana. Agora, a resposta chega, no máximo, em 48 horas. "O atendimento ao meu paciente ficou muito mais ágil e próximo. Minha secretaria entra em contato com eles para dar o retorno de uma solicitação de cirurgia ou exame. Raramente ele precisa ir até a Unimed. Se o paciente está no local do exame e ocorre algum contratempo é possível resolver na hora, sem ter que ir até o consultório", acrescenta. http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=76555

Médicos podem influenciar na perda de peso de pacientes

Profissionais de saúde podem ser peça chave na luta para afinar a cintura A batalha contra o peso não está perdida e os profissionais de saúde podem ser peça chave na luta para afinar a cintura, é o que mostram dois novos estudos. Um deles constatou que se o médico diz ao paciente que ele está acima do peso ou obeso, ele se mostra mais propenso a se ver daquela maneira e a querer emagrecer – tentando fazê-lo. O estudo não acompanhou estes pacientes para verificar se eles realmente conseguiram emagrecer depois da avaliação realista do médico. O segundo estudo descobriu que o aconselhamento de uma enfermeira, ou “os cuidados usuais” do médico de família, ajudou pacientes acima do peso a não ganhar mais quilos excedentes. “Talvez o médico possa fazer parte da equipe para impulsionar a perda de peso”, disse o Dr. John Simmons, professor assistente de medicina familiar e comunitária do Texas A& M Health Science Center College of Medicine. Simmons não participou dos estudos, publicados no periódico Archives of Internal Medicine. primeiro estudo foi conduzido pelo médico de família Dr. Robert E. Post, que conta “ter percebido no próprio consultório que muitos pacientes não têm consciência do próprio peso”. A observação de Post já foi confirmada em pesquisas anteriores. “Eu queria saber como tal percepção poderia ser alterada”, disse ele, que atualmente atende no estado de Nova Jersey, mas conduziu o estudo na Medical University of South Carolina in Charleston. Ao analisar dados nacionais baseados em um grande grupo de americanos adultos, Post e seus colegas determinaram que os pacientes informados por seus médicos sobre o peso excessivo se mostraram oito vezes mais propensos a terem a mesma percepção de si. Os pacientes obesos mostraram propensão seis vezes maior de assimilar a conexão. Além disso, os pacientes acima do peso se mostraram oito vezes mais propensos a declarar que gostariam de emagrecer, no caso dos obesos a propensão foi cinco vezes maior. Os dois grupos se mostraram mais de duas vezes mais propensos a emagrecer se o assunto tinha sido abordado pelo médico. “Observamos um grande aumento no número de pessoas que conseguiu reconhecer o próprio peso e demonstraram vontade de emagrecer”, disse Post. A notícia ruim é que menos da metade das pessoas com o Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 25 (já consideradas acima do peso) disseram que seus médicos já tinham abordado a questão do excesso de peso dos pacientes. Porque os médicos parecem tão relutantes a tomar tal atitude, principalmente pelo fato da obesidade estar relacionada a problemas sérios de saúde, como doenças cardíacas, diabetes tipo 2 e a alguns tipos de câncer? Além da já conhecida falta de tempo, “pode haver alguma relação com o receio de não ofender o paciente”, disse Post. “Este assunto não é dos mais agradáveis”, concordou Simmons. Entretanto, ele realmente acredita que cada vez mais médicos abordem o tema junto a seus pacientes – atitude que, em sua opinião, um dia acabará desacelerando a onda de obesidade. No segundo estudo, 457 pacientes holandeses com IMC entre 25 e 40 foram selecionados aleatoriamente para receber aconselhamento de uma enfermeira, ou de um clínico geral, sobre estilo de vida (envolvendo atendimentos pessoais e consultas por telefone). Um total de 60% dos participantes de ambos os grupos mantiveram o peso por um período de acompanhamento de três anos. Se o assunto é abordado, as pessoas se mostram mais propensas a tomar o primeiro passo em direção à mudança - que é reconhecer que o problema existe”, disse Post. Em um comentário que acompanha os estudos, o Dr. Robert B. Baron, da University of California, sugere aos médicos uma nova estratégia no consultório: Avaliar o peso e a altura dos pacientes e calcular o IMC em cada consulta, considerando o IMC um “sinal vital de rotina”. Baron explica no comentário que “o médico deve informar o paciente imediatamente sobre seu peso anormal”, da mesma forma que faria em relação à pressão arterial e aos níveis de colesterol. Na opinião de Simmons, a epidemia da obesidade aumentou tanto que “os médicos não podem mais se dar ao luxo de ignorá-la. E a abordagem por parte de outras pessoas não tem se mostrado eficaz”. *Por Amanda Gardner http://saude.ig.com.br/bemestar/medicos+podem+influenciar+na+perda+de+peso+de+pacientes/n1238132064924.html