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sexta-feira, 31 de maio de 2013

Métodos de detecção de vírus individuais aceleram diagnóstico de doenças

Chip para detecção direta de ácidos nucleicos virais
Foto: OSA
Chip para detecção direta de ácidos nucleicos virais
Abordagens são mais rápidas e baratas que teste padrão e oferecem potencial para realizar exames em consultórios ou hospitais
 
Cientistas dos EUA desenvolveram novas técnicas de detecção de vírus individuais que tem potencial para acelerar o diagnóstico de doenças.
 
Os novos métodos são mais rápidos e mais baratos do que os testes padrão e oferecem o potencial para realizar as medições em um consultório médico ou hospital, em vez de um laboratório.
 
Para testar a severidade de uma infecção viral, os médicos tentam medir quantos vírus estão acondicionados em um determinado volume de sangue ou outro fluido corporal. Esta medida, chamada carga viral, ajuda os médicos a diagnosticar ou monitorar doenças virais crônicas, tais como HIV / AIDS e hepatite.
 
No entanto, os métodos convencionais utilizados para os referidos ensaios são capazes apenas de estimar a quantidade de vírus em um determinado volume de fluido.
 
Agora, os pesquisadores desenvolveram novas técnicas ópticas baseadas em métodos para determinar a carga viral exata de uma amostra por meio da contagem de partículas de vírus individuais.
 
As equipes irão apresentar seus resultados na , a ser realizada entre 9 e 14 de junho em San Jose, na Califórnia.
 
Um grupo de pesquisadores, liderado pelo pesquisador Aydogan Ozcan da UCLA, trabalhou para visualizar diretamente partículas virais únicas usando microscopia holográfica. A outra, liderada por Holger Schmidt, da Universidade da Califórnia, Santa Cruz, detectou partículas individuais marcadas com etiquetas fluorescentes em um chip microfluídico.
 
Ambas as equipes esperam usar seu trabalho para desenvolver instrumentos comerciais úteis para o diagnóstico local e monitoramento com resultados e retorno rápidos.

Microscopia holográfica
A equipe da UCLA demonstrou a capacidade de capturar imagens ópticas de vírus individuais e nanopartículas em um campo de visão relativamente grande usando nanolentes que se automontam em torno das partículas do vírus, como pequenas lupas.
 
"Quando iluminadas, as nanolentes projetam um holograma que pode ser gravado utilizando um chip gerador de imagens e reconstruído digitalmente para formar uma imagem óptica da partícula. A imagem resultante duplica o campo de visão de um microscópio óptico convencional", explica Ozcan.
 
Este campo de visão amplo permite que o dispositivo forme imagens de muitas nanopartículas em uma fotografia e proporciona uma plataforma de alto rendimento para uma contagem de carga viral direta e precisa. O instrumento pode ser criado de forma compacta e leve para aplicações de campo e ser ligado a um telefone celular tornando-se útil mesmo em locais remotos.

Chip microfluídico
Já os pesquisadores da UCSC desenvolveram uma forma de contar a carga viral através da detecção de seus ácidos nucleicos, a composição genética dos vírus. Os ácidos nucleicos são marcados com um corante fluorescente e a luz de fluorescência é detectada à medida que passa através de um canal num chip de microfluidos.
 
Ao contrário de técnicas de visualização direta, o método baseado em chip exige que as partículas do vírus sejam rotuladas. A técnica da rotulagem pode permitir aos médicos atacar vírus específicos, ignorando o material sem rótulo. Isso torna o processo potencialmente útil em situações onde os médicos já sabem o que estão procurando, muitas vezes o caso de testes de carga viral.
 
Fonte isaude.net

Adoçantes artificiais aumentam produção de insulina no corpo em 20%

Adoçante artificial pode modificar a forma como o corpo lida com o açúcar
Adoçante artificial pode modificar a forma como o
corpo lida com o açúcar
Pesquisa sugere que sucralose pode modificar a forma como o organismo lida com o açúcar e aumentar o risco de diabetes
 
Adoçantes artificiais podem modificar a forma como o corpo lida com o açúcar. É o que revela estudo de pesquisadores da Washington University School of Medicine, nos EUA. Resultados indicam que produtos aumentam produção de insulina no corpo em 20% e podem causar diabetes.
 
 
A equipe, liderada por Yanina Pepino, estudou pessoas com um índice de massa corporal (IMC) médio de pouco mais de 42, uma pessoa é considerada obesa quando o IMC chega a 30.
 
Os pesquisadores deram aos indivíduos água ou sucralose para beber antes que eles consumissem um teste de glicose. A dosagem de glicose é muito semelhante ao que uma pessoa pode receber como parte de um teste de tolerância à glicose.
 
Os pesquisadores queriam saber se a combinação de sucralose e glicose afetaria a insulina e os níveis de açúcar no sangue. "Queríamos estudar esta população, pois esses adoçantes são frequentemente recomendados para eles como uma forma de tornar sua dieta mais saudável, limitando a ingestão de calorias", explica Pepino.
 
Cada participante foi testado duas vezes. Aqueles que beberam água seguida de glicose em uma visita consumiram sucralose seguida de glicose no teste seguinte. Deste modo, cada participante serviu como o seu próprio grupo de controle.
 
"Quando os participantes do estudo beberam sucralose, o açúcar no sangue chegou a um nível superior do que quando beberam apenas água antes de consumir glicose. Os níveis de insulina também subiram cerca de 20%. Assim, o edulcorante artificial foi relacionado com níveis mais altos de insulina no sangue e maior resposta da glicose", observa Pepino.
 
Segundo os pesquisadores, a resposta elevada de insulina pode ser uma coisa boa, porque mostra que a pessoa é capaz de produzir insulina suficiente para lidar com níveis altos de glicose. Mas também pode ser ruim, porque quando as pessoas secretar mais insulina rotineiramente, elas podem tornar-se resistentes aos seus efeitos, o que pode levar ao diabetes tipo 2.
 
A equipe acredita que a pesquisa pode ajudar a explicar como os adoçantes podem afetar o metabolismo, mesmo em doses muito baixas. "Nossos resultados indicam que este adoçante artificial não é inerte, que tem um efeito. E nós precisamos fazer de mais estudos para determinar se esta observação significa que o uso a longo prazo pode ser prejudicial", conclui Pepino.
 
Fonte isaude.net

Canadenses identificam marcador genético para o câncer de mama esporádico

Sambasivarao Damaraju, pesquisador envolvido no estudo
Foto: University of Alberta
Sambasivarao Damaraju, pesquisador envolvido no estudo
Marcador é um dos poucos identificados até o momento para esse tipo que responde por 80% de todos os casos de câncer de mama
 
Pesquisadores da Universidade de Alberta, nos Canadá, descobriram um marcador genético para o câncer de mama esporádico, um dos poucos identificados até o momento em caucasianos.
 
Estudos anteriores identificaram vários marcadores genéticos para o câncer de mama familiar, mas não para o câncer de mama esporádico, que responde por 80% de todos os casos de câncer de mama.
 
