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sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Toma café e sente vontade de ir ao banheiro? Entenda porquê

Segundo pesquisadores, natureza ácida do café provoca reações no estômago
 
Quem acorda cedo para ir ao trabalho ou à escola, normalmente não abre mão daquela xícara de café para despertar. No entanto, da mesma forma que a bebida nos faz sentir mentalmente estimulados, ela também impulsiona os níveis de ácidos do estômago, causando uma reação no intestino, que provoca uma vontade de fazer cocô. As informações são do Daily Mail.
 
Levando isso em conta, especialistas criaram um vídeo mostrando como ocorre este processo. Em um primeiro momento, os cientistas avaliaram que a cafeína poderia ter o efeito laxante, que é o que acontece com 3 a cada 10 pessoas. Mas eles também constaram que o descafeinado tem o mesmo comportamento, enquanto a coca-cola light, não, sugerindo portanto, o grande problema ser um produto químico do café.
 
O vídeo produzido pela Sociedade Química Americana aponta que a natureza ácida do café provoca reações no estômago das pessoas: "isto faz com que o estômago esconda um nível elevado de ácido gástrico, que é o fluido ácido que ajuda o corpo a quebrar as proteínas".
 
Ainda segundo o material, a bebida contém um componente chamado ácido clorogênico, que eleva os níveis de ácido. "Este aumento na acidez pode causar no estômago a vontade de despejar o seu conteúdo o mais rápido possível", o que talvez explique porque algumas pessoas sentem a necessidade de correr para o banheiro depois de beber um copo de café.
 
De acordo com a pesquisa, o café afeta o intestino grosso em quatro minutos após a ingestão, tendo o mesmo efeito de uma pessoa que ingerisse uma comida pesada, como um lanche, por exemplo.
 
Terra

Cadastro vai atender carência de médicos especialistas por região

Para defender a importância do Cadastro Nacional de Especialistas, o Ministério da Saúde realizou um estudo preliminar que apontou uma disparidade entre os diversos bancos de dados existentes sobre formação de médicos especialistas no Brasil
 
A primeira área analisada foi a de oftalmologia. Entre os cadastros existentes, a variação de dados foi de 75,6%. Outras duas especialidades, cardiologia e ortopedia, também estão sendo analisadas e já apresentam um desencontro de informações. As áreas foram as primeiras escolhidas, pois são citadas entre as maiores necessidades de gestores, profissionais da Atenção Básica e usuários.
 
O levantamento foi apresentado nesta quarta-feira (12) pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro, para os deputados na Câmara Federal. Os parlamentares analisam proposta que inviabiliza a criação de um cadastro nacional com informações sobre os especialistas e que ajudariam na construção de políticas voltadas para a melhor distribuição dos médicos no País. O projeto de decreto legislativo 157/2015 do deputado Henrique Mandetta (DEM/MT) poderá ser votado ainda nesta semana.
 
“Precisamos qualificar as informações existentes para o desenvolvimento das políticas públicas de atenção à população brasileira. Elas são úteis para ações de incentivo à formação de médicos especialistas, sempre respeitando as atribuições das associações de cada área e do Conselho Nacional de Residência Médica”, disse o ministro.
 
No estudo inicial, foram avaliadas as informações dos documentos da Demografia Médica do Brasil (CFM/CREMESP), do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES/MS), e do Conselho Brasileiro de Oftalmologias (CBO), além da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM). Os dados apontam a existência de 9.862, 11.407, 17.325 e 3.909 profissionais, respectivamente. Na comparação dos cadastros gerais que incluem residências médicas (CBO x CFM/CREMESP), a variação é de 75,6%. Comparando dentro de uma mesma região, o índice ultrapassa 80% no Nordeste e Sudeste, por exemplo, o que impossibilita qualquer avaliação sobre a distribuição dos especialistas no País. As maiores disparidades estão em Pernambuco, Rio de Janeiro, São Paulo, Ceará e Amazonas.
 
