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sábado, 14 de junho de 2014

Futebol é a principal razão para homens recusarem sexo, diz pesquisa


Foto: Reprodução
 40% dos homens recusariam sexo em favor de assistir uma partida
 na TV
Dados apontam ainda que 27% dos entrevistados já pensaram em futebol durante o ato, 42% tentam 'apressar as coisas' para conseguir assistir a uma partida e um terço dos homens ouvidos disse achar pior falhar no campo do que no quarto
 
A campanha da fabricante de cervejas Heineken para a Liga dos Campeões da Uefa 2014 apostou na máxima sexista "mulher e futebol não combinam". Alvo de inúmeras críticas, o comercial indicava que, no mesmo horário da final do campeonato, as moças poderiam aproveitar uma liquidação de sapatos (clique aqui para ler a matéria completa). Pois uma pesquisa realizada pela fabricante de preservativos britânica Durex fornece mais munição para o debate e reforça o estereótipo, só que com outro argumento: o sexo.
 
Segundo a pesquisa, que ouviu dois mil homens de 72 localidades europeias e foi divulgada às vésperas da Copa do Mundo e das competições de verão no hemisfério norte, o futebol é a razão nº 1 para recusar sexo (veja os outro nove motivos mais comuns abaixo). Os dados apontam que 40% dos homens recusariam sexo em favor de assistir uma partida na TV, 27% já pensaram no esporte durante o ato e um terço dos entrevistados consideram pior falhar dentro do campo do que na cama.
 
Além disso, 42% dos homens disseram que tentariam apressar as coisas com a parceira para assistir a uma partida 'importante'. E mais: 37% afirmaram que topariam transar durante um jogo, desde que a TV ficasse ligada e eles pudessem 'pescar' os lances. Um em cada três homens disseram ainda que é pior fingir ou 'fazer fita' no gramado do que no quarto. Para conseguir escapar do que parece ser uma 'obrigação', os entrevistados enumeraram ainda desculpas como 'dor nas costas' e 'muito cansaço'.
 
A empresa divulgou um comunicado em que destaca: 'existe todo um mito em torno das desculpas femininas relativas ao sexo, mas parece que, quando o futebol está em jogo, as coisas mudam'.
 
As dez principais razões masculinas para recusar o sexo, segundo a pesquisa britânica:

1 – Assistir a uma partida de futebol

2 – Dor nas costas

3 – Cansaço

4 – Dor de cabeça, enxaqueca

5 – Trabalho até tarde

6 – Ter trabalho para fazer em casa

7 – Excesso de bebida

8 – Preferir em outro horário

9 - Mal estar genérico

10 – Acordar cedo demais
 
Saúde Plena

Sucos feitos com vegetais verdes fortalecem o sistema imunológico

Foto: Reprodução
Segundo pesquisa, redução de vegetais verdes na dieta dos humanos foi a decisão mais danosa que tomamos para a nossa saúde
 
Em tempos de uma alimentação baseada em produtos altamente processados, vários autores têm se dedicado a estudar o valor nutricional de vegetais verdes. É o caso da professora especializada em nutrição e dietas saudáveis Victoria Boutenko, autora de livros como Green for life e, mais recentemente, A revolução do suco verde, lançado pela Editora Alfalivros.

Segundo a pesquisadora, “a redução de vegetais verdes na dieta dos humanos foi a decisão mais danosa que tomamos para a nossa saúde”, referindo-se a estatísticas que demonstram que 50% dos norte-americanos apresentam insuficiência nutricional de um ou mais nutrientes em pleno século 21.
 
Entre os vilões da alimentação contemporânea, ela cita a farinha branca, o açúcar branco, os aditivos artificiais e outros componentes processados que registram altos níveis de toxinas, prejudiciais ao organismo. “Por causa da insuficiência de cálcio, vitamina D e outros nutrientes essenciais, por exemplo, a estrutura óssea do rosto de muitas pessoas se mantém subdesenvolvida, causando constrição das arcadas dentárias, o que resulta em dentes se espremendo uns sobre os outros”, comenta.
 
A especialista destaca também a diminuição do lóbulo da orelha na civilização ocidental ao longo dos últimos 150 anos. “A vitamina K é crucial para a cartilagem da orelha, aliás, para a cartilagem de todo o corpo. Como as gestantes e os bebês não costumam consumir a quantidade suficiente de folhas verdes, a cada geração os lóbulos das orelhas diminuem, assim como se dá o enfraquecimento da cartilagem de outras partes do corpo. Não é à toa que os Estados Unidos registram pelo menos 200 mil cirurgias anuais de substituição de cartilagem do joelho.”

Alternância
Para as pessoas que têm uma certa aversão ao cheiro dos sucos verdes, Victoria Boutenko sugere que a primeira experiência seja com a couve. “Descasque algumas bananas, acrescente couve e bata no liquidificador”, ensina. Posteriormente, ela recomenda que as pessoas alternem os vegetais verdes, entre claros e escuros, ou mudando o tipo de folhas a cada par de dias. “Isso fortifica o sistema imunológica e não causa intoxicação por ingestão de grande quantidade de alcaloides, substância venenosa se consumida em grandes doses.”

Na lista da pesquisadora estão: acelga, aipo, alface, broto de trigo, couve, rúcula, espinafre, agrião, broto de alfafa, hortelã, brócolis, folhas de beterraba, de cenoura, de mostarda, de rabanete, entre outros. Opções não faltam. “Portanto, a melhor forma de melhorar a qualidade de vida e nossa saúde é saborear muito suco verde.”
 
Três perguntas para Victoria Boutenko - Professora especializada em nutrição e dietas saudáveis
 
Qual é a quantidade de alimentos verdes que devemos comer por dia?
Existe uma grande diferença entre consumir verdes em uma salada e verdes em um suco, bebida ou vitamina. Nossos corpos conseguem assimilar melhor os nutrientes vitais dos verdes batidos (seja no liquidificador ou na centrífuga) do que dos verdes mastigados, porque o processo de liquidificar ou centrifugar quebra as partículas dos alimentos, possibilitando uma digestão mais rápida e com menos esforço. Desse modo, os nutrientes entram rapidamente na corrente sanguínea. Se a pessoa preferir consumir alimentos verdes em forma de salada, deve consumir pelo menos dois molhos de verdes (ou o equivante a seis xícaras) por dia. Se preferir na forma líquida, recomendo então um molho (ou três xícaras cheias) por dia.

Depois de fazermos um suco ou vitamina verde, quanto tempo ele dura?
Os sucos verdes são melhores quando frescos, mas, se for necessário, eles se conservam por três dias.

Muitas pessoas usam frutas doces, como passas, figos e ameixas no suco verde. Isso é correto?
Para quem está começando a beber suco verde, ou para as crianças, a fruta doce melhora o sabor do suco. A maioria das pessoas não está habituada ao gosto da clorofila e simplesmente não beberá um suco cujo sabor “verde” seja muito intenso. Por outro lado, há quem queira fazer tudo de uma vez e depressa, iniciando o processo com receitas muito verdes. Uma dica é acrescentar maçãs, que têm taxas mais baixas de glicemia, especialmente nos casos de pessoas com diabetes, hipoglicemia ou cândida. Outra opção é acrescentar vegetais com pouco amido, como tomates, pepino, aipo etc.
 