A equipe, liderada por Sambasivarao Damaraju, analisou o DNA de cerca de 7.200 mulheres em Alberta, incluindo aquelas que tiveram câncer de mama esporádico e aquelas que não tiveram câncer. Os genomas foram digitalizados a partir de DNA isolado do sangue.
 
Os resultados mostraram que mulheres que tiveram câncer de mama esporádico tinham um marcador genético no cromossomo 4, marca que nunca foi associada a casos familiares de câncer de mama.
 
"A frequência da ocorrência deste marcador foi estatisticamente significativa. Os fatores genéticos que predispõem as mulheres ao câncer de mama é um assunto de intensa investigação no mundo da pesquisa. Enquanto 60 a 70 fatores de risco genéticos foram identificados para o câncer de mama familiar, não sabemos muito sobre os fatores de risco genético para o câncer de mama esporádico. Então, essa descoberta é emocionante, e nos mostra ser necessária mais investigação nesta área", afirma Damaraju.
 
Damaraju e sua equipe estão continuando seu trabalho neste campo muito jovem (o primeiro marcador genético para a predisposição ao câncer de mama foi relatado em 2007). Ele diz que mais pesquisas são necessárias para identificar marcadores genéticos para câncer de mama esporádico. "Fatores de estilo de vida representam dois terços do risco associado ao câncer de mama, enquanto que o terço restante do risco é atribuído à genética", conclui o pesquisador.
 
Fonte isaude.net

Mais caro, feijão pode ser trocado por alimentos nutritivos que previnem doenças

Com alta do feijão, médica dá dicas de leguminosas que
têm mesma qualidade nutricional
De acordo com médica, ervilha, lentilha, vagem e soja são opções
 
Com a alta dos preços do feijão, a médica Elisabete Almeida, diretora-executiva do programa Meu Prato Saudável do Governo do Estado de São Paulo, sugere a troca do alimento por outros que têm a mesma qualidade nutricional, como a lentilha, vagem, soja e grão-de-bico.
 
De acordo com ela, o cardápio muda, mas sem perder nutrientes como proteínas, ferro, cálcio, magnésio, zinco, vitaminas (principalmente do complexo B), carboidratos e fibras.
 
— O ideal é consumir uma concha [de feijão] diariamente. E é possível preparar essas leguminosas da mesma forma como é feito o feijão.
 
De acordo com a especialista, o consumo de leguminosas pode trazer a diminuição do risco de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes e colesterol. Por causa da presença do ferro, o consumo de leguminosas ainda pode ajudar na prevenção e tratamento da anemia.
 
— Além disso, as leguminosas têm antioxidantes, que previnem diversas doenças como o câncer e retardam o envelhecimento.
 
Veja receita recomendada pela médica:
Receita com grão-de-bico
  • 1/2 kg de grão-de-bico
  • 1 colher de sopa de vinagre de maçã
  • 1 cebola
  • 2 dentes de alho
  • 3 colheres de sopa de azeite de oliva                       
  • 4 tomates sem pele e sem sementes
  • 1 colher de chá de extrato de tomate
  • 3 xícaras de chá de água
  • 2 abobrinhas raladas
  • 2 cenouras
  • Sal, pimenta a gosto
  • 2 colheres de sopa de salsinha picada
 
Deixe o grão-de-bico de molho em água com 1 colher de sopa de vinagre de maçã de um dia para outro, e depois esfregue com a mão para tirar a casca.
 
Doure a cebola, o alho picado no azeite. Colocque o grão de bico, os tomates picado e o extrato detomate. Acrescente a abobrinha ralada e a cenoura descascada e picadas e o sal e a pimento Cubra com água e cozinhe por 45 a 60 minutos. Polvilhe com salsinha e sirva
 
Fonte R7

Coronavírus é uma ameaça mundial, diz OMS

Maioria dos casos foi registrado no Oriente Médio
 
O coronavírus, descoberto recentemente em humanos, é "uma ameaça para o mundo", disse Margaret Chan, diretora-geral da OMS (Organização Mundial da Saúde), no discurso de encerramento da 66ª Assembleia Mundial da Saúde em Genebra, na Suíça. As informações são do site da CNN.
 
— Minha grande preocupação é com o novo coronavírus e este é um problema de saúde mundial.
 
Para Margaret, o mundo deve reunir seus recursos para lidar adequadamente com o vírus.
 
— Nós entendemos muito pouco sobre este vírus diante da magnitude de ameaça potencial. Precisamos de mais informações rápido e urgente.
 
De acordo com a última atualização da OMS, o vírus infectou 44 pessoas em todo o mundo na semana passada, sendo que metade morreu. Apesar de a maioria dos casos serem provenientes do Oriente Médio, França, Alemanha e Reino Unido também identificaram pessoas com a doença.
 
— Estamos de mãos vazias quando se trata de prevenção, já que não sabemos como as pessoas contraem a doença.
 
Não há casos relatados nos Estados Unidos, mas especialistas em doenças infecciosas não descartam esta possibilidade.
 
Fonte R7

Cirurgias feitas no fim da semana têm risco maior, indica estudo

O estudo aponta que as pessoas que fazem cirurgia na sexta-feira têm
44% de aumento das chances de morrer do que as pessoas que passam
por procedimentos na segunda-feira
Uma nova pesquisa britânica indica que os pacientes que passam por cirurgias nos últimos dias da semana têm mais chances de morrer do que aqueles que passam pelo procedimento no começo da semana.
 
Os pesquisadores do Imperial College de Londres reuniram dados relativos a todas as cirurgias programadas (que não eram feitas em situação de emergência) realizadas pelo NHS, o serviço público de saúde britânico, na Inglaterra entre 2008 e 2011.
 
Ao analisar cerca de 4 milhões de procedimentos, os autores do estudo descobriram mais de 27 mil mortes em um mês, o que representa um risco médio de morte de 0,67%.
 
Os pesquisadores afirmam que o motivo de preocupação é a variação significativa durante a semana: o risco é mais baixo para cirurgias realizadas na segunda-feira e vai aumentando a cada dia, chegando ao máximo durante o fim de semana.
 
O estudo aponta que as pessoas que fazem cirurgia na sexta-feira têm 44% de aumento das chances de morrer do que as pessoas que passam por procedimentos na segunda-feira.
 
A pesquisa também indica que o risco de morrer é ainda mais alto se a cirurgia for feita durante o fim de semana, 82% maior do que na segunda-feira. Mas os pesquisadores afirmam que apenas uma minoria dos procedimentos planejados atualmente é realizada em sábados e domingos.
 
O estudo foi divulgado na publicação especializada British Medical Journal.
 
Menos médicos
Os pesquisadores afirmam que os problemas com os procedimentos nos últimos dias da semana podem ocorrer devido a cuidados pós-operatórios de má qualidade no fim de semana.
 
'As primeiras 48 horas depois de um procedimento são as mais críticas, quando as coisas podem dar errado, como sangramentos e infecções', afirmou Paul Aylin, autor do estudo. 'Se você não tem os funcionários certos, isso deve contribuir para que coisas passem despercebidas.'
 
'Se eu fosse um paciente, eu me consolaria com o fato de que a taxa geral de mortes é baixa, mas, se eu fosse passar por uma operação mais para o fim da semana, eu me interessaria (em saber) se o hospital tem os serviços apropriados para os cuidados durante minha recuperação, incluindo durante o fim de semana', acrescentou.
 
O pesquisador afirma que o número menor de médicos, enfermeiras e funcionários em geral no sábado e domingo pode ser a causa do risco maior de mortes no fim de semana.
 
Este é o primeiro grande estudo a analisar cirurgias programadas, desde os procedimentos de alto risco como cirurgias cardíacas até os mais rotineiros.
 
Katherine Murphy, da associação britânica de defesa de pacientes Patients Association, afirma que a pesquisa não mostra um problema novo e que as autoridades britânicas adotaram poucas medidas para tratar dos problemas identificados.
 
Já o diretor-médico do NHS na Inglaterra, Bruce Keogh, diz que a entidade criou um fórum para buscar 'opções financeiras e clínicas viáveis' para garantir serviços 'mais abrangentes sete dias por semana'.
 
Fonte BBC Brasil/R7

Cardiologista alerta que cigarro eletrônico mantém o vício e não trata o tabagismo

Cigarro eletrônica não faz parte do tratamento antitabaco
Método é uma forma de burlar a lei antifumo que proíbe o uso de cigarro em locais fechados
 
O cigarro eletrônico está na moda, mas para quem acredita que o produto tem função terapêutica, a cardiologista Jaqueline Issa, membro do Comitê Antitabaco da SBC (Sociedade Brasileira de Cardiologia), alerta: seu uso não é uma forma eficaz de se livrar da dependência da nicotina.
 
— O cigarro eletrônico também possui substâncias nocivas à saúde, logo o encaramos como um perpetuador da dependência. Quando seu uso é interrompido, o paciente pode apresentar os mesmos sintomas da síndrome de abstinência provocados pela privação do cigarro convencional.
 
A médica, que também é diretora do programa de tratamento do tabagismo do InCor (Instituto do Coração), explica que “o método parece ser menos agressivo por não ter monóxido de carbono, alcatrão, benzopireno e radicais livres provenientes da queima do tabaco, mas possui nitrosamina — uma substância cancerígena”. No entanto, ela adverte, há nicotina no produto, que é inalada em forma de vapor.
 
— Não há estudos conclusivos que demonstrem se a nicotina na forma inalada desencadeia ou não problemas à saúde O cigarro eletrônico causa uma falsa ilusão de segurança.
 
Por não soltar fumaça, ele acaba sendo muito usado por fumantes em ambientes fechados como “uma forma de burlar a lei antifumo”. Assim, a médica lembra, o fumante acaba usando os dois cigarros, o convencional e o eletrônico.
 
De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), o tabagismo é uma doença crônica e a principal causa de morte evitável em todo o mundo. Entre as inúmeras doenças que ele pode provocar, estão câncer, enfisema pulmonar, derrame cerebral e problemas cardiovasculares.
 
Fonte R7

Saber consumir diferentes tipos de sal ajuda a combater hipertensão


Sal rosa do Himalaia - Foto Getty Images
Encontrado aos pés do Himalaia, região que há milhões de anos foi banhada
 pelo mar, o sal do Himalaia é considerado o mais antigo e puro dos sais marinhos
Quantidade de sódio varia entre os produtos e deve ser limitada
 
Reduzir o consumo de sal de 5g para 3g diárias poderia salvar milhões de vidas. Essa foi a conclusão de um estudo recente conduzido pela Organização Mundial da Saúde, nos Estados Unidos. Mas, afinal, quando foi que o sal se tornou vilão da saúde?
 
Quem melhor responde essa pergunta são os últimos números sobre hipertensão divulgados por grandes instituições. De um lado, o Ministério da Saúde estima que 22,7% da população brasileira sofra da doença. De outro, a OMS calcula que o problema seja responsável por 9,4 milhões de mortes no mundo todos os anos.

Embora esteja relacionada ao histórico familiar, ao sedentarismo, entre outras particularidades, é evidente que a hipertensão ainda tem forte relação com um fator facilmente controlável: a ingestão de sal. Enquanto o consumo diário do alimento deve ser limitado até 2400 mg de sódio por adultos saudáveis, ele deve cair para algo entre 800 e 1.600 mg de sódio por quem tem a doença. 
 
Listamos os diferentes tipos de sal e a quantidade de sódio encontrada em cada um deles. Limite a ingestão e melhore sua qualidade de vida:
 
Sal refinado - Foto Getty ImagesSal refinado
Especialistas defendem que o sal refinado ou de cozinha deveria ser usado com moderação na preparação dos alimentos e retirado da mesa para evitar a adição a refeições já prontas. "Ele é uma mistura de 60% de cloreto e 40% de sódio, substâncias que, juntas, formam o sal", explica a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo.

1 g de sal refinado = 400 mg de sódio
 
Sal light - Foto Getty ImagesSal light
O sal light pode ser uma boa alternativa para controlar melhor a hipertensão. Embora 50% de sua composição seja de cloreto de sódio, 50% são de cloreto de potássio, aponta a nutricionista Sandra da Silva Maria, da clínica Gastro Obeso Center. O que isso significa? O corpo depende de um equilíbrio hídrico regulado por sódio e potássio, sendo o primeiro retentor de líquidos e o segundo diurético. Ingerindo os dois, portanto, o organismo não retém tanta água e, assim, não leva ao aumento da pressão arterial. Ele só não é recomendado a indivíduos com doenças renais, uma vez que o problema leva ao acúmulo de potássio nos rins, o que pode favorecer doenças cardíacas.

1 g de sal light = 197 mg de sódio
 
Sal grosso - Foto Getty ImagesSal grosso
Tradicionalmente usado para temperar carnes, o sal grosso evita o ressecamento dos alimentos justamente por não ter passado pelo processo de refinamento.
 
Ele apresenta a mesma quantidade de sódio do sal de cozinha, portanto.

1 g de sal grosso = 400 mg de sódio
 
Flor de sal - Foto Getty ImagesFlor de sal
"Considerado um sal gourmet, a flor de sal costuma estar presente apenas em restaurantes mais requintados", aponta a nutricionista Sandra. O tempero é obtido na camada superior das salinas antes de serem depositadas no fundo, quando, então, se transformam no sal marinho. A coloração acinzentada se dá devido à presença de areia, mas também é comum o uso de outros elementos para alterar a cor do produto.

1 g de flor de sal = 450 mg de sódio
 
Sal marinho - Foto Getty ImagesSal marinho
De acordo com a nutricionista Roseli, o sal refinado e o marinho são praticamente iguais, contendo mais de 99% de sódio em sua composição. A principal diferença está no formato dos grãos: enquanto o primeiro é refinado para passar pelo buraco do saleiro, o segundo passa por um refinamento mais rústico, resultando em grãos irregulares, mas não tanto quanto os do sal grosso. "Essa particularidade faz com que o sal marinho gere uma 'explosão de sabor salgado' na língua", afirma a nutricionista Roseli. Assim como o sal de mesa, ele pode temperar carnes, aves, peixes, verduras e legumes, realçando o sabor desses alimentos.

1 g de sal marinho = 420 mg de sódio
 
Sal negro - Foto Getty ImagesSal negro
O sal negro é um sal não refinado procedente da Índia. "Por conta de compostos de enxofre presentes em sua composição, ele tem um forte sabor sulfuroso", diz a nutricionista Roseli. Outro fator que chama a atenção é a cor cinza rosada, que evidencia sua origem vulcânica. Além de compostos sulfurosos, o sal negro é formado por cloreto de sódio, cloreto de potássio e ferro. Pode temperar receitas com carne, aves e peixes e também ser utilizado na finalização de pratos.

1 g de sal negro = 380 mg de sódio
 
Sal rosa do Himalaia - Foto Getty ImagesSal rosa do Himalaia
Encontrado aos pés do Himalaia, região que há milhões de anos foi banhada pelo mar, o sal do Himalaia é considerado o mais antigo e puro dos sais marinhos. "Ele tem quase metade do sódio encontrado no sal comum e possui mais de 80 minerais, tais como cálcio, magnésio, potássio, cobre e ferro", afirma a nutricionista Roseli. Por conta disso, os cristais ganham tom rosado e sabor agradável e suave. De acordo com a especialista, ele pode ser usado em carnes, aves, peixes, saladas e legumes, além de cair muito bem na finalização e decoração de alguns pratos.

1 g de sal rosa do Himalaia = 230 mg de sódio
 
Sal líquido - Foto Getty ImagesSal líquido
"O sal líquido é obtido pela dissolução de sal de altíssima pureza e sem aditivos em água mineral", explica a nutricionista Roseli. Com embalagem contendo 250 ml, trata-se do primeiro e único sal iodado do Brasil apresentado na forma líquida. Com sabor suave, o sal líquido pode ser usado em todos os alimentos, sem alterar suas características. Além disso, sua aplicação em spray permite a distribuição uniforme do sal na medida de seu paladar. Tal característica também permite controlar melhor as quantidades ingeridas.

0,1ml de sal líquido em spray = 11mg de sódio
 
Sal do Havaí - Foto Getty ImagesSal do Havaí
Essa variedade de sal não é refinada e tem coloração avermelhada, devido a presença de uma argila havaiana chamada Alaea, rica em dióxido de ferro. De sabor suave, pode ser acrescentada a várias receitas, como saladas, massas, grelhados e aves. "Tem quase a mesma quantidade de sódio encontrada no sal comum, portanto, nada de mão pesada no saleiro", afirma a nutricionista Roseli.

1 g de sal havaiano = 390 mg de sódio 
 
Sal defumado - Foto Getty ImagesSal defumado
Existem diferentes tipos de sais defumados, usado principalmente na culinária requintada tem um preço bastante salgado. No entanto, os mais tradicionais e cobiçados são o francês - também chamado de fumée de sel - e o dinamarquês. "O sal defumado francês é feito com cristais de flor de sal defumados lentamente, em fumaça fria resultante da queima de ripas de barris de carvalho usados no envelhecimento de vinho chardonnay", explica a nutricionista Roseli. Já o sal defumado dinamarquês é feito segundo a tradição viking: após a evaporação da água do mar, o sal é secado em recipiente aberto sobre uma fogueira fumacenta, feita com galhos de madeiras aromáticas, como carvalho e cerejeira.

1g de sal defumado = 395 mg de sódio
 
Fonte Minha Vida

10 frutas do outono enchem a mesa de nutrientes

Figo - Foto Getty Images
 Uma porção de 100 g de figo oferecem 136 caloras
Opções como goiaba, figo e caqui variam a dieta e trazem benefícios à saúde
 
Apesar das tentações calóricas que combinam com o friozinho, quem está de dieta sabe que as próximas estações são cruciais para conquistar o corpo ideal até que as temperaturas subam novamente. Por isso, é fundamental continuar investindo em legumes, verduras e, é claro, frutas, aproveitando as variedades para não cair na monotonia.
 
No caso das frutas, portanto, é mais do que recomendado aproveitar as opções da estação. "Mesmo as que são encontradas durante o ano todo nos supermercados, costumam estar mais saborosas e baratas em determinadas períodos do ano", aponta o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia (Abran). Mas não é só para ajudar no emagrecimento que as frutas são bem-vindas, elas são alimentos essenciais para o bom funcionamento do organismo.
 
Fontes de vitaminas, fibras e minerais, elas deveriam ser consumidas todos os dias em pelo menos três porções. Para incentivar o consumo dessa turma, portanto, listamos as frutas típicas do outono, explicando seus principais nutrientes e benefícios.
 
Goiaba - Foto Getty ImagesGoiaba
A cor avermelhada da goiaba denuncia seu alto teor de licopeno, nutriente que muitos acreditam existir apenas no tomate. "Pertencente à família dos carotenoides, a substância tem alto poder antioxidante, sendo destaque quando se fala em prevenção do câncer de próstata", explica a nutricionista Thatyana Freitas, da clínica Stesis, em São Paulo. Prefira comer a fruta com a casca, que contém pectina, fibra que promove a saciedade, diminuindo os picos de insulina no sangue, uma vez que ela faz com que a glicose seja absorvida mais lentamente. A vitamina que ganha destaque, neste caso, é a vitamina C. Um pedaço de 100 g da fruta oferecem 68 calorias.
 
Pinha - Foto Getty ImagesPinha
A pinha é fonte de gordura mono e poli-insaturada, consideradas boas, já que diminuem os níveis de colesterol LDL no organismo. Por conter vitamina C, é incentivado o consumo da fruta com alimentos ricos em ferro, já que o nutriente favorece a absorção do mineral pelo organismo. Outros nutrientes nela encontrados são selênio, que atua no fortalecimento do sistema imunológico, e o zinco, que combate radicais livres, prevenindo o envelhecimento precoce e o desenvolvimento de doenças degenerativas. "Apenas não exagere no consumo, pois a fruta apresenta índice glicêmico médio, termo que indica a rapidez com que o alimento eleva os níveis de açúcar no sangue", alerta o nutrólogo Roberto. Consequentemente, o organismo sofre com picos de insulina e logo fica com fome. Tome cuidado ainda com as calorias. Uma porção de 100 g da fruta contém 101 calorias.
 
Maracujá - Foto Getty ImagesMaracujá
Além de ser fonte de vitamina C, o maracujá apresenta grande quantidade de fibras em sua casca. O problema é que ela geralmente é desprezada no consumo in natura ou como suco. Para aproveitá-la, o nutrólogo Roberto sugere higienizar a fruta, separar a casca até que ela fique bem seca e depois moê-la. "Os pedacinhos podem ser usados nas refeições para aumentar a saciedade", aponta. Neste sentido, o poder da fruta é tão grande que alguns lugares fornecem a farinha de maracujá pronta. Vale acrescentar ainda que substâncias presentes na fruta promovem efeito calmante no consumidor. Em relação às calorias, 100 g da fruta oferecem 68 calorias.
 
Caqui - Foto Getty ImagesCaqui
"Outra fonte de licopeno, o caqui apresenta índice glicêmico relativamente alto, o que pode ser perigoso para quem deseja emagrecer ou tem diabetes", aponta a nutricionista Thatyana. Para aproveitar as vitaminas C e E presentes na fruta, recomenda-se a ingestão in natura ou imediata após o preparo de um suco. O caqui também contém fibras, que ajudam a regular o funcionamento do intestino. Uma porção de 100 g de caqui contém 71 calorias.
 
Abacate - Foto Getty ImagesAbacate
O abacate contém gordura monoinsaturada, a mesma encontrada no azeite e apontada como benéfica para a saúde cardiovascular. Ele também é fonte de zinco, selênio e vitamina E, que combate radicais livres. O grande destaque da fruta, entretanto, é o antioxidante glutatinona, que protege as células contra a oxidação. "Embora seja produzido pelo organismo por meio de reações bioquímicas, o nutriente pronto é encontrado exclusivamente no abacate", explica o nutrólogo Navarro. O único alerta se dá em relação às calorias do abacate. 100 g da fruta contém 160 calorias. Para cultivar uma dieta balanceada, é necessário maneirar no consumo.
 
Figo - Foto Getty ImagesFigo
Com a ressalva do alto índice glicêmico, o figo é um alimento nutricionalmente importante para a dieta. Além de ser fonte de zinco e fibras, ele contém uma substância chamada antocianidina, responsável por sua coloração arroxeada. A antocianidina é um forte antioxidante, que atua tanto na estética, evitando a queda de cabelo e fortalecendo as unhas, quanto na saúde, neutralizando radicais livres, que podem favorecer o combate de doenças crônicas como o diabetes. Uma porção de 100 g de figo oferecem 136 caloras.
 
Melão - Foto Getty ImagesMelão
Composto praticamente de água, o melão atua como um ótimo diurético graças à presença de potássio, que compete com o sódio no equilíbrio hídrico do corpo, diminuindo a pressão arterial. "Desta maneira, ele estimula o funcionamento renal", explica a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo. A fruta ainda é composta de magnésio, que previne infecções, e caroteno, precursor da vitamina A, que favorece a integridade da visão. Um pedaço de 100 g de melão contém 36 calorias.
 
Tangerina - Foto Getty ImagesTangerina
"A vitamina C, que previne e atenua os sintomas da gripe e do resfriado, além de combater o estresse, é o principal destaque da tangerina", aponta a nutricionista Tatiana Branco Barroso, da Nutri Action Assessoria e Consultoria Nutricional, em Santos. Ela recomenda não dispensar o bagaço, que é excelente fonte de fibras. A cor alaranjada da fruta mostra ainda que ela oferece o precursor da vitamina A, o caroteno. Quando o assunto são calorias, é bom levar em conta que 100 g de tangerina oferecem 53 calorias.
 
Uva - Foto Getty ImagesUva
O nutriente mais significativo da uva é o resveratrol, potente antioxidante. Ele retarda o envelhecimento, diminui o risco de doenças cardiovasculares e até previne doenças como o Alzheimer. Para obtê-lo, entretanto, o ideal é ingerir a casca da uva, onde ele se encontra em maior concentração. Quanto às calorias, 100 g de uva contém 69 calorias.
 
Coco - Foto Getty ImagesCoco
Último item da lista, o coco é fonte de gordura monoinsaturada e um tipo de gordura chamado triglicerídio de cadeira média, que foi o nutriente responsável pelo grande sucesso do óleo de coco. "Ao contrário das outras gorduras que ingerimos que, se não usadas para gerar energia, são estocadas como fonte reserva, essa gordura não é acumulada no corpo", explica o nutrólogo Roberto. Se não for utilizada, portanto, ela é eliminada, evitando, assim, o aumento da gordura corporal. Outros nutrientes importantes da fruta são potássio e magnésio. Só não abuse, pois o coco não é inocente quando o assunto são calorias. Uma porção de 100g oferecem 354 calorias.
 
Fonte Minha Vida

Aprenda a fazer uma drenagem linfática em casa

Movimentos
Atenção nessa hora: o movimento não precisa ser forte a ponto
de machucar a sua pele
Eficácia da massagem dependem da pressão dos dedos e movimentos feitos da forma certa
 
Uma massagem que elimina o inchaço, ajuda a combater celulite e gordurinhas localizadas, desintoxica o organismo e ainda ativa o sistema imunológico.
 
A drenagem linfática consiste em estimular o sistema linfático (uma rede complexa de vasos que movem fluidos pelo corpo) a trabalhar de forma mais acelerada. Como resultado, o organismo elimina mais rápido líquidos e toxinas.

As drenagens feitas por profissionais especializados são as mais eficientes, mas você também pode fazer uma massagem em casa que ajuda a trazer benefícios.
 
Lembre-se de que o resultado não irá aparecer logo na primeira vez, mas sim após algumas semanas que você repetir regularmente essa massagem.
 
Confira as orientações de especialistas sobre como realizá-la:
 
Prepare a pelePrepare a pele
"O ideal é fazer uma esfoliação corporal uma vez por semana", indica a dermatologista Daniela Landim, especialista em Medicina Estética. Antes de iniciar a drenagem, massageie a pele de forma circular e suave para ativar a circulação local. A dermatologista Miriam Sabino, de São Paulo, também recomenda se deitar e colocar apoio nas pernas (pode ser um travesseiro mais alto na altura dos tornozelos e panturrilha) para melhorar o retorno venoso. Fique nessa posição durante uns 15 minutos antes de iniciar a massagem. 
 
Tome um banhoTome um banho
Miriam Sabino acha melhor fazer a massagem após o banho, que ativa a circulação e relaxa o corpo, tornando o procedimento mais prazeroso e eficaz.
 
"Além disso, a água morna promove vasodilatação e facilita a penetração dos ativos do creme que você usar", acrescenta Daniela Landim. 
 
Objetos Objetos
As mãos podem ser usadas para uma massagem clássica, mas as dermatologistas contam que o bambu também é ótimo para a drenagem feita em casa. Tem gente que prefere pincel, escova especial, esponja de banho e outros objetos. "Só evite usar objetos pontiagudos e lembre-se de que a drenagem não necessita ser vigorosa, e sim com suave pressão", afirma Miriam Sabino. 
 
CremesCremes
"O uso de óleo de massagem ou creme ajuda no sentido do deslizamento das mãos e do objeto", conta a dermatologista Miriam. Além disso, ajuda a diminuir o atrito com os pelos, principalmente no caso dos homens. A fisioterapeuta e especialista em drenagem linfática do Centro de Qualidade de Vida (CQV) Luciene Martins recomenda cremes com princípios ativos que ajudam a melhorar a circulação e combater a celulite, como cafeína, guaraná, ginko biloba, cavalinha e centelha asiática. 
 
Regiões do corpoRegiões do corpo
Você pode fazer a massagem de drenagem nos membros inferiores chegando até a virilha; nos membros superiores até as axilas; na região do tronco e na face. "Todas essas áreas apresentam gânglios linfáticos que, ao serem estimulados, aceleram o processo de drenagem e perda de excesso de líquido corporal que causa inchaço e edema", justifica a dermatologista Daniela. 
 
