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domingo, 31 de março de 2013

Vitaminas e Minerais são essenciais à sua saúde

Boro - Principais fontes são as frutas. A baixa deste mineral pode estar associada à diminuição da calcificação, bem como à osteoporose.
 
Cálcio - Sintomas de deficiência: insônia, caimbras, nervosismo, cáries, osteoporose, unhas quebradiças, palpitações, etc...

Cobre - Sintomas: fraqueza, feridas na pele, aumento do colesterol.

Cromo - Sua deficiência piora a diabetes.

Ferro - Sintomas de deficiência: dificuldade de respiração, unhas quebradiças, palidez, cansaço, prisão de ventre.
 
Lítio - Dados da literatura científica mundial têm associado, frequentemente, essa condição à depressão psíquica. Estudos realizados nos USA demonstraram que, onde encontramos essa situação carencial, há uma grande incidência de casos de depressão e ansiedade.

Magnésio - Sua deficiência pode causar confusão mental, nervosismo, tremores.

Manganês - Sintomas: Falta de coordenação motora, tontura, barulho no ouvido, diminuição da audição, alergias, dores nas articulações e costas.

Selênio - Este elemento é um poderoso antioxidante e destruidor dos radicais livres.
 
Zinco - A mais frequente causa da diminuição desse mineral é a baixa ingestão alimentar, encontrada principalmente em indivíduos vegetarianos. O zinco baixo está, muitas vezes, associado ao déficit de imunidade e a problemas alérgicos.

Sintomas: cansaço, diminuição do paladar, gazes, falta de apetite, cicatrização e crescimento deficiente.

Minerais Tóxicos: Fontes e Sintomas
 
FONTES
SINTOMAS
ALUMÍNIO
Água contaminada, antiácidos, panelas de alumínio, desodorantes antitranspirantes, papel de alumínio.
Doenças do estômago e intestino, cólica.
ARSÊNIO
Pesticidas, inseticidas, antifungicos.
Cansaço, queda de cabelo e pelos do corpo.
BERÍLIO
Poluição Industrial.
Falta de ar, emagrecimento, tosse, cansaço, dores no peito.
CÁDMIO
Fumaça de cigarro.
Alterações da pressão sanguínea, doenças nos rins, diminuição do olfato.
CHUMBO
Tinturas de cabelo, tintas para impressão, inseticidas, fertilizantes, lápis, comida enlatada.
Fraqueza, palidez, desconforto abdominal, prisão de ventre, deficit de memória.
MERCÚRIO
Amálgamas  dentárias, peixes contaminados(especialmente atum), fungicidas, tinta para cabelo.
Danos cerebrais, dano renal aumentado, distúrbios na nutrição, hipertensão arterial, depressão, insônia, fadiga, alucinações e psicose, irritabilidade, reações alérgicas.
NÍQUEL
Cerâmicas, baterias, jóias, cosméticos, permanentes no cabelo. .
Dermatite de contato, gengivite, estomatite, tontura, doenças na pele.

Funções das Vitaminas
Vitamina A (ou Retinol / Beta Caroteno)
É responsável pelas seguintes funções: visão, crescimento, desenvolvimento ósseo, desenvolvimento e manutenção do tecido epitelial (pele e cabelos), gengivas e dentes, imunidade, reprodução e anticancerígena.

Fontes: fígado, ovo, leite, óleo de dendê, cenoura, couve, espinafre, manteiga.

Sua deficiência causa: alterações cutâneas.

Vitamina B1 (ou Tiamina)
Funções: respiração tecidual, metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas. Libera a energia dos alimentos e regula o funcionamento do coração e do sistema nervoso, beneficia a musculatura e ajuda a repelir insetos.

Fontes: carne de porco, gema de ovo, fígado, coração, miúdos, presunto, nozes, levedo de cerveja, germe de trigo.

Deficiência causa: confusão mental, fraqueza muscular, instabilidade emocional, depressão, irritabilidade, perda de apetite, letargia, hipertrofia do coração.

Vitamina B2 (ou Riboflavina)
Funções: crescimento, produção de corticosteróides, formação das células vermelhas do sangue, gliconeogênese e atividade reguladora das enzimas tireoideanas. Transforma proteínas, lipídios e carboidratos em energia, e participa da formação e manutenção dos tecidos da pele e dos olhos.

Fontes: leite, ovos, fígado, coração, carne de boi, porco e aves, espinafre, hortaliças de folhas verdes, levedo de cerveja.

Deficiência causa: inflamações da língua e da boca, estomatite angular, lacrimejamento, queimação e coceira nos olhos, síndrome urogenital.

Vitamina B6 (ou Piridoxina)
Funções: imunidade celular, liberação de glicogênio (carboidrato armazenado) hepático e muscular, diurese. Atua no metabolismo dos aminoácidos.

Importante para a função normal de enzimas e co-enzimas que são necessárias para metabolizar proteínas, carbohidratos e gorduras.

Fontes: fígado, carnes, gema de ovo, cereais, pães integrais, banana, batata, frango, abacate.

Deficiência: anormalidades no sistema nervoso central, retardo mental, convulsões, anemia hipocrômica e doenças na pele.

Vitamina B12 (ou Cianocobalamina)
Funções: previne a anemia perniciosa e é o fator mais importante na formação das células vermelhas do sangue, além de ser útil no metabolismo dos carboidratos e gorduras atuando no desenvolvimento normal das células, e no crescimento.

É necessária para um sistema nervoso saudável. Está envolvida na síntese de material genético (DNA).

Fontes: fígado, coração, mariscos, ostras, gema de ovo, carnes, queijos, peixe, camarão, lagosta.

Deficiência: diminuição do crescimento, anemia, distúrbios sangüíneos e distúrbios no trato gastrintestinal.

Vitamina C (ou Ácido Ascórbico)
Funções: produção e manutenção do colágeno, cicatrização. antioxidante. Importante na manutenção dos ossos, dentes e artérias. Aumenta a absorção de ferro e formação das células sanguíneas.

Fontes: frutas cítricas, hortaliças de folhas verdes, pimentão, tomate, batata.

Deficiência: fragilidade capilar, hemorragia.

Vitