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segunda-feira, 2 de julho de 2012

Como tratar uma unha encravada

Pessoas tanto do sexo masculino como do sexo feminino sofrem do problema de unha encravada, a qual acontece quando as pontas das unhas acabam adentrando na pele do dedo e a pele cria uma barreira contra o crescimento da unha e isso vai inchando o dedo e acumulando pus. Por mais que a pele crie uma barreira para a unha não crescer acontece à penetração da unha dentro da pele o que acaba causando a inflamação.

Normalmente o aparecimento de unha encravada se dá quando a pessoa acaba cortando a unha de maneira inadequada, principalmente a região do canto das unhas e por isso há a formação de uma ponta na extremidade cortada e isso faz com que a pele que antes estava embaixo da unha fique em cima da mesma, causando assim o encravamento da unha.

Os sapatos de ponta fina, os quais são usados principalmente pelas mulheres acaba auxiliando para o aparecimento de unhas encravadas e em bebês também é possível ocorrer o aparecimento de unha encravada por culpa dos macacões com os pés fechados. Os dedos que sofrem freqüentemente com este problema são os dedões, pois são neles que as unhas inflamam bem nos cantos.

O sintoma principal de unha encravada é a dor local que com o passar do tempo a intensidade da dor vai aumentando até que o dedo fique todo inchado, vermelho e com formação de carne esponjosa e eliminação de pus.

Para evitar que unhas encravadas apareçam é necessário cortar as unhas de maneira correta, principalmente os cantos, deixando as pontas sempre livres, por isso é indicado cortar as unhas de forma quadrada e nunca redonda, não corte as unhas muito curtas, deixando sempre a borda branca aparecendo, pessoas que sofrem com unha encravada devem evitar ao máximo o uso de sapatos fechados.

Para o tratamento de unhas encravadas, saiba que isso depende da intensidade do caso, mas normalmente acontece o retraimento da pele inflamada com o uso de um algodão ou em casos mais graves ocorre um procedimento cirúrgico para a remoção da pele inflamada ou destruição da matriz da unha no canto inflamado. O procedimento cirúrgico tem a finalidade de desobstruir a passagem da unha para que a mesma possa crescer livremente.

Fonte blogbrasil.com.br

Farmácia com tobogã agiliza entrega de medicamentos


Tom Arban/AE
Tom Arban/AE
Medicamentos descem pelos tobogãs
Arquitetos espanhois se preocuparam em harmonizar remédios e produtos de cuidado pessoal

Ambiente claro, branco, pessoas de branco e prateleiras comuns. É essa imagem que vem à mente quando se pensa em farmácias. Mas os arquitetos espanhóis Manuel Bailo e Rosa Rull foram além quando projetaram a farmácia Monill, em Barcelona.

Os dois se preocuparam em dar harmonia a dois mercados diferentes com os quais lidam as farmácias: os medicamentos e os produtos de cuidado pessoal.

Um sistema de computadores permite que se selecione o medicamento receitado pelo médico – e aí ele escorrega, na quantidade recomendada e devidamente embalado, por pequenos tobogãs dispostos pela loja. Já cosméticos e produtos de higiene estão à mão, nas prateleiras de madeira reciclada.

Fonte Estadão

GlaxoSmithKline paga US$ 3 bi para encerrar processo

GlaxoSmithKline é acusada de fazer publicidade ilegal do
medicamento para o tratamento de diabetes Avandia, dentre outros
Valor é o maior cobrado de uma farmacêutica por comercialização ilegal de medicamentos, ultrapassando os US$ 2,3 bilhões pagos pela Pfizer

A farmacêutica GlaxoSmithKline concordou em ser considerada culpada de acusações criminais e pagar US$ 3 bilhões (R$ 5,96 bilhões) para resolver questões cíveis e criminais sobre o comércio de medicamentos e outros assuntos, segundo informou nesta segunda-feira o Departamento de Justiça dos EUA. Promotores afirmam que esse é o maior acordo em um caso de fraude na área da saúde na história norte-americana. Em 2009, a Pfizer teve que desembolsar US$ 2,3 bilhões em caso de promoção ilegal semelhante.

O acordo inclui US$ 1 bilhão em multas criminais e US$ 2 bilhões para pagar dívidas com os governos federal e estaduais. A decisão exige que a Glaxo se declare culpada de três acusações criminais envolvendo os antidepressivos Paxil e Wellbutrin e o remédio para diabetes Avandia. Isso abrange uma série de atividades ilegais, como promover o uso dos antidepressivos para funções que não foram aprovadas pela Administração de Alimentos e Medicamentos, além de omitir informações de segurança importantes sobre o Avandia.

Em um comunicado, o executivo-chefe da Glaxo, Andre Witty, afirmou que o acordo marca o fim de problemas difíceis e antigos para a farmacêutica. "Embora eles tenham se originado em épocas diferentes para a companhia, eles não podem e não vão ser ignorados. Em nome da GSK, eu lamento o ocorrido e reitero que nós aprendemos com os erros cometidos."

Em novembro do ano passado, a Glaxo tinha afirmado que os US$ 3 bilhões estavam cobertos por provisões legais que a companhia adotou nos últimos anos. Como parte do pacto anunciado nesta segunda-feira, a farmacêutica entrou em um "acordo de integridade" com o governo, pelo qual a companhia concordou em mudar a compensação para seus representantes comerciais e remover metas de vendas para regiões específicas. As informações são da Dow Jones.

Fonte iG

Os 10 pecados do sexo casual

Especialistas apontam aqueles erros imperdoáveis mesmo numa relação casual e dão dicas para tornar a experiência não só agradável como elegante

Sexo casual não precisa ser uma experiência impessoal e descartável. Não importa se vocês já se conheciam ou se acabaram de se conhecer: transar sem compromisso pode e deve ser uma experiência bacana e amistosa.

O Delas conversou com especialistas para descobrir e comentar os 10 pecados mais comuns do sexo casual. Leia, combine o jogo com seu parceiro e divirta-se, sem culpas e com elegância.

Sair correndo depois do sexo
Depois do sexo, catar a roupa e sair correndo só se o encontro tiver sido absolutamente desastroso! Pode ficar para o café da manhã? Sim! “É bem-educado. Só não pode ter muito apego, uma coisa que gere sentimento”, explica Rodrigo Farah, jornalista, consultor de conquista e paquera e colunista do Delas.

O segredo é sempre tratar o outro com gentileza. Se for inevitável “sair correndo”, é bom deixar claro antes. “Diga, ok, nós vamos transar. Eu sei que não vou resistir e estou super a fim, mas realmente preciso entregar um trabalho amanhã e precisarei sair em seguida”, sugere Vanessa de Oliveira, ex-garota de programa, escritora e consultora da revista Playboy.

Folgar na casa do parceiro
Perguntar sobre fotos, ir abrindo a porta da geladeira ou, então, atender o telefone do outro, nem pensar! Isso é invadir todas as zonas de conforto: “Alguns espaços são compartilhados. A cama e o banheiro são permitidos, mas, se avançar mais do que isso, incomoda”, pontua o psicólogo Thiago de Almeida, ressaltando ainda que esse tipo de aproximação pode repelir o parceiro.

Despachar o outro num táxi
Aqui a regra é a seguinte: Se você pegou o parceiro em casa com seu carro, tem que levá-lo de volta. Se for preciso um táxi, sem problemas, desde que o outro receba essa informação com gentileza.

“Avise que vai chamar um táxi e, se você é um homem, ofereça para pagar a corrida”, ensina Vanessa. Ligar para conferir se o outro chegou bem em casa, também faz parte da dica de gentileza: “Mesmo que vocês não conversem nunca mais, isso demonstra que você é uma pessoa que consegue se preocupar com os outros”, completa.

Tratar o parceiro como objeto (ou segunda opção)
Ligar para o outro no meio da noite, pois não encontrou nada melhor na balada, é falta grave. “Não é legal. Apesar de o relacionamento ser carnal, somos seres humanos. Ninguém gosta de se sentir a segunda opção. E, se você liga, está escancarando isso”, diz Rodrigo.

Dar sermões sobre comprometimento
Avisar o outro para “não se apaixonar”, pode ser broxante: “Parece muita prepotência. Quem diz isso afirma, subliminarmente, que é uma pessoa apaixonante”, comentou Vanessa.

Mas do ponto de vista masculino, deixar claro que é só sexo, não é questão de ser arrogante. Segundo Rodrigo, esse tipo de atitude é válida, desde que usada com parcimônia: “Sou a favor da conversa franca. Vale a pena deixar tudo às claras justamente para colocar limites. Só não vale é ficar repetindo isso toda hora, feito mantra”, declara o colunista.

Abrir a vida sentimental
Falar sobre problemas sentimentais na cama, com alguém com quem você não tem compromisso, é forçar demais a intimidade. “Os homens se sentem frustrados”, afirma Thiago.

