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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Ver muita TV antes de dormir interfere no adormecer das crianças

criancatv Ver muita TV antes de dormir interfere no adormecer das crianças
Se não há um bom sono, pode não ser atingida a estatura esperada
Um estudo publicado na edição de fevereiro do Pediatrics (jornal oficial da Academia Americana de Pediatria) faz um alerta aos pais: quanto mais tempo a criança assiste TV, à noite, antes de dormir, menos ela dorme.
 
Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores analisaram as atividades realizadas por crianças 90 minutos antes que elas deitassem para dormir e como elas influenciavam o adormecer. A pesquisa reuniu dados de mais de 2.000 crianças e adolescentes com idades entre 5-24 anos na Nova Zelândia.
 
O objetivo era verificar como as crianças gastavam o seu tempo à noite, incluindo alimentação, preparação para dormir, leitura ou realização dos deveres de casa, tempo assistindo televisão, jogando videogames, ouvindo música e realizando outras atividades.
 
Os pesquisadores descobriram que entre todas as crianças da amostra, a atividade que mais tomava tempo, à noite, é assistir televisão antes de dormir. “O tempo de tela” variava entre 30 e 90 minutos todas as noites. Como resultado, o início do sono das crianças que assistiam mais TV pode ser adiado em até 13 minutos a mais em relação ao tempo do início do sono das que viam menos TV.
 
“Ou seja, a redução do ‘tempo de tela’ à noite pode ajudar a promover o início do sono mais cedo em crianças e adolescentes, fator essencial para um apropriado desenvolvimento”, observa o pediatra Moises Chencinski (CRM-SP 36.349).
 
Sono e saúde na infância
“A criança que não dorme direito pode ter alterações de humor e de apetite, desatenção nas atividades escolares e cotidianas e problemas de crescimento”, alerta o médico. Pesquisadores da Universidade de Northwestern (Estados Unidos) revelaram que uma hora a mais de sono diminui as chances de excesso de peso em até 36% em crianças de 3 a 8 anos.
 
O sono ruim ou a falta dele atrapalha o processo de aprendizagem. Birra, comportamento agressivo, apatia nas brincadeiras e brigas constantes são alguns dos sintomas da falta de sono reparador.
 
Segundo pesquisas recentes, crianças com problemas para dormir tiram notas piores na escola e teriam mais dificuldade para aprender. Outro estudo, finlandês, acompanhou 280 crianças nascidas em 1998 até que elas completassem 8 anos. Ficou comprovado que os problemas de comportamento decorrentes de noites mal dormidas são parecidos aos das crianças diagnosticadas com déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).

É enquanto dorme que a criança consolida a memória e fixa o que aprendeu durante o dia. O sono restaura as energias para o dia seguinte. Além disso, o pico do hormônio GH (do crescimento) é noturno. Se não há um bom sono, pode não ser atingida a estatura esperada.
 
Para assegurar uma boa noite de sono da criança, é preciso rever os hábitos de toda a família. Uma pesquisa realizada na Universidade Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, mostra que a disponibilidade emocional das mães na hora de colocarem seus filhos para dormir foi importante fator para que eles adormecessem mais facilmente e não acordassem à noite. “Podemos entender como disponibilidade emocional o fato de os pais prestarem atenção e atenderem seus filhos de forma tranquila, promovendo atividades calmas e que envolvam algum contato com elas antes de dormir”, comenta Chencinski.
 
“Isso quer dizer que, mandar, impacientemente, as crianças irem para a cama pode não trazer bons resultados. O melhor é ensiná-las desde cedo o horário correto para dormir, além de fazê-las descansar em seu próprio quarto, sozinhas”, defende o pediatra.
 
Dicas para dormir bem
 
A seguir, o Moises Chencinski lista algumas dicas que podem assegurar uma boa noite de sono para as crianças:
 
• Controle da ingestão de líquidos antes de os pequenos se deitarem;
 
• Alimentos ricos em cafeína, como chocolate, chá preto e chá-mate, café e refrigerantes devem ser evitados à noite, pois são estimulantes;
 
• Ao invés de cansar as crianças com atividades que exigem energia, incentive-as a fazer algo relaxante antes de dormir, como ler ou ouvir uma música suave;
 
• Chá de camomila ou um copo de leite morno podem ajudar os pequenos a dormirem melhor. O leite contém triptofano, aminoácido que participa da produção de serotonina que, por sua vez, regula o sono e provoca uma sensação de bem-estar;
 
• Desligue a televisão e o computador pelo menos uma hora antes da criançada se deitar. A luz desses equipamentos impede que o cérebro entenda que já é hora de descansar.
 
Fonte Corposaun

Conheça os chás que auxiliam na digestão

O chá verde é um ótimo digestivo, já que ativa
a produção de ácidos estomacais
Bebida dissolve gorduras e diminui a formação de gases
 
Chá de boldo, de menta, hortelã, camomila, erva-doce, etc. Quem nunca tomou um deles depois de exagerar no almoço ou comer aquela feijoada que não caiu bem? Por ser feito basicamente de água e ervas, o chá hidrata e causa uma sensação de bem-estar. "As infusões (quando se coloca folhas, flores ou frutas em água quente) ajudam na digestão, aceleram o metabolismo, combatem o inchaço e até cortam o apetite quando ele perde o limite", afirma o consultor farmacêutico Kali Rafael Nardino, da Divine Shen.

Erva-doce, carqueja, espinheira-santa, chapéu-de-couro, jurubeba, abacateiro, cavalinha e bugre cortam a fome fora de hora, segundo Nardino. "Mas precisamos levar em conta a qualidade da matéria-prima, que é determinada principalmente pela forma de cultivo, procedência, processamento e armazenagem", diz o farmacêutico, que também recomenda o consumo de chá branco.
 
"Ele ajuda a desinchar, desintoxicar e acelerar o metabolismo, facilitando a queima de gordura. A vantagem é que faz tudo isso de maneira mais intensa e com sabor bem suave", afirma. Já a nutricionista funcional Daniela Jobst, recomenda o chá verde como um ótimo digestivo, já que ativa a produção de ácidos estomacais.
 
Suas folhas são usadas na medicina popular para tratamento de problemas digestivos e hepáticos. "Mesmo sendo muito comum entre a população, alguns estudos toxicológicos sugerem que o chá de boldo deve ser consumido com moderação e cuidado, além de ser proibido na gravidez porque ameaça a saúde do bebê", diz o farmacêutico.

Segundo a nutricionista da equipe médica do Dieta e Saúde, Erica Lopes, uma xícara de chá quente depois das refeições ajuda a fazer digestão. "Escolha o chá de sua preferência, independente do sabor, já que é a quentura do mesmo que favorece a boa digestão. Além disso, dissolve gorduras e diminui a formação de gases", garante.

Na lista das plantas conhecidas como digestivas estão hortelã, menta, hibisco, psilium, cáscara-sagrada, zedoária e fucus. Essas infusões são ótimas de serem consumidas depois das refeições. Um velho conhecido do sistema digestivo é o boldo, também chamado popularmente como boldo-do-chile.
 
Riscos para saúde
De acordo com levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% da população utilizam chás ou remédios naturais, fazendo uso da medicina popular para tratar doenças. O grande problema, no entanto, é o uso em excesso que, segundo especialistas, é difícil mensurar.

Sendo assim, para evitar riscos, uma dica é não substituir a ingestão de água ou outros líquidos pelos chás exclusivamente. Indica-se, ainda, variar as ervas utilizadas e evitar infusões muito concentradas. Gestantes devem consultar o médico antes de consumir chás, já que algumas plantas podem ser abortivas.
 
Fonte Minha Vida

Conheça os alimentos que mais causam má digestão

Carnes vermelhas, leite, tomate e pepino têm fama de indigestos
 
Não existem alimentos exclusivamente indigestos para todas as pessoas. Cada indivíduo é mais sensível a esse ou aquele ingrediente. Mas a culpa não é só da comida. Os hábitos alimentares também influenciam.

Segundo a gastroenterologista da Universidade Federal de São Paulo Luciana Lobato, há, na verdade, quatro razões para a má digestão: alimentos que você come, a maneira como você os consome, a quantidade de líquidos ingerida durante as garfadas e doenças associadas ao aparelho digestivo.
 
Conheça os alimentos que sofrem o maior número de queixas em relação à digestão:
 
Conheça os alimentos que causam má digestão - Foto: Getty ImagesAlimentos gordurosos, como ovos, carnes vermelhas, derivados de leite e frituras, são famosos por dar azia.
 
As gorduras presentes nesse tipo de comida podem mesmo comprometer o processo digestivo, já que retardam o esvaziamento do estômago
Conheça os alimentos que causam má digestão - Foto: Getty ImagesFrutas cítricas são vistas como grandes causadores de dores de estômago. Manga, laranja, abacaxi, tangerina e morango realmente aumentam a dor de quem tem gastrite ou úlcera. Essas pessoas devem dar preferência às frutas alcalinas, como banana, uva-passa, mamão e melão. Porém, para quem não enfrenta esse tipo de problema, o limão, por exemplo, ajuda a digerir alimentos pesados, principalmente as carnes
Conheça os alimentos que causam má digestão - Foto: Getty ImagesCafeína, presente no café, na maioria dos chás e nos refrigerantes de cola, é outro item a ser evitado por quem apresenta gastrite ou úlcera, já que estimula acidez no estômago. Mesmo pessoas saudáveis apresentam sintomas de azia com o uso exagerado da substância. Além disso, o café relaxa os músculos que impedem a passagem dos alimentos do estômago para o esôfago. Por isso, o consumo excessivo de cafeína pode facilitar a volta da comida para a garganta, causando vômitos e sensação de queimação
Conheça os alimentos que causam má digestão - Foto: Getty ImagesApesar de serem antioxidantes e, portanto, ajudarem a diminuir o risco de alguns tipos de câncer, os tomates podem causar azia e má digestão. O ideal é consumi-los três vezes por semana. Segundo uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas, os benefícios do tomate para a saúde são potencializados com o cozimento. Portanto, fazer um molho, de preferência usando azeite extra-virgem e outros ingredientes saudáveis, é a melhor pedida
Conheça os alimentos que causam má digestão - Foto: Getty ImagesQuando ingerimos líquidos, principalmente refrigerantes, com as refeições, o suco gástrico é diluído, modificando o pH local e fazendo com que a atividade enzimática fique comprometida. Isso piora a eficiência na absorção de vitaminas e minerais e contribui com a má digestão das proteínas. Assim, podem surgir, dependendo da pessoa, diarreia ou constipação
Conheça os alimentos que causam má digestão - Foto: Getty ImagesA melancia tem fama injusta de indigesta. A impressão de que a fruta causa má digestão vem dos movimentos intestinais que ela causa em função de suas fibras insolúveis.
 
Na verdade, a digestão da melancia é fácil, já que ela é composta basicamente por água
Conheça os alimentos que causam má digestão - Foto: Getty ImagesO pepino, um legume da mesma família da abóbora e da abobrinha, é indigesto para muitas pessoas.
 
Para evitar o problema, não descasque o pepino.
 
Assim, além de não dar má digestão, ainda neutraliza a acidez estomacal
Conheça os alimentos que causam má digestão - Foto: Getty ImagesO pimentão, rico em cálcio, fósforo, ferro e sódio, é outro vegetal com fama de causador de má digestão.
 
Para que ele não fique indigesto, existe um truque: esquente-o no fogo por alguns instantes e remova a pele antes de acrescentá-lo em um prato
Conheça os alimentos que causam má digestão - Foto: Getty ImagesO leite e seus derivados são alguns dos alimentos que mais causam reclamações com relação à dificuldade de serem digeridos. Isso acontece porque, atualmente, muitas pessoas têm intolerância à lactose (dificuldade para digerir a substância, seguida de náusea, vômito ou diarreia) ou má digestão da lactose (problema em processar esse carboidrato, mas sem incômodos subsequentes).
 
Estima-se que 50% dos adultos tenham intolerância. Para essas pessoas, é aconselhável substituir o leite por bebidas vegetais de digestão mais fácil, como os leites de arroz, quinoa, aveia, amêndoas e soja. Além disso, hoje já existem cápsulas de lactase, suplemento alimentar que auxilia na digestão da lactose
 
Fonte Minha Vida

Mel ajuda no combate de doenças gastrointestinais

Para usufruir de todos os benefícios do mel, a especialista diz
que duas colheres de sobremesa, ao dia, são suficientes
Natural e completo, alimento é grande aliado na digestão
 
Você consome mel? Se ainda não, saiba que está perdendo diversos benefícios que este alimento oferece para sua saúde. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), ele possui mais de 70 substâncias essenciais ao organismo, como água, frutose, sacarose, glicose (carboidratos), potássio, ferro, sódio, fósforo, zinco, cloro, cálcio, magnésio, vitaminas do complexo B, vitaminas A, E, C e alguns tipos de aminoácidos (proteínas). "Trata-se de um alimento de alta qualidade e energético, com ação imunológica, analgésica, antibactericida, anti-inflamatória e que funciona como laxante natural", afirma a nutricionista Flávia Morais, da rede Mundo Verde.
 
Para usufruir de todos os benefícios do mel, a especialista diz que duas colheres de sobremesa, ao dia, são suficientes. As crianças a partir de um ano podem consumir o alimento sem risco de alergia. O cuidado fica por conta dos diabéticos, já que o mel é fonte de carboidratos simples e de alto índice glicêmico, correndo o risco de descontrolar as taxas de açúcar no sangue.

No entanto, ele é mais bem aceito pelo organismo do que o açúcar branco, fonte de calorias vazias e que não oferece nenhum nutriente ao organismo, além da glicose. "Isso porque 40% da composição do mel é frutose, o açúcar natural das frutas, bem menos prejudicial", afirma a nutricionista Vivian Goldberger, do Emagrecentro.
 
Flávia ressalta ainda sua função pré-biótica, que melhora o funcionamento do intestino e a absorção de nutrientes.

A aplicação do mel, por sinal, é muito indicada na assimilação dos alimentos e na prevenção e nos tratamentos de desordens gastrointestinais, tais como úlceras, gastrites e gastroenterites.
 
Fonte Minha Vida

Própolis assume funções de remédio natural multiuso

Produzida pelas abelhas, ela resulta da mistura de substâncias
 colhidas do pólen e das árvores com as secreções da própria abelha
Flavonoides e aminoácidos são os principais responsáveis por sua ação benéfica a saúde

O ditado popular já dizia: a própolis é um santo remédio. Mas será que o remedinho receitado pela vovó funciona de fato? Produzida pelas abelhas, ela resulta da mistura de substâncias colhidas do pólen e das árvores com as secreções da própria abelha.

A combinação dá origem ao produto, que é rico em aminoácidos, vitaminas e bioflavonoides, tornando a própolis um poderoso antioxidante com ação antibiótica. "Seu uso tem indicações específicas que devem ser respeitadas", explica o zootecnista Sílvio Lengler, professor de apicultura da UFSM (Universidade de Santa Maria, RS).

Composição química da própolis
Resinas e bálsamos aromáticos: 50%
Ceras: 25 a 35%
Óleos essenciais: 10%
Grãos de Pólen: 5%
Minerais: alumínio, cálcio, estrôncio, ferro, magnésio, silício, titânio, bromo e zinco.
Vitaminas: pró-vitaminas A e todas do complexo B.
Flavonoides: Ésteres cafeinados. 
 
Benefícios para a saúde
 
Ação antibacteriana: a própolis é popularmente conhecida como sendo um antibiótico natural. A grande vantagem de seu uso em relação aos antibióticos comuns é que ela destrói as bactérias nocivas, preservando as benéficas, como é o caso das bactérias da flora intestinal.

Alguns estudos apontam que as bactérias não criam resistência à própolis, como acontece com os antibióticos sintéticos, impedindo que estas se tornem mais nocivas, perigosas e resistentes.
 
Antiviral: é uma poderosa aliada no combate dos vírus do herpes e da gripe. Também previne o aparecimento de constipações, pneumonias, resfriados e doenças do aparelho respiratório.

"A Universidade Federal de Santa Catarina realizou recentemente um etudo confirmando a ação broncodilatadora e analgésica da própolis", explica o epecialista.

"Conclui-se que a própolis pode ser usada tanto na prevenção como no tratamento da gripe, asmas, bronquites e resfriados. Seu uso já é consagrado no tratamento de sinusites, amidalites e renites", continua.
 
Antifúngica: sua ação estende-se ainda a fungos, como a Candida albicans, responsável por infecções vaginais, bucais e no sistema digestivo. "A própolis também tem ação antimicótica, atuando sobre alguns fungos e leveduras, principalmente micoses e coceiras no corpo, fungo de unha e dermatite seborreica. Nestes casos, utiliza-se xampus à base de própolis, pomadas e extrato de própolis", explica o zootecnista.
 
Função imunoestimulante: estudos científicos também apontam o benéfico da própolis para o fortalecimento do sistema imunológico. O fato de estimular as células imunológicas torna a própolis um potente agente anti-infeccioso. "Ela estimula a produção de células produtoras de anticorpos e globulinas, importantes para pacientes com baixa resistência", diz Sílvio.
 
Combate os radicais livres: além de possuir ação antioxidante, que bloqueiam a ação dos radicais livres sobre as células saudáveis, a própolis preserva a ação da vitamina C, um potente antioxidante antienvelhecimento.

Função cicatrizante e regeneradora dos tecidos: a presença de flavonoides e aminoácidos, considerados regeneradores dos tecidos, torna a própolis eficaz no tratamento de dermatites, feridas, úlceras e queimaduras. "Sabe-se que a maioria das úlceras gástricas são causadas pelo bacilo Heliobacter pilori, que é altamente sensível à própolis. Isso justifica o seu emprego no tratamento de infecções gástricas", explica o apicurista.
 
Alívio de dores: sua função anestésica faz da própolis um excelente suplemento no combate de amidalites, dores de garganta, dor de dentes, entre outras.

Indicações para utilização da própolis
- Em doenças inflamatórias superficiais, como estomatite, amidalite, gengivite, piorreia alveolar, hemorróidas. No caso de estomatite e inflamações da garganta, o extrato alcoólico traz melhores resultados, uma vez que cria uma película protetora no local onde foi passado;

- Também é indicada para evitar a fadiga, melhorar as ulcerações e inflamações e amenizar os sintomas do reumatismo, do diabetes e da hipertensão;

- Fortalecimento da ação imunológica pela ação de linfócitos, estimulação do organismo enfraquecido, redução dos efeitos colaterais de anti-cancerígenos e radioterapia;

- Prevenção e tratamento de pneumonia crônica e bronquite infantil;

- Tratamento de queimaduras graves e efeitos sobre doenças dermatológicas.
 
Contra-indicações
Mesmo com tantos benefícios a própolis deve ser usada com cautela: "devemos lembrar que a própolis não é um remédio milagroso para todos os males e, em função de suas propriedades, deve ser utilizada com cautela e só quando necessário", explica.

Também há a dose correta para evitar intoxicações. "Mais de 60 gotas por dia da própolis é considerada uma dose elevada."
 
Uso oral
A própolis para uso oral deve ser preparada sempre por laboratório e apresenta-se usualmente na forma de extratos, spray bucal, pastilhas, balas, suspensão, xaropes, comprimidos e em gotas. A substância jamais deve ser manipulada em casa.

Uso cosmético

Existe uma infinidade de cosméticos à base de própolis, como xampus, cremes faciais e outros. Embora muito eficientes no tratamento de problemas como a caspa, acnes e alergias, devem ser usados somente diante prescrição médica. "Muita gente acha que os cremes e xampus são de uso cosmético e podem ser usados livremente, mas acabam se intoxicando ou intensificando o problema", finaliza o zootecnista.
 
Fonte Minha Vida

Gripe aviária deixa 2 pessoas em estado crítico na China

Guiyang é a segunda cidade atingida pelo vírus neste ano
Duas pessoas da cidade de Guiyang, uma mulher e um homem, estão em estado crítico após serem infectadas pelo vírus H5N1 da gripe aviária, segundo confirmaram as autoridades chinesas da província (Guizhou).
 
A mulher, de 21 anos, e o homem, de 31, deram positivo no teste de diagnóstico realizado neste domingo, após manifestar sintomas que apontavam para a gripe aviária, segundo a agência oficial "Xinhua".
 
"Estão em condição crítica, e os médicos iniciaram um tratamento de emergência", assinalou o Ministério da Saúde em comunicado citado pela "Xinhua".

Guiyang é a segunda cidade atingida pelo vírus neste ano , depois que um jovem emigrante situado em Pequim, Huang Yangqing, morreu no mês passado vítima da doença.
 
Fonte R7

Aminoácidos

Os aminoácidos garantem energia para aumentar a resistência
do corpo durante a prática de atividade física
Os aminoácidos são os elementos que formam as proteínas, fornecendo energia ao corpo e definindo os músculos. Para que o organismo possa metabolizar as proteínas, primeiro tem de decompô-las em aminoácidos.
 
Depois de um treino, especialmente se o organismo não ingeriu proteínas durante um longo período de tempo, os músculos necessitam que os aminoácidos estejam disponíveis rapidamente.
 
Na natureza existem cerca de 200 aminoácidos, mas só 21 são metabolizados pelo organismo humano. Entre estes, oito são chamados essenciais, isto é, não sendo sintetizados pelo nosso organismo, devem ser fornecidos pelos alimentos.
 
Os 13 produzidos no organismo são chamados de não-essenciais.
 
Os aminoácidos essenciais são a leucina, isoleucina, valina, triptofano, metionina, fenilalanina, treonina e lisina (a histidina é um aminoácido essencial na infância).
 
Os não-essenciais são: Alanina, arginina, ácido aspártico, aspargina, ácido glutâmico, cistina, cisteína, glicina, glutamina, hidroxiprolina, prolina, serina e tirosina.
 
Os aminoácidos deixam os músculos maiores e mais fortes, previnem a destruição do tecido muscular; a fadiga, o cansaço, ajudam a fortalecer o sistema imunológico e garantem energia para aumentar a resistência do corpo durante a prática de atividade física.
 
Fonte R7

Não caia na tendinite!

A tendinite é uma doença que pode ter causas ocupacionais,
pela repetição de movimentos
A tendinite é uma doença que pode ter causas ocupacionais, pela repetição de movimentos, principalmnete os das mãos, pulsos e braços e é muito comum hoje em dia, visto que a maioria das profissões exigem, por exemplo, a digitação nas teclas de um computador.
 
O diagnóstico é geralmente feito pelo médico com o auxílio de exames de raios-X, ultra-sonografias, ressonâncias magnéticas e provas laboratoriais.
 
Para prevenir a tendinite, o ideal é quando se começa a sentir sintomas de dores nas articulações, a pessoa deve interromper sua atividade normal de trabalho por alguns minutos, a cada hora, para descansar as partes afetadas.
 
Cuidar da alimentação também é importante, para fortalecer os músculos e ossos.
 
E também ser acompanhado por um médico, inclusive fazendo fisioterapia, quando necessário, é fundamental para vencer a tendinite.
 
Fonte R7

Dengue já matou 23 pessoas no Paraguai em 2013

No sábado passado, cerca de 1.102 pessoas permaneciam
 hospitalizadas por conta de complicações da doença
As autoridades sanitárias do Paraguai elevaram para 23 o número de mortes causadas pela dengue neste ano e cifrou em 21.367 casos suspeitos da doença.
 
A diretora geral de Vigilância de Saúde do Ministério, Celia Martínez, informou que no fim de semana foram confirmadas através de análise quatro novas mortes por conta da dengue, o que elevou de 19 a 23 o número de vítimas fatais causadas pela doença.
 
Celia disse que até o momento as autoridades registraram 21.367 casos suspeitos e que no sábado passado, cerca de 1.102 pessoas permaneciam hospitalizadas por conta de complicações da doença, que é transmitida através da picada do mosquito Aedes Aegypti.
 
A funcionária, em declarações reproduzidas pela agência pública "IP Paraguai", pediu que a população redobre as tarefas para eliminar os criadouros do mosquito transmissor, que procria em água parada. "A previsão para esses dias é de chuva, por isso é fundamental que a comunidade tenha consciência e assuma o compromisso de limpar suas casas e contribuir na luta contra a dengue por meio da eliminação dos criadouros de mosquistos.
 
Não podemos guardar água", disse. A nova epidemia de dengue fez com que as autoridades sanitárias alertassem sobre uma possível epidemia nacional em 8 de janeiro.
 
Essa doença matou 70 pessoas no Paraguai em 2012, quando foram confirmados 30.823 casos de dengue.
 
Os números do ano passado superaram os de 2011, quando houve 62 mortes, e refletiram um impacto desconhecido da doença no Paraguai, que não registrou casos mortais até 2007.
 
Fonte R7

IBM coloca supercomputador para trabalhar no tratamento do câncer

O programa é comercializado com o nome
Interactive Care Insights for Oncology
A IBM colocou para trabalhar na luta contra o câncer seu supercomputador Watson, no que descreveu como o primeiro programa comercial deste tipo a usar "dados maciços" com o objetivo de ajudar pacientes que sofrem da doença.
 
A gigante americana da informática revelou a iniciativa na semana passada, juntamente com a seguradora WellPoint e o centro de tratamento do câncer Memorial Sloan-Kettering, de Nova York.
 
O supercomputador peneirou 600 mil amostras médicas, além de 2 milhões de páginas de 42 publicações médicas e testes clínicos de pesquisas oncológicas.
 
Isto pode acelerar a forma como os dados são analisados, para se realizar um melhor diagnóstico e tratamento", explicou Craigh Thomson, presidente do centro Sloan-Kettering.
 
"Podem se passar anos até que as últimas novidades em oncologia alcancem todos os centros de saúde", assinalou. "A combinação de tecnologias transformadoras encontradas no Watson com nossas análises sobre o câncer e o processo de tomada de decisões tem o potencial de revolucionar o acesso à informação para o tratamento do câncer em comunidades de todo o país e do mundo."
 
A IBM anunciou pela primeira vez seu projeto de trabalhar com a WellPoint em 2011, e, no ano passado, começou a receber dados deste centro de pesquisas nova-iorquino especializado na doença.
 
A primeira aplicação trabalhará com 1.500 casos de câncer de pulmão, para os quais médicos e analistas treinam Watson para extrair e interpretar notas físicas, resultados de laboratório e pesquisas clínicas.
 
O Maine Center for Cancer Medicine e o Westmed Medical Group são os dois centros que irão testar o serviço e repassar sua avaliação a WellPoint, IBM e Memorial Sloan-Kettering.
 
"O trabalho da IBM com a WellPoint e o Memorial Sloan-Kettering representa um marco em como a tecnologia e medicina baseada em evidências podem transformar a forma como se pratica o atendimento médico", disse Manoj Saxena, da IBM.
 
"Estas capacidades inovadoras são as primeiras de uma série de tecnologias baseadas no Watson, que exemplificam o valor de se aplicar dados em massa e análises à computação cognitiva, para se enfrentar os maiores desafios da indústria."
 
O programa é comercializado com o nome Interactive Care Insights for Oncology.
 
Fonte R7

Alcachofra

Estudos mostram que os povos do mediterrânicos
 já usavam este alimento há séculos
Chamamos de alcachofras, as flores verdes e ainda não totalmente desenvolvidas de uma espécie de cardo, pertencente à família das Compostas, que se cultiva em toda a bacia do Mediterrâneo, especialmente na Espanha e na França.
 
Estudos mostram que os povos do mediterrânicos já usavam este alimento há séculos. Entre os compostos que formam a alcachofra encontramos açúcares, tanino, fermentos e coalho, vitaminas A, B1, B2 e C, sais minerais como potássio, cálcio, magnésio e, sobretudo, o manganês, em porcentagem que não se encontra em nenhuma outra verdura. Possui apenas 50 calorias por cada 100g.
 
A aplicação terapêutica das alcachofras é muito conhecida, principalmente no que diz respeito à proteção do fígado. Esta planta tem um importante papel na formação da bílis, funcionando como um excelente auxílio para regularizar e manter sob controle as funções hepáticas.
 
Também evita dores no ventre, vômitos, enjôos, flatulência, vertigens, alterações intestinais como diarréia e prisão de ventre e combate ainda o prurido retal.
 
Exerce uma ação reguladora sobre os rins, devido a maior eliminação da água.
 
Outras pesquisas demonstram que a ingestão de alcachofra pode ajudar a proteger o organismo contra a arteriosclerose.
 
Fonte R7

Saiba como cuidar dos pequenos ferimentos das crianças

Pequenos machucados podem ser comuns entre as crianças,
especialmente aquelas que brincam mais
Quedas, arranhões ou pequenos cortes podem ser comuns entre os pequenos, mas precisam de atenção
 
Pequenos machucados podem ser comuns entre as crianças, especialmente aquelas que brincam mais. Mas esses acidentes indesejados podem ser evitados ou, pelo menos, amenizados com alguns cuidados. Na escola, a atenção e os cuidados básicos dos profissionais nos momentos de recreação são de extrema importância, como o acompanhamento e supervisão em brinquedos nos parquinhos, que oferecem riscos de quedas ou quinas perigosas.
 
Para evitar os riscos de acidentes em parquinhos de areia ou grama, quadras e outros ambientes oferecidos pela infraestrutura da escola, os professores e responsáveis devem ficar atentos às condições dos brinquedos, higiene dos locais e instalações.
 
— É sempre bom reforçar que se um ferimento leve (como arranhão, corte superficial, escoriação) não receber a atenção necessária, pode ocasionar problemas de saúde mais graves, como infecção do local que pode se estender para outras partes. Cuidados básicos e imediatos, como lavar o local com água corrente e sabão, são fundamentais para limpar qualquer ferida e, caso o machucado seja mais sério é preciso procurar ajuda médica — afirma a dermatologista Anelisa Baungartner Lamberti, membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da American Academy of Dermatology.
 
Além disso, segundo a médica, é preciso evitar o contato da região machucada com água de piscina, areia e terra para prevenir possíveis infecções.
 
— Durante toda a cicatrização, é necessário também evitar a exposição do local ao sol para não ocasionar manchas que podem ser difíceis de remover — finaliza a especialista.
 
Dicas para cuidar dos ferimentos
Alguns passos são importantes para garantir um cuidado eficiente dos machucados superficiais:
 
Higienização do local
Lavar o local com água corrente e sabão assim que o ferimento acontecer até desaparecer qualquer sinal de sujeira ou corpo estranho, como terra ou grama. Para garantir a boa limpeza do machucado, deve-se secar a região lavada e, para reforçar a higienização, é recomendado desinfetar com um agente antisséptico.
 
Prevenção de infecções
Para prevenir ou tratar o início de possíveis infecções da pele causadas por bactérias após pequenos cortes, arranhões e queimaduras, pode-se usar uma pomada antibiótica.
 
Proteção do ferimento
Cobrir o local com curativo ou gaze limpa e esparadrapo poroso é recomendado somente nos casos em que os ferimentos estejam em locais sujeitos ao atrito como cotovelos, joelhos, mãos e pés. A recomendação é deixar o ferimento aberto e seco para que a cicatrização aconteça de forma mais rápida.
 
Respeitar as crostas
As crostas, ou as "casquinhas”, se formam sobre a pele machucada para protegê-la e caem espontaneamente. Por isso, não permitir que as crianças retirem as crostas é fundamental para a boa cicatrização.
 
Fonte Zero Hora

Qual é a primeira reação do cérebro diante de uma tragédia?

Para o cérebro, o bem maior é a existência do indivíduo
Por vezes deixa-se de perceber o outro em prol da sobrevivência
 
Quem acompanhou a recente tragédia da casa noturna Kiss, no Rio Grande do Sul, que deixou quase 240 mortos, deve ter se colocado (pelo menos por alguns segundos) na pele das pessoas que estavam no local na hora do ocorrido.

Susto, medo, desespero, vontade de correr e se salvar, vontade de ficar e ajudar os outros. Fumaça, barulho, tensão, adrenalina e corre-corre. Ingredientes desfavoráveis... falta de tempo, falta de espaço.

Razão? Emoção? Correr para o lado certo, evitar o calor, não inalar fumaça, cobrir o rosto com toalha molhada, não pisar em ninguém... uma tempestade inédita de variáveis, poucos segundos para decidir. Como será que o cérebro faz suas escolhas na hora "H"? O que ocorre no corpo nesse momento?

 Conversamos com o Neurologista Leandro Teles, formado e especializado na USP, sobre a reação cerebral durante uma tragédia.

 — O cérebro humano apresenta um pacote de reações padronizadas em momentos de estresse agudo. O sangue é redirecionado, ocorre eleição de prioridades, sensações desnecessárias são omitidas da consciência e começa uma luta contra o relógio e pela sobrevivência — explica.

 Pedimos ao especialista que enumere e explique as principais mudanças fisiológicas ocorridas nesse tipo de situação:

 1 – Ativação do sistema de alerta: Ocorre uma descarga cerebral imediata (quase reflexa, mesmo antes de nos darmos conta adequadamente do problema, pois o cérebro desenvolveu padrões de risco de vida), segue-se aumento da liberação de adrenalina na corrente sanguínea que leva a alterações orgânicas bastante características: pele pálida, olhos arregalados, pupila dilatada, taquicardia, aumento da pressão arterial.

O sangue é direcionado aos músculos e ao cérebro (sai da pele e dos intestinos). Tudo tem razão de ser: perde-se a percepção visual de detalhes e passamos a enxergar melhor o todo, o sangue circula mais rápido e dá conta de nutrir toda a musculatura necessária para escapar da situação com vida.

 2 – Redução da percepção cerebral de algumas sensações: Nessa hora ocorrem mudanças das entradas cerebrais, sentimos menos sensações como a dor (podemos, por exemplo: quebrar um osso, pisar em cacos de vidros, esmagar um dedo e não sentir praticamente nada); também não sentimos vontade de ir ao banheiro, fome ou sede. Tudo isso fica paralisado, em segundo plano e só será retomado em momento oportuno.

 3 – Redução das escolhas racionais: A razão exige duas coisas que não temos em momentos de tensão agudos e inesperados: informações e tempo. O cérebro toma decisões mais emocionais, intuitivas e primitivas. A falta de ciência dos fatos e o temor antecipatório do sofrimento levam a atitudes que a pessoa nunca cometeria em situações ideais.

Pessoas podem pular de uma altura absurda para escapar de um mal menor, podem correr para o lado errado, podem atropelar e fazer mal às outras pessoas em prol da própria sobrevivência, etc. Por vezes as pessoas são encontradas em estado de choque, sem conseguir se comunicar ou formular um pensamento com começo meio e fim.

É comum as pessoas de fora da cena questionarem: por que não se fez isso ou aquilo? Agora, o substrato neurológico do momento nubla e perverte gravemente as vias do pensamento lógico. Qual seria a vantagem disso então? Certamente a velocidade de reação. Titubear, ficar indeciso ou mesmo paralisado consegue ser pior que correr o risco de tomar uma decisão equivocada.

 4 – Ativação de sistemas de manutenção da vida: Na hora "H" ficamos mais fortes, mais rápidos, mais firmes, decididos e muito mais corajosos. O foco extremo é ficar vivo. Para o cérebro, o bem maior é a existência do indivíduo. Com isso, falta trabalho em equipe e, por vezes, deixamos de perceber o outro, complicando algumas situações. Ao mesmo tempo, não faltam histórias de superação e feitos bem acima do esperado em prol da sobrevivência.

Agora, evidentemente que as mudanças decorrentes da vivência de uma tragédia não são apenas agudas. Podem surgir cicatrizes mais profundas no funcionamento cerebral dessas pessoas. Ansiedade, depressão, pesadelos, certo receio que não passa, certa culpa por não ter previsto ou agido melhor no momento, enfim.

É fundamental medidas de saúde aos sobreviventes e a todos os familiares. Paralelamente precisamos de treinamento intenso para situações agudas, de modo a automatizar a conduta, minimizando os erros interpretativos e reduzindo ao máximo o número de perdas nessas situações.
 
Fonte Diário Catarinense

Saiba por que, mesmo vacinadas, as crianças podem adoecer

Os efeitos colaterais ou a aquisição de doenças,
em escala mais branda, são normais
Efeitos colaterais ou aquisição de doenças, em escala mais branda, são normais
 
Algumas crianças, mesmo vacinadas, adquirem o vírus das doenças contra as quais foram imunizadas. O fato deixa muitos pais inquietos com a possível ineficácia da vacina. Especialistas afirmam, porém, que não há por que se preocupar: se você vacinou o seu filho, fez o melhor por ele.
 
Os efeitos colaterais ou a aquisição de doenças, em escala mais branda, são normais, pois eventualmente o corpo expressa a doença, com pequenas manifestações de seus sintomas.
 
O pediatra e professor da Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre (FFFCMPA) José Paulo Ferreira explica que o Sistema Nacional de Imunização abrange as doenças mais agressivas, mas que, apesar disso, a vacina não é milagrosa:
 
– Criamos vacinas com o máximo de reforço, que acabam imunizando 95% do organismo. Quando, por ventura, aparece uma doença, não se pode esquecer que é mais branda e com menos efeitos colaterais.
 
Fazer as imunizações com a finalidade de prevenir futuros problemas é um dever de que, segundo o especialista, os pais não podem abdicar. Como a maioria das vacinas é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), não há motivo para deixá-las de lado. Entre as que não são oferecidas pela rede pública estão a da varicela, a da hepatite A e a contra o HPV (que previne doenças como o câncer de colo de útero, por exemplo). Essa última é mais recente e indicada, de acordo com Ferreira, para meninas até os nove anos, antes do início da vida sexual.
 
A orientação da Sociedade Brasileira de Pediatria é de que seja cumprido todo o calendário das vacinas, ressalta a pediatra Silvana Marcantônio. A médica relembra que, em 2012, houve uma onda forte de coqueluche no Estado, e os principais atingidos foram os bebês pequenos, que só tinham recebido a primeira dose das vacinas e estavam, portanto, menos imunizados.
 
Mitos e verdades
 
Meu bebê precisa de vacinas se eu o estou amamentando?
Sim, mesmo com aleitamento materno, que oferece uma proteção temporária, é preciso realizar as vacinas.
 
As vacinas de clínicas são melhores que as do posto de saúde?
Depende, há muitas vacinas diferentes. Nas clínicas, há algumas variações, que podem gerar menos efeitos colaterais. As do sistema público, porém, devem ter a mesma efetividade.
 
Tomar muitas vacinas no mesmo dia pode fazer mal?Pode causar mais reações, mas o esquema da campanha de vacinação já foi planejado para ser compatível com todas as vacinas no mesmo dia.
 
Posso usar paracetamol antes de fazer as vacinas?
Não, só se deve usar antitérmico após a vacinação em caso de febre ou dor.
 
Fontes: pediatras José Paulo Ferreira e Silvana Marcantônio
 
Blog Meu Filho

Artigo aponta falhas em exame de resistência a bactérias

Pacientes podem ter recebido prescrições de antibióticos
 errados ou mais fortes do que o necessário
Uma investigação conduzida pela equipe da revista médica "British Medical Journal" revela que uma fabricante de testes diagnósticos à venda no mundo todo falsificou dados de controle de qualidade e pode ter enviado produtos ineficazes aos laboratórios e hospitais.
 
O produto em questão é um tipo de disco de papel absorvente contendo antibióticos usado para determinar se uma bactéria que está infectando um paciente é resistente à droga presente no teste.
 
O disco é colocado na cultura feita a partir do material biológico do doente (urina, sangue ou escarro, por exemplo). Se a bactéria for suscetível ao remédio no disco, o laboratório consegue ver um círculo indicando a morte dos micro-organismos. O tamanho dessa marca determina se a droga é ou não capaz de acabar com a infecção.
 
Segundo o infectologista Artur Timerman, do Hospital Edmundo Vasconcelos, em São Paulo, esse teste é bastante corriqueiro e seu resultado influencia diretamente a decisão do clínico na hora de escolher o antibiótico adequado para tratar o paciente.

"Se esse teste não for confiável, isso é muito preocupante", diz o médico.
 
A reportagem publicada pelo "BMJ" afirma que é possível que discos sem antibióticos ou com uma quantidade errada deles tenham sido vendidos com o conhecimento da empresa, que nega as acusações.
 
De acordo com a investigação, na pior das hipóteses, pacientes podem ter recebido prescrições de antibióticos errados ou mais fortes do que o necessário-- o disco sem remédio daria a impressão de que a bactéria seria resistente à droga que deveria estar ali.
 
E-mails internos mostram também que a empresa teria enganado órgãos reguladores britânicos sobre métodos de controle de qualidade dos discos com antibióticos.
 
Em resposta ao "BMJ", a empresa, que pertence à americana Thermo Fischer, disse que usa padrões rígidos de controle de qualidade e que sempre avisou as autoridades quando houve problemas.
 
A Folha tentou contato com representantes da Oxoid no Brasil por telefone e e-mail, mas não houve resposta até a conclusão desta edição. A empresa tem distribuidores em diversos Estados.
 
Fonte Folhaonline

Indústria de alimentos deveria ser mais regulada, defende artigo

Para a indústria, a redução depende de adaptações tecnológicas
 e também do hábito do consumidor
Artigo publicado em uma edição especial da revista médica "Lancet" sobre o combate às doenças crônicas afirma que a indústria de alimentos tem se comportado de forma similar às fabricantes de cigarro na hora de influenciar governantes e profissionais a implementar políticas para reduzir o consumo de gordura, açúcar e sódio.
 
De acordo com o trabalho assinado por Rob Moodie, da Universidade de Melbourne, na Austrália, e Carlos Monteiro, professor de nutrição da USP, pesquisas científicas financiadas pela indústria de alimentos tem uma chance até oito vezes maior de ter conclusões favoráveis a essas empresas do que estudos independentes.
 
Para eles, acordos entre o governo e a indústria para cortar sódio, gorduras e açúcar de alimentos acabam tomando o lugar de regulamentações mais rígidas.
 
Segundo o artigo, não há evidência de que acordos voluntários surtam efeito.
 
