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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Sexo casual: preliminares sem camisinha também pode transmitir doenças nos órgãos genitais

A Aids é a mais perigosa das doenças sexuais, porque
ainda não tem cura e deixa o corpo debilitado
Algumas delas não apresentam sintomas, o que pode dificultar o diagnóstico e tratamento
 
O Carnaval chegou, e com ele o número de relações sexuais casuais aumenta consideravelmente. Mas, se você quer curtir a folia na cama sem ter dor de cabeça ou aquela ressaca moral, o uso da camisinha é imprescindível durante o sexo e também nas preliminares. Além da gravidez indesejada, o preservativo afasta o risco de o casal contrair DSTs (doenças sexualmente transmissíveis). 
 
Confira as mais comuns!
 
Segundo o infectologista Celso Granato, livre-docente da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), tanto os homens quanto as mulheres correm o risco de contrair várias doenças, caso não se protejam adequadamente. 
 
— Sífilis e gonorreia são as mais comuns, mas a herpes e a clamídia também acontecem bastante. Sem falar no HPV, que tem vacina, e no HIV, que infelizmente ainda não tem cura e é uma doença que vem crescendo absurdamente nos jovens.
 
A sífilis é uma doença infectocontagiosa causada pela bactéria Treponema pallidum. Os primeiros sintomas são pequenas feridas e caroços na virilha, podendo evoluir para manchas e queda de cabelo.
 
A doença pode ficar sem apresentar sinais por meses ou anos, até surgirem complicações graves, como cegueira, paralisia, doenças cerebrais e cardíacas. Caso não tratada corretamente, a sífilis pode levar à morte.
 
Outra doença infectocontagiosa transmitida via sexual é a gonorreia, que pode comprometer o pênis, o colo do útero, o reto (canal anal), a garganta e os olhos. Se não tratada adequadamente, pode até levar à infertilidade.

Enquanto nas mulheres os sintomas são dor ao urinar, aumento de corrimento e sangramento, no homem desencadeia ardor ao urinar e até pus, além de dor nos testículos.
 
Outra doença transmitida pelo sexo sem proteção é a herpes bucal e genital. Segundo Granato, que também é médico do Fleury Medicina e Saúde, 80% das pessoas já tiveram algum contato com o vírus da herpes, que pode afetar a pele e as mucosas dos órgãos genitais. Os principais sintomas são pequenas vesículas que se distribuem em forma de buquê nos órgãos genitais masculinos e femininos.
 
A Aids é a mais perigosa das doenças sexuais, porque ainda não tem cura e deixa o corpo debilitado. Para o médico, quanto mais DSTs uma pessoa tem, mais fácil de contrair o HIV. Esse vírus ataca as células de defesa do corpo, deixando o organismo vulnerável a outras doenças simples, como resfriado, e infecções mais graves, como a tuberculose.

Pesquisa recente divulgada em janeiro deste ano pelo Ministério da Saúde mostra que quase 50% dos jovens não usou camisinha em suas relações casuais nos últimos 12 meses. O infectologista da Unifesp comenta que o dado é preocupante.
 
Para Granato, além do HIV, a clamídia também tem graves consequências. Causada por bactérias, a clamídia é comum entre adolescentes e adultos jovens. Apesar dos sintomas, como sangramento e dor na relação sexual ou aumento do corrimento nas mulheres, a doença pode levar a dificuldade de ter filhos e gravidez nas trompas.

— A clamídia provoca o estreitamento da tuba, que é por onde passam os óvulos antes de chegarem ao útero. O que acontece é que o óvulo não consegue passar e fica preso na tuba. O espermatozoide, que é bem menor, chega ao óvulo e o fecunda. Quando o óvulo começa a se desenvolver, ele pode estourar dentro da mulher, porque na tuba não há espaço para o seu crescimento. Isso é muito perigoso.
 
Apesar de poderem ser evitadas com o simples uso da camisinha, o especialista afirma que todas essas doenças possuem tratamento por meio de antibióticos, exceto a Aids. Por isso, é essencial procurar um médico e realizar os exames para confirmar o diagnóstico.

Granato acrescenta que clamídia, sífilis e gonorreia, uma vez curadas, não aparecem nunca mais, mas a herpes pode voltar caso o corpo entre em contato com a infecção mais uma vez.
 
Outra doença grave transmitida pelo sexo desprotegido é o HPV (papilomavirus humano), que cria pequenas verrugas no órgão genital. Segundo o infectologista, no homem, é mais fácil de notar o problema. Além de provocar lesões na região genital, a doença é uma das principais causas do câncer do colo do útero em mulheres. Além disso, o HPV também pode atingir ânus, pênis e garganta.
 
— O órgão masculino é externo. Na mulher é que mora o perigo, porque ela não tem como perceber se há alguma coisa diferente. Por isso recomenda-se a vacina contra o HPV, que é dada às meninas de nove anos para que nenhuma delas comece sua vida sexual desprotegida.
 
Granato também alerta que boa parte dessas doenças são contraídas nas preliminares.

— Quase ninguém usa camisinha nas preliminares, tanto a camisinha masculina quanto a feminina só são lembradas na hora do sexo.

R7

Um a cada quatro motoristas brasileiros dirigem após consumir álcool

Neste período do carnaval em que as pessoas costumam abusar das bebidas alcoólicas, o Ministério da Saúde reforça o alerta dos perigos provocados pelo consumo de álcool

A Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) mostra que aproximadamente um quarto dos brasileiros que dirige insiste em desobedecer à lei e colocar a vida em risco. Segundo a pesquisa, 24,3% dos motoristas afirmam que assumem a direção do veículo após ter consumido bebida alcoólica o Brasil, a violência no trânsito é uma das principais causas de mortes. Em 2014, foram registradas 172.780 mil internações relacionadas a acidentes de trânsito.
 
O comerciante Francisco de Assis Pinheiro, 38 anos, natural do Rio de Janeiro, faz parte dessa estatística. Ele sofreu um grave acidente quando voltava de uma festa após ter bebido álcool. “Não andei nem 300 metros e em uma curva bati em outro carro. Eu estava sem cinto, fraturei o osso da região da bacia e estou sem andar. Aprendi a lição. Não se deve beber e dirigir”, lembra o comerciante.

E quanto maior o consumo, maior os riscos. O brasileiro, segundo a pesquisa, costuma exagerar. Do total de entrevistados, 13,7% bebeu álcool de forma abusiva nos últimos 30 dias, o que representa a ingestão de quatro ou mais doses para mulheres ou cinco ou mais doses para homens em uma única ocasião. Entre os homens o índice chega a 21,6%, enquanto essa proporção no público feminino foi de 6,6%. A PNS foi realizada pelo Ministério da Saúde em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE), no período de julho de 2013 a fevereiro de 2014.
 
Entre 2010 e 2013, ocorreram mais de 313 mil internações no Sistema Único de Saúde (SUS) decorrentes do alcoolismo. São gastos, em média, cerca de R$ 60 milhões por ano com pessoas dependentes do álcool.
 
Efeitos
O álcool é uma droga psicotrópica que atua no sistema nervoso central, podendo causar dependência e mudança no comportamento. O álcool consumido de forma abusiva pode causar malefícios à saúde, como por exemplo, doenças cardiovasculares, câncer, além dos graves acidentes de trânsito.

Adolescentes conseguem comprar álcool por conta própria
A incidência de consumo de bebidas alcoólicas entre os jovens é outra preocupação do Ministério da Saúde. Com o período do carnaval, os jovens em busca de diversão podem ignorar os malefícios do álcool e beber intensivamente durante os dias de folia. A partir desta iniciação, o adolescente se torna mais vulnerável à repetição deste hábito.“Crianças e adolescentes não devem em hipótese alguma fazer o uso de álcool. O consumo afeta a maturidade cerebral, o aprendizado, a memória e pode prejudicar seriamente o desenvolvimento dos jovens”, ressalta Deborah Malta.
 
Os dados alertam para a forma como esses jovens têm acesso ao uso das bebidas. Apesar da venda proibida em todo o país para quem tem menos de 18 anos, a pesquisa mostra que um em cada cinco (21,9%) adolescentes consegue comprar álcool por conta própria. Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, a prática é crime e o comerciante que for pego vendendo a bebida pode ser punido. No entanto, o estudo revela que parte dos adolescentes (10 a 12%) consegue a bebida no ambiente doméstico e na companhia de parentes.
 
pautaesp 03

Agência Saúde

10 dicas para ter um carnaval seguro

Reprodução
Carnaval é tempo de festa, mas é preciso tomar cuidado com os excessos
 
Confira dicas que o Blog da Saúde elencou para você e sua família aproveitarem a folia sem ter que encarar consequências ruins:
 
1. Divirta-se, mas não perca a gentileza. Agite a bandeira branca da paz e diga não à violência!
 
2. A alegria do carnaval não pode terminar em acidente. Se beber, não dirija.
 
3. Diga não ao preconceito e trate a todos com respeito!
 
4. Evite refrigerantes, tome suco natural de frutas, água de coco e água pura.
 
5. Sol demais queima e pode dar câncer de pele. Use chapéu, roupas leves e protetor solar.
 
6. Não jogue latas, garrafas e copos na rua. Proteja-se contra a dengue e Chikungunya!
 
7. Evite a poluição sonora. Ouça música em tom baixo ou moderado e aconselhe os(as) amigos(as) a fazerem o mesmo.
 
8. Lave frequentemente as mãos. Evite as conjuntivites e a gripe.
 
9. Cuidado com o que come. Prefira frutas, verduras, legumes e carnes leves, sem gordura e grelhadas.
 
10. Previna-se contra a AIDS e DST´s: use sempre camisinha. E se deu dúvida, depois do Carnaval, faça do teste. #partiuteste
 
Blog da Saúde

OMS: surtos de sarampo no Brasil e nos EUA mostram problemas na vacinação

Valter Campanato/Agência Brasil
Taxas de imunização estão abaixo do necessário em algumas
 regiões, diz a OMS  
Os recentes surtos de sarampo ocorridos nos Estados Unidos e no Brasil sugerem que as taxas de imunização contra a doença em algumas áreas estão abaixo do necessário para prevenir a propagação de casos importados nas Américas
 
A conclusão é da Organização Mundial da Saúde (OMS), que reforçou a importância de os países manterem altas taxas de cobertura vacinal no Continente.
 
O sarampo é considerado erradicado nas Américas desde 2002, uma vez que não há relatos de transmissão endêmica da doença na região desde então. Um comitê internacional de verificação fazia o trabalho de compilar dados e informações com o objetivo de declarar formalmente o Continente livre da doença.
 
De acordo com a OMS, a eliminação do sarampo nas Américas enfrenta grandes desafios. Até o momento, foram identificados 147 casos confirmados da doença em quatro países do Continente Americano este ano – 121 nos Estados Unidos –, todos ligados a um surto registrado no parque de diversões da Disneylandia, na Califórnia, em dezembro. Também houve um caso no México, ligado ao surto americano, 21 no Brasil e quatro no Canadá.
 
Os casos no Brasil, segundo a OMS, são parte de um surto maior que começou em 2013 e já infectou mais de 700 pessoas, em 31 municípios. Os dados mostram que, entre 2003 e 2014, as Américas registraram um total de 5.077 casos importados de sarampo, a maioria em 2011.
 
A vacina contra a doença, destaca a OMS, é usada há mais de 50 anos e tem sua segurança e eficácia comprovadas. Globalmente, a estimativa é que a imunização tenha prevenido cerca de 15,6 milhões de mortes entre 2000 e 2013.
 
A recomendação do órgão é que as crianças recebam duas doses da vacina contra o sarampo antes de completar 5 anos e que os níveis de cobertura, com ambas as doses, sejam mantidos em 95% ou mais para prevenir a propagação de casos importados. Atualmente, cerca de 92% das crianças com 1 ano, nas Américas, recebeu a primeira dose da vacina.
 
Diante dos surtos recentes, a OMS recomenda que os governos orientem os viajantes que vão a regiões onde a doença circula a checar o cartão de vacinação. Isso é válido não apenas para menores de 6 meses, que não devem ser vacinados. Os turistas devem ser informados sobre os principais sintomas do sarampo e o que fazer em caso de suspeita.
 
Outra medida é a sensibilização de profissionais de saúde para comunicar de forma imediata a suspeita de casos da doença, além de investigar contatos próximos do paciente e locais onde ele esteve na tentativa de interromper a cadeia de transmissão.
 
Agência Brasil

Terapia de reposição hormonal pode aumentar chances de câncer de ovário, segundo pesquisa

Uso por apenas alguns anos estava relacionado a um crescimento de 40% do risco de desenvolvimento da doença
Londres - Mulheres que fazem terapia de reposição hormonal (TRH) durante a menopausa correm risco de desenvolver câncer de ovário, segundo pesquisadores da Universidade de Oxford.
 
A descoberta, com base em uma grande revisão de evidências já existentes, sugere que os perigos são ligeiramente maiores do que se pensava, embora especialistas tenham dito não haver razão para as mulheres deixarem de fazer a terapia.
 
O uso de TRH por apenas alguns anos estava relacionado a um crescimento de 40% do risco de câncer de ovário, diz o estudo. Já a orientação vigente no Reino Unido, que está sendo revisada, reconhece o risco com uso a longo prazo.
 
O risco real ainda é pequeno. Segundo os dados, para as mulheres que tomam TRH por cinco anos a partir de cerca de 50 anos de idade, quando a menopausa geralmente começa, há cerca de um caso adicional de câncer de ovário para cada 1.000 mulheres, e uma morte por câncer de ovário extra para cada 1.700 mulheres.
 
Centenas de milhares de mulheres usam TRH no Reino Unido. O estudo constatou os efeitos sobre o risco de câncer foram os mesmos para os dois tipos principais de TRH - aqueles que contêm o hormônio estrogênio e aqueles que contêm estrógeno e progestágeno.
 
A co-autora do estudo, Dame Valerie Beral, disse que as descobertas têm implicações para as diretrizes nacionais e internacionais em torno do TRH.
 
- O risco definitivo de câncer de ovário, mesmo com menos de cinco anos de uso, é totalmente relevante para os padrões de uso vigentes - disse ela.
 
O estudo foi realizado pelo Grupo de Colaboração Internacional em Estudos Epidemiológicos de câncer de ovário, organizado pela Universidade de Oxford, e foi publicado na revista "The Lancet".
 
O órgãos reguladores de drogas no Reino Unido disseram que iriam avaliar os resultados.

 
A vice-diretora da Agência de Medicamentos e Produtos de Saúde, Sarah Branch, comentou as recomendações já existentes:
 
- Nosso conselho sempre foi de que a menor dose eficaz de TRH fosse usada durante o menor tempo possível. A decisão de iniciar, continuar ou parar o tratamento deve ser tomada em conjunto entre a mulher e seu médico, com base nos melhores pareceres disponíveis e suas próprias circunstâncias pessoais, incluindo sua idade, sua necessidade de tratamento e seus fatores de risco médico.
 
Cerca de 7.100 mulheres são diagnosticadas com câncer de ovário no Reino Unido a cada ano.

O Globo

Adolescente é submetido à primeira cirurgia de redução de pênis do mundo

Adolescente americano passa por cirurgia de redução de pênis
Reprodução /  Daily Mail
Adolescente americano passa por cirurgia de redução de pênis
Segundo jornal britânico, jovem americano alegava que não conseguia mais ter relações sexuais e praticar esportes. Além disso, também revelou que sofria constrangimento em público
 
Um adolescente americano de 17 anos foi submetido à primeira cirurgia de redução de pênis do mundo, segundo o jornal britânico Daily Mail. 
 
Com o órgão medindo quase 18 centímetros quando flácido e com mais de 25 centímetros de circunferência, o menino, que teve a identidade preservada, disse que não conseguia mais ter relações sexuais ou praticar esportes.
 
