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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Feliz Natal!

 
Que a magia do Natal penetre em todos os corações de todas as pessoas do planeta, do mais rico ao mais humilde, do que mora em um palácio ao que dorme ao relento.
 
Que nossos corações sejam sempre como os corações das crianças que são puras, não tem maldade, são inocentes, não julgam e não discriminam.
 
Precisamos de paz e harmonia entre todos os povos e todas as nações, pois somos vizinhos, somos irmãos!
 
Somos todos peças de uma grande engrenagem, e se uma peça não está bem, a engrenagem não está bem e a máquina da vida não funcionará bem!
 
Não consegue perdoar? Tolere! Muitos convivem conosco e apenas nos toleram sem sabermos disso!
 
Não consegue perdoar? Faça uma oração! Ela nos alivia a alma e nos torna mais humanos e melhores!
 
Feliz Natal à você e sua família!
 
Muita paz, saúde, amor e sabedoria em seus corações!

Lavar bem as mãos e consumir água podem afastar doenças típicas de verão

Higiene bem feita pode afastar doenças características da época
Especialista dá dicas para garantir verão tranquilo e sem problemas de saúde
 
Lavar as frutas, legumes e verduras  e armazenar os alimentos em temperatura adequada são algumas das dicas para evitar as conhecidas doenças de verão. De acordo com a infectologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Graziella Hanna Pereira, medidas simples como tomar bastante água e evitar o consumo de alimentos muito perecíveis podem evitar problemas como a hepatite A, gastroenterite e desidratação.
 
De acordo com a médica, a umidade elevada e o calor excessivo deste período do ano fazem com que bactérias, fungos e vírus se proliferem com mais facilidade.
 
— Em razão disso, frutas, derivados de leite, água e outros produtos mais perecíveis acabam sendo afetados.
 
Além desses problemas, a especialista afirma que o acúmulo da água das chuvas favorece o crescimento de número de casos de dengue em determinadas regiões do Brasil.
 
— Normalmente, depois do contato com o inseto, as pessoas acabam tendo dores no corpo, calafrios, febre e até sangramento. Todos esses sintomas são da dengue.
 
Outro problema muito recorrente neste período do ano é a ingestão de alimentos contaminados, o que pode levar à diarreia, dores abdominais, e fraqueza, ocasionadas pela perda de líquido.
 
— Em ambos os casos, as pessoas devem procurar um especialista porque há medicamentos específicos para cada situação.
 
Veja 11 dicas da infectologista para curtir o verão sem problemas:
 
- Lave bem as mãos, sobretudo antes consumir alimentos e após o contato com secreções orgânicas.
- O uso do álcool gel é indicado em situações em que não é possível lavar as mãos com água;
- Armazene em temperatura adequada queijos, maioneses, leite e outros produtos que contenham leite na fórmula;
- Evite deixar alimentos perecíveis por muito tempo em temperatura ambiente;
- Procure usar gelo e tomar água de procedência reconhecida;
- Use protetor solar para o corpo e para a boca;
- Evite permanecer com roupas molhadas ou úmidas por longos períodos;
- Seque bem o corpo após tomar banho, principalmente o espaço entre os dedos e os ouvidos;
- Não acumule água de chuva em vasos, pneus e garrafas vazias, entre outros recipientes.
- Lembre-se de que o mosquito da dengue se reproduz em água parada;
- Tome bastante água, no mínimo, dois litros diários;
- Lave bem frutas, verduras e legumes antes de ingeri-los. Em alguns casos, não hesite em fervê-los;
- Use calçados e loções repelentes para caminhar ou permanecer em áreas com insetos que possam transmitir doenças.
 
R7

Consumir tomate in natura é melhor do que suplementos de licopeno

Estudos apontam que o fruto proporciona mais benefícios para a saúde do que o suplemento

Por: Patricia Carvalho de Jesus - Nutricionista
 
Vários estudos já comprovaram que o consumo de frutas e legumes diminui o risco de desenvolver doenças cardiovasculares. Mas e quanto à alimentos específicos, como o tomate?

Um estudo publicado este ano no jornal científico Advances in Nutrition, investigou esse fruto e os suplementos de licopeno. Os autores ressaltaram o tomate como uma fonte de licopeno, um potente antioxidante que está relacionado à diminuição do risco de doenças cardiovasculares e câncer de próstata.  
 
Assim, como a ingestão de tomate está relacionada ao aumento das concentrações de licopeno no sangue, houve uma busca pela extração e concentração deste componente, que passaria a ser vendido sob a forma de suplemento. Esse estudo avaliou, a partir de uma revisão de literatura científica, a eficácia do suplemento de licopeno, em relação ao consumo de tomate in natura e produtos à base de tomate.
 