Aliás, existe um tópico que deve ser evitado a todo custo: ex-namorado: “É um peso sentimental que você passa para a outra pessoa. Isso não ajuda nada a criar um clima gostoso”, completa Rodrigo.

Não usar camisinha
Segundo os especialistas entrevistados, esse é o pior erro. Além de uma gravidez indesejada, pode-se contrair uma enorme variedade de DST’s (Doenças sexualmente transmissíveis). Vanessa de Oliveira classificou o erro como “falta de respeito à vida”. E o psicólogo, Thiago de Almeida, ressaltou: “É uma furada para ambos”, diz.

Não checar referências
Como o próprio nome já diz, sexo casual acontece sem muito planejamento, mas é sempre aconselhável checar as referências do outro com amigos ou na internet. Mesmo assim, é preciso muito cuidado, nem sempre o que é visto nas redes sociais condiz com a realidade: “As pessoas mentem para si mesmas, pois não querem se sentir diminuídas”, lembra Thiago.

Já se o parceiro for um completo desconhecido, que encontrou na rua, é preciso redobrar os cuidado com a segurança: “Vá para um motel , mas nunca para a sua casa”, alerta Vanessa. E, de preferência, deixe alguma amiga avisada.

Divulgar a aventura
Falar sobre um encontro de sexo casual com amigos próximos, sem problemas. Mas sair divulgando a aventura na internet é gafe, pois pode dar a entender que está querendo exibir a conquista. “A prática é vulgar. É usar o outro como um troféu para aumentar a autoestima”, analisa Thiago.

Além disso, também pode gerar falsas expectativas para familiares e amigos que têm acesso ao seu perfil: “Automaticamente vão achar que vocês dois são um casal”, alerta Rodrigo.

Transar no embalo dos outros
Fazer sexo casual, só porque para aquela sua amiga foi ótimo, é uma furada. Nem todas as mulheres são liberais como pensam ser: “Se você sente que está de pé atrás, as chances de se arrepender depois são grandes. Se é para se sentir mal depois, não faça, não importa o que digam”, aconselha Rodrigo.

Caso não esteja 100% segura, deixe a ideia de lado -- o quanto antes -- para também evitar uma saia justa: “Não pega bem desistir do sexo quando você já está nu em cima da cama”, completa Vanessa.

Fonte iG

Captar doadores regulares desafia bancos de sangue

Falta de informação e dificuldades de deslocamento são algumas das razões apontadas para a baixa adesão

O grande desafio dos mantenedores de bancos de sangue do país é fazer com que a captação de doadores não seja atrelada a campanhas, desencadeadas principalmente quando há baixa nos estoques ou, em proporções menores, quando algum familiar passa por necessidade. Dados do Ministério da Saúde indicam que apenas 1,8% dos brasileiros são doadores regulares de sangue — em países desenvolvidos esse índice chega a 5%.

As razões para a baixa adesão são diversas, variando da falta de informação acerca da importância das bolsas de sangue no dia a dia de um hospital à falta de tempo para se deslocar até um ponto de coleta. A distância e o horário de funcionamento são os principais empecilhos para a bancária Jenifer Storck, 23 anos, que, mesmo assim, é doadora regular de sangue há seis anos, quando seu bebê precisou de transfusão para reverter uma anemia nas primeiras horas de vida.

— Busco doar sangue com frequência, mas a burocracia dificulta um pouco. Você não consegue fazer doação no sábado, e a localização do hemocentro em Porto Alegre fica na contramão para muitas pessoas — argumenta Jenifer, que mora em Gravataí e trabalha em São Leopoldo.

A diretora do Hemocentro do Rio Grande do Sul (Hemorgs), Jane Leonardo, alega que a capacidade instalada para receber doadores na sede do Hemorgs não permite a realização de coletas fora do horário padrão de atendimento ao público: de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

— Nossa equipe trabalha 24 horas em expediente interno, para distribuição de bolsas de sangue aos 47 hospitais que atendemos — enfatiza.

Rotina de coleta
A demanda mensal do Hemorgs é de 3 mil bolsas de sangue. Em períodos normais, a média de doações é de 120 bolsas por dia. No inverno, esse número cai para 70 e até 60 em períodos mais críticos, por conta do frio, vacinas e infecções, como a gripe, que impossibilitam a doação.

Segundo Jane, já houve experiências de operação aos sábados, mas a resposta da população foi muito baixa, o que inviabiliza que essa prática seja permanente. Ela destaca também que o hemocentro não fecha ao meio-dia e que trabalhadores têm direito à dispensa de suas atividades para o turno seguinte à doação.

— Outra alternativa é a mobilização da unidade móvel para realização de coletas em grandes empresas ou no interior do Estado. Um segundo ônibus deve entrar em operação ainda este ano — anuncia a diretora.

Há ainda a opção de procurar hospitais privados que realizam coletas para a manutenção de seus estoques particulares. Alguns atendem aos sábados pela manhã.

Para que serve
O sangue coletado é fracionado para ser colocado à disposição de médicos para procedimentos nos diversos setores dos hospitais. Os que mais esvaziam os estoques são os atendimentos de emergência, centro de terapia intensiva e oncologia.

— Não há substituto artificial para o sangue, ele é o suporte para a vida. Diariamente, esse material está sendo usado nas diversas áreas do hospital — destaca o gestor do Banco de Sangue do Hospital Mãe de Deus, Carlos Gorini.

Antes que possa ser usado em transfusões, o sangue coletado passa por exames para verificar se está livre de doenças infectocontagiosas, como hepatites e HIV. Os resultados levam cerca de 24 horas. Depois de fracionado, cada parte tem um prazo de validade e seu modo de armazenamento específico: plaquetas duram cinco dias, plasma pode ficar um ano armazenado a uma temperatura de -20ºC e as hemácias podem ser usadas em 35 dias.

Os prazos curtos reforçam a importância de receber doações permanentemente. Outro ponto destacado pelo médico é que há tipos de sangue mais raros, como os AB, que são apenas 4% da população, e B, que representam em torno de 10%. Campanhas pontuais não conseguem dar conta de uma demanda forte em caso de emergência.

— Doar sangue é uma questão de cidadania, é preciso criar essa consciência — sintetiza Gorini.

No Dia Mundial do Doador de Sangue, o Ministério da Saúde tem anunciado medidas para ampliar a doação de sangue, inclusive com uso de redes sociais. A meta é passar dos menos de 2% de brasileiros doadores regulares para 3%. No Estado, o Hemorgs também se articula para melhorar sua estratégia de captação, com apoio de outros órgãos públicos, como o Ministério Público do Estado.

Quem pode doar sangue
:: Pessoas com peso acima de 50 quilos e idade entre 18 e 67 anos.

:: Jovens com idade entre 16 e 17 anos também podem ser aceitos como candidatos, desde que haja consentimento formal do responsável legal.

:: No momento da doação, é necessário apresentar documento com foto válido em todo território nacional.

Quem não pode doar
:: Pessoas com diagnóstico de hepatite após os 11 anos de idade.

:: Mulheres grávidas ou amamentando.

:: Pessoas expostas a doenças transmissíveis pelo sangue, como aids, hepatite, sífilis e doença de Chagas.

:: Usuários de drogas.

:: Pessoas que tiveram relacionamento sexual com parceiro desconhecido ou eventual, sem uso de preservativos.

Recomendações
:: Não estar em jejum.

:: Dormir por pelo menos seis horas na noite anterior à doação.

:: Não tomar bebidas alcoólicas nas 12 horas anteriores à doação.

:: Evitar fumar por pelo menos duas horas antes da doação.

:: Evitar alimentos gordurosos nas três horas antecedentes.

:: Pessoas que exercem profissões como piloto de avião ou helicóptero, condutor de ônibus ou caminhão de grande porte e, ainda, trabalhadores que sobem em andaimes devem interromper as atividades por 12 horas após a doação. A mesma recomendação é válida para quem pratica paraquedismo ou mergulho.

Fonte Zero Hora

Além de proteger o coração, alho pode ajudar na redução do colesterol

Pesquisas indicam que o alho brasileiro é ainda mais potente contra doenças

Um onipresente ingrediente da culinária brasileira tem ganhado cada vez mais espaço no rol de indicações dos médicos. Pesquisas comprovam que os efeitos benéficos do alho para a saúde vão além da redução do colesterol e da prevenção de ataques cardíacos: ele tem propriedades bactericida, antifúngica e antivirótica. Segundo especialistas, ele parece até exterminar bactérias resistentes a antibióticos, pelo menos em testes de laboratórios, pelo menos em testes de laboratório.

A maior parte de seu potencial contra doenças vem de seus compostos sulfúricos, que agem com antioxidantes, fornecendo muitos dos seus benefícios cardiovasculares.