Segundo o jornal britânico, o jovem tinha dificuldade em vestir calças devido ao tamanho e peso do pênis e ficava envergonhado de como ele ficava aparente mesmo sob roupas normais.
 
O adolescente sofria de crises de priapismo, ereções indesejadas em que hemácias falciformes do sangue – células do sangue malformadas, devido a uma condição genética – bloqueiam as veias do pênis, fazendo-o inchar. Esses episódios deixaram o pênis do garoto deformado.
 
Diante desta situação, ele procurou o urologista Rafael Carrion para que o médico diminuísse o pênis. Carrion declarou que o órgão tinha o formato de uma bola de futebol americano.
 
Ele ainda disse que, apesar de ser bastante grande, o pênis não crescia quando o menino tinha ereções, e mal ficava firme.
 
O adolescente teve uma cirurgia de redução bem sucedida. Seu pênis ainda é “um pouco maior e mais grosso do que o de um homem médio, mas agora ele parece simétrico e o paciente ficou bastante satisfeito”, afirma o urologista.

iG

10 alimentos que causam mau hálito

Segundo especialista, a língua é, quase sempre, a maior responsável pelo mau hálito
Segundo especialista, a língua é, quase sempre,
 a maior responsável pelo mau hálito
Partículas de comida na boca ou problemas nos dentes e gengiva podem ser fontes de bactérias que provocam halitose
 
Mau hálito, cientificamente chamado de halitose, é um mal que atinge muitas pessoas que, não raro, nem o conhecem muito bem. Mas especialistas são categóricos: é preciso investigar a origem do problema para saber como evitá-lo ou tratá-lo.
 
“O mau hálito é causado pela presença de bactérias que se alimentam de moléculas de proteína, o que libera enxofre”, afirma Marcos Moura, presidente da Associação Brasileira de Halitose. O enxofre é um elemento volátil responsável pelo mau cheiro da boca.
 
Dentre as partes da boca, o dentista Willian Frossard afirma que a língua, quase sempre, é a maior responsável pelo mau hálito: “ela possui muitas vilosidades, onde restos de alimentos e células que se desprendem da mucosa ficam depositadas e se deterioram”, diz. Por isso, é necessário realizar a higienização completa da boca diariamente.
 
“É recomendável que se escove os dentes, passe o fio dental e faça a raspagem da língua”, ressalta Marcos.
 
Cáries e inflamações
Além de partículas de comida, Willian informa que problemas periodontais, como cáries e inflamações na gengiva, também favorecem a atuação de bactérias e o consequente mau hálito.
 
Fazer dieta balanceada e beber muita agua, além das visitas regulares ao dentista são as principais recomendações de Marcos para evitar o mau hálito. Ele ainda revela que existem alguns truques contra a halitose, como a ingestão de frutas cítricas. Elas promovem maior salivação, o que ajuda a limpar a boca.
 
Sobre a goma de mascar, quase sempre utilizada contra o mau hálito, Willian esclarece: “Goma de mascar também estimula a salivação e o aroma disfarça o cheiro ruim, mas o produto não deve conter açúcar, porque ele é alimento para as bactérias”. O profissional ainda acrescenta: “A goma de mascar mascara o cheiro, mas não resolve o problema”.
 
Veja abaixo, alimentos que provocam mau hálito:
 
1. Azeitona, por conter enxofre, pode favorecer o mau cheiro na boca
 
2. Couve-flor é rica em enxofre e pode causar a halitose
 
3. Alcachofra é outro alimento rico em enxofre
 
4. Dietas ricas em proteínas favorecem o mau hálito
 
5. O alho tem alguns produtos que, enquanto estão sendo digeridos, geram a chamada halitose passageira
 
6. A cebola também gera mau hálito por um tempo
 
7. Molhos, como a mostarda, aumentam a acidez da saliva, o que também pode provocar mau hálito
 
8. Catchup também é um molho que aumenta a acidez da saliva
 
9. Alimentos em conserva, como picles, também podem aumentar acidez na boca
 
10. Bebida alcoólica em excesso também causa mau hálito. Marcos explica que o álcool causa a irritação e consequente aumento na descamação da mucosa bucal
 
iG

Ministério da Saúde confirma caso de febre amarela silvestre

Fuocrus: O mosquito 'Haemagogus leucocelaenus', que
transmite a febre amarela silvestre
O paciente, um estrangeiro, contraiu a doença em Goiás, mas só apresentou sintomas no Rio de Janeiro
 