Sobre o stress oxidativo, o tomate apresentou forte associação à diminuição dos marcadores do stress oxidativo e combate aos radicais livres. O consumo de produtos à base de tomate, assim como o tomate in natura, apresentou proteção consistente sobre o dano ao DNA e oxidação de lipídios (especialmente o LDL-colesterol).

Quando presente, o stress oxidativo é um risco a mais para desenvolvimento e progressão de doenças cardiovasculares. O licopeno também apresentou efeito sobre o stress oxidativo, porém não foi forte.                             
 
Em relação à inflamação, nem o suplemento de licopeno, nem os produtos à base de tomate tiveram consistência nas análises. Apenas a ingestão do tomate in natura demonstrou melhora nos marcadores inflamatórios do organismo. No entanto, o suplemento de licopeno se mostrou mais eficaz na redução da pressão arterial do que a ingestão do tomate (3 em 5 estudos, contra 1 em 3 estudos do tomate). Mas os autores alertam que o tomate in natura possui outros nutrientes que auxiliam na manutenção de uma pressão arterial saudável, como o potássio e fibras.
 
O melhor é sempre consumir o alimento in natura pois, no caso do tomate, é composto de outros nutrientes essenciais e fitoquímicos que também auxiliam na manutenção da saúde. Esses nutrientes podem "reforçar" a ação do outro no organismo, ou até mesmo aumentar sua absorção a nível intestinal, tendo um efeito ainda maior. É o que chamamos de sinergismo. Suplementos alimentares são importantes em alguns casos, mas não devem ter seu uso indiscriminado e sem orientação de nutricionista.
 
Minha Vida

13 alimentos da ceia que previnem doenças

Amêndoas - Foto Getty Images
Amêndoas são fonte de vitaminas B1 e B12
Eles são ricos em nutrientes e devem ser consumidos o ano todo

Basta pensar na ceia de final de ano para vir na cabeça a imagem de uma mesa farta com várias comidas de natal: frutas secas, nectarina, abacaxi, castanhas, nozes, uvas, lentilha, romã, peru, chester e outras delícias. Porém, depois que o período de festas acaba, muita gente nem cogita incluir muitos destes alimentos no cardápio ao longo do ano.
 
Só que, além de saborosos, eles são supernutritivos e previnem doenças. "Eles são ricos em ferro, zinco, fibras e fazem bem à saúde. Porém, preste atenção no teor calórico de algumas frutas secas e oleoginosas para não turbinar demais a dieta", explica a nutricionista chefe do Departamento de Medicina Preventiva da Unifesp, Anita Sachs.

Veja os benefícios que cada um deles traz:
 
Abacaxi
Ele é bastante recomendado por sua quantidade de fibras, mas a história de que ele queima gorduras por ser ácido é puro mito. "Ele é saudável para o intestino, hidrata, mas não queima nada", diz Anita Sachs. 
 
Ameixa seca
Deliciosa e cheia de propriedades funcionais, as dicas de receitas com a ameixa são muitas. Ela pode ser consumida in natura, em doces, caldas, recheios e geleias. "As ameixas secas são ricas em fibras e têm efeito laxativo. Fonte de vitaminas A, B e C e minerais, sua ingestão é recomendada para pessoas cardíacas ou com arteriosclerose (endurecimento das artérias), sendo útil também no controle da anemia e da bronquite", explica a nutricionista Ana Flávia Pinheiro.
 
Amêndoas
Fonte de vitaminas B1 e B12, auxilia no combate da anemia, bronquite e problemas pulmonares; também contribui para manutenção dos tecidos da pele. Castanhas: podem ser utilizadas no arroz, como as amêndoas do arroz indiano, na salada de folhas, no salpicão, na farofa e sobremesas. "Por serem muito calóricas e saborosas, o perigo é serem petiscadas em grande quantidade", explica Ana Flávia.   
 
Carnes brancas
Chester, peru, frango, bacalhau. Este quarteto super requisitado nas ceias é também muito eficiente na luta contra a balança, porém, deve-se tomar alguns cuidados com a pele que os envolve e com o modo de preparo para eliminar um pouco da gordura que fica nestas carnes.

"Elas são mais saudáveis que as carnes vermelhas, porém, têm gordura, principalmente nas peles, por isso, o ideal é fervê-las antes de assar para retirar o excesso de gordura, além de retirar a pele", explica a nutricionista da Unifesp. "Outra dica é ficar atento à quantidade de sal do bacalhau. Embora muito saudável e nutritivo, o peixe pode ser muito perigoso para hipertensos, por exemplo, por ter elevado teor de sal", continua.  
 
Castanha de caju
É fonte de vitamina B2, que auxilia no combate a arteriosclerose (endurecimento das artérias), da osteoporose (doença óssea), doenças cardíacas e doenças gastrointestinais. 
 
