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quarta-feira, 10 de junho de 2015

Falta de cadáveres nas universidades aumenta chance de erros médicos

Entidades acreditam que erro médico tem origem na formação acadêmica deficitária
Entidades acreditam que erro médico tem
origem na formação acadêmica deficitária
Para aumentar oferta, universidades fazem campanha por 'doação voluntária de corpos'; além de facilitar imperícia, falta de cadáveres atravanca pesquisa para elucidação de doenças
 
Nos cinco primeiros meses de 2015, a Universidade de São Paulo (USP) recebeu cinco cadáveres para estudo científico. Muito pouco para a demanda – o ideal é um corpo por ano para cada grupo de seis alunos e na USP, atualmente, são 180 estudantes para cada um dos exemplares disponíveis – mas um número razoável diante da carência. Em toda a década passada, a instituição recebeu apenas dez corpos: um por ano. Em 2015, a média está sendo de um por mês.
 
O aumento da oferta, acreditam os pesquisadores, depende de as pessoas saberem da existência do serviço e, mais ainda, de compreenderem a utilidade da 'doação voluntária de corpos'. Entre os principais problemas dessa carência de cadáveres nas universidades brasileiras, estão os números assustadores de erros médicos e a falta de perspectiva na elucidação e cura de algumas doenças.
 
"Sem ter "treinado" em um corpo humano, a chance de um residente cometer uma imperícia em um paciente é muito maior", afirma a professora Thelma Parada, responsável pelo Programa de Doação Voluntária de Corpos para Estudo Anatômico do Instituto de Ciências Biomédicas da USP e que escreveu uma tese sobre o tema.
 
Em quatro anos, o número de processos movidos por erro médico que chegaram ao Superior Tribunal de Justiça cresceu 140%. Em 2010, foram 260 ações; em 2014, 626 processos. "Parte deles poderia ter sido evitada se o profissional tivesse segurança para fazer o procedimento."
 
Recentemente, conta Thelma, ela aconselhou o marido de uma moça de 24 anos que teria morrido após uma parada cardíaca durante uma intervenção de retirada de pedra no rim a pedir que o corpo fosse encaminhado para o Instituto Médico Legal. O laudo apontou: a jovem teve o órgão perfurado.
 
"Imperícia. Será que esse cirurgião tinha experiência suficiente? Como deve ter sido a formação dele? Com humanos ou bonecos e animais? O estudo em cadáver possibilita o treino para esse tipo de situação", afirma.
 
Sem corpos, doenças continuam misteriosas
Além dos erros em procedimentos, a falta de corpos também atravanca o desenvolvimento da ciência. E isso não é uma conversa que passa longe do dia-a-dia e que fica restrita a cientistas presos em laboratórios e que examinam moléculas que darão resultados após séculos de estudo.
 
Um exemplo clássico da utilidade do estudo em cadáveres para o aperfeiçoamento da medicina, explica Thelma, é o mistério que cerca a "morte súbita" de bebês. Os casos se repetem, especulam-se alguns dos motivos, mas não existe, ainda, causa definida. "Foi o coração? Será que a criança se asfixiou? Por que a gente não sabe? Porque praticamente inexistem pais que doam o corpo do filho de seis, sete meses para pesquisa", afirma Thelma.
 
A fala da pesquisadora chama a atenção para a importância da diversidade de corpos a serem estudados. Além de o Brasil precisar aumentar o número de doadores – o perfil no País é de pessoas solitárias com idade entre 40 a 60 anos –, é necessário que o crescimento se dê em todas as faixas etárias. E sem restrição a doenças preexistentes ou qualquer outro tipo de filtro. "Precisamos de crianças, jovens e idosos. E os corpos podem chegar em qualquer situação. Se doou todos os órgãos e sobrou um pé, doe o pé. Se sobrou apenas o pulmão, ceda ele para estudo"
 
Fotos da família e flores adornam os restos mortais dos doadores de corpos na Universidade de Medicina de Indiana
AP: Fotos da família e flores adornam os restos mortais dos
 doadores de corpos na Universidade de Medicina de Indiana
Brasil não tem tradição em doar
Por tradição religiosa ou pela "proibição oculta" de falar da morte, muitas famílias não conversam sobre o paradeiro do corpo. É como se todos soubessem que enterrar é o caminho óbvio. No máximo, surgiu recentemente a opção pela cremação.
 
Por muito tempo, como no mundo todo a provisão de corpos para estudos advinha de "cadáveres não reclamados", isto é, de mortos tidos como indigentes, pouco se falava sobre a necessidade de conscientizar a população sobre o assunto. A "oferta" diminuiu nas últimas décadas, com a melhoria na qualidade de vida e o avanço tecnológico, que facilitou o encontro de desaparecidos.
 
Nesse cenário de carência é que surgiram os programas de conscientização de doação voluntária. No Brasil, a prática é regulamentada pelo Código Civil. Qualquer pessoa maior de 18 anos pode doar o seu corpo ou parte dele às instituições de pesquisa e estudo científicos, sem obter qualquer ganho.

Para doar o corpo, é preciso deixar um documento em que expressa a vontade. Os familiares também podem fazer essa opção, mas, nesse caso, é preciso providenciar a documentação no dia do óbito.
 
O trabalho de angariar adeptos tem sido conduzido pelas próprias instituições de ensino. Além da USP, o Departamento de Ciências Básicas da Saúde da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre possui, desde 2008, seu programa de doação de corpos. Nos últimos cinco anos, foram 147 doações.
 
Em Belo Horizonte, a Universidade Federal de Minas Gerais criou o programa “Vida após a vida”. Em 10 anos, 300 pessoas se inscreveram como doadoras e 30 cadáveres já estão no laboratório de anatomia.
 
É um avanço, mas ainda tímido perto do que se vê em outros países. Nos EUA, por exemplo, desde 1968, todos os estados criaram o direito do cidadão de doar o seu próprio corpo para a educação em ciência médica. Na Universidade de Indiana, quando os estudantes encerram os estudos praticados em cadáveres, se juntam às famílias no laboratório e leem cartas de agradecimento sobre os doadores. Em 2007, a Universidade de Massachussets exibia uma lista de 4.500 pessoas dispostas a doarem seus corpos para pesquisa.
 
"O desprendimento é tão grande que há quem doe o corpo para ficar jogado em uma fazenda para que estudantes possam estudar os tipos de larvas que atuam na decomposição do cadáver. É por isso que eles têm tecnologia", relaciona Thelma. "Não quer ser doador, não exija saúde de ponta."
 
Faça o que eu fiz
A frase da pesquisadora é forte e provocativa, mas reverbera o que ela pratica. Em 2008, como estudante da USP, Thelma dissecou o corpo da avó paterna, Eunice Simão. A avó havia assinado o documento havia muito tempo, no ano em que a neta nasceu. Quando foi realizar a vontade de Eunice, Thelma se deu conta da burocracia e decidiu lutar para que o processo fosse simplificado e que o assunto caísse na boca dos vivos. Tem dado certo.
 
"Quem doa um ente para ser mexido. Uma coisa é você falar, outra coisa é ir lá e fazer", afirma F., que doou o corpo do pai no início do ano, após contato com Thelma. A decisão não foi fácil. Apesar de o ancião já ter manifestado seu desejo às filhas – ele morreu aos 72 anos, após sofrer sete anos vítima de um derrame –, parte dos familiares foram e continuam contrários à doação. Até por isso F. prefere não dizer o nome.
 
"Na cabeça deles, jogamos o corpo do nosso pai fora. Mas sabemos que fizemos exatamente o contrário. Em vez de deixar que apodrecesse em poucos dias, demos utilidade". Uma forma, talvez, de prorrogar a vida dos que morreram.
 
iG

Universidade de Brasília lança guia para uso de medicamentos

Livro é todo ilustrado para facilitar a compreensão do público infantil
 
Apresentar informações da bula de medicamentos de forma simples e didática para pais, crianças e médicos é o objetivo do guia digital “Uso racional de medicamentos na pediatria: doenças da infância I”, elaborado por uma equipe de médicos e farmacêuticos do Hospital Universitário de Brasília (HUB) e da Universidade de Brasília (UnB).
 
