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segunda-feira, 20 de abril de 2015

Pacientes que usam antibióticos têm melhoras nos sintomas do autismo

Uma das linhas de pesquisa indica que o benefício pode estar ligado a mudanças na flora intestinal
 
As observações de um pai atento detalhadas na revista especializada Microbial Ecology in Health and Disease surgem como uma esperança para pessoas com autismo. O médico John Rodakis conta sobre uma experiência que pauta a sua vida: a incontestável melhora do filho autista após o uso de um antibiótico comum. A constatação não é exclusiva do norte-americano: outros pais e pesquisadores narram experiências similares. Por isso, defende Rodakis, a suspeita vale investigação.

O médico notou os primeiros sinais do distúrbio quando o filho tinha 2 anos e meio. A criança, até então com um desenvolvimento considerado normal, passou a evitar contato visual e a sofrer com tarefas que saíssem da rotina. Não demorou para que fosse diagnosticada com autismo moderado para grave no Centro Médico Infantil em Dallas, nos Estados Unidos. A experiência intrigante com o antibiótico ocorreu cerca de um ano depois, logo após o Dia de Ação de Graças de 2012.

Após o tradicional encontro com parentes, os dois filhos de Rodakis contraíram uma infecção na garganta. Eles foram submetidos a um tratamento de 10 dias com um dos antibióticos mais comuns do mercado, a amoxicilina. A inflamação regrediu em apenas dois dias. O que aconteceu em seguida, entretanto, foi o que chamou a atenção dos pais: no quarto dia do tratamento, alguns dos sintomas do filho com autismo melhoraram visivelmente. O progresso evoluiu diariamente e em velocidade impressionante.
 
Correio Braziliense

Açaí tem potencial para prevenir aterosclerose, aponta estudo

Foto Reprodução da Internet
Pesquisa brasileira mostra que o fruto é capaz de evitar a formação de placas nas artérias e combater processos que aceleram o envelhecimento
 
Belo Horizonte - Saboroso, refrescante e energético, mas também um aliado e tanto no controle de doenças e até do envelhecimento.

O açaí, fruto que se popularizou nas últimas décadas, deixa a esfera nutricional para se tornar objeto de estudo científico em razão dos efeitos que provoca na saúde humana. Pesquisa da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) concluiu que o produto pode prevenir a formação de placas ateromatosas — característica da aterosclerose, doença responsável por grande parte dos acidentes cardiovasculares e de morte — e apresentar efeito antioxidante, agindo na proteção contra as consequências danosas dos radicais livres sobre as células do corpo.
 
Em um primeiro momento, o estudo avaliou, em ratos, marcadores (parâmetros que indicam alterações) bioquímicos, clínicos e físicos relacionados a fatores de risco ou a processos metabólicos e fisiológicos ligados a enfermidades como aterosclerose, diabetes e doenças inflamatórias, entre elas a artrite reumatoide. As análises mostraram que a inclusão do açaí na dieta diminuiu nos animais marcadores de danos oxidativos e melhora o perfil de lipídios no sangue.

A oxidação é uma reação química na qual uma molécula ganha oxigênio ou perde hidrogênio ou elétrons. Quando isso ocorre com uma molécula do organismo (proteínas e lipídios, por exemplo) ou com o DNA, pode haver dano com perda de função. O processo está relacionado ao mecanismo de várias doenças, como câncer, e do envelhecimento.

A coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas e do Laboratório de Epidemiologia Molecular da universidade, professora Renata Nascimento de Freitas, explica que as reações de oxidação estão sempre ocorrendo no organismo, mas a ação de mecanismos antioxidantes — enzimas produzidas pelo corpo e substâncias derivadas da dieta, como as vitaminas C e E, o selênio e substâncias conhecidas como polifenóis — impede maiores danos. No entanto, quando a produção desses radicais livres aumenta muito, os mecanismos de defesa podem não ser suficientes para contrabalançar a elevação e danos podem ocorrer, acelerando o envelhecimento e facilitando o aparecimento de doenças. “Além de ser um processo normal do nosso metabolismo, as reações de oxidação podem aumentar quando a pessoa se expõe a poluição, fumaça do cigarro, inflamação e até mesmo exercício físico exagerado”, diz.