Castanha do Pará
É fonte de vitaminas B1, B2 e B6. É rica em vitamina E atuando contra o colesterol LDL (colesterol ruim) e triglicérides. Contribui para a manutenção dos tecidos e das funções digestivas. "A castanha do Pará é rica em zinco, selênio e outros antioxidantes, por isso é fundamental para saúde, porém, ela deve ser consumida crua ou assada sem sal, pois, tem muito sal e pode causar problemas para pessoas com hipertensão, por exemplo", explica Anita.  
 
Damasco
Ele possui alto valor nutritivo devido ao seu alto teor de minerais e vitamina A. É importante para prevenir a anemia e anomalias do crescimento, além de proteger o organismo de doenças glandulares. "O damasco é bastante nutritivo, mas é mais recomendado consumi-lo fresco. Cinco damascos secos têm em média 90 calorias, 30 calorias a mais do que a fruta fresca", explica Anita.   
 
Lentilha
Você já pensou em substituir o feijão por lentilha para variar um pouco o cardápio? Ideal para a dieta e para a saúde, a lentilha é rica em proteína vegetal, ajudando na formação e no fortalecimento da massa muscular e na cicatrização de ferimentos.

"Ela é uma excelente fonte de proteína vegetal e pode ser consumida o ano inteiro sem restrições. Além de variar o cardápio, você faz um bem à sua saúde", finaliza Ana Flavia.
 
Nectarina - Foto Getty Images
Nectarina é rica em beta-caroteno e potássio
Nectarina
Mais doce e nutritiva que o pêssego, a fruta é especialmente rica em beta-caroteno e potássio, e tem cerca de 50 calorias. "Também contém grandes quantidades de pectina, que ajuda a controlar os níveis de colesterol no sangue", explica a nutricionista Ana Flávia Pinheiro.   
 
Nozes
Além de serem ricas em magnésio e zinco, excelentes antioxidantes que ajudam na prevenção de diversos tipos de câncer e a fortalecer o sistema imunológico, que é o nosso sistema de defesa, são também ricas em niacina e outras vitaminas do complexo B, que ajudam a diminuir a vontade de comer doce.

Contêm vitamina E, um potente antioxidante que auxilia na prevenção de problemas cardíacos e ácido linoléico, que favorece a redução dos níveis de colesterol. "As nozes se destacam por sua versatilidade nutritiva. São ricas em uma série de nutrientes que abastecem várias funções do nosso organismo. Um de seus componentes principais é o ômega 3, gordura boa encontrada em peixes de água fria, como o atum e o salmão", explica Ana Flavia. "Cinco unidades ou 10 metades por dia são mais do que suficientes", continua Ana Flávia.  
 
Romã
A fruta que alimenta simpatias e decora mesas tem propriedades importantes para a nossa saúde. "A romã é rica em vitamina A, que ajuda a manter a pele bonita, saudável e favorece a visão. Também é rica em vitaminas do complexo B (B1, B2, B3, B5, B6), que auxiliam a circulação, aumentam a resistência às infecções, facilitam a eliminação de líquidos e previnem o estresse", explica Ana Flávia.  
 
Uva
Elas são ricas em polifenóis, antioxidante que ajuda a combater os radicais livres que danificam as células, e a reduzir os riscos de doenças cardiovasculares, AVC, diabetes, demência e alguns tipos de câncer. "Elas tem fibras e água, que ajudam na hidratação e no funcionamento do intestino", explica Anita. 
 
Uva passa
Fruta semi-ácida, tem funções cicatrizantes. Estimula também a formação dos glóbulos vermelhos; ajuda no combate à anemia, às doenças renais e à hipertensão. "O ponto forte das passas são as fibras. Além de saborosas, elas caem muito bem para quem tem problemas de intestino preso, por exemplo", explica Anita. 
 
Minha Vida

Sete dicas para curtir as festas sem ganhar peso

Confraternização de fim de ano
Se a festa da empresa acontecer em um restaurante, procure saber qual é o cardápio e decida o que vai comer antes de chegar. Se possível, evite restaurantes tipo buffet, mas se não tiver jeito, vá ao buffet apenas uma vez, monte um prato colorido com legumes, verduras e uma carne magra, como peixe e frango.
 
Férias
Procure fazer de cinco a seis refeições por dia, porque assim é possível controlar reações de fome e saciedade e manter o metabolismo em atividade. Longos períodos em jejum sinalizam que o corpo precisa poupar energia, e o organismo então procura se adaptar diminuindo o gasto calórico, trabalhando mais lentamente.
 
Calor
Em vez de sorvetes, prefira os smoothies ou iogurtes gelados light e diet. Além de serem igualmente refrescantes, são feitos à base de água e leite desnatado, menos calóricos e, portanto, mais indicados para esses momentos.
 
Passeios
Pense em estimular seu metabolismo mesmo fora da academia. Na praia, aproveite para fazer caminhadas na areia. Deixe o carro mais longe que o habitual, e ande um pouco mais para chegar ao seu destino. Dieta e atividade física se complementam e devem estar sempre juntos pra quem busca qualidade de vida.
 
