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sábado, 30 de maio de 2015

Os cânceres de próstata e de mama são mais parecidos do que se imagina

próstata
Ao contrário dos tumores da mama e ovário, em que as
mutações são tipicamente hereditárias, as alterações encontradas
 nos pacientes com câncer de próstata avançado surgem
espontaneamente durante o desenvolvimento da doença
Estudo realizado por pesquisadores dos Estados Unidos identificou mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, associados a tumores de mama e ovário, em um número significativo de pacientes com câncer de próstata
 
Pesquisadores encontraram mutações nos genes associados aos cânceres de mama e de ovário ( BRCA1 e BRCA2) em um número significativo de homens com câncer de próstata avançado. É o que diz um estudo publicado no periódico científico Cell.
 
Ao analisarem o DNA do tecido tumoral de 150 homens com câncer de próstata em estágio avançado, os estudiosos revelaram mutações destes genes em cerca de 15% dos casos. De acordo com os autores do estudo, essa é uma descoberta que pode conduzir a novos tratamentos para os homens com a doença. Estudos anteriores já haviam identificado a relação, mas em número muito inferior.
 
A descoberta sugere que cerca de 20% dos homens que pararam de responder ao tratamento convencional (terapia hormonal) podem ser candidatos para uma nova classe de medicamentos.
 
Os pesquisadores, no entanto, identificaram uma caracteristica especial nos tumores masculinos.
 
Diferentemente do que ocorre com os cânceres de mama e de ovário, quando as mutações dos genes BRCA1 e BRCA2 são tipicamente hereditárias, as mutações encontradas nos pacientes com câncer de próstata avançado surgem espontaneamente durante o desenvolvimento da doença.
 
"O passo foi grande, mas ainda são necessários estudos clínicos mais aprofundados para confirmar se as condutas médicas utlizadas com os homens serão as mesmas que hoje se aplica às mulheres", afirmou Charles Sawyers, presidente do Programa de Oncologia e Patogênese Humana do Centro de Câncer Memorial Sloan Kettering e um dos líderes do trabalho.
 
Veja

Mulher morre 1 semana após parto depois de placenta ser esquecida em sua barriga

Foto: Reprodução/Rede Record
Caso aconteceu em Cajuru, interior de São Paulo; jovem teve infecção generalizada
 
A jovem Isabela Gonçalves, 22 anos, morreu uma semana após dar à luz sua filha. De acordo com atestado de óbito, restos da placenta foram esquecidos dentro da barriga da dona de casa, o que teria provocado uma infecção generalizada. O caso aconteceu em Cajuru, interior de São Paulo.
 
Em entrevista à Rede Record, a tia de Isabela contou que, depois do parto, a sobrinha passou a sentir fortes dores na barriga, mas recebeu alta médica.
 
De acordo com familiares, a barriga de Isabela inchou tanto que parecia que ela carregava outro bebê.
 
De acordo com familiares, ela voltou ao posto de saúde e ao hospital duas vezes. No dia 22 de maio, ela ficou internada e não resistiu.
 
O marido ficou sabendo da morte da mulher quando levou a filha para visitá-la no hospital;
 
Em entrevista, o marido da vítima desabafou:

— O homem acabou com a minha vida e das minhas filhas. Isso não pode acontecer e não pode largar impune (sic).
 
Com o atestado de óbito, a família disse que irá procurar a Justiça e quer explicações da direção da Santa Casa, onde a criança nasceu.
 
R7 

Chupeta: o que todos os pais deveriam saber antes de oferecer ao seu filho

Para muitos papais e mamães, a chupeta é a salvação para
aquele choro aparentemente sem motivo, estridente ou para acalmar o bebê no
meio da madrugada. No entanto, na opinião dos especialistas ouvidos pelo R7 este apetrecho usado sem limites causa
mais prejuízos do que você imagina. Duvida? Então, resolvemos dar uma forcinha
e reunir as principais verdades (talvez você pudesse achar que fossem mitos)
sobre este objeto. Veja a seguirTexto e entrevistas: Fabiana Grillo, do R7Para muitos papais e mamães, a chupeta é a salvação para aquele choro aparentemente sem motivo, estridente ou para acalmar o bebê no meio da madrugada
 
No entanto, na opinião dos especialistas ouvidos este apetrecho usado sem limites causa mais prejuízos do que você imagina. Duvida? Então, resolvemos dar uma forcinha e reunir as principais verdades (talvez você pudesse achar que fossem mitos) sobre este objeto.
 