Segundo constatação feita por pesquisa realizada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as espécies brasileiras deste ingrediente são ainda mais potentes. Os estudos — feitos pela estatal e por pesquisadores da Universidade de Brasília (UnB) — comprovaram que um composto ativo do alho nas espécies brasileiras, chamado alicina, pode reduzir o colesterol e diminuir os riscos de infarto agudo no miocárdio.

Os pesquisadores usaram duas espécies brasileiras e uma chinesa de alho para a realização do estudo. Substâncias químicas e físicas da hortaliça foram aplicadas em cobaias. Os resultados da pesquisa revelaram que a alicina do alho brasileiro teve efeitos benéficos em ratos que possuíam altas taxas de colesterol. Os efeitos do alho para os seres humanos ainda precisam ser aprofundados.

De acordo com o pesquisador Celso Moretti, a dosagem para pessoas ainda não foi definida porque a pesquisa em humanos é mais complexa. Para ele, o importando é o uso do alho brasileiro no trabalho.

— Já há estudos com pasta de alho que comprovaram efeitos similares, mas essa é a primeira vez que se trabalha com alho nacional. A gente quer mostrar que o alho nacional pode ser tão bom quanto ou melhor que o alho chinês — afirma.

Os benefícios da suplementação
Outro estudo — este publicado na revista Clinical Nutrition — demostrou os efeitos do extrato de alho no sistema imunológico, na incidência de gripes e resfriados. Foram avaliados 120 indivíduos de entre 21 e 50 anos, que receberam 2,5g de extrato de alho, em capsula, por dia. Após 45 dias de suplementação, os pesquisadores observaram o aumento da proliferação de alguns tipos de células de defesa, mas o extrato de alho não diminui a incidência de gripes e resfriados, apenas reduziu a gravidade dos sintomas (21%) e o número de dias com sintomas (61%), com isso houve menor impacto na capacidade de realizar tarefas cotidianas (58%).

Porém, são poucas as pessoas que utilizam o alho in natura no seu dia a dia. Um dos principais motivos é o cheiro forte que fica nas mãos após a sua manipulação. Uma das alternativas é a suplementação com as cápsulas de alho que já vêm desodorizadas, ou seja, não provocam mau hálito. Os benefícios para a saúde, segundo os especialistas, são os mesmos.

— Estudos realizados com alho e seus componentes tem demonstrado seu efeito sobre os níveis de colesterol HDL (o colesterol bom), no metabolismo dos carboidratos e lipídios, além de ter ação antibacteriana — explica a farmacêutica Silvana Montagna, da Stem Pharmaceutical, uma das empresas que fabricam a opção de cápsulas sem odor.

Curiosidades
- O alho teve suas propriedades antissépticas primeiro demonstradas pelo químico francês Louis Pasteur — e essas tiveram um largo uso durante a Primeira Guerra Mundial, em soldados feridos. Muito antes, os egípcios já davam alho para seus escravos.

- O hálito provocado pelo alho é culpa dos compostos sulfúricos, que também são responsáveis pela maioria dos seus poderes curativos.

- Seis ou mais dentes de alho por semana podem reduzir à metade o risco de câncer de cólon, estômago e próstata.

- O alho produz seus compostos químicos curativos apenas quando os dentes são picados, amassados, socados ou mastigados, ou quando é "atacado" de alguma forma, o que deflagra a quebra dos compostos sulfúricos dentro das células. Uma dica é picar ou socar o alho e deixar descansar por 10 minutos para liberar totalmente o seu potencial da cura.

- Quando for comprar o alho, verifique se seus bulbos estão macios e firmes.

- Guarde num recipiente aberto, em local fresco e bem ventilado, por até dois meses. Não coloque em geladeira.

Fonte: O Poder de Cura dos Alimentos (Reader's Digest, 2011), Embrapa e Agência Fapesp

Ingredientes-chave

:: Cobre

:: Ferro

:: Zinco

:: Magnésio

:: Germânio

:: Selênio

*O recomendado é o consumo de um dente de alho por dia

Fonte Zero Hora

Como age o vírus H1N1

Porto Alegre: Secretaria da Saúde confirma mais três mortes por Gripe A no Estado em 2012

Número de vítimas da doença chega a 13, cinco a mais que no mesmo período do ano passado

Mais três mortes relacionadas à Gripe A foram confirmadas nesta manhã pela Secretaria Estadual da Saúde, por meio do Centro Estadual de Vigilância em Saúde. Os casos são de Canoas, São Borja e Salto do Jacuí. Com as confirmações, o Rio Grande do Sul soma, em 2012, 13 mortes pela doença.

O último caso foi registrado na última sexta-feira. Uma mulher de 25 anos era moradora de Salto do Jacuí, mas morreu em Carazinho, no Noroeste do Estado. A vítima de São Borja era um homem de 62 anos, que morreu no dia 27 de junho. Ele não havia tomado a dose da vacina.

Em mapa, veja as cidades que registraram óbitos em decorrência da gripe A desde 2009

No mesmo dia, uma mulher de 54 anos morreu em Canoas. Ela estava internada no Hospital Nossa Senhora das Graças desde o dia 24. A secretaria não sabe, no entanto, se ela contraiu a doença no Rio Grande do Sul. No feriado de Corpus Christi, no início de junho, ela viajou para Criciúma, em Santa Catarina. Como o Estado vizinho registra mais de 30 casos, a suspeita é que ela tenha adquirido o vírus no sul catarinense.

Apesar dos 13 casos confirmados, a secretaria considera a situação sob controle. O Ministério da Saúde confirmou o repasse de 500 mil doses a municípios gaúchos. Metade dessa quantidade está sendo distribuída nas regiões que já apresentam circulação viral da doença, como a região de Cruz Alta, de Santo Ângelo e de Ijuí, além de Porto Alegre.

A distribuição final entre os municípios destas regiões será definida pelas Coordenadorias Regionais de Saúde. No mesmo período, em 2011, o Rio Grande do Sul havia confirmado oito mortes pelo vírus H1N1.

Tratamento e prevenção são as principais medidas
Segundo a secretaria, devem ser reforçadas as orientações para o uso do medicamento Oseltamivir no tratamento de síndromes gripais. A recomendação ressalta a importância em administrar o antiviral, de nome comercial Tamiflu, preferencialmente nas primeiras 48 horas do início dos sintomas.

Para prevenir a contaminação, a secretaria aconselha:
- Higienizar as mãos com frequência;

- Utilizar lenço descartável para higiene nasal;

- Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir;

- Higienizar as mãos após tossir ou espirrar;

- Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca;

- Não partilhar alimentos, copos, toalhas e objetos de uso pessoal;

- Evitar aperto de mãos, abraços e beijo social;

- Reduzir contatos sociais desnecessários e evitar, dentro do possível, ambientes com aglomeração;

- Ventilar os ambientes.

Fonte Zero Hora

Cuidados com as lentes de contato

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Fumo passivo pode estar ligado a diabetes tipo 2 e obesidade

Fumaça aumenta a resistência à insulina e deixa a glicemia elevada

Se você precisa de mais uma razão para ficar longe do cigarro, considere a descoberta apresentada na The Endocrine Society?s 94th Annual Meeting, nos Estados Unidos. Segundo o estudo, o fumo passivo pode estar ligado a riscos maiores de desenvolver diabetes tipo 2 e obesidade.

Para a análise, os autores usaram dados de mais de 6.300 adultos que haviam participado da US National Health and Nutrition Examination Survey (NHANES) entre 2001 e 2006. Todos responderam perguntas sobre tabagismo e forneceram amostras de sangue, nas quais puderam checar os níveis de cotinina, substância encontrada do tabaco. Por meio dos resultados, era possível verificar a exposição ao fumo passivo dos participantes.

Aproximadamente 25% dos participantes eram adeptos do tabagismo, 41% foram classificados como não tabagistas e 34% foram identificados como fumantes passivos. Após levar em conta a idade, o sexo, a raça, o consumo de álcool e a regularidade com que os voluntários praticavam exercícios, os pesquisadores concluíram que os fumantes passivos apresentavam mais fatores de risco que poderiam favorecer o diabetes tipo 2 do que os não fumantes. Exemplos desses fatores são: aumento da resistência à insulina, elevada glicemia em jejum ou açúcar no sangue e níveis maiores de um tipo de hemoglobina que apresenta o comportamento da glicose no sangue nos últimos três meses.

Além disso, os níveis de Índice de Massa Corporal (IMC), medida que permite identificar quadros de obesidade, foram maiores entre os fumantes passivos do que entre os não fumantes. Eles concluíram ainda que a associação entre fumo passivo e diabetes tipo 2 não foi decorrente da obesidade. Ainda assim, mais estudos são necessários para entender a relação.