Álcool
Nosso organismo tende a utilizar o álcool (em vez de outros alimentos) como fonte energética, o que contribui para o aumento principalmente de massa gorda como reserva. Brinde com uma (e apenas uma) taça de vinho ou champanhe.
 
Equilíbrio
Um erro comum é não comer nada ao longo do dia pensando em compensar na ceia. Em vez disso, faça um almoço leve com saladas e grelhados e, durante a ceia, sirva-se de pequenas porções de cada iguaria. Tente incluir vegetais no prato para aumentar a oferta de fibras, o que ajuda a manter a saciedade por mais tempo.
 
Detox
Para refrescar, eliminar toxinas e estimular o metabolismo aumente o consumo de líquidos. Evite o consumo das sobras das festas durante a semana inteira. Quanto mais rápido você voltar à dieta saudável e para a rotina de atividades físicas, melhor.

O Globo

Humor: Eu adoro esses pneus!

Risco de dengue no mundo cresce por mudanças no clima e urbanização, revela pesquisa

Mapas da vulnerabilidade à doença indicam que Europa, oeste e centro da África e da América do Sul enfrentam a ameaça de surtos
 
Londres - Partes da Europa, do oeste e do centro da África e da América do Sul enfrentam a ameaça de surtos de dengue devido a mudanças climáticas e maior urbanização, de acordo com os primeiros mapas da vulnerabilidade à doença divulgados nesta terça-feira pela Universidade das Nações Unidas. O estudo lista ainda dez dos países mais afetados, com o Brasil no topo do ranking.
 
Os pesquisadores afirmam que, à medida que o planeta aquece, a dengue pode alcançar grandes porções da Europa e regiões montanhosas da América do Sul, áreas hoje muito frias para abrigar o mosquito Aedes aegypti, transmissor só vírus, durante o ano inteiro.
 
“Mudanças no clima podem resultar num aumento da exposição e representar uma ameaça grave a áreas que não sofrem com a dengue endêmica no momento”, disse o relatório.
 
A previsão é que a doença também se espalhe pelas regiões central e ocidental do continente africano, onde o saneamento básico e o serviço de saúde são insuficientes.
 
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Os novos mapas ilustram a expansão e a contração da vulnerabilidade à dengue durante o ano, mostrando os locais críticos e onde o vírus pode se tornar perigoso. Assim, os países poderiam fazer o monitoramento.
 
— Vimos em relação ao Ebola que neste mundo globalizado em que vivemos doenças infecciosas podem viajar — disse Corinne Schuster-Wallace, pesquisadora da Universidade das Nações Unidas.
 
— As condições dessas doenças são dinâmicas, e, uma vez que estamos mudando o nosso padrão social e ambiental, a distribuição global de doenças como a dengue vai mudar.
 
Embora os mapas não tenham sido feitos para prevenir surtos, ela disse que se os mosquitos e o vírus chegam em áreas vulneráveis, a dengue pode se tornar endêmica nesse lugar.
 
Não há vacina para a dengue, doença que mata um número estimado de 20 mil pessoas por ano e infecta até cem milhões, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS).
 
No entanto, alguns especialistas afirmam que o número de pessoas infectadas por ano pode ser mais de três vezes a estimativa da OMS.
 
Ao colocar o Brasil no topo da lista de países onde a doença é endêmica, o relatório explica que, de 2004 a 2010, o país Brasil informou o maior número de casos, cerca de 450 mil. No geral, no entanto, o sul da Ásia e no Sudeste Asiático são considerados como tendo os mais altos níveis de vulnerabilidade ao vírus. Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde, a doença mata 20 mil pessoas por ano e infecta até cem milhões.
 
O Globo

FDA suspende proibição para gays doarem sangue nos EUA

Decisão histórica é elogiada por especialistas, mas ainda mantém restrição para indivíduos que fizeram sexo com outros homens nos últimos 12 meses
 
Washington — Em uma decisão histórica, o órgão que regula alimentos e medicamentos nos EUA (FDA, na sigla em inglês), anunciou nesta terça-feira que colocará fim à proibição de décadas sobre a doação de sangue por homens gays e bissexuais. De acordo com especialistas, a iniciativa, pode aumentar o fornecimento anual de sangue em hospitais em até 4%.
 
A proibição foi estabelecida pelo FDA em 1983, no início da epidemia de Aids. Na época, pouco se sabia sobre o vírus da imunodeficiência humana, que causa a doença, e não havia nenhum teste rápido que determinasse se alguém a tinha. A decisão anunciada nesta terça-feira pelo órgão o coloca em concordância com os avanços da ciência sobre a doença, mas ainda mantém a restrição a doadores que mantiveram relação sexual com outro homem nos últimos 12 meses.
 
Em um comunicado, a agência disse que "examinou e considerou cuidadosamente as evidências científicas" antes de mudar a política. O FDA afirmou que pretende emitir um projeto de orientação detalhando a mudança em 2015.
 
