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quinta-feira, 2 de março de 2017

EUA desenvolvem chip contraceptivo com controle remoto

EUA desenvolvem chip contraceptivo com controle remotoUm chip de computador contraceptivo, que pode ser acionado por controle remoto, foi desenvolvido em Massachusetts, nos Estados Unidos

O chip é implantado sob a pele de uma mulher, liberando uma pequena dose do hormônio levonorgestrel a cada dia.Esse processo acontece diariamente por até 16 anos, mas pode ser interrompido a qualquer momento por meio de um controle remoto sem fio.

O projeto foi apoiado por Bill Gates e passará por teste nos Estados Unidos no próximo ano - e, possivelmente, será colocado à venda em 2018.

O dispositivo mede 20mm x 20mm x 7mm e terá "preços competitivos", disse um de seus criadores.

Facilidade
Doses minúsculas do hormônio são armazenadas em um microchip de 1,5 cm no interior do dispositivo. Uma pequena carga eléctrica derrete uma vedação ultra-fina que cobre o levonorgestrel, liberando uma dose de 30 microgramas no organismo.

Existem outros tipos de implante contraceptivo disponíveis, contam os pesquisadores, mas eles requerem que a paciente procure uma clínica para ser submetida a um procedimento ambulatorial para desativá-los.

"A capacidade de ligar e desligar o disposito traz mais facilidade para aqueles que estão planejando ter uma família", disse o Dr. Robert Farra, do MIT.

O próximo desafio da equipe é garantir que o dispositivo seja absolutamente seguro a ponto de evitar a ativação ou desativação de outra pessoa sem o conhecimento da mulher.

"A comunicação com o implante precisa ocorrer à distância da pele", disse o Dr. Farra. "Alguém do outro lado da sala não pode re-programar o seu implante".

Implante
A mesma tecnologia também pode ser utilizada para administrar outros medicamentos. Simon Karger, chefe de negócios e intervenções cirúrgicas da consultoria global de desenvolvimento de produtos e tecnologia Cambridge Consultants, disse que a tecnologia de implante - como é o caso do chip contraceptivo - enfrenta uma série de desafios e riscos.

Mas ele acrescentou que, em geral "o valor para o paciente desses tipos de implante pode ser enorme" e prevê "um futuro com muitos tratamento utilizando implantes inteligentes".

Tal inovação vem em um momento em que os governos e organizações em todo o mundo concordaram com um planejamento familiar abrangendo cerca de 120 milhões mais mulheres em 2020.

O desafio abre as portas para que este tipo de tecnologia de implante seja utilizado em áreas onde o acesso a anticoncepcionais tradicionais é limitado - uma prioridade, argumentou o engenheiro biomédico Gavin Corley.

"Mais do que uma necessidade de primeiro mundo, essa é uma aplicação humanitária ", disse à BBC.

Fonte: Portal G1

Papinha de bebê Tangerinepetit sem registro é proibida

Papinhas destinadas para bebês que estão deixando o peito e crianças da primeira infância não tinha registro na Anvisa

papinha de frutas organica, papinha


A Anvisa proibiu em todo o país todos os lotes das Papinhas de Frutas, Papinhas, Comidinhas, Caldo Base e Leite Vegetal da marca Tangerinepetit. Os produtos são destinados para crianças que estão deixando o leite do peito e crianças da primeira infância. Por isso, este tipo de produto precisa ser registrado na Anvisa, pois se destina a um público bastante sensível.

O fabricante das papinhas é a empresa Tangerine Cozinha Original – Eireli, que não possui o registro das papinas conforme exige a lei. A empresa deverá fazer o recolhimento dos produtos que existam no mercado.

A RE 549/2017 que proibe as papinhas Tangerinepetit foi publicada no DOU desta quarta-feira.

Foto: Reprodução

ANVISA

Medicamentos, propagandas e produtos suspensos

A Anvisa recebeu laudo de análise fiscal enviado pelo Laboratório Central do Estado do Paraná (LACEN-PR) com resultados insatisfatórios para o medicamento Rialcool (álcool etílico 70%) com 10 ml, da empresa Indústria Farmacêutica Rioquímica LTDA

Os resultados foram insatisfatórios nos ensaios de PH, aspecto e grau alcoólico, PH e grau alcoólico, aspecto e PH, e aspecto, PH e grau alcoólico.

A Resolução-RE nº 534 determina a interdição, em todo o território nacional, dos lotes abaixo:

Lotes
Validade
R1500364
30/01/2018
R1502881
30/06/2018
R1501352
31/03/2018
R1500984
28/02/2018
R1500078
30/01/2018


Paracetamol
A Anvisa suspendeu também a distribuição, comercialização e uso do medicamento Dor-sanol (Paracetamol) solução oral 200mg/ml - lote 343083, com data de validade de 01/02/2018, fabricado pela empresa Multilab Indústria e Comércio de Produtos Farmacêuticos LTDA. O medicamento apresentou resultados insatisfatórios para o ensaio de características organolépticas (cor).

A Resolução RE nº 535 determina ainda que a empresa recolha todo o estoque do mercado

Produtos para a saúde
A Anvisa recebeu uma denúncia sobre o produto EstomaSec e determina a suspensão da distribuição, divulgação, comercialização de todos os produtos sujeitos ao regime de vigilância sanitária, comercializados pela empresa Ecoliquidos Distribuição e Representação Comercial de Produtos Minerais para Solidificação de Resíduos Líquidos Ltda.

O produto EstomaSec serve para “solidificar até 500ml de líquidos e formas pastosas excretadas, transformando-a em uma textura consistente, maleável e sem presença de líquidos, facilitando assim o esvaziamento da bolsa [de ostomia], com menor sujidade para limpeza e sensível eliminação de odor” (sic).

A Resolução RE nº 545 determina a suspensão do produto por falta de regularização e registro e Autorização de Funcionamento na Agência. Todas as unidades encontradas no mercado deverão ser apreendidas e inutilizadas.

Propaganda irregular
A Anvisa recebeu uma denúncia sobre propagandas irregulares de vacinas feitas pelo site http://www.brlvacinas.com.br da empresa BRL Distribuidora de Vacinas. Os anúncios sobre venda de vacinas estão em contrariedade com a legislação da Anvisa.

A Resolução nº 532 proíbe a comercialização e divulgação de toda e qualquer vacina veiculada pela empresa BRL distribuidora de vacinas Ltda (CNPJ 28.625.531/0001-99 ) no site www.brlvacinas.com.br e em qualquer outro tipo de mídia eletrônica.

ANVISA