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segunda-feira, 1 de julho de 2013

Tio de jovem estuprada em UTI diz que estado de saúde dela piorou


Universitária foi abusada sexualmente por enfermeiro em hospital (Foto: Anna Gabriela Ribeiro/G1)
Foto: Anna Gabriela Ribeiro/G1
Universitária foi abusada sexualmente por enfermeiro em hospital
Segundo familiares, jovem está sedada e sem previsão de alta médica. Médicos suspeitam que jovem, que está grávida, tenha tuberculose.
 
O estado de saúde da jovem de 22 anos, que afirma ter sofrido abuso sexual dentro da UTI de um hospital em Santos, no litoral de São Paulo, piorou durante o fim de semana. Segundo o tio dela, a moça foi entubada e não tem previsão de alta médica.
 
O comerciante Luis Santos Menezes explica que a sobrinha, que está grávida de quatro meses, ligou para a família pelo celular, aos prantos, após sofrer abusos de um auxiliar de enfermagem, de 47 anos. O suspeito, preso em flagrante, tinha passagens pela polícia por estupro e atentado ao pudor.
 
O tio conta que a jovem chorou muito depois do que aconteceu e acabou ficando muito nervosa. "Por causa da situação e do nervosismo, o estado de saúde dela acabou piorando. Ela foi entubada e sedada. Os médicos disseram para nós que isso aconteceu por causa do stress que ela enfrentou e acabou forçando os pulmões. Agora a respiração está muito lenta", explica o familiar da jovem. A vítima está internada no Hospital Guilherme Álvaro, há 12 dias, por problemas pulmonares.
 
Ainda de acordo com o tio da jovem, ela tem problemas pulmonares e há um histórico na família de tuberculose. "Ela tem problema nos dois pulmões, incluindo uma bolha de ar. Os médicos suspeitam de tuberculose. O pai dela faleceu de tuberculose há um ano, mas os médicos ainda não confirmaram nada", afirma Menezes.
 
A mãe da jovem está 24 horas por dia no hospital acompanhando o estado de saúde da filha. Já Menezes planeja ir até a Delegacia da Mulher de Santos nesta segunda-feira (1) para conversar com a delegada e acompanhar as investigações de perto.
 
Em nota, no dia do ocorrido, o Hospital Guilherme Álvaro informou que abriu sindicância para apurar o caso e que o auxiliar de enfermagem foi, imediatamente, afastado de suas funções. A nota diz ainda que o hospital está à disposição para quaisquer esclarecimentos às autoridades e à família da paciente.

Fonte G1

Turma do Hospital Regional de Araguaína - TO

 Encerramento do módulo de Gestão de Logística Hospitalar da pós-graduação em Administração Hospitalar da Pró-Saúde em Araguaína - TO
 Junho de 2013

Vietnamita recebe ossos do braço que perdeu na guerra há 47 anos

Sam Axelrad (direita) segura os ossos do braço de Nguyen Quang Hung em sua casa na cidade de An Khe, no Vietnã (Foto: AP)
Foto: AP
Sam Axelrad (direita) segura os ossos do braço de Nguyen
Quang Hung em sua casa na cidade de An Khe, no Vietnã
Médico americano guardou ossos amputados de soldado. Reencontro ocorreu em cidade do centro do Vietnã.
 
Um ex-soldado vietnamita recebeu nesta segunda-feira (1º) de volta os ossos de seu braço amputado há 47 anos durante a Guerra do Vietnã. O médico americano Sam Axelrad viajou ao país asiático levando os ossos do braço que ele havia amputado em 1966 e levado de volta ao Texas como uma lembrança de que quando norte-vietnamita lhe chegou gravemente ferido, ele fez a coisa certa e o ajudou. Os ossos ficaram em um armário durante décadas, e quando o urologista finalmente os tirou de lá há dois anos, ele se perguntou sobre o seu verdadeiro dono, Nguyen Quang Hung.
 
Os homens se reuniram na casa de Hung na região central do Vietnã. Eles conheceram os filhos e netos uns dos outros e brincaram sobre qual deles tinha ficado mais bonito desde o dia em que a guerra lhes tinha feito inimigos. Hung ficou surpreso de que alguém tivesse guardado seus ossos por tanto tempo, mas ficou feliz pelo fato de que, quando chegar a hora, poderá ser enterrado com eles.
 
"Estou muito contente de vê-lo novamente e ter essa parte do meu corpo de volta depois de quase meio século", disse Hung por telefone segunda-feira após a reunião com Axelrad. "Estou orgulhoso de ter derramado meu sangue para a reunificação do meu país, e eu me considero muito sortudo em comparação com muitos dos meus camaradas que foram mortos ou continuam desaparecidos."
 
Hung, de 73 anos, disse que as tropas americanas atiraram em seu braço em outubro de 1966, durante uma emboscada a cerca de 75 quilômetros de An Khe, a cidade onde ele vive hoje. Depois de flutuar abaixo de um córrego para fugir de um tiroteio e, em seguida, se abrigar em um armazém de arroz por três dias, ele foi resgatado por um helicóptero dos EUA e levado para um hospital militar em Phu Cat, na região central província de Binh Dinh.
 
"Quando fui capturado pelas forças americanas, eu era como um peixe tábua de cortar," Hung disse na semana passada. "Eles poderiam ter me matado ou me poupado".
 
Quando Hung apareceu para Axelrad, um então médico militar de 27 anos, seu braço direito tinha a cor de uma berinjela. Para evitar que a infecção matasse o paciente, Axelrad amputou o braço acima do cotovelo.

Fonte G1

Causas e variações da cãibra

Algo bastante comum na maioria das pessoas é a ocorrência de cãibras que causam desconforto e dores indesejadas pelo corpo.
 
Compreender sua dinâmica, causa e variação poderá ajudar a evitar tais ocorrências, e é exatamente sobre isso que trataremos nesse artigo.
 
Confira as causas e variações da cãibra
 
Causas da cãibra
As cãibras, na verdade, são contrações musculares involuntárias que são ocasionadas, na maioria das vezes, por fadiga muscular combinada à ausência de elementos como sódio, potássio ou até mesmo magnésio, sendo que na mulher também são comuns as ocorrências de cãibras em períodos menstruais.
 
Cãibras musculares esqueléticas
Esse é o tipo de cãibra mais comum, sobretudo, a pessoas que praticam atividade física de modo excessivo e/ou sem o preparo necessário e são decorrentes do desgaste muscular, sendo que, normalmente, ocorrem na parte posterior da coxa, nas panturrilhas, ou mesmo nos arcos dos pés, regiões mais acionadas durante as atividades.
 
Cãibras noturnas
Embora as causas não sejam muito precisas e esse tipo de ocorrência seja menos comum que as já citadas anteriormente, estima-se que alguns dos fatores que contribuem para o surgimento de cãibras noturnas estejam também relacionadas a já citada ausência de minerais essenciais ao corpo. Além disso, algo que também pode contribuir para o surgimento das cãibras noturnas é a redução do fluxo sanguíneo durante o sono nos membros afetados, que geralmente são oriundos de movimentos involuntários no decorrer da noite que acabam fazendo o corpo sobrepor o peso sobre tais membros.
 
Os sintomas desse tipo de cãibra não variam muito em relação à muscular esquelética, porém, em determinados casos, pode vir acompanhada de cólicas, principalmente nas mulheres em período menstrual.
 
Cãibras nas mãos
Esse é um tipo de cãibra mais comum à pessoas que exercem atividades que exigem grandes cargas de peso sobre a mão ou mesmo pessoas que trabalham diariamente com computadores e outras atividades de movimentos repetitivos. Os sintomas, de modo geral, são similares às demais cãibras citadas, mas podem ser minimizadas com uso de determinados cremes. De modo geral, o mais recomendado é procurar o médico ortopedista para que possa recomendar o melhor procedimento, a fim de evitar agravantes do problema.
 