Saúde Plena

Ficar na frente do computador antes do jantar aumenta a fome, revela estudo

Estudos recentes comprovam que a manipulação de luz azul pode interferir na sensação de fome e no sono
Getty Images
Estudos recentes comprovam que a manipulação de luz azul pode interferir na
sensação de fome e no sono
Ficar exposto a lâmpadas de halogênio metálico, aquelas de maior durabilidade, e diante da tela do computador no período noturno aumenta a sensação de fome e pode alterar o metabolismo, segundo um novo estudo divulgado esta semana. Manipular a quantidade dessa luz interfere diretamente na vontade de se alimentar
 
Pesquisadores da Universidade Northwestern, em Chicago, nos Estados Unidos, descobriram uma nova técnica para alterar a quantidade de comida que uma pessoa vai ingerir. O método inclui o uso da chamada luz azul, que é gerada por equipamentos, como monitores de computador, e pelas lâmpadas de consumo eficiente.
 
Os pesquisadores norte-americanos conduziram um estudo que incluiu dez adultos saudáveis que mantinham uma rotina regular de sono e alimentação. Todos os voluntários receberam refeições ricas em carboidratos (isocalóricas). Como parte do estudo, o grupo ficou exposto a uma luz fraca, de menos de 20 lux (o equivalente a uma lâmpada de rua), durante as 16 horas em que ficou acordado, e menos de 3 lux, durante oito horas de sono.
 
No terceiro dia, os participantes foram expostos durante três horas a uma luminosidade de 260 lux (equivalente à luz de um escritório), enriquecida com luz azul, durante 10,5 horas.
 
Ao comparar os efeitos entre as duas condições, a conclusão é que a exposição à luz azul elevou a sensação de fome dos voluntários. Eles manifestaram vontade de comer algo 15 minutos após o aumento da luz. Essa sensação persistiu durante duras horas após o final do jantar. Outra conclusão é que a exposição à luz azul reduziu o sono dos voluntários e, eventualmente, alguns registraram maior resistência à insulina.
 
"Foi muito interessante observar que uma exposição de apenas três horas à luz azul à noite teve um impacto significativo na fome e no metabolismo de glucose", disse a cor-autora do estudo, Ivy Cheung, da Universidade Northwestern em Chicago. "Esses resultados são importantes porque sugerem que a manipulação da luz no ambiente pode representar uma nova abordagem na maneira de influenciar o padrão de ingestão de alimentos e o metabolismo humano".
 
Os pesquisadores afirmaram que estudos mais aprofundados devem determinar o mecanismo de ação envolvido na associação entre exposição de luz, fome e metabolismo.
 
Estudos divulgados anteriormente já haviam apontado outros benefícios ligados à exposição à luz azul. De acordo com pesquisa do Hospital da Mulher, nos Estados Unidos, o contato aumenta a concentração e o desempenho durante a noite. Outros estudos mostram que a exposição à luz azul durante a manhã tem o potencial de ajudar adolescentes que dormiram pouco a lidar melhor com o estresse.
 
A descoberta foi apresentada no evento Sleep 2014, o 28º Encontro anual das Sociedades Profissionais Associadas ao Sono.
 
UOL

Ferrugem em instrumentos suspende 470 cirurgias em hospital da Unicamp

O HC realiza em média 70 cirurgias por dia nos centros cirúrgicos geral, ambulatorial e de emergência
Divulgação/Hospital de Clínicas
O HC realiza em média 70 cirurgias por dia nos centros
 cirúrgicos geral, ambulatorial e de emergência
Depois de nove dias de investigação, o Hospital de Clínicas da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), a 93 km de São Paulo, detectou que o resíduo que provocou o cancelamento de 470 cirurgias eletivas – as que são programadas – é o óxido ferroso, uma espécie de ferrugem
 
As manchas apareceram após o processo de esterilização por equipamentos de autoclave, que mantém o material contaminado em vapor de água em temperatura elevada.
 
De acordo com o HC, mesmo com identificação da substância, os procedimentos seguem restritos apenas às emergências. Apesar de afirmar que "não existe risco de agente biológico contaminante nos instrumentais esterilizados por equipamentos de autoclave", o hospital continua suspendendo as cirurgias eletivas para "garantir a segurança dos pacientes", informou a assessoria de imprensa da unidade de saúde. Ainda não há previsão para a normalização dos procedimentos. Assim que o problema estiver resolvido, as cirurgias serão reagendadas.
 
O desafio agora é identificar a origem do resíduo, que ainda é desconhecida. Segundo a assessoria da unidade médica, as análises dos materiais do hospital foram feitas pelo Instituto de Química da universidade e também por dois laboratórios particulares. 
 
Em nota, a Unicamp reiterou que não houve reflexos nas áreas de urgência e emergência, uma vez que as equipes médicas podem usar materiais cirúrgicos do estoque nos procedimentos. Por enquanto, a unidade recebe auxílios do Hospital Estadual de Sumaré, que é administrado pela universidade, e do Centro Infantil Boldrini para a esterilização dos itens usados nas cirurgias.
 
Para tentar solucionar o problema, o hospital informou que houve análises de amostras de água e vapor que abastecem o hospital, limpeza de caixas d'água e canos de abastecimento, além da ampliação de capacidade da filtragem.
 
Em relação às autoclaves, a assessoria do HC disse que não foram identificadas falhas e adiantou que irá adquirir outro equipamento para retomar a realização das cirurgias eletivas.
 
"Com as medidas implantadas, houve uma importante redução dos resíduos. Outra medida tomada é a aquisição, em caráter de urgência, de outra autoclave com sistema de osmose reversa para produção de água ultrapura e que será instalada na próxima semana", afirmou o comunicado.
 
O processo de trabalho da Central de Materiais e Esterilização assegura limpeza, preparo, esterilização, armazenamento e distribuição de cerca de 30 mil itens mensais. O HC realiza em média 70 cirurgias por dia nos centros cirúrgicos geral, ambulatorial e de emergência. "A direção do hospital não tem medido esforços em resolver a situação, para que a produção cirúrgica da instituição se normalize o mais rápido possível", diz nota do HC.
 
Ainda segundo a unidade médica, o processo de trabalho da Central de Materiais e Esterilização assegura limpeza, preparo, esterilização, armazenamento e distribuição de 30 mil itens mensais.

UOL

Pão branco faz bem para o organismo e previne doenças

Getty Images
Pesquisa mostrou que tanto o pão branco como o arroz, mesmo
 que não integrais, são benéficos à saúde
Um estudo mostrou que o consumo do alimento estimula a produção de microrganismos bons no aparelho digestivo
 
Uma pesquisa feita pela Universidade de Oviedo descobriu que o pão branco pode não ser um grande vilão da alimentação saudável porque aumenta o número de microrganismos bons no estômago, que previnem doenças e melhoram a saúde. Uma das formas de manter o equilíbrio do organismo é comer bem. As informações são do Daily Mail.
 
A equipe da Universidade de Oviedo investigou o papel dos polifenois, comuns em alimentos como chás, frutas e legumes, no equilíbrio dos microrganismos do sistema digestivo. Eles avaliaram a dieta de 38 adultos saudáveis e examinaram a presença de microrganismos nas fezes dos voluntários.
 
A análise mostrou que a pectina, um composto de frutas cítricas, diminui os níveis de algumas bactérias úteis. Porém, a descoberta mais inusitada foi que o pão branco impulsionou a produção de Lactobacillus, um grupo de bactérias benéficas. 
 
Alimentos integrais têm sido constantemente associados a um aumento dos níveis das 'boas' bactérias, pelo alto teor de fibra. No entanto, a pesquisa atual descobriu que o consumo de grãos refinados – como pão e arroz branco – podem ter benefícios parecidos.
 
Daily Mail / Terra

Porções menores de doces são mais prazerosas, diz estudo

Getty Images
Pesquisadores mostram que as últimas bolachas e o segundo pedaço de bolos serão sempre menos saborosos que os primeiros
 
Quer um bom motivo, além de não engordar, para pensar duas vezes antes de devorar um bolo inteiro? Um novo estudo mostra que ingerir pequenas porções de comidas doces e gordurosas traz mais prazer para o organismo. De acordo com informações do Daily Mail, isso acontece porque a memória para alimentos é muito viva, especialmente quando experimentamos gostos extremos, que são muito ruins ou deliciosos.
 