O Ministério da Saúde confirmou na noite desta quinta-feira, um caso de febre amarela silvestre no Brasil. O paciente, um estrangeiro, contraiu a doença em Alto Paraíso (Goiás). Ele visitou a região dia 17 de janeiro, mas passou a manifestar sintomas somente ao chegar no Rio. O estrangeiro foi diagnosticado em uma Unidade de Pronto Atendimento e encaminhado para a Fundação Oswaldo Cruz, onde recebeu tratamento e teve alta.
 
O ministério considera o caso isolado. O paciente que contraiu a doença não havia sido vacinado. Os últimos casos de febre amarela silvestre confirmados no país foram em 2013. Também naquela época, os pacientes não haviam sido vacinados.

Embora classifique o caso como isolado, o Ministério da Saúde informou que a vigilância foi reforçada na região de provável contaminação do paciente estrangeiro. Também foi ampliado o esforço para imunizar pessoas da região que eventualmente não tenham o completo esquema vacinal contra febre amarela.
 
A doença
A febre amarela silvestre é transmitida através da picada de mosquitos Haemagogus e Sabethes, que vivem em matas e vegetações à beira dos rios. Quando o mosquito pica um macaco doente, torna-se capaz de transmitir o vírus a outros macacos e ao homem. A forma urbana da doença é transmitida pela picada do Aedes aegypti, o mosquido da dengue, mas ela é considerada erradicada no Brasil.
 
Algumas áreas do país, como a Região Amazônica e o Centro-Oeste, são consideradas endêmicas. A recomendação do ministério é que habitantes dessas regiões sejam vacinados. O mesmo vale para visitantes de áreas de risco. Eles devem tomar a vacina pelo menos 10 dias antes da viagem. O imunizante tem validade de dez anos.

Em 2014 as recomendações da vacina para febre amarela foram atualizadas. No novo protocolo, crianças que completaram o esquema vacinal na infância não precisam fazer reforço a cada 10 anos.
 
Aqueles que tomaram a primeira dose na adolescência ou fase adulta, precisam repetir a vacina apenas uma vez. Com duas doses, com intervalos de dez anos, a pessoa é considerada imunizada para toda a vida.
 
(Com Estadão Conteúdo)
 
Veja

Novas medidas que afastam doenças do coração

1. Pílula de tomate
Pesquisadores descobriram um novo benefício do tomate. O fruto está sendo usado como matéria-prima para a fabricação de um suplemento alimentar chamado Ateronon, que ajuda a prevenir doenças cardiovasculares. As pílulas, vendidas na Inglaterra, são feitas a base de licopeno, substância responsável pela cor avermelhada do tomate e de propriedades antioxidantes, ou seja, capazes de retardar o envelhecimento celular. Segundo os pesquisadores, o Ateronon pode melhorar a função das células do endotélio (camada interna dos vasos sanguíneos) em até 50%, aumentando a flexibilidade dos vasos.
 
2. Benefício dos flavonóides
Um estudo publicado no periódico "Circulation" mostrou que comer morangos e mirtilos pelo menos três vezes por semana pode reduzir o risco de ataque cardíaco em mulheres. O benefício se deve às suas quantidades elevadas de flavonoides — compostos com propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias. Morangos e mirtilos têm autocianina, um tipo de flavonoide que ajuda a dilatar as artérias e evitar a formação de placas que atrapalham o fluxo sanguíneo. 
 
3. Menos carnes e mais legumes
Reduzir o consumo de carne vermelha pode fortalecer o coração. Um estudo divulgado no periódico "The American Journal of Clinical Nutrition" mostrou que vegetarianos apresentam um risco menor de sofrer doenças cardiovasculares ou morrer em decorrência de um evento cardiovascular. Outro trabalho, publicado na revista "Nature Medicine", apontou que, além de aumentar a gordura e o colesterol ruim, o consumo excessivo de carne vermelha produz uma substância que eleva as chances de aterosclerose, obstrução dos vasos sanguíneos que leva ao infarto.
 