Com linguagem lúdica e acessível para o público leigo, o material busca promover o maior entendimento das prescrições médicas. A organização é do professor do curso de farmácia da UnB, Felipe Ferreira.
 
Para a endocrinologista pediátrica Cátia Barbosa da Cruz, uma das organizadoras da publicação e gerente de Ensino e Pesquisa do HUB, o guia funciona como uma bula simplificada e ensina a forma correta de se usar os medicamentos na hora de tratar doenças comuns na infância. “O livro pretende promover o entendimento da prescrição, ponto chave para a adesão ao tratamento, diminuir a automedicação e evitar a intoxicação por uso incorreto do medicamento”, explicou.
 
O livro é todo ilustrado com imagens e desenhos, para facilitar a compreensão do público infantil, e apresenta jogos ilustrados para ensinar as crianças a identificar possíveis reações aos medicamentos que tomam.
 
A publicação está disponível na internet e pode ser usada por médicos e profissionais de saúde durante o atendimento, inclusive nas unidades básicas de saúde, contribuindo para o uso racional de medicamentos. Confira o guia: http://farmacologiaclinicaunb.org/leia-o-livro/
 
Portal MEC/Guia da Pharmacia

Anvisa suspende todos os lotes do antibiótico Protectina

Laboratório responsável deverá recolher todo o estoque do mercado

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a suspensão, comercialização e uso de todos os lotes válidos do antibiótico Protectina (hiclato de doxiciclina), cápsulas gelatinosas duras com microgrânulos, em todas as concentrações. O medicamento é registrado pelo Laboratório Gross S.A.

Uma das razões da suspensão é o fato de o laboratório não ter solicitado a inspeção para fins de Certificação em Boas Práticas de Fabricação do local declarado no registro como responsável pela produção e encapsulamento do produto intermediário (microgrânulos de hiclato de doxiciclina), da Ethypharm Industries S/A (Houdan, França). Também não foram comprovados os locais de fabricação do medicamento.

Em 03 de novembro de 2014, a Agência já havia indeferido o pedido de renovação de registro do medicamento. A medida está na Resolução nº 1648/2015, publicada na última segunda-feira (08/06) no Diário Oficial da União (DOU). Foi determinado que a empresa faça todo o recolhimento de todo o estoque do medicamento citado na Resolução.]
 
Guia da Pharmacia

Humor: Próteses Superfaturadas

Médico levanta suspeita de envolvimento de pacientes na máfia das próteses

Foto/G1
Em depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Câmara dos Deputados que investiga a chamada máfia das órteses e próteses no país, o médico gaúcho Alberto Kaemmerer disse que uma investigação aponta para o envolvimento de pacientes nos esquemas das órteses e próteses
 
Segundo Kaemmerer, que denunciou o esquema ao programa Fantástico, no começo deste ano, um grupo formado pelo Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e pelo Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul, entre outros órgãos, do qual ele faz parte, está juntando provas de que pacientes fizeram acordos para marcar a cirurgia sem passar pelo procedimento. O relator da CPI, deputado André Fufuca (PEN-MA), pediu mais detalhes para que a comissão possa investigar as cirurgias fantasmas.
 
De acordo com Kaemmerer, houve queda de 43% no número de cirurgias com órteses e próteses no Rio Grande do Sul desde o começo do ano, quando começaram a ser divulgadas denúncias sobre o esquema.
 
Kaemmerer disse à CPI que há 13 anos, quando era diretor do hospital gaúcho Mãe de Deus, percebeu que havia indicação de cirurgias desnecessárias envolvendo implantes. O médico relatou que a solução encontrada e implantada na época para averiguar as indicações cirúrgicas foi criar uma comissão de avaliação das indicações eletivas. “Num primeiro momento, houve redução de 35% das cirurgias com órteses e próteses, a partir da determinação de reunião semanal para avaliação de cada indicação de procedimento.”
 
Ele lembrou que, na época, havia médico com 43 cirurgias ortopédicas marcadas por mês, número considerado muito alto pelo especialista. Entre elas, cirurgias com valor de R$ 700 mil.
 
A CPI já mostra senso comum com relação à indicação, no relatório, da criação de câmaras técnicas para auxiliar os tribunais de Justiça a tomar decisões na área de saúde. As câmaras técnicas devem ser formadas por profissionais médicos, aos quais os juízes podem recorrer antes de decidir sobre pedidos de órteses e próteses aos tribunais. Segundo Fufuca, o relatório final deve ficar pronto antes do prazo legal, que é 17 de julho.
 
Além de Alberto Kaemmerer, foram ouvidos hoje o diretor do Hospital Mãe de Deus, Alceu Alves da Silva, e a diretora da Associação Brasileira de Importadores e Distribuidores de Implantes, Cláudia Scarpin.
 
De acordo com o relator, ao fim dos trabalhos, a CPI pode, por exemplo, indiciar aqueles que atuaram no esquema de superfaturamento e propina, envolvendo a indicação de órteses e próteses, e adotar medidas legais para regular o setor. O deputado defende a criação de um marco regulatório do setor para evitar novas ações similares.
 
Agência Brasil

Da China? Conheça a história da pasta e da escova de dente

Antigamente os dentes eram limpos com galhos ou folhas de árvores e como cremes dentais era usado uma mistura de flores esmagadas e pimenta
 
Não é novidade que a escovação e o uso de cremes dentais fluoretados são importantes para manter a saúde bucal. Mas você já se perguntou quando, onde e como surgiram as escovas e as pastas de dente? 
 
No ano passado, pesquisadores encontraram em uma tumba egípcia de cinco mil anos um instrumento parecido com uma escova de dente. “Era mais um ramo de planta que teve a sua extremidade toda desfiada até que as fibras funcionassem como cerdas”, diz Sandra Lipas Stuarbell, cirurgiã-dentista e pesquisadora.
 
Mas manuscritos indicam que antes disso já havia a preocupação com a limpeza dos dentes, segundo a especialista. “Alguns povos mais antigos usavam galhos, folhas de árvores e penas para essa função. Outros, pequenas lascas de madeiras entendidas como ‘palitos’ e há até os que usavam as próprias mãos para fazer a higienização bucal”, diz Sandra.
 
Foi somente em 1490 que a primeira escova de dente foi inventada. O instrumento, criado pelos chineses, tinha uma haste de bambu ou osso e pêlos de porco ou cavalo que faziam a função das cerdas. “Mas não deu muito certo, porque era muita cara, machucava a boca das pessoas e acabavam mofando e estragando rápido”, diz Sandra.
 
Mesmo sem muito sucesso, foi a partir desse modelo que as demais escovas de dente foram surgindo. Em 1930, com a descoberta do náilon, as cerdas das escovas passaram a ser feitas com esse material, o que mudou a forma de encarar a higiene bucal. “O material não agredia a gengiva e tornava o hábito de escovar o dente menos dolorido”, diz a especialista.
 
Pastas de dentes
Já no caso das pastas de dente, os primeiros registros de algo criado com função similar são do século IV antes de Cristo. Acredita-se que, nessa época, as pastas eram feitas de flores esmagadas, pimenta, sal e folhas de menta.
 
“Já outros manuscritos mostram que alguns povos usavam cinzas de osso de boi, pó de arroz e cascas de ovos para passar nos dentes”, diz Sandra.
 
Muito tempo depois, na Inglaterra, em meados do século XVIII, químicos desenvolveram um creme mais parecido com as pastas que conhecemos hoje. “Eram usados pó de porcelana, sal, tijolo e até carvão vegetal para produzir produtos que eram extremamente abrasivas para o esmalte dental”, diz a especialista.
 
Foi o dentista americano Washington Sheffield, em 1850, que desenvolveu a primeira pasta de dente de fato. “Ele inventou um pó para limpar os dentes feito de giz e sal que se tornou muito popular no país, naquela época. A idéia teve uma sacada ainda melhor quando o filho de Sheffield criou um tubo flexível para armazenar o produto fabricado pelo pai”, diz Sandra.
 
A invenção foi tão bem-sucedida que, mais tarde, foi aproveitada pela Colgate & Company, que lançou sua marca em 1896 com o nome de Colgate Ribbon Dental Cream. Mas o grande avanço das pastas de dente aconteceu em 1955, quando a empresa Procter & Gamble (P&G) criou uma pasta de dente com flúor, fazendo o seu produto se tornar o primeiro da história a ser reconhecido no combate contra a cárie.
 
Terra

Cientistas descobrem mecanismo da ketamina como potente antidepressivo

Um grupo de cientistas dos Estados Unidos descobriu uma possível razão pela qual a ketamina tem um potente efeito antidepressivo: a droga estimula uma região do córtex pré-frontal do cérebro, segundo indicou um estudo publicado nessa segunda-feira pela revista científica "Proceedings of the National Academy of Sciences"
 
Vários estudos já exploraram o potencial contra a depressão da ketamina, um forte anestésico geral veterinário, com propriedades analgésicas, que ganhou popularidade pelo uso como droga sintética ilegal nos últimos anos.
 
Pesquisadores da Universidade de Yale buscaram explicar o porquê dessa propriedade antidepressiva em um estudo.
 
Até agora se sabia, por estudos anteriores, que a ketamina pode atuar mais rápido do que outros antidepressivos, com resultados em questão de horas ao invés de semanas ou meses, e que pode ser usada em pacientes que não responderam bem a outros tratamentos.
 
No entanto, os potenciais efeitos colaterais e de dependência da droga limitaram seu uso generalizado, lembrou o estudo.
 
A equipe de pesquisadores de Yale, liderada pelo médico Ronald S. Duman, concluiu que a droga poderia atuar estimulando a região infralímbica do córtex pré-frontal do cérebro, conhecida como IL-PFC.
 
Para determinar essa eficácia, os cientistas "modularam a atividade dos neurônios da região IL-PFC" em ratos e supervisionaram as respostas no comportamento dos roedores e as mudanças em sua estrutura neuronal.
 
"Os autores comprovaram que a falta de ativação neuronal da região IL-PFC bloqueava os efeitos da ketamina sistêmica, e que uma injeção localizada de ketamina no IL-PFC reproduzia os efeitos no comportamento da ketamina sistêmica", afirma o estudo.
 
"A ketamina poderia estimular uma rajada de glutamato no córtex pré-frontal, uma área que pelo que se sabe até agora, tem um papel  no comportamento depressivo", acrescenta o artigo.
 
Os resultados do estudo apontam que uma pesquisa mais profunda dessa região do cérebro "poderia levar ao desenvolvimento de outros tratamentos rápidos e de longa duração" contra a depressão.
 
EFE/Terra

Maioria dos brasileiros aprova serviços públicos de internação

A Pesquisa Nacional da Saúde (PNS) divulgada esta semana revelou a satisfação da população atendida pela rede pública de saúde na área de internação
 
Entre os pontos apresentados, 82,6% das pessoas que se internaram nos 12 meses anteriores ao levantamento consideraram o atendimento recebido nos hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) como bom ou muito bom. Da mesma forma, para 80,4% dos que tiveram atendimento de urgência no domicílio, a avaliação foi boa ou muito boa.
 
O levantamento foi feito pelo Ministério da Saúde e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O perfil de internação compõe-se majoritariamente por jovens de 0 a 17 anos de idade (75,2%) e pessoas de baixa escolaridade – 80,6% sem instrução ou com fundamental incompleto.
 
Tratamento clínico e cirurgia foram os dois tipos de atendimento mais frequentes nos casos de internação. Em estabelecimentos de saúde públicos, as proporções foram de 42,4% e 24,2%, respectivamente. Em estabelecimentos de saúde privados, os percentuais foram inversos – 29,8% e 41,7%, respectivamente.
Das pessoas que ficaram internadas em hospitais por 24 horas ou mais, 65,7% (8 milhões) tiveram esse atendimento por meio do SUS. As maiores proporções foram registrados nas regiões Nordeste e Norte: 76,5% e 73,9%, respectivamente.
 
Foi constatado também que a grande maioria dos brasileiros usa o SUS. 71,1% dos entrevistados disseram que procuraram um estabelecimento da rede para ser atendidos. Quase a metade, 47,9%, apontou as Unidades Básicas de Saúde como sua principal porta de entrada aos serviços.
 
Depois das Unidades Básicas de Saúde, os serviços públicos mais procurados pela população são os de emergências, como as Unidades de Pronto Atendimento Público ou Emergência de Hospital Público (11,3%), seguidos pelos hospitais e serviços especializados: do total, 10,1% da população vão até um Hospital Público ou Ambulatório quando tem um problema de saúde e 1,8% vai aos Centros de Especialidades e Policlínicas Públicas. Os consultórios e clínicas particulares atraem 20,6% dos brasileiros e 4,9% buscam emergências privadas.
 
Pesquisa completa
Os dados integram o segundo volume da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) feita em 64 mil domicílios em 1.600 municípios de todo o País entre agosto de 2013 e fevereiro de 2014. O estudo é considerado o mais completo inquérito de saúde do Brasil e traz dados inéditos sobre vários aspectos, entre eles, acidente no trânsito, acesso aos serviços de saúde (atendimento e medicamentos) e violência. A pesquisa serve de base para que o Ministério da Saúde possa traçar suas políticas públicas para os próximos anos.
 
Durante o levantamento, foram coletadas informações sobre toda a família a partir de entrevistas com cerca de 205 mil indivíduos em domicílio, escolhidos por meio de sorteio entre os moradores da residência para responder ao questionário. Uma terceira fase da pesquisa trará informações resultadas dos exames de sangue, urina e aferição da pressão arterial dos brasileiros.
 
Fonte: Portal Brasil com informações do Ministério da Saúde

OncoSus – aplicativo facilita acesso documentos sobre câncer

Para facilitar o acesso às informações relacionadas à atenção oncológica foi lançado pela Coordenação-Geral de Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas do Ministério da Saúde o aplicativo OncoSus
 
No Brasil, são estimados para o ano de 2015 aproximadamente 576 mil casos novos de câncer, incluindo os casos de pele não melanoma. Sem considerar os casos de pele, estimam-se 395 mil novos diagnósticos de câncer, 204 mil para o sexo masculino e 190 mil para sexo feminino. É incontestável que o câncer é hoje, no Brasil, um problema de saúde pública, cujo controle e prevenção devem ser priorizados em todas as regiões, desde as mais desenvolvidas – cultural, social e economicamente – até às mais desiguais.
 
A princípio a interface do OncoSus dará acesso a alguns documentos normativos e materiais explicativos mostrando como é o funcionamento da rede de atenção às pessoas com doenças crônicas, no eixo do câncer. O aplicativo contém entre seus arquivos as normativas vigentes sobre a organização da rede de atenção, manuais de oncologia, informações sobre os procedimentos de quimio, radio e cirurgia atuais na tabela do Sistema Único de Saúde (SUS).

Laura Boeira, analista técnica de Políticas Sociais da Coordenação-Geral de Atenção às Pessoas com Doenças Crônicas conta que o aplicativo surgiu como uma forma de agrupar documentos essenciais ligados à oncologia no SUS. “Existe muito material técnico de necessidade de acesso rápido, durante reuniões, ou até em situações do dia a dia, no caso dos profissionais de saúde. Então, pensamos em criar um aplicativo para que realmente pudéssemos ter na palma da mão o acesso mais facilitado a esses documentos”.
 
O app pode ser utilizado pelos gestores para facilitar o entendimento da rede; profissionais da saúde no atendimento e prescrição de tratamentos; e pela população em geral que queira entender um pouco como funcionam as estratégias de prevenção e combate ao do câncer no SUS. “Pelo aplicativo todos poderão ter acesso rápido aos documentos. Nos preocupamos em traduzi-los para uma linguagem um pouco mais facilitada, sem o peso da portaria da lei”, afirma Laura.
 
O OncoSus está disponível na Google Play e na Apple Store. Baixe o aplicativo nos links

https://play.google.com/store/apps/details?id=br.gov.datasus.oncosus
 
 

FAMESP Itapetininga abre vagas em processos seletivos

A Fundação para o Desenvolvimento Médico e Hospitalar, por meio dos editais de números 074 a 079/2015 – FAMESP – RH de processo seletivo, abriu seis vagas distribuídas entre as profissões de Técnico em enfermagem (edital 074), Vigia (edital 075), Oficial administrativo (edital 076), Psicólogo (edital 077), Técnico em informática (edital 078) e Nutricionista (edital 079).
 
Os contratados prestarão serviços no Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Itapetininga, em jornadas de trabalho de 36 e 40 horas semanais, em troca de salários de até R$ 2.459,20, pelo regime CLT.
 
A inscrição, no valor variável de R$ 20,00 a R$ 100,00 e será realizada no site da FAMESP (www.famesp.fmb.unesp.br), até o dia 12 de junho de 2015. Serão disponibilizados postos de Ajuda ao Candidato, para acesso à internet e impressão do boleto bancário no Recursos Humanos da FAMESP (Botucatu), sito na Rodovia João Butignolli, S/N, com entrada ao lado da Portaria Principal da FMB do Campus Universitário da Unesp Distrito de Rubião Junior S/N.
 
O candidato que não tiver acesso próprio à internet pode também efetivar sua inscrição por meio de serviços públicos, tais como o programa Acessa São Paulo, que disponibiliza postos (locais públicos para acesso à internet), em todas as regiões da cidade de São Paulo e em várias cidades do estado. Esse programa é completamente gratuito e permitido a todo cidadão.
 
Os candidatos serão avaliados por meio de prova escrita, práticas e análise de currículo.
 
A prova escrita está prevista para 20 de junho de 2015, na Escola Estadual Prof. Sebastião Villaça – localizada na Avenida Padre Antonio Brunetti, 933-Vila Rio Branco-Itapetininga-SP, com duração máxima de 2 horas, e mínima de 40 minutos. A data, local e horário da realização da prova prática, serão divulgados juntamente com o resultado da prova escrita.
 
O curriculum documentado (cópias simples), obrigatoriamente entregue no ato da prova prática.
 
O resultado das provas e a classificação final serão publicados nos postos de inscrição, divulgados no Diário Oficial do Estado e pela internet no site da FAMESP.
 
O prazo de validade do processo seletivo será de seis meses, podendo ser prorrogado por igual período, se for do interesse da instituição.

Concurso Prefeitura de Teixeira - PB

No Estado da Paraíba, a Prefeitura de Teixeira, divulgou o edital nº 001/2015 de concurso público, cujo objetivo é a contratação de 136 vagas para profissionais de ensino fundamental, médio e superior, entre vagas de ampla concorrência (125) e aquelas reservadas para portadores de necessidades especiais (11). O salário previsto pode chegar até R$ 2.730,00, mais gratificação e insalubridade, em carga horária de 30 e 40 horas semanais ou plantão, de acordo com o cargo.
 
As oportunidades são para os cargos de Médico - PSF - Pediatra - Psiquiatra - Auditor, Enfermeiro, Fisioterapeuta, Psicólogo, Assistente Social, Nutricionista, Odontólogo, Farmacêutico, Veterinário, Engenheiro Civil, Pedagogo, Supervisor Educacional, Professor de Educação Básica I, Matemática, Biologia, Educação Física, Técnico em Enfermagem, Técnico em Segurança do Trabalho, Técnico em Laboratório, Auxiliar de Consultório Dentário, Técnico em Farmácia, Técnico em Prótese Dentária, Agente Administrativo, Agente de Vigilância Sanitária, Agente Comunitário de Saúde, Motorista, Operador de Máquinas Pesadas, Artífice, Auxiliar de Serviços Gerais, Gari e Vigia.
 
Os interessados podem efetuar suas inscrições a partir do dia 15 de junho até 19 de julho de 2015, através do sítio eletrônico www.conpass.com.br. A taxa de inscrição varia entre R$ 45,00, R$ 55,00, R$ 65,00 a R$ 85,00.
 
Os candidatos serão submetidos a Provas Escrita, Prática e de Títulos, de acordo com os métodos de avaliação do cargo pretendido.
 
A Prova Escrita, com questões objetivas, será aplicada na data prevista de 23 de agosto de 2015, em local e horário a ser divulgado no site da organizadora.
 
Os gabaritos preliminares serão afixados no Quadro de Aviso da Prefeitura e da Câmara Municipal, e na internet, na página www.conpass.com.br, provavelmente no dia 24 de agosto de 2015.
 
O concurso terá validade de dois anos, a contar da data de publicação da homologação, podendo ser prorrogado por igual período.

Prefeitura de Holambra - SP lança concurso público

Atenção munícipe de Holambra, no Estado de São Paulo! A Prefeitura abriu 113 vagas em cargos de níveis fundamental, médio e superior, com remunerações que variam de R$ 852,38 a R$ 2.946,12, em jornadas semanais de 20 a 44 horas. Além das vagas efetivas, o concurso abrange cadastro de reserva.
 
O evento ocorre por meio do edital nº 01/2015 e dispõe dos cargos de agente escolar, auxiliar de serviço de limpeza pública, faxineira, inspetor de alunos, jardineiro, lavadeira, motorista, operador de máquina, salva vidas, serviços gerais, tratorista, agente comunitário, agente de transito, assessor de departamento de saúde, assistente de cirurgião dentista, auxiliar administrativo, auxiliar de enfermagem, desenhista, instrutor de informática, arquiteto, biólogo, engenheiro civil, médico do trabalho, pregoeiro, psicólogo e terapeuta ocupacional.
 
As inscrições podem ser efetuadas até o dia 28 de junho de 2015, via endereço eletrônico: http://orhion.listaeditais.com.br/, com taxa de R$ 20,00 a R$ 55,00, conforme escolaridade. O candidato que não tiver acesso próprio à internet poderá efetivar sua inscrição por meio de serviços públicos, tais como o PROGRAMA ACESSA SÃO PAULO.
 
O concurso será composto por prova objetiva, prova prática e avaliação de títulos. Conforme o cronograma já divulgado, a prova objetiva e de títulos está programada para ser realizada no dia 26 de julho de 2015 e a prova prática está prevista para ser aplicada no dia 16 de agosto do mesmo ano.
Estima-se que o gabarito seja disponibilizado dois dias após a prova objetiva e que o resultado final provavelmente seja publicado no dia 21 de agosto.
 
Organizado pela empresa Orhion Consultoria & Nat Engenharia e Serviços LTDA-ME, o concurso público terá a validade de dois anos, a contar da data de publicação de sua homologação, podendo haver prorrogação por igual período.

Prefeitura de Camboriú - SC realiza processo seletivo

A Prefeitura de Camboriú, no Estado de Santa Catarina, publicou através da empresa MGA Concursos, o edital nº 003/2015 de processo seletivo, com a intenção de contratar 123 novos servidores de ensino fundamental, médio e superior, e formar cadastro de reserva, sendo 6 vagas destinadas a portadores de necessidades especiais. O salário previsto pode chegar até R$ 8.411,27, em carga horária que vai de 20 até 44 horas semanais.
 
As oportunidades são para os cargos de Agente de Endemias, Auxiliar de Consultório Dentário, Auxiliar de Enfermagem, Auxiliar de Gestão, Auxiliar de Serviços Gerais, Cirurgião Dentista, Digitador, Enfermeiro, Farmacêutico, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Médico, Médico Psiquiatra ou Clínico com especialidade em saúde mental, Motorista Socorrista, Motorista, Recepcionista, Técnico de Enfermagem, Terapeuta Ocupacional, Vigia e Agente Comunitário de Saúde.
 