Confira:

A chupeta acarreta desmame precoce.

Verdade. Inúmeros estudos mostram que a chupeta está sempre associada com um tempo menor de duração do aleitamento materno e que a mesma acaba por ser um indicador de dificuldades da amamentação, enfatiza o pediatra Luciano Borges Santiago, presidente do Departamento Científico de Aleitamento Materno da SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria).
 
— O aleitamento materno influi diretamente na saúde do bebê e da mãe, assim qualquer objeto que atrapalhe a amamentação orientamos evitar.
 
O uso da chupeta não deve ser estimulado em qualquer faixa etária.
Verdade.
Para o odontopediatra Paulo César Rédua, presidente da ABO (Associação Brasileira de Odontopediatria), o uso de chupeta só é aceitável quando a necessidade de sucção do bebê não é saciada após o aleitamento materno.

— Algumas crianças não conseguem satisfazer o prazer de sugar apenas com a amamentação e para não ficar o tempo todo no peito da mãe usam a chupeta. Em outras situações, o objeto pode entrar em cena para aliviar cólicas, acalmar ou até relaxar o bebê na hora de dormir. Ela só vira vilã quando é usada com frequência.
 
O uso de chupeta pode deformar o rosto da criança.
Verdade. O uso prolongado de chupeta pode interferir no desenvolvimento da arcada dentária e, consequentemente, na formação óssea do rosto da criança. Além disso, o odontopediatra enfatiza que os dentes da frente podem nascer separados, dificultando a pronúncia de algumas sílabas.

Outro prejuízo citado pela fonoaudióloga Irene Marchesan, presidente da SBF (Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia) é que “o ato de sugar o tempo todo pode causar flacidez na musculatura da face e interferir na mastigação”

— A criança passa a preferir alimentos moles e pastosos.
 
A chupeta é tão prejudicial quanto o dedo.
Verdade.
Tanto a sucção do dedo quanto da chupeta está associada a alterações na arcada dentária, especialmente se a criança utilizá-la com alta frequência e intensidade. A diferença é que o dedo está disponível a qualquer momento tornando-se mais difícil a criança abandonar o hábito, reforça Irene.
 
A chupeta é um transmissor de doenças.
Verdade.
Os bicos da chupeta são habitados por uma legião de bactérias e vermes, deixando o bebê mais vulnerável a doenças e infecções. Segundo o pediatra da SBP, o uso do objeto está associado a maior chance de candidíase oral (sapinho) e verminoses, já que é quase impossível manter uma chupeta com higiene adequada.
 
A chupeta deve ser removida até os três anos de idade.
Verdade.
A recomendação é que a idade de três anos seja a época limite para o abandono da chupeta na vida da criança. A dica da fonoaudióloga é removê-la de uma única vez em uma data festiva, como aniversário, Páscoa ou Natal.

— A criança pode até chorar um ou dois dias, mas logo passa. Além disso, quanto mais velha ela for, mais difícil será abandonar o hábito.
 
A chupeta ortodôntica também prejudica a arcada dentária.
Verdade. A consequência negativa para a arcada dentária do uso prolongado da chupeta é o mesmo tanto com a ortodôntica quanto com a convencional, explica Rédua.

— A diferença é que a ortodôntica se assemelha ao bico do seio da mulher, pois é mais achatada para encaixar no céu da boca da criança.
 
Mergulhar a chupeta no mel ou em qualquer líquido adocicado aumenta o risco de cárie.
Verdade.
Para o presidente da ABO, esta atitude é totalmente condenada por dois motivos.

— Além de aumentar o risco de cárie, a chupeta com gostinho adocicado estimula a criança a ficar com o objeto mais tempo na boca, o que não é recomendado.
 