Outros perigos do fumo passivo
Antes o incômodo fosse apenas o cheiro forte impregnado nas roupas e no cabelo. Os problemas são muito mais graves para quem é obrigado a conviver com a fumaça do cigarro dos outros. Se você é fumante, veja os riscos que as pessoas à sua volta sofrem por causa disso. Caso não fume, fique atento à qualidade do ar que você inala.

Irritações
Reações como tosse, irritação nos olhos, dor de cabeça, coriza, agravamento de doenças respiratórias e náuseas são os chamados sintomas de curto prazo para os fumantes passivos.

Doenças pulmonares
Crianças expostas diariamente à fumaça do cigarro têm chances 50% maiores de desenvolver alguma doença crônica, como bronquite e asma. Nos adultos que já sofrem com esse tipo de problema, a intoxicação agrava os sintomas e provoca crises frequentes de falta de ar.

Câncer
Se você acha que só os fumantes correm risco de ter câncer, está muito enganado. O ambiente onde uma pessoa acabou de fumar contém as mesmas substâncias inaladas pelo dependente. E pior: em maior quantidade. Os cânceres relacionados à inalação da fumaça do cigarro são os de pulmão, vias aéreas e brônquios, fígado e bexiga.

Danos ao sistema vascular
O tabagismo passivo prejudica o funcionamento do coração, mesmo quando já não há mais fumaça no ar. Isso porque, mesmo depois que a fumaça se dispersa, as substâncias nocivas do tabaco continuam no ar e podem ser inaladas.

Fonte Minha Vida

Autoconfiança: estar perfumado provoca mudança de atitude nos homens, diz pesquisa

Homens perfumados são mais autoconfiantes, aponta estudo sobre o assunto. E isto é causado pela sensação de maior controle sobre o próprio corpo e, portanto, também sobre seus atos. Mas é controlar o suor, e não necessariamente estar perfumado, que parece ser o grande mecanismo por trás do hábito dos homens se perfumarem.

Parte da motivação para um homem se perfurmar, dizem pesquisadores ingleses, vem do fato que uma autoimagem confiante é relacionada com uma maior atratividade para as parceiras em potencial. E talvez, o sucesso de algumas marcas de desodorantes no mercado venham mais do fato desses produtos mascarem alguns odores do que salientar outros.

Craig Roberts, da Universidade de Liverpool, e outros pesquisadores – trabalhando com uma equipe de uma fábrica produtos para higiene pessoal – investigaram o problema e publicaram os resultados no Journal of Cosmetic Science.

Os pesquisadores sabiam, através de estudos anteriores, que determinadas essências podiam melhorar o humor de quem as usava. O que eles descobriram, entretanto, foi que quando um homem muda (ou tem a impressão de controlar) seu odor natural isso pode alterar sua autoconfiança e o efeito pode atingir as potenciais parceiras, mudando as percepções do quão atrativo elas classificavam esses homens perfumados (ou ainda, com o odor controlado).

Mudança de atitude
No experimento, dois grupos de homens receberam um spray aerosol contendo uma mistura diferente: metade do grupo recebeu uma formulação comercial de uma fragrância com agentes antimicrobianos; a outra metade recebeu uma lata idêntica mas sem determinados ingredientes ativos.

Durante vários dias, Roberts e seu time conduziram uma bateria de testes psicológicos em ambos os grupos. Os resultados mostraram que aqueles que tinham usado a fragrância comercial completa, que mascarava o odor do suor por mais tempo e deixava o perfume em primeiro plano, mostraram um aumento da autoconfiança. E, incrivelmente, o efeito se extendia sobre mulheres que podiam observá-los de longe, mas não sabiam se eles estavam ou não perfumados.

As mulheres classificavam esses homens como mais atraentes. Entretanto, quando deparadas com fotos, essas participantes não conseguiram identificar essas mesmas características de atratividade, o que sugeria que algo no modo como eles se portavam e se movimentavam é que fazia a diferença.

A experiência de Roberts mostra que o produto usado pode não ter nada a ver com a atração sentida pelas mulheres, mas tudo a ver com o efeito psicológico sentido pelos próprios homens ao usar um perfume (ou desodorante).

Fonte O que eu tenho

Consumo de soja não melhora a cognição das mulheres após menopausa, mas traz outros benefícios para a saúde

Em um novo estudo, pesquisadores da Universidade de Stanford, nos EUA, afirmam que o uso de suplementos de soja por mulheres na pós-menopausa não traz qualquer efeito – positivo ou negativo – com relação à memória e ao raciocínio.

O grão contém um composto chamado isoflavona, que age no organismo de maneira parecida com a dos estrogênios. Como há ausência desses hormônios após a menopausa — o que provoca sintomas como as ondas de calor —, muitas mulheres passam a consumir suplementos de soja como alternativa para essa perda hormonal.

O estudo, publicado no periódico Neurology, acompanhou 350 mulheres com idades entre 42 e 92 anos (todas já haviam passado pela menopausa). Ao longo de quatro anos, elas ingeriram diariamente 25 gramas de proteína de soja ou de placebo, e realizaram periodicamente testes cognitivos e neuropsicológicos. Ao analisarem os resultados dos testes, os pesquisadores não encontraram diferenças significativas nas habilidades mentais e cognição entre o grupo que recebeu doses de soja e as mulheres que tomaram placebo.

Outros benefícios para a saúde

No entanto, os autores ressaltam que a pesquisa não quer desencorajar as mulheres a consumirem soja para outros fins. “Se ela gosta de comer soja e isso traz outros benefícios à sua saúde, ela deve continuar fazendo o que ela está fazendo”, diz Victor Henderson, líder da pesquisa.

Ele observa ainda que, embora estes resultados sejam definitivos – Henderson afirma que o tamanho da amostra foi grande o suficiente para que se houvesse efeitos principais, os pesquisadores provavelmente teriam visto – os efeitos cognitivos das isoflavonas de soja pode ser diferente para as mulheres em idade reprodutiva e para os homens.

“Mais estudos são necessários nestas populações”, diz. Ele também enfatizou a necessidade de pesquisadores a continuar a estudar uma variedade de intervenções para melhorar a cognição em idosos, incluindo abordagens nutricionais, atividades físicas e mentais, e abordagens farmacêuticas.

Fonte O que eu tenho

Restrição alimentar relacionada a transtorno de imagem corporal aumenta risco de suicídio

Pessoas que restringem o quanto por sofrerem de transtorno dismórfico corporal (TDC) têm quase o dobro de chances de tentar cometer suicídio.

Este é o resultado de um novo estudo, publicado no periódico journal Suicide and Life-Threatening Behavior. Segundo a pesquisa, a restrição da ingestão de alimentos por causa do TDC pode até dobrar o risco de tentativas de suicídio. Os motivos desta relação, no entanto, ainda não está claro.

O estudo envolveu 200 pessoas, mais da metade mulheres (68%), diagnosticadas com transtorno dismórfico corporal. As idades variaram 14 aos 64 anos, e o número de tentativas de suicídio últimos variou de 0 a 25.

A restrição alimentar é um dos comportamentos característicos relacionados ao transtorno dismórfico corporal. Outras características são prática de exercício físico de forma excessiva, auto-mutilação, realizar cirurgias cosméticas constantes, entre outros.

Os resultados mostraram que 25% dos participantes já tentaram o suicídio e 75% tiveram pensamentos suicidas.

Os pesquisadores acreditam que porque a restrição drástica na dieta pode ser fisicamente dolorosa, aqueles capazes de suportar este tipo de desconforto são potencialmente mais capazes do que outros em suportar a dor física necessária para cometer suicídio.

“Limitar significativamente o quanto se come pode ser fisicamente doloroso”, explica Katharine A. Phillips, uma das autoras da pesquisa. “Vai contra nossos instintos naturais de alimentar os nossos corpos para responder à dor física que vem com fome extrema. Os resultados deste estudo ressaltam a importância da avaliação de indivíduos com TDC para comportamentos alimentares restritivos, no sentido de identificar o risco de suicídio, mesmo que eles não tenham anteriormente sido diagnosticados com um transtorno alimentar”, conclui.

Fonte O que eu tenho

Como você se chama mesmo? Esquecer nomes tem a ver com falta de interesse, não habilidade do cérebro

A maioria das pessoas já passou por isso. Você é apresentado a alguém e esquece o nome da pessoa na sequência. Depois passa um tempão tentanto recuperar a informação e mal consegue lembrar a primeira letra do nome da pessoa. Para muitos, isso é apenas uma característica da própria personalidade: “sou ruim em lembrar nomes”.

Mas uma pesquisa da Universidade Estadual do Kansas, nos EUA, encabeçada por Richard Harrys, aponta que isso não é uma questão de ter um cérebro mais ou menos apto a lembrar nomes. Ao contrário, as pessoas que esquecem nomes na verdade não têm o menor interesse em lembrá-los.

