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sábado, 13 de junho de 2015

Cientistas constatam danos nos joelhos provocados por sapato alto

Não é a toa que, entre os acessórios femininos, os sapatos de salto alto figurem na lista dos mais populares. Travam uma batalha apertada com a maquiagem, tendo sobre ela uma vantagem: a sensação de poder
 
Em Marilyn Monroe ou em uma senhora mais discreta, conseguem acentuar relevantes marcadores biológicos da atração. Deixam os contornos mais visíveis, especialmente das pernas, aumentam o gingado dos quadris e reforçam posturas mais altivas.
 
Mas especialistas advertem que, às vezes, é melhor manter os pés no chão. Estudos recentes alertam que esse tipo de sapato não oferece apenas benefícios. Há o risco de lesões graves e potencialmente permanentes.

Um dos alertas está na edição deste mês do The International Journal of Clinical Practice e vem de pesquisadores sul-coreanos. Eles sugerem que o uso do salto alto pode contribuir para o desenvolvimento e a progressão da dor e da osteoartite (degeneração das cartilagens) no joelho, da dor lombar provocada pela curvatura da coluna e ainda provocar alterações na caminhada.
 
O estudo, encabeçado pelo pesquisador Yong-Seok Jee, indicou os quatro músculos do tornozelo mais comprometidos: os responsáveis pela flexão plantar e pela dorsiflexão — são, por exemplo, os movimentos realizados por um motorista que pisa no acelerador e desacelera, respectivamente — e os encarregados da inversão e da eversão dos pés, que é o movimento pendular.

Os danos foram observados em 40 estudantes saudáveis. Jee pediu a elas que optassem pelos sapatos com salto de 10 centímetros pelo menos três vezes por semana.
 
Antes de as lesões aparecerem, os pesquisadores notaram algo interessante: em particular, a força do tornozelo para realizar a inversão e a eversão aumentou no primeiro ano de uso do calçado. Mas, depois de quatro anos, as voluntárias começaram a apresentar desequilíbrio muscular e lesões, especialmente torções e fraturas.

Julian Machado, coordenador da Ortopedia e Traumatologia do Grupo Santa (DF), explica que, além do tornozelo, os sapatos de salto alto afetam a biodinâmica do quadril e da colunar lombar. Há ainda o encurtamento da musculatura posterior.
 
 
“Algumas mulheres, inclusive, não conseguem calçar sandálias rasteiras porque as estruturas foram todas encurtadas e o corpo já está em função do salto”, explica o também delegado titular da regional do Distrito Federal da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (Sbot).
 
Correio Braziliense / G1

OMS convoca reunião de emergência sobre síndrome respiratória

O vírus Mers provoca infeção pulmonar, febre, tosse e dificuldades respiratórias, não havendo, por enquanto, vacina ou tratamento para o vírus
 
A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou nesta sexta-feira (12/06) que vai convocar, na próxima semana, a comissão de emergências sobre a Síndrome Respiratória do Médio Oriente (Mers), depois de ter subido o número de mortes na Coreia do Sul.

Ao todo, 126 pessoas foram infectadas no país pelo coronavírus Mers (sigla em inglês) desde o primeiro diagnóstico, em 20 de maio, de um homem que tinha estado na Arábia Saudita e em outros países do Golfo Pérsico. "O número de novos casos diminuiu, mas devemos vigiar a situação", declarou um porta-voz da OMS, Tarik Jasarevic, em entrevista em Genebra. "A comissão de emergências vai se reunir na próxima semana, mas a data ainda não foi marcada, disse.

"Trata-se de analisar a situação" e determinar se "constitui uma emergência de saúde pública de alcance internacional", acrescentou Jasarevic, ao destacar que a última reunião da comissão ocorreu em 5 de fevereiro.

A Coreia do Sul anunciou ontem que o número de mortes causadas pelo coronavírus Mers aumentou para 11, mas as autoridades pediram calma à população, destacando a diminuição do número de novos contágios.