Pesquisadores da Escola de Administração da Universidade de Boston e da Escola de Economia da Universidade de Stanford queriam descobrir o que influencia o intervalo entre as refeições. Para isso, foram realizados vários estudos e os resultados foram publicados no jornal Psicologia e Ciência, da Associação de Psicologia e Ciência.
 
Eles pediram para que 134 estudantes provassem três sabores de biscoitos e escolhessem um preferido. Em seguida, eles ganharam um número específico de biscoitos para saborear. Resultados mostraram que os que tinham comido a maior parcela (15 biscoitos) tiveram um prazer significativamente menor que os que tinham comido apenas três unidades.
 
Isso mostra que os últimos pedaços serão sempre menos prazerosos que os primeiros. Ainda assim, o estudo aponta que quanto mais prazer você sentir ao provar um alimento, mais cedo você vai querer comê-lo de novo.
 
Daily Mail / Terra

Goma e adesivo que ajudam a parar de fumar causam câncer

Getty Images
A nicotina por si só já é causadora de câncer
Segundo estudo feito nos EUA, a presença da nicotina em produtos de apoio ao abandono do vício é perigosa para a saúde
 
Adesivos de nicotina têm ajudado muitos fumantes a largar o vício, mas uma nova pesquisa sugere que eles podem fazer mais mal do que bem. Um estudo realizado pelo Instituto de Bioinformática de Virginia, nos EUA, descobriu que a nicotina por si só poderia causar câncer, portanto, o uso dos adesivos é um risco. As informações são do Daily Mail.
 
A nicotina é uma das 4 mil substâncias químicas encontradas na fumaça do cigarro. Embora muitos desses produtos químicos sejam reconhecidos como cancerígenos, até o momento a nicotina foi considerada viciante. Ela é muito utilizada em produtos de apoio ao abandono do vício, em adesivos, gomas de mascar e cigarros eletrônicos.
 
O estudo recente descobriu que a nicotina provoca alterações celulares, fazendo com que aconteçam mutações nas células expostas à substância. .
 
Daily Mail / Terra
 

Selfies estão espalhando piolhos

lLice-treatment experts claim that selfies are causing an uptick in lice infestations among the younger generation. However not everyone is convincedAs “selfies” já não são mais novidade para ninguém, certo? São aquelas fotos que as pessoas tiram delas mesmas, que viraram moda no mundo inteiro, principalmente depois do advento dos smartphones
 
Os telefones celulares facilitaram o ato de tirar fotos, mas o problema é evidente: nem sempre tem alguém para tirar uma foto sua. Logo, você tem que se virar sozinho. Antes, a gente tinha que mirar e tirar umas 10 fotos até conseguir se encaixar em uma delas a contento (e agradando todos os fotografados). Depois de um tempo, percebendo essa dificuldade, os fabricantes de smartphones resolveram nos ajudar e criaram aquele mecanismo de virar a câmera, para que a gente consiga ver a foto na tela, ao mesmo tempo que planejamos o enquadramento.
 
A moda das “selfies” é popular entre as celebridades também (o Instagram que o diga). Falando em celebridades, temos uma brasileira que é craque nelas: o Neymar. Conhecido por gostar de tirar fotos de si mesmo, virou até uma piadinha muito bem apropriada em um dos vídeos que a Nike fez para a Copa do Mundo FIFA 2014.
 
E o que os piolhos têm a ver com as selfies?
Até agora, a gente falou que as selfies se espalharam por todo mundo, caindo no gosto popular e das celebridades mais badaladas, e não badaladas, do momento.
 
Nas redes sociais, as selfies são uma verdadeira epidemia. O único detalhe é que além de frequentemente disseminarem uma dose de vergonha alheia, elas também estão sendo apontadas como as responsáveis por espalhar nada menos que piolhos.
 
Oi?
É fácil de entender o por quê. Em uma boa quantidade de fotos, as pessoas que tiram selfies estão juntinhas, porque não há espaço para ficarem muito separadas, afinal, a câmera está no máximo à distância de um braço. As cabeças ficam ali, uma do lado das outras. E como a prática de selfies é um tanto constante, os piolhos estão se espalhando cada vez mais.
 
Segundo Marcy McQuillan, estadunidense especialista no tratamento de piolhos, essa ligação entre piolhos e selfies é mais do que evidente, principalmente porque os piolhos não voam, nem pulam. A única forma de eles se espalharem é por contato – algo que as selfies proporcionam com uma certa frequência/facilidade.
 
Já para o Dr. Nick Celano, médico residente no hospital Los Angeles + USC Medical Center, nos Estados Unidos, essa relação parece um tanto exagerada. Segundo ele, os piolhos demoram um tempo para se espalharem de uma cabeça para outra, e os 10 segundos de uma foto não é suficiente para que essa “locomoção” acontecesse.
 
E agora? Selfie passa ou não passa piolho? Não sei você, mas eu fiquei com a pulga atrás da orelha!
 
Hypescience

Fitoterápicos ajudam a tratar desde problemas digestivos até ansiedade

Aqui vai este repost que foi solicitado por vários leitores do blog
 
Eles são considerados medicamentos e alguns são até distribuídos pelo SUS
 
Existem fitoterápicos tão eficientes que são distribuídos pela rede pública de saúde do país, mas algumas regras rigorosas dificultam o registro e o reconhecimento de muitos desses medicamentos. Por conta disso, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) levantou uma discussão, na semana do dia 4 de março, sobre a possibilidade de criar uma nova regra para os fitoterápicos no Brasil.

A ideia é que seja criada uma categoria de "produto tradicional fitoterápico". Nesse grupo, seriam aceitas substâncias que comprovem a segurança pelo uso tradicional - sem precisar de comprovação científica - desde que cumpram as condições adequadas de higiene para fabricação. Para conhecer melhor o efeito e os cuidados com esses medicamentos, confira as explicações de especialistas no assunto:

1. O que são fitoterápicos?
De acordo com a Anvisa, fitoterápicos são medicamentos que têm como princípio ativo drogas vegetais, popularmente conhecidas como plantas medicinais. "Esses compostos agem sobre o organismo proporcionando ações específicas como melhora de enjoo e náuseas, aumento da saciedade, melhora do funcionamento intestinal etc.", explica a nutricionista Alessandra Coelho, do Conselho Regional de Nutricionistas de São Paulo.

"Na fitoterapia, os medicamentos são produzidos a partir de partes das plantas, não possuindo apenas uma substância isolada e sim uma série delas", explica Célia Von Linsingen, Gerente de Marketing Institucional e Consumo do Herbarium, empresa de fitoterápicos. Essa ação conjunta torna o tratamento mais suave e reduz os efeitos colaterais.

2. Fitoterápicos são enquadrados na classe de medicamentos?
Sim, eles são considerados medicamentos assim como os remédios convencionais, chamados alopáticos. Por conta disso, os fitoterápicos precisam apresentar estudos científicos e outros critérios para comprovar a qualidade, a segurança e eficácia do uso. No entanto, muitos medicamentos fitoterápicos são bem antigos e não possuem esses estudos, não sendo reconhecidos pela Anvisa.

3. O fitoterápico pode substituir medicamentos alopáticos?
Segundo Caroly Mendonça, coordenadora do curso de Fitoterapia Clínica do Centro de Pós-Graduação das Faculdades Oswaldo Cruz, o fitoterápico pode substituir um medicamento alopático dependendo da doença. "Em alguns casos, o efeito é até melhor do que de um medicamento alopático", diz a professora. Tratamentos de gastrite, por exemplo, podem ser feitos com espinheira santa. "Mas lembre-se de que nenhuma medicação deve ser substituída sem a indicação e consentimento do profissional responsável", alerta a nutricionista Alessandra.

