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terça-feira, 18 de julho de 2017

Uso do celular gera problemas graves na coluna

Diversas tarefas realizadas no dia a dia prejudicam a coluna, como ficar muito tempo sentado, dormi em posições erradas, ficar longas horas na frente do computador e mandar mensagens pelo celular. Este último caso têm lotado as recepções das clínicas

Nos Estados Unidos, uma pesquisa sugere que 79% da população, com idade entre 18 e 44 anos, ficam com seus celulares próximos a eles durante 22 horas por dia. O uso prolongado desta tecnologia interfere na saúde da coluna. Quando a cabeça está levantada e a coluna ereta, o peso está todo equilibrado. No momento em que a cabeça está posicionada para o chão, é como se uma criança de 8 anos estivesse sentada no pescoço. E é justamente esta a posição que as pessoas ficam quando estão mexendo em seus celulares.

A dor provocada pela posição caída da cabeça recebeu o nome de Text Neck e tem como sintomas: a dor de cabeça crônica; a dor nas costas, nos ombros e no pescoço e a mudança na curvatura da espinha.

A prevenção é a melhor forma de não sofrer com os problemas na coluna, mas há outras dicas:
- Segurar o celular na altura dos olhos;

- Fazer intervalos para se distanciar de celulares e computadores;

- Realizar alongamentos durante o dia;

- Fazer exercícios físicos.

A falta de cuidados pode ocasionar deformidades nas estruturas vertebrais, antecipar lesões discais e artrose. Caso uma dor de cabeça forte ou na coluna comece, busque um médico. Não deixe o tempo passar, porque o problema pode piorar muito.

Aprovado medicamento inédito para hipofosfatasia - HPP

Novo produto é indicado para o tratamento de pacientes com hipofosfatasia (HPP) de início perinatal/infantil e juvenil

O novo produto biológico Strensiq (alfa-asfotase) teve o registro aprovado pela Anvisa nesta segunda-feira (17/7). O medicamento, composto pela enzima de reposição alfa-asfotase, é destinado terapeuticamente para o tratamento de pacientes com hipofosfatasia (HPP) de início perinatal/infantil e juvenil.

O que é a hipofosfatasia (HPP)?
A hipofosfatasia é uma doença rara genética que afeta especialmente crianças, provocando deformações e fraturas e perda prematura dos dentes de leite. Esta doença é passada para os filhos na forma de herança genética, como o resultado de alterações em um gene relacionado com a calcificação dos ossos e desenvolvimento dos dentes, prejudicando a mineralização dos ossos e não tem cura. 

A reposição da enzima TNSALP após tratamento com Strensiq (alfa-asfotase) reduz os níveis de substrato da enzima que ocasiona a inibição da mineralização dos ossos.

ANVISA

Diabetes mellitus tipo 2 ganha novo tratamento

Medicamento traz mais uma alternativa para o controle glicêmico de pacientes diabéticos A


Anvisa aprovou nesta segunda-feira (17/7) o registro inédito do medicamento Soliqua (insulina glargina + lixisenatida). O novo produto biológico é indicado para o tratamento de diabetes mellitus tipo 2 (DMTV) e será uma opção adicional para o controle glicêmico de diabéticos.

Composição do Soliqua O produto Soliqua, fornecido em uma caneta aplicadora, é composto por uma combinação de duas moléculas em uma mesma formulação: a insulina glargina (Lantus®) e a lixisenatida (Lyxumia®), um agonista do receptor do GLP-1, que estimula a secreção de insulina quando a glicose sanguínea está aumentada. A lixisenatida é um parceiro terapêutico complementar para a insulina glargina basal em uma combinação de razão fixa.

Indicação terapêutica
O Soliqua é indicado para o tratamento de diabetes mellitus tipo 2 (DMT2) em adultos para melhorar o controle glicêmico quando medicamentos hipoglicemiantes orais isolados ou combinados com insulina basal, ou insulina basal utilizada isoladamente, não proporcionarem o controle adequado da glicemia.

ANVISA

Suspenso saneante de dialisadores e hemodiálise

Mudança na rotulagem do produto de limpeza havia sido aplicada em produtos antes do registro sanitário

O saneante Peroxide P35 incluiu em sua rotulagem a indicação de uso em hemodiálise. Esta mudança só foi aprovada pela Anvisa no dia 3/7, assim, todos os lotes fabricados antes dessa data e que traziam, no rótulo, a indicação de uso em materiais de hemodiálise, foram suspensos.

O produto, que teve sua categoria alterada para esterilizante de uso exclusivo em dialisadores e linhas de hemodiálise, não apresentou problemas quanto ao uso.

A empresa Bell Type Industries Ltda é responsável pelo recolhimento do estoque dos produtos com problemas no rótulo fabricados antes de 3/7.  

Álcool suspenso
A Agência suspendeu os lotes A4NI51202 e A4NI50503 do produto saneante Álcool 46,2º INPM Neutro da marca Tupi nesta segunda-feira (17/7). Laudos emitidos pela Fundação Ezequiel Dias (FUNED/MG) apontaram resultados insatisfatórios em três diferentes testes laboratoriais para ambos os lotes.

Segundo os laudos, os lotes do álcool em questão apresentaram resultados não condizentes com o registro sanitário aprovado nos ensaios de teor alcoólico, pH e rotulagem. Tais ensaios avaliam, respectivamente, a quantidade de álcool no produto, o teor ácido ou básico da solução e as informações contidas no rótulo.

A suspensão é válida apenas para os lotes A4NI51202 (Fab 02/2015) e A4NI50503 (Fab 03/2015) do Álcool 46,2º INPM Neutro, marca Tupi.


ANVISA