Pelo menos 3.680 pessoas estão atualmente de quarentena, em casa ou no hospital, contra 3.805 nessa quinta-feira. A quarentena foi suspensa para 1.249 pessoas desde o início do surto, o maior fora da Arábia Saudita.

O Mers é um vírus mais mortal, mas menos contagioso, do que o responsável pela Síndrome Respiratória Aguda Severa (Sars, a sigla em inglês) que, em 2008, fez cerca de 800 mortos em todo o mundo.

O vírus da Mers provoca infeção pulmonar, febre, tosse e dificuldades respiratórias, não havendo, por enquanto, vacina ou tratamento para o vírus. A doença registra taxa de mortalidade de cerca de 35%, de acordo com a OMS.

Na Arábia Saudita, mais de 950 pessoas foram contaminadas desde 2012 e 412 morreram.
 
AFP / Saúde Plena

Crise de rinite ou resfriado? Saiba diferenciar as doenças do frio

Especialista explica as características desses transtornos, que têm em comum sintomas como irritação do nariz, espirros e coriza constantes
 
Durante a época mais fria do ano, é comum a irritação do nariz, espirros e coriza constantes. Muitos podem confundir esses sintomas de gripe ou resfriado com aqueles causados por crise de rinite alérgica. Você sabe a diferença entre elas?
 
O diagnóstico preciso exige observação detalhada dos sintomas, de acordo com a alergologista Yara Mello, do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos. Mas antes disso, diz a médica, é preciso entender cada um desses problemas.
 
— Assim como a gripe e o resfriado, a rinite começa impactando o nariz, o primeiro local por onde passa o ar, que pode conter impurezas, até alcançar os pulmões. Mas, no caso da rinite alérgica, são antígenos e alérgenos que entram pelas vias nasais, ao contrário das outras duas, causadas por vírus e bactérias — explica.
 
A confusão acontece porque, em ambos os casos, as reações do organismo para garantir a imunidade e expulsar as “substâncias invasoras” é semelhante: irritação do nariz, espirros e coriza constantes.
 
— A diferença é que a gripe e o resfriado possuem agravantes como febre, dor no corpo, mal estar e indisposição — detalha Yara.
 
No entanto, as dicas para prevenção de todas elas é semelhante:
* evitar lugares aglomerados, úmidos e embolorados.

* deixar sempre a janela aberta para circulação do ar em ambientes fechados.

* lavar as mãos constantemente

* não levar as mãos sujas aos olhos e, principalmente, ao nariz.
 
— No caso da contaminação por gripe ou resfriado e em casos de crise de rinite alérgica, remédios contendo anti-histamínicos, que servem de base para os antialérgicos, estão entre as recomendações dos médicos — finaliza a médica.
 
Zero Hora

Americano prega o fim da medicina conforme se conhece atualmente

Propostas controvertidas de um médico americano para a medicina do futuro
 
Eric Topol é cardiologista do Instituto de Ciência Translacional Scripps em La Jolla, na Califórnia, nos Estados Unidos, e também é editor-chefe do site Medscape.
 
Com o cargo de “professor de medicina inovadora”, ele prega o fim da medicina conforme a conhecemos e o surgimento de um tratamento rigoroso, digitalizado, preciso e economicamente viável.

Em seus dois livros — The Creative Destruction of Medicine (A Destruição Criativa da Medicina, em tradução livre) e The Patient Will See You Now (O Paciente Irá Recebê-lo) —, ele descreve os avanços da medicina na última década e todas as ferramentas desse novo mundo, como a análise do genoma, sensores de smartphone e bancos de dados gigantes.

A principal tese de Topol é a de que os velhos tempos do “quem manda é o médico” ficaram no passado. Os doutores não terão mais o controle dos dados, nem dos tratamentos ou dos lucros. Em vez disso, a humanidade finalmente terá acesso a tratamentos verdadeiramente democráticos.

— Não haverá mais a necessidade de consultas ofensivas e difíceis. Smartphones com os aplicativos e aparelhos certos substituirão com tranquilidade a análise, a explicação e a transmissão de todos os dados fisiológicos para os médicos, geralmente sem a necessidade da presença física do paciente.