A chupeta altera a função da respiração.
Verdade.
Com o uso da chupeta, a criança passa a ter uma respiração pela boca, diminuindo a produção da saliva, que pode aumentar o risco de cárie. Além disso, o pediatra explica que a respiração oral eleva as chances de irritações da orofaringe, laringe e pulmões, que passam a receber um ar frio, seco e não filtrado adequadamente — funções exercidas pelo nariz.

— Outras consequências da respiração oral são as infecções de ouvido, rinites e dor de garganta.
 
R7         

Vulvoscopia: exame avalia presença de candidíase, HPV e outras doenças

Entenda quando teste é indicado e como ele é realizado
 
O que é?
Vulvoscopia é o exame da vulva, que consiste em avaliar as estruturas, pele e mucosas do órgão genital externo feminino. A vulva fica entre o púbis (região de pelos), a região perianal (próxima ao ânus), as pregas da raiz das coxas e a entrada da uretra e vagina.
 
Essa é uma área de transição da pele externa para a mucosa que reveste a vagina. As principais estruturas são: grandes e pequenos lábios, clitóris, glândulas de Bartholin e parauretrais. Esta região erógena é muito sensível, vascularizada e responsável por uma grande parte da sensibilidade na relação sexual. E, por apresentar todo esse contexto, pode ser também um grande depositário de problemas desta natureza.
 
Indicações
O exame é indicado para complementar a colposcopia (que avalia a vagina e colo do útero), a anuscopia (região anal), mas principalmente, para analisar com mais propriedade a região em casos de queixas das pacientes.
 
O melhor momento para a avaliação é quando o sintoma está presente. Assim como acontece na pele e demais mucosas do corpo, podemos ter inúmeros tipos de alterações e queixas nesta região. Entre elas estão: pruridos, feridas, dor, lesões bolhosas, verrugas, colorações anormais e etc.
 
Contraindicações
Não há contraindicações expressas para o exame de vulvoscopia, que inclusive pode ser feito durante a gravidez.
 
Preparo para o exame
Não há necessidade de qualquer tipo de preparo.
 
Como é feito
O exame da vulva é feito com o colposcópio, instrumento que permite visualizar com aumento da superfície da pele e mucosas. A vulvoscopia não é dolorida e pode ser feita em qualquer época da vida, inclusive na gestação. Pode-se usar alguns reagentes e corantes para contrastar e definir áreas de lesões para possíveis coletas de materiais e biópsias, de forma a fazer o diagnóstico mais preciso.
 
Resultados
Os sintomas avaliados durante a vulvoscopia podem corresponder a diversas enfermidades, como por exemplo:
  • Doenças autoimunes (Líquen, Doença de Behet, psoríase)
  • Infecções bacterianas (candidíase, cancro, furunculose)
  • Infecções virais (herpes, molusco contagioso, HPV)
  • Infestações (carrapato, oxiúros, larvas)
  • Doenças pré-malignas, malignas (câncer)
  • Doenças sexualmente transmissíveis (DST).
O histórico e exame clínico global da paciente, juntos com a vulvoscopia, permite uma avaliação mais assertiva para a prevenção e tratamento das doenças dessa região.
 
Referências
Fabio Laginha, ginecologista e mastologista, coordenador da Clínica da Mulher do Hospital 9 de Julho, de São Paulo.
 
Minha Vida

10 coisas estranhas que você não sabe sobre preservativos

fatos preservativos 10A história de como a camisinha nasceu é um pouco obscura, de forma que os historiadores são incapazes de determinar quando as pessoas começaram a usá-las. Ainda assim, esse é um dos desenvolvimentos mais importantes na manutenção da saúde pública humana, por isso, confira abaixo alguns fatos interessantes sobre preservativos
 
10. Existem camisinhas veganas
Como qualquer outro estilo de vida, o veganismo tem diferentes extremos. Quem segue à risca uma dieta vegana não pode consumir qualquer produto animal, não apenas carne, mas também leite, ovos, mel, entre outras coisas. Por uma questão de ética, os veganos se abstêm de usar qualquer produto de origem animal, e isso acaba incluindo roupas de couro ou produtos cosméticos testados em animais de laboratório.
 