4. Fitoterápicos podem trazer perigos à saúde?
O mau uso de fitoterápicos pode ocasionar problemas à saúde, como qualquer outro medicamento. A Anvisa exemplifica alguns dos possíveis problemas: alterações na pressão arterial e problemas no sistema nervoso central, fígado e rins, que podem levar a internações no hospital e até morte, dependendo da forma de uso irregular. Por isso, é fundamental usar fitoterápicos seguindo orientações de um profissional da área de saúde capacitado.

5. Fitoterapia é o mesmo que medicina ortomolecular?
Não. "A fitoterapia é uma terapia usada com extratos vegetais que vem de uma prática mais antiga e tradicional", explica Marcelle Machado, professora do curso de Naturologia da Anhembi Morumbi, em São Paulo. Nessa técnica, todos os compostos ativos são de origem vegetal, mas não há uma substância ativa isolada.

Já a medicina ortomolecular possui como terapia a utilização de substâncias biológicas ou sintéticas, como vitaminas e minerais, de maneira isolada. "Esse uso é feito para corrigir alguma deficiência ou até mesmo para combater doenças, no caso da prescrição de antioxidantes", explica a nutricionista Alessandra.

6. Quem pode receitar fitoterápico?
A nutricionista Alessandra forneceu uma lista divulgada pela Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais com os profissionais que podem prescrever fitoterápicos, entre eles:

- Médico, desde que seja especializado na área de fitoterapia;

- Nutricionista e cirurgião dentista (apenas produtos com indicação relacionada ao seu campo de conhecimento);

- Farmacêutico (apenas medicamentos isentos de prescrição médica para doenças de baixa gravidade);

- Enfermeiro (desde que faça pós-graduação);

- Terapeutas (técnicos em acupuntura, podólogos, técnicos em quiropraxia e terapeutas holísticos) e naturólogos podem recomendar fitoterápicos de venda livre, que não sejam manipulados;

- Psicólogos e fisioterapeutas podem recomendar fitoterápicos de venda livre apenas quando forem especializados em acupuntura.

7. Quais cuidados é preciso ter com o uso de fitoterápico?

 A Anvisa lista alguns cuidados que são os mesmos destinados aos outros medicamentos:

- Buscar informações com os profissionais de saúde;

- Informar ao seu médico sobre qualquer reação desagradável enquanto estiver usando plantas medicinais ou fitoterápicos;

- Observar cuidados especiais com gestantes, lactantes, crianças e idosos;

- Informar ao seu médico se está utilizando plantas medicinais ou fitoterápicos, principalmente antes de cirurgias;

- Adquirir fitoterápicos apenas em farmácias e drogarias autorizadas pela Vigilância Sanitária;

- Seguir as orientações da bula e rotulagem;

- Observar a data de validade e nunca usar medicamentos vencidos;

- Seguir corretamente os cuidados de armazenamento;

- Ter cuidado ao associar medicamentos, pois isso pode diminuir os efeitos ou provocar reações indesejadas;

- Desconfiar de produtos que prometem curas milagrosas.

Fitoterápicos que trazem benefícios à saúde

Há por volta de 66 fitoterápicos reconhecidos pela Anvisa. Conheça alguns deles e saiba qual é a indicação:
 
Chá de Mil Folhas
"Esse fitoterápico pode ser encontrado em forma de chá, feito de um a dois gramas em 160 miligramas de água e tomado três vezes ao dia, para adultos", explica a professora Marcelle Machado, do curso de Naturologia da Anhembi Morumbi. É indicado para pessoas com falta de apetite, cólicas, complicações digestivas, febre, inflamação, entre outros problemas. Já a contraindicação é para pessoas com úlcera gástrica.                     
 
Carqueja
Indicada para distúrbios digestivos e problemas no fígado. "Apesar de existir na forma de chá, é comum a utilização desse fitoterápico em forma de tintura, ou seja, um composto da erva concentrada em álcool, feito em uma farmácia manipulada", conta Marcelle Machado. O uso não pode ser feito por grávidas, pois pode promover contrações uterinas. 
 
Chapéu-de-couro
Também conhecido como chá-da-campanha, erva-do-brejo e erva-do-pântano, esse fitoterápico é usado para combater retenção de líquido e edemas corporais e ajudar no controle da pressão arterial. Um estudo do Laboratório de Farmacologia Neuro-Cardiovascular do Instituto Oswaldo Cruz (IOC) da Fiocruz investigou os efeitos farmacológicos do extrato da planta e constatou um potente efeito vasodilatador do composto, semelhante ao atingido pelo tratamento crônico tradicional da hipertensão arterial.

Segundo a professora de Naturologia Marcelle, a contraindicação dessa erva é para pessoas que possuem insuficiência cardíaca ou renal, uma vez que o chá aumenta o trabalho dos rins e a exigência do coração.  
 
Erva-cidreira
Ela é indicada para combater cólicas intestinais e uterinas e quadros leves de ansiedade e insônia, como um verdadeiro calmante. Fácil de ser encontrada na forma de chá, não precisa de prescrição médica. A recomendação é de usar uma xícara de chá de duas a três vezes ao dia. 
 
Arnica
Vendida sob a forma de extrato (tintura) sem necessidade de prescrição médica, a arnica é ótima para tratar contusões e hematomas. O uso é tópico e deve ser evitado em ferimentos abertos. A compressa pode ser aplicada na área afetada de duas a três vezes ao dia. 
 
Calêndula
Esse fitoterápico é encontrado na forma de pomada em farmácias de manipulação e tem poder cicatrizante e anti-inflamatório, indicada para tratar inflamações, lesões, contusões e queimaduras. O uso também pode ser feito por meio de compressas do chá, três vezes ao dia. Não é preciso prescrição médica para obter esse fitoterápico. 
 
Aloe Vera (babosa)
O extrato obtido pelo gel da planta babosa é tão eficiente que é distribuído gratuitamente pelo SUS. O efeito é de cicatrizante nas lesões provocadas por queimaduras térmicas (primeiro e segundo grau) e radiação, além de ajudar a tratar feridas de psoríase. Não precisa de prescrição médica. 
 
Salix Alba (Salgueiro)
Outro fitoterápico disponibilizado pelo SUS, o salgueiro é indicado contra dores lombares, febre, gripe e resfriado. Ele é de uso oral, tem poder antitérmico, anti-inflamatório e analgésico e dispensa prescrição médica. A recomendação é de uma xícara do chá de duas a três vezes ao dia. 
 
Chá verde em cápsulas
Esse fitoterápico apresenta um antioxidante chamado catequina, o flavonoide que tem uma ação vascular, a cafeína que traz melhoras nas partes cognitiva e cardíaca, a vitamina K e as vitaminas do complexo B. Pesquisas indicam que esses nutrientes podem trazer benefícios para a imunidade e ajudar no combate ao câncer. Alguns estudos também apontam o potencial do chá verde para acelerar o emagrecimento. Um deles foi desenvolvido na Escola Superior de Agricultura da USP e indicou que o chá pode ser um aliado alimentar tanto para a perda de peso quanto a diminuição de gordura corporal e a redução dos níveis de triglicérides, entre outros benefícios.

No entanto, os médicos lembram que ele não faz milagre sozinho - é preciso adotar hábitos saudáveis, como alimentação equilibrada e controle do peso. Vale lembrar, também, que a venda de chá verde injetável para emagrecer é proibida pela Anvisa, sendo liberada apenas a venda de fitoterápicos via oral com chá verde que tenham registro na Vigilância Sanitária. 
 
Isoflavona de soja
Este fitoterápico é um ótimo coadjuvante para aliviar os sintomas de mulheres que estão na fase da menopausa. Um estudo realizado pela Universidade de Delaware, nos Estado Unidos, indica que a soja pode reduzir a frequência e a severidade das ondas de calor comuns do período em até 26%. Os resultados, publicados no periódico Menopause: The Journal of the North American Menopause Association foram baseados na análise 19 estudos anteriores que envolveram mais de 1.200 mulheres ao todo. 
 
Minha Vida

EUA tem aumento ‘alarmante’ em número de diabéticos

Foto: Oskar Annermarken/Flcikr/Creative Commons
Uma em cada quatro pessoas no país sofre de diabetes tipo 2
 
Vinte e nove milhões de americanos sofriam de diabetes em 2012, um aumento de 11,5% com relação a 2010, segundo relatório das autoridade sanitárias, considerado “alarmante” e divulgado nesta terça-feira.
 
Uma em cada quatro pessoas no país sofre de diabetes tipo 2, segundo os Centros Federais de Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês).
 
Além dos 29 milhões de adultos afetados pela diabetes – 9,3% da população -, 86 milhões, isto é, um em cada três, é pré-diabético (com um nível maior de glicose no sangue que o normal).
 
Se não perderem peso e fizerem alguma atividade física, entre 15% e 30% destas pessoas desenvolverão diabetes em cinco anos, advertiram os CDC.
 
A obesidade, que afeta mais de um terço dos adultos americanos, é o gatilho principal da diabetes tipo 2. Os profissionais de saúde falam em uma verdadeira epidemia chamada “diabesidade”.
 
“Estas últimas estatísticas são alarmantes e apontam para a necessidade de intensificar as medidas para reduzir a carga de diabetes no nosso país”, insistiu a doutora Ann Albright, diretora da Divisão de Diabetes dos CDC.
 
O diagnóstico de diabetes dobra entre os negros, os hispânicos, os indígenas e os nativos do Alasca, com relação aos brancos não hispânicos, constataram os pesquisadores.
 
Mas a proporção de adultos nos Estados Unidos que são pré-diabéticos é quase similar entre os brancos (35%), os negros não hispânicos (39%) e os hispânicos (38%).
 
O informe destacou, ainda, que 208.000 menores de 20 anos sofrem de diabetes tipo 1 (juvenil) ou tipo 2.
 
A diabetes é uma doença grave, caracterizada por níveis elevados de glicose no sangue. Pode ser mantida sob controle com atividade física, dieta adequada, uso apropriado de insulina e tratamento.
 
Os diabéticos correm um risco maior de sofrer de doenças cardíacas, acidentes vasculares cerebrais, insuficiência renal e graves complicações, como perda da visão, amputação dos dedos, pés ou pernas, e inclusive morte prematura, alertou o informe.
 
Segundo os CDC, em 2012, a diabetes e suas complicações associadas representaram US$ 245 bilhões em gastos com cuidados médicos.
 
Terra

Espasmos aparecem com o estresse e sobrecarga muscular

Atividade física regular é a grande aliada para combater as contrações
 
Por Dr. André Felício
 
Quem nunca sentiu uma contração muscular dolorosa da "batata" da perna (panturrilha) ou aquelas pequenas contrações que ocorrem na pálpebra? Estes são exemplos de fenômenos neurológicos que ocorrem ao nível do músculo ou suas porções mais delicadas (fibras musculares) e, muitas vezes, são desencadeados por estresse.
 
Existem diferentes tipos de espasmos musculares. Um tipo mais conhecido seria a câimbra, que nada mais é do que uma contração muscular dolorosa. A maioria das pessoas que tem cãibra apresenta estes espasmos musculares de natureza benigna como uma reação do corpo ao estresse. Mas outras causas bem mais complexas, como algumas doenças neurológicas e distúrbios hidroeletrolíticos, podem ser a fonte de câimbras frequentes. Nesses casos, procurar um especialista é fundamental.
 
Por outro lado, um tipo de espasmo muscular que não dói seriam as chamadas "mioquimias palpebrais". Novamente, são em geral benignas e ocorrem, como o nome sugere, em uma das pálpebras, como se fossem pequenas contrações indolores nesta região. As mioquimias normalmente não são decorrentes de nenhuma situação específica senão estresse, mas casos de recorrência frequente, bilaterais ou associados a outras manifestações devem ser investigados por neurologista.
 
Enfim, tanto as câimbras como a mioquimia facial são exemplos de espasmos musculares com características diferentes, mas um ponto geralmente comum: estresse. Logo, atividade física regular sob orientação de professional habilitado, hidratação, alimentação equilibradas e técnicas de relaxamento podem ajudar a prevenir os espasmos musculares. Lembrando que o excesso também poderá ser ruim, como a prática extenuante de atividade física.
 
Minha Vida

Veja dicas de como trocar o sal por outros temperos mais saudáveis

Veja dicas de como trocar o sal por outros temperos mais saudáveis stock.xchng/Divulgação
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Alecrim fica ótimo com batata, cenoura, couve flor, abobrinha,
frango e sopas
Ervas e outros condimentos são alternativa para preparar alimentos saborosos
 
A comida não tem graça sem um bom tempero, certo? Mas abusar do sal, o condimento mais usado e conhecido para dar sabor aos alimentos, não é nada saudável. Pelo contrário: quanto menos você colocar no prato, melhor para a sua saúde.
 
— O sal não é o vilão da alimentação, mas reduzir a quantidade é sempre uma boa ideia. O seu consumo em excesso está relacionado ao aumento da pressão arterial e também pode trazer más consequências para a função cardíaca — adverte o nutrólogo Paulo Henkin.
 
Para reduzir a quantidade de sal, é preciso encontrar alternativas para temperar os pratos. A nutricionista funcional Alice Müller dá dicas de como usar condimentos saudáveis e tão (ou mais!) saborosos como o sal.
 
Mix de ervas
Pode ser usado em substituição do sal para preparar carnes, molhos, feijão, entre outros alimentos. Bata no liquidificador partes iguais de sal marinho, orégano, manjericão e alecrim (ervas desidratadas). Você pode variar usando semente de mostarda, cominho e pimenta do reino.
 
Marinada
Use vinho, suco de laranja, suco de limão ou suco de abacaxi, e acrescente temperos como cebola, alho, alecrim, coentro, sálvia, tomilho e louro. Deixe a carne marinando na geladeira por cerca de uma hora. O tempero deixa a carne saudável e saborosa.
 
Óleo de especiarias
Utilize azeite de oliva extra virgem, pimenta dedo-de-moça, um dente de alho, um ramo de alecrim e folhinhas de manjericão. Use o próprio vidro do azeite para juntar os ingredientes. Varie os temperos e você terá vários sabores para temperar a salada, refogar a comida ou comer com pão e torradinhas integrais.
 
Gersal
Adicione ao arroz, legumes ou saladas. Para prepará-lo, misture quatro colheres de chá de semente de gergelim torrado com duas colheres de chá de sal marinho grosso. Triture e guarde em um pote fechado.
 
Caldo de legumes caseiro
Cozinhe alho, alho-poró, louro, orégano, aipo, cenoura, moranga e talos com água. Coe e congele em potes para usar em risotos, sopas e molhos.
 
Gostosos e nutritivos
A nutricionista funcional Alice Müller indica condimentos para temperar a comida e dar mais sabor aos alimentos.
 
Conheça:
 
Alho: combina com molhos, feijão, lentilha, grão de bico, sopas, carnes e arroz. Fortalece a imunidade e ajuda a controlar a pressão alta e o colesterol.
 
Alho-poró: use em refogados, risotos, sopas e omeletes. Tem sabor e aroma mais brandos do que o alho. Auxilia a desintoxicação do fígado e, por ter inulina, fibra que provoca saciedade.
 
Aipo: o aipo ou salsão fresco é utilizado como salada ou em pratos cozidos a base de peixes, gado e aves. As folhas podem aromatizar os caldos. É diurético e pode ajudar na prevenção de cálculos renais.
 
Alecrim: fica ótimo com batata, cenoura, couve flor, abobrinha, frango e sopas. É estimulante, diminuindo o cansaço mental, e é digestivo.
 
Açafrão: coloque no final das preparações, como sopas, molho de tomate, arroz, risotos, omeletes, carnes e frutos do mar, sempre associado à pimenta do reino. Tanto o açafrão verdadeiro, como é popularmente conhecido, quanto o açafrão da terra ou a cúrcuma exercem efeito anti-inflamatório e antioxidante.
 
Canela: moída, combina com moranga, carne moída e frutas assadas. Melhora a ação da insulina e o controle da glicose sanguínea.
 
Cebola: pode ser assada com pimenta do reino, usada em conservas e refogada para temperar legumes, carnes e molhos. Tem quercetina, que fortalece e protege os vasos sanguíneos e pode ajudar a reduzir sintomas alérgicos.
 
Cebolinha: adicione a omeletes, sopas, molhos, saladas, hortaliças cozidas, gado, frango, peixe e batata cozida. Tem fitoquímicos que atuam na proteção contra doenças cardiovasculares e câncer.
 
Coentro: usa-se as folhas frescas para temperar pescados e as sementes em conservas, peixes, frutos do mar e pratos com soja. Tem capacidade antioxidante, antialérgica, antitumoral e antimicrobiana.
 
Cominho: em semente, pode ser colocado sobre pães, saladas de batata ou de repolho. Em pó, é muito usado para temperar feijão e diversos pratos salgados. Tem propriedade carminativa (redução de gases intestinais e gástrico).
 
Curry: usado em molho de tomate e de carne, leite de coco, carne, frango, peixe, arroz e hortaliças cozidas ou assadas. O curry tem sabor picante e é uma mistura de 8 a 30 ervas benéficas, como cominho, canela, gengibre, açafrão e pimenta, tornando-o uma especiaria rica em antioxidantes.
 
Gengibre: pode ser usado em raízes inteiras e frescas ou secas e moídas. Tem aroma adocicado e sabor forte e picante. Use no arroz, na carne, no frango, no peixe, no refogado de legumes, nos bolos, nos biscoitos, nos sucos e nos chás. Beneficia a circulação sanguínea e tem efeito anti-inflamatório. Também pode melhorar enjoos e mal-estar.
 
Hortelã: adicione à salada de folhas ou tomate, berinjela, abobrinha, ervilha, peixes, sucos, chás e geleia. Melhora a digestão e é protetor do fígado e desintoxicante.
 
Louro: é um tempero muito usado na cozinha brasileira, combina com marinadas, assados, ensopados, conservas, feijão e sopas. Tem propriedade analgésica, carminativa, diurética e auxilia no trabalho do fígado.
 
Manjericão: fresco ou seco, é usado com tomate (tanto nos molhos quanto nas saladas), massas (no molho pesto), carnes e sopas. Auxilia na diminuição de danos oxidativos, envelhecimento precoce, aterosclerose e diabetes.
 
Mostarda: em grãos ou moída na hora, combina com conserva de hortaliças, assados, molhos e carnes. È fonte de colina, estimulante da memória.
 
Noz moscada: encontrada em sementes e em pó, mas é preferível moída na hora, para que seu sabor adocicado possa ser mais conservado. Usada em recheios, molhos, espinafre, moranga, batata e em pratos a base de ovos.
 
Orégano: o sabor característico da pizza vem da utilização do orégano, mas pode ser utilizado molhos de tomate, vinagre, sopas, massas, legumes, saladas, ensopados, feijão e ovos. Tem forte poder antifúngico e antioxidante.
 
Pimenta do reino e pimenta vermelha: usar nas carnes, molhos, risotos, ensopados, omelete, feijão e lentilha. Melhora o fluxo de sangue, contém potentes analgésicos naturais e pode inibir o crescimento de células tumorais.
 
Salsa: colocar no final do preparo de omelete, sopa, molhos, saladas, hortaliças cozidas, carne, frango, peixe, carreteiro e batata cozida. É fonte de vitamina C, que fortalece o sistema imune e auxilia na absorção de ferro dos alimentos.
 
Sálvia: combina com frango, molho de tomate e molho de carne, sopa e ensopados. No chá, pode ajudar a diminuir os calorões da menopausa. Tem compostos antioxidantes com atividade antiinflamatória e anticarcinogenica.
 
Tomilho: os ramos frescos podem aromatizar carnes e hortaliças. Combina também com tomate, pimentão e berinjela. Pode ser adicionado a vinagres ou azeites. Tem poder antioxidante e antibacteriano.
 
Zero Hora

Nova pesquisa esclarece por que parar de fumar é mais difícil para algumas pessoas

Nova pesquisa esclarece por que parar de fumar é mais difícil para algumas pessoas Adriana Franciosi/Agencia RBS
Foto: Adriana Franciosi / Agencia RBS
No estudo, os pesquisadores realizaram testes cerebrais em fumantes que
estavam privados de cigarros por pelo menos 12 horas
Quem é motivado a largar o cigarro por recompensa pode apresentar mais dificuldades
 
Pesquisadores identificaram uma função cerebral que indica se as estratégias para deixar de fumar à base de recompensa podem ser ou não eficazes em determinados fumantes. No estudo, os pesquisadores realizaram testes cerebrais em fumantes que estavam privados de cigarros por pelo menos 12 horas e descobriram que aqueles motivados por recompensa eram menos propensos a parar de fumar.
 
— Acreditamos que nossos resultados podem ajudar a explicar por que alguns fumantes acham tão difícil parar de fumar. Ou seja, as potenciais fontes de reforço para deixar de fumar (por exemplo, a perspectiva de poupar dinheiro ou melhorar a saúde) podem ser de menos valor para algumas pessoas e, consequentemente, terem menos impacto em seu comportamento — disse Stephen J. Wilson, professor assistente de psicologia, da Universidade Estadual da Pensilvânia.
 
Primeiro, os pesquisadores disseram aos fumantes que eles seriam autorizados a fumar em duas horas. Com a intenção de colocá-los à prova, depois, lhes disseram que aquilo havia sido um erro e que seriam autorizados a fumar em 15 minutos. Antes de permitirem que eles fumassem, os pesquisadores prometeram a quantia de 1 dólar para cada cinco minutos que eles ficassem sem o cigarro.
 
O grupo de teste era composto por 44 fumantes, com idades entre 18 e 45 anos, que fumavam pelo menos 10 cigarros por dia. Os pesquisadores analisaram as respostas do corpo estriado ventral, a área do cérebro responsável pela motivação e comportamento orientado por um objetivo.
 
Os que apresentavam as respostas mais fracas do corpo estriado eram menos propensos a se absterem de fumar. Wilson acredita que sua pesquisa possa levar a soluções para identificar os fumantes mais problemáticos e desenvolver novos métodos de parar de fumar específicos para suas necessidades.
 
— Nossos resultados sugerem que pode ser possível identificar os indivíduos de maneira prospectiva, medindo como seus cérebros respondem a recompensas, uma observação que tem implicações conceituais e clínicas significativas. Por exemplo, os fumantes especialmente "em risco" poderiam ser identificados antes de uma tentativa de parar e receber intervenções especiais, criadas para aumentar suas chances de sucesso — disse Wilson.
 