 
Fonte clickgratis.com.br

Lesão nos nervos faz mulher ter orgasmos ao tocar nos pés

Mulher holandesa tem orgasmo ao
tocar no pé esquerdo
Injeção de anestésico dos nervos espinhais foi a solução do problema
 
Uma mulher holandesa de 55 anos convive com um problema de saúde que intriga a classe médica. Ela tem de cinco a seis orgasmos por dia, sem qualquer excitação sexual ou pensamentos. Pelo contrário, basta tocar o pé esquerdo que a sensação de prazer sobe pela perna e chega à área genital. As informações são do Daily Mail.
 
O professor Marcel Waldinger, da Universidade de Utrecht, na Holanda, estudou as imagens de ressonância magnética do cérebro da paciente e de seu pé, mas observou que não há anormalidades.
 
No entanto, outros exames revelaram algumas diferenças entre os nervos do pé esquerdo e do direito. Waldinger explicou que um ano e meio antes do início do problema, a paciente desenvolveu uma infecção generalizada e passou três semanas internada.
 
Após sair do coma, ela notou uma sensação de formigamento no pé esquerdo, causado por danos às fibras nervosas do membro. Para os pesquisadores, o nervo que transfere a informação do pé atinge a medula espinhal no mesmo ponto em que o nervo que leva a informação a partir da região genital.
 
Assim, com os danos nos nervos, cérebro se tornou incapaz de diferenciar as regiões. Para tratar o incômodo, o médico prescreveu injeção de anestésico dos nervos espinhais. E, o resultado, é que há quase um ano ela está livre do problema.
 
Waldinger acredita que outras pessoas podem sofrer com a doença, mas têm vergonha de admitir isso.
 
Fonte R7

Resposta de prazer do cérebro a alimentos pode ser medida através dos olhos

Dopamina está associada com uma variedade de efeitos relacionados com o prazer do cérebro, incluindo a expectativa de recompensa
Foto: Ivan Becarevic/Foto Stock
Dopamina está associada com uma variedade de efeitos  relacionados
com o prazer do cérebro, incluindo a expectativa de recompensa
Método que utiliza ferramenta oftalmológica é útil para aplicações na prevenção da obesidade e da dependência alimentar
 
A resposta de prazer do cérebro para a degustação de alimentos pode ser medida através dos olhos, utilizando uma ferramenta oftalmológica de baixo custo. É o que revela estudo de pesquisadores da Drexel University, nos EUA.
 
Método pode ser útil para aplicações nas áreas de pesquisa e clínica para a dependência alimentar e prevenção da obesidade.
 
 
Jennifer Nasser e seus colegas testaram o uso de eletrorretinografia (ERG) para indicar o aumento do neurotransmissor dopamina através da retina.
 
A dopamina está associada com uma variedade de efeitos relacionados com o prazer do cérebro, incluindo a expectativa de recompensa. Na retina do olho, a dopamina é liberada quando o nervo óptico é ativado em resposta à exposição à luz.
 
Nasser e seus colegas descobriram que os sinais elétricos na retina aumentaram em resposta a um flash de luz quando um estímulo alimentar (pequeno pedaço de brownie de chocolate) foi colocado na boca dos participantes.
 
O aumento foi tão grande quanto o observado quando os participantes receberam o fármaco estimulante metilfenidato para induzir uma forte resposta da dopamina. Estas respostas na presença de estímulos de alimentos e medicamentos foram cada uma, significativamente maiores do que a resposta à luz quando os participantes ingeriram uma substância de controle, a água.
 
"O que torna tão interessante é que o sistema de dopamina do olho foi considerado em separado do resto do sistema de dopamina do cérebro. Então, a maioria das pessoas diria que provar um alimento que estimula o sistema de dopamina do cérebro não teria um efeito sobre o sistema de dopamina do olho", observa Nasser.
 
Se a técnica for validada através de estudos adicionais e maiores, Nasser afirma que ela e outros pesquisadores podem usar ERG para estudar o vício em comida. "Minha pesquisa tem uma abordagem farmacológica para a resposta do cérebro à comida. A comida é tanto um sistema de entrega de nutrientes quanto um sistema de entrega de prazer, e um ' efeito colateral' é o excesso de calorias. Eu quero maximizar o prazer e o valor nutricional dos alimentos, mas minimizar os efeitos colaterais. Precisamos de ferramentas mais fáceis para fazer isso", conclui Nasser.
 
Fonte isaude.net

Médicos do HC pedem revisão dos critérios para transplante hepático

Pacientes em estado muito grave, que já passaram por diversas transfusões sanguíneas, têm alto risco de complicações e não deveriam ser elegíveis ao procedimento
Foto: ASCOM/Hospital A.C. Camargo
Pacientes em estado muito grave, que já passaram por diversas
 transfusões sanguíneas, têm alto risco de complicações e não
 deveriam ser elegíveis ao procedimento
Estão sendo operados no país doentes com estado de saúde tão grave que não seriam mais elegíveis ao tratamento
 
Com base em um estudo publicado em junho na revista Liver Transplantation, pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) propõem alterações nas diretrizes nacionais para transplante de fígado.

De acordo com Luiz Augusto Carneiro D' Albuquerque, diretor da Divisão de Transplantes de Órgãos do Aparelho Digestivo do Hospital das Clínicas (HC) da FMUSP e um dos autores do artigo, os resultados da pesquisa indicam que estão sendo operados no país doentes com estado de saúde tão grave que não seriam mais elegíveis ao tratamento em razão do alto risco de óbito ou de complicações. Por outro lado, candidatos com chance de um desfecho positivo acabam morrendo na fila de espera.

Até 2006, explicou Carneiro, a legislação brasileira adotava o critério cronológico para a distribuição de órgãos, ou seja, os mais antigos tinham prioridade na fila. Em 2007, no caso do fígado, o país adotou um sistema usado em praticamente todo o mundo conhecido como Meld (modelo para doença hepática em fase terminal, na sigla em inglês) - fórmula matemática que, levando em conta resultados de exames e outros indicativos do paciente, permite estimar o risco de morte caso o transplante não ocorra nos três meses seguintes. Quanto maior a nota, maior a prioridade.

" Nos países escandinavos, por exemplo, são transplantados em média pacientes com Meld de 20 a 22. Nos Estados Unidos, dependendo do estado, a média varia entre 20 e 28. Quando passa de 36, eles consideram que já é tarde demais para operar" , contou Carneiro.

Mas o escore médio dos operados no HC - principal centro transplantador do país- é de 34. Segundo Carneiro, há frequentemente casos de paciente operados no Brasil com Meld acima de 40.

" Isso tem impacto negativo na utilização dos órgãos, pois temos um índice alto de retransplante e de mortalidade. Perdemos cerca de 20 a 25% dos doentes após um ano, enquanto esse índice na Escandinávia é de apenas 8%. O sistema de saúde como um todo lá funciona melhor, então os pacientes chegam ao centro transplantador em melhor estado" , explicou Carneiro.

Para avaliar o impacto da adoção do Meld nos índices de sobrevida e de infecção do sítio cirúrgico (SSI, na sigla em inglês) no Brasil, os pesquisadores analisaram dados de 543 pacientes operados no HC entre 2002 e 2011 - totalizando 597 cirurgias em razão dos casos de retransplante.

De acordo com os resultados, o uso do escore Meld modificou a incidência e a epidemiologia da SSI apenas durante o primeiro ano de uso - sendo que a taxa média de infecção entre 2002 e 2006 foi de 30% e, entre 2007 e 2011, de 24%.

" Concluímos que a adoção do Meld em si não causou aumento da mortalidade. Os doentes que complicavam antes de 2007 são os mesmos que complicam hoje. Mas conseguimos estabelecer alguns fatores de risco para SSI" , contou Carneiro.

Embora o número de pacientes estudados ainda não seja suficiente para estabelecer uma espécie de nota de corte para transplante, Carneiro acredita que os pacientes em estado muito grave não seriam beneficiados com o tratamento. O estudo mostrou que têm mais risco de desenvolver SSI pessoas já submetidas a transplante anteriormente ou a diversas transfusões de sangue.

Outros fatores de risco encontrados, embora menos significantes, foram a dependência de diálise, infecção por citomegalovírus e tempo de isquemia fria (período em que o órgão fica em conservação no gelo) superior a 400 minutos.

