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domingo, 30 de junho de 2013

Sexo é bom para o coração: mesmo após um ataque cardíaco

Muitas pessoas que sofreram com um ataque cardíaco acabam tendo medo de fazer sexo. Mas, segundo especialistas, pacientes com esse tipo de problema no coração podem ficar tranquilos: o sexo faz bem ao coração, mesmo após um ataque.
 
De acordo com cardiologistas, a probabilidade de uma pessoa morrer por causa de problemas cardíacos durante uma transa é realmente pequena. Mas, mesmo assim, as pessoas têm medo de manter relações.
 
Uma pesquisa revelou que um terço dos homens e 60% das mulheres se abstém de fazer sexo por períodos iguais ou maiores que um ano após sofrerem com um ataque cardíaco.
 
Cardiologistas, no entanto, avisam que morrer durante o sexo por causa da intensidade da relação é coisa de filme. Na vida real isso não é motivo de preocupação – a maioria dos médicos libera seus pacientes para “diversão” assim que eles se sentem bem o suficiente para fazer exercícios moderados.
 
Como conversar com exercícios não é tão embaraçoso quanto conversar sobre sexo, alguns pacientes se intimidam na hora de perguntar ao seu médico se eles podem retomar sua vida sexual. Normalmente, eles precisam ser encorajados explicitamente pelo médico.
 
Se você está em dúvida, converse com seu médico – boa parte dos homens e mulheres analisados na pesquisa declararam que diminuíram a frequência das relações sexuais por não receberem informações médicas.

Fonte Live Science

12 Sinais de que você pode estar com problemas cardíacos

Dificuldade de repirar é indicativo de ataque cardíaco
Por que o índice de mortes por doenças cardíacas é tão alto? O palpite de especialistas é que as pessoas são muito lentas na hora de notar os sintomas e fazer exames, para descobrir se estão doentes e procurar tratamento.
 
Tudo bem, se você sente pontadas violentas no coração vai direto ao hospital, mas há alguns sintomas que não são tão óbvios ou intensos – e eles podem variar de pessoa para pessoa. Um exemplo é que homens tendo um ataque cardíaco sentem muita dor e falta de ar, já as mulheres se sentem cansadas e enjoadas.
 
Justamente porque é difícil entender esses sintomas, médicos alertam: pessoas do grupo de risco (idosos, obesos, fumantes, diabéticos ou pessoas que tenham outros casos de problemas cardíacos na família) devem ir para o hospital se sentirem uma pequena queimação no coração ou, por exemplo, uma dor muscular muito forte, em vez de esperar que o sintoma vá embora.
 
Confira nessa lista mais 12 sinais de problemas cardíacos que não devem ser ignorados:
 
1. Ansiedade – o ataque cardíaco pode causar ansiedade e medo. Pessoas que já tiveram a experiência de um ataque cardíaco comentam que sentiram como se o apocalipse estivesse próximo.
 
2. Desconforto no peito – dor no peito é o sintoma mais clássico, mas nem todos os ataques cardíacos causam dor. A dor geralmente é localizada um pouco mais a esquerda do centro do peito e é comumente descrita como “um elefante sentado no peito” e, mais raramente, como pressão ou como “peito estufado”. E, no caso das mulheres, elas podem sentir queimação.
 
3. Tosse – uma tosse persistente pode ser um sintoma de falha no batimento cardíaco, que pode resultar em acúmulo de líquido nos pulmões.
 
4. Tontura – o ataque cardíaco pode causar tontura e até mesmo desmaios. Isso vem das arritmias cardíacas, uma mudança brusca no batimento, ou uma aceleração muito grande do pulso.
 
5. Fatiga – acontece especialmente entre as mulheres. O cansaço constante pode ser um sintoma de falhas cardíacas. A dica dos especialistas é que você não tente buscar informações na internet nem em livros e vá direto ao médico.
 
6. Náusea e falta de apetite – não é incomum as pessoas sentirem o estômago incomodar ou vomitarem durante um ataque cardíaco.
 
7. Dor em outras partes do corpo – a dor pode começar nos braços, cotovelos, no pescoço, na mandíbula e no abdômen.
 
8. Pulso irregular – os médicos dizem que você não deve se preocupar com uma eventual mudança no batimento cardíaco, mas que um pulso irregular acompanhado de tontura é sinal de arritmia. E arritmias podem levar a ataques cardíacos e morte súbita.
 
9. Dificuldade de respirar – além de indicar asma ou de obstrução crônica pulmonar, esse sintoma é indicativo de ataque cardíaco.
 
10. Suor – começar a suar frio de repente é um sinal claro de que você deve ir para o hospital.
 
11. Inchaço – assim como aumento de peso, acontece porque problemas cardíacos fazem com que os fluidos se acumulem no corpo.
 
12. Fraqueza – nos dias anteriores ao ataque cardíaco as pessoas sempre dizem sentir fraqueza.
 
13. Bônus: Impotência – Disfunção erétil pode ser sinal de problema cardíaco, já que a boa circulação do sangue é fundamental para uma ereção.
 
Fonte Hypescience

Coca-Cola causou problemas cardíacos em uma mulher?

Há 16 anos ela não ingeria água, apenas Coca-Cola
Em Mônaco, uma mulher de 31 anos de idade deu entrada no hospital depois de sofrer períodos de arritmia e desmaios. Seus níveis de potássio estavam bastante baixos, mas ela não tinha histórico familiar de problemas cardíacos.
 
O motivo para os problemas cardíacos: há 16 anos ela não ingeria água, apenas Coca-Cola.
 
Cientistas resolveram estudar o caso e descobriram que a razão da internação foi um perigosa queda no nível geral de potássio, um mineral essencial cuja absorção pelo organismo é auxiliada por água, mas que fica prejudicado pelo excesso de açúcar ou pelo alto consumo de cafeína.
 
“[Assim] a primeira coisa a destacar é que o caso já relatado é excepcional”, disse o autor do estudo, Dr. Naima Zarqane, cardiologista do Centro Hospitalar Princesa Grace, em Mônaco. “A paciente tinha ingerido apenas Coca-Cola desde os 15 anos de idade, e isso é bastante incomum”.
 
Ele ainda acrescenta que após ela parar de ingerir o refrigerante, tudo voltou ao normal. “Não há motivos para que os consumidores entrem em pânico. Entanto, os pais devem estar atentos sobre o consumo de Coca-Cola dos seus filhos”.
 
Em uma revisão de estudos anteriores, os pesquisadores descobriram outros seis casos relatados destacando os efeitos adversos à saúde do excesso de consumo de Coca-Cola.
 
O caso também lembra o filme “Super Size Me”, em que o personagem se alimenta apenas de lanches MC Donald’s durante um mês inteiro e percebeu o quanto isso fez mal para a saúde, mesmo em pouco tempo. Então imagine beber Coca durante 15 anos…
 
Zarqane e seus colegas acreditam na possibilidade de que os problemas de saúde desta mulher eram um resultado direto do consumo excessivo do refrigerante, uma vez que altos níveis de açúcar podem interferir na absorção de água no intestino, provocando diarreia e perda de potássio em massa. Além disso, a cafeína pode igualmente impedir a absorção de potássio causando disfunção renal.
 
Mas, embora os cardiologistas tenham informado das complicações relacionadas com o consumo de refrigerante, a equipe reconheceu que “há claramente uma necessidade de mais pesquisas sobre o tema, já que atualmente temos apenas sete relatos sobre o assunto”.
 
O Dr. Kishore Gadde, diretor do programa de ensaios clínicos de obesidade na Universidade Duke (EUA), disse que é importante entender que o culpado chave nesse caso não é consumo baixo de potássio, mas sim a diarreia que provoca uma alta perda da substância.
 
“É extremamente raro que as pessoas desenvolvam hipocalemia devido à ingestão inadequada de potássio. Principalmente, hipocalemia é causada por perda excessiva de potássio que é causada por diarreia, sudorese excessiva e uso indevido de laxantes ou diuréticos prescritos”, disse ele.
 