4. Casamento saudável
O casamento pode ser um dos segredos para um coração saudável. Segundo uma pesquisa publicada na revista "European Journal of Preventive Cardiology", pessoas casadas apresentam menores chances de sofrer um ataque cardíaco e, se vierem a sofrê-lo, têm maior probabilidade de recuperação do que as solteiras. De acordo com os pesquisadores, as possíveis explicações para isso são o fato de que os casados costumam manter hábitos mais saudáveis e possuir uma rede de apoio mais ampla — o que facilita, por exemplo, a ajuda no caso de um problema cardíaco. Além disso, os fatores psicológicos da satisfação conjugal interferem positivamente na saúde do coração. 
 
5. Dieta do Mediterrâneo: fácil e eficaz
Frutas, legumes, peixes, grãos integrais e quantidade moderada de álcool. Essas são as premissas da Dieta do Mediterrâneo. Menos restritiva que outros regimes, ela é considerada a mais fácil de ser seguida a longo prazo. Neste ano, duas pesquisas demonstraram seus benefícios à saúde cardíaca. Uma delas, publicada no periódico "The New England of Medicine", concluiu que a dieta do Mediterrâneo reduz a chance de problemas cardiovasculares entre pessoas com mais de 55 anos que apresentam alto risco cardíaco. O outro artigo, escrito por pesquisadores canadenses, mostrou que a dieta colabora na redução do colesterol ruim, o LDL, em homens com risco elevado de doenças cardíacas.
 
6. Mesmo com ganho de peso, parar de fumar vale a pena
Parar de fumar, de fato, favorece o ganho de peso. Mas os benefícios ao coração superam qualquer risco associado aos quilos extras. Um estudo publicado no periódico "The Journal of the American Medical Association" mostrou que o aumento de peso variou de meio a 4,5 quilos entre os indivíduos que largaram o cigarro. Ainda assim, seis anos após terem abandonado o tabagismo, todos os voluntários da pesquisa apresentaram uma redução de 50% no risco de sofrer algum evento cardiovascular.
 
7. Menos sódio, mais potássio
Além de reforçar a ideia de que reduzir o consumo de sódio evita problemas cardíacos, uma série de estudos publicados no site da revista "British Medical Journal" revelou que ingerir maiores quantidades de potássio propicia o mesmo benefício. Uma alta ingestão do nutriente — encontrado principalmente em frutas, legumes e verduras frescas — pode diminuir em até 24% o risco de um acidente vascular cerebral (AVC). Já o consumo de sal, sugere a pesquisa, deve ser de no máximo 3 gramas por dia, menos do que os 5 gramas recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
 
8. Café da manhã
Homens que não tomam café da manhã têm 27% mais riscos de infartar ou sofrer uma doença coronariana. O dado, divulgado no periódico "Circulation", reforçou a importância da refeição, que deve fornecer energia suficiente para o corpo começar o dia. Segundo os cientistas, o hábito de pular o desjejum pode causar obesidade, pressão alta e diabetes — fatores de risco para doenças cardíacas.
 
Veja

Alerta sobre consumo de gordura não tem base científica, diz estudo

Dieta: cartilhas atuais recomendam que7 a 10% das calorias
 diárias venham da gordura saturada 
Diretrizes médicas que recomendam limitar o consumo de comidas como carne vermelha e manteiga "nunca deveriam ter sido introduzidas", afirmam pesquisadores
 
Diretrizes médicas que recomendam limitar o consumo de alimentos como carne bovina e manteiga para evitar doenças cardiovasculares não têm fundamento científico. A afirmação é de uma pesquisa publicada nesta semana no periódico Open Heart.