Escassez de órgão
Segundo Carneiro, apenas um terço dos pacientes que necessitam de um fígado consegue ser operado no HC. Atualmente, há 140 doentes atendidos pelo hospital na fila de espera. Em todo o país o número chega a 1.240, segundo dados da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO).

" Estamos operando apenas os mais graves, pois não podemos ir contra a lei. Mas para diminuir a mortalidade precisamos selecionar melhor os doentes. Os resultados desse estudo podem dar subsídios para o Estado rever a política de distribuição de órgãos. O Ministério da Saúde deve divulgar uma nova portaria sobre o tema até outubro e esperamos incluir esses achados nas novas normas" , contou Carneiro.

Parte dos dados foi levantada por meio de um projeto apoiado pela FAPESP e coordenado pelo médico Edson Abdala, chefe da Equipe de Infectologia do Serviço de Transplantes do Aparelho Digestivo do HC. Outros autores do artigo também têm projetos apoiados pela FAPESP, entre eles Estela Regina Ramos Figueira, Silvia Figueiredo Costa e Carneiro.

A pesquisa será apresentada durante o 40º Curso de Atualização em Cirurgia do Aparelho Digestivo, Coloproctologia, Transplante de Órgãos do Aparelho Digestivo e Endoscopia (Gastrão), que ocorrerá entre 1º e 5 de julho no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo.
 
Fonte isaude.net

Aprenda as lições que valem a pena de seis dietas da moda


sopa de cenoura - Foto Getty Images
Os especialistas afirmam que a dieta da sopa não fornece
 todos os nutrientes e vitaminas necessários
Profissionais absolvem o que tem de bom na dieta da sopa, da proteína e outras
 
A promessa é realmente tentadora: perder os quilos que incomodam de forma prática e rápida.
 
Quem nunca se rendeu ou ficou pelo menos intrigado com as famosas dietas da moda?

Se funciona?
A grande maioria dos especialistas garante que o resultado é imediato, mas não se sustenta por muito tempo.
 
"O segredo não é deixar de comer determinado grupo de alimento, e sim balancear todos, sempre com moderação", explica o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrição, em São Paulo.
 
Mas até mesmo as dietas restritivas podem ensinar boas lições para um plano de reeducação alimentar.
 
Por isso, um time de especialistas entrega o que vale a pena aprender com elas.
 
Confira:
 
ovos com frango - Foto Getty ImagesDieta Atkins
Assim é chamada a dieta que proíbe o consumo de qualquer carboidrato e permite a ingestão à vontade de gorduras e proteínas. O ponto positivo dela é que aos excluir os carboidratos da dieta, você é forçado a descobrir novas fontes de proteínas, além do trivial. Segundo o nutrólogo Roberto Navarro, é muito comum pensar que as proteínas existem apenas nas carnes e nos derivados do leite, o que não é verdade. Investir em grãos como soja, castanha, chia e gergelim é uma ótima maneira de consumir proteínas sem a companhia das gorduras saturadas, por exemplo. "Ovos, leite desnatado, queijos magros e peixes também são alimentos fonte de proteína e amigos de qualquer dieta saudável", aponta Roberto Navarro.

Por outro lado, a lista de desvantagens dessa dieta é longa. "Esse tipo de dieta está relacionada ao mal-estar, tontura e cansaço, já que são os carboidratos os responsáveis por dar energia ao nosso corpo", diz a nutricionista Cristina Grandjean, do Spa Fazenda Igaratá. "Além disso, o excesso de gordura e proteínas ingerido pode sobrecarregar o fígado, que terá trabalho extra para digerir tantos alimentos."
 
sopa de cenoura - Foto Getty ImagesDieta da Sopa
Os especialistas afirmam que a dieta da sopa não fornece todos os nutrientes e vitaminas necessários, podendo levar a desnutrição e fadiga extrema. "A falta de fibr dessa dieta também pode prejudicar o trânsito intestinal, favorecer as flatulências e causar uma sobrecarga renal", diz a nutricionista Cristina.

O lado bom dela, é que a sopa é um prato muito saudável e pode valer uma refeição, principalmente o jantar, que pode ser mais leve. "Outro ponto positivo é o estímulo ao consumo da sopa preparada com ingredientes naturais em vez da sopa instantânea, que é rica em sódio, gorduras e conservantes", explica o nutrólogo Roberto. Se você quer incluir as sopas na dieta de um jeito saudável, não esqueça de acrescentar proteínas à preparação e não exagere nos ingredientes de alto índice glicêmico, como inhame, pães e batatas. 
 
cesta com pães - Foto Getty ImagesDieta sem proteínas
A dieta exclui as proteínas do cardápio. No entanto, elas fornecem aminoácidos para produzir e regenerar os tecidos no nosso corpo. "Além disso, alimentos ricos em proteínas também são fonte de outras vitaminas e minerais" diz a nutricionista Cristina Grandjean.

A vantagem está em descobrir o mundo dos carboidratos. Assim como muitos pensam que proteína só vem da carne, é comum deduzir que os carboidratos estejam presentes apenas nos pães, doces e massas. Derrubar esse mito é a lição dessa dieta. "Ao focar nossa alimentação nos carboidratos, percebemos que eles também estão presentes nos legumes, verduras e frutas", diz o nutrólogo Roberto. Além, disso, saber diferenciar os carboidratos simples dos complexos e dosar bem seu consumo é essencial para o sucesso de uma dieta saudável. Lembrando que os carboidratos simples estão presentes nos pães e massas refinadas, são de fácil absorção e elevam as taxas glicêmicas rapidamente. Já os complexos são de difícil absorção, aumentando a saciedade e melhorando o trânsito intestinal, e estão presentes nas frutas, legumes, verduras e massas ou grãos integrais.  
 
mulher comendo frutas - Foto Getty ImagesDieta das frutas
Essa dieta consiste em se alimentar apenas de frutas ou então substituir uma refeição do dia por uma fruta. Assim como a dieta da sopa, ela é restrita em alimentos, podendo levar a desistência rápida ou a desnutrição. "Apesar de serem excelentes alimentos, as frutas não possuem todos os nutrientes que o nosso corpo precisa", lembra Cristina Grandjean. No entanto, uma dieta baseada no consumo de frutas pode abrir portas para novos sabores e, consequentemente, mais vitaminas para o seu corpo. "A recomendação é consumir pelo menos duas ou três porções de frutas por dia, não se esquecendo dos legumes e verduras nas refeições", diz o nutrólogo Roberto. "E é importante consumir frutas diferentes e novas todos os dias, para variar o cardápio e ganhar em nutrientes."
 
mulher bebendo água - Foto Getty ImagesDieta detox
Essa dieta promete reverter os estragos de excessos alimentares. Ela consiste em investir nos alimentos que ajudam a reequilibrar o pH do organismo, que depois de ingerir tantas gorduras fica ácido e cheio de toxinas. A recomendação é abusar da água, dos sucos, das sopas e dos chás que eliminam o inchaço, como capim limão, erva-cidreira e chá verde, além de uma alimentação pobre em gorduras e rica em fibras. "Por ser uma dieta diurética, perde-se muito líquido e daí a sensação ilusória de emagrecimento", explica a nutricionista Cristina.