Gadde ainda sugeriu que a ingestão excessiva de cafeína pode ser tão problemática quanto a de muito açúcar. “As pessoas que consomem grandes quantidades de café e outras bebidas com cafeína, especialmente as chamadas bebidas energéticas, podem estar em risco de queda nos níveis sanguíneos de potássio”, ele advertiu.
 
Os atletas são particularmente vulneráveis, Gadde disse, dado o excesso de transpiração que acompanha a atividade vigorosa. “As pessoas que estão tentando perder peso muitas vezes mudam de bebidas açucaradas para bebidas dietéticas, o que também pode aumentar o risco de redução dos níveis de potássio, quando consumido em grandes quantidades, devido ao aumento acumulado no consumo diário de cafeína”, disse ele.
 
Fonte Hypescience

15 fatos interessantes sobre a epilepsia

Muito se fala sobre essa condição. Mas, em um país onde todo mundo é um pouco médico e treinador de futebol, os conceitos que andam por aí sobre a epilepsia nem sempre estão corretos.
 
Segundo Nic Swaner, portador de epilepsia, ela é um distúrbio convulsivo, uma condição médica séria em que uma pessoa sofre um súbito aumento na atividade elétrica do cérebro, afetando a maneira que ela age ou sente. Existem muitas representações desta doença na televisão (a maioria completamente errada, e só por causa do roteiro).
 
“Sofrendo da forma mais comercialmente tratável da doença, a ideia mais precisa que eu posso dar a vocês [de um ataque] é que tentem enrijecer ao máximo todos os músculos, além do ponto do desconforto. Você está começando a sentir cãibras, não está? Agora tenha em mente: enquanto seus músculos estão tensos, você está batendo repetidamente com as extremidades e cabeça contra objetos sólidos (não tente fazer isso). É angustiante testemunhar um homem tentando ficar em pé, mas com seus músculos tão tensionados qualquer movimento é doloroso”, conta Nic.
 
Para ajudar a você entender um pouco mais sobre a epliepsia, a seguinte lista tem 15 fatos que ele aprendeu sobre a doença através de pesquisa, trauma e tratamento.
 
Confira:
1. Hipócrates (460 a.C. – 370 a.C.) escreveu o primeiro livro sobre a epilepsia, “Sobre O Mal Sagrado”, cerca do ano 400 a.C., reconhecendo que se tratava de uma desordem cerebral e apontando que as pessoas que sofriam de epilepsia não tinham o poder da profecia.
 
2. Ataques simples de epilepsia Tônico-Clônica Generalizada (também conhecido como Grande Mal) duram menos de 5 a 10 minutos, e não causam danos cerebrais, contrário à crença geral. Os danos que eventualmente aparecem são provavelmente resultado de traumas na cabeça (batidas).
 
3. Você não pode engolir sua língua durante um ataque. Você não consegue engolir ela agora, consegue?
 
4. Existem algumas implicações recentes que fazem crer que a epilepsia está relacionada com a ansiedade e depressão.
 
5. Da mesma forma que um diabético pode ser confundido com um motorista bêbado, epiléticos podem apresentar ataques que se manifestam como comportamento bizarro, como: repetição da mesma palavra, não responder a perguntas, falar bobagens, retirar a roupa ou gritar (no caso de Nic, ele foi considerado uma grande ameaça a toda uma classe de alunos quando estava sofrendo de um ataque desta natureza).
 
6. No início do século 19, pessoas com epilepsia severa recebiam tratamento em asilos. Mas uma das razões pelas quais eles eram mantidos separados dos pacientes psiquiátricos era pela noção equivocada de que os ataques eram contagiosos.
 
7. Todo mundo nasce com um limiar de ataque. Se o limiar é alto, é pouco provável que você sofra um ataque. Entretanto, certas atividades ou coisas, conhecidas como gatilhos, podem baixar seu limiar, como ingestão de álcool, privação do sono, estresse, doenças, luzes piscando e hormônios (principalmente para mulheres).
 
8. Somente em cerca de 30% dos casos de epliepsia a causa é determinada. Nos outros 70%, a causa permanece sem resposta, caso em que é chamada de epilepsia idiopática.
 
9. Cerca de 1 em 20 epilépticos são sensíveis a luzes piscantes, ou epilepsia fotossensitiva. O contraste, ou mudança na iluminação, pode disparar um ataque.
 
10. A cor oficial da Consciência da Epilepsia é lavanda, na cor pantone PMS 2593.
 
11. No início do século 20, alguns dos estados dos EUA tinham leis proibindo pessoas com epilepsia de casar ou se tornar pais, alguns até permitindo a esterilização.
 
12. Os ataques tem um início, meio e fim. O início, chamado de aura, pode apresentar sinais do ataque que está vindo, como cheiros, sons, sabores, cabeça leve, dejá vu ou jamais vu (o contrário do dejá-vu, o sujeito sabe que já presenciou a situação ou visitou o lugar outras vezes, mas tem a sensação de que é a primeira vez). O meio é o ataque em si, seja ele um ataque de grande mal ou um ataque parcial simples. O fim do ataque é chamado de fase pós-ictal e é a fase que o cérebro está se recuperando, que pode levar de alguns segundos a horas e geralmente é acompanhada de desorientação e perda de memória.
 
13. O tratamento apropriado para alguém com ataque tônico-clônico não é que você vê na TV (muitas pessoas pressionando com o corpo uma pessoa que está sofrendo ataque). O que você deve fazer: preste atenção ao tempo de duração do ataque, mova os objetos que a pessoa em ataque pode atingir, e apenas bloqueie o caminho para impedir que ela se mova muito longe (ou caia dentro da água, ou caia da cama, etc). Coloque-os de lado depois do episódio e não coloque nada na boca. Se durar mais de cinco minutos chame uma ambulância.
 
14. Diastat, ou diazepan, é o medicamento usado para tratar um ataque prolongado ou ataques grupados. É um gel fornecido em um aplicador plástico que, por azar, tem que ser aplicado por via retal.
 
15. A epilepsia geralmente não é uma doença para a vida toda, e somente 25% dos afetados apresentam ataques difíceis de controlar. Em minha experiência, quem tem desordens mais duradouras tem condições mais sérias em andamento.
 
Na internet, existe a Liga Brasileira de Epilepsia, oferecendo informações e apoio para quem sofre desta condição ou tem algum conhecido afetado por ela. Na página da PsiqWeb aparece um outro fato importante: em muitos poucos casos o paciente apresenta, na fase pós-ictal, um furor epiléptico, no qual ele se torna violento e ataca coisas e pessoas em torno dele durante alguns minutos.
 
Fonte Hypescience

Quando deixar de tomar remédios se torna um problema de saúde pública

Um dos maiores problemas de saúde pública mundial é que boa parte dos portadores de doenças crônicas não tem acesso aos medicamentos necessários para o tratamento.
 
Entre os que têm acesso, porém, a baixa adesão ao tratamento é preocupante e constitui uma questão igualmente grave. De acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), apenas metade dos pacientes com doenças crônicas faz o tratamento corretamente.
 
Estima-se que apenas nos Estados Unidos esse comportamento resulte em 125.000 mortes todos os anos. Os baixos índices de aderência não prejudicam apenas a saúde do próprio paciente.
 
A descontinuidade terapêutica também pesa nos cofres públicos e no bolso do contribuinte. Segundo pesquisa publicada no Journal of Managed Care Pharmacy, uma publicação da Academia de Assistência Farmacêutica Gerenciada dos EUA, a baixa adesão de pacientes diabéticos aumenta em 125% os custos médicos com a doença.
 
No Brasil, as pesquisas sobre o assunto ainda são incipientes, e sabe-se muito pouco sobre como os baixos índices de aderência afetam os cofres públicos.

Fonte veja.com

Lideranças médicas anunciam mobilização nacional contra proposta do governo

16012_big.jpgNo próximo dia 3 de julho, médicos de todo o país realizam o dia nacional de mobilização contra a importação de médicos formados fora do Brasil sem a revalidação do diploma.
 