Em mulheres
Estimulados pela existência de poucos estudos na literatura científica sobre o tema, o grupo de pesquisas Nutrigen, da Escola de Nutrição da Ufop, decidiu avaliar também os efeitos do consumo da polpa de açaí disponível comercialmente sobre os marcadores de processos associados a doenças em mulheres. Quarenta e duas voluntárias consumiram 200g do produto por dia pelo período de um mês. No início do experimento, elas apresentavam concentrações de colesterol total, LDL e HDL, dentro da faixa de normalidade. “Os marcadores que avaliamos são de eventos metabólicos mais precoces, que podem estar envolvidos nas fases iniciais da aterosclerose, antes mesmo de ocorrer aumento do colesterol no sangue, e que podem indicar a oxidação do colesterol LDL”, afirma Renata Freitas.
 
Correio Braziliense

Saiba mais sobre a asma que atinge cerca de seis milhões de pessoas no Brasil

Fonte: Victoria ChernousA asma é uma doença crônica que inflama as vias aéreas e dificulta a passagem do ar para os pulmões
 
Com isso, a pessoa que sofre do problema passa a ter dificuldades para respirar . As crises podem ser provocadas pela fumaça de cigarro, ácaros, pelos de cães e gatos, mofo, aquecedores e fogões a gás e odores fortes de perfumes, produtos de limpeza e tinturas.
 
Os sintomas mais frequentes são a falta de ar, tosse seca, chiado e aperto no peito. A diretora do Departamento de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis do Ministério da Saúde, Deborah Malta, explica o que as pessoas precisam fazer para evitar as crises de asma. “Então, é muito importante que a família verifique tapetes, cortinas, colchas que ficam sobre a cama durante muitos meses e anos, então isso sempre tem que ser higienizado, sempre lavado para que possa ter a menor proporção de alérgenos possível. Em crianças é muito comum também o uso de roupas de lã e isso deve ser evitado. As vezes tem também animais de estimação, como cachorros e gatos que soltam pelos e são partículas pequenas que podem desencadear muito esse tipo de crise.”
 
As pessoas que vivem com asma têm acesso gratuito ao medicamento oferecido pelo programa Farmácia Popular. Para retirar os remédios, basta apresentar um documento de identidade com foto, CPF e receita médica dentro do prazo de validade, que são 120 dias. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um médico que atende em hospitais ou clínicas privadas.

Fonte: Victor Maciel/ Agência Saúde

Saiba mais sobre diabetes que atinge 246 milhões de pessoas no mundo

Fonte: alexwhiteO diabetes é uma doença metabólica que é caracterizada pelo aumento da glicose no sangue
 
O distúrbio acontece porque o pâncreas não é capaz de produzir a insulina em quantidade suficiente para suprir as necessidades do organismo. A insulina promove a redução da glicemia ao permitir que o açúcar que está presente no sangue possa penetrar dentro das células, para ser utilizado como fonte de energia.
 
A coordenadora geral de atenção às pessoas com doenças crônicas do Ministério da Saúde, Patrícia Chueiri, explica quais são os fatores de risco que podem provocar o diabetes. “Os principais fatores de risco para desenvolver o diabetes é a obesidade, o sedentarismo e má alimentação. Geralmente é uma doença mais silenciosa, um fator de risco para ter infarto, para ter derrame. Os principais métodos de prevenção em relação ao diabetes estão desde a prática da atividade física, pelo menos 30 minutos, 5 vezes na semana, controle da alimentação, alimentar várias vezes por dia, não fazer grandes períodos de jejum, balancear a alimentação dentro de carboidratos, proteínas, gordura, ampliar a ingesta de verduras e legumes, são esses tipos de ações. É recomendado que procure uma unidade básica de saúde para ter as orientações individualizadas."
 
Para tratar o diabetes, o Ministério da Saúde oferece gratuitamente medicamentos pelo programa Farmácia Popular. Para retirar os remédios, basta apresentar um documento de identidade com foto, CPF e receita médica dentro do prazo de validade, que são 120 dias. A receita pode ser emitida tanto por um profissional do SUS quanto por um médico que atende em hospitais ou clínicas privadas.
 

Repelente deve ser passado após o filtro solar ou o hidratante

Repelente precisa ter icaridina para combater a dengue. Produto deve ser reforçado a cada quatro horas

O Brasil pode enfrentar a maior epidemia de dengue de todos os tempos e o Bem Estar está nesta luta contra o mosquito. Você sabe quando passar o repelente? E qual repelente combate o aedes aegypti.
 
Quem tirou as dúvidas foi a dermatologista e consultora do programa Márcia Purceli.

O repelente funciona contra o mosquito, mas ele precisa ter icaridina. “A substância é capaz de repelir esses mosquitos. Precisa olhar no rótulo para ver se tem a icaridina. Aí sim, você estará protegido contra a dengue”, alerta a dermatologista.