Os interessados podem efetuar suas inscrições até o dia 08 de julho de 2015, através do site www.mgaconcursospublicos.com.br.
 
O candidato que tiver dificuldade de acesso a rede de internet poderá realizar seu pedido de inscrição no setor de Recursos Humanos no horário de funcionamento da Secretaria Municipal de Saúde, no endereço Rua Porto Alegre, nº 698, Centro, Camboriú – SC.
 
A taxa de inscrição varia entre R$ 15,00, R$ 16,00 e R$ 17,00.
 
Os candidatos serão submetidos a Provas Escrita Objetiva e de Títulos, de acordo com os métodos de avaliação do cargo pretendido.
 
A Prova Escrita, com questões objetivas será aplicada na data prevista de 08 e 09 de agosto de 2015, em local e horário a serem divulgados no site www.mgaconcursospublicos.com.br.
 
A validade do processo seletivo será de 01 ano prorrogável por igual período a critério da Administração.

Hospital Geral de Vila Penteado – SP anuncia processo seletivo

O Hospital Geral Dr. José Pangella, instalado no bairro de Vila Penteado, São Paulo, está dispondo de duas vagas para medicos, as quais serão preenchidas por meio do edital 095/2015 de processo seletivo.
 
As oportunidades são para a especialidade de Ginecologia e Obstetrícia e os profissionais terão que cumprir atividades em jornadas de 12 horas semanais, com direito a salário que pode chegar até R$ 3.600,00, já adicionado de Prêmio de Produtividade.
 
Os interessados deverão fazer suas inscrições até 23 de junho de 2015, na Seção de Recrutamento e Seleção do Serviço de Recursos Humanos, localizada na Avenida Ministro Petrônio Portela, nº 1.642, Freguesia do Ó, em São Paulo, CEP 02802-120. O atendimento ocorre das 10h às 15h, em dias úteis.
 
O processo seletivo será constituído de análise curricular, tendo validade de um ano.
 
O edital foi divulgado no Diário Oficial - SP em 03/06/2015, seção 1, Poder Executivo, pág. 223.

Concurso CRN 6ª Região: Edital e Inscrição

O Conselho Regional de Nutricionistas da 6ª Região torna pública a realização de concurso público regido pelo edital nº. 1, de 8 de junho de 2015. A finalidade é o provimento de vagas imediatas e a formação de cadastro de reserva no quadro de pessoal do CRN - 6, nos cargos de Auxiliar Administrativo, Assistente de Informática e Nutricionista Fiscal (níveis médio e superior).
 
O edital prevê que apenas quatro vagas oferecidas serão para provimento imediato, no posto de Auxiliar Administrativo, enquanto que outras 800 oportunidades somente se destinam à constituição de um quadro reserva de classificados. Os aprovados que forem contratados poderão ser lotados em uma das seguintes cidades: Fortaleza (CE), Imperatriz (MA), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Natal (RN), São Luis (MA), Recife (PE) e Teresina (PI), fazendo jus a remuneração de até R$ 2.690,19, além de benefícios.

As inscrições serão efetuadas apenas via internet, no site da organizadora (www.quadrix.org.br), até às 23h59min do dia 13 de julho de 2015, considerando-se o horário de Brasília. A taxa de inscrição é de R$ 35,00 (nível médio) e R$ 60,00 (nível superior).

O Instituto Quadrix aplicará a prova objetiva nas cidades de Imperatriz, São Luís (MA), Maceió (AL), Fortaleza (CE), Natal (RN), Recife (PE), João Pessoa (PB) e Teresina (PI), considerando o horário de Brasília. A duração do exame será de quatro horas e a data de aplicação será provavelmente no dia 26 de julho de 2015, no turno da tarde.

Ao candidato só será permitida a participação na prova, na respectiva data, horário e local divulgados no site do Quadrix e no comprovante definitivo de inscrição, que será disponibilizado em 20 de julho.
 
 O gabarito oficial preliminar da prova objetiva será divulgado no dia 27 de julho, de acordo com o cronograma válido.
 
A admissão dos candidatos aprovados obedecerá rigorosamente à ordem de classificação dos candidatos, observadas as reais necessidades de pessoal do CNN-6.
 
O prazo de validade do concurso público será de dois anos, contados a partir da data de publicação da homologação do resultado final, podendo ser prorrogado, uma única vez, por igual período.

Concurso Prefeitura de Medianeira - PR

A Prefeitura de Medianeira, no estado do Paraná, abriu edital n° 001/2015 de concurso público, com a intenção de ocupar 14 vagas, mais cadastro de reserva, para profissionais de níveis fundamental e superior. Os salários oferecidos variam entre R$ 1.086,00 e R$ 15.022,80, por jornadas semanais de 20 a 40 horas.
 
A Coordenação Geral do Concurso estará a cargo do Instituto Superior de Educação, Tecnologia e Pesquisas SABER. São reservados 5% das vagas abertas por este edital, para os portadores de deficiência.
 
As oportunidades são para os empregos de advogado, assistente social, contador, médico clínico geral, médico pediatra, médico ginecologista e obstetra, médico ortopedista e traumatologista, médico intervencionista (samu), médico veterinário e agente comunitário de saúde.
 
Inscrições
Será admitida a inscrição somente via internet, no endereço eletrônico www.saber.srv.br, solicitada até às 23h59min do dia 01 de julho de 2015.
 
Taxas
Ensino Fundamental - R$ 50,00;
Ensino Superior - R$ 100,00.
 
Provas
O concurso público compreenderá as seguintes etapas:

- Primeira etapa: consistirá de Prova Escrita Objetiva, de múltipla escolha, com uma única alternativa correta, de caráter eliminatório e classificatório a ser aplicada para todos os candidatos;

- Segunda etapa: Prova de títulos de caráter apenas classificatório, para os cargos de ensino superior;

- Terceira etapa: consistirá em exame pré-admissional, de caráter eliminatório.
 
A prova escrita objetiva será realizada provavelmente no dia 19 de julho de 2015 no período da manhã, em local a ser divulgado no Edital de Homologação das inscrições. O gabarito preliminar sairá na data prevista de 19 de julho de 2015, às 21 horas.
 
Para os candidatos inscritos nos cargos de nível superior, haverá prova de títulos. Os títulos deverão ser apresentados no dia 08 de agosto de 2015 das 13h30min às 15 horas na Prefeitura Municipal de Medianeira - PR.
 
Validade
O concurso público terá validade por dois anos a contar da data de publicação da homologação do resultado final, prorrogável uma vez, por igual período, a critério do Poder Executivo Municipal.

Prefeitura de Piquerobi - SP realiza concurso público

Situada no interior paulista, a Prefeitura de Piquerobi lançou o edital nº 001/2015 de concurso público, em provimento a sete vagas em cargos de nível superior, com salários que variam de R$ 1.849,41 a R$ 2.610,84, por jornadas de 20 a 40 horas.
 
Podem participar do concurso advogados, enfermeiros, farmacêuticos, nutricionistas e professores (PEB II)de educação física.
 
O evento é organizado pela empresa Dux Concursos Públicos e suas inscrições podem ser efetuadas até o dia 30 de junho de 2015, via endereço eletrônico: www.duxconcursos.com.br, com taxa de R$ 50,00.
 
Será aplicada prova objetiva e prova prática, programadas para o dia 19 de julho de 2015. No mesmo dia serão recolhidos títulos, para análise.
 
Provavelmente o gabarito será disponibilizado no dia seguinte a prova e a classificação final no dia 31 de julho de 2015.
 
A validade do concurso público será de dois anos, a contar da publicação da homologação, prorrogável uma única vez, por igual período, conforme interesse e conveniência da Prefeitura, ou antes, desse prazo, se todos os candidatos classificados tiverem sido aproveitados.