Esta é uma das ações anunciadas nesta quarta-feira (26), durante assembleia realizada em São Paulo e que reuniu cerca de 200 lideranças médicas de todo o país. Durante o encontro, que contou com membros do Conselho Federal de Medicina (CFM) e conselhos regionais, foi elaborada uma Carta Aberta aos médicos e à população brasileira, que explica: “a reação das entidades médicas simboliza a resistência dos profissionais e dos cidadãos ao estado de total abandono que afeta a rede pública”.
 
“As decisões anunciadas pelo Governo que afetam a saúde pública brasileira demonstram a incompreensão das autoridades ao apelo manifesto nas ruas”, aponta o documento.
 
Como solução para o problema da falta de profissionais de saúde em áreas remotas e nas periferias, as lideranças médicas anunciaram o esforço conjunto pela aprovação imediata da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 454/2009, que cria a carreira médica nos serviços públicos federal, estadual e municipal, semelhante à de juízes e promotores.
 
Segundo as lideranças, a medida evitaria a necessidade de importação de médicos sem aprovação do Revalida e, dessa forma, zelaria pela saúde da população.
 
No documento, os representantes de conselhos, associações, sindicatos e sociedades de especialidades médicas também esclareceram que as medidas que deverão ser colocadas em prática não deverão, sob nenhum aspecto, penalizar o paciente, “já tão prejudicado pelo abandono do Governo”. 
 
Fonte CFM

Os benefícios de uma aspirina diária

Pessoas com mais de 45 anos deveriam cogitar ingerir uma pequena dose diária de aspirina para se proteger contra doenças cardiovasculares e câncer, segundo a conclusão de um painel de analistas participantes de um ato da Real Sociedade de Medicina do Reino Unido.
 
Um estudo de cientistas da Universidade de Oxford, publicado na revista médica The Lancet indica que tomar diariamente 75 miligramas de aspirina durante 5 anos reduz em 25% o risco de adoecer de câncer do cólon e em um terço as mortes por essa causa.
 
O professor Peter Rothwell, neurologista de Oxford que dirigiu o estudo sobre câncer colorretal e participou do debate, disse que ele mesmo havia começado a tomar sua dose diária de aspirina.
 
 “Suspeito que, dentro de 5 ou 10 anos, estaremos receitando aspirinas às pessoas de meia-idade e não só pelos benefícios vasculares que se conhecem”, afirma. 
 
Outros analistas advertem, no entanto, que a substância pode dobrar a incidência de hemorragias gastrointestinais, cuja incidência atual é de uma para mil pessoas por ano.
 
Fonte Estadão

Medicamento para diabetes pode atenuar sequelas de um AVC

Pesquisadores do Instituto Karolinska, na Suécia, acreditam que a linagliptina, uma droga utilizada no tratamento do diabetes tipo 2, pode também ser uma forma eficaz de reduzir os danos causados por um derrame cerebral.
 
Eles chegaram a essa conclusão após realizar testes com camundongos que foram induzidos a um derrame.
 
Embora o estudo tenha observado esse efeito em animais diabéticos, que possuem maiores chances de sofrer o evento, os autores acreditam que os benefícios possam se estender a todos os grupos que têm alto risco de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC).
 
O trabalho foi publicado nesta segunda-feira, 3, no periódico Diabetes.
 
Fonte veja.com

Estudo liga substância da carne vermelha a risco de doença cardíaca

carnevermelha-1.jpg
Estudo publicado na revista “ Nature Medicine” relaciona uma substância encontrada na carne vermelha, chamada carnitina,  com um maior risco de doenças cardíacas.
 
Os autores verificaram que a carnitina é digerida por bactérias encontradas no intestino humano, favorecendo a produção do composto N-óxido de trimetilamina (TMAO), que pode  influenciar o metabolismo de colesterol e diminuir o ritmo de remoção das placas de colesterol que se acumulam nas paredes das artérias.
 
Uma questão importante nesse novo estudo é que ele aponta que, em relação à produção de TMAO,  a composição da flora intestinal é tão importante quanto o consumo de carnitina. Os pesquisadores deram carne a 77 voluntários, incluindo 26 que são vegetarianos. Em nome da ciência, um deles até aceitou comer um bife de 200 gramas.
 
Os testes mostraram que a carnitina, quando consumida por alguém que come pouca carne, não aumenta tanto os níveis de TMAO no sangue, provavelmente porque tem menos bactérias que produzem essa substância em seu intestino.
 
Os pesquisadores verificaram essa possibilidade dando carne a camundongos e observaram que os roedores apresentavam o dobro de risco de ter placas nas artérias quando tinham o intestino normal. Quando tratados com um antibiótico para matar as bactérias que produzem o TMAO, o risco de terem placas de colesterol diminuiu.
 
Os cientistas ainda verificaram que, dentre 2.600 prontuários médicos analisados, os que tinham maiores índices de doenças cardíacas eram os das pessoas que apresentavam altos índices de carnitina e TMAO. Isso é mais uma evidência que corrobora que o problema está na digestão de grandes quantidades de carnitina por pessoas que costumam consumir carne, mais do que a carnitina por si só.
 
Fonte G1

Café reduz incidência de AC em mulheres

coffee-consumption.jpgBeber mais do que uma xícara de café por dia reduz em até 25% o risco de derrame, segundo pesquisa publicada ontem na revista "Stroke".
 
Quem não toma café ou o faz com menos frequência tem um risco maior de sofrer derrame, segundo o estudo, que acompanhou 35 mil mulheres por dez anos.
 
Os pesquisadores dizem que o café tem efeito antioxidante, diminui inflamações e reduz a resistência à insulina.
 
Esses fatores podem explicar o benefício observado com o consumo diário da bebida.
 
Fonte Folhaonline

58% dos hospitais públicos de SP têm macas no corredor

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Foto: Reprodução da internet
Falta de classificação de prioridade e risco em prontos-socorros resultam em superlotação
 
Macas nos corredores, dificuldade para transferir pacientes, equipes médicas incompletas e falta de materiais básicos. Esse foi o cenário encontrado pelo Cremesp (Conselho Regional de Medicina de SP) na maioria dos prontos-socorros públicos vistoriados pelo órgão no Estado.
 
Uma força-tarefa do conselho visitou no começo do ano 71 hospitais em São Paulo, geridos por municípios, Estado, entidades filantrópicas (como Santas Casas) e entidades privadas conveniadas (como Organizações Sociais) e detectou que 58% deles tinha macas nos corredores.
 
Segundo os conselheiros, durante a visita foi detectada a existência de pacientes que já esperavam havia dias nessa situação. "A superlotação dos hospitais leva as pessoas a ficarem até cinco dias em uma maca no corredor", afirmou Renato Azevedo Júnior, presidente do conselho.
 
O problema mais comum, no entanto, foi a dificuldade de encaminhar pacientes para serviços de referência (hospitais mais especializados), o que é importante, principalmente para casos mais graves. Isso foi verificado em seis de cada dez hospitais visitados.
 
As visitas, feitas entre fevereiro e abril deste ano, também apontaram que em 59% das salas de emergência faltava algum tipo de material básico e que 28% dessas salas não têm estrutura adequada para o atendimento. Em cinco de cada dez hospitais não havia médicos chefes de plantão.
 
Além disso, 32% dos prontos-socorros visitados não fazem classificação de risco, em que se prioriza os atendimentos mais graves. Desta forma, pacientes em situação mais crítica, que deveriam ser atendidos com urgência, acabam esperando mais tempo do que deveriam, diz o conselho.
 
Campanha
Os dados vão subsidiar uma campanha que começa a ser feita hoje pelo Cremesp, com cartazes e inserções em rádios e emissoras de TV.
 
O material pretende alertar a população e as autoridades para o problema dos prontos-socorros públicos no Estado, explicam os conselheiros.
 
"É um grave problema de saúde pública, que diz respeito ao Ministério da Saúde, às prefeituras e ao governo do Estado", afirma Azevedo. "O financiamento para a saúde pública não é adequado", diz.
 