“Pessoas mais sociáveis, talvez, são mais interessadas nas pessoas com as quais convivem, mesmo que por tempo limitado. Há um maior interesse nas relações sociais. E possivelmente é isto o que faz com que elas se lembrem mais dos nomes de outras pessoas.”, diz o pesquisador.

Algumas profissões, dizem os autores, acabam treinando as pessoas a ficarem mais atentas, mas isto não tem nada a ver com memória. “Todo mundo tem uma boa memória”, diz Harris. O que acontece é quem nem todas as informações são igualmente interessantes para todos.

Interesses diversos
E ter interesse e, portanto, maior atenção aos nomes é o que determina este tipo de comportamento. Isto vale também em outros casos. Um tópico interessante para um indivíduo – matemática, por exempo – vai ser melhor lembrado, pois a pessoa se interessa por aquilo e tem prazer em ler e fazer relações com as informações coletadas sobre o tema.

“Algumas pessoas podem aprender geografia sem nunca ter estudado seriamente o assunto. Somente com informações adquiridas em conversas, navegação na internet e leitura de textos em revistas pode ser o suficiente para que ela tenha noção sobre o assunto”, dizem os pesquisadores. Indivíduos com menos interesse em outras pessoas vão se apegar menos aos nomes de novos contatos apresentados.

Associação do nome com outras características

“E caso alguém que não lembra nomes com facilidade queira uma dica, o bom seria que ela associasse os nomes a outras características da pessoas apresentadas (uma estratégia mnemônica)”, aponta Harrys. Se o sujeito chama-se “João” e é canhoto, o ideal é fazer a junção dos termos (joão-canhoto). Caso você se interesse por moda, associar o nome às roupas pode ser uma boa idéia ou então – caso seu interesse seja música – tentar lembrar partes de músicas que tenham o nome da pessoa.

“Outra estratégia é repetir o nome da pessoa em voz alta quando se é apresentado. A memória auditiva, neste caso, pode aumentar as chances de acertos na hora de resgatar a informação do fundo do cérebro”, finaliza o pesquisador.

Fonte O que eu tenho

Cartão SUS traz interoperabilidade para municípios

Durante evento sobre saúde móvel especialistas apontaram a possibilidade de o celular ser utilizado no cadastramento de pessoas junto ao SUS. Além disso, enfatizou-se a importância de os sistemas municipais se comunicarem com o Datasus

Considerado o maior projeto hoje dentro do SUS, o Cartão Nacional de Saúde tem como objetivo informatizar o setor público, possibilitando que por meio da integração de dados seja realizado um melhor atendimento ao indivíduo e melhor gestão aos administradores do sistema.

“Hoje o cadastro tem 205 milhões de registros. Acreditamos que foram identificados univocamente 170 milhões. E estimamos que até 2014 todos os 190 milhões de brasileiros já tenham o cartão SUS”, afirma o diretor da Secretaria de Gestão Participativa do Ministério da Saúde, Sylvain Levy.

Levy afirma que o cartão tem a tarefa de ser a chave integradora entre os sistemas de informação em saúde que hoje são operados pelo Datasus, possibilitando assim uma interoperabilidade entre as ferramentas.

“Hoje temos 800 municípios que já têm sistema próprio de informatização e temos mais de 100 empresas que desenvolvem sistemas de saúde. Precisamos fazer com que essas informações conversem com o Datasus, antes que sejam perdidas”.

O representante do Ministério da Saúde ressalta que essa não será uma tarefa fácil, mas acredita que até 2014 tudo esteja coberto.

Conectividade via celular
Em sua participação no Conected Living Latam Summit, realizado em São Paulo, Levy fala sobre a possibilidade da telefonia celular ser utilizada no cadastramento de pessoas junto ao SUS. “O registro poderia ser feito de forma móvel e a confirmação viria via SMS”.

Além disso, a possibilidade de haver um arquivamento de dados e informações dos pacientes via celular também é uma questão relevante para o Ministério da Saúde. No entanto, o profissional afirma que, nesse caso, o público precisaria ter um cuidado maior com seus aparelhos.

Os telefones celulares, segundo Levy, também poderiam ser utilizados na esfera da telemedicina. “Não há razão para não utilizar celular dentro deste escopo. Uma pessoa que tem uma úlcera na perna poderia ter o local fotografado por um atendente e a imagem enviada a um médico”.

A necessidade de que as ambulâncias do Samu tenham conectividade também foi uma questão abordada. O motivo está atrelado à possibilidade de maior facilidade na transmissão de dados que podem salvar vidas.

Por fim, o diretor chamou atenção para a importância de essas tecnologias serem utilizadas em áreas remotas de poucos interesses comerciais. “As pessoas merecem ser bem atendidas em qualquer localidade. Seja aqui em São Paulo ou em qualquer parte do Brasil. A saúde é um direito de todos e um dever da sociedade”.

Fonte SaudeWeb

Instituições têm dificuldade para desenvolver e reter profissionais

Dinheiro não é mais o que segura os jovens dentro de uma organização. Deve-se identificar o que os profissionais almejam a casar isso com a rotina do hospital

Reclamar da falta de mão de obra especializada virou lugar comum em qualquer setor da economia brasileira. Na saúde, não é diferente. E para piorar, as perspectivas, segundo analistas de mercado, não são animadoras. O lado bom da história é que se você é um profissional realmente qualificado, o mercado vai querer te acolher, te mimar e, até mesmo, aceitar suas exigências para trazê-lo ou mantê-lo na corporação.


Os números da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) indicam que o setor de saúde emprega atualmente 14 milhões de pessoas de forma direta e outras 5 milhões indiretamente. Em termos absolutos, isso corresponde a praticamente 10% da população brasileira. É muita gente, realmente. Mas a maioria dessa força laboral não atende às exigências desse setor que se modifica muito rápido tecnologicamente.

“Antes, os avançados equipamentos de um centro médico é que eram os diferenciais, mas hoje com as condições favoráveis de financiamento, está mais fácil comprar. O problema é que os aparelhos ficam encaixotados. Por quê? Porque não tem ninguém que saiba operar”, opina o vice-coordenador da Pesquisa em Regulamentação Econômica e Estratégias Empresariais da PUC/SP, Eduardo Perillo. O especialista critica a mentalidade de investimento desta indústria. Segundo ele, o setor de saúde só sabe investir em tijolo e equipamento.

Investir em capital humano é o que pode fazer a diferença, na visão de Perillo. “As pessoas detêm o conhecimento, a capacidade de inovar e empreender em uma organização. Investir em gente pode dar retorno, e muito, desde que se tenha gente de qualidade e, obviamente, isso pressupõe em primeiro lugar dar-lhes educação”, diz.


De acordo com o especialista, um estudo publicado em 2004, realizado junto a um hospital que ofereceu cerca de 300 treinamentos ao seu quadro de pessoal durante um ano, apontou que o investimento anual por funcionário verificado foi de R$ 27,41. “Se trouxermos a valores atuais, estamos falando de cerca de R$ 50,00 por cabeça. Não dá para esperarmos grandes resultados com um investimento desses”, pondera Perillo.

A mudança de cultura e comportamento dos hospitais precisa começar dentro do departamento de recursos humanos. O chileno Patricio Baronti Correa conseguiu fazer isso quando assumiu a gerência de recursos humanos do Hospital Clínico da Universidade do Chile, a mais importante instituição de saúde do país sul-americano. Em 2004, o hospital que era público passou a ser privado e começou a ter que andar com as próprias pernas. Os recursos financeiros governamentais que eram queimados aos montes deixaram de existir e a entidade precisou encarar uma forte transformação organizacional.

“Uma das primeiras mudanças foi estabelecer a gerência de recursos humanos como uma das mais importantes da empresa”, conta Correa. O hospital passou a oferecer formação na área de informática para os colaboradores, que não tinham familiaridade com computadores. A relação entre as entidades formadoras e os prestadores de serviço foi fortalecida. Além disso, foram criados mecanismos de retribuição aos colaboradores que permitiram aumentar a adesão e identidade deles com a instituição. “A gente precisava entender a cultura daquelas pessoas para oferecer melhorias na vida delas que, mais adiante, impactariam positivamente nosso negócio”, explica.


Correa lembra que o desafio mais difícil que ainda persiste é criar incentivos para reter os novos talentos. Dinheiro não é mais o que segura os jovens dentro de uma organização. Para ele, é preciso identificar o que os profissionais almejam como felicidade plena e tentar casar isso com a realidade do hospital. “Não posso selecionar médicos que queriam coisas diferentes do que oferecemos”, pontua.