A mudança coloca os EUA em pé de igualdade com os países europeus, como a Grã-Bretanha, que ajustou a sua proibição vitalícia em favor de uma restrição de 12 meses em 2011.
 
A decisão foi saudada por defensores dos direitos humanos, que afirmaram que a proibição não se baseada nas evidências científicas mais recentes, e que perpetuava um estigma sobre os homens gays de um risco para a saúde do país. Especialistas em Direito disseram ainda que a mudança traz uma importante política nacional de saúde em linha com outros direitos legais e políticos, como permitir gay e as pessoas de se casar e de servir abertamente nas Forças Armadas.
 
— Esta é uma grande vitória para os direitos civis dos homossexuais — disse I. Glenn Cohen, professor de Direito na Universidade de Harvard, que é especializado em bioética e saúde. — Estamos deixando para trás a antiga visão de que todo homem gay é uma fonte potencial de infecção.
 
A mudança terá implicações de longo alcance para o fornecimento de sangue do país. O Instituto Williams da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, calculou que a mudança poderia adicionar cerca de 317 mil litros de sangue para o abastecimento do EUA por ano — o equivalente a um aumento de 2% a 4%.
 
De acordo com o Instituto Williams, cerca de 8,5% dos homens americanos — o equivalente a 10 milhões de pessoas — afirmam ter tido relações sexuais pelo menos uma vez com um homem desde que completaram 18 anos. A nova política, no entanto, ainda exclui 3,8% dos homens americanos que relatam ter tido um parceiro sexual masculino no último ano, um grupo que poderia dobrar o potencial da nova oferta de sangue, segundo o relatório da entidade.
 
O Globo

Estudo da OMS no Brasil mostra que brasileiro tem mais propensão a depressão

País registrou maior índice de doentes. 7% da população mundial sofre de depressão

Dados da pesquisa mundial sobre Saúde Mental, realizada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) mostra que das 400 milhões de pessoas com depressão no mundo, nos últimos 12 meses, 10,4% encontram-se no Brasil.
 
Segundo o levantamento aponta que, nos países de alta renda, a idade média para o início da doença é de 25,7 anos contra 24 em países de baixa renda. Além disso, a prevalência é duas vezes maior nas mulheres em relação aos homens. Os principais motivos são divórcio e viuvez.
 
Segundo a OMS, a previsão é que o número de doentes aumente e afete os custos de tratamento, que estão na casa dos US$ 800 milhões. A princípio, o órgão previu que, até 2030, a depressão seria responsável por 9,8% do total de anos saudáveis perdidos pela doença. A meta, porém, já foi ultrapassada em 2010. 
 
A doença, que tem como principal sintoma a tristeza e vontade de não seguir a vida, já atingiu cerca de 7% de toda a população mundial, segundo calcula o ex-secretário geral da ONU (Organizações das Nações Unidas) Kofi Annan. "Ela incapacita os atingidos e coloca um grande peso sobre os familiares, além de roubar a energia e talento das pessoas", disse em conferência realiozada pela revista The Economist em setembro. 
 
Saúde Web

Ministério da Saúde implanta projeto piloto de clínica farmacêutica no SUS

Crédito: Divulgação
Crédito: Divulgação
Depois de um período conturbado com a perda do pai e de um filho, o coração de Cláudio Daniel Lemos de 53 anos, morador da região metropolitana de Curitiba (PR) pediu socorro
 
Além da cirurgia de ponte de safena, o pedreiro passou a ingerir diariamente 13 compridos, para o tratamento da depressão, colesterol e problemas cardíacos.
 
Administrar tantos medicamentos se tornou um desafio. Analfabeto, Cláudio começou a confundir os remédios e os horários para cada medicação. Contrariando a prescrição médica, parou de tomar os comprimidos. Quem identificou o problema durante uma consulta foi a farmacêutica da rede municipal de saúde de Curitiba, Linda Tieko. A solução que ela achou para resolver a questão foi simples: separar os medicamentos em envelopes com desenhos de um sol e uma lua que ajudaram seu Cláudio a saber quais os medicamentos deviam ser tomados pela manhã, na hora do almoço ou à noite.

Em Curitiba, os moradores que utilizam os serviços das unidades básicas de saúde e que tomam mais de que cinco medicamentos ao dia passaram a ter um atendimento diferenciado. O Ministério da Saúde queria começar a aplicar no SUS o conceito de clínica farmacêutica e identificou na rede municipal de saúde de Curitiba um parceiro estratégico para o desenvolvimento de um projeto piloto que, deverá ser ampliada essa experiência para outros municípios brasileiros . Acostumados a frequentarem apenas as consultas com médicos, os moradores poli medicados foram convidados a se consultarem também com farmacêuticos. Uma mudança significativa na rotina dos usuários do SUS e no processo de trabalho da equipe de saúde do município.
 
