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segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Nestlé trabalha na criação de bebida que promete queimar gorduras do corpo sem necessidade de exercícios físicos

A Nestlé está trabalhando no desenvolvimento de uma bebida capaz de ajudar a queimar a gordura do corpo
 
Dessa maneira, nossos treinos semanais em academias acabarão sendo substituídos por uma garrafa no futuro.
 
A maior empresa de alimentos do mundo identificou uma enzima no organismo, chamada AMPK, que regula o metabolismo e é estimulada por um composto denominado C-13.
 
Nestlé vem trabalhando no desenvolvimento de bebida que promete ajudar a queimar gorduras do corpo sem ter que se exercitar de forma severa em academias.
 
Este é o primeiro passo para imitar o efeito de queima de gordura a partir de exercícios físicos.
 
Agora, um grupo de cientistas suíços estão à procura de substâncias naturais, como frutas e extrato vegetal, que atuarão como gatilhos para esta enzima.
 
Um cientista da Nestlé disse: “A enzima pode ajudar as pessoas que não toleram o exercício rigoroso.
 
Em vez de 20 minutos de corrida ou 40 minutos de bicicleta, elas podem ajudar a aumentar o metabolismo com exercícios moderados, como caminhada rápida.”
 
Jean-Philippe Bertschy, analista do Banco Vontobel AG, em Zurique, disse: “A fronteira entre alimentos e a área farmacêutica vai diminuir nos próximos anos. As empresas com um diversificado portfólio de alimentos saudáveis irão emergir como vencedoras.”
 
Metro

Substância 50 vezes mais potente que o Viagra pode dar origem a novo medicamento para impotência

Pesquisador Marcio Luis Silva coordenou o estudo com
 a pimenta, no interior de São Paulo
Testes foram feitos em camundongos com substância originária da pimenta-de-java
 
Pesquisadores da Unifran (Universidade de Franca), no interior de São Paulo, descobriram por acaso uma substância presente na pimenta-de-java (ou piper cubeba) “50 vezes mais potente para a disfunção erétil do que os medicamentos tradicionais disponíveis atualmente”, como o Viagra, diz o coordenador da pesquisa, Marcio Luis Andrade Silva. A planta originária da Indonésia começou a ser estudada para tratar a doença de Chagas há 20 anos e, no meio do processo, notou-se que ela causava ereção nos camundongos.
 
— Foi então que decidimos focar os estudos no tratamento da disfunção erétil e conseguimos obter a patente da molécula neste ano. Agora, estamos em negociação com a indústria farmacêutica e acredito que em três anos, no máximo, conseguimos lançar um novo remédio para a impotência sexual.
 
Segundo o pesquisador, os efeitos colaterais do “Viagra verde” são menores se comparados à famosa pílula azul.
 
— Enquanto o Viagra aumenta a frequência cardíaca, o tratamento à base da cubenina diminui. Além disso, também não observamos hiperatividade e confusão mental.
 
Para viabilizar a produção do medicamento, ainda são necessários testes em humanos. Enquanto isso não acontece, é importante lembrar que os remédios orais são apenas um dos tratamentos disponíveis para a disfunção erétil. O urologista Eduardo Bertero, membro do Departamento de Andrologia da SBU (Sociedade Brasileira de Urologia), explica que há outros recursos que também conseguem ajudar o homem a manter a ereção durante a relação sexual.
 
— Os comprimidos e a psicoterapia são sempre a primeira opção de tratamento. Caso não deem o resultado esperado, partimos para as injeções intrapenianas ou as bombas a vácuo, esta última pouco utilizada no Brasil.
 
Em casos mais graves, o médico tranquiliza os homens com a terceira opção, que é a implantação de prótese peniana disponível em dois tipos: maleável e inflável. Segundo ele, os pacientes que precisam se submeter à cirurgia costumam voltar a ter uma vida sexual ativa em quatro a seis semanas.
 
Homens mais propensos à impotência
O fato de o homem eventualmente falhar na "hora H" não significa que ele tenha impotência sexual.
 
No entanto, caso ele não consiga alcançar e/ou manter uma ereção satisfatória por mais de seis meses, é o momento de procurar o especialista, orienta Bertero.
 