Grávidas podem e devem passar repelentes com icaridina. Crianças também podem passar repelentes, mas os infantis. “O ideal é repassar o repelente. Ele dura inteiro, mais ou menos, umas dez horas, mas como suamos durante o dia, o ideal é repassar de quatro em quatro horas.”

A doutora Márcia lembra que o repelente é sempre o último a ser passado no corpo. “Se eu passei hidratante, eu vou passar depois o repelente. Se passei o filtro solar, vou passar depois o repelente. É sempre a última coisa. Nos casos de maquiagem também. O ideal para o rosto são os repelentes em gel.”
 
Bem Estar

Saiba reconhecer os principais sintomas da dengue

'Sinais de alerta' indicam se infecção pode ser grave ou mais moderada. Doença requer hidratação constante e bom senso no uso do paracetamol
 
Diagnosticar a dengue com rapidez é uma das chaves para combater a doença com maior eficácia. O primeiro passo para isso é conhecer como a infecção se manifesta. Se os sintomas forem reconhecidos, é fundamental procurar um médico o mais rápido possível. Em geral, a doença tem evolução rápida. Por isso, saber antes pode fazer a diferença entre a ocorrência de um mal menor e consequências mais graves, principalmente no caso de crianças.
 
dengue (Foto: Arte G1)
 
Existem quatro tipos do vírus da dengue: O DEN-1, o DEN-2, o DEN-3 e o DEN-4. Eles causam os mesmos sintomas. A diferença é que, cada vez que você pega um tipo do vírus, não pode mais ser infectado por ele. Ou seja, na vida, uma pessoa só pode ter dengue quatro vezes.
 
70% a 90% das pessoas que pegam a dengue pela primeira vez não têm nenhum sintoma. Nos casos mais graves, a doença pode ser hemorrágica ou fulminante, levando à morte.
 
Os principais "sinais de alerta" da doença são dor intensa na barriga, sinais de desmaio, náusea que impede a pessoa de se hidratar pela boca, falta de ar, tosse seca, fezes pretas e sangramento.
 
Diagnóstico precoce
É essencial fazer tanto um diagnóstico clínico – que avalia os sintomas – como o exame laboratorial de sorologia, que verifica a contagem de hematócritos e plaquetas no sangue. A contagem de hematócritos acima do normal e de plaquetas abaixo de 50 mil por milímetro cúbico de sangue pode ser um indício de dengue.
 
O exame de sangue, por si só, não determina se o paciente está com dengue ou não. É preciso diagnosticar também os sintomas. Esses dois fatores vão determinar as condições do paciente.
 
Período crítico
O período crítico da doença é quando a febre do paciente diminui. Se a febre passar e o paciente tiver muita dor na barriga, ele está num estado grave mesmo sem sangramento.Esse poder ser um problema no atendimento primário nos hospitais porque geralmente as pessoas com febre são atendidas prioritariamente.
 
Ao passar a febre, a pessoa pensa que está curada, mas pode apresentar queda brusca de pressão, mal-estar e manchas vermelhas pelo corpo. O número de plaquetas no sangue ainda continua baixo e, por isso, é preciso continuar o tratamento.
 
O monitoramento clínico e laboratorial tem de ser constante, principalmente 72 horas após o período de febre. A complicação maior acontece no quinto dia da doença. O paciente tem de fazer pelo menos três exames de sangue, no início da dengue, depois da febre e uma terceira vez para ver se as plaquetas já voltaram ao normal.
 
Tratamento
A hidratação do paciente é parte importante do tratamento, pois a dengue é uma doença que faz a pessoa perder muito líquido. Por isso, é preciso beber muita água, suco, água de coco ou isotônicos.
 
Bebidas alcoólicas, diuréticas ou gaseificadas, como refrigerantes, devem ser evitadas.
 
Não existe um medicamento específico para a doença. A medicação serve basicamente para aliviar as dores.
 
G1

Doença misteriosa causa 18 mortes na Nigéria


Funcionário do Aeroporto Internacional de Lagos, na Nigéria, examina passageiro: país registrou casos de ebola no ano passado, mas autoridades acreditam que agora lidam com outra doença
Foto: Sunday Alamba/AP
Sunday Alamba/AP: Funcionário do Aeroporto Internacional de Lagos, na
Nigéria, examina passageiro: país registrou casos de ebola no ano passado,
 mas autoridades acreditam que agora lidam com outra doença
Sintomas são dor de cabeça, perda de consciência e de peso e problemas de vista; pacientes podem morrer em 24 horas
 
Rio - Uma doença misteriosa causou a morte de 18 pessoas no sudoeste da Nigéria, declarou neste sábado um funcionário do governo regional.
 