A mesma dificuldade é enfrentada por um dos maiores hospitais brasileiros. A diretora de recursos humanos da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein, Miriam Branco, diz que a entidade trabalha com o objetivo de criar uma perspectiva de desenvolvimento e crescimento profissional para jovens colaboradores no sentido de mantê-los dentro da organização. Outra estratégia é tentar aproveitar ao máximo a mão de obra treinada pela escola de enfermagem do próprio hospital. “Cerca de 80% dos jovens que se formam vêm trabalhar conosco”, afirma a executiva.

Somente em 2011, o Einstein contratou 3 mil funcionários, sendo que 17% deste montante foi oriundo de recrutamento interno. O processo de seleção para este contingente abrangeu 16 mil candidatos. A instituição que hoje conta com 9,5 mil funcionários projeta atingir a casa dos 12 mil colaboradores em 2014. “A minha grande dificuldade é atrair profissionais que não são da área da saúde”, revela a diretora.

A necessidade por pessoal que atue nas áreas gerenciais das organizações de saúde vem crescendo bastante, e oferecer atrativos para pessoas que podem trabalhar em outros segmentos da economia que, muitas vezes, pagam melhor, e proporcionar condições de trabalhos mais vantajosas é outro desafio. Uma pesquisa da consultoria Deloitte, que aponta quais são as 100 melhores empresas para se trabalhar, listou apenas uma companhia da área de saúde que opera no Brasil como um desejo de consumo dos profissionais. Nos Estados Unidos, a mesma pesquisa identificou 11 instituições de saúde como ótimos lugares para se trabalhar.

Por isso, o Einstein trabalha no mapeamento de possíveis substitutos de todas as posições de liderança de organização. “Temos 80% das posições-chave com sucessores mapeados”, diz Miriam, que somente no primeiro trimestre de 2012 preencheu 25 posições de alta gerência com recrutamento interno.

A culpa é da universidade?
À frente da coordenação geral de pós-graduação do Centro Universitário São Camilo, Clóvis Castelo Junior não hesita em afirmar que as faculdades da área de saúde não ensinam o que o mercado está buscando. “A formação não atende às necessidades das organizações com alto padrão de excelência. Existe um gap considerável do que estamos entregando para o mercado e do que o mercado busca”, opina.

Para ele, as “moscas brancas” do setor de saúde são profissionais que trabalham com tecnologia, principalmente com robótica, além de engenheiros e técnicos clínicos. “Precisamos quebrar a dicotomia entre teoria e prática e aproximar as instituições de saúde das instituições educacionais”, sugere o professor. Perillo, da PUC/SP, provoca ao dizer que vê profissionais chegando ao mercado dizendo que estão formados, mas que ele os considera, na realidade, “deformados”.

Fonte SaudeWeb

Hospital de Uberlândia melhora fluxo de pacientes com triagem de risco

Objetivo do novo atendimento é classificar, mediante protocolo, as queixas dos usuários que demandam os serviços de urgência/emergência, visando identificar os que necessitam de atendimento médico mediato ou imediato

Como forma de organizar melhor o fluxo de pacientes que procuram o atendimento de urgência e emergência e garantir um atendimento resolutivo e de qualidade, o Hospital e Maternidade MadreCor, de Uberlândia, adotou o atendimento por triagem de risco, baseado no protocolo de Manchester.

O processo, considerado dinâmico, dá-se mediante escuta qualificada e tomada de decisão baseada em um protocolo médico já adotado internacionalmente, aliadas à capacidade e experiência do profissional da triagem de risco na avaliação e gravidade do caso.

O objetivo do novo atendimento é classificar, mediante protocolo, as queixas dos usuários que demandam os serviços de urgência/emergência, visando identificar os que necessitam de atendimento médico mediato ou imediato.

Fonte SaudeWeb

Venda de remédios sem receita fora do balcão gera divergência

Para farmacêuticos o acesso livre a remédios aumenta o risco de automedicação e de intoxicações. Já os fabricantes acreditam que os brasileiros são informados o bastante para comprar medicamento sem a ajuda do balconista

A audiência pública que debateu nesta quinta-feira (28) a volta da venda de remédios que não exigem receita médica, ao alcance do consumidor, dividiu opiniões da indústria de medicamentos e farmacêuticos.

Desde 2010, farmácias e drogarias são obrigadas a vender medicamentos isentos de prescrição médica somente atrás do balcão. Com isso, os remédios deixaram de ficar expostos em gôndolas e prateleiras de livre acesso ao consumidor.

Agora, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) coloca em discussão o fim da obrigatoriedade, depois de um estudo mostrar que a venda atrás do balcão reduz o poder de escolha do cliente na hora de comprar esses medicamentos, entre eles, antigripais e analgésicos.

Os farmacêuticos defendem a manutenção da regra. Para os profissionais, o acesso livre a remédios aumenta o risco de automedicação e de intoxicações, pois a maioria das pessoas desconhece os efeitos colaterais à saúde e reações adversas causadas pelos medicamentos isentos de prescrição médica.

“É um retrocesso. Não pode vender no supermercado, mas pode vender na farmácia sem orientação?”, perguntou em tom de queixa o presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Walter Jorge João, ao relembrar veto da presidenta Dilma Rousseff ao comércio de remédios nas prateleiras dos supermercados.

Na avaliação dos fabricantes de remédios, o brasileiro é informado o bastante para comprar medicamento sem a ajuda do balconista ou farmacêutico. Na maioria dos casos, o cliente teve orientação profissional antes de levar o produto para casa, disse Aurélio Saez, representante da Associação Brasileira da Indústria de Medicamentos Isentos de Prescrição (Abimip). “Em 90% das compras de medicamentos isentos de prescrição médica nas farmácias, o consumidor já sabe o que levar porque já tinha ido à drogaria antes. Ele [consumidor] consegue ter autonomia para comprar”, alega.

Técnicos da Anvisa argumentam que a influência do balconista e do atendente na decisão do consumidor dobrou após a norma entrar em vigor. A venda de remédios livres de receita indicados por um funcionário da drogaria passou de 4,6%, em 2007, para 9,3%, em 2010, conforme estudo da consultoria privada IMS Health, que avalia o mercado farmacêutico.

Segundo Dirceu Barbano, diretor-presidente da Anvisa, o consumidor tem encontrado dificuldade, por exemplo, em comparar preços dos produtos atrás do balcão. “Essa medida [venda do remédio atrás do balcão] pode ter gerado mais distorções do que benefícios para quem compra. Não é o consumidor que tem escolhido se quer o remédio do laboratório A, B ou C”.

Na época em que norma foi aprovada, um dos argumentos da Vigilância Sanitária era coibir os casos de intoxicação. Os remédios de venda livre, no entanto, respondem por apenas 4% dos casos de intoxicação medicamentosa no país, conforme dados da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) citados por Barbano.

Fonte SaudeWeb

Inibidores de apetite e antidepressivos: uma combinação danosa

Estudo da Anvisa aponta distorções em relação ao uso continuado de inibidores e à combinação medicamentosa com ansiolíticos e antidepressivos

Um estudo desenvolvido pela Anvisa sobre a venda de inibidores de apetite sugere, entre outros aspectos, distorções em relação ao uso continuado desses produtos e à combinação medicamentosa com ansiolíticos e antidepressivos, vetada pela Agência e pelo Conselho Federal de Medicina.

O levantamento feito pela Anvisa nas capitais brasileiras e no Distrito Federal (DF) considerou o comportamento do consumo dos anfetamínicos mazindol, anfepramona, femproporex e sibutramina, com base nos dados do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC) e em informações do Ministério da Saúde.

O SNGPC permite que farmácias e drogarias informem à Agência sobre a venda de medicamentos sujeitos a controle especial. Esses dados, antes da implantação do Sistema, figuravam apenas em livros de registros.

Os resultados desse trabalho estão na edição mais recente do Boletim de Farmacoepidemiologia do SNGPC, publicada neste mês. O período abrangido foi de 2009 a 2011, ano em que a Anvisa cancelou o registro dos três primeiros produtos (mazindol, anfepramona, femproporex) e impôs um maior controle para a comercialização da sibutramina.

Ao contrário do que se esperava, a prescrição dos inibidores de apetite teve uma relação inversa ao número de indivíduos com quadro de obesidade. O estudo constatou que a cada 1% de aumento da população obesa, o consumo de inibidores cai em média 8,3%.

O estudo da Anvisa identificou, ainda, que 79% dos consumidores de inibidores de apetite fazem uso repetido desses medicamentos, ou seja, utilizam os inibidores como produtos de uso contínuo.

Apesar do que determinam resoluções do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Anvisa, a pesquisa mostrou que a prescrição dos inibidores de apetite vinha sendo combinada ao antidepressivo fluoxetina ou ao ansiolítico clordiazepóxido. Essa associação de medicamentos, porém, é proibida pela Resolução nº 1.477 do CFM, publicada em 1997, e pela Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 58 da Agência, editada em 2007.