Embora ainda haja alguns preservativos produzidos a partir de pele de cordeiro, a grande maioria são feitos de látex, uma forma de borracha. Parece, à primeira vista, que os preservativos de látex seriam perfeitamente aceitáveis por um vegano, até mesmo para uma pessoa que seja mais criteriosa, mas a maioria das camisinhas são na verdade produzidas a partir da caseína, uma proteína do leite.
 
Felizmente para os veganos apaixonados, uma empresa alemã chamada Condomi fabrica preservativos que usam pó de cacau em vez de caseína. Esta solução alternativa é bastante utilizada, mas a caseína continua sendo campeã na indústria, em produtos que vão desde camisinhas até tinta e cola.
 
9. A maioria dos preservativos são grandes demais para homens indianos
A pornografia certamente distorce grosseiramente a anatomia masculina média. Na verdade, a maioria dos homens é o que a gente pode chamar de “humildes”. Infelizmente para os homens da Índia, eles tendem a cair na extremidade inferior desse espectro.
 
Em 2006, um estudo sobre o tamanho do pênis feito pelo Conselho Indiano de Pesquisa Médica descobriu que aproximadamente 60% dos indianos pesquisados tinham pênis vários centímetros mais curtos do que o padrão usado para a produção de preservativos.
 
Esta disparidade, obviamente, levou a uma alta taxa de fracasso no uso de camisinha por homens indianos. Isso acabou levando a problemas bem piores, como uma grande taxa de AIDS no país.
E não foi só lá. Em 2015, o Ministério da Saúde Pública da Tailândia fez o anúncio de que as doenças sexualmente transmissíveis entre os jovens do país aumentaram quase cinco vezes em uma década.
 
De acordo com a declaração da instituição, isso aconteceu devido ao fato de que apenas 43% dos adolescentes usam preservativos, e também porque eles escolhem uns que são muito grandes para seus tamanhos reais.
 
Então por que simplesmente não compram um preservativo menor? Se alguém tem alguma dúvida, é porque eles têm medo de serem ridicularizados.
 
8. Existem ambulâncias de camisinhas
Vamos supor que as coisas fiquem inesperadamente quentes e você e seu par decidam ir para o quarto (ou sei lá). Só que o cavalheiro, que já pensou nesse momento 3 milhões de vezes, esqueceu de reabastecer seu estoque de preservativos. Nos filmes, essa cena poderia até ser bem engraçada, mas na vida real tende a ser um pouco mais mundana e trágica.
 
No entanto, há uma salvação. Em todo o mundo, existe um serviço apelidado de “ambulâncias de preservativos” que entrega esse produto mais rápido do que pizza. Ninguém pode negar que a ideia é boa.
 
O serviço inusitado foi oferecido por um estudante da Universidade de New Jersey, nos Estados Unidos, chamado Kyle McCabe, que corria distribuindo preservativos em quartos de dormitórios em poucos minutos depois de receber uma chamada. Empresário astuto, o McCabe cobrava algo em torno de 9 reais por um único preservativo. O valor poderia chegar a até 30 reais, dependendo de quão selvagem a noite estava.
 
Ele também exigia que seus clientes assinassem um documento renunciando-o de qualquer responsabilidade caso o produto falhasse.

Dificilmente o comércio de Kyle era o único do mundo. Em 2004, uma erupção de clamídia entre jovens suecas fez com que o governo do país requisitasse três veículos de serviços de emergência para apressar preservativos para os apaixonados que se encontravam em uma situação comprometedora. Uma mão na roda, não?
 
fatos preservativos 77. Existem camisinhas comestíveis
Preservativos vêm em formas, texturas e até mesmo sabores diferentes. Um cara inovador de Hong Kong até transformou os preservativos em um prato “exótico” que está chamando de “sexo na praia”.
 
O “Sex on the Beach” (nome original) é um preservativo rosa feito de kappa (uma alga comestível) e konjac (uma raiz muitas vezes usada para fazer gelatina), com uma pitada de shiitake em pó.
 
Para realmente estragar o apetite, a ponta do preservativo contém uma substância “branca pegajosa” feita a partir de uma mistura de mel e presunto de Yunnan.
 
Enquanto chefs de hoje são conhecidos por todos os tipos de atos loucos da gastronomia molecular, ou “gourmet”, esse lanche parece ter deixado todos os limites do mal gosto no chinelo.
 
O verdadeiro objetivo do “Sex on the Beach”, no entanto, é chamar a atenção para a epidemia de HIV/AIDS do país. Os rendimentos gerados em torno da arrecadação de venda do prato vão beneficiar uma instituição de Hong Kong.
 
6. As camisinhas e os católicos
Ao contrário da maioria das religiões do mundo, o catolicismo proibia expressamente há até muito pouco tempo qualquer forma de controle de natalidade, incluindo a pílula, aborto e até mesmo preservativos. E, mesmo depois de o Papa dizer abertamente que a camisinha estava liberada, alguns católicos mais tradicionais ainda repudiam a ideia – acredite se quiser.
 
O debate sobre os preservativos tem sido travado por muitos anos, com os papas mais recentes (Bento XVI e Papa Francisco) mostrando noções progressistas em afirmar que o uso do preservativo pode ser moral quando é feito para prevenir a propagação de doenças, tais como AIDS na África.
 
A Irlanda, um país de maioria católica, proibiu a importação e venda de contraceptivos até 1979, quando se tornaram disponíveis sob prescrição médica. Em 1985, o governo da Irlanda propôs a legalização das vendas de preservativos, um lance que provocou a ira da Igreja, com o arcebispo de Dublin alegando que tal noção seria o início de uma “ladeira escorregadia de degradação moral”.
 
5. Bill Gates é um entusiasta das camisinhas
O magnata Bill Gates é bem conhecido por sua filantropia e comprometimento com várias causas ao redor do mundo, incluindo o combate a doenças, educação e desenvolvimento agrícola. Em 2013, ele anunciou sua intenção de fornecer algo em torno de 300 mil reais a inventores para que criassem preservativos melhorados.
 
O objetivo desse incentivo é criar um preservativo ultrafino que proporcione o máximo de prazer sexual enquanto continue sendo seguro, seguindo a teoria de que muitos homens se recusam a usá-los devido à privação de sensibilidade.
 
Duas bolsas já foram dadas, uma para a Universidade de Manchester, na Inglaterra, pioneira no desenvolvimento de um preservativo feito a partir de uma forma de carbono ultraleve chamado grafeno, e outra para a Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, que está desenvolvendo um preservativo de poliuretano que faz um selo em torno do pênis e é inferior a metade da espessura dos preservativos atualmente disponíveis.
 
Ao contrário do que ele espera de suas muitas outras causas, como a luta contra a malária, Gates admite que a melhoria do preservativo poderia trazer uma fortuna e é susceptível de atrair cada vez mais investidores.
 
fatos preservativos 44. Camisinhas já foram ilegais em alguns países
A Irlanda não foi o único país que teve restrições legais sobre preservativos. Os Estados Unidos, quem diria, também já teve uma relação dúbia com as camisinhas. No século 18, foram utilizados intestinos de animais para sua fabricação, mas em 1839, Charles Goodyear lançou uma maneira de vulcanizar borracha que fez a indústria de preservativos bombar.
 
O mercado sofreu um tremendo golpe em 1873, contudo, quando o governo federal passou a adotar a Lei Comstock, que tornou ilegal o uso de camisinhas e passou a punir a posse de vários outros artigos relacionados ao sexo, incluindo literatura erótica e brinquedos sexuais.
 
O preconceito contra os preservativos (que muitas vezes eram apontados como fomentadores de promiscuidade) resistiu por algumas décadas depois disso.
 
Quando os Estados Unidos entraram na Primeira Guerra Mundial, pasme, eram a única potência aliada que não forneciam camisinhas as suas tropas, o que obviamente resultou em milhares de casos de doenças venéreas como gonorreia e sífilis.
 
Ainda hoje, quando os americanos de todas as idades já podem comprar preservativos tanto em lojas quanto pela internet, a posse de preservativos pode ser usada contra as pessoas em um tribunal.
 