Fonte Folhapress

Veja o cardápio para não engordar no frio

No frio a sensação de fome aumenta e bebidas quentes
ajudam a "enganar" o organismo
Sensação de fome aumenta em baixas temperaturas. Saiba driblar isso e conheça os alimentos que emagrecem até mesmo no inverno
 
A impressão é de que a mesma régua mede dois fenômenos: as temperaturas atmosféricas diminuem e a sensação de fome aumenta na mesma proporção.
 
Os especialistas confirmam: de fato, quando está frio a vontade de comer é ampliada e isso acontece por questões físicas.
            
“O organismo queima mais calorias para aumentar o metabolismo. Normalmente, no frio, o apetite é maior porque a digestão ocorre com mais facilidade”, explica o endocrinologista Alfredo Cury, membro da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e proprietário do SPA Posse do Corpo.
 
Isto não significa, no entanto, que a temporada de inverno deve coincidir com a época de comilança, ainda que os casacos pesados disfarcem os quilos a mais. Afinal, informa o levantamento feito pelo Ministério da Saúde, os índices de sobrepeso e obesidade permanecem na casa dos 48% da população e não costumam tirar férias no período.
           
A orientação nutricional segue caminho justamente inverso. Os meses mais gelados são ideais para quem quer entrar em forma (já que o gasto calórico é maior) e, para isso, basta escolher alimentos que auxiliam na sensação de saciedade, enganam a fome persistente e fornecem baixa ingestão calórica.
 
“Sopas, chás, mingaus e cafés são boas opções. Utilize muitos temperos naturais, que dão sabor sem adicionar calorias”, afirma a nutricionista Andréa Uzeda, da clínica Dicorp.
 
“Para aumentar a queima calórica o ideal é utilizar diariamente alimentos termogênicos , como chá verde, canela, gengibre, pimentas vermelhas e especiarias”.
           
Estes “queridinhos” da dieta para os dias frios – citados pela especialista – ajudam a manter a temperatura do organismo elevada e por isso driblam a fome característica da estação.
 
A seguir, Andréa dá dicas para “emagrecer” a sopa, o mingau e até o chocolate quente. E ainda prepara um cardápio completo para manter a forma e diminuir a fome nos dias frios.
 
Sopa: deve ser preferencialmente de legumes com uma proteína magra (frango) e deve-se evitar o uso de farinhas, creme de leite e manteiga.
 
Chocolate quente: a melhor opção seria o uso do cacau em pó que traz diversos benefícios à saúde, em vez dos chocolates em pó, ricos em gorduras e açúcar.
 
Mingaus: devem ser preparados com leite desnatado e dar preferência pelos menos calóricos como o de aveia, linhaça e adicionar no lugar do açúcar, o adoçante.
 
Um cardápio para um dia frio
           
Café da manhã:
  • 2 fatias de pão integral
  • 1 fatia de queijo minas
  • 1 copo de leite desnatado misturado com cacau em pó
 
Lanche da manhã:
  • 1 banana
 
Almoço:
  • Entrada de caldo de legumes
  • 2 colheres de Arroz integral
  • 1 concha de Feijão
  • 1 bife grelhado
  • Sobremesa: Maçã assada com canela
 
Lanche da tarde:
  • Mingau de aveia
 
Jantar:
  • Sopa de abóbora com gengibre
 
Ceia:
  • Chá de camomila

Fonte iG

sábado, 29 de junho de 2013

Lavar as mãos e rostos diversas vezes ao dia ajuda a prevenir conjuntivite, diz médico

 Pequenas atitudes ajudam a minimizar o risco da doença
Casos de doenças oculares aumentam no inverno; veja dicas de especialista
 
A conjuntivite é uma das doenças visuais mais comuns nesta época do ano. Segundo o presidente do CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia), Marco Antônio Rey de Faria, as pessoas mais propícias a contraírem a doença são as que possuem histórico de alergias, mas qualquer um está sujeito ao risco.
 
De acordo com o médico, os sintomas mais comuns são: sensação de ‘areia nos olhos’, peso nas pálpebras, olhos avermelhados, sensibilidade à luz e visão embaçada ao fazer algum tipo de esforço visual.
 
— As reações alérgicas podem causar inflamação, inchaço e ardência, gerando lacrimejamento, secreção e uma sensação de desconforto nos olhos.
 
Para quem quiser evitar a doença, Faria diz que pequenas atitudes ajudam a minimizar o risco de pegar a doença.
 
— Evito uso compartilhado de lençóis, toalhas, travesseiros e outros objetos pessoais. Lavar as mãos e o rosto diversas vezes ao dia, evitar contato com pelos de animais, cloro de piscina, flores e pólen também são recomendados.
 
Tratamento
Apesar de o colírio ser um dos meios mais utilizados para o tratamento, o especialista alerta para o perigo do uso de remédios sem orientação.
 
— A utilização indiscriminada de qualquer medicamento sem a devida orientação médica, mesmo no caso de um simples colírio, pode acarretar em complicações mais sérias como, por exemplo, a indução ao glaucoma e à catarata, doenças da visão muito mais severas.
 
Segundo o oftalmologista, ao sentir qualquer sintoma, é importante procurar um especialista.
 
— A prevenção é a melhor forma de cuidar da saúde. Procure um oftalmologista para o correto diagnóstico e tratamento de acordo com o caso, pois os mesmos sintomas podem estar relacionados a diferentes doenças da visão.

Fonte R7

SUS vai registrar casos de agressão por homofobia

Dados são importantes para reformulação de políticas públicas 
 
O Ministério da Saúde vai tornar obrigatório o registro dos casos de violência por homofobia atendidos na rede pública de saúde. A iniciativa será aplicada a partir de agosto aos Estados de Goiás, Minas Gerais e Rio Grande do Sul e, em janeiro do próximo ano, será estendida ao restante do País.
 
O anúncio da obrigatoriedade ocorreu nesta quinta-feira (27) durante o lançamento do Sistema Nacional de Promoção de Direitos e Enfrentamento à Violência contra Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transexuais (Sistema Nacional LGBT), pela Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República. Na ocasião também foi apresentado Relatório sobre Violência Homofóbica no Brasil em 2012.
 
O ministro da Saúde Alexandre Padilha considera que a obrigatoriedade da notificação será uma ferramenta importante de promoção e de garantia de direitos à comunidade LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais). Segundo ele, o preenchimento de um formulário pelo profissional que realizou o atendimento vai tornar visível a dimensão real do problema da homofobia.
 
— É fundamental conhecer a magnitude das violências que acometem esta população, identificando quem são as vítimas, quais os principais tipos de violências, locais de ocorrência, a motivação, a oportunidade do uso do nome social, dentre outras informações.
 
Ele explicou que este conhecimento vai servir para a formulação e implementação de políticas públicas de enfretamento às violências homofóbicas e políticas públicas de atenção e proteção à população LGBT.
 
O Sinan (Sistema de Informação de Agravos de Notificação) já registra os atendimentos de violência contra mulheres, idosos, crianças e adolescentes, fornecendo subsídios para explicações causais dos agravos de notificação compulsória, além de indicar riscos aos quais as pessoas estão sujeitas, contribuindo assim, para a identificação da realidade epidemiológica de determinada área.
 
Para o secretário de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, O enfrentamento à violência requer a ação conjunta de diversos setores: saúde, segurança pública, justiça, educação, assistência social.
 
— O SUS vai fornecer dados seguros para que sejam formuladas políticas públicas eficientes, preservando a integridade desta população.
 
Fonte R7

Com estoque baixo, bancos de leite convocam mães para doações

Divulgação / Agência Brasil
Aleitamento materno é fundamental a todos os recém-nascidos
Clima frio e meses de férias escolares reduzem número de doadoras  Clima frio e meses de férias escolares reduzem número de doadoras 
 
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo está convocando as mães paulistas para doar leite às maternidades e bancos de leite humano. Durante os períodos de férias e nos meses mais frios do ano ocorre uma queda significativa no número de doadoras. Em algumas unidades, a diminuição é de até 50% em relação aos demais meses do ano.
 