"No total, 23 pessoas foram afetadas e 18 morreram", disse à AFP Dayo Adeyanju, comissário de Saúde do Estado de Ondo, onde a doença surgiu no início da semana, na cidade de Ode Irele.
 
Um boletim precedente apontava 17 mortes em Ode Irele.
 
Os sintomas desta misteriosa doença são dor de cabeça, perda de consciência e de peso e problemas de visão, seguidos de morte em 24 horas.
 
Os exames efetuados até agora não indicaram se tratar de uma doença viral ou de Ebola, em particular, afirmou o porta-voz.
 
O Ebola, uma febre hemorrágica de origem viral, deixou desde 2014 mais de 10.600 mortos, principalmente na Libéria, Serra Leoa e Guiné, mas também afetou a Nigéria.
 
Segundo Akinmade, que declarou que a doença está restrita a Ode Irele, especialistas da Organização Mundial da Saúde (OMS), do ministério nigeriano da Saúde e outros colaboradores se reuniram na cidade.
 
As amostras de fluidos corporais dos afetados pela doença foram enviadas neste sábado ao hospital universitário de Lagos, onde estão sendo analisadas, informou um porta-voz da OMS.
 
O Globo

Exame de sangue pode ser base para novo diagnóstico de câncer

Stock Photos: Biópsia líquida indica recorrências do câncer
até três meses antes do que a tomografia computadorizada
Teste identifica trechos do DNA da doença e permite que médicos monitorem a eficácia de terapias
 
Nova York - Pesquisadores americanos estão testando uma potencial inovação: em vez de cortar um pedaço do tumor para fazer a biópsia do câncer, um exame de sangue promete encontrar pequenos trechos do DNA do câncer no sangue do paciente.
 
A expectativa é que o teste — muito menos oneroso que a biópsia tradicional ou a tomografia computadorizada — permitirá oncologistas a concluir rapidamente a eficácia do tratamento e uma forma de monitorá-lo, caso o câncer desenvolva uma resistência. Neste caso, o tratamento poderia ser abandonado rapidamente, poupando os pacientes de efeitos colaterais e permitindo que os médicos testem alternativas.
 
— Isso pode mudar definitivamente a forma como monitoramos a resposta aos tratamentos, assim como a possibilidade de resistência a eles. E, no futuro, também pode ser usado para o diagnóstico precoce — disse José Baselga, diretor médico do Centro de Câncer Memorial Sloan Kettering, em Nova York.
 
Os pesquisadores, no entanto, ressaltam que ainda é necessário averiguar a precisão e a confiabilidade do novo teste. Até agora, poucos estudos foram realizados e apenas para alguns tipos de câncer, como os de pulmão e cólon. Mas os resultados preliminares são animadores. Um estudo do Instituto Nacional do Câncer dos EUA publicado este mês na revista “The Lancet Oncology”, envolvendo 126 pacientes com o tipo mais comum de linfoma, descobriu que o teste indicou a recorrência da doença mais de três meses antes da tomografia computadorizada. A biópsia líquida também identificou pacientes que provavelmente não responderiam às terapias.
 
Entre os resultados bem sucedidos está o da professora Mary Susan Sabini, da cidade de Gardiner, no estado de Nova York. Seu câncer de pulmão resistiu a duas tentativas de quimioterapia . Os médicos no Centro de Sloan Kettering identificaram o DNA do câncer em seu sangue quando ela começou a tomar uma droga experimental em outubro.
 
Quatro dias depois, os fragmentos de DNA do câncer haviam desaparecido, o que seria um sinal de que o tratamento estava funcionando. Após alguns meses, ela passou por uma tomografia computadorizada, que confirmou o encolhimento do tumor.
 
— Cada câncer tem uma mutação que pode ser acompanhada por este método — explicou David Hyman, o oncologista de Sloan Kettering que está conduzindo o estudo da droga experimental de Mary Susan.
 
O Globo

Quatro alimentos que combatem inflamações

Confira:
 
Cereja
A pequena fruta pode diminuir significativamente os marcadores inflamatórios no corpo (como a proteína C reativa) e ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, diabetes, artrite e diversos tipos de câncer.
 
A pequena fruta pode diminuir significativamente os marcadores inflamatórios no corpo (como a proteína C reativa) e ajuda a prevenir doenças cardiovasculares, diabetes, artrite e diversos tipos de câncer. Foto: COBRASoft / Stock Photos
 
Manga
Compostos da fruta tropical chamados polifenóis podem combater células cancerosas na mama. Além disso, a manga é fonte de mais de 20 vitaminas e minerais, incluindo as vitaminas A, C, B6, folato e potássio.
 