MovimentosMovimentos
Atenção nessa hora: o movimento não precisa ser forte a ponto de machucar a sua pele. "Se você possui varizes, deve evitar ainda mais massagens vigorosas e movimentos bruscos, pois pode causar inflamação nas veias e formação de trombos", alerta a dermatologista Miriam. Faça movimentos circulares com o polegar na direção dos vasos linfáticos, ou seja, sempre com movimentos ascendentes. "Com a mão em forma de conchinha, faça também movimentos lentos e de leve compressão como se estivesse bombeando a pele", sugere Luciene Martins. Repita algumas vezes esses movimentos, entre cinco a dez vezes nas regiões dos corpos que apresentam gânglios linfáticos. 
 
Prefira fazer à noitePrefira fazer à noite
Segundo Daniela, a drenagem no período vespertino ou noturno é mais adequada porque libera as toxinas e retira o líquido do corpo, ambos acumulados ao longo do dia.
 
"Você pode até associar uma música suave para promover um relaxamento mental e melhorar a qualidade do sono", indica Miriam Sabino. 
 
Repita mais de uma vez por semanaRepita mais de uma vez por semana
Dependendo do caso, é possível até fazer todos os dias. "Mas você pode ver um resultado interessante se fizer a massagem de duas a três vezes por semana", conta a dermatologista Miriam. A médica sugere pedir auxílio de um profissional especializado para que você tenha mais garantias de que irá acertar nos movimentos. "É a pressão e a forma de movimentar durante a massagem que trarão o benefício esperado", diz.
 
Fonte Minha Vida

Comemore hoje O Dia Mundial Sem Tabaco! Tabagismo: sete métodos ajudam a parar de fumar

homem com chicletes de nicotina - Foto: Getty Images
As gomas de mascar feitas à base de nicotina devem ser utilizadas quando
 o paciente estiver com sintomas de abstinência ou vontade intensa de fumar
Adesivos de nicotina, chicletes e até spray nasal são alternativas
 
Quem já tentou sabe que largar o cigarro não é fácil. No entanto, os dados do Ministério da Saúde mostram uma luz no fim do túnel: de acordo com a pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), o percentual de fumantes no país passou de 16,2% em 2006 para 14,8% em 2012. Essa é a primeira vez que esse índice fica abaixo dos 15%.

Vários métodos podem ser utilizados para deixar de fumar, desde a parada abrupta até o suporte de produtos à base de nicotina, as chamadas terapias de reposição. "Vários fatores influenciam na escolha do método, como motivação, medos sobre parar de fumar e sintomas de ansiedade", afirma a psicóloga e especialista em tabagismo Sabrina Presman, da Associação Brasileira de Estudo do Álcool e Outras Drogas (Abead). Segundo a especialista, um tratamento efetivo envolve a abordagem de três aspectos: físico, psicológico e comportamental. "Além de contornar a abstinência (físico), é preciso desvincular o cigarro de emoções como alegria ou tristeza (psicológico) e de hábitos como tomar café ou dirigir (comportamental)", diz. Só uma avaliação médica criteriosa é capaz de indicar qual o tratamento ideal para cada paciente.
 
Está interessado e quer saber mais sobre os métodos disponíveis? Confira as orientações dos especialistas: 
 
homem com chicletes de nicotina - Foto: Getty ImagesChicletes de nicotina
As gomas de mascar feitas à base de nicotina devem ser utilizadas quando o paciente estiver com sintomas de abstinência ou vontade intensa de fumar. "Aos serem mastigados, os chicletes liberam nicotina gradualmente, e esta é absorvida pela mucosa oral, com pico em 20 minutos", explica o cardiologista Roberto Cury, do Laboratório Pasteur, em São Paulo. Nesse caso, a ação da nicotina no organismo é diferente de quando é inalada com a fumaça do cigarro, pois será depositada na corrente sanguínea em doses pequenas com o objetivo de controlar o vício. A psicóloga e especialista em tabagismo Sabrina Presman, da Associação Brasileira de Estudo do Álcool e Outras Drogas (Abead), diz que um fator importante para que o uso desses chicletes seja eficaz é sua técnica de utilização. "Eles não devem ser mastigados como um chiclete comum, e sim mascados algumas vezes até que o sabor da nicotina fique aparente, e após isso deve-se depositar o chiclete entre a gengiva e a bochecha até que o gosto desapareça", afirma. "O mesmo ciclo de mastigar e depositar o chiclete deve ser repetido até que se completem 30 minutos de uso, quando ele deve ser desprezado."

O cardiologista Roberto afirma que os chicletes de nicotina são contraindicados para pacientes com distúrbios da articulação temporo-mandibular, má dentição ou gengivite e gestantes. "No caso das futuras mães, sabe-se que a nicotina está associada ao nascimento de bebês de baixo peso, devendo ser excluída toda a nicotina da gestação", afirma a psicóloga Sabrina. "Entretanto, a utilização das terapias de reposição de nicotina, como adesivos e chicletes, ainda é mais segura que continuar fumando." Os efeitos colaterais podem incluir náuseas, vômito, dor abdominal, cefaleia, tosse, excesso de salivação e irritação da mucosa da orofaringe. Além disso, ingerir líquidos enquanto masca a goma pode "lavar" a nicotina bucal, tornando o produto ineficaz.  
 
pastilhas - Foto: Getty ImagesPastilhas de nicotina
Parecidas com os chicletes, as pastilhas de nicotina também liberam a substância gradativamente, devendo ser usadas em baixo na língua. "As pastilhas exigem uma dose maior para pacientes que fumam o primeiro cigarro em menos de 30 minutos após acordar", afirma o cardiologista Roberto. Por não exigir mastigação, ele pode ser usado em pacientes com distúrbios da articulação temporo-mandibular ou má dentição, mas as demais contraindicações são as mesmas do chiclete. "As pastilhas de nicotina podem ser usadas por até três meses e os efeitos colaterais são similares ao da goma." O ideal é que a pastilha seja movida de um lado para o outro da boca até se dissolver completamente, sendo utilizada quando o paciente sentir vontade de fumar, não excedendo a quantidade diária indicada na bula.  
 
homem colando adesivo no braço - Foto: Getty ImagesAdesivos de nicotina
Com o objetivo de aumentar ainda mais as taxas de abstinência ao tabaco, foram desenvolvidos os adesivos de nicotina transdérmica. "Eles devem ser usados constantemente e trocados a cada 24 horas, sem interferir nas atividades do indivíduo", explica a especialista em tabagismo Sabrina. O cardiologista Roberto afirma que eles estão indicados para todas as pessoas que querem largar o tabagismo, não possuindo nenhuma contraindicação formal, com a ressalva para gestantes. O uso dos adesivos de reposição deve ser feito durante 45 a 90 dias, sendo que a dosagem depende de quantos cigarros a pessoa fumava por dia. Entre os efeitos colaterais estão a presença de irritações na pele, que podem impedir a continuidade do tratamento. "Efeitos colaterais mais comuns devido ao uso durante a noite são insônia e pesadelos, nestes casos o adesivo deve ser retirado antes de dormir", alerta o cardiologista. 
 