Prefeitura de Paranaguá - PR realiza Processo Seletivo

No Estado do Paraná, a Prefeitura de Paranaguá, tornou público o edital nº 03/2015 de Processo Seletivo, cujo objetivo é a contratação de 11 novos servidores de ensino superior, em caráter temporário.
 
As oportunidades são para os cargos de Médico Clinico Geral Plantonista e Médico Pediatra Plantonista. O salário previsto é de R$ 2.728,12, mais gratificação de R$ 800,00 e/ou R$ 950,00, conforme o regime laborativo.
 
Os interessados tem até o 12 de junho de 2015 para efetuarem suas inscrições, das 14h às 17h, no Departamento de Recursos Humanos da Secretaria Municipal de Saúde, localizada na Avenida Gabriel de Lara, nº. 977, Centro de Paranaguá - PR, CEP 83203-550.
 
A seleção dos inscritos se dá através de Análise do Currículo e Títulos, os quais devem ser apresentados no ato da inscrição.
 
O resultado e classificação da avaliação de currículo e títulos, está previsto para ser divulgado no dia 18 de junho de 2015, no endereço eletrônico www.paranagua.pr.gov.br e www.pmpgua.com.br e no Diário Oficial do Município.
 
A validade do Processo Seletivo será de 01 ano, podendo este período ser prorrogado por igual período.

Concurso Prefeitura de Santa Luzia - PB

A Prefeitura de Santa Luzia, no estado da Paraíba, abriu edital normativo n° 005/2015, com a retificação do edital n° 001/2015 de concurso público, destinado ao provimento de 205 vagas em funções de todos os níveis de escolaridade na autarquia. O certame será organizado e coordenado pela Universidade Estadual da Paraíba.

Os salários dos cargos variam entre R$ 788,00 e R$ 1.582,16, com reserva de 5% das vagas para pessoas com deficiência.

Cargos
- Nível fundamental completo: Auxiliar de Serviços Gerais, Eletricista, Merendeira, Motorista "D", Músico, Operador de Máquinas Pesadas, Porteiro e Vigilante;

- Nível médio/técnico: Agente Administrativo, Agente Comunitário de Saúde, Auxiliar de Saúde, Condutor Socorrista, Fiscal em Vigilância Sanitária, Educador Social, Facilitador de Oficina, Motorista "D", Orientador Social, Técnico em Laboratório, Técnico de Enfermagem, Técnico em Radiologia, Técnico em Saúde Bucal e Técnico em Farmácia;

- Nível superior: Assistente Social, Advogado, Bibliotecário, Educador Físico, Enfermeiro, Farmacêutico/Bioquímico, Fisioterapeuta, Fonoaudiólogo, Médico Veterinário, Nutricionista, Odontólogo, Pedagogo Ensino Fundamental/Educação Infantil, Professor de Inglês, Professor de História, Professor de Ciências, Intérprete de Libras, Psicólogo e Tecnólogo em Radiologia.

Inscrições e Taxas
As inscrições serão realizadas por meio da internet, no site cpcon.uepb.edu.br, a partir das 10h do dia 15 de junho até as 23h:59min do dia 05 de julho de 2015.

O valor da taxa de inscrição correspondente à opção do cargo será de:
- Cargos de Nível Fundamental: R$ 40,00;
- Cargos de Nível Médio: R$ 60,00;
- Cargos de Nível Superior: R$ 80,00.

Provas e Gabaritos
O concurso terá prova escrita objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, para todos os cargos, prova de títulos para Professor e prova prática de caráter eliminatório e classificatório, para os cargos de Operador de Máquinas Pesadas, Motorista e Condutor Socorrista.

A prova escrita será aplicada provavelmente no dia 02 de agosto de 2015, sendo que o local e horário serão divulgados no endereço eletrônico cpcon.uepb.edu.br, a partir de 24 de julho de 2015. O gabarito preliminar será disponibilizado no dia 02 de agosto de 2015, após o encerramento da Prova Escrita Objetiva.

A prova prática para o cargo de Operador de Máquinas, Motoristas e Condutor Socorrista e Músico, será realizada na data prevista de 23 de agosto de 2015. A publicação do resultado final do concurso sairá na data provável de 11 de setembro de 2015.

Validade
O prazo de validade do concurso é de 02 anos, podendo ser prorrogado pelo mesmo período, a critério da Prefeitura do Município de Santa Luzia, respeitando a legislação eleitoral vigente, e para os demais considerados aprovados e não classificados gerará expectativa de direito.

Aplicativo promete facilitar a adesão de pacientes ao tratamento de HIV/aids

O Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais (DDAHV) do Ministério da Saúde lançou uma nova ferramenta que deverá contribuir para a melhor adesão de pacientes ao tratamento para HIV/aids com medicamentos antirretrovirais (TARV), que impedem a multiplicação do vírus no organismo e evitam o enfraquecimento do sistema imunológico
 
Entre as funcionalidades, o Viva Bem foi criado para lembrar os pacientes sobre o horário em que devem tomar o medicamento ou quando devem buscá-lo nos serviços de saúde. O paciente é lembrado por um “push” que diz: “Tá na hora!”. A dificuldade para tomar o medicamento no horário exato é uma reclamação de muitos pacientes.
 
O aplicativo funciona também como um diário onde podem ser registrados dados de carga viral e de exames de CD4 toda vez que houver novo resultado. O próprio aplicativo cria o gráfico de acompanhamento, podendo ser visualizado um de cada item ou os dois ao mesmo tempo.

Vale lembrar que o app pode ser usado para cadastrar quaisquer medicamentos – assim beneficiando também pacientes que fazem uso de remédios diariamente, independente do agravo. O Viva Bem exige uma senha para acesso, não registra informações sobre o paciente e os seus dados são preservados.
 
Segundo o Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, a iniciativa de adotar o aplicativo é uma forma de se aproximar das parcelas da população que iniciaram o tratamento nos últimos meses, principalmente o publico jovem, que também está habituado a este tipo de ferramenta.
 
O aplicativo gratuito “Viva Bem” está disponível para download gratuito nas plataformas Android e iOS, para smartphones e tablets.

App “Viva Bem” para Android
 
App “Viva Bem” para iOS

Relação com indústria coloca agência dos EUA em xeque

A credibilidade dos CDCs (Centros de Controle e Prevenção de Doenças), agência que concentra todas as ações de saúde pública nos EUA, tem sido posta em xeque após revelações de que recebe financiamento da indústria farmacêutica
 
Em recente artigo na revista científica “British Medical Journal”, a editora Jeanne Lenzer relata como essa relação pode ter afetado decisões da sexagenária organização.
 
Em 2014, dos US$ 52 milhões levantados pela fundação, US$ 12 milhões vieram de corporações, muitas das quais farmacêuticas. Também em 2014, os próprios CDCs receberam US$ 16 milhões de “doações condicionais”, destinadas a projetos específicos, vindas da indústrias e de pessoas físicas.
 
Por exemplo, em 2012, a Genentech destinou US$ 600 mil em doações à Fundação CDC para a promoção de testes e tratamento das hepatites virais. Tanto a Genentech como a Roche (sua empresa-mãe) fabricam kits de teste e tratamentos para hepatite C.
 
Segundo Lenzer, várias recomendações dos CDCs consideradas controversas estão associadas a essas “doações condicionais”.
 
É o caso da recomendação feita em agosto de 2012, quando os CDCs emitiram a orientação de que todos os nascidos entre 1945 e 1965 fossem testados para hepatite C.
 
A agência justifica a recomendação citando drogas antivirais que “podem “”interromper a progressão da doença e proporcionar uma cura virológica” (eliminação viral após conclusão do tratamento) na maioria das pessoas.
 
Dos 34 membros do grupo de trabalho externo, que escreveu e revisou a recomendação dos CDCs, nove já tinham tido relações financeiras com farmacêuticas.
 