O Projeto de Cuidado Farmacêutico na Atenção Básica faz parte do Programa Nacional de Qualificação da Assistência Farmacêutica no âmbito do SUS(QualifarSUS), do governo federal e recebeu investimento em torno de R$400 mil. A experiência foi financiada por meio do projeto Qualisus Rede – cooperação entre o Banco Mundial e o Mistério da Saúde que tem como proposta de intervenção apoiar a organização de redes de atenção à saúde no Brasil.
 
Desde a implantação em abril de 2014, já foram realizadas mais de 2.500 consultas em 54 unidades de saúde de Curitiba. O número é quase três vezes maior que as 868 realizadas em 2013, e seis vezes superior as 439 consultas realizadas em 2012. A parceira entre o Ministério da Saúde e a Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba permitiu que 45 profissionais farmacêuticos fossem capacitados e deixassem de ser apenas uma peça importante na logística de medicamentos nas unidades de saúde e passassem a lidar diretamente com os pacientes e com o cuidado integral da população.
 
“O máximo que a gente fazia era orientar o paciente sobre como conseguir algum remédio que não estava disponível na unidade. Eu lidava mais com as caixinhas de medicamentos, porque o paciente era um dado numa tabela”, relembra a farmacêutica Linda Tieko.
 
Nas consultas individuais que duram em média uma hora, os farmacêuticos conversam com os pacientes, em sua maioria mulheres com idade média de 66 anos identificam problemas relacionados à prescrição, manipulação, intoxicação e qualidade dos medicamentos, orientam sobre o uso correto e avaliam a necessidade real desses medicamentos para a pessoa.
 
Para o Secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha, a experiência traz um novo enfoque em que o usuário do SUS, e não o medicamento é o foco principal do governo federal nesta área. “Esse projeto é um marco porque integra o médico e o farmacêutico numa atividade fundamental onde o ensino e o conhecimento são colocados para ajudar o nosso bem mais precioso que é o cidadão. O Ministério da Saúde vai continuar garantindo o acesso a medicamentos, mas queremos mostrar que além de fornecedores nós também somos cuidadores”, explica.
 
Nos três primeiros meses do projeto, foi possível identificar que dos 548 pacientes atendidos, 54% deles omitiam doses dos medicamentos indicados, 34% desistiam do tratamento após alguma melhora, 33% não respeitavam o horário da medicação e 21% faziam adição de doses que não estavam prescritas.
 
Já as principais doenças foram a hipertensão, diabetes, dislipidemia, obesidade, hipotireoidismo e depressão. Cada um dos pacientes ingeriam em média sete medicamentos diferentes ao dia, sendo os mais utilizados ácido acetilsalicílico, sinvastatina, metformina, enalapril e omeprazol.
 
O especialista em Saúde do Bando Mundial, Esaú Costa, que esteve em algumas das unidades de saúde em Curitiba para ver de perto como funciona a clínica farmacêutica, se mostrou entusiasmado com a possibilidade de expansão do projeto. “O que nós precisamos discutir e avançar são os as consequências dessa intervenção para o sistema de saúde público no que se refere à manipulação dos dados decorrentes do atendimento, como isso impacta as questões da gestão. Mas é fato que através do Banco Mundial nós temos espaço para ampliar esta experiência com outros estados e até com outros países”.
 
Para a Coordenadora nacional da Assistência Farmacêutica Básica do Ministério da Saúde e responsável pelo projeto, Karen Costa, essa experiência piloto reforça as estratégias do Governo Federal de fortalecer a Atenção Básica como orientadora da rede de atenção e fundamentalmente como coordenadora do cuidado. “O saber do profissional farmacêutico por meio dos serviços de clínica, são essenciais para contribuirmos com os desafios do Sistema de Saúde e com as necessidades da nossa população medicalizada. Vamos buscar expandir o Eixo Cuidado do QualifarSUS para o maior número de municípios do país.”
 
Toda a experiência da implantação do projeto em Curitiba está relatada em detalhes na série de cadernos temáticos intitulados “Cuidado Farmacêutico na Atenção Básica”. As publicações orientam a implantação do serviço em qualquer município que trata dos serviços farmacêuticos na atenção básica à saúde. Os cadernos estão disponíveis para download na biblioteca virtual do Ministério da Saúde: Caderno 1. http://bit.ly/1DQdEvZ; Caderno 2: http://bit.ly/1C2iR22 e Caderno 3: http://bit.ly/1v2W66w.
 
Para Seu Cláudio, que já está na sua quarta consulta farmacêutica, o serviço está aprovado. “A gente se sente realmente cuidado. Sou ouvido, orientado, não tenho mais medo de tomar os meus remédios.”
 