mulher usando spray nasal - Foto: Getty ImagesSpray nasal de nicotina
O spray nasal libera uma solução aquosa com nicotina na mucosa nasal com rápida absorção e pico de 10 minutos, quando comparada ao chiclete e pastilha. Seu uso é recomendado por até três meses. Ele deve ser ministrado a uma ou duas doses por hora, sem exceder o número de cinco doses por hora ou 40 doses por dia. "Seus efeitos colaterais mais comuns são irritação nasal e da orofaringe, rinite e lacrimejamento, sendo que 94% dos usuários apresentam algum sinal de irritação nasal nos primeiros dois dias", afirma o cardiologista Roberto. No entanto, nenhum desses efeitos justifica a suspensão do tratamento. O produto pode ser usado em conjunto com outras formas de reposição, conforme indicação médica. ?A maioria dos pacientes usa em média 15 doses por dia, diminuindo o número de doses com o passar do tempo?, diz Sabrina.  
 
médico dando rmeédio ao paciente - Foto: Getty ImagesBupropiona
Originalmente um antidepressivo, essa medicação foi aprovada pelo Food and Drug Administration (FDA) para tratamento do tabagismo. Seu efeito no combate ao tabaco foi descoberto em estudos para verificar seus efeitos contra a depressão, nos quais os participantes declaravam diminuição do desejo de fumar. Diferente das terapias de reposição de nicotina citadas acima, os fumantes devem iniciar o uso da bupropiona uma semana antes da abstinência. "Ela é administrada por meio de comprimidos via oral e age no sistema nervoso central, não sendo recomendado que a pessoa fume durante o tratamento", explica o cardiologista Roberto. Os efeitos colaterais mais comuns são insônia, agitação, boca seca e dor de cabeça. Os especialistas lembram que a bupropiona pode ser usada em conjunto com outras terapias de reposição, como o chiclete de nicotina, mas independente de ser ministrada individualmente ou não, pede o acompanhamento médico.  
 
homem quebrando um cigarro - Foto: Getty ImagesParada abrupta
 Algumas pessoas optam por não usar qualquer tipo de terapia ou medicamento para cessar o vício, optando apenas pela parada imediata - que consiste em marcar uma data para largar o vício e, chegado o dia, não ter qualquer cigarro guardado e interromper seu uso. "É importante nessa situação que o paciente receba acompanhamento psicológico, para atingir com sucesso a abstenção do tabagismo sem reincidência do vício", explica Roberto Cury. Os principais efeitos colaterais da parada imediata podem ser ganho de peso e ansiedade. 
 
pessoa circulando uma data no calendário - Foto: Getty ImagesParada gradual
O método de parada gradual consiste em diminuir o número de cigarros com o passar dos dias ou então retardar a hora do primeiro cigarro. "Com a parada gradual, você tem um risco menor de abstinência, mas o sucesso muitas vezes é dependente do acompanhamento médico e psicológico", diz o cardiologista Roberto. A redução varia conforme a quantidade que o paciente fuma. "Um fumante de 30 cigarros por dia, por exemplo, pode reduzir cinco cigarros a cada dia, cessando completamente após uma semana", explica Sabrina Presman. Ou então, uma pessoa que começa a fumar às 9h vai atrasando em duas horas o seu primeiro cigarro a cada dia, chegando ao sétimo dia sem cigarros. "A estratégia gradual não deve durar mais de duas semanas, pois pode se tornar uma forma de adiar, e não de parar de fumar", explica Sabrina. O mais importante é marcar uma data para que seja seu primeiro dia de ex-fumante.

Lembre-se também que fumar cigarros de baixos teores não é uma boa alternativa, pois todos os derivados do tabaco (cigarros, charutos, cachimbos, cigarros de Bali, cigarrilhas, narguilé, entre outros) fazem mal à saúde. Ao sinal de dificuldades, o paciente pode optar por terapias de reposição de nicotina associado à parada gradual.  
 
Cigarro eletrônico - Foto: Getty ImagesCigarro eletrônico
A comercialização do cigarro eletrônico é proibida no Brasil. Segundo a especialista em tabagismo Sabrina Presman, o cartucho interno desses produtos contém nicotina, a mesma substância dos cigarros comuns que causa dependência, apesar de os fabricantes alegarem que a fumaça é apenas vapor d?água. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária afirma que não há evidências de que o dispositivo tenha alguma utilidade no processo de cessação do tabagismo. "Como se trata de um produto não regulamentado, não há como saber de fato quais são as substâncias presentes nesses cigarros nem se elas podem trazer malefícios", explica Sabrina. O cardiologista Roberto afirma que existem pesquisas sobre o cigarro eletrônico que não mostraram benefício a longo prazo, mas sim problemas e dificuldades respiratórias nos usuários.
 
Fonte Minha Vida

Radioterapia continua sendo tratamento de escolha para gliomas

Mulher acompanhada de médica e enfermeira - Foto Getty ImagesEstudo compara o tratamento com quimioterapia feita com medicamento específico
 
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), cerca de 10% dos cânceres no Brasil são cerebrais, sendo que 4% das mortes por câncer no Brasil estão relacionadas a esse tipo de tumor. O tratamento dessa doença continua sendo um desafio, mas a ala científica está cada vez mais empenhada a encontrar novas formas de lidar com ela.

A última novidade quem traz é um amplo estudo realizado com 477 pacientes em 18 países diferentes. Foram comparadas a radioterapia e a quimioterapia feita com temozolomide, droga que vêm demonstrando boa ação em gliomas de baixo grau. O grupo de câncer no cérebro mais frequente é chamado de glioma, que por sua vez engloba uma série de tumores cerebrais. O estudo também buscou identificar fatores moleculares que indiquem a progressão da doença e, com isso, auxiliar na tomada das melhores decisões terapêuticas. Os resultados serão divulgados pela American Society of Clinical Oncology (ASCO) no dia 1 de junho.

Depois de passarem por estratificação molecular do cromossomo 1, os pacientes com tumor cerebral do tipo glioma foram divididos em dois grupos: no grupo (a), 240 participantes foram submetidos à radioterapia, enquanto no grupo (b), 237 participantes foram submetidos à quimioterapia com temozolomide.

No início do estudo, a diferença que a presença de uma deleção cromossômica - perda parcial ou total de um segmento do cromossomo - no braço curto do cromossomo 1 faz no prognóstico da resposta do tumor ao tratamento já era conhecida. Consequentemente, os pacientes foram estratificados antes da randomização. Outros marcadores serão analisados agora que o estudo está completo e tornarão mais claros os motivos pelos quais alguns pacientes têm evolução da doença muito melhor que outros.

A triagem mostrou que o tratamento com temozolomide, comparado à radioterapia, não melhorou a sobrevida livre de progressão do tumor em casos de gliomas de baixo grau e risco elevado. Durante o acompanhamento de 45,5 meses e depois que os tumores de 246 pacientes progrediram não houve diferença estatística significativa entre os grupos quanto à sobrevida sem progressão do tumor.