Ao “BMJ”, os CDCs disseram que consultores externos não tinham laços financeiros com as indústrias que fabricam testes ou medicamentos para hepatite C e que houve isenção na tarefa.
 
Outra crítica é ao fato de a agência e sua fundação terem aceitado doação da Roche (fabricante do antigripal oseltamivir) para campanha contra gripe a agência defende que o uso dos antigripais se baseia em estudos independentes, mas investigações apontaram que os autores tinham laços com as fabricantes.
 
Repercussão
Para Marcia Angell, ex-editora do “New England Journal of Medicine”, operações financeiras com as empresas biofarmacêuticas podem ameaçar a credibilidade que os CDCs têm entre os médicos e a população.
 
Adriane Fugh-Berman, professora na Georgetown University e pesquisadora sobre conflitos de interesse, diz que farmacêuticas estão “infiltradas” nos CDCs. “Aceitar dinheiro da indústria e tê-la como parceira compromete a missão da saúde pública”, disse à Folha.
 
O diretor dos CDCs, Tom Frieden, informou que “parcerias público-privadas permitem fazer mais e mais”.
 
Segundo ele, a agência se pauta por valores fundamentais de transparência, respeito e integridade.
 
“Quando surgem possíveis conflitos de interesses, investigamos duro para garantir que as políticas e as diretrizes sejam feitas sem a interferência de doações externas.”

Folha de São Paulo

CFF publica número especial de “Infarma – Ciências Farmacêuticas”

Acaba de ser publicado o Suplemento 1 do Volume 27, de 2015, do periódico científico Infarma – Ciências Farmacêuticas contendo os Resumos do VII Simpósio Iberoamericano de Plantas Medicinais (VII SIPM) e do II Simpósio Iberoamericano de Investigação em Câncer (II SIIC), disponível no site revistas.cff.org.br
 
Os eventos foram realizados no período de 27 a 30 de outubro de 2014 , em Ilhéus (BA) e congregaram cientistas de diversas áreas de conhecimento (Farmacologia, Química, Botânica, Agronomia, Farmácia, Medicina, Biodiversidade, Fitoterapia, Toxicologia, Políticas Públicas, Governo, Setor Produtivo, etc.) que trabalham com plantas medicinais e a biodiversidade como fonte de agentes com potencial terapêutico, incluindo o câncer.
 
Infarma – Ciências Farmacêuticas é editado pelo Conselho Federal de Farmácia e está disponível exclusivamente por meio eletrônico. No sentido de democratizar o acesso à informação, todo o conteúdo é de acesso livre. Autores interessados em submeter seu trabalho para publicação devem se cadastrar para acessar o sistema de submissão online.
 
Os manuscritos são submetidos à avaliação de um corpo de revisores especializados e os autores podem acompanhar, em tempo real, todos os estágios da análise de sua publicação. O sistema também permite a busca, por meio de palavras chaves, dos artigos já publicados na revista.
 
CFF

Nova prótese 'sensível' dá esperanças a pessoas amputadas

 O professor Hubert Egger, da Universidade Linz, faz testes com a primeira prótese de perna "sensível", que foi recebida pelo paciente Wolfgang Rangger,  (Foto: AFP Photo/Samuel Kubani)
Foto: AFP Photo/Samuel Kubani - O professor Hubert Egger,
 da Universidade Linz, faz testes com a primeira prótese de perna
 "sensível", que foi recebida pelo paciente Wolfgang Rangger
Prótese recria sensibilidade do membro perdido e elimina dores fantasma. Sensores conectados à prótese enviam sinais às terminações nervosas
 
Um austríaco que não tem uma perna se tornou o primeiro amputado a utilizar uma prótese que recria a sensibilidade do membro perdido e dá esperanças contra as dores fantasma.
 
"Tenho a impressão de ter um pé novamente", afirmou à AFP Wolfgang Rangger, um professor de 54 anos, amputado na altura do joelho em 2007 após complicações de um acidente vascular cerebral.
 
"Já não escorrego no gelo, sinto a diferença quando caminho sobre cascalho, concreto, grama ou areia. Sinto inclusive as pedrinhas", afirma o primeiro paciente operado pelo professor Hubert Egger, da Universidade de Linz.
 
Seis meses depois do implante, Wolfgang Rangger corre, anda de bicicleta e inclusive faz escalada. Quando caminha, seu coxear é quase imperceptível.
 
Este resultado espetacular é fruto de uma técnica que associa o deslocamento dos feixes de nervos com a aplicação de sensores conectados em uma prótese de um novo tipo.
 
No caso do paciente de Linz, os médicos pegaram, no centro do coto, as terminações nervosas que conduziam inicialmente ao pé amputado. Depois as desviaram à superfície da coxa, onde as conectaram com a parte alta da prótese.
 
Nova prótese acabou com os episódios de "dores fantasmas" (Foto: AFP Photo/Samuel Kubani)
Foto: AFP Photo/Samuel Kubani
Nova prótese acabou com os episódios de "dores fantasmas"
Sinal enviado ao cérebro
Por sua vez, a perna artificial inclui sensores sob a planta do pé unidos a outras células, chamadas simuladores, que estão em contato com o coto. A informação transferida entre os sensores e os simuladores permite imitar, e finalmente reproduzir, a sensação do membro perdido.
 
Com cada passo, cada vez que exerce pressão sobre o solo, o pé artificial de Wolfgang Rangger envia um sinal preciso ao cérebro.
 
"Em um pé com boa saúde, são os receptores da pele os que cumprem esta função. Um amputado não tem estes receptores, é claro. Mas os transmissores de informação, que são os nervos, seguem existindo. É preciso apenas estimulá-los", resume o professor Egger.
 
O médico austríaco já havia inovado em 2010 ao apresentar uma prótese de braço controlada pela mente, graças a uma conexão entre os nervos motores e a prótese.
 
Desta vez o princípio é o mesmo, mas o percurso é realizado ao contrário: a informação parte da prótese para chegar ao cérebro.
 
O fim das dores fantasma
Além disso, a prótese testada em Linz oferece ao seu portador uma segunda vantagem que, ao menos para ele, é igualmente importante: o novo sistema colocou fim, em apenas alguns dias, às dores fantasmas que precisou suportar durante anos depois de perder sua perna.
 
"Com minha prótese convencional", lembra Wolfgang Rangger, "podia apenas caminhar. Não conseguia dormir mais que duas horas por noite e precisava de morfina para aguentar durante o dia".
 
Esta sensação de sofrimento no membro que já não possui, muito comum, ocorre devido a uma hipersensibilidade que se desenvolve progressivamente no cérebro, que, de certa forma, busca o membro amputado, explica o professor Egger.
 
A dor fantasma, prossegue, é agravada pela lembrança traumática do acidente ou da doença que levou à amputação.
 
A prótese "sensível" o remedia, ao enviar novamente informações ao cérebro, interrompendo sua busca vã e infinita.
 
O custo do protótipo está calculado entre 10.000 e 30.000 euros. Sua industrialização já poderia começar, mas a equipe de Linz quer estudar um pouco mais os resultados obtidos com o primeiro paciente.
 
G1

PF indicia 27 médicos de Hospital Universitário e cumpre 52 mandados

Foto/Reprodução
Buscas e apreensões ocorrem em quatro cidades de SC nesta terça (9). Operação investiga funcionários que não cumprem carga horária
 
A Polícia Federal (PF) de Santa Catarina cumpre na manhã desta terça-feira (9) 52 mandados de busca e apreensão em hospitais públicos e privados, além de consultórios médicos, em ao menos quatro cidades. Os oficiais realizam a Operação Onipresença, que investiga médicos que não cumprem a carga horária de trabalho.
 
Conforme a PF, 27 médicos foram indiciados nesta operação. Eles tem como local de atuação o Hospital Universitário Polydoro Ernani de São Thiago, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis.
 
De acordo com o delegado Ildo Rosa, alguns deles sequer frequentam o estabelecimento. Outros, cumprem porcentagens da carga contratada, como 40h de 60h recebidas na folha de pagamento. Eles são suspeitos de atender paralelamente em consultórios privados.
 