Além da influência política, as fabricantes de alimentos também teriam em comum com as de cigarro a migração de seus esforços para países de renda média e baixa, já que os ricos estão com seus mercados saturados.
 
Nos últimos anos, a ONU foi criticada por supostamente ceder aos interesses da indústria ao formular políticas para o controle de doenças como hipertensão e diabetes.
 
No entanto, o modelo de parcerias com a iniciativa privada vem sendo adotado em muitos países, inclusive no Brasil, onde as fabricantes se comprometeram a reduzir os níveis de sódio dos alimentos.
 
O acordo também é alvo de críticas por aqui. Um levantamento do Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) mostrou que as metas de corte de sódio são tímidas demais para ter impacto, conforme a Folha noticiou na semana passada.
 
Para a indústria, a redução depende de adaptações tecnológicas e também do hábito do consumidor.
 
Fonte Folhaonline

Especialistas alertam sobre venda indiscriminada de hormônios femininos

Muitos problemas poderiam ser evitados se as mulheres se
submetessem a análises médicas de risco
A venda indiscriminada de hormônios femininos, como anticoncepcionais, pode agravar os riscos à saúde das mulheres, alertam especialistas. Ginecologistas lembram que o medicamento é vendido sem a exigência de receita médica em vários países, como os Estados Unidos, e cardiologistas alertam que a automedicação sem uma avaliação de predisposição da mulher pode acarretar problemas como a trombose e a embolia.

O angiologista e cirurgião vascular Calógero Presti, presidente da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular, lembra que os riscos de hormônios usados como contraceptivos, para o tratamento de problemas como acne ou para reposição hormonal, por exemplo, são conhecidos há muito tempo e estão nas bulas dos remédios.
 
"Quando uma menina começa a menstruar, ela pode ir a uma farmácia e comprar o anticoncepcional. Isso é um problema sério. A rigor, esse tipo de medicamento tem que ser ministrado com segurança pelo ginecologista. Mas, em geral, elas procuram as amigas e os farmacêuticos em busca de orientações sobre qual anticoncepcional comprar", disse o médico.

Na opinião de Presti, muitos problemas poderiam ser evitados se as mulheres se submetessem a análises médicas de risco, que podem identificar predisposições por histórico das doenças na família ou por obesidade, sedentarismo e tabagismo.

Pelas estatísticas médicas, o risco de formação de trombose feminina, considerando a população geral, não ultrapassa cinco casos em cada 10 mil mulheres. Quando a mulher começa a tomar pílula, a proporção passa a ser de nove casos para cada 10 mil mulheres.

"O hormônio condiciona o maior risco. Para quem toma progesterona e outros hormônios, aumentam os fatores de coagulação", disse Presti, ao alertar que os cuidados prévios podem ser a única solução para o problema. "A trombose instala-se agudamente, ou seja, repentinamente. "É como um infarto do miocárdio. Ela não avisa que vai ocorrer. Você só sabe depois dos sintomas instalados e, muitas vezes, nem fica sabendo. A prevenção é muito complicada".

O angiologista não é contrário ao uso dessa ou de outras pílulas, mesmo diante da ameaça que levou quatro mulheres à morte e da ocorrência de 125 casos de trombose venosa, entre pessoas que utilizavam o Diane 35, nos últimos 25 anos, em todo o mundo. Presti descarta qualquer pressão das indústrias. Segundo ele, o medicamento que se transformou em uma necessidade da mulher moderna que decide evitar gravidez ou tratar outros problemas deve, somente, ser utilizado com responsabilidade.

As mulheres que registraram problemas tinham idade entre 18 e 42 anos e sofreram acidentes vasculares variados, como embolia pulmonar ou derrame. As denúncias levaram o governo francês a suspender, até abril, a venda do Diane 35 no país. Estima-se que, antes dessa proibição, 315 mil mulheres tomavam o remédio na França.

"Na gestante há grande aumento de hormônios femininos, há alteração endocrinológica que vai preparar a mulher para o parto. E no caso da gestação, o risco de trombose, para se ter um exemplo, é muito maior. É de 30 casos para cada 10 mil gestantes. A trombose pode ocorrer em mulheres que tomam ou não a pílula", avaliou.
 
O angiologista não acredita que o Diane 35 tenha características diferentes de outros hormônios, mas lembra que o medicamento não tem autorização para ser vendido como contraceptivo. De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o remédio está registrado no Brasil desde 2002 pelo Laboratório Bayer S.A. para o tratamento de distúrbios andrógenodependentes na mulher, como a acne, principalmente nas formas pronunciadas e naquelas acompanhadas de seborreia, inflamações ou formação de nódulos, e para casos leves de hirsutismo (crescimento excessivo de pelos na mulher) e síndrome de ovários policísticos.

O registro médico dos casos de trombose desenvolvidos por mulheres que usam hormônios não é obrigatório, de acordo com as regras da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), responsável pela autorização de venda de medicamentos no país. A falta da exigência talvez explique a ausência de ocorrências no Brasil.

"Até o momento, não houve geração de sinal de risco sanitário no banco de dados do sistema de notificação da agência", informou, em nota, a Anvisa, acrescentando que a bula do medicamento "já tem as informações de que o mesmo não deve ser utilizado na presença ou histórico de processos trombóticos/tromboembólicos arteriais ou venosos, como por exemplo trombose venosa profunda, embolia pulmonar, infarto do miocárdio ou acidente vascular cerebral, bem como na presença ou história de sintomas e/ou sinais de trombose , como por exemplo episódio isquêmico transitório, angina pectoris".

Ainda assim, casos de trombose desenvolvidos em pessoas orientadas por médicos foram relatados à Agência Brasil - um deles, o de Rosana Lopes Lima, do Rio de Janeiro, que usou o Diane 35 por dois meses. O medicamento indicado pela ginecologista foi suspenso pela própria médica quando Rosane começou a apresentar inchaço e endurecimento dos seios e mudanças significativas no corpo.

A Anvisa comprometeu-se a monitorar os casos e informou que só pode aprovar medicamentos para finalidades comprovadas em estudos apresentados para o registro. Destacou que o sistema de notificação é aberto a qualquer profissional de saúde e aos próprios usuários. "A solução está em uma conscientização dos profissionais sobre a importância de notificar esses eventos, sejam eles quais forem", destacou a assessoria do órgão regulador.

Em relação à venda do medicamento, a Anvisa explicou que não há um comércio indiscriminado. "Anticoncepcionais não são medicamentos de venda livre. O problema passa por outra esfera que é o uso racional", destacou.

A agência abriu edital recentemente para montar uma força-tarefa destinada a discutir soluções para o problema. A intenção é formar grupos que sensibilizem farmacêuticos, médicos e usuários sobre a exigência da receita médica para a compra de qualquer medicamento de tarja vermelha, como é o caso dos anticoncepcionais.
 
Fonte Agência Brasil

Pacientes sabem dos riscos de anticoncepcionais e encaram restrições médicas com naturalidade

Todos os medicamentos indicados como anticoncepcionais no país
 têm a descrição do risco de trombose na bula
Brasília - Aos 24 anos, Thais Rezende Xavier não mostra pesar por ter que assumir cuidados redobrados com a saúde por toda a vida. Ao relatar, com exclusividade à Agência Brasil, o drama que vive desde que descobriu uma embolia pulmonar, provocada pelo uso de anticoncepcional, a estudante carioca mostrou que, hoje, encara com tranquilidade as restrições impostas por médicos que ainda tratam e acompanham o caso.
 
“Eu corri grande risco de morte e só por um milagre estou aqui hoje contando”. Nos últimos meses de 2011, depois de um ano tomando o medicamento Diane 35, recomendado por uma ginecologista, Thais começou a sentir falta de ar e cansaço. Não demorou mais que um mês para que o quadro se agravasse.
 
“Tinha procurado médicos e feito exames, mas não apareceu nenhum problema. Teve um dia em que desmaiei na rua, o médico que me atendeu identificou a embolia e a primeira coisa que me perguntou foi se usava algum hormônio”, conta.
 
No dia 7 de dezembro, Thais foi internada. Ela passou por três cateterismos e a implantação de filtros nas veias, para evitar que a coagulação seguisse para os pulmões, o cérebro e o coração. “Hoje, não posso tomar uma série de remédios e continuo fazendo tratamento com anticoagulantes. Tenho várias restrições. Foi tudo restrito. Voltei à minha ginecologista para contar e ela ficou assustada”, disse.
 