— A disfunção erétil atinge em algum grau cerca de 40% a 45% dos brasileiros acima de 40 anos. O número é alto porque o envelhecimento é um dos fatores de risco mais importantes. Com o passar dos anos, a chance de o homem apresentar o problema só aumenta.
 
Por ser uma doença de causas múltiplas, a disfunção erétil pode tanto estar associada a problemas de ordem psicológica, como ansiedade, estresse e depressão, ou a doenças crônicas, explica o médico.
 
— A impotência tem uma estreita relação com o diabetes, já que o excesso de açúcar no sangue causa danos arteriais e neurológicos. Além disso, tabagismo, obesidade, hipertensão e doenças coronarianas são outros fatores de risco.
 
O especialista acrescenta que “40% dos pacientes com depressão têm problemas de ereção, mas tratando o transtorno mental a qualidade da vida sexual melhora significativamente”.
 
Para escapar da disfunção, Bertero recomenda adotar um estilo de vida saudável, que inclui manutenção do peso, prática regular de exercício físico, abandono do cigarro e alimentação balanceada.
 
— O pênis age de acordo com os hábitos de vida dos homens. Para manter uma vida sexual longeva, é imprescindível cuidar do corpo. Uma vez instalada, a impotência não tem cura, apenas tratamento, que não inclui alimentos afrodisíacos.
 
Quando o questionamento é sobre alimentos que poderiam potencializar o desempenho do homem na cama, como o açaí, pimenta ou amendoim, o médico é taxativo: “Não há estudo científico que comprove esse efeito”.
 
R7

Excluir carne da dieta pode curar diabetes, diz estudo

Foto IStock: Dieta baseada em vegetais pode ser tratamento
 alternativo para diabetes do tipo 2
De acordo com pesquisa, alimentação baseada em vegetais traria melhoras equivalentes ao uso de medicação
 
Adotar uma dieta vegetariana pode ajudar os diabéticos a reverter a doença. De acordo com um novo estudo divulgado pelo site do jornal britânico Daily Mail, as pessoas que lutam contra a doença podem melhorar os níveis de açúcar do sangue apenas tirando a carne da sua alimentação diária.
 
Cientistas da Faculdade de Medicina e Ciência da Saúde da Universidade George Washington acreditam que o fato de remover a gordura animal pode curar de vez a condição. Eles afirmam que a mudança de dieta pode ser uma alternativa de tratamento para diabetes do tipo 2.
 
A análise de estudos anteriores mostrou também que o fato de remover este tipo de gordura da dieta ajuda a melhorar a sensibilidade à insulina.
 
Já uma alimentação baseada em vegetais reduz uma proteína importante, a HbA1c. Em diabéticos, quanto maior esta proteína no sangue, maior o risco de complicações relacionadas à doença.
 
O estudo feito com veganos ou vegetarianos mostrou que a dieta diminuiu o HbA1c de forma equivalente aos efeitos causados por medicamentos de controle para pessoas com diabéticos.
 
Segundo Susan Levin, uma das autoras do estudo, uma dieta baseada em vegetais melhora o açúcar do sangue, o peso corporal, pressão, colesterol, tudo ao mesmo tempo, “algo que uma droga não pode fazer”.
 
Os especialistas afirmam que trata-se de um tratamento fácil de se seguir, eliminando a rotina tediosa de se tomar medicamentos e injetar insulina.
 
Ao redor do mundo, 347 milhões de pessoas sofrem de diabetes, de acordo com a Organização Mundial de Saúde. Eles preveem que, até 2030, esta será a sétima principal causa de morte.
 
Terra

Cadeia e multa: Médico que obtiver vantagem ao indicar tratamento poderá ser punido

Projeto de lei – que prevê multa e até um ano de cadeia – foi aprovado em comissão da Câmara, e busca evitar indicação de procedimentos, medicamentos e próteses irregulares
 
A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou, na última quarta-feira (12), projeto que pune o profissional da área de saúde que obtiver vantagem ao encaminhar paciente para procedimentos e ao comercializar ou indicar medicamentos, órteses, próteses ou implantes. A pena prevista para o crime é de detenção de três meses a um ano e multa.

A medida está prevista no Projeto de Lei 3650/12, da deputada Manuela d’Ávila (PCdoB-RS), que recebeu parecer favorável do deputado João Ananias (PCdoB-CE), com emenda. A emenda deixa claro que o profissional só será punido se sua indicação de tratamento for calcada em interesses financeiros.

“São condenáveis condutas de oferecer encaminhamentos sem haver a solicitação, com vistas a receber lucros ou porcentagens das vendas à custa das pessoas. Essa conduta é antiética e deve ser combatida a todo o preço”, disse Ananias.

O parlamentar destaca que os códigos de éticas dos médicos, de dentistas e de fisioterapeutas já combatem a promiscuidade de interesses. “Porém, em casos em que as diretrizes éticas não se mostrarem suficientes, a penalização no texto legal de conduta eticamente condenada é extremamente salutar”, complementa.

A proposta altera o Código de Defesa do Consumidor (Lei 8.078/90), que hoje já prevê detenção de três meses a um ano e multa para quem fizer afirmação falsa sobre produtos ou serviços. A lei atual, no entanto, não faz especificações quanto aos serviços médicos.

Já aprovada pela Comissão de Defesa do Consumidor, a proposta ainda será analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Em seguida, será votada pelo Plenário. Sua íntegra pode ser lida no site da Câmara.
 
Agência Câmara /

Abertas as inscrições para o 8° Encontro Anual da Farmacopeia Brasileira

A Comissão da Farmacopeia Brasileira e a Superintendência de Medicamentos da Anvisa por meio da Coordenação da Farmacopeia Brasileira (Cofar/Sumed) convidam os interessados para participar do 8º Encontro Anual da Farmacopeia Brasileira, que acontecerá nos próximos dias 3 e 4 de dezembro, no auditório da Anvisa
 
As inscrições para o 8º Encontro Anual da Farmacopeia Brasileira devem ser feitas até a próxima terça-feira (25/11) pelo e-mail, reunioes.farmacopeia@anvisa.gov.br. As vagas são limitadas e serão preenchidas por ordem de chegada.
 
A iniciativa do 8º Encontro Anual tem por objetivo promover palestras e debates sobre assuntos relacionados à Farmacopeia Brasileira. O evento contará com palestrantes colaboradores da Farmacopeia Brasileira e servidores da Anvisa.
 
A expectativa é reunir cerca de 100 profissionais da área farmacêutica, membros da academia, representantes do setor regulado e servidores da Anvisa, no auditório da Agência, que fica no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Trecho 5, Área Especial 57.
 
Fonte: Coordenação da Farmacopeia Brasileira – COFAR/SUMED

ANVISA Alerta sobre presença de fungo no produto probiótico ABC Dophilus Powder

A Anvisa alerta os consumidores sobre a constatação da presença do fungo Rhizopus oryzaeno probiótico ABC Dophilus Powder, fabricado pela empresa norte-americana Solgar Inc. O produto não apresenta registro sanitário no Brasil, mas, eventualmente, pode ter sido importado para uso pessoal
 
A Gerência-Geral de Alimentos da Anvisa recebeu uma notificação emitida pela Autoridade de Segurança Alimentar da Irlanda (FSA) sobre recall do produto ABC Dophilus Powder 49,6g, fabricado pela empresa norte-americana Solgar Inc. de Leonia, New Jersey.
 
O motivo do recall foi a detecção do fungo Rhizopus oryzae nos lotes 074024-01R1, 074024-01 e 074024-02 do produto, todos com data de validade referente a julho/2015. A situação dos outros lotes é desconhecida. O fungo Rhizopus oryzae pode provocar uma rara infecção, principalmente em crianças prematuras ou que apresentem o sistema imunológico debilitado. Esta rara infecção também pode ocorrer em pessoas que apresentam diabetes não controlado, câncer, problemas cutâneos, entre outros. Nos EUA, houve um caso de óbito de criança prematura que fazia o uso do referido produto como parte do tratamento.
 
O produto ABC Dophilus Powder é um probiótico formulado com B Lactis, S thermophilus e L rhamnosus, e não se encontra registrado no Brasil.
 
Apesar de ter sido distribuído somente para os EUA, Reino Unido e Israel, o produto estava disponível para compra pela internet. Por se tratar de um produto comercializado internacionalmente por meio de uma ampla gama de canais de distribuição, a Anvisa recomenda aos consumidores brasileiros que não façam o uso do produto Solgar ABC Dophilus Powder 49,6g.
 
Mais informações podem ser encontradas em: http://www.fsai.ie/news_centre/food_alerts/solgar_ABC.html
 
ANVISA

Alerta: presença de sibutramina e fenolftaleína nos produtos Forever Beautiful

A Anvisa alerta os consumidores sobre a constatação da presença de sibutramina e fenolftaleína nos produtos Beautiful Bee Pollen e Forever Beautiful Infinity, fabricados por REFA Enterprises, LLC. Os produtos não apresentam anuência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para entrarem no Brasil
 
A Gerência-Geral de Alimentos da Anvisa recebeu uma notificação emitida órgão norte americano de alimentos e medicamentos (Food and Drugs Administration – FDA) sobre recall dos produtos Forever Beautiful Bee Pollen e Forever Beautiful Infinity, fabricados pela empresa norte-americana REFA Enterprises, LLC.
 
O motivo do recall foi a detecção das substâncias sibutramina e fenolftaleína nos seguintes lotes: Forever Beautiful Bee Pollen (UPC # 6333090804632) e Forever Beautiful Infinity (UPC # 633090804649). Os produtos apresentam-se sob forma de cápsulas.
 
A sibutramina pode causar aumento da pressão arterial, e representar risco para indivíduos com histórico de doença arterial coronariana, insuficiência cardíaca congestiva, arritmias ou acidente vascular cerebral. A fenolftaleína é um ingrediente usado como laxante, e pode ocasionar distúrbios gastrointestinais potencialmente graves, batimentos cardíacos irregulares e câncer com o uso a longo prazo. A sibutramina é classificada pela Anvisa na categoria de substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial, de acordo com a Portaria N.º 344/1998. Já a fenolftaleína está suspensa pela Anvisa, segundo a Resolução RE nº 571/2002, uma vez que há risco de que esta substância induza a cânceres em seres humanos.
 
Diante dos riscos à saúde apresentados, e considerando que o produto não apresenta anuência do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para ser exportado ao Brasil, mas que é comercializado internacionalmente por meio de uma ampla gama de canais de distribuição (internet), a Anvisa recomenda aos consumidores brasileiros que não façam uso do produtos Forever Beautiful Bee Pollen e Forever Beautiful Infinity.
 
Mais informações podem ser encontradas em: http://www.fda.gov/Safety/Recalls/ucm423908.htm

Projeto ajuda parentes de dependentes químicos a lidarem com o vício

Quando uma pessoa se torna dependente de drogas é muito comum que a família toda sofra as consequências desse envolvimento e adoeça junto. É uma relação hoje chamada de co-dependência, que muitas vezes precisa de atenção profissional
 
Pensando nesta relação, a Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), por meio do projeto Ame, mas não sofra! promoveu esta semana Curso de Multiplicadores de Ações de Apoio às Famílias de Dependentes Químicos.
 
Segundo a coordenadora do projeto, Gianni Puglisi, é comum os pais colaborarem com o vício pensando que estão ajudando. “A família acha que está colaborando com a recuperação, quando na verdade está atrasando. Por exemplo: há mães que pagam dívidas dos filhos com traficantes ou outras que vão à boca [de fumo] comprar a droga porque acham o local perigoso para o filho, pais que dão dinheiro para o filho comprar droga, para que o dependente não roube. A família se torna facilitadora e isso é prejudicial para todos”, contou Gianni.
 
A coordenadora ressalta que a família deve entender que a dependência é uma doença que precisa de tratamento multidisciplinar. ”A gente tenta dar uma chacoalhada na família para ela perceber que esse processo [de deterioração da família] não é normal, que a família não deve se anular, mas sim procurar ajuda. A gente procura informar através de psiquiatras que a dependência é uma doença, mas a família insiste que o carinho, o amor e o grito vão resolver, mas o que resolve é o tratamento”.
 
Fernando José Wanderley, psicólogo e palestrante do evento, explica que a família deve seguir adiante, apesar do problema de dependência. “A ideia é ensinar a família a se desligar emocionalmente do problema, a ponto não de abandoná-lo, mas manter uma distância saudável para seu desenvolvimento. Segundo o especialista, se as pessoas que estão ao redor seguirem suas vidas, continuarem suas profissões, forem ao teatro, tiverem uma vida normal, eles terão força para ajudar o dependente quando ele realmente quiser tratamento. "Se o adicto não quiser parar ele não para, não adianta a família se voltar toda para ele, se anular".
 
O especialista fala em "terapia da realidade", mostrar que o dependente tem apoio se ele quiser, mas que ele precisa querer sair da situação. Wanderley reconhece que na maioria das vezes não é fácil para a família se distanciar, mas ela deve fazer isso por etapas, "vivendo um dia de cada vez".
 
Maria do Socorro Rodrigues emagreceu 7 quilos quando descobriu por meio da escola do filho que ele estava usando drogas aos 16 anos. “Foi um choque. Eu não sabia o que fazer”. A aposentada conta que o filho já tentou tratamento várias vezes e hoje, aos 32 anos, está novamente se tratando. Aos poucos ela aprendeu a lidar melhor com o problema seguindo sua vida adiante.
 
“Quando ele, já depois dos 20 anos, ameaçou ir embora de casa eu disse que a porta estava aberta para ele ir embora e para voltar quando quisesse. Ele acabou não indo”, relembra. Hoje Maria do Socorro participa do curso para aprender a lidar com a situação e também passar informações para o grupo da igreja onde ajuda dependentes e parentes. “Com o curso eu pude ver que a culpa de meu filho se drogar não foi minha. A gente acabe se sentindo culpada, mas não é”.
 
Já Fátima Pereira foi para o curso por interesse profissional. “Como assistente social da área de saúde já vi muitas famílias se desestruturarem por causa da dependência. O mais difícil é mover a família a pedir ajuda, mas ela também precisa de tratamento”, ressaltou.
 
Fátima conta que já viu famílias perderem todo o patrimônio, tanto no tratamento de um dependente quanto com a falta de conhecimento de como dar limites a ele.
 
O projeto Ame, mas não sofra! tem quase um ano e atende parentes de dependentes na sede da Sejus-DF ou por meio do telefone (61) 2104 1868, identificando as necessidades da família e encaminhando para o atendimento de saúde, se necessário. Entre as pessoas que procuraram o atendimento neste primeiro ano de funcionamento, 80% são mulheres e metade destas mulheres, são mães de dependentes.
 
Agência Brasil

Campanha de vacinação contra a pólio e o sarampo será encerrada nesta semana

Meta do governo é imunizar 12,7 milhões de crianças contra
 a pólio e 10,6 milhões contra o sarampo
A campanha de vacinação contra o sarampo e a poliomielite acaba na próxima sexta-feira (28). A imunização começou no dia 8 de novembro em todo o país
 
Dados do Ministério da Saúde mostram que, até o momento, 6,4 milhões de crianças receberam a dose contra a pólio, o que representa 50,4% da meta estabelecida. No caso do sarampo, 5,1 milhões de crianças foram vacinadas – cerca de 48,1% do público-alvo.
 
A meta do governo é imunizar 12,7 milhões de crianças contra a pólio e 10,6 milhões contra o sarampo. Devem tomar a vacina contra a pólio crianças entre 6 meses e 5 anos incompletos. A recomendação é que todas as crianças nessa faixa etária sejam imunizadas, já que a dose vale tanto para colocar em dia a vacinação atrasada quanto para reforçar a de quem está com o calendário em dia.
 
No caso do sarampo, a vacinação será feita em crianças entre 1 e 5 anos incompletos. Cerca de 10 milhões de crianças devem ser imunizadas com a tríplice viral, que também protege contra a rubéola e a caxumba. Para crianças com alergia ao leite de vaca, a vacinação será feita posteriormente.
 
A campanha conta com a participação de mais de 350 mil profissionais de saúde e de 42 mil veículos terrestres, marítimos e fluviais, para garantir a vacinação em locais de difícil acesso. “Vale ressaltar que, para garantir que o esquema básico seja cumprido, as vacinas contra a poliomielite, o sarampo, a rubéola e a caxumba continuam disponíveis durante todo o ano nos postos do Sistema Único de Saúde”, informou o ministério.
 
A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave e a única forma de prevenção é por meio da vacina. Na maioria dos casos, a criança não morre quando infectada, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores.
 
A doença é causada pelo poliovírus e a infecção se dá, principalmente, por via oral.
 
Já o sarampo é uma doença viral aguda grave e altamente contagiosa. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse, manchas avermelhadas, coriza e conjuntivite. A transmissão ocorre de pessoa para pessoa, por meio de secreções expelidas ao tossir, falar ou respirar. As complicações infecciosas contribuem para a gravidade do sarampo, particularmente em crianças desnutridas e menores de 1 ano. A única forma de prevenção também é por meio da vacina.
 
Agência Brasil

Gripe aviária avança na Europa e atinge mais uma fazenda na Holanda

Reprodução
Com confirmação de caso, restrições impostas pelo governo do país à exportação de derivados de aves é estendida
 
Mais uma fazenda foi atingida pela gripe aviária na Holanda, gerando a extensão, por mais três dias, das restrições impostas pelo governo holandês às exportações de produtos derivados de aves.
 
Altamente contagioso, o vírus H5N8 é um risco para as aves, mas não para a saúde humana. Ele é diferente do H5N1, que causou a morte de quase 400 pessoas em 15 países na última década.
 
A fazenda, que fica no povoado de Langeraar, região central da Holanda, foi isolada num raio de 10 quilômetros e teve 43 mil frangos sacrificados. Outras propriedades da região estão sendo vistoriadas.
 
Essa é a segunda fazenda atingida pelo vírus no país – a primeira foi registrada no fim de semana, em Hekendorf, gerando o abatimento de 150 mil frangos.
 
Além da Holanda, o Reino Unido e a Alemanha apresentaram casos da doença neste mês. Em Yorkshire, no norte da Inglaterra, a gripe aviária foi detectada numa fazenda de criação de patos. A área foi isolada e 6 mil aves foram sacrificadas. No nordeste da Alemanha, a doença provocou o sacrifício de 30 mil perus.
 
O diretor da Organização Mundial da Saúde Animal, Bernard Vallat, acredita que há ligação entre os casos detectados na Europa com os apresentados na Coreia do Sul e no Japão no início do ano. “Aves selvagens, que migraram da Ásia para a Europa, podem ter sido o vetor de transmissão do vírus”, disse ele. O diretor enfatizou que se as medidas de controle forem tomadas rapidamente, é possível conter o vírus.

Agência Brasil

Suco detox especial com ervas

Tenha mais saúde com esta receita de suco verde detox especial, que tem erva-cidreira, grão de girassol germinado, maçã, pepino, couve, gengibre e abóbora
 
Confira as propriedades de cada ingrediente:
 
Maçã: a casca possui a pectina, que auxilia na redução do colesterol, da glicose e evita a constipação intestinal. A fruta também é fonte de antioxidantes que retardam o envelhecimento das células.
 
Pepino: tem propriedades que ajudam a eliminar as toxinas. Possui fibras, alto teor de sílica e flúor, o que o torna um poderoso tônico para fígado e rins, além de dar força aos cabelos e unhas.  É um diurético natural e ajuda no rejuvenescimento da pele.
 
Couve: é rica em vitamina A, que faz bem vista para às vistas, para a pele e para os cabelos. Tem também vitamina C, K e B5. Além disso, tem cálcio, fósforo e ferro, que fazem bem para os ossos e dentes. Tem propriedades desintoxicantes e o melhor: poucas calorias!
 
Erva-cidreira: tem propriedades calmantes e anti-inflamatórias.
 
Broto de semente de girassol: melhora a disposição.
 
Gengibre: O gengibre é rico em vitamina B6, potássio, cobre e magnésio. Ele ajuda a acelerar o metabolismo e contribui com o sistema digestivo e o emagrecimento.
 
Abóbora: é riquíssima em água e tem fibras, que ajudam a regular o intestino e trazem sensação de saciedade, e a niacina, substância que ajuda a baixar o colesterol ruim e elevar o bom.
 
Receita
1 maçã picada com casca e sem semente
 
1 pepino médio
 
3 folhas de couve
 
3 ramos de erva-cidreira
 
1 punhado de broto de semente de girassol germinado
 
1 fatia de abóbora
 
Raspas de gengibre fresco
 
Bata tudo no liquidificador, coe e beba na hora. Se quiser adoçar, opte pelo mel.
 
Universo Jatobá

Dieta da linhaça pode secar 5 kg em um mês

De acordo com especialistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro, adicionar linhaça ao menu pode ajudar – e bastante – no emagrecimento
 
A “Dieta da Linhaça”, aliás, promete fazer com que você perca cinco quilos em um mês. E o melhor: o processo é muito simples. Você deve consumir de uma a três colheres e sopa por dia da semente triturada e, claro, ter um cardápio mais saudável.
 
Você pode adicionar o ingrediente a frutas, sucos leites e iogurtes, além de receitas como bolos, biscoitos e pães.
 
O resultado, de acordo com especialistas, é possível graças a quantidade de fibras que existe na linhaça, que auxilia da perda de peso.
 
Isso porque, quando incluímos fibras à rotina, temos maior sensação de saciedade e o intestino trabalha muito melhor. A linhaça ainda possui diversos outros componentes ótimos para o organismo, como ômega 3, entre outros.
 
Mas, vale uma dica: Não consuma muita linhaça, pois ela é muito calórica e pode prejudicar a absorção de nutrientes. Ela tem cerca de 60 calorias por colher de sopa e, por isso, também é importante ser ingerida com alimentos menos calóricos.
 
Boa dieta!
 
Universo Jatobá

Transplante de fezes inova o tratamento de infecção intestinal

Clostridium difficile
Terapia para curar o problema não é coberta por convênios e pode custar R$ 7.000
 
As fezes, normalmente, são consideradas substâncias sujas, e os coliformes fecais são até indicadores da sujeira de um local ou produto. Mas os excrementos têm sido usados para o tratamento da colite pseudomembranosa, inflamação intestinal grave que pode levar à morte.
 
A doença é causada pelo excesso de bactérias do tipo Clostridium difficile, que são difíceis de serem eliminadas. No transplante de fezes, os excrementos de uma pessoa saudável são colocados no intestino grosso do doente.
 
“A meta é reconstruir a homeostase (o equilíbrio) microbiana do intestino e, com isso, romper o ciclo de agentes antibióticos que alteram o microbioma”, explica a médica María Vázquez Roque, professora assistente de gastroenterologia e hepatologia na Clínica Mayo de Jacksonville, no Estado norte-americano da Flórida. Esse resultado costuma ser atingido após somente um transplante. Com antibióticos, as chances de cura da colite pseudomembranosa variam entre 40% e 50%. Já com o transplante fecal, esse número sobe para quase 90%.
 
Método
O processo do transplante começa com a escolha de um doador. Normalmente, escolhem-se dois membros da família do paciente. São selecionadas pessoas sadias, que passam por uma série de exames – dentre eles, teste para HIV, hepatites e vermes.
 
“No hospital, eles evacuam em um penico. Depois, as fezes são homogeneizadas – diluídas com soro fisiológico em um liquidificador – e centrifugadas. A parte líquida, então, é transplantada para o paciente”, explica o gastroenterologista Aloísio Carvalhaes, médico do Hospital Vera Cruz, em Campinas, que já aplica a técnica em seus pacientes.
 
A implantação do material no paciente, feita até cinco horas após a coleta, pode ser feita de duas formas: por meio de uma endoscopia, ou por uma colonoscopia. “Os doadores não têm incômodo nenhum ao realizar o transplante. Para o paciente, há o incômodo normal de uma endoscopia ou de uma colonoscopia. Ele ainda fica cerca de dois dias no hospital para observarmos se não haverá nenhuma infecção e depois vai para casa normalmente”, conta o medico. O volume de fezes transplantado, segundo o médico, varia de acordo com o paciente, mas pode ir de 70 ml a 300 ml.
 
Doença
Os principais sintomas da colite pseudomembranosa são uma diarreia forte, que leva o doente a evacuar seis vezes por dia ou mais, febre e dores abdominais. Normalmente, são desenvolvidas por pessoas que precisaram tomar muitos antibióticos para tratar alguma outra infecção.
 
Preços
Os convênios brasileiros ainda não reconhecem o transplante fecal, portanto, o tratamento não é coberto. Os custos totais de um transplante fica entre R$ 5.000 e R$ 7.000.
 
Evento
O transplante fecal está sendo discutido na XIII Semana Brasileira do Aparelho Digestivo, que vai até a próxima quarta-feira (26) e está sendo realizada no Rio de Janeiro.
 
O Tempo