O aleitamento materno é fundamental a todos os recém-nascidos, incluindo os internados em unidades neonatais e filhos de mães impossibilitadas de amamentar. São os bancos que fazem a coleta do leite das doadoras, armazenam e ensinam sobre a importância da amamentação.
  
De acordo com a coordenadora da Saúde da Criança da Secretaria, Sandra Regina de Souza, o leite materno contém determinados nutrientes que o de outros mamíferos não consegue incorporar, como anticorpos e glóbulos brancos, principalmente para bebês com peso abaixo do normal.
 
— O leite que muitas mulheres jogam fora pode determinar a sobrevivência de prematuros.
 
Como doar
Pode ser doadora toda mulher que estiver amamentando seu filho e tiver sobra do alimento. Ela deve procurar o banco de leite humano mais próximo de sua residência. As doadoras precisam estar saudáveis e não podem consumir medicamentos incompatíveis com a amamentação.
 
Muitos bancos de leite oferecem serviço de busca em domicílio, e para isso, prestam às mães orientação de ordenha e armazenamento do leite. A lista completa dos bancos de leite pode ser consultada no site http://www.redeblh.fiocruz.br, por meio do link "Encontre o BLH mais próximo de você".
 
Mitos e verdades sobre o aleitamento materno
 
Algumas mães não têm leite? Mito
Toda mulher, após o nascimento da criança, produz leite por meio da sucção. Quanto mais o bebê sugar, mais leite será produzido. Beber bastante água é fundamental durante a lactação. Se a mãe produz pouco leite, pode aumentar a frequência das mamadas, ou seja, diminuir os intervalos entre elas.
 
É preciso preparar a mama durante a gestação, para que a mulher consiga amamentar corretamente? Mito
Não é necessário massagear os mamilos, esfregar com bucha vegetal, e muito menos passar cremes ou pomadas. No máximo, a gestante pode tomar banho de sol para auxiliar na produção de melanina. Não se deve estimular o bico durante a gestação, pois qualquer estímulo pode acelerar o trabalho de parto prematuro.
 
Compressa de água quente ajuda na produção do leite materno? Verdade
Colocar compressas mornas nas mamas ajuda, sim, a produzir mais leite. Mas só são indicadas quando a produção é baixa. Do contrário, pode causar ingurgitamento mamário (empedramento).
 
Os bebês precisam mamar em um peito só por vez? Verdade
O leite materno tem três fases. A primeira (logo no começo da mamada) tem grande quantidade de água. Na segunda fase, o leite é rico em eletrólitos, vitaminas e sais minerais. E na terceira fase é que estão as gorduras e os carboidratos, por isso é importante que o bebê esvazie um peito só por vez, para que consiga ingerir o leite mais calórico, que vem no final da mamada.
 
Após três horas, ou quando a criança manifestar sinais de fome, a mãe deve oferecer a outra mama. Nesse intervalo, o organismo produz leite nas duas mamas, e é esse leite que sobra que deve ser doado, senão empedra e a mãe pode sentir muita dor.

Fonte R7

Grávida é a segunda vítima mortal por conta do vírus H1N1 no Uruguai

Mulher tinha 40 anos e passou vários dias internada
 
Uma grávida de 40 anos é a segunda vítima mortal por conta do vírus da gripe H1N1 no Uruguai este ano, informaram nesta sexta-feira (28) fontes sanitárias.
 
A vítima mortal residia no departamento de Rocha, no nordeste do país e limítrofe com Montevidéu, e foi atendida em um hospital da cidade, mas não conseguiu se recuperar apesar de ter passado vários dias internada.
 
A administração de Serviços Sanitários do Estado (ASSEIE) iniciou uma investigação para determinar se a mulher recebeu o tratamento adequado. Em 11 de junho, as autoridades informaram sobre a morte de um homem de 49 anos no departamento de Artigas (norte do Uruguai e também limítrofe com o Brasil) por causa do vírus da gripe H1N1.
 
O paciente era obeso e não tinha sido vacinado contra a gripe. Em Rivera, também ao norte do país, uma outra mulher de 29 anos e grávida foi diagnosticada com o vírus, está internada em um hospital e evolui favoravelmente. 
 
As autoridades do Ministério da Saúde Pública recomendaram que a população se vacine contra a gripe, especialmente os considerados grupos de risco: crianças de até quatro anos, mulheres grávidas, idosos de 65 anos e aquelas que sofram com alguma doença crônica, como diabetes ou obesidade.
 
Além disso, as autoridades sugeriram que a população aumente a higiene nas casas, evite entrar em contato com pessoas que tenham gripe e lavem as mãos com frequência.
 
Fonte Efe/R7

Países assinam tratado que favorece pessoas com incapacidade visual

Um tratado internacional que colocará à disposição materiais
de leitura para mais de 314 milhões de pessoas com diversos
tipos de incapacidade visual
Novo tratado busca sanar a escassez de livros das pessoas com deficiências visuais
 
Um tratado internacional que colocará à disposição materiais de leitura para mais de 314 milhões de pessoas com diversos tipos de incapacidade visual, foi assinado nesta sexta-feira (28) pelos 186 Estados-membro da OMPI (Organização Mundial da Propriedade Intelectual), afirma o diretor da organização, Francis Gurry, mediante um comunicado distribuído em Genebra.
 
— Trata-se de um tratado histórico que oferecerá benefícios tangíveis às pessoas com incapacidade visual.
 
Segundo a OMPI, o novo tratado busca sanar a escassez de livros das pessoas com deficiências visuais, que tradicionalmente sofreram discriminação com relação às possibilidades reais de conseguir ler.
 
O tratado indica que os países deverão fazer o necessário para permitir a reprodução, distribuição e colocação à disposição dos benefícios de obras publicadas em formatos acessíveis (sistema braile, com letras aumentadas ou áudio-livros), para o qual deverão estabelecer limitações e exceções aos direitos autorais se for necessário.
 
O tratado prevê também a troca de obras em formato acessível entre organizações especializadas em servir pessoas cegas ou com outras deficiências visuais, o que aumentará o número de obras à disposição. Além disso, o tratado garantirá aos autores e editores que as obras publicadas não estarão expostas a um uso indevido nem serão destinadas às pessoas que não forem os usuários previstos.
 
O cantor Stevie Wonder colocará "o broche de ouro" em um processo de negociação que durou alguns anos em Marrakech (Marrocos), onde aconteceu a última etapa de negociações que, finalmente, foram concluídas com um acordo.
 
Fonte Efe/R7

Vírus da gripe provocam 28 mortes em Minas Gerais neste ano

André Sousa/Agência Brasília
Vacinação é eficaz para a prevenção da doença
Estado registrou uma morte por dia na última semana
 
O inverno derrubou a epidemia de dengue e trouxe uma velha preocupação das autoridades de saúde: os vírus da gripe. Balanço divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde nesta sexta-feira (28) aponta que sete pessoas morreram na última semana em Minas Gerais, o que equivale a um óbito por dia.
 
Em 2013 já são 28 mortes confirmadas em seis meses, ou 59,57% do número de vítimas correspondentes a todo o ano passado. A secretaria registra 118 infecções, contra 189 nos doze meses de 2012.
 
Os gráficos mostram um aspecto inesperado: os grupos normalmente atingidos, idosos e crianças, representam seis mortes. Ao todo, 13 adultos entre 20 e 49 anos morreram.
 
Entre os vírus da gripe, o Influenza A HINI é o que mais preocupa os médicos: ele foi responsável por 23 dos casos. O Influenza A H3 e o Influenza B, mataram uma pessoa cada, enquanto vírus ainda não classificados provocaram três óbitos.
 
Belo Horizonte, Pouso Alegre, no sul do Estado, e Uberaba, no Triângulo, dividem o posto de cidades mais mortes provocados pelos vírus - três em cada. Outros municípios com vítimas são Alfenas, Alterosa, Andradas, Brasópolis, Brumadinho, Campos Gerais, Conquista, Curvelo, Divinópolis, Extrema, Igarapé, Itapeva, Ouro Branco, Ribeirão das Neves (2), Sacramento, São Sebastião do Paraíso, Senador Amaral e Sete Lagoas.
 