— Não haverá mais hospitais. Topol prevê que o quarto de hospital do futuro será o quarto de casa, preparado para a ocasião com todos os sensores portáteis necessários e serviços dignos do hospital. Os pacientes receberão seus dados nos seus próprios aparelhos, sob o próprio controle.

— O “achismo” não será mais um problema na hora de escolher os remédios. Os padrões genéticos irão facilmente distinguir as pessoas que se beneficiam ou não de um medicamento. A seleção das drogas se tornará segura o bastante para que, sob determinadas circunstâncias, a automedicação seja possível.

— Os diagnósticos médicos serão simplificados: os médicos não terão mais dificuldades de esclarecer doenças e sintomas com inúmeros exames. Em vez disso, páginas da internet repletas de sequências de genes em todas as formas de cálculos de risco biológico e comportamental serão capazes de fornecer um diagnóstico instantâneo. O paciente poderá muito bem ser o responsável pelo diagnóstico e, então, apresentá-lo ao médico, já que todas as informações estarão gratuitamente disponíveis.

Isso tudo é possível?
Existe a possibilidade de que alguma dessas previsões venham a se concretizar. Mas é preciso pensar em certas questões. Há o problema da privacidade. Os dados médicos não estarão mais seguros. Os dados do genoma são especialmente sensíveis, mas não existe ainda um consenso em relação a como protegê-los.

À medida que as discussões prosseguem, ninguém parece disposto a armazenar seu genoma na nuvem, nem permitir que sensores eletrônicos entrem em sua corrente sanguínea nos próximos anos. Além disso, há o argumento de que o tratamento médico consiste em muito mais do que a gestão de dados, ou mesmo das doenças. Um mundo inteiro de cuidado, aconselhamento, conversas e toque contraria a ideia do paciente como uma planilha na tela do computador.

Existe ainda a questão filosófica em torno do que todos os pacientes realmente querem para serem seus próprios médicos. Certamente, pessoas que se envolvem em seus próprios tratamentos se saem muito melhor que os distantes. Mas até que ponto as pessoas devem se envolver? Quando o envolvimento se torna um pesar? Existem muitas coisas melhores para se fazer do que ver o estado dos nossos órgãos. Às vezes, faz sentido deixar que outras pessoas façam isso por você.

*The New York Times / Zero Hora

Remédio para ereção tem agora versão em pomada

Medicamento já existia em forma de injeção e comprimido. Com eficácia de 86%, pode ser usado por quem tem problema cardíaco, ao contrário das pílulas
 
Uma pomada pode facilitar a vida dos homens que têm problemas de ereção. O Alprostadil, remédio usado para combater a disfunção erétil, já existia na forma de comprimido e de injeção, mas agora ganhou a nova versão. Entre as vantagens, estaria a de não ter contraindicação para cardíacos, ao contrário das pílulas.
 
A duração do efeito, porém, seria menor. A medicação foi testada em cerca de 600 homens e teve uma eficácia de 86%, segundo estudo publicado na revista ‘Urology’.
 
“É uma opção a mais”, afirma Antônio de Moraes Jr., chefe do Departamento de Andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia. A pomada é usada na ponta do pênis, e a ereção acontece entre cinco e trinta minutos depois. “Ela cai na corrente sanguínea e gera uma vasodilatação, que vai levar à ereção”, explica Antônio.
 
A principal vantagem é a de poder ser usada por pacientes que tomam remédios com nitrato, por problemas no coração. Os efeitos da pomada, no entanto, duram até quatro horas. Já os dos comprimidos variam entre os de curta duração, de 8 a 12 horas, e os de longa duração, que vão até 36 horas.
 
Álcool pode atrapalhar
Não existe contraindicação para quem consumir bebidas alcoólicas, mas Antônio afirma que o efeito do remédio pode ser diminuído. Também não há restrição em relação à idade. “Não tem idade que impeça. Mas geralmente os mais jovens não precisam”, garante o urologista. A exceção são aqueles que, mesmo sem problemas, querem “turbinar” a ereção.
 