O estudo foi publicado online pela Associação Americana de Psicologia.
 
Um bom motivo para parar
A Estudo Bem-Estar, iniciativa da Unimed Porto Alegre, traz um bom motivo para deixar de fumar: o cigarro é apontado pela pesquisa como um dos fatores que atrapalham o bem-estar. Além disso, pessoas que declararam ter alguém que fuma na família também apresentam menor bem-estar. O impacto de ser fumante ou ter um familiar fumante é semelhante.

Zero Hora

Hormônio do amor, ocitocina pode combater o envelhecimento

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Ocitocina pode se tornar uma forma de combater o envelhecimento
Estudo afirma que ocitocina poderia se tornar uma alternativa à terapia de reposição hormonal como uma forma de combater os sintomas do envelhecimento de homens e mulheres
 
A ocitocina, hormônio associado ao carinho materno, social, ao parto e ao sexo, deve se tornar o mais novo alvo para o tratamento da perda muscular. Pesquisadores da Universidade da Califórnia descobriram que a ocitocina é indispensável para a reparação e manutenção do músculo saudável, e que, pelo menos em ratos, ela declina com a idade.
 
Os pesquisadores, que fizeram os testes apenas em ratos ainda, defendem que a ocitocina poderia se tornar uma alternativa viável para a terapia de reposição hormonal como uma forma de combater os sintomas do envelhecimento de homens e mulheres.
 
Pesquisas anteriores já haviam relacionado alguns s outros fatores bioquímicos no sangue ao envelhecimento, mas a ocitocina é a primeira molécula antienvelhecimento identificada a ser aprovada pelo FDA para uso clínico nos seres humanos. A forma sintética da ocitocina já é usada para o controle do sangramento após o parto. Ensaios clínicos de um spray nasal de ocitocina também estão em andamento para aliviar os sintomas associados com doenças mentais, como autismo, esquizofrenia e demência.
 
Pesquisadores afirmam que a ocitocina, secretada para o sangue pelas glândulas pituitárias, tem dois trunfos importantes: é um hormônio de amplo alcance que atinge todos os órgãos, e não está associada com tumores nem interfere no sistema imunológico.
 
"Infelizmente, a maioria das moléculas descobertas até agora para aumentar a regeneração do tecido também está associada com o câncer, limitando o seu potencial em tratamentos para seres humanos," disse Irina Conboy, professora de bioengenharia da Universidade da Califórnia, em Berkeley. "Nossa missão é encontrar uma molécula que não só rejuvenesça o músculo e outros tecidos, mas que também não aumente o risco de câncer".
 
iG

Para esquentar: 8 chás e seus benefícios para a saúde

Você sabe quando e como surgiu o chá? Há mais de 5 mil anos!
 
Reza a lenda que o primeiro chá verde surgiu quando o imperador chinês Shên Nung, conhecido como Curandeiro Divino, descansava à sombra de uma árvore durante um passeio por suas terras e pediu que seus empregados fervessem um pouco de água para ele. Eis que uma folha da espécie Camellia sinensis, originária da China e da Índia, caiu dentro dessa água e ele tomou.
 
Preparamos uma lista diferente, com informações completas sobre 8 chás, seus benefícios para a saúde e modo de preparo.
 
Confira:
 
1. Chá Verde
O gostinho amargo não é nada perto de todos os outros benefícios que ele carrega. O chá verde, proveniente da erva Camellia sinensis, é rico em antioxidantes, faz bem à saúde do coração e possui também as Vitaminas dos complexos C, K e B, além de manganês, potássio e ácido fólico, todos muito bons para o fortalecimento do sistema imunológico.
 
Quem quer emagrecer pode incluir na dieta junto com a alimentação balanceada. O chá verde tem propriedades que aceleram o metabolismo e, segundo uma pesquisa norte-americana, quem ingere a bebida com frequência tem 44% menos chances de ter depressão.
 
Tem mais: o chá verde é um bom aliado para controlar o colesterol ruim, mas é bom lembrar, que ele não faz isso sozinho, ou seja, contribui para os efeitos de uma alimentação menos gordurosa.
 
É verdade que o chá verde atrapalha a absorção do ferro pelo organismo? O consumo durante ou logo após as refeições não influi na absorção de ferro para pessoas com saúde normal. Para quem tem deficiência de ferro, o recomendado é evitar a ingestão da bebida nestes períodos.
 
Preparo
Separe 1 grama de folhas da erva para cada 100 ml de água. Deixe em infusão por cinco minutos a mais ou menos 80°C. Beba, no máximo, 15 minutos após o preparo para não perder as propriedades.
 
Cuidados
Quem acha que quanto mais, melhor, atenção! O excesso – mais de quatro ou cinco xícaras por dia – pode ser prejudicial à saúde e levar à gastrite e até à úlcera.
 
O uso do chá não é recomendado para gestantes, hipertensos, indivíduos com glaucoma e com doenças psiquiátricas, pois as substâncias do chá podem interagir com as dos remédios. Buscar a orientação profissional é sempre a melhor opção.
 
2. Chá de Hortelã
O período mais gelado do ano está aí e nada melhor do que um chazinho para ajudar a aquecer. Além disto, muitos deles têm propriedades extremamente benéficas à saúde e ao bom funcionamento do organismo.
 
O chá da vez é o de hortelã, que é velho conhecido das vovós! A hortelã também pode ser usada como tempero de refeições ou como ingrediente para sucos. Ela possui vitaminas A, B e C e minerais como cálcio, fósforo, ferro e potássio. O chá é um ótimo digestivo, calmante, anti-inflamatório e ajuda nos problemas intestinais e estomacais.
 
É natural, mas tem os seus efeitos colaterais e pessoas com cálculos biliares, gestantes ou lactantes e crianças com menos de 5 anos e em fase de amamentação devem tomar cuidado e consultar um especialista antes do consumo pois, se usada inadequadamente, os possíveis benefícios viram danos.
 
Na hora de comprar, opte pelas folhas bem verdes e inteiras. Folhas amareladas não são boas para o consumo e as desidratadas perdem as propriedades, então utilize sempre a erva fresca. Muita gente planta em casa mesmo!
 
Veja como preparar o chá:
Separe 10 folhas de hortelã, coloque para ferver em 200 ml de água, deixe ferver por 3 minutos, coe e tome na hora. Adoce a gosto.
 
3. Chá de Hibisco
Este chá é preparado com o cálice do botão da flor de espécie Sabdariffa e tem vitamina C, vitaminas do complexo B, ferro e a antocianina, um potente antioxidante que reduz o risco de doenças cardiovasculares, pois reduz a oxidação do LDL (colesterol ruim), além de proteger a pele do envelhecimento.
 
O consumo do chá acelera o metabolismo, ajuda a eliminar as toxinas, estimula a queima de gordura corporal, facilita a digestão, regulariza o funcionamento do intestino, controla a pressão arterial, é bom para o cérebro e combate a retenção de líquido.
 
Veja como preparar:
Separe duas colheres de sopa do hibisco seco ou dois sachês para cada litro de água. Coloque a água para ferver e desligue o fogo quando a fervura estiver começando.
 
Acrescente as duas colheres de sopa cheias de hibisco seco ou os dois sachês. Deixe em infusão por 5 minutos e coe.
 
É recomendado tomar o chá uma vez ao dia entre as principais refeições.
 
O chá ajuda a perder peso aliado a uma dieta balanceada e exercícios físicos regulares, mas cuidado com o excesso. O efeito diurético junto com o consumo excessivo pode levar à perda de nutrientes essenciais para o organismo.
 
Atenção: gestantes, lactantes ou pessoas que estejam tomando remédio controlado devem consultar um especialista antes de tomar qualquer tipo de chá.
 