A toxicidade relacionada ao temozolomide foi branda: a toxicidade hematológica grau 3 foi observada em 9% dos pacientes que usaram a medicação.

Segundo os pesquisadores, este é o primeiro estudo a avaliar prospectivamente marcadores moleculares em tumores primários. Segundo os pesquisadores, no futuro, o diagnóstico de gliomas de baixo grau será substituído por uma caracterização molecular do tumor mais diferenciada, que sustentará estratégias de tratamento.

O que é preciso saber ao receber um diagnóstico de câncer
Mesmo com os tratamentos cada vez mais avançados, receber um diagnóstico de câncer ainda pesa. Grande parte dos pacientes sai do consultório médico em pânico, imaginando desdobramentos que, não necessariamente, têm chances de acontecer. Os efeitos colaterais da medicação, as chances de cura e a necessidade de mudar a rotina são alguns dos pontos que mais geram dúvidas. Especialistas no assunto indicam dez informações essenciais, capazes de ajudar os pacientes que acabaram de receber um diagnóstico de câncer a vencerem este momento com mais serenidade.
 
Idoso no consultório médicoSempre há como ajudar
"Não importa o estágio em que o câncer foi descoberto, sempre há como ajudar o paciente", afirma a psico-oncologista Luciana Holtz, presidente do Instituto Oncoguia e membro da diretoria da Sociedade Brasileira de Psico-Oncologia (SBPO). Segundo ela, apenas em metade dos casos de câncer descobertos é possível falar em cura. Isso não quer dizer, entretanto, que a outra metade não possa ser ajudada. "O acompanhamento médico pode melhorar e muito a qualidade de vida do paciente, ajudando no controle da dor ou proporcionando mais conforto", afirma.
 
Mulher fazendo exame de mamografia - Foto Getty ImagesDiagnóstico em estágio inicial
Segundo o oncologista Anderson Arantes Silvestrini, presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), o diagnóstico do câncer em fase inicial aumenta não só as chances de cura, mas também o tempo de sobrevida do paciente com câncer. "Além disso, o tratamento tende a ser menos tóxico e com menor tempo de duração". O oncologista faz uma comparação apontando que a taxa de cura de pacientes com câncer de mama em estágio I é de 90%, enquanto que a taxa de cura de pacientes com o mesmo problema em estágio III é de 40%. Por isso, cultivar bons hábitos de vida e realizar exames de prevenção é fundamental.
 
Médico analisando exames de raio-x - Foto Getty ImagesDiagnóstico em estágio avançado
Tumores em estágio mais avançado demandam tratamentos mais intensivos e, na maioria das vezes, mais tóxicos. "Isso não significa, obrigatoriamente, que o paciente irá sofrer mais ou que não deverá ter esperança", afirma a psico-oncologista Luciana. De acordo com a especialista, hoje o paciente tem inúmeros tratamentos à disposição e diversos medicamentos que controlam efeitos colaterais. Assim, embora o tratamento do câncer em estágio avançado seja mais agressivo, nem sempre isso significa um desconforto muito intenso.
 
Médico segurando prancheta - Foto Getty ImagesCada caso é um caso
A frase pode incomodar o paciente, mas, de fato, cada caso é um caso. "Isso significa que você não pode basear seu prognóstico no de um colega, ainda que ele tenha o mesmo tipo de câncer e receba o mesmo tratamento", afirma a psico-oncologista Luciana. De acordo com o oncologista Anderson, cada vez mais o tratamento do câncer tem sido individualizado, o que aumenta as chances de sucesso e reduz os efeitos colaterais. Consequentemente, os resultados também são os mais variados.
 
Mulher acompanhada do marido na consulta médica - Foto Getty ImagesAcompanhante nas consultas médicas
Levar ou não um acompanhante às consultas médicas é uma decisão que cabe somente ao paciente, mas os especialistas apontam que ter alguém ao lado em um momento tão difícil tende a ser positivo. "O paciente não precisa enfrentar a doença sozinho", diz a psico-oncologista Luciana. O acompanhante pode ajudar oferecendo apoio emocional, tirando dúvidas e lembrando episódios que o próprio paciente esqueceu.
 
Mulher com cabelo raspado - Foto Getty ImagesEfeitos colaterais
"É fundamental o conhecimento dos efeitos colaterais dos tratamentos para não ser pego de surpresa e conseguir lidar melhor com eles", alerta o especialista Anderson. Mas lembre-se de que não há regra. Cada paciente reage de determinada maneira, ou seja, nem tudo está previsto pelos médicos e alguns sintomas adversos podem não aparecer. Alguns pacientes, por exemplo, começam a apresentar efeitos colaterais de quimioterapia apenas após o quinto ciclo do tratamento.
 
Mulher acompanhada de médica e enfermeira - Foto Getty ImagesIntegração com a equipe
Cada vez mais, o tratamento de um paciente com câncer se torna mais complexo e, portanto, mais completo, afirma o oncologista Anderson. Oncologistas, enfermeiras, nutricionistas, fisioterapeutas e assistentes sociais trabalham juntos para individualizar o tratamento, aumentando as chances de sucesso. Por isso, a integração com essa equipe é fundamental. A confiança entre o paciente e os profissionais de saúde é a base para um tratamento eficaz.
 
Homem escrevendo - Foto Getty ImagesComece um diário
Após o diagnóstico do câncer, o que não falta é dúvida. Meu cabelo vai cair com o tratamento? Terei náuseas e enjoos? Precisarei mudar algo em minha rotina? Por isso, a psico-oncologista Luciana recomenda que seus pacientes comecem um diário o quanto antes. Nele, o paciente deverá anotar como passou cada dia, quais dúvidas surgiram e quais sintomas apareceram. "Isso facilita as consultas médicas e evita que o paciente se esqueça de perguntar alguma coisa".
 
Médico e paciente - Foto Getty ImagesPesquisas clínicas
É recomendado que o paciente com câncer acompanhe a divulgação de pesquisas clínicas juntamente com seu médico. Afinal, de acordo com o oncologista Anderson, essa pode ser a única opção de acesso a um tratamento e a medicamentos de ponta para alguns pacientes. "Vale lembrar que as drogas usadas nesses tratamentos experimentais já foram avaliadas anteriormente em testes subclínicos e testes de segurança". Antes de investir, entretanto, é imprescindível discutir seus benefícios com o especialista que acompanha o caso.
 
Médico no consultório - Foto Getty ImagesSegunda opinião
Se o paciente não se sentiu à vontade com seu médico ou se não saiu do consultório com segurança, então, deve buscar uma segunda opinião. "Ter confiança na equipe médica que está cuidando do seu caso melhora inclusive a aderência ao tratamento", afirma o oncologista Anderson. Entretanto, a razão pela qual você quer buscar uma segunda opinião deve ser bem avaliada. Ir atrás de outros especialistas porque não ficou satisfeito com o prognóstico ou porque você acha que ele não pediu tantos exames quanto deveria pode criar falsas ilusões e até encaminhá-lo para especialistas menos qualificados.
 
Fonte Minha Vida