Antônio alerta, no entanto, que não é recomendado exagerar no uso do remédio. “A hiperdosagem pode trazer efeitos indesejáveis nos aparelhos digestivo e neurológico”, alerta Antônio. A pomada precisa ser liberado pela Anvisa para ser vendida no Brasil. A farmacêutica responsável, no entanto, ainda não fez o pedido do registro.

O Dia

AVC rouba ao menos 8 anos da função do cérebro, diz novo estudo

Efeitos foram medidos por testes de memória e raciocínio; prevenir o AVC por meio de hábitos de vida saudáveis é a melhor solução
 
Sofrer um AVC faz com que o cérebro da pessoa perca cerca de oito anos de suas funções, diz um novo estudo. Os efeitos aparecem na memória e na rapidez de raciocínio, que foram medidas com testes cognitivos.
 
Pacientes negros e brancos que tiveram um AVC apresentaram uma queda na pontuação de um teste de memória e velocidade de raciocínio como se tivessem envelhecido 7,9 anos em apenas uma noite.
 
Para o estudo, dados de mais de 4.900 idosos brancos e negros acima de 65 anos foram analisados por uma equipe de pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos. Os resultados da pesquisa foram publicados na edição de julho do periódico Stroke.
 
Diferenças raciais
Os pesquisadores uniram duas fontes de informações para a análise: levantamentos detalhados e testes de raciocínio ao longo de vários anos. Medindo as mudanças dos participantes nos testes cognitivos de 1998 a 2012, puderam ver que ambos negros e brancos tiveram um desempenho significantemente pior depois do AVC do que antes do evento vascular.
 
Embora o tamanho dos efeitos seja o mesmo entre negros e brancos, pesquisas anteriores mostraram que as taxas de problemas cognitivos em negros idosos são, geralmente, duas vezes maiores do que em brancos não hispânicos. Os novos resultados, então, mostram que o AVC não leva em conta as diferenças em memórias e cognição que crescem ao longo das duas linhas raciais com o envelhecimento.
 
Os pesquisadores disseram que os resultados ressaltam a importância da prevenção do AVC.
 
“Embora nós tenhamos descoberto que o AVC não explica essa diferença, os resultados mostram o envelhecimento cognitivo causado por ele e, portanto, a importância de prevenir o evento para reduzir o risco de declínio cognitivo”, diz, em nota, a condutora do estudo, Deborah Levine.
 
Outras pesquisas sobre diferenças de declínio cognitivo focaram em diferenças raciais com base em um perfil socioeconômico, educação e riscos vasculares como diabetes, pressão alta e tabagismo que podem contribuir para aumentar o risco de AVC. Esses fatores podem explicar algumas – mas não todas – as diferenças raciais quando se fala em declínio cognitivo.
 
Deborah e seus colegas pesquisadores notaram que certos fatores – como a quantidade de anos que a pessoa já tem fatores de risco vascular e a qualidade da sua educação, bem como genética e fatores biológicos – podem desempenhar um papel nas diferenças raciais que explicariam a performance cognitiva a longo prazo.
 
Uma coisa é clara, no entanto: um AVC tem sérias consequências para a função cerebral. Em média, ele “rouba” oito anos de saúde cognitiva. Portanto, pessoas de todas as raças e etnias podem se beneficiar reduzindo os riscos de ter um AVC. Isso inclui controlar a pressão arterial e colesterol, parar ou evitar fumar, controlar a glicose, como no diabetes, e ser ativo, mesmo em idade avançada.
 
iG

ANS abre consulta pública sobre rol de procedimentos a vigorar em 2016

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) disponibilizou ontem (12), em sua página na internet, toda a documentação referente à consulta pública do novo Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, que vai vigorar em 2016
 
A documentação é importante pelos subsídios que dara à sociedade, em geral, para que esta possa fazer suas contribuições”, disse à Agência Brasil a gerente-geral de Regulação Assistencial da ANS, Raquel Medeiros Lisbôa. A consulta pública ficará aberta de 19 de junho a 19 de julho e poderá ser prorrogada por mais 30 dias.