Uma constatação positiva do levantamento é que o consumo de inibidores de apetite diminuiu na população de adultos que tem uma dieta rica em frutas e hortaliças. Pelo que foi observado neste estudo, o aumento de 1% da população que adota uma alimentação saudável implica na redução média de 4,3% na venda de inibidores.

Entre as conclusões apresentadas, o estudo da Anvisa recomenda o aprimoramento de políticas de saúde que reforcem o uso racional de medicamentos no país, como o fortalecimento da educação permanente sobre boas práticas de prescrição.

Como os dados foram obtidos
O estudo utilizou dados do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados da Anvisa (SNGPC), da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e do Ministério da Saúde. A partir dos dados foi aplicada uma análise econométrica, utilizada para identificar a correlação entre diferentes variáveis por meio de um modelo matemático.

Fonte SaudeWeb

Novos medicamentos para Hepatite C serão incorporados ao SUS

Telaprevir e o Boceprevir são um grande avanço para hepatologistas, que aguardavam a incorporação destes pelo Ministério da Saúde

Uma boa notícia para quem é portador da Hepatite C: os novos medicamentos Telaprevir e o Boceprevir serão incorporados no programa de medicamento de alto custo do Sistema Único de Saúde (SUS). Estes trazem esperança a milhares de brasileiros que se encontram aguardando pelo tratamento, por não obterem avanços com os anteriores (Interferon-Peguilado + Ribavirina). Estes novos remédios são um grande avanço para hepatologistas, que aguardavam a incorporação destes pelo Ministério da Saúde.

Estima-se que no Brasil há aproximadamente três milhões de portadores de Hepatite C e a doença é responsável por 50% das indicações de transplante de fígado no país. O diagnóstico tardio torna o tratamento dificultado, fazendo com que 70% dos casos de câncer do fígado diagnosticados pelos hepatologistas sejam provenientes da Hepatite C. “Desses três milhões de infectados com esta doença, apenas vinte e cinco mil se encontram em tratamento na rede pública de saúde. Isso se deve à dificuldade do diagnóstico, como também à escassez de centros de referência em Hepatologia, uma vez que a especialidade tem poucos médicos no Sistema Único de Saúde do país”, alerta o médico hepatologista, Raymundo Paraná.

Paraná explica ainda que parte das indicações de transplante de fígado e do câncer deste órgão se devem ao fato de que muitos pacientes já foram tratados com medicamentos atuais, Interferon Peguilado associado a Ribavirina, e não responderam. Estes aguardam pelos novos medicamentos como esperança de cura para a sua doença.

Fonte SaudeWeb

Médicos consideram paralisar atividades em outubro

A paralisação daria continuidade à luta pela correção das defasagens acumuladas nos últimos anos e por reajustes das consultas

Passados três meses de negociação após a advertência dada às operadoras dos planos de saúde, em mobilização de 25 de abril, entidades e associações médicas aprovaram um indicativo de nova e possivelmente mais ampla paralisação nacional em outubro.

O movimento médico avalia que há avanços nas negociações com os planos de saúde desde as últimas mobilizações -7 de abril e 21 de setembro de 2011 e em 25 de abril de 2012-, em que médicos suspenderam atendimentos aos planos e realizaram atos públicos. Os médicos entendem, porém, que os avanços alcançados ainda são insuficientes.

O balanço foi feito nesta quinta-feira em reunião ampliada da Comissão Nacional de Saúde Suplementar (COMSU), composta por representantes do Conselho Federal de Medicina (CFM), Associação Médica Brasileira (AMB) e Federação Nacional dos Médicos (Fenam), com a participação de conselhos regionais, sindicatos e sociedades médicas.

Representantes dos Estados criticaram as propostas de reajustes nos honorários dos médicos feitas pelas operadoras, em alguns casos tidos como “pífios”.

Os médicos ainda alertaram para a necessidade de corrigir as defasagens acumuladas nos últimos anos e de estender os reajustes das consultas também aos procedimentos.

A reunião desta quinta-feira apontou para a continuidade das negociações com as operadoras, a realização de assembléias nos Estados entre julho e agosto e para um indicativo de paralisação nacional em outubro, mês em que se comemora o dia do médico.

A duração dessa nova paralisação e outras estratégias de mobilização serão avaliadas pelos Estados e chanceladas na próxima reunião da Comissão Nacional de Saúde Suplementar, marcada para 17 de agosto.

Paralelamente a esse movimento, as entidades médicas cobram da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) a edição de uma resolução normativa que substitua a atual, de 2004, que garanta a assinatura de contratos adequados entre operadoras e médicos, através de suas entidades, e reajustes satisfatórios.

Fonte SaudeWeb

Remédios antigos: Tetmosol sabonete

Portugal: Consumo de café reduz risco de cancro de pele

 
O aumento do consumo de café reduz o risco de desenvolver a forma mais comum de cancro de pele, o carcinoma basocelular, indica um estudo publicado esta segunda-feira no jornal 'Cancer Research', da associação norte-americana de pesquisa da doença.

"A nossa investigação indica que mais chávenas de café com cafeína se consumir, menor é o risco de desenvolver cancro na pele", referiu o professor da Escola de Medicina e da Escola de Saúde Pública de Harvard Jiali Han.

"Não recomendo o aumento da ingestão de café apenas com base nestes dados", ressalvou o investigador, acrescentando, no entanto, que "os resultados [do estudo] colocam o carcinoma basal numa lista de doenças cujo risco é diminuído quando o consumo de café é aumentado".

Esta lista inclui doenças como o diabetes tipo 2 e Parkinson.

O carcinoma basocelular é a forma de mais comum de cancro de pele e, embora se desenvolva lentamente, tem uma taxa de mortalidade elevada, representando um custo pesado nos sistemas de cuidados de saúde.

"Tendo em conta o grande número de novos casos diagnosticados, algumas mudanças diárias na dieta podem ter um impacto na saúde pública", defendeu Jiali Han.

Fonte Correio da Manhã

Portugal: Enfermeiros ganham menos do que 4 euros por hora

A Administração Regional de Saúde de Lisboa garante que o valor de referência para subcontratar enfermeiros é 10 euros/hora, mas estes profissionais queixam-se de receber apenas quatro euros por causa da parte cobrada pelas empresas de serviços.

Em causa estão entre 60 a 70 enfermeiros que prestam serviços nos centros de saúde e hospitais, através de empresas de prestação de serviços que concorrem a concursos abertos pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), um dos quais terminou na semana passada.

O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) denunciou que, em virtude do novo concurso que foi aberto, alguns enfermeiros vão ganhar menos de quatro euros por hora.

Segundo Guadalupe Simões, dirigente do SEP, as empresas ganham 50 por cento do que a tutela paga, cabendo aos enfermeiros os restantes 50 por cento, o que neste caso significa que o valor do contrato ficou abaixo do montante de referência definido pela ARSLVT.

"Com estes valores, os enfermeiros acabam por levar para casa 250 euros mensais", disse, alertando para a falta de motivação destes profissionais em prestar serviço por estes valores.

Questionado pela Lusa, o presidente da ARSLVT, Luís Cunha Ribeiro, disse que este organismo não contrata enfermeiros nem quaisquer outros profissionais.

"Abrimos um concurso para uma prestação de serviços, cujo valor de referência [o máximo que a tutela está disposta a pagar] foi cerca de dez euros", disse.

Cunha Ribeiro adiantou que foram excluídas as empresas que apresentaram propostas 50 por cento inferiores ao valor de referência.

O presidente da ARSLVT esclareceu que esta é uma solução provisória para três meses, uma vez que "está em curso um processo contratual".

Em relação ao valor final que está a ser oferecido aos enfermeiros, Cunha Ribeiro descarta responsabilidades, mas garante que a qualidade dos serviços não está posta em causa.

"É totalmente falso que a qualidade esteja em causa. Estes enfermeiros têm as mesmas habilitações e capacidades, reconhecidas pelos organismos", disse.

O SEP vai esta segunda-feira tentar ser recebido por Cunha Ribeiro, aproveitando um pedido de reunião "há muito formulado" e que "nunca teve resposta", segundo Guadalupe Simões.

O presidente da ARSLVT limitou-se a dizer que não tem conhecimento de qualquer pedido de reunião sobre este assunto.

Fonte Correio da Manhã

Portugal: Compatibilizar recursos financeiros e atividade hospitalar é "muito difícil"

A presidente do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC) reconhece que é "muito difícil" compatibilizar os recursos financeiros com a atividade hospitalar e que este é um exercício que deve ser balizado por "elevada consciência ética e rigor científico".

A afirmação de Teresa Sustelo vem plasmada na introdução do livro "Omnia Sanctorum", que conta as "Histórias da História do Hospital Real de Todos-os-Santos e seus sucessores" e será apresentado na terça-feira, na Academia de Ciências de Lisboa.