A estudante garante que não fumava, não registrava sobrepeso ou histórico familiar de trombose – principais fatores de propensão ao problema. Segundo ela, o Diane 35 foi o único hormônio que tomou. Thaís também se submeteu a exames para identificar qualquer predisposição do organismo a desenvolver trombose, mas os médicos não conseguiram detectar qualquer problema.
 
Para o ginecologista Rogério Bonassi, a estudante pode ser um dos casos raros de trombofilia que existem no mundo. O problema, também conhecido como hipercoagulabilidade, indica uma propensão de a paciente desenvolver trombose por ter alguma deficiência no sistema de coagulação.
 
Vice presidente da comissão de Anticoncepcionais da Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia e da Associação de Obstetrícia e Ginecologia de São Paulo (Sogesp), Bonassi diz que o Diane 35 não apresenta mais riscos que qualquer outro hormônio. Todos os medicamentos indicados como anticoncepcionais no país têm a descrição do risco de trombose na bula.
 
“O uso de qualquer hormônio pode ter um risco. Mas, o risco de quem não usa anticoncepcionais ou similares é de cinco em cada 10 mil mulheres. Se elas tomam pílula, o risco passa a ser de 9 para 10 mil mulheres”, explicou.
 
Há poucos dias, dirigentes da agência francesa de segurança dos medicamentos declararam que, até abril deste ano, a pílula anticoncepcional Diane 35 e todos os genéricos do medicamento vão deixar de ser vendidos no país. A medida foi adotada em resposta aos 125 casos de trombose venosa e quatro mortes de mulheres usuárias da pílula relatados nos últimos 25 anos. As mulheres que apresentaram graves problemas de saúde com a pílula Diane 35, com idades entre 18 e 42 anos, sofreram acidentes vasculares variados, como embolia pulmonar ou derrame.
 
Para Bonassi, a decisão instiga mais temor do que informa. “O Diane 35 não tem mais riscos que outros hormônios. Não sabemos o que motivou a decisão da França porque o risco é muito pequeno e não se trata de um estudo clínico, mas de relatos de casos”, avaliou.
 
De acordo com estatísticas da comunidade médica brasileira e internacional, a incidência da trombose na população feminina em geral é de cinco casos para cada 10 mil mulheres. No caso de pessoas que tomam pílula, o risco passa a ser de nove casos para cada 10 mil. Em mulheres grávidas, sem o uso de hormônios, as estatísticas adotadas universalmente apontam que 30 mulheres, em cada 10 mil, poderiam desenvolver a doença.
 
“A pílula é segura. Mas, o uso indiscriminado não deve ocorrer e sabemos que muitas mulheres tomam pílulas indicadas por amigas ou vizinhas. Outro dia, estava em uma farmácia e presenciei uma moça pedindo indicações de anticoncepcionais para o farmacêutico que descrevia qual pílula [além de contraceptiva] melhora a pele ou não retém líquido”, disse ele.
 
Fonte Agência Brasil

Alimentos que ajudam a desinchar

Além de um potente anti-inflamatório, o gengibre atua facilitando
 a digestão e evitando a produção de gases
Embora tenha origens diversas, o inchaço pode estar ligado à alimentação. Veja o que fazer e o que comer para evitá-lo

A causa pode ser prisão de ventre, estresse, alergias alimentares ou qualquer outro problema de saúde como intolerância a lactose ou problemas gastrointestinais. O fato é que ninguém gosta daquela sensação de barriga inchada, que pode durar horas.

O nutricionista David Grotto, no livro “101 Alimentos para uma vida plena” (Ed. Larousse) e a Clínica Mayo oferecem dicas de como evitar o inchaço e uma lista de alimentos que podem ajudar a reduzir o inchaço.

Mude de atitude

Escute o corpo: preste mais atenção aos efeitos do que você come na sua barriga e evite os alimentos que aumentam a sensação de inchaço.
 
Modere a ingestão de gordura: ela atrasa o esvaziamento do estômago e favorece a sensação e estufamento.

Coma devagar e aposente o canudinho: comer rápido e beber líquidos pelo canudo aumenta a ingestão de ar.

Fuja da cerveja e dos refrigerantes: essas bebidas liberam o gás dióxido de carbono, que ajuda a inchar a barriga.

Aposente o chiclete e a balinha: quando você masca ou chupa um caramelo mais duro, engole mais do que o normal e parte do que é engolido é ar.

Não fume: ao inalar a fumaça, também está engolindo ar.

Trate a prisão de ventre: quanto mais tempo o resíduo de comida permanece no intestino, mais tempo ele tem para fermentar, gerando inchaço.

Mexa-se: dar uma caminhada curta, de 15 minutos, após as refeições ajuda no processo de digestão.
 
Aprenda o que comer:
 
Aipo: é rico em fibras e tem propriedades diuréticas. Só não vale exagerar no consumo!.
 
Arroz: além de ser um dos poucos grãos que não provoca flatulência, ele atua como uma espécie de esponja, absorvendo os gases
 
Gengibre: além de um potente anti-inflamatório, essa raiz atua facilitando a digestão e evitando a produção de gases.
 
Funcho: o chá dessa planta é usado há séculos na medicina tradicional para facilitar a digestão.
 
Hortelã: contém substâncias que ajudam na digestão dos alimentos, facilitando o trânsito da comida pelo trato gastrointestinal.
 
Iogurte: laticínios fermentados contêm bactérias que ajudam o intestino digerir melhor alguns alimentos, evitando assim a produção de gases.
 
Melão: rica em fibras (elas combatem a prisão de ventre) esta fruta tem propriedades diuréticas, pois combate o excesso de sal no corpo, o que ajuda desinchar.
 
Sementes de linhaça, girassol e gergelim: são ótimas fontes de cálcio, zinco e vitamina E, que ajudam o corpo a eliminar toxinas que causam o inchaço.
 
Fonte iG

Dieta detox: uma semana para limpar o corpo

Detox: suco rico em antioxidantes ajuda a proteger o organismo
Um cardápio elaborado para eliminar toxinas e nutrir o corpo sem sacrifícios ou radicalismos
 
Muita gente pensa que alimentação detox é sinônimo de dieta radical, restritiva e cheia de ingredientes malucos.
 
A nutricionista Roberta Frizzo Serena esclarece: a detoxificação, ou simplesmente detox, é uma técnica da nutrição funcional cujo objetivo é ajudar o organismo a eliminar toxinas e outras substâncias prejudiciais à saúde.
 
“Com o padrão de vida atual, baseado em uma alimentação pobre em vitaminas e rica em hormônios, agrotóxicos, aditivos alimentares, açúcar, gordura e uso abusivo de medicamentos, estamos constantemente expostos a substâncias prejudiciais, que comprometem o bom funcionamento do corpo.”
 
Se você tem sintomas como cansaço excessivo, insônia, dificuldade de digestão, mau funcionamento do intestino, excesso se gases, retenção de líquido, falta de concentração, dores de cabeça e dificuldade para perder peso, vale a pena experimentar a detox.
 
Olhando à primeira vista, a dieta detox não tem muita diferença de uma dieta saudável. Mas, para cumprir o objetivo de desintoxicar o corpo, o programa aposta em alimentos naturais e exclui os alimentos industrializados e aqueles com alto potencial alergênico, como laticínios, leite de soja, glúten (trigo), cereais refinados, açúcar, adoçantes, corantes, conservantes, café e álcool.
 
O cardápio detox precisa conter frutas, verduras, legumes orgânicos (se possível), carnes magras, oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas), cereais (arroz integral, quinua, amaranto), leguminosas (feijão, lentilha, grão-de-bico), sementes (linhaça, semente de abóbora e girassol) e muito líquido (água mineral, chás, água de coco). E mais: deve-se caprichar nos temperos naturais, como alho, cebola, alecrim, gengibre, curry e as ervas frescas.
 
Veja a seguir um exemplo de cardápio detox para ser feito ao longo de uma semana. São sugestões simples e devem ser seguidas durante uma semana. Depois disso, o ideal é buscar a orientação de um nutricionista para elaborar um plano alimentar adaptado às necessidades específicas de cada um.
 