Há mais de trinta anos, países como Estados Unidos e Grã-Bretanha recomendam que seus cidadãos consumam com moderação gordura saturada, encontrada em alimentos de origem animal, sobretudo carnes vermelhas e derivados de leite. De acordo com as diretrizes desses países, no máximo 10% do total de calorias ingeridas no dia deve vir desse tipo de gordura.

Para pesquisadores da Universidade do Oeste da Escócia, no entanto, os dados que motivaram essa recomendação eram falhos e inconclusivos. Eles chegaram a essa conclusão depois de revisar seis estudos realizados com quase 2 500 homens na época em que as diretrizes foram elaboradas. As seis pesquisas investigaram a redução nas mortes e no nível de colesterol promovidas por dietas com baixa ingestão de gordura. 
 
Conclusão
Segundo os atuais pesquisadores, os regimes reduziram a taxa de colesterol dos participantes, mas não o índice de mortes decorrentes de doenças cardíacas. Eles criticaram ainda a ausência de mulheres nos levantamentos e o fato de que a maioria dos participantes tinha fatores de risco para doenças cardiovasculares. Os cientistas concluem que “não só as diretrizes devem ser revistas, como nunca deveriam ter sido introduzidas”.

Em um editorial que acompanha a pesquisa, o cardiologista Rahul Bahl, da Royal Berkshire NHS Foundation Trust, alerta que, embora os estudos que embasaram as diretrizes sejam “muito limitados”, há evidências da relação entre dieta rica em gordura e doenças cardíacas.

Brasil
A Sociedade Brasileira de Cardiologia recomenda que o consumo de gordura ingerido por uma pessoa varie entre 25% e 35% do valor calórico total acumulado em um dia, sendo 7% de gordura saturada. 
 

Farmácias faturam mais de R$ 32 bilhões em vendas em 2014

Desde 2010, o faturamento cresceu 90,34%

A retração do comércio varejista, observada por vários segmentos em 2014, não afetou as vendas do setor farmacêutico segundo levantamento realizado pela Associação Brasileira de Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma).
 
O estudo, realizado pela Fundação Instituto de Administração da Universidade de São Paulo (FIA-USP), revela que as grandes redes de farmácias fecharam o ano com um faturamento de R$ 32,39 bilhões em vendas, 12,81% maior do que no ano anterior. Desde 2010, o faturamento cresceu 90,34%, cerca de R$ 15,37 bilhões.
 
Mais uma vez, o segmento de não-medicamentos (produtos de perfumaria, higiene e beleza) manteve-se em alta, com aumento de 14,69%, o equivalente a aproximadamente R$ 10,71 bilhões em vendas, ou seja, 33% do faturamento total. “Os dados reafirmam uma nova tendência entre os consumidores, que vão às farmácias em busca de outros itens que não seja medicamentos”, afirma o presidente da Abrafarma, Sérgio Mena Barreto.
 
Nos últimos anos, o varejo farmacêutico vem passando por um processo de renovação, onde as prateleiras deixaram de ser exclusivas para medicamentos e o peso de uma vasta gama de artigos como xampu, cosméticos, desodorantes, fraldas, absorventes, acessórios para cabelo e outros itens de conveniência crescem no mix de produtos ofertados.
 
“O consumidor atual busca proximidade, conforto e diversidade de itens num mesmo espaço. Ele sai de casa para comprar um medicamento, já com a intenção de levar também uma pasta de dente, um protetor solar ou um creme antienvelhecimento”, ressalta Barreto.
 
Infomoney

Anvisa suspende importação e venda de antibiótico

Importadora do medicamento deve recolher o estoque existente no mercado

Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada na última quinta-feira (12/02), no Diário Oficial da União, suspende a importação, a distribuição, a comercialização e o uso do medicamento Polixil B®, sulfato de polimixina B, 500.000 UI, fabricado pelas empresas Mr Pharma S.A., em Buenos Aires, e Gland Pharma, em Hyderabad, na Índia.
 
De acordo com o texto, a única empresa autorizada a fabricar o produto é a Química Haller Ltda, localizada no Rio de Janeiro.
 
A Agência determinou ainda que a empresa importadora do medicamento promova o recolhimento do estoque existente no mercado.
 
Agência Brasil