Apesar dos problemas dessa dieta, você pode adotar a ingestão de líquidos e chás no seu plano de reeducação alimentar. "Lembre-se que devemos ingerir cerca de dois litros de água por dia, para manter o corpo em pleno funcionamento e eliminar as toxinas do organismo", diz Roberto Navarro. Além disso, chás como o branco, de cavalinha, cabelo de milho, chapéu de couro e hibisco são diuréticos e ajudam a combater a retenção de líquidos, uma das inimigas de quem quer emagrecer. Outros chás, como o verde, tem ação digestiva, podendo ser consumidos após as refeições.  
 
azeite de oliva - Foto Getty ImagesDieta sem gorduras
Muitas pessoas acreditam que para emagrecer, basta cortar as gorduras do cardápio. Mas até ela tem uma função muito importante no nosso corpo. "As gorduras revestem nossas células e possibilitam a comunicação entre os hormônios, dentre outras funções vitais do nosso organismo. Sem as gorduras nosso corpo não sobrevive", explica o nutrólogo Roberto Navarro. De acordo com ele, não é possível fazer uma dieta sem gorduras, pois elas estão presentes em praticamente tudo o que comemos. "O ideal é diminuir o consumo de gordura trans, presente em alimentos industrializados, e as gorduras saturadas, encontradas principalmente nas carnes e derivados de animal", diz o especialista. Em sua dieta, dê prioridade às gorduras insaturadas, presentes nos peixes, carnes e laticínios magros, no azeite de oliva e nas sementes e grãos. 
 
maçã com um relógio - Foto Getty ImagesDieta da primavera
Essa dieta conta com um cardápio diferente para os sete dias da semana, oferecendo um total de 1.100 calorias por dia, com um intervalo de três horas entre as refeições. "Por ter cardápios prontos, essa dieta pode não conter alimentos que sejam do gosto da pessoa, levando a desistência", diz o nutrólogo Roberto Navarro. "Além disso, apenas 1.100 calorias por dia é um valor muito baixo, levando à desnutrição e problemas como cansaço e falta de energia", completa. No entanto, a recomendação de comer de três em três horas é valiosa e deve ser seguida à risca por qualquer pessoa que faz uma alimentação saudável. "Fracionar as refeições dessa maneira mantém o metabolismo funcionando e impede que a pessoa fique com muita fome, exagerando na refeição seguinte."
 
Fonte Minha Vida

Nove bons motivos para praticar Muay Thai

Autoestima nas nuvens - Getty Images
A sua autoestima melhora e ela exibe maior disposição
para enfrentar os desafios da vida
Homens e mulheres ganham músculos torneados, flexibilidade e, de quebra, queimam 1.500 calorias
 
Chutes, socos, cotoveladas, joelhadas... Muitos fogem do Muay Thai por considerarem essa arte marcial tailandesa agressiva demais, mas os benefícios para o corpo fazem o esforço valer a pena: maior flexibilidade, músculos mais definidos e menos gordurinhas - tudo isso em um treino para lá de agitado. "Os treinos já começam com um aquecimento de corrida, polichinelos, saltos, alongamentos, flexões de braços, abdominais e agachamentos", conta o professor de Educação Física e especialista em artes marciais Fabricio Boscolo Del Vecchio, da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

Esse é só o começo: o treino do Muay Thai segue com aperfeiçoamento de diferentes formas de socos, chutes, cotoveladas e joelhadas e de domínio do adversário (clinch). "Há ainda as famosas 'luvas', quando os companheiros de treinos fazem lutas simuladas, um a três rounds de dois a quatro minutos", acrescenta o profissional. Para finalizar, mais exercícios de condicionamento físico, alongamentos e massagens. Haja fôlego, mas não se preocupe: tamanho esforço físico só traz benefícios!
 
Confira abaixo as vantagens do Muay Thai apontadas por profissionais dessa luta: 
 
Aptidão física de campeão - Getty ImagesAptidão física de campeão
Por exigir bastante do corpo, o treino do Muay Thai é uma ótima alternativa para melhorar a forma e o condicionamento físico "Aptidão física é o preparo do corpo para realização de esforços intensos, composta por quatro grupos de variáveis: composição corporal (percentual de gordura, circunferências da cintura e massa corporal, por exemplo), força e resistência muscular (capacidade de realizar agachamentos, flexões de braço e abdominais), condicionamento cardiorrespiratório (habilidade de realizar corridas, trotes, lutas sem fadiga ou cansaço precoce) e flexibilidade (que envolve a realização de movimentos com boas amplitudes sem dificuldades ou limitações por músculos encurtados ou articulações 'travadas')", explica o professor de Educação Física e especialista em artes marciais Fabricio Boscolo Del Vecchio.  
                    
Autoestima nas nuvens - Getty ImagesAutoestima nas nuvens
Para Fabricio Del Vecchio, o Muay Thai também é capaz de aumentar a autoestima de quem pratica. "Praticando um esporte de combate, a pessoa passa a se sentir mais segura e confiante, a sua autoestima melhora e ela exibe maior disposição para enfrentar os desafios da vida", afirma o professor. Mas, calma, isso não quer dizer que a prática do Muay Thai em si não prepara a pessoa para a autodefesa, contra assaltos e violência urbana. "O que a pessoa aprende é a se cuidar mais e a se expor menos no dia a dia", esclarece Fabricio.
 
Metabolismo mais rápido - Getty ImagesMetabolismo mais rápido
Um dos segredos de um metabolismo rápido é a prática de atividade física - ainda mais se for bem intensa, como o Muay Thai. É essa intensidade que, para o mestre André Gomes, da Federação Paulista de Muay Thai, garante um metabolismo veloz. "A pessoa faz esforços intensos e, para conseguir realizá-los, precisa de bastante energia, ou seja, o organismo necessita trabalhar mais para proporcionar energia suficiente para as atividades", explica o profissional.
 
Alto gasto calórico - Getty ImagesAlto gasto calórico
Para tirar a limpo o gasto calórico dessa atividade, pesquisadores da Universidade de Cagliari, na Itália, simularam uma luta de Muay Thai - três rounds de três minutos cada, com um minuto de intervalo entre eles. Ali, os lutadores aplicaram seis ataques (joelhadas, cotoveladas, socos e chutes) e, depois, realizaram seis defesas de modo ininterrupto.

Segundo os lutadores que participaram do estudo, a simulação reproduziu cerca de 80% do que a luta é de fato. Nesse período de nove minutos, o gasto calórico foi de, aproximadamente, 14 calorias por minuto - ou seja, 126 calorias ao todo. "Parece pouco, certo? Mas se multiplicarmos a média das calorias da sessão (11 calorias/min) por 50 minutos de exercícios, considerando os intervalos de um minuto, teremos 550 calorias provindas do sistema aeróbio, o que é bastante para um treino", calcula Fabricio Del Vecchio.

Considerando que um treino dessa modalidade costuma durar uma hora e meia e envolve outras atividades que não apenas o combate, o gasto calórico pode aumentar ainda mais. "Um aluno pode queimar de 1000 a 1500 calorias, dependendo do ritmo da aula e de seu metabolismo", afirma o mestre André Gomes.
 
Sistema imunológico blindado - Getty ImagesSistema imunológico blindado
A prática do Muay Thai traz melhorias até mesmo no sistema imunológico em longo prazo. A atividade exige bastante do corpo, preparando-o para estímulos cada vez mais fortes. Em curto prazo, no entanto, é o efeito inverso que acontece. "Um único treino ou uma semana mais puxada de treinos isoladamente podem causar uma queda de imunidade", conta Fabricio. ?Por isso, se você pegar muito pesado em um treino ou em uma semana, tente ir mais leve nas próximas oportunidades, para dar tempo de o seu organismo se recuperar do estímulo anterior e, então, estar pronto e disposto para um nível superior de exigências.?
 
Músculos mais torneados - Getty ImagesMúsculos mais torneados
Nem um, nem dois grupos musculares: o Muay Thai desenvolve diversos músculos de uma só vez! "Por trabalhar com muitos chutes e joelhadas, a modalidade oferece excelente desenvolvimento para os membros inferiores, glúteos e parte central, que compreende abdome e região lombar", garante Fabricio Del Vecchio. Mas o professor lembra que, se você também quiser trabalhar os músculos superiores, basta conversar com seu mestre para incluir séries de exercícios especiais.
 
Corpo mais flexível - Getty ImagesCorpo mais flexível
Quando uma pessoa pouco flexível procura o Muay Thai, ela costuma perceber uma grande melhoria. "Há ganho na flexibilidade dos músculos lombares, posteriores da coxa, flexores e extensores dos quadris, em especial porque os gestos da modalidade e os exercícios realizados no início e ao final dos treinos acabam estimulando diferentes amplitudes de movimento que, com a prática, proporcionam estes ganhos", afirma o professor da UFPel.
 