Nas primeiras páginas do livro, Teresa Sustelo aproveita a história para dar conta do novo hospital, previsto para a zona oriental de Lisboa, e que aguarda financiamento, uma vez que a tutela já demonstrou vontade política na sua construção.

Fonte Destak

Portugal: ANTRAL fará concentração nacional se Governo mantiver regime de transporte de doentes não urgentes

O presidente da Associação Nacional dos Transportadores em Automóveis Ligeiros (ANTRAL), Florêncio de Almeida, admitiu hoje uma concentração nacional de protesto, caso o Ministério da Saúde não altere o regime do transporte de doentes não urgentes.

Momentos antes do início da marcha lenta de protesto que hoje decorre entre o Parque das Nações e a residência oficial do primeiro-ministro, em Lisboa, o responsável afirmou à Lusa que os taxistas vão dar 45 dias para o gabinete de Paulo Macedo rever o modelo de transporte que foi alargado, deixando de incluir apenas táxis e ambulâncias.

Segundo uma portaria recentemente publicada, passou a ser possível que veículos até nove lugares façam o transporte, bastando para isso ter duas placas identificadoras e o seu motorista possuir um curso de suporte básico de vida.

Fonte Destak

Portugal: Ambulâncias podem parar a partir de 3ª-feira, Instituto diz que resolve hoje situação

O sindicato admite parar as ambulâncias do INEM a partir de terça-feira, caso os serviços daquele instituto não entreguem as cartas verdes dos seguros automóveis até ao final do dia, situação que o INEM garante resolver ainda hoje.

"Se a situação se mantiver, terça-feira daremos indicações [aos condutores] para as ambulâncias não circularem", garantiu à agência Lusa o presidente do Sindicato dos Técnicos de Ambulância de Emergência (STAE), Ricardo Rocha.

No entanto, o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) esclareceu à Lusa que os comprovativos das apólices de seguro dos seus veículos começam hoje a ser distribuídos, depois de o Sindicato dos Técnicos de Ambulâncias ter denunciado a circulação das viaturas sem o respetivo dístico da seguradora.

Fonte Destak

Concurso Prefeitura de Machacalís - MG

A Prefeitura de Machacalís, Estado de Minas Gerais, através da empresa TR Concursos, publicou editais de concurso público e processo seletivo para provimento de 166 vagas, em cargos de níveis fundamental, médio e superior. Os salários variam de R$ 622,00 a R$ 15.000,00 para carga horária de 25 a 40h semanais.
Cinco por cento do número de vagas de cada cargo ofertado ficam reservadas para as pessoas portadoras de deficiência, desprezadas as frações.
Cargos
As oportunidades são para os cargos de agente de controle interno, agente de vigilância sanitária, assistente social, atendente de farmácia, auxiliar de limpeza pública (gari), auxiliar de saúde I, auxiliar de serviços gerais, auxiliar de serviços I, bibliotecário, condutor de veículos e máquinas III, digitador e demais cargos.
Inscrições e Taxas
As inscrições serão efetuadas, exclusivamente, via internet, por meio de acesso ao site www.trconcursos.com.br, entre 20 de agosto e 21 de setembro de 2012, sendo que a Prefeitura Municipal de Machacalís – MG disponibilizará servidor e equipamento de informática necessário para a efetivação das inscrições, no Telecentro comunitário de Machacalís, situado à Rua Manoel Vital nº 53- A, Centro - CEP: 39.873-000, no horário de 08:00 às 16:00h.

As taxas variam de R$ 37,32 a R$ 102,00 de acordo com o nível de escolaridade.

Provas e Validade
As provas objetivas serão realizadas na data prevista de 21 de outubro de 2012, conforme Edital de Convocação a ser publicado no quadro de avisos da Prefeitura Municipal de Machacalís e no site: www.trconcursos.com.br.

O prazo de validade do concurso é de 02 anos, a contar da publicação da homologação, prorrogável uma vez por igual período (Inciso III, do Art. 37, da Constituição Federal).
A validade do processo seletivo será de 01 ano prorrogável por igual período a critério da administração municipal, ou enquanto durar o Programa, vinculado a sua existência e repasses de recursos pela esfera governamental convenente.
Editais

Prefeitura de Joaçaba - SC abre processo seletivo

A prefeitura de Joaçaba, Estado de Santa Catarina, abriu inscrições para o processo seletivo n°04/2012 que dá provimento a profissionais para atuarem no SAMU do respectivo município. Serão selecionados servidores de nível médio/técnico para os cargos de motorista de ambulância do SAMU e técnico de enfermagem, com salário de até R$ 882,22 para motorista e de R$ 950,08 para técnico de enfermagem, ambos com jornada de 40 horas semanais.
As inscrições estarão abertas entre os dias 02 e 03 de julho de 2012, diretamente nas dependências da Secretaria de Saúde de Joaçaba, à Avenida 15 de Novembro, nº 223. Os interessados deverão preencher a ficha de inscrição e entregar cópias da carteira de identidade, CPF, título de eleitor e comprovante da última votação, certificado de reservista para os candidatos do sexo masculino, curriculum vitae documentado com todas as folhas rubricadas e comprovante de regularidade no CPF.
Os candidatos serão avaliados a partir dos pontos somados no currículo por experiência comprovada e formação.

Concurso Prefeitura de Goianésia do Pará 2012

Mais um concurso encontra-se aberto no Estado do Pará, desta vez no município de Goianésia do Pará, localizado na região sudeste do Estado. A prefeitura da cidade objetiva a contratação de 884 profissionais para recompor o seu quadro de servidores públicos em todos os níveis de escolaridade. Serão providos postos imediatos e formado cadastro de reservas com os demais nomes classificados, lembrando que os vencimentos ficarão entre R$ 622,00 a R$ 6.246,56, a depender do cargo a ser exercido. Confira o edital.
Cargos:
Auxiliar Administrativo, Auxiliar de Serviços Gerais, Coveiro, Ajudante de Mecânico Leve, Agente de Vigilância Noturna (Vigia), Ajudante de Mecânico Pesado, Pedreiro, Carpinteiro , Soldador, Encanador, Eletricista Predial, Eletricista de Auto, Pintor, Motorista de Veículos Leves, Motorista de Veículos Pesados, Mecânico de Equipamentos Leves, Mecânico de Equipamentos Pesados, Operador de Equipamentos Pesados-Retro Escavadeira, Operador de Equipamentos Pesados-Pá Mecânica, Operador de Equipamentos Pesados-Pá Carregadeira, Operador de Equipamentos Pesados-Trator de Esteira, Operador de Equipamentos Pesados-Patrol, Assistente Administrativo, Agente de Tributos, Técnico em Laboratórios Médicos, Técnico em Radiologia Médica, Técnico de Enfermagem, Microscopista, Desenhista Projetista, Técnico Agrícola, Técnico em Agrimensura, Técnico em Edificação, Advogado, Arquiteto, Assistente Social, Analista em Gestão Ambiental, Contador, Enfermeiro, Engenheiro Civil, Engenheiro Florestal, Engenheiro Agrônomo, Farmacêutico - Bioquímico, Fisioterapeuta, Médico Clínico Geral, Médico Pediatra, Médico Ginecologista, Nutricionista, Odontólogo , Psicólogo, Auxiliar Educacional - Auxiliar Administrativo, Auxiliar Educacional - Porteiro Escolar, Auxiliar Educacional - Servente, Auxiliar Educacional - Segurança Escolar, Auxiliar Educacional - Merendeira, Assistente Educacional - Agente Administrativo, Secretário Escolar N-I /Casse A, Anos iniciais e Educação Infantil, professor nas matérias: Língua Portuguesa, Matemática, História, Geografia, Química, Artes, Educação Física, Sociologia, Física, Ensino Religioso, Estudos Amazônicos, Inglês, Biologia, Filosofia e Técnico Pedagógico N-I /Classe A.
Inscrições:
Para participar deste concurso público basta acessar o endereço eletrônico www.coned.com.br no período que compreende 03 de setembro a 04 de outubro de 2012. A taxa de inscrição oscila entre as cifras de R$ 50,00 e R$ 75,00.
Provas:
Este concurso dar-se-á através da aplicação de prova objetiva de caráter eliminatório e classificatório que se realizará no respectivo município de Goianésia do Pará em um ou mais dias de domingo ou feriado, no período de 11 a 18 de novembro de 2012. A data, local e horário em que ocorrerá a prova objetiva serão divulgados junto com a confirmação das inscrições. Haverá ainda prova de títulos para os cargos de Professor e Técnico Pedagógico que forem aprovados na prova objetiva.
Validade:
A validade deste concurso será de dois anos, mas poderá ser prorrogado por igual período, caso faça-se necessário.

Edital / Publicações