Após prender pessoas suspeitas de serem “trabalhadores do sexo”, ter camisinhas é visto como evidência de um crime. Infelizmente, isso levou a muitas prostitutas a negligenciarem o uso de preservativos por medo de uma perseguição policial. Assim, elas passaram a se arriscar muito mais.
 
Um dos lugares mais progressistas do país, a Califórnia foi um dos primeiros estados a proibir a posse de preservativos de ser usada contra uma pessoa no tribunal.
 
3. Você já ouviu falar da camisinha spray?
Como qualquer outra indústria, o negócio dos preservativos está sempre à procura da “próxima grande novidade” que irá movimentar milhões de dólares em todo o mundo. Embora o preservativo seja concebido com uma espécie de “tamanho universal”, há alguns homens que encontram dificuldades para se encaixar neles – tanto por falta ou sobra de espaço.
 
Para solucionar esse problema, o educador sexual alemão Jan Vincenz Krause desenvolveu um preservativo em spray projetado para ser um ajuste perfeito para cada homem. O protótipo da ideia de Krause era uma espécie de tubo em que o pênis é inserido e revestido com uma camada protetora de látex líquido.
 
A ideia, no papel, parece genial, mas se a gente pensar um pouquinho nela, é potencialmente problemática. Já no design do produto alguns problemas ficaram em evidência. O maior de todos é o tempo que o látex leva para secar no pênis: de 2 a 3 minutos.
 
No entanto, Krause também distribui sua própria linha de preservativos de diferentes tamanhos. Ele ainda mantém um site onde os homens podem fazer download de um guia de dimensionamento para medir o pênis e encontrar o ajuste perfeito.
 
2. Sexo é quase um esporte olímpico
fatos preservativos 2Por trás de toda a pompa e dos Jogos Olímpicos, existe um submundo não fiscalizado. Pra ir direto ao ponto: dizem as más línguas que atletas olímpicos fazem (ou faziam) sexo como coelhos. Faz todo o sentido, realmente. Afinal, os esportes de alta performance deixam milhares de jovens no auge da perfeição física em quartos do dormitórios, isolados de sua rotina. Isso, se não me engano, é a receita para o amor (ou, pelo menos, um componente bastante favorável).
 
O que é verdadeiramente surpreendente é o quão ativo eles são. Porque, não sei você, mas eu imaginava que a concentração falava mais alto. Porém, durante os Jogos Olímpicos de Sydney em 2000, por exemplo, 6.582 atletas masculinos participaram e foram distribuídos cerca de 70 mil preservativos, o que dá mais de 10 por pessoa. E, como se isso não bastasse, no meio dos jogos, a organização teve que correr atrás de mais 20 mil camisinhas – de última hora.
 
Nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012, o problema já estava solucionado (pelo menos no papel). A organização se preparou para receber os atletas com 150 mil preservativos.
 
1. Preservativos quase foram arma na Guerra Fria
A Guerra Fria foi seguramente um dos capítulos mais estranhos de toda a história humana. Abaixo da superfície, as agências de inteligência como a CIA e a KGB trabalhavam incansavelmente para prejudicar seus inimigos. Enquanto muitas das suas estratégias estavam focadas em assassinatos sinistros, outras foram francamente ridículas, como a ideia de implantar um gato com um microfone espião. Sim, isso aconteceu.
 
E, claro, os preservativos não estavam isentos de suas maquinações.
 
Há uma história, possivelmente uma piada, que conta que o escritório de Coordenação de Política da CIA cogitou a ideia de deixar cair enormes preservativos rotulados “feito nos EUA” sobre a União Soviética como uma forma de subversão psicológica.
 
É possível que exista alguma verdade nesta lenda; esse departamento da CIA era composto em grande parte por homens jovens, conhecidos por suas piadas e esquemas bizarros envolvendo planos para largar materiais sobre a União Soviética através de um balão. Em um ponto, o diretor da CIA ameaçou fechar toda a divisão se mais uma proposta estranha fosse sugerida.
 
E, de fato, será que o efeito de inveja do pênis americano teria criado tensões na Guerra Fria? Parece exagero, não?
 
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