Mais força e agilidade - Getty ImagesMais força e agilidade
Para ganhar mais força, o treino do Muay Thai conta com exercícios calistênicos - que usam o próprio peso do corpo sem aparelhos, como polichinelo - e de resistência muscular localizada - abdominais e flexões de braço. A força também pode vir do treino nos aparadores e nos sacos de pancada. Já a velocidade vem da parte chamada de "luvas", quando os companheiros de treino lutam entre si. "Nessa parte, estimula-se a velocidade de reação, a resistência e a agilidade, com o aprendizado dos gestos e melhor condicionamento", diz Fabricio Del Vecchio. "É ali que a técnica é colocada em ação, aumentando ainda mais o sucesso."
 
Coordenação motora afiada - Getty ImagesCoordenação motora afiada
Não são todos que conseguem chutar ou defender com o lado esquerdo do corpo. Segundo o professor Fabricio Del Vecchio, o exercício mental exigido pelo Muay Thai é grande. "O estímulo à interação entre Sistema Nervoso Central e o Aparelho Locomotor (ossos, músculos e articulações) é o que proporcionará esse desenvolvimento", afirma o especialista. Como? "A partir da execução de socos com o seu braço não dominante, por exemplo, e bloqueio de chutes com a sua perna mais fraca, sem perder o equilíbrio."

Fonte Minha Vida

Elimine as estrias com estes oito tratamentos

mulher passando creme na perna - Foto Getty Images
Não importa se é na barriga, nas costas, mamas ou coxas:
as estrias incomodam em qualquer parte do corpo
Peeling, dermoabrasão e luz pulsada são recomendações de especialistas
 
Não importa se é na barriga, nas costas, mamas ou coxas - as estrias incomodam em qualquer parte do corpo.
 
Comuns tanto em homens quanto mulheres, essas marcas surgem por um rompimento das fibras elásticas que sustentam a camada intermediária da pele.
 
"As fibras são formadas por colágeno e elastina, responsáveis pela elasticidade e tonicidade da pele e podem ser recuperadas com tratamentos simples", explica o dermatologista Mario Chaves, da clínica Derma Gávea, no Rio de Janeiro.
 
Confira os procedimentos estéticos capazes de acabar com as estrias e aproveite
 
mulher passando creme na perna - Foto Getty ImagesÁcidos
As estrias podem ser combatidas com ácido retinoico, ácido glicólico e ácido l-ascórbico. "Dentre estes, o ácido retinoico é a melhor opção, pois melhora a produção de colágeno, reorganizando as fibras elásticas e diminuindo o comprimento e a largura das estrias", afirma o dermatologista Mario. O tratamento é realizado pela própria pessoa em casa, com aplicação local do medicamento sobre as estrias no período da noite, antes de dormir.

Para evitar que a pele fique irritada por conta da ação do ácido, a recomendação é usar diariamente após o banho um creme hidratante específico para cada estágio e tipo de pele, normalmente indicados pelo dermatologista. "Se a pessoa for se expor ao sol, é importante não usar o ácido na véspera e dois dias após, além de aplicar bloqueador solar de FPS maior ou igual a 30 de hora em hora", alerta Mario Chaves. "Além disso, é importante frisar que o uso do ácido retinoico não é recomendado para gestantes, pois pode causar má formação fetal."

Este tipo de tratamento é mais efetivo em estrias novas (mais avermelhadas), mas também pode ser usado em estágios mais avançados (estrias brancas), obtendo resultados lentos e discretos. "Para resultados mais rápidos e satisfatórios, o ideal é associar outros métodos e procedimentos ao tratamento com ácidos", recomenda o dermatologista.
mulher fazendo peeling na barriga - Foto Getty ImagesPeeling
Mario Chaves conta que o peeling consiste na aplicação de um ácido em uma forma mais concentrada sobre a área com estrias. "Após a aplicação no consultório, o ácido deve permanecer na pele por seis a oito horas, sendo posteriormente retirado em casa pelo paciente durante o banho", explica o dermatologista.

A esteticista Érika Miranda, da clínica ANOVA Estética, em Belo Horizonte, explica que o peeling funciona de forma similar aos ácidos aplicados em casa e pode ser usado para tratamento de todos os tipos de estrias, exceto quando há ulceração do local. "No entanto, ele deve ser combinado com outro tratamento, como peeling de cristal ou diamante, que promove uma pequena esfoliação local, além de estímulo da produção do colágeno", diz.  
  
bumbum com um risco pontilhado desenhado - Foto Getty ImagesSubcisão
Recomendada também para a retirada de celulites, a subcisão é uma técnica simples: são inseridas agulhas nas estrias que promovem o rompimento interno da fibrose no interior das células. "São realizados movimentos circulares suaves com as agulhas para causar um hematoma local", explica a esteticista Érika. O estímulo mecânico do movimento da agulha e o hematoma promoverão uma nova organização do tecido. Segundo os especialistas, essa técnica é útil para estrias largas e profundas.

Mario Chaves explica que o tratamento funciona de forma a potencializar os outros tratamentos que devem ser realizados em conjunto. Após a subcisão, serão notados equimoses e hematomas que permanecem na pele por um período de 20 a 40 dias. "Além disso, a pessoa precisará ficar afastada das atividades físicas por pelo menos uma semana e não se expor ao sol enquanto estiver com hematomas e equimoses", diz. 
mulher fazendo dermoabrasão - Foto Getty ImagesDermoabrasão
A cosmetóloga e esteticista Aline Araújo, da Adcos Cosméticos, em Belo Horizonte, explica que a dermoabrasão é um lixamento da pele utilizando ponteiras de diamante com espessuras diversas. Ao aplicar as ponteiras sobre a pele, cria-se uma escoriação sobre a estria. "Na tentativa de regeneração tecidual, o organismo cria mecanismos de defesa que favorecem a hidratação da pele, nutrem as fibras colágenas e elásticas e estimulam a formação de um novo colágeno", conta Aline Araújo. A dermoabrasão é geralmente associada à intradermoterapia e é mais indicada para estrias brancas e profundas. Nas primeiras semanas após o tratamento, também é importante evitar a exposição ao sol. 
mulher recebendo uma injeção na perna - Foto Getty ImagesIntradermoterapia
Recomendado para as estrias mais profundas, esse tratamento consiste na injeção ao longo das estrias de substâncias que provocam uma reação do organismo, estimulando a formação de colágeno nas áreas onde as fibras se degeneram. "Um exemplo de intradermoterapia é a carboxiterapia, que consiste na aplicação do gás CO2 na pele", diz a esteticista Érika. Outros tipos também incluem vitamina C, trissilinol e X-adene. Para todos os casos, as aplicações são feitas em 10 a 12 sessões semanais, sempre acompanhadas de um anestésico. 
mulher fazendo tratamento a laser na coxa - Foto Getty ImagesTratamentos a laser
Junto com a luz pulsada, esse é o tratamento que traz os resultados mais rápidos e satisfatórios, podendo ser associado com os outros métodos. "São realizados disparos do laser sobre as estrias e a área próxima, estimulando a produção de colágeno e reconstrução das fibras", afirma Mario Chaves. O tempo de duração depende da área de aplicação, variando de 10 minutos a uma hora. Os especialistas explicam que o laser serve para todos os tipos de estrias, recentes ou antigas. "Há contraindicações, entretanto, como pessoas que apresentam lúpus, problemas de coagulação ou outras doenças do colágeno", diz o dermatologista. 
Luz pulsada - Foto Getty ImagesLuz pulsada
O tratamento com luz pulsada é indicado para estrias mais recentes e usa uma tecnologia que emite luz, mas não é um laser. "Assim como nos aparelhos de laser, essa luz gera calor na pele, estimulando o colágeno", esclarece a esteticista Érika. 
pote de creme - Foto Getty ImagesCremes
Existem no mercado diversos cremes para estrias, que combinam na fórmula complexos antielastese - que protegem o colágeno e a elastina da degradação - e óleos vegetais, além de hidratar a pele e possuir propriedades antioxidantes. "Os hidratantes devem ser aplicados após o banho, pois ocorre uma dilatação dos poros, favorecendo a absorção de substâncias", diz Aline Araújo. A indicação é aplicar duas vezes ao dia, de manhã e à noite. Como alguns desses cremes possuem ácidos, o ideal é consultar um profissional para que ele indique os produtos adequados. 
 