Não sabe onde encontrar? O hibisco seco, em pó ou cápsulas pode ser encontrado em lojas de produtos naturais.
 
As propriedades são as mesmas, mas vale procurar a recomendação de um especialista para saber qual a dosagem certa para você.
 
4. Chá de folhas de Graviola
Ele é anti-inflamatório, ajuda a prevenir colesterol, doenças reumáticas e do coração e a diabetes, além de ser ótimo para a digestão.
 
Com o sistema digestivo funcionando bem, toda e qualquer dieta pode ter bons resultados e é por isso que ele está presente em muitas delas!
 
Vamos à receita:
Use 10 gramas de folhas de graviola para 1 xícara de chá de água.
 
Deixe as folhas desidratando no sol, de preferência pela manhã, depois coloque-as no forno já aquecido por 5 minutos. Deixe esfriar e triture-as com as mãos. Agora, ferva a água e coloque as folhas na água quente já na xícara. Deixe descansar por 10 minutos e coe.
 
Lembre-se que você pode tomar o chá quente ou gelado, mas este último perde um pouco das propriedades, ou seja, o quente tende a ser mais potente.
 
Nada em exagero faz bem, não é? E aqui, o consumo em excesso pode causar náuseas e vômitos. Gestantes e mamães que estão em fase de amamentação devem evitar, ok?
 
5. Chá de folha de Maracujá, Suco e Farinha
O maracujá acalma os ânimos, combate o estresse, evita o envelhecimento precoce e o aparecimento de tumores.
 
E mais: combate a anemia, fortalece ossos e dentes, hidrata o corpo e ativa a memória. Para o chá, separe meio litro de água e acrescente 1 colher de sopa de folhas de maracujá verdes ou secas. Ferva por 5 minutos e desligue. Coe e beba em seguida.
 
Para o suco, junte a polpa de um maracujá com meio litro de água. Bata no liquidificador e acrescente limão a gosto. Coe e adoce, de preferência, com mel.
 
Com a casca, dá para preparar a farinha. Corte os maracujás ao meio, retire a polpa e leve ao forno com temperatura média por meia hora. Quando a casca estiver torradinha, retire-a do forno e bata no liquidificador até formar uma farinha. Aí é só passar na peneira.
 
6. Chá de Pitanga
As folhas da pitangueira têm uma substância chamada pitanguina, que é muito utilizada em tratamentos caseiros.
 
Além de ser ótima para quem tem diabetes, é calmante, diurética e ajuda a melhorar a febre, as doenças do estômago, a hipertensão, a obesidade, o reumatismo, a bronquite e doenças do coração.
 
A pitanga é rica em vitamina A e tem o dobro do licopeno, que é uma substância que combate o envelhecimento precoce e até o câncer.
 
Para fazer o chá de pitanga, ponha 3 colheres da folha da pitangueira em um litro de água. Quando a água estiver fervendo, desligue e deixe o chá abafado por cerca de 10 minutos.
 
7. Chá de Camomila
A camomila tem um cheirinho bom é famosa por seu efeito calmante, mas quem foi que disse que é só isso?
 
A ingestão do chá está associada ao aumento do nível de hipurato, que evita inflamações e também ajudam a acelerar a cicatrização. Além disso, eleva o nível de glicina, que alivia os espasmos musculares, melhora a cólica e relaxa os nervos. Outra vantagem velha conhecida é o efeito sedativo suave, que melhora a qualidade do sono. A ingestão do chá ajuda ainda no tratamento das articulações e é ótima para as pessoas que têm artrite ou artrose.
 
Gestantes, lactantes, crianças e até os bebês também podem tomar! O chá ajuda a aliviar as cólicas dos bebês e a dor do nascimento dos dentinhos. Para crianças hiperativas, pode ajudar e muito.
 
O chá colabora para mandar os sintomas da gripe para longe, é um ótimo digestivo e reduz a taxa de glicose no sangue, além do que também é usado em tratamentos estéticos.
 
Veja como preparar
Coloque duas colheres de sopa de flores de camomila secas em uma xícara de chá e despeje água fervente, cubra e deixe por 10 minutos. Coe e beba na hora.
 
Esse é o tempo necessário para que a água receba todas as propriedades da camomila. Ele é muito fácil de ser encontrado em supermercados e lojas de produtos naturais. Quem preferir, pode usar os que já vêm em saquinhos.
 
Mas, atenção: em absolutamente todos os casos, busque a orientação de um especialista, principalmente gestantes, lactantes, crianças e quem toma remédios controlados. Cada caso tem as suas particularidades e como os chás possuem efeitos medicinais, é importante a palavra de quem entende sobre o assunto.
 
8. Chá de Amora
A folha de amora miúra é famosa no Japão e são justamente os japoneses que se destacam no cultivo por aqui.  O pioneiro no Brasil é Mamoru Yamamoto, que produz as folhas em Juazeiro e Petrolina, na região Nordeste.
 
Estudos feitos pelo Ministério da Saúde do Japão mostram que o consumo do chá por infusão ajuda no combate à diabetes, tem proteínas e sais minerais, como potássio, magnésio, ferro, proteínas, fibras, zinco e levedura, além de ajudar a combater o excesso de peso, pois é um bom digestivo.
 
O chá também ajuda normalizar a pressão arterial, melhora as taxas de colesterol e o funcionamento do fígado e dos rins; auxilia no tratamento da calvície, melhora a prisão de ventre e é anti-inflamatório.
 
Achou muito? Tem mais: auxilia  também na prevenção da osteoporose. Só para se ter uma ideia, a infusão tem 22 vezes mais cálcio que o leite de vaca.
 
Mas, atenção: há contraindicações e possíveis efeitos colaterais como todo chá. Então, recomenda-se buscar a orientação de um profissional. É sempre a melhor opção. Gestantes, lactantes ou quem algum toma remédio devem ter cuidado redobrado.
 
Modo de preparo
Use 12 gramas de folhas em 1,5 litro de água fria, ferva por 10 minutos e coe. Sirva quente ou gelado em porções de 180 a 200 ml a cada hora, intercalando com água na mesma proporção.
 
O chá deve ser consumido no mesmo dia, mas não guarde na geladeira. O ideal é colocar em uma garrafa térmica.
 
Universo Jatobá

Dez sinais de que seu rim não está funcionando como deveria

Foto: Thinkstock/Getty Images
O inchaço também é um sinal de que o rim pode não andar nada bem
Da palidez à fraqueza muscular, confira sintomas que indicam que um problema renal deve ser investigado o quanto antes
 
Um em cada dez brasileiros adultos tem algum grau de perda das funções do rim. Um índice que quintuplica na população acima dos 65 anos. Quem tem Doença Renal Crônica (DRC) depende de uma máquina de hemodiálise que filtra todo o sangue do corpo – função antes sempre delegada ao rim – para que haja vida.
 
A Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN) alerta que existem 100 mil brasileiros fazendo diálise e estima-se que o gasto anual com a esse procedimento esteja em torno de R$ 2,2 bilhões. Mesmo mapeados os fatores de risco (hipertensão arterial, o diabetes mellitus, obesidade, tabagismo e presença de história familiar), a maioria das pessoas só descobrem que estão com os rins lesionados já quando não há chance de cura.
 
Por isso, é importante ficar atento.
 
Veja, nas imagens abaixo, dez sinais de que seu rim pode não estar em pleno funcionamento:
 
- Cansaço excessivo
 
- Falta de apetite
 
- Fragilidade óssea
 
- Hipertensão arterial descontrolada
 
- Mau hálito
 
- Náuseas
 
- Palidez
 
- Vômitos
 
- Vontade de fazer xixi a noite
 
- O inchaço também é um sinal de que o rim pode não andar nada bem. As causas devem ser investigadas
 
iG