Compostos da fruta tropical chamados polifenóis podem combater células cancerosas na mama. Além disso, a manga é fonte de mais de 20 vitaminas e minerais, incluindo as vitaminas A, C, B6, folato e potássio. Foto: Stock Photos
 
Cúrcuma
Devido a seus benefícios no combate a inflamações, os cientistas estão usando o ingrediente ativo da planta, a curcumina, em experimentos contra a artrite reumatoide e a doenças neurodegenerativas, como o mal de Alzheimer.
 
Devido a seus benefícios no combate a inflamações, os cientistas estão usando o ingrediente ativo da planta, a curcumina, em experimentos contra a artrite reumatoide e a doenças neurodegenerativas, como o mal de Alzheimer. Foto: Divulgação
 
Gengibre
A erva é usada há séculos contra a náusea e a dor. Agora, cientistas avaliam se ela pode beneficiar pacientes com osteoartrite. Outra avaliação é que ela pode ajudar a reduzir a inflamação neuronal e declínios cognitivos e da memória.
 
A erva é usada há séculos contra a náusea e a dor. Agora, cientistas avaliam se ele pode ser usado em pacientes com osteoastrite. Outra avaliação é que ela pode ajudar a reduzir a inflamação neuronal e declínios cognitivos e da memória. Foto: Stock Photos
 
O Globo

As crianças precisam mesmo de leite?

Se você ou seus filhos não têm nenhum tipo de alergia ou intolerância, consuma leite porque gosta e em quantidades moderadas, mas não espere inúmeros benefícios
Se você ou seus filhos não têm nenhum tipo de alergia ou
 intolerância, consuma leite porque gosta e em quantidades
 moderadas, mas não espere inúmeros benefícios
Crescemos em uma cultura que nos ensina que o leite é um alimento fundamental para o crescimento saudável das crianças. Mas será que elas precisam tanto assim da bebida?
 
Os leites mais comuns usados para o consumo humano são o de vaca, de cabra e leite de ovelha. Outras culturas consomem a bebida de outras fêmeas mamíferas. Isso é um hábito muito antigo, muito comum e muito enraizado em diversas culturas a partir do momento em que o homem passou a domesticar alguns animais.
 
A primeira e mais importante observação: o leite consumido hoje, aquele comprado no supermercado em caixinhas longa vida, em pó ou em garrafinhas, é um produto alimentício muito diferente daquele leitinho morno recém-saído da vaca.
 
O leite encontrado no mercado é um produto alimentício altamente processado e totalmente desnaturado, com sua estrutura original completamente alterada. Desconfio muito que esta seja a razão principal para tantos casos de alergias e intolerância ao leite.
 
As mães são ensinadas que seus filhos devem tomar leite – primeiro o materno e depois, na falta desse, fórmulas lácteas, que de leite não têm muita coisa além da cor branca. Leite de vaca era coisa de antigamente, não se recomenda mais. As pessoas que aderem a uma alimentação mais “alternativa” ou as que são alérgicas/intolerantes podem optar por leite de cabra ou leites vegetais completamente artificiais (esses últimos, na minha opinião, os piores porque nem gostosos são).
 
Qual a razão para tanto apreço por essa bebida afinal de contas? Pelo que escuto por aí, a maior preocupação é o cálcio, que faz bem aos ossos e deve estar presente numa quantidade mínima em toda alimentação saudável.
 
E se eu te contar que apesar do leite realmente ser um alimento rico em cálcio a substância quase não é bem aproveitada pelo nosso organismo? E se eu te contar que todo esse cálcio do leite quase não vai para os ossos e pode até acabar no lugar errado formando, por exemplo, os desagradáveis e doloridos cálculos renais?
 
A questão é que não basta um alimento ser rico nessa ou naquela substância se a tal não é absorvida pelo organismo da forma necessária. E para que isso aconteça normalmente é necessário uma “substância colaboradora”, para auxiliar nessa tarefa. No caso do ferro (carnes e feijão, por exemplo), consumir frutas cítricas, ricas em vitamina C, ajuda na absorção dele no nosso organismo. No caso do cálcio, para que ele seja bem aproveitado, é necessária a ajuda do magnésio, e isso o leite não tem!
 
Leite cru
Se você ou seus filhos não têm nenhum tipo de alergia ou intolerância, consuma leite porque gosta e em quantidades moderadas, mas não espere inúmeros benefícios.
 
Delas