Considerando os dados da Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) do Ministério da Educação as disparidades entre as informações existentes são ainda maiores. A diferença apresentada em relação aos dados do CBO é de 343%.
 
Variação do nº de oftalmologistas nos diferentes bancos de dados
 
 
Cadastro
O Cadastro Nacional de Especialistas reunirá informações de todos os médicos especialistas registrados no País. O objetivo é promover a transparência do processo de formação de especialistas no Brasil. Com a centralização da informação em um único cadastro será possível saber exatamente onde e quando estarão sendo formados os médicos especialistas brasileiros.
 
O cadastro vai englobar as informações do Ministério da Educação, do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, da Agência Nacional de Saúde Suplementar, da Associação Médica Brasileira e no Conselho Federal de Medicina. Com o cadastro, será possível definir onde eles são necessários e quais especialidades são necessárias. O Ministério da Saúde tem 120 dias para concluir o sistema que vai reunir as informações.
 
Cabe ao Ministério da Saúde, em articulação com o Ministério da Educação, orientar as políticas públicas de saúde do Brasil, bem como as diretrizes de formação médica no País. A ausência de uma política relacionada ao setor pode prejudicar a assistência médica e levar à escassez de especialistas como pediatras, geriatras, oftalmologistas, ortopedista, entre outros de que os brasileiros necessitam nas unidades de saúde.
 
Titulação
“Nem a Lei (dos Mais Médicos) nem o decreto mudaram em nada as atribuições do MEC, da Comissão Nacional de Residência Médica, nem das entidades médicas”, afirma o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, Hêider Pinto. A titulação de especialista continua sob responsabilidade da Comissão Nacional de Residência Médica, e das demais entidades médicas como as sociedades de especialistas. Pelo decreto caberá ao Conselho Nacional de Educação (CNE) definir as regras para que a especialização possa ter uma equivalência no sistema educacional e possa também ser considerada uma pós-graduação latu sensu. “O que o decreto traz é uma oportunidade e não é obrigatório”, explica.
 
A medida permite que um especialista possa, por exemplo, dar aula em universidades uma vez que títulos acadêmicos são necessários para o cargo de docente. Essa equivalência só será possível para os processos de titulação que terão início a partir da definição das diretrizes por parte do CNE. “No momento em que estamos expandindo o número de vagas nas universidades é muito importante qualificar a formação médica do vista do sistema educacional”, reforça Hêider Pinto.
 
A universalização da residência médica integra as ações do Mais Médicos, que prevê, até 2018, para cada médico formado uma vaga de residência. Desde 2013, já foram autorizadas 4.742 vagas (38%) dentre as 12,4 mil previstas para formação de especialistas. Com as novas 3 mil vagas criadas no início deste mês, chega-se a 62% da meta. A ampliação das oportunidades para formação de médicos de família também cumpre a legislação do programa que transformou a especialização nesta área em pré-requisito para a formação em outras especialidades.
 
Veja tabela com divergências entre informações de especialistas por UF
 
 

Música clássica tem poder de evitar convulsões em epiléticos

Estudo científico descobre que ondas cerebrais entram em sintonia com os sons
 
A música clássica, já utilizada em alguns tratamento médicos, pode ajudar também na luta contra a epilepsia. Os cérebros de portadores da doença reagem de forma diferente aos sons eruditos, e médicos querem usar esta característica para desenvolver novos procedimentos que acabem com as convulsões.
 
A descoberta foi apresentada na 123ª Convenção Anual da Associação Psicológica Americana, no Canadá. O experimento envolveu a análise do lobo temporal de pacientes: cerca de 80% dos casos de epilepsia são causados por alteração nessa região, a mesma em que a música é reconhecida pelo corpo.
 
Os responsáveis estudaram o cérebro de 21 pessoas (epiléticas ou não) enquanto ouviam duas músicas, intercaladas com três intervalos de dez minutos de silêncio.
 