Blog da Saúde

Medicamento produzido no Brasil vai beneficiar por ano 30 mil pacientes com acromegalia

Em 2015, o Ministério da Saúde vai ofertar dois milhões e cinquenta mil comprimidos de Cabergolina, medicamento para tratar a acromegalia, doença rara, caracterizada pela produção exagerada de hormônio do crescimento que provoca o aumento de extremidades do corpo como mãos, pés, orelhas e nariz; bem como de órgãos internos como coração e fígado
 
A aquisição desse medicamento, que vai beneficiar cerca de 30 mil pacientes do SUS por ano, será produzido no Brasil, conforme explica o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha:"É uma parceria da Bahiafarma, de Farmanguinhos e Fiocruz. É um marco histórico que mostra o acerto de uma política que vem sendo perseguida, particularmente, nos últimos seis anos e que está implicando no renascimento da produção nacional em saúde que, praticamente, tinha sido destruída na vertente das instituições públicas no passado."
 
De acordo com o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos, Carlos Gadelha, com a compra do medicamento Cabergolina, produzido no Brasil, o Ministério da Saúde vai economizar 50% do valor que era investido para aquisição do mesmo no mercado internacional: "Se eu for comparar o preço da Parceria de Desenvolvimento Produtivo com o preço que vigia antes da parceria, o Ministério ainda consegue uma economia de, praticamente, 17 milhões de reais do que era pago antes da parceria ter se iniciado.
 
Ele já era um produto incorporado, mas, agora com a produção nacional, a gente torna ele mais econômico e mais estável o abastecimento, com menor risco de, por exemplo, frente à flutuação do mercado internacional, frente qualquer vulnerabilidade externa, a gente vai ter a produção nacional garantida."
 
Somente em 2015, o Ministério da Saúde vai investir 17 milhões e 400 mil reais na compra de mais de dois milhões de comprimidos para tratar pacientes do SUS com a doença rara, caracterizada pela produção exagerada de hormônio do crescimento.
 
Agência Saúde

Projeto Cantareiros leva música e alegria a internos de hospitais no Rio

Tânia Regô/Agência Brasil: O projeto social Cantareiros
apresentou aos internos e pacientes do Hospital Municipal
Miguel Couto músicas que falam de amor, esperança e felicidade
Pacientes e funcionários do Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea, zona sul do Rio, sentiram de perto a emoção do Natal nesta terça-feira (23)

Eles receberam a visita de integrantes do projeto social Cantareiros, que leva alegria e bem-estar a internos de hospitais, orfanatos e abrigos de idosos.

Criado em 2007, o grupo, que começou com sete pessoas, conta hoje com mais de 80 cantores e instrumentistas. As músicas são apresentadas com arranjos vocais de vozes mistas à capela ou acompanhadas por instrumentos.

Com repertório repleto de canções conhecidas do folclore natalino brasileiro e estrangeiro, além de diversas músicas que falam de amor, esperança e felicidade, os artistas circularam por toda a unidade, exceto nos setores críticos, como as unidades de Terapia Intensiva.

A enfermeira brasiliense Eliane de Abreu, de 36 anos, estava no hospital para visitar um tio internado. “Fiquei muito emocionada com as músicas. Estou ansiosa para ver a reação do meu tio.

Aposto que ele também se emocionará. É muito bonito o trabalho em hospitais, justamente num momento em que as pessoas estão tão fragilizadas”, salientou.

Pediatra e assistente da direção do Hospital Miguel Couto, Kátia Farias relatou que o grupo de artistas manteve contato há alguns anos e, desde então, virou tradição a visita aos pacientes no Natal. “Acolhemos o projeto, porque faz parte do cuidado com o paciente. Ele é tão terapêutico como o cuidado clínico e cirúrgico. Os pacientes ficam comovidos, dançam e sorriem Acho que isso fala mais do que qualquer coisa”, ressaltou.

Integrante do Grupo Cantareiros, a cantora profissional Marcela Mangabeira revelou que fica feliz com a reação dos pacientes. “Eles estão chateados por estarem no hospital. Muitos estão internados há algum tempo, querendo ficar com suas famílias. É muito bom sentir que a gente consegue tocar o coração dessas pessoas com a música e contato humano”, observou.

Marcela destaca que o projeto é aberto a todos. “Em geral, os integrantes são cantores e atores profissionais de teatro musical. Somos do meio, nos conhecemos e vamos convidando um e outro. Como nossos objetivos são exclusivamente filantrópicos, o grupo está aberto a doações e voluntários. Toda ajuda é sempre bem-vinda”, acrescentou.
 
Agência Brasil

Importância do leite materno

Imagine aquele ser puro nos seus braços, com olhar fixo no seu, num momento de total entrega e dependência. Você esquece que o peito está dolorido ou até mesmo ferido,  nem se lembra de cansaço e nada mais importa
 
Segundo o Ministério da Saúde, o processo funciona como vacina que protege os filhos contra muitas doenças, como a anemia.
 