Fonte Minha Vida

Dengue em Minas atinge níveis da pior epidemia da doença, registrada em 2010

Larvas do mosquito se desenvolvem em água parada
193.450 casos foram registrados, contra 194.636 da pior temporada; ano passado foram 22 mil
 
O número de casos de dengue em Minas Gerais está a um passo de igualar ao registrado na última epidemia da doença, ocorrida em 2010. Neste ano, 193.450 casos foram confirmados pela Secretaria Estadual de Saúde, segundo balanço divulgado nesta sexta-feira (28). Em 2010, foram 194.636 infecções confirmadas.

Nos seis primeiros meses deste ano, 89 pessoas morreram no Estado em decorrência de complicações da doença. Naquele ano, 106 pessoas perderam a vida. Somados, os anos de 2008, 2009, 2011 e 2012 tiveram 80 mortes.
 
O governo atribui o aumento de casos à transmissão do vírus tipo 4, que foi detectado no Brasil pela primeira vez nas últimas três décadas em 2010 e chegou a Minas Gerais em setembro de 2011. Por este motivo, pessoas com menos de 30 anos ficaram mais propícias à contaminação, que também se favorece pela falta de cuidados com recipientes que acumulam água parada.

Confira as cidades onde houve mortes registradas: Uberaba (17), Uberlândia (3), Juiz de Fora(3),Mamonas (1), Carangola (2), Frei Gaspar (1), Buritizeiro (1), Ituiutaba (2), Ipanema (3), Teófilo Otoni (5), Cataguases(1), Pirapetinga (1), Pirapora (1), São Geraldo do Baixio (1), Montes Claros (3), São João da Ponte (1), Cláudio(1), Carneirinho(1), Campos Altos (1), Contagem (3), Muriaé (3), Sete Lagoas (4), Sacramento(1), Aimorés(1), Itaúna (1), Belo Horizonte (7), Pedro Leopoldo( 1), Santa Luzia (3), Águas Formosas (1), Santa Margarida(1),Carlos Chagas (1), Bocaiúva (1), Ubaporanga(1), Nova Serrana(1),Conquista(1),Itambacuri(1),Ponto Chique(1), Patos de Minas(1), Manhuaçu(1), Monte Carmelo(1),Santo Antônio do Monte(1),Iturama(1),Além Paraíba(1), Santana do Paraíso(1).
 
Fonte R7

Pão e batata podem viciar como heroína, diz estudo

Comer carboidratos altamente processados ​​podem causar
excesso de fome e estimular regiões do cérebro envolvidas
 na recompensa e desejos
Alimentos com alto índice glicêmico podem desencadear mesmo mecanismo de vício em drogas
 
Pesquisadores americanos descobriram que o consumo exagerado de alimentos com alto índice glicêmico, como pão branco e batatas, pode desencadear no cérebro o mesmo mecanismo de vício ligado ao uso de heroína e nicotina. As informações são do site Daily Mail.
 
De acordo com o estudo, publicado no American Journal of Clinical Nutrition, comer carboidratos altamente processados ​​podem causar excesso de fome e estimular regiões do cérebro envolvidas na recompensa e desejos.
 
O líder do estudo Dr. David Ludwig, do Hospital Infantil de Boston, nos Estados Unidos, investigou como a ingestão de alimentos é regulada por centros de prazer contendo dopamina no cérebro.
 
— Além de recompensa e desejo, esta parte do cérebro também está ligada ao abuso e dependência de substâncias, o que levanta a questão de saber se determinados alimentos podem ser viciantes.
 
Para examinar a relação, os pesquisadores mediram os níveis de glicose no sangue e fome, ao mesmo tempo, usando ressonância magnética para observar a atividade cerebral durante o período crucial de quatro horas depois de uma refeição, o que influencia o comportamento alimentar na próxima refeição.
 
Os resultados sugerem que limitar a ingestão de alimentos com alto índice glicêmico poderia ajudar as pessoas obesas a reduzir os desejos e controlar o impulso de comer demais.
 
Como o conceito de dependência alimentar é um tema controverso, mais estudos devem ser realizados. Para Ludwig, os resultados desta pesquisa podem dar novas direções ao tratamento da obesidade.
 
Fonte R7

A ansiedade com as redes sociais está afetando sua vida real?

Amigos nas mídias sociais - Foto: Getty Images
A vida virtual permite um tanto de impessoalidade
Descubra se o mundo virtual está interferindo nas relações que você tem no dia a dia
 
Quem ainda não acessou uma das chamadas redes sociais, que atire a primeira pedra! Mas olhe lá... Considere nessa categoria o Facebook, Twitter, Foursquare, Instagram e até mesmo o profissional LinkedIn. Notou? Elas já estão inseridas no nosso dia a dia de tal forma que nem percebemos mais.

E assim, de fininho, elas mudaram muito a forma como vivemos em todas as esferas. "As mídias sociais mudaram os relacionamentos em todos os níveis: social, pessoal, profissional e nos negócios. Elas se tornaram o principal meio de comunicação da nova sociedade, isto é fato. Marcar encontros, divulgar a vida, conversar com amigos, fazer amizades, tudo isso faz parte do nosso dia a dia", considera a psicóloga Lizandra Arita, da Arita Treinamentos.

Isso pode ser bom, mas pode ser ruim também! "As relações estão cada vez menos respeitosas, o mundo virtual permite que você encerre uma conversa simplesmente apertando um botão, sem qualquer preocupação com os sentimentos da outra pessoa. Este comportamento acaba contaminado as relações do mundo real", pondera a psicóloga clínica Marisa de Abreu.

Acontece que essas mídias envolvem mais do que piadinhas e imagens fofas, muitas vezes elas englobam problemas como ansiedade, autoestima e timidez. Mas será que essas redes estão afetando mais sua vida do que você supõe? Pense em suas respostas para as perguntas abaixo e verifique se você não tem levado problemas virtuais para a vida real. 
 
Estresse diante do computador - Foto: Getty ImagesAs repercussões do que você publica afetam seu humor?
Entre os diversos sentimentos que as redes sociais amplificam, a carência se encontra muito bem alimentada! "As pessoas sempre buscam uma forma de aceitação e reconhecimento, então postam momentos em que pensam que terão mais acompanhamento. Não importa o assunto postado, a pior sensação que a pessoa tem, é, ao fazer uma publicação, constatar que ninguém a acompanhou ou curtiu sua atividade", pondera a psicóloga Lizandra Arita, da Arita Treinamentos. Isso pode gerar inclusive uma grande ansiedade em querer ser aplaudido e reconhecido, que logo se transforma em frustração ao não ser atendida.

Mas existem pessoas mais propensas a esse tipo de sentimento: "se o indivíduo tem a autoestima baixa, com certeza dará mais valor à sua frustração nesses momentos. O mesmo acontece com a pessoa que ganhou tudo o que queria durante sua infância e cresceu mimada", acredita a profissional. Se isso está afetando você demais, talvez seja a hora de olhar melhor para si mesmo e tentar resolver esse problema, até mesmo com ajuda psicológica.                    
 
Tristeza com as atualizações - Foto: Getty ImagesVocê se sente mal ao ver as atualizações de seus amigos e conhecidos?
Os estudiosos reconhecem: um dos sentimentos mais relacionados às mídias sociais não é a alegria que todos demonstram ter, e sim a inveja! Uma pesquisa feita pelas Universidades alemãs Humboldt e Técnica de Darmstadt concluíram que uma em cada cinco pessoas aponta o Facebook como origem de seus sentimentos de cobiça e frustração pelo que não tem.