O nível das ondas cerebrais aumentou para todas as pessoas enquanto ouviam as sinfonias. Em quem tinha epilepsia, no entanto, a atividade cerebral ficou sincronizada com as obras musicais. “O cérebro pode se sincronizar com a música e não provocar convulsão. Nossos pacientes não têm convulsões quando escutam a música”, explicou Christine Charyton, professora da Universidade de Ohio e uma das autoras do estudo, ao ‘Correio Braziliense’.
 
Os responsáveis ressaltaram, contudo, que não só ainda é preciso aprofundar os estudos para pensar em novos procedimentos, como também a música clássica não será um tratamento por si só.
 
“Acredito que entender melhor como o cérebro reage à música fará com que, futuramente, possamos pensar nela como uma possibilidade de intervenção, não sozinha, mas incorporada a técnicas já utilizadas”, acrescentou Charyton.
 
Além disso, como o estresse é uma das causas das crises de epilepsia, o efeito relaxante da música pode ser importante parar evitá-las.
 
Bálsamo contra estresse e hipertensão
Entre outras aplicações, a música clássica é indicada para o tratamento de estresse, hipertensão e doenças cardiovasculares. Isso acontece porque o ritmo pode regular os batimentos cardíacos, a pressão sanguínea e a respiração, agitando ou relaxando o nosso corpo.
 
Isso não significa, no entanto, que estes benefícios podem ser alcançadas apenas escutando canções em casa: é preciso o acompanhamento de um profissional.
 
O Dia

Anvisa suspende lotes de medicamentos fitoterápicos

A Anvisa suspendeu a distribuição, a divulgação, a comercialização e o uso de todos os lotes dos medicamentos fitoterápicos relacionados na tabela abaixo

Os produtos foram fabricados a partir de 24 de junho de 2011 pela empresa Laboratório Belém Jardim Indústria e Comércio Ltda.
 
A medida foi tomada após dados do Relatório de Inspeção Sanitária da Diretoria de Vigilância em Medicamentos e Congêneres de Minas Gerais revelar a existência de riscos para a saúde da população no uso dos produtos. Isso porque os medicamentos eram fabricados sem seguir as Boas Práticas de Fabricação.

A Anvisa determinou que a empresa promova o recolhimento do estoque existente no mercado.
A medida está na Resolução 2.269/2015 publicada nesta quinta-feira (13/8) no Diário Oficial da União (DOU).

Nome ComercialComposição
DISSOLPhyllanthus Niruri + "Associações"
FIGABOMPeumus Boldus + "Associação"
R E U M AT E LBowdichia Spp + "Associações"
JOÃO DA COSTAEchites Peltata + "Associações"
D E P U R ATO N EEchinodorus Macrophyllus + "Associações
APIFLORAEucaliptus Globulus + "Associações"
AGONIADAPlumeria Lancifolia
CABIFLEXCynara Scolymus, Casearia Sylvestris, Baccharis Genistelloides E Peumus Boldus
CALMIChamomilla Recutita, Cymbopogon Citratus, Citrus Sinensis E Passiflora Alata
CASTANHA DA ÍNDIAAesculus Hippocastanum E Polygonum Acre
J A PA D IBauhinia Forficata + "Associações"
PIOLÊNDIASimaruba Amara
S E X O TO N ETrichilia Catigua, Tynanthus Fasciculatus, Paullinia Cupana, Ptychopetalum Olacoides
V E RTO NChenopodium ambrosioides, Mentha piperita e Rheum palmatum
VINHO DE JATOBEBAPeumus boldus + "Associações"

ANVISA

Anvisa suspende a comercialização do Slim Patch

A Anvisa determinou a suspensão da distribuição, comercialização e uso do Slim Patch, fabricado pela empresa Stekplast Indústria e Comércio de Plásticos Ltda. O produto não tem registro na Agência
 
O Slim Patch, que era comercializado no endereço eletrônico www.stekimparts.com.br, também teve sua publicidade suspensa pela Agência.
 
A proibição abrange a divulgação de qualquer alegação terapêutica do produto.
 
A medida está na Resolução 2.268/2015 publicada nesta quinta-feira (13/8) no Diário Oficial da União (DOU).
 
ANVISA