O leite materno é rico em PSTI, o que é ótimo para evitar as cólicas intestinais, tão naturais nesta fase. Quando o bebê suga o seio da mãe, ele também trabalha os músculos da face e isto é importante para a formação da arcada dentária, da fala e também melhora a respiração do pequeno.
 
Vale lembrar que para que a mãe produza leite, a sucção do bebê é fundamental.
 
Dar o peito auxilia também na recuperação da mãe, na perda dos quilinhos extras adquiridos na gestação e reduz o risco de hemorragia, anemia, diabetes, câncer de mama e de ovário. Além disso, ajuda a estreitar os laços entre a mãe e o bebê.
 
Muitas mulheres produzem uma quantidade muito grande de leite. Desde que ela seja saudável e não use medicamentos, pode doar e ajudar e muito a quem precisa. Sabe como?
 
Em todo o Brasil, existem Bancos de Leite Humanos. O leite doado pelas mães é processado e distribuído com a devida certificação para hospitais onde há bebês que não têm condições de mamar  no peito, principalmente os prematuros.
 
De janeiro até o início de março, quase 8 mil doadoras do Banco de Leite Humano ajudaram mais de 11 mil e 500 crianças em todo o Brasil. Quer conhecer mais ou ajudar esta iniciativa? Clique aqui e consulte uma lista de bancos de leite e de postos de coleta espalhados por todo o país.
 
Já existe um estudo um estudo liderado por Li Ning, da Universidade Agrícola da China, que afirma que vacas geneticamente modificadas conseguem produzir um leite semelhante ao da mãe. Isso iria oferecer uma alternativa com os mesmos nutrientes que beneficiam o sistema imunológico do bebê.  Viva a tecnologia!
 
Universo Jatobá

Candidíase na gravidez prejudica o bebê?

A resposta é simples e vai deixá-la aliviada se estiver grávida e com candidíase. Não! A candidíase na mãe não prejudica o bebê, pois a infecção é localizada na área vaginal da mulher

No entanto, se você tiver candidíase no momento do parto, há uma pequena chance de contágio quando a criança passar pelo canal vaginal em caso de parto normal.

Se estiver com sintomas de candidíase ou outra vaginite não deixe de avisar o médico para tratar antes de o parto acontecer.

No entanto, se na hora do parto você ainda tiver o problema, avise o obstetra (o médico que estiver fazendo o parto), isso poderá evitar que o recém-nascido entre em contato com a infecção.
 
E qual o problema da infecção por candidíase no bebê recém-nascido?
Esta infecção pode provocar feridinhas brancas na boca do bebê (o famoso sapinho). O problema ainda pode ser transmitido para os seios da mãe por causa da amamentação.

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Gravidez pede mais cuidados com a higiene íntima
 
Dicas:
 
1. Evite alimentos muito ácidos (limão e outras frutas cítricas e vinagre) quando estiver com sintomas de candidíase, pois eles podem causar sintomas parecidos aos da infecção. 
 
2. Se você está grávida e com candidíase saiba que a infecção por cândida não é grave e pode ser tratada facilmente.
 
3. Procure o seu ginecologista quando notar qualquer coisa de anormal com seu corpo durante a gravidez.

saúde-mulher.com

Jiló: Benefícios e propriedades medicinais

O jiló é fonte de proteínas, minerais como cálcio, fósforo e ferro, vitaminas A, C, B, principalmente a niacina (vitamina B3)

Benefícios do jiló já comprovados cientificamente

O jiló é recomendado como um estimulante do metabolismo:

- hepático, 

- digestivo, 

- antidiarreico.
 
Tais benefícios e propriedades do jiló;são devidos a seus constituintes que lhe conferem o sabor amargo.
 
Benefícios do jiló segundo a medicina alternativa

Na cultura popular diz-se que o jiló cozido pode ser utilizado para tratar:

- febres (de qualquer etiologia), 

- resfriados e gripes, contudo não há comprovação científica para tais benefícios do jiló.
 
saudecomciencia.com

Superbactéria pode combater os mosquitos da dengue e malária

Toxina pode servir para o desenvolvimento de remédios contra as doenças infecciosas mais comuns no mundo
 
Rio - Uma equipe internacional de pesquisadores descreveu a ação de uma superbactéria capaz de combater a dengue e a malária. A Csp_P, como foi chamado o microorganismo, enfraquece os mosquitos transmissores das doenças e também impede que os parasitas causadores das enfermidades se reproduzam.
 
Segundo o grupo de pesquisadores, que conta com a brasileira Ana Cristina Bahia, da UFRJ, a ação da bactéria se deve a uma ou mais substâncias tóxicas que ela produz. Os pesquisadores, porém, ainda não conseguiram determinar quais são.
 
Quando descoberta, a toxina pode servir para o desenvolvimento de remédios contra as doenças infecciosas mais comuns no mundo.
 
O Dia