O novo rol inclui 11 procedimentos incorporados após processo técnico do Comitê Permanente de Regulação Setorial da ANS, aprovados pela diretoria colegiada. Segundo Raquel, outros procedimentos, entre terapias e exames, poderão ser incluídos na lista de cbertura mínima obrigatória que os planos de saúde devem oferecer aos beneficiários a partir do próximo ano, como resultado das contribuições recebidas durante a consulta pública.

Constam também da súmula do rol de procedimentos diretrizes de utilização para exames diagnósticos de 16 síndromes genéticas de elevada complexidade. “As diretrizes de utilização visam a facilitar tanto a solicitação quanto a execução desses exames”, explicou Raquel. Subiu para 39 o número de síndromes genéticas que têm diretrizes para os procedimentos diagnósticos no rol da ANS.

Entre os 11 procedimentos médicos incluídos, Raquel destacou o implante do cardiodesfibrilador multissítio. Ela disse que essa tecnologia, comprovadamente, diminui a mortalidade por morte súbita e terá grande impacto para os doentes cardiológicos. "Como sabemos que os eventos cardiovasculares têm aumentado a incidência, recentemente, esse procedimeno trará grande ganho para os beneficiários [de planos de saúde]”. O mesmo ocorre com o implante do monitor de eventos (looper), que diagnostica precocemente algumas arritmias de difícil detecção por outros exames.

Dentro da campanha de estímulo ao parto normal e a uma assistência multiprofissional para a gestante, foram incluídas no novo rol de procedimentos mais consultas com nutricionistas. São, ao todo, 12 sessões. “[O processo] também visa ao maior bem-estar e melhor tratamento da gestante.”

Todas as propostas recebidas durante a consulta pública serão analisadas pela ANS, que divulgará posteriormente um relatório contendo os procedimentos acatados. A operadora que se negar a cumprir o que o rol estabelece, pagará multa de R$ 80 mil. “E, se for uma prática recorrente, denunciada em nosso sistema, poderá gerar inclusive a própria suspensão de comercialização do plano”, observou Raquel.

Para denunciar uma operadora que não cumpre o rol de procedimentos, os consumidores devem entrar em contato com os 12 núcleos de atendimento presencial da ANS, em cidades-polo de todas as regiões do país. Podem reclamar também no portal da ANS ou pelo sistema Disque ANS (telefone gratuito 0800 701 9656).

Estabelecido pela Lei nº 9.656/98, que regulamenta os planos de saúde, o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde é revisto a cada dois anos.
 
Agência Brasil

Anvisa: torcedores que vão para o Chile devem se vacinar contra o sarampo

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária alertou ontem (12) em sua página que os torcedores que vão acompanhar a Copa América de Futebol devem se vacinar antes de viajar para o Chile

Segundo a agência reguladora, o país sede da competição está com surto de sarampo. A prevenção é simples, já que a vacina está disponível gratuitamente nos postos de saúde brasileiros.
 
A Anvisa alerta ainda que os turistas devem estar atentos para o coronavírus, já que Chile pode receber turistas da Coreia do Sul, país que está passando por um surto de da doença. Contra este vírus, que provoca uma síndrome respiratória grave, a agência reguladora aconselha que os turistas tenham os mesmos cuidados usados para a prevenção de outras viroses:
- Evitar o contato próximo com outras pessoas;

 - Cobrir o nariz e a boca com lenço descartável ao tossir ou espirrar;

 - Descartar o lenço em recipiente adequado para resíduos, imediatamente após o uso;

 - Lavar as mãos frequentemente, principalmente após tossir ou espirrar;

 - Evitar tocar olhos, nariz e boca;

 - Evitar tocar em superfícies como maçanetas, mesas, pias e outras;

 - Não compartilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal.
 
Agência Brasil