Os médicos indiciados vão responder por abandono de função publica, falsidade ideológica, estelionato contra união e devem ressarcir o erário, ou seja, devolver aos cofres públicos.
 
Além de Florianópolis, os mandados são cumpridos nas cidades de Itajaí, no Vale, além de Criciúma e Tubarão, no Sul catarinense.
 
G1

Homem vai ao hospital e descobre ter 420 pedras no rim

Tomografia revelou que o rim esquerdo do paciente chinês estava repleto de pedras
Reprodução/Youtube - Tomografia revelou que o rim esquerdo
 do paciente chinês estava repleto de pedras
Médicos passaram duas horas realizando a cirurgia para a retirada total dos cálculos; problema teria sido causado pelo excesso de tofu que o paciente chinês consumia
 
Médicos chineses passaram horas realizando uma cirurgia para a retirada de 420 pedras no rim de um paciente na China. O problema teria sido causado pelo excesso de tofu que o homem consumia.

De acordo com o site "The Telegraph", identificado apenas como He, o paciente foi levado ao hospital após reclamar de fortes dores no abdômen. Uma tomografia revelou que seu rim esquerdo estava repleto de pedras, a maioria delas bem pequenas.
 
Os médicos então precisaram operar He na última sexta-feira (5) e demoraram cerca de duas horas para completar a cirurgia.
 
"Eu trabalho como médico há 30 anos e nunca vi tantas pedras", disse o cirurgião Zhou Changchun.
 
O número elevado de cálculos nos rins de He se deve ao consumo excessivo de tofu. O alimento contém sulfato de cálcio, que não pode ser expelido do corpo sem uma ingestão suficiente de água.
 
Para o cirurgião-chefe Wei Yubin, o rim do paciente teria parado de funcionar e precisaria ser removido se ele tivesse demorado um pouco mais para ir ao hospital.
 
"Nós passamos 45 minutos apenas retirando as pedras minúsculas", afirmou o médico. "Depois da cirurgia, minhas mãos e pernas estavam dormentes."
 
Após a operação, o homem disse que já tinha um histórico de pedras nos rins. Há 20 anos, ele precisou passar por um procedimento chamado litotripsia, técnica que reduz o tamanho dos cálculos por meio de esmagamento ou trituração e faz com que elas sejam eliminadas pela urina.
 
Pedras nos rins são bastante comuns e geralmente afeta pessoas com idades entre 30 e 60 anos.
 
Segundo o Serviço Nacional de Saúde do Reino Unido, estima-se que a cólica renal afeta cerca de 10 a 20% dos homens e três a cinco por cento de mulheres.
 
iG

Útero de mulheres obesas pode programar prole a acumular gordura


Obesidade é passada desde o útero, através de gerações
Foto: Marcia Foletto / Marcia Foletto
Marcia Foleto/Obesidade é passada desde o útero, através de gerações
Células-tronco do cordão umbilical dão pistas de como obesidade e diabetes passam através das gerações
 
Boston - Um estudo apresentado na 75ª Sessão Científica da Associação Americana de Diabetes sugere que o ambiente intra-uterino de mulheres obesas pode programar as células da prole a acumular gordura extra ou desenvolver diferenças no metabolismo que poderiam levar à resistência a insulina. Até agora os cientistas já sabiam da relação entre pais obesos e o risco aumentado para diabetes tipo 2 nos filhos, mas não sabiam como e por que isso acontecia.
 
Boyle e sua equipe pegaram células-tronco de cordões umbilicais doados dos bebês de peso normal e mães obesas e as cultivaram em células musculares e adiposas no laboratório. Os pesquisadores encontraram um teor de gordura 30% maior em ambos os tipos de células na prole de mães obesas na sua primeira consulta pré-natal, em comparação com as células da prole de mães com peso normal.
 
— Como o estudo é bastante preliminar, ainda não sabemos se essas diferenças em células cultivadas em laboratório correspondem à fisiologia destas crianças após o nascimento — diz Kristen Boyle, professora assistente na Escola de Medicina da Universidade do Colorado. — Mas é claro que há uma propensão inerente em relação ao excesso de gordura nas células de fetos de mães obesas.  Sabemos também que o acúmulo de gordura nestas células corresponderam à massa gorda do bebê no nascimento. O próximo passo é seguir estes bebês para constatar se há uma mudança duradoura na vida adulta.
 
Os pesquisadores esperam ter em breve informações adicionais sobre como usar as células de gordura para a produção de energia e se isso contribui para o acúmulo maior de gordura nas células da prole de mães obesas. Haverá ainda uma avaliação completa, do metabolismo das células, para determinar se as células na prole de mães obesas exibem inflamação, resistência à insulina ou outras diferenças metabólicas.
 
O Globo

Regulador de glicose altera a forma como o cérebro responde aos alimentos

Reproduçã/Pixabay
Cérebro de pessoas obesas tem uma maior resposta para
fotografias de comida do que as de pessoas magras
Hormônio GLP-1 reduz os desejos e aumenta a saciedade após as refeições
 
Rio - Um estudo recente lança luz sobre como os agonistas do receptor GLP-1 alteram a resposta do cérebro à comida, possivelmente reduzindo os desejos e aumentando a satisfação quando se come. A pesquisa, apresentada nesta terça-feira na 75ª Sessão Científica da Associação Americana de Diabetes, mostra que medicamentos à base de hormônios usados para tratar o diabetes - como agonistas do receptor de GLP-1, um regulador da glicose - mostraram-se eficientes para reduzir o peso corporal. Os investigadores têm trabalhado para entender como.
 
Estudos anteriores mostraram que o cérebro de pessoas obesas tem uma maior resposta para fotografias de comida do que o de pessoas magras, e uma resposta do sistema de recompensa reduzida durante o consumo de alimentos, o que pode levar a excessos. Pesquisadores em Amsterdã testaram a hipótese de que o receptor agonista GLP-1 exenatida - a medicação que imita os efeitos do GLP-1 natural ao se ligar ao receptor de GLP-1 - estava ajudando os pacientes com diabetes tipo 2 a perder peso, alterando a resposta do cérebro ao consumo de alimentos e diminuindo o apetite.
 
“Quando você come, há vários hormônios que são liberados. GLP-1 é um deles”, explicou Liselotte van Bloemendaal, uma doutoranda no Centro de Diabetes da Universidade VU Medical Center, em Amsterdã. “Esses hormônios retransmitem as informações para o sistema nervoso central sobre o status nutricional para regular o apetite. Usando imagens de ressonância magnética funcional (que medem a atividade do cérebro através da detecção de alterações no fluxo sanguíneo), nós olhamos os centros de recompensa no cérebro de indivíduos obesos com e sem diabetes tipo 2 e medimos a resposta à antecipação de consumir achocolatado, enquanto recebiam um agonista do receptor de GLP-1 por via intravenosa versus o placebo. Descobrimos que a ativação do receptor GLP-1 diminuía a recompensa alimentar antecipada, o que pode reduzir a ansiedade e a sensação dos alimentos, assim evitando excessos”.
 
A estudiosa acrescentou, ainda, que, em um contexo de aumento global dramático na prevalência da obesidade, novos insights sobre os mecanismos pelos quais esses centros de recompensa são ativados são necessários. Além disso, uma investigação mais aprofundada também deve ocorrer para estudar se adicionar um segundo hormônio, como o glucagon, ao tratamento com agonista do receptor GLP-1 poderia acentuar ainda mais a perda de peso.
 
Bloemendaal está interessada em determinar se os agonistas do receptor de GLP-1 podem alterar a vontade de drogas, álcool e nicotina em humanos, oferecendo um possível alvo terapêutico para desordens de abuso de substâncias. O Food and Drug Administration (FDA), nos Estados Unidos, aprovou recentemente o primeiro agonista de GLP-1 para o tratamento de obesidade nos Estados Unidos.
 
O Globo