Cardápio de uma semana para limpar o organismo sem prejudicar a saúde:
 
SEGUNDA-FEIRA
 
Café da manhã- Suco verde: bater no liquidificador 250ml de água, 1 folha de couve-manteiga, 1 maçã

- 1 fatia de pão light sem glúten com geleia natural sem açúcar
 
Lanche da manhã- 1 castanha-do-pará + 1 damasco seco recheado com 1 noz
 
Almoço
- Salada de folhas verdes, tomate e palmito (temperar com 1 colher de sobremesa de azeite de oliva extravirgem)

- Peito de frango (100g) assado com alecrim

- 3 colheres de sopa de arroz integral + 3 colheres de sopa de feijão azuki

- Abobrinha, cenoura e berinjela grelhadas
 
Lanche da tarde
- 1 xícara de chá de salada de frutas (melão, morango, kiwi) com 1 colher de sobremesa de linhaça dourada triturada
 
Jantar
Sopa de abóbora, quinua em farelo e gengibre ralado (Preparo: cozinhar 1 abóbora paulista, ½ cenoura com 400ml de caldo de frango até amolecer. Bater todo o conteúdo no liquidificador e se necessário passar por uma peneira. Colocar a sopa de volta à panela e esperar ferver. Para finalizar, desligar o fogo e acrescentar ½ colher de café de gengibre ralado)
 
TERÇA-FEIRA
 
Café da manhã
- Suco antioxidante (Preparo: bater no liquidificador 200ml de água + 1 pedaço do talo do aipo + 4 colheres de sopa de morango, framboesa e amora)

- 1 fatia de pão light sem glúten com azeite de oliva extravirgem
 
Lanche da manhã
- 1 castanha-do-pará + 1 tâmara seca recheada com 2 amêndoas
 
Almoço
Salada de alface, rúcula, broto de alfafa, beterraba e cenoura ralada

-1 posta de salmão (120g) assado

- 3 colheres de sopa de arroz integral

- 1 pires de chá de aspargos cozido ao vapor
 
Lanche da tarde
Creme de mirtillo (bater no liquidificador 100g de mirtilo, 1 banana e 1 colher de chá de mel; colocar em uma cumbuca e polvilar 1 colher de sopa de amaranto em flocos)
 
Jantar
Salada de folhas com frango ao óleo de linhaça (Preparo: corte 100g de peito de frango em cubinhos e tempere com sal e pimenta a gosto. Passe os cubinhos no ovo batido e, em seguida, passe-os em uma mistura de farinha de linhaça, gergelim e amêndoas trituradas. Coloque os cubinhos em uma assadeira untada com óleo de linhaça e leve para assar em forno médio pré-aquecido a 180°C. Enquanto isso, em uma saladeira, faça uma camada de folhas de alface americana, alface roxa e agrião e sobre elas, arrume os tomatinhos cereja cortados ao meio. Para finalizar arrume os cubinhos de frango sobre as folhas e tempere com limão, óleo de linhaça, salsinha e sal a gosto)
 
QUARTA-FEIRA
 
Café da manhã
- Suco verde (bater no liquidificador 200ml de água, 1 folha de couve, 1 rodela média de abacaxi)

- 1 fatia de pão de forma integral sem glúten com geleia natural sem açúcar
 
Lanche da manhã
- 1 xícara de café de semente de abóbora e/ou girassol
 
Almoço
- Salada de folhas verdes com pepino e palmito

- 4 colheres de sopa de quinua com grão-de-bico (Preparo: em uma panela, misturar 100g de quinua em grãos com 3 colheres de sopa de suco de limão, 1 xícara de chá de água, 1 colher de sopa de azeite de oliva, 1 colher de sobremesa de curry e sal a gosto. Leve ao fogo até ferver. Cozinhar a quinua e escorrer a água. Acrescentar 1 cenoura ralada, 100g de grão-de-bico cozido, cebolinha e 2 colheres de sopa de amêndoas laminadas. Em uma tigela a parte misturar 3 colheres de sopa de suco de limão, 1 colher de sopa de azeite de oliva extravirgem, sal e pimenta a gosto. Misturar e regar a salada com esse molho)
 
Lanche da tarde
1 xícara de chá de salada de frutas (maçã, morango, manga) com 1 colher de sopa de linhaça dourada triturada
 
Jantar
- Salada de agrião, repolho branco picado e gomos de laranja

- Omelete (1 gema e 3 claras) com brócolis
 
QUINTA-FEIRA
 
Café da manhã
- Suco (bater no liquidificador 1 fatia média de melão + 100g de amora fresca ou congelada + cubos de gelo)

- 1 fatia de pão integral sem glúten com um “fio” de azeite de oliva extravirgem
 
Lanche da manhã
- 1 damasco seco recheado com 1 nozes + 1 castanha-do-pará
 
Almoço
- Salada de alface crespa, rúcula, broto de alfafa e tomate cereja

- Macarrão de quinua com shimeji e gengibre (Preparo: refogar a cebola no azeite e colocar gengibre ralado e o shimeji; desligar o fogo quando o cogumelo começar a soltar água e juntar com o macarrão já cozido)
 
Lanche da tarde
- 1 tapioca coberta com uma banana amassada, canela e 1 colher de sobremesa de amaranto em flocos
 
Jantar
Sopa de legumes com 100g de frango desfiado (Preparo: cortar em cubos e colocar em uma panela de pressão 1 cenoura, 1 abobrinha, 2 chuchus, 2 tomates maduros sem sementes. Juntar 1 litro de caldo de legumes e cozinhar na pressão por 15 minutos, até os legumes amolecerem. Bater todo o conteúdo no liquidificador e se necessário passar por uma peneira. Colocar a sopa na panela e esperar ferver. Para finalizar acertar o sal, colocar o frango já cozido e desfiado e salpicar folhinhas de manjericão)
 
SEXTA-FEIRA
 
Café da manhã
- Suco verde (bater no liquidificador 200ml de água, 1 folha de couve, 1 laranja e 2 ameixas pretas secas)

- 1 fatia de pão de forma integral sem glúten com geleia natural sem açúcar
 
Lanche da manhã
- 1 tâmara recheada com 2 amêndoas + 2 castanhas de caju
 
Almoço
Salada de folhas variadas (alface-americana, rúcula, alface-roxa, alface-crespa) com fundo de alcachofra

Filé de peixe sobre espinafre refogado com 2 colheres de sopa de purê de batata-doces
 
Lanche da tarde
- 1 rodela grossa de abacaxi grelhado com 1 colher de chá de mel e 1 colher de sopa de castanha-do-pará
 
Jantar
Salada de folhas variadas com omelete (1 gema + 3 claras) recheado de cogumelos Paris
 
SÁBADO
 
Café da manhã
- Suco rico em vitamina C (Preparo: bater no liquidificador ½ mamão papaia sem sementes com o suco e as sementes de 1 maracujá, 1 laranja e 1 limão)

- 1 fatia de pão de forma integral sem glúten com azeite de oliva extravirgem
 
Lanche da manhã
- 1 xícara de café de semente de abóbora e/ou girassol
 
Almoço
- Salada de folhas com rabanete e cenoura em rodelas

- 100g de peito de frango grelhado

- Arroz integral com lentilhas (4 colheres de sopa)

- Brócolis cozido ao vapor
 
Lanche da tarde
- 1 xícara de chá de salada de frutas (pera, framboesa, kiwi) com 1 colher de sopa de farinha de linhaça dourada
 
Jantar
Sopa verde com amaranto em flocos (Preparo: em uma panela, refogar o alho e a cebola. Adicionar 1 litro de água filtrada, ½ couve-flor, 1 xícara de brócolis, 2 folhas de couve e 1 xícara de chá de folha de mostarda e deixar cozinhar. Bater todo o conteúdo no liquidificador e se necessário passar por uma peneira. Adicionar ½ xícara de chá de quinua em flocos e bater mais um pouco. Colocar a sopa na panela e esperar ferver. Para finalizar, acertar o sal, acrescentar salsinha e cebolinha picada.
 
DOMINGO
 
Café da manhã
- Suco vermelho (bater no liquidificador 200g de melancia, 200g de morango e gelo a gosto, servir com folhas de hortelã)

- 1 fatia de pão de forma integral sem glúten com azeite de oliva extravirgem
 
Lanche da manhã
- 1 ameixa preta + 1 damasco seco recheado com 1 noz
 
Almoço
- Salada de folhas com erva-doce, tomate e pepino

- 4 colheres de sopa de arroz vermelho com frango e curry (Preparo: cozinhar o arroz vermelho com caldo de frango por 25 minutos em panela de pressão. A parte, dourar o alho e a cebola e juntar ao arroz. Cortar o peito de frango (100g) em cubinhos e temperar com suco de um limão, pimenta a gosto e uma pitada de curry. Dourar o frango e para finalizar, colocar o arroz no centro do prato e o frango ao redor)
 
Lanche da tarde
- 1 tapioca coberta de purê de maçã com 1 colher de sobremesa de amaranto em flocos
 
Jantar
-Salada de folhas variadas com cenoura e beterraba ralada

- 1 filé de atum com crosta de gergelim
 
Fonte iG
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