Fonte Minha Vida

Conheça os alimentos que aumentam suas chances de engravidar

feijão - foto Getty Images
As proteínas, principalmente, as dos vegetais também podem
 te ajudar na hora de tentar engravidar
Dieta da fertilidade reúne alimentos de baixo índice glicêmico, sem gordura trans e ricos em vitaminas e minerais
 
Muitos casais têm um relacionamento feliz, com amor, confiança e compreensão, mas acreditam que ele poderia ser ainda melhor com mais um integrante: um bebê. No entanto, nem sempre a gravidez ocorre facilmente e, às vezes, é necessário pensar em tratamentos específicos ou até mesmo rever os próprios hábitos. E sabia que a alimentação da futura mamãe pode ser um fator importante na hora de aumentar a família? Mulheres com desequilíbrios ovulatórios são as que mais se beneficiam com uma dieta pró-fertilidade. O assunto é tema central de um estudo realizado pelos pesquisadores Jorge Chavarro e Walter C. Willett da Universidade de Harvard (EUA), e que resultou no livro The Fertility Diet (Dieta da Fertilidade, Editora Campus-Elsevier). A principal conclusão dessa dupla de cientistas foi constatar que a insulina e a enzima globulina influenciam na ovulação feminina e a ação dessas duas substâncias é resultado direto dos alimentos que são consumidos.

"Existe uma proteína chamada globulina que é ligada aos hormônios sexuais (SHBG) e é regulada pela insulina e esse é o princípio da "Dieta da Fertilidade" dos pesquisadores de Harvard. Essa proteína é influenciada pela queda e aumento bruto da insulina", explica a ginecologista Paula Fettback, especialista em reprodução assistida do grupo Huntington.

Segundo a especialista, essa dieta é indicada, principalmente para quem tem algum desequilíbrio ovulatório, como a síndrome do ovário policístico. Mulheres acima do peso ou com peso abaixo do considerado saudável também se beneficiam, pois apesar de focar nas disfunções do ovário, essa é uma dieta equilibrada.

Para o nutrólogo José Alves Lara Neto, vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), a dieta da fertilidade deveria ser seguida por qualquer pessoa. "Tem alguns princípios básicos que tanto mulheres que querem engravidar como aquelas que buscam saúde devem seguir: comer com moderação, evitando gorduras ruins (saturadas e trans) e alimentos industrializados, ricos em sódio. Não comer sem ter apetite, evitar doces e tentar incluir ao máximo vegetais que garantirão muitas vitaminas", afirma. O especialista ainda faz um alerta: mulheres tentando engravidar devem evitar regimes restritivos que podem prejudicar a ovulação.

Vale ressaltar que os problemas de fertilidade devem ser investigados por médicos especialistas.
 
Confira a seguir os cuidados na alimentação que podem ajudar você ganhar a barriga que tanto deseja:  
 
Alimentos de baixo índice glicêmico
Sabe o pãozinho branco do café da manhã? Ou o bolinho que você come junto com o café no meio da tarde? Esses alimentos refinados têm o poder de elevar o seu índice glicêmico, o medidor de aumento da velocidade com que os níveis de insulina aumentam em resposta à rápida absorção de açúcar no sangue.

Funciona da seguinte forma: quando ingerimos alimentos muito ricos em açúcar ou seja, de alto índice glicêmico, a taxa de insulina, hormônio transportador do açúcar para a célula, sobe rapidamente, fazendo com que o açúcar entre muito rápido na célula e a proteína globulina acompanhe sua flutuação. A globulina, sintetizada no fígado, funciona como uma proteína de transporte para a maioria dos hormônios. "Esse "sobe e desce" da enzima pode fazer com que os hormônios masculinos (andrógenos) aumentem, o que prejudica a ovulação", declara a ginecologista Paula Fettback. Com a insulina regulada, você faz com que os hormônios sexuais se mantenham mais estáveis e fisiológicos, na quantidade adequada. Deixando os ciclos mais regulares e com a ovulação saudável.

E sabia que quanto mais dentro do peso a pessoa estiver maior a chance dela ter filhos? "A mulher com sobrepeso ou obesidade já tem uma taxa de hormônios masculinos maior porque o tecido adiposo produz mais andrógenos periféricos. Ela pode deixar de ovular só por causa da obesidade", diz a especialista em reprodução assistida. Uma dieta com índice glicêmico mais equilibrado, que ajuda a reduzir o índice de massa corpórea (IMC), vai ajudar nesse aspecto.

Segundo o nutrólogo José Alves Lara Neto, o índice glicêmico do alimento é a quantidade de açúcar que aquele alimento contém, enquanto a carga glicêmica é a quantidade de insulina que aquele alimento demanda para ser absorvido. O especialista ressalta que a melhor forma de baixar a carga glicêmica é combinando alimentos do grupo dos carboidratos com o das proteínas. Ou seja, em vez de comer o pão puro, você pode recheá-lo com peito de peru ou atum. E se acrescentar uma gordura boa, como a do azeite extra-virgem, você controla ainda melhor essa carga glicêmica.

Algumas fontes de alimentos de baixo índice glicêmico: arroz integral, aveia em flocos, mandioquinha, batata-doce, milho, inhame, quinoa, maçã, pera, ameixa, atum e grão-de-bico.
 
feijão - foto Getty ImagesProteínas vegetais
As proteínas, principalmente, as dos vegetais também podem te ajudar na hora de tentar engravidar. "A maioria das dietas, principalmente, a brasileira, ultrapassa essa "cota saudável" de proteína animal. Consumir carnes três vezes por semana já é suficiente", garante a ginecologista Paula Fettback.

De acordo com a especialista, a gordura saturada proveniente das carnes, em especial, os cortes mais gordos, pode ajudar a aumentar o tecido adiposo, fazendo com que a mulher produza mais hormônios masculinos e levando a uma irregularidade hormonal.

Boas fontes de proteínas vegetais são: soja, feijão, grãos, cogumelos, grão-de-bico, quinoa.  
 
leite integral - foto Getty ImagesLeite integral
O estudo dos pesquisadores de Harvard constatou que laticínios sem gordura ajudam a aumentar o desequilíbrio hormonal. Um copo de leite integral por dia, por sua vez, já ajudaria a regular os hormônios.

"O leite integral causa uma menor oscilação na insulina. O fato de o alimento ser integral faz com que ele seja absorvido de forma mais lenta pelo organismo, garantindo saciedade e menor oscilação da globulina, que ajuda no transporte dos hormônios ligados à fertilidade", enfatiza a especialista em reprodução assistida Paula Fettback.  
 
óleo de soja - foto Getty ImagesAlimentos sem gordura trans
Alimentos sem gordura trans, mas que contenham gordura boa, devem estar presentes na alimentação da futura mamãe. Segundo o nutrólogo José Alves Lara Neto, os hormônios ligados à gravidez precisam da gordura boa para funcionarem adequadamente.

"As gorduras poli-insaturadas, presentes nos óleos de soja e canola, deram indícios de que protegem o aparelho reprodutor feminino", afirma a ginecologista Paula Fettback. Alimentos fontes de gordura insaturada, como o ômega 3, também são aconselhados. Ela está presente na linhaça, nas nozes, na chia e nos peixes de águas profundas e frias (salmão, bacalhau, atum, sardinha, truta).

A gordura trans pode levar à obesidade e a outras doenças metabólicas, diabetes e hipertensão, que podem prejudicar a fertilidade feminina. Segundo a especialista, a mulher com diabetes pode ter distúrbios da microcirculação na própria placenta (útero), queda da receptividade embrionária pelo útero ou diminuição da vascularização para o ovário. Já a mulher com hipertensão pode ter danos na vascularização. "O útero depende do bom fluxo sanguíneo para que o feto se desenvolva. Ela pode ter complicações gestacionais", explica. Tanto o diabetes como a hipertensão aumentam o risco de aborto.
 
tomate - foto Getty ImagesAlimentos ricos em licopeno
Um nutriente que muitas mulheres não sabem da importância para a gerar um bebê é o licopeno, que está presente, principalmente, nos tomates. "Ele é benéfico para os ovários, ajudando a regular a produção hormonal e deixando o ciclo ovulatório normal", ensina a ginecologista Paula Fettback.