De certa forma, ambos os sentimentos estão interconectados, afinal é o exagero geral em mostrar alegria que causa essa sensação nos outros. "Justamente porque assim como existem pessoas que mostram uma realidade que ela gostaria de viver (e não que realmente vive), quem está do outro lado nem sempre tem a maturidade para discernir o que é verdade", diferencia a psicóloga Lizandra. O equilíbrio, portanto, está em sempre lembrar que nem tudo que reluz no seu mural é ouro e pensar que talvez a vida de quem está postando seja tão comum quanto a sua. Vale refletir também: será que você está ai se lamentando, quando na verdade seus posts causam esses sentimentos nos outros também? 
 
Amigos nas mídias sociais - Foto: Getty ImagesSeus amigos mudaram com você depois de tê-lo nessas mídias?
Vamos encarar os fatos, a forma como você se comporta nas mídias sociais nem sempre reflete sua personalidade real. "A vida virtual permite um tanto de impessoalidade".
 
A proteção do mundo virtual também facilita para que as pessoas façam coisas que a formalidade da vida real não permitiria", explica a psicóloga clínica Marisa de Abreu.
 
É mais fácil, por exemplo, deixar de lado a timidez e expor outros lados de sua personalidade. O problema é quando as duas imagens se confrontam no dia a dia e as pessoas passam a não o reconhecer mais em cada um desses ambientes. Para resolver esse conflito, vale pensar melhor que tipo de imagem você está passando e pesar o que vale a pena ser postado ou não nas redes. 
 
Brigas ocasionadas pela internet - Foto: Getty ImagesVocê mudou com alguém após adicioná-lo no mundo virtual?
Outro estudo que tentou compreender melhor os relacionamentos da era virtual chegou à outra conclusão ruim: uma em cada cinco pessoas reduziu sua relação na vida real com alguém após algum conflito na esfera virtual, concluíram os pesquisadores da VitalSmarts, empresa de treinamento corporativo que conduziu as 2.698 entrevistas.

E realmente, o ambiente virtual está mais propenso à falta de consideração: "Isso afeta as pessoas a partir do momento que as pessoas passam a se comportar na vida real da mesma forma desregrada que se dá o direito de viver no mundo virtual", comenta a psicóloga clínica Marisa. Nesses casos, vale lembrar que mesmo nas redes sociais as consequências de suas ações podem ser reais! Mas antes de cortar relações com alguém, por que não substituir a briga online por uma conversa olho no olho para esclarecer a situação? 
 
Conferindo o celular ao despertar - Foto: Getty ImagesA primeira coisa que você faz no dia é conferir como está sua rede social?
Tudo bem, muita gente desperta com o celular e pode até usar essas mídias para expulsar o sono e conseguir levantar da cama. A medida do exagero está no quanto isso pode atrapalhar seu dia a dia. "Se o tempo e a hora que a pessoa confere o que acontece no mundo virtual causa algum dano como, por exemplo, demissão ou rompimento de relacionamento, esta pessoa não está saudável", expõe Marisa.

Algumas pessoas também adquirem a mania de postar absolutamente tudo que acontece nessas redes, o que pode ser considerado um alerta. "Se for um adolescente, pode ser que esteja passando por uma fase, mas, se for um adulto, o caso deve ser analisado. Ele pode estar se sentindo muito solitário e precisar de ajuda profissional", se preocupa Lizandra. 
 
Preferindo o celular às pessoas - Foto: Getty ImagesVocê tem preferido a companhia do seu smartphone à dos outros?
Cada vez mais a figura das mídias sociais está ligada ao telefone celular, afinal hoje ele é um computador portátil. E isso está criando um novo problema virtual na vida real: a pessoa que fica imersa na telinha enquanto o mundo passa lá fora. "Parece que está criada uma nova etiqueta: eu olho para meu smartphone, você olha para o seu e, no final, ficamos todos felizes", lamenta a psicóloga Marisa.

Mas sempre dá tempo de retomar o olho no olho. Lizandra nos ensina, inclusive, algumas estratégias, como manter a tela do celular virada para baixo no trabalho, estipulando um tempo determinado para conferir como andam as novidades nas mídias ou deixar o celular no bolso ou na bolsa quando estiver em um evento social ou almoçando com amigos, familiares ou colegas de trabalho. 
 
Amor nos tempos de internet - Foto: Getty ImagesAnda mais difícil viver relacionamentos amorosos?
Alguns acreditam que só de olhar o perfil de uma pessoa na internet, já sabem tudo sobre ela: hobbies, gostos pessoais, profissão e grau de escolaridade, o que tem modificado inclusive as formas como ocorrem os encontros. "O básico do outro nunca representa informação necessária para ter a mínima noção sobre quem é a outra pessoa, mas acreditar que seria suficiente faz as pessoas serem preconceituosas e considerar que já sabe tudo a respeito de que não se sabe nada", considera Marisa. Mas há também quem aproveite essa oportunidade para encontrar pessoas com mais afinidades e até consiga um relacionamento estável dessa forma.

Por outro lado, essas redes também são culpadas por términos: um em cada 3 divórcios nos Estados Unidos em 2012 citaram a palavra "facebook", por exemplo, segundo o Wall Street Journal. E mesmo superar um término se torna mais difícil, é muito simples "fuçar" como anda a vida do seu ex, saber se ele já superou a relação, e normalmente sofrer com todos os posts que reforçaram a alegria que ele sente. "Isso pode tornar-se preocupante quando a pessoa gasta mais tempo tentando descobrir informações do ex, do que investindo na própria vida", ressalta Lizandra. Portanto, vale tomar cuidado e lembrar mais uma vez que nem tudo que é postado nessas redes é fidedigno à realidade.
 
Fonte Minha Vida

Sete maneiras de definir a barriga sem abdominais

mulher fazendo yoga - Foto: Getty Images
As aulas de yoga podem ajudar na definição do abdômen
Monte a combinação perfeita para ganhar tônus e gominhos
 
A competição é acirrada: de um lado, a vontade em conseguir o abdômen definido. Do outro, a preguiça em encarar o abominável sobe e desce dos abdominais.
 
Entre um e outro, ficam você e a culpa por não dar um fim nessa situação.

"Mas existem outras maneiras de definir o abdômen, ganhando tônus e alcançando a hipertrofia dos músculos", afirma o professor Diogo Cestari de Aquino, especialista em fisiologia do exercício e reabilitação cardíaca.
 
É importante ressaltar que não existe um único exercício capaz de realizar esse objetivo.
 
Para tonificar o abdômen, é importante conciliar exercícios de fortalecimento com sessões de treinamentos aeróbios, para diminuir a porcentagem de gordura.
 
Além disso, é preciso trabalhar o fortalecimento e o alongamento dos músculos que mantém a postura equilibrada.
 
mulher respirando fundo - Foto: Getty ImagesControle da respiração
O controle da respiração durante a realização de outros exercícios físicos tem como principal objetivo a estabilização do movimento. Por isso, a respiração em si não traz modificações na estética e no fortalecimento da parede abdominal. No entanto, para um indivíduo destreinado, esse estímulo pode ser suficiente para obter pequenas melhorias nesses músculos, como a diminuição da flacidez.
 
mulher caminhando - Foto: Getty ImagesCaminhada e corrida
Os dois exercícios são excelentes aliados na definição dos músculos abdominais. Para conquistar a definição muscular desejada, três fatores são de extrema importância:

- hipertrofia dos músculos abdominais
-diminuição da porcentagem de gordura
-boa postura

A corrida e a caminhada são excelentes aliadas na diminuição da porcentagem de gordura, porque queimam calorias. 
 
mulher sentada alinhando a postura - Foto: Getty ImagesBoa postura
Ela é fundamental para eliminar a barriga. A postura inadequada pode ocorrer por um desequilíbrio muscular, evidenciado pela fraqueza da parede abdominal e pelo encurtamento da musculatura vertebral lombar e flexores do quadril. Associado a esse quadro, observa-se aumento da lordose lombar, causa frequente de quadros de lombalgia. Por isso, o fortalecimento e o alongamento das musculaturas favorecem a manutenção ou a melhora do alinhamento postural. 
 
mulher fazendo yoga - Foto: Getty ImagesAulas de yoga
As aulas de yoga podem ajudar na definição do abdômen. Além das técnicas respiratórias que promovem o trabalho dos músculos abdominais profundos, inúmeras posições da prática solicitam fortemente o trabalho abdominal para a estabilização dos movimentos, contribuindo para o fortalecimento da parede abdominal. 
 
mulher fazendo pilates - Foto: Getty ImagesPilates
Os exercícios praticados no Pilates são excelentes aliados na definição da região. Em todos eles, o principio básico é a ativação dos músculos profundos do abdômen, promovendo a correta respiração, a estabilização do centro de equilíbrio e a melhora postural. Além disso, o trabalho dos músculos superficiais do abdômen é extremamente solicitado na execução de inúmeros movimentos, contribuindo para a melhora da definição muscular.  
 
Aula de spinning  - Foto: Getty ImagesAulas de spinning
As aulas de spinning podem favorecer o abdômen por auxiliarem na manutenção da composição corporal ou na diminuição da porcentagem de gordura. Assim como a corrida e a caminhada, trata-se de uma atividade aeróbia e que, por isso, ajuda na queima de gordura. Mas, por causa da posição sentada, é importante observar a postura e trabalhar, em conjunto, exercícios para melhorar o equilíbrio postural. 
 
homem alongando no parque - Foto: Getty ImagesAlongamento
Apesar de não atuar de forma significativa na diminuição da porcentagem de gordura ou no fortalecimento abdominal, as aulas de alongamento podem auxiliar na melhora da definição muscular. Isso porque esses movimentos promovem o equilíbrio postural, fator extremamente importante também para a estética. 
 
aula de abdominal - Foto: Getty ImagesTonificação ou hipertrofia?
A diferença entre o trabalho de tonificação e hipertrofia muscular não está na modificação dos exercícios, e sim na intensidade e volume de trabalho a ser realizado. Para priorizar a hipertrofia, a carga (intensidade) de trabalho deverá ser maior, portanto o volume (repetições) total diminui. Em trabalhos de tonificação muscular, o volume total de trabalho é aumentado, portanto a carga de trabalho fica diminuída (em relação a um treinamento para hipertrofia). Vale lembrar que, para qualquer um dos objetivos, as últimas repetições devem ser realizadas com dificuldade. 
 
Fonte Minha Vida

Quatro tipos de abdominais que deixam a sua barriga definida

Abdominal tradicional - Foto Getty Imagtes
Abdominal tradicional
Para quem está começando, esse sem dúvida é o tipo
 de abdominal mais indicado
É preciso fortificar todos os músculos da região para ficar com um legítimo "tanque"
 
Ir à academia perder a barriga para o verão parece não ser uma tarefa complicada. Para ficar com a barriga definida basta fazer abdominais, certo? Errado. Antes, é preciso acabar com a camada de gordura que se acumulou na parte abdominal, chamada gordura central.

"O abdominal busca o fortalecimento e a tonificação dos músculos, e não queimar calorias. Quem começa a fazer esse exercício buscando perder peso, está perdendo tempo.

Para ficar com os músculos da barriga definidos e aparentes, é preciso primeiro perder a camada de gordura acumulada na região da barriga", diz o personal trainer Ivaldo Lorentis.

O especialista avisa que os exercícios abdominais não devem ser feitos todos os dias. Segundo ele, isso sobrecarrega a musculatura, causando dores e lesões que prejudicam o programa de exercícios. Normalmente, pessoas que tentam fazer todos os dias com pressa de ficar com a barriga definida passam semanas lesionadas.

Também é preciso variar os tipos de abdominal para ter uma barriga bem definida por completo. "Cada tipo de abdominal trabalha uma parte da barriga. Desde o clássico até o feito com as pernas elevadas, todos têm um benefício para um músculo determinado da barriga", conta o personal trainer.
 
Aprenda a fazer quatro tipos desse exercício: 
 
Abdominal tradicional - Foto Getty ImagtesAbdominal tradicional
Para quem está começando, esse sem dúvida é o tipo de abdominal mais indicado. Como o movimento é simples e intuitivo, é mais difícil se movimentar errado e não ter resultados positivos. "O primeiro passo é ficar deitado com as costas encostadas no chão, e com as pernas flexionadas, com os joelhos apontando para o teto e como os pés apoiados no chão. Depois, basta levantar a parte superior do corpo apenas com a força dos músculos abdominais, sem ter pressa ou sem tentar encostar o peito nos joelhos flexionados", diz Ivaldo. Seguindo essas dicas, é mais provável que só o abdômen esteja sendo trabalhado. O abdominal tradicional trabalha principalmente a parte superior do abdômen, tanto por causa da respiração quanto pelo movimento do corpo.

O número de abdominais desse tipo indicado para cada pessoa é em torno de três séries de 25 flexões a cada dois dias. Uma técnica eficiente para saber quantas flexões devemos fazer é a seguinte: faça o máximo de abdominais que conseguir sem parar. Conte o número de flexões e o divida por dois. Depois disso, faça três séries desse número. Se uma pessoa consegue fazer 30 flexões sem parar, ela é capaz de fazer três séries de 15 sem ficar sobrecarregada.                       

Abdominal oblíquo - Foto Getty ImagesAbdominal oblíquo (perna cruzada)
Esse tipo de exercício deve ser feito para quem busca tonificar especificamente a parte lateral, também chamada de musculatura oblíqua, do abdômen. "Ele não é simples de ser feito, mas não é tão intenso quanto o abdominal com perna elevada e o com apoio", explica Ivaldo Lorentis.

Por mais que a concentração na contração muscular seja necessária em todos os tipos de abdominal, para o obliquo a atenção deve ser dobrada. "Como se trata de um movimento complexo, que envolve perna, braços e barriga, é comum que as pessoas estejam puxando a cabeça com os braços no final do exercício", diz o especialista.

Para começar, flexione e cruze uma perna por cima da outra, apoiando a panturrilha de uma das pernas no joelho da outra. Mantenha um braço atrás da nuca e outro estendido do lado do corpo. O braço flexionado deve estar do lado contrário da perna dobrada. Depois de estar nessa posição, faça a elevação como se estivesse tentando encostar o cotovelo do braço que está flexionado no joelho da perna apoiada.

"Essa flexão pode ser realizada 30 vezes de cada lado a cada dois dias, e não é aconselhável para quem tem algum tipo de problema na região cervical", explica o personal trainer.

Abdominal com apoio - Foto Getty ImagesAbdominal com apoio
Esse tipo de abdominal é mais intenso do que o tradicional e deve ser feito com menos repetições. "Como é um movimento mais difícil, 10 repetições por dia já são suficientes para trabalhar os músculos de forma satisfatória", diz o personal trainer. Utilize uma cadeira para apoiar as pernas e deixá-las alinhadas com os joelhos. Com as mãos na nuca, faça o movimento de elevação, depois volte à mesma posição. É importante que as pernas fiquem paralelas ao solo e não mudem de posição. Com esse movimento, os músculos da parte inferior e mediana do abdômen são fortificados.

Mas, como se trata de um movimento muito específico, que força bastante a coluna, pessoas que têm problemas de hérnia de disco não devem fazer esse tipo de abdominal.

abdominal com perna elevada - Foto Getty ImagesAbdominal com perna elevada
Esse tipo de abdominal é parecido com o feito com apoio de uma cadeira, com a diferença de que as pernas devem ficar elevadas sem nenhum tipo de auxílio.

Só essa posição já é suficiente para forçar a parte inferior dos músculos abdominais. Mas, quando o exercício começa de verdade, as musculaturas inferior, média e superior de nossa barriga são trabalhadas ao mesmo tempo, tornando esse tipo de abdominal, além do mais intenso, o que trabalha mais músculos.

"Como é um exercício bastante avançado, devem ser feitas apenas 20 flexões, para todas as pessoas que não tem nenhum tipo de problema de coluna.

Quanto mais devagar for feito o abdominal, maior será o resultado que o exercício demonstrará", diz Ivaldo.
 
Fonte Minha Vida