Além do tomate, outras boas fontes do nutriente são: melancia, goiaba vermelha, mamão papaia, cenoura, abóbora, caqui e pitanga.  
 
ovos - foto Getty ImagesAlimentos ricos em vitaminas A e D
Que as vitaminas são muito importantes para nossa saúde, imunidade e para regular o nosso organismo todo mundo sabe. O que nem sempre é da sua influência sobre as chances de engravidar. "Nenhuma vitamina é milagrosa, mas tendo elas equilibradas em seu corpo, você balanceia a dieta e, consequentemente, aumenta as chances de gravidez", expõe a ginecologista Paula Fettback.

A vitamina A ajuda na produção de hormônios femininos. Já a vitamina D ajuda o corpo na ovulação, garantindo o equilíbrio hormonal, afirma o nutrólogo José Alves Lara Neto.

Boas fontes de vitamina A: fígado, ovos, agrião, couve, espinafre, cenoura, manga, mamão.

Boas fontes de vitamina D: sardinha, atum, iogurte, ovos, fígado, manteiga. Mas a principal fonte do nutriente é a luz solar, bastam 15 minutos diários de exposição para conseguir sintetizar a vitamina.
 
salmão - foto Getty ImagesAlimentos ricos em vitamina do complexo B (B6, B9, B12)
As vitaminas B6, B9, mais conhecida como ácido fólico e B12 também ajudam na fertilidade e na formação de um feto saudável. "A vitamina B6 ajuda a regular o açúcar no sangue, evitando picos de insulina. A B9 (ácido fólico) diminui problemas na formação do tubo neural do bebê. Já a B12 melhora a camada do útero que vai receber o embrião e regula o ciclo menstrual", enumera o nutrólogo José Alves Lara Neto.

Boas fontes de vitamina B6: Batata, banana, peito de frango, salmão, atum, abacate.

Boas fontes de vitamina B9 (ácido fólico): vegetais verde-escuros, fígado, lentilha, feijão, laranja, amêndoas, espinafre.

Boas fontes de vitamina B12: carnes, peixes, ovos, leite e queijos. 
 
frutas cítricas - foto Getty ImagesAlimentos ricos em vitamina C
Outra vitamina que não pode faltar no cardápio e que dá uma ajudinha extra para a "cegonha" é a vitamina C. "Além de ser essencial para manter a imunidade em dia, diminuindo o risco de doenças, devido ao seu poder antioxidante, a vitamina C normaliza a ovulação", relata o nutrólogo José Alves Lara Neto.

Boas fontes de vitamina C: laranja, limão, abacaxi, mamão, goiaba, pimentão.
 
alface - foto Getty ImagesAlimentos ricos em vitamina E
Segundo a ginecologista Paula Fettback, a vitamina E atua, principalmente, melhorando a qualidade do endométrio e do útero, aumentando a vascularização da região. "Em estudos realizados com ratos, uma das maiores causas da infertilidade comprovadas é a falta de vitamina E, que protege o DNA", afirma o nutrólogo José Alves Lara Neto.

Boas fontes de vitamina E: Alface, agrião, espinafre e couve, óleos vegetais. 
 
castanha-do-pará - foto Getty ImagesAlimentos ricos em zinco e selênio
Segundo a ginecologista Paula Fettback, o ciclo hormonal também depende de a mulher ter uma quantidade adequada de hormônios sexuais tanto produzida pelos ovários, pelas glândulas suprarrenais como pelo tecido periférico (gordura).

E aí entram vários nutrientes, entre eles, o zinco e o selênio que ajudam a regular a produção hormonal, deixando os hormônios nas quantidades ideais para a fertilidade.

"Mulheres muito abaixo do peso podem ter quantidade insuficiente de hormônio que faz com que ela não consiga ovular pelo desequilíbrio hormonal causado pela "subnutrição" ou uma irregularidade menstrual, que acontece comumente em casos de anorexia", acrescenta a especialista.

Boas fontes de zinco: ostras, nozes, castanhas, carne bovina, farelo de aveia.

Boas fontes de selênio: gérmen de trigo, atum, salmão, alho, castanha-do-pará, ovos, arroz integral. 
 
carne vermelha - foto Getty ImagesAlimentos ricos em Ferro
A deficiência desse mineral está relacionada ao mau desenvolvimento do feto, mas também pode prejudicar na própria fertilidade de quem anseia por um filho. "Quando o ferro está em baixa no organismo da mulher, ela pode não ovular", afirma o nutrólogo José Alves Lara Neto. Além disso, sua ausência pode causar anemia ferropriva, que diminui o oxigênio no organismo, deixando-o insuficiente para que o organismo complete suas funções vitais.

Boas fontes de ferro: carne vermelha, fígado, aves e peixes, vegetais verde-escuros, leguminosas. 
 
Fonte Minha Vida

Alterações no pênis preocupam o sexo masculino


Existem homens que não aceitam as mudanças do corpo.
Mas, a maioria também não cuida da saúde.
Dificuldade de ereção e mudança na aparência são sinais da idade
 
A idade chega e com ela as mudanças no corpo. E claro, o pênis entra na lista dos sinais provocados pelo envelhecimento. Queda hormonal, dificuldade de ereção, mudança na aparência e mudança no sistema urinário sugerem que o passar dos anos irão comprometer a vida sexual masculina.

Mas, o que será que realmente acontece com o pênis de um homem que chegou aos 40 anos ou acima disso? As mudanças são realmente radicais? De acordo com o chefe de urologia do Hospital Orêncio de Freitas, Elder Machado, o universo masculino ainda não se acostumou com as alterações causadas pelo tempo. " Existem homens que não aceitam as mudanças do corpo. Mas, a maioria também não cuida da saúde. Vale destacar que na grande parte dos casos, os problemas acontecem devido ao descuido e a falta de cuidados médico", diz.

Outra aparência
De acordo com o urologista, existem três mudanças significativas na aparência do pênis.
 
"Normalmente, a glande (cabeça do pênis) vai perdendo a cor púrpura, de forma gradual, em razão da redução do fluxo sanguíneo na área. Também pode ocorrer uma diminuição dos pelos pubianos, por causa da queda do hormônio testosterona", explica. "Mas, a principal mudança se dá pela perda do tônus da pele, que fica mais flácida", afirma Elder.
 
Sistema urinário
Em alguns casos, as mudanças ligadas ao pênis, também interferem no sistema urinário. E isso acontece graças ao aumento benigno da próstata. "Quando há hipertrofia da próstata, que ocorre normalmente em homens acima dos 40 anos, ela pode interferir no canal da uretra e acabar gerando problemas na hora de urinar. Diminuição do jato, vontade frequente e dificuldade ao urinar são as principais características", explica o também urologista do Hospital Samaritano Stênio de Cassio Zequi.

Existem remédios que ajudam a diminuir esse problema, porém em alguns casos, é preciso de intervenção cirúrgica. "Quando os remédios não conseguem reter o aumento da próstata ou a compressão da uretra, é necessário a realização de uma cirurgia que liberta o canal da uretra", diz o especialista.

Dificuldade de ereção
A dificuldade pode acontecer por diferentes problemas. Um deles é a diminuição da testosterona (hormônio masculino que estimula a libido ), que apresenta uma queda de 1% ao ano, quando os homens passam dos 40 anos de idade. "Na terceira-idade, o grande causador da dificuldade de ereção, sem considerar os problemas psicológicos, é o aumento gradual de gordura nas artérias. Esse fator obstrui as veias sanguíneas e impede que o sangue chegue na glande, deixando a ereção complicada e, em alguns casos, sem condições de penetração", explica Elder Machado.
 
Menos sensível
A sensibilidade do pênis também pode diminuir com o passar dos anos e acontece principalmente em pessoas que sofrem de diabetes ou ingerem grande quantidade de bebidas alcoólicas. "As agressões nos nervos tiram a sensibilidade do pênis e de outras regiões do corpo. O diabetes e o consumo de álcool afetam o sistema vascular e assim atingem os nervos", explica o urologista Elder Machado.

Curvatura
A curvatura do pênis acontece devido a formação de um tecido fibriótico que se instala na região com o passar do tempo. O problema é conhecido como Doença de Peyronie e costuma acometer homens acima dos 40 anos. "Ainda não existe um estudo especifico, mas acredita-se ele acontece por pequenos traumas no pênis", explica Elder Machado. "Em alguns casos, a curvatura chega a um estado que não permite a penetração e apenas o processo cirúrgico pode reverter o problema."

Fonte Minha Vida

Problemas de ereção podem ser sinal de doença cardíaca

A disfunção erétil e a doença arterial coronariana compartilham
de muitos fatores de risco comuns e estão intimamente relacionados
Disfunção erétil e doença arterial compartilham muitos fatores de risco comuns
 
Um estudo apresentado no Congresso Mundial de Cardiologia, em Beijing, na China, traz mais evidências de que a impotência sexual pode ser um sinal prévio de doença cardíaca. De acordo com os pesquisadores da Universidade Malaya, em Kuala Lumpur, sete entre dez homens internados por causa de um ataque cardíaco apresentavam disfunção erétil seis meses antes de irem para o hospital.

Envolvendo 111 homens sexualmente ativos, o estudo demonstrou que 75,7% tiveram problemas de ereção seis meses antes da hospitalização, e todos os pacientes com histórico de doença cardíaca isquêmica apresentavam disfunção erétil. Além disso, quase 25% dos 81 homens sexualmente inativos, que não foram recrutados pelo estudo, relataram disfunção erétil completa mais de seis meses antes da triagem.

Os especialistas explicam que a disfunção erétil e a doença arterial coronariana compartilham de muitos fatores de risco comuns e estão intimamente relacionados. A aterosclerose, por exemplo, pode ser a causa principal de ambas as condições, provocando inflamações generalizadas que podem progredir muito rapidamente pelo sistema circulatório. E os pesquisadores acreditam que a impotência precede a doença cardíaca porque as artérias do pênis são significativamente menores do que as coronarianas. 
 
"Este estudo demonstra que devemos considerar que pacientes com evidências de disfunção erétil são de muito alto risco para o desenvolvimento de futuras síndromes coronarianas agudas. Curiosamente, o estudo também descobriu que todos os pacientes com história pregressa de infarto e disfunção erétil apresentavam ataques cardíacos recorrentes. Portanto, devemos tratar esses pacientes de forma muito agressiva", destacou o pesquisador S. Ramesh. "Homens que não são sexualmente ativos também devem ser avaliados de perto, pois um quarto deles tem disfunção erétil completa, que exige tratamento, e isso pode ser um prenúncio de doença arterial coronariana", concluiu o especialista. 
 
A disfunção sexual é fator preocupante para a maioria dos homens. Uma pesquisa de 2008, realizada pelo Projeto de Sexualidade (ProSex), da USP, ouviu 10 mil homens em 19 cidades do estado de São Paulo e chegou a conclusão de que a disfunção erétil atinge, em algum nível, cerca de 50% da população masculina entre 40 e 70 anos. Isso significa que eles experimentam dificuldades para obter ou manter a ereção para uma atividade sexual satisfatória.

"A questão que já é delicada pode tornar-se ainda mais complexa, por que apenas 30% desses pacientes procuram ajuda médica. O preconceito é um erro grave, pois a doença, quando diagnosticada precocemente, é mais fácil de ser tratada", destaca o urologista Evandro Cunha, do Hospital Urológico de Brasília. "As causas são inúmeras e podem ser até mesmo de aspectos fisiológicos e psicossomáticos, como ansiedade e insegurança, mas existe um amplo leque de tratamentos e para a indicação correta é preciso analisar o fator que causa a problema. O suporte psicológico e o apoio da parceira pesam positivamente na etapa terapêutica", completa o especialista.
 
Fonte Minha Vida

Sete dicas para baixar o nível de triglicérides do sangue

Exercícios - Foto Getty Images
Aliar uma dieta equilibrada à prática de exercícios físicos,
de preferência aeróbicos, é a melhor maneira de combater
 o alto nível de triglicérides
Começar a praticar exercícios e parar de fumar já é um bom começo
 
Receber o diagnóstico de colesterol alto vira alvo de grande preocupação para muitas pessoas. O mesmo nem sempre acontece com aquelas que descobrem ter alto nível de triglicérides - ou triglicerídeos - no sangue.
 
Menos agressivos, os triglicérides costumam ser ignorados por muitos, mas eles também são perigosos se não controlados: aumentam os riscos de doenças coronarianas e até de desenvolver diabetes.

O endocrinologista Amélio Godoy Matos, que já foi presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, explica que os triglicerídeos são um tipo de gordura proveniente da ingestão de carboidratos e da própria gordura. Assim, ele está presente em cerca de 90% da nossa alimentação, enquanto o colesterol pode ser encontrado em apenas 10% dos alimentos ingeridos. Ainda assim, as melhores formas de baixar o nível de triglicérides não se restringem apenas à alimentação.
 
Confira sete dicas que ajudam a controlar a taxa dessa gordura:
 
Carboidratos - Foto Getty ImagesCarboidratos
Os triglicerídeos são originados de duas maneiras: pela ingestão de alimentos ricos em gordura ou pela sintetização de carboidratos no fígado.

Dessa forma, uma das primeiras recomendações médicas para baixar o nível de triglicérides é criando uma dieta balanceada e, claro, com baixo teor de carboidratos, aponta o endocrinologista Amélio. Isso inclui massas, frutas e tubérculos, como a batata.
 
Exercícios - Foto Getty ImagesExercícios
"Excesso de peso é a principal causa de aumento de triglicerídeos no sangue", explica Amélio Godoy.

Por isso, aliar uma dieta equilibrada à prática de exercícios físicos, de preferência aeróbicos, é a melhor maneira de combater o alto nível de triglicérides, uma vez que ele aumenta a queima de gordura corporal.
 
Legumes e verduras - Foto Getty ImagesVerduras e legumes
Verduras e legumes também não podem faltar no cardápio.

"Alguns deles até apresentam uma porcentagem considerável de carboidratos, mas, ainda assim, serão sempre mais bem-vindos do que alimentos processados, como pães e massas', explica o endocrinologista Amélio.
 
Álcool - Foto Getty ImagesÁlcool
"Bebidas alcoólicas são altamente calóricas, estimulando a produção de triglicerídeos e por isso, devem ser evitadas', aconselha o profissional.

Uma latinha de cerveja, por exemplo, tem 147 calorias; uma taça de vinho tinto seco, 107 e uma única dose de uísque, 240 calorias.
 
Salmão - Foto Getty ImagesÔmega três
Peixes, como salmão e atum, são alimentos ricos em ácidos graxos ômega 3, uma gordura insaturada, que reduz o nível de triglicérides do sangue. Assim, seu consumo sempre deve ser priorizado quando a outra opção for uma carne vermelha.

Lembre-se, apenas, de preparar o peixe de forma que ele fique com baixo teor de gordura, sendo a melhor alternativa grelhá-lo.
 
Doce - Foto Getty ImagesAçúcar
Outro alimento que deverá ser controlado são os doces, já que o açúcar é um tipo de carboidrato. No organismo, ele é quebrado e transformado em partículas menores que serão absorvidas.

O problema é que essa absorção estimula a produção de triglicerídeos pelo fígado. Além disso, há um depósito dessa gordura no pâncreas que atrapalha o funcionamento das células de insulina, fazendo com que a taxa de glicose no sangue também aumente.
 
Tabagismo - Foto Getty ImagesTabagismo
O tabagismo aumenta os riscos de doenças cardiovasculares e diabetes, sendo um hábito prejudicial que potencializa os prejuízos causados pela alta taxa de triglicerídeos no sangue.

Assim como o açúcar, ele causa resistência de insulina devido ao acúmulo de gordura no abdômen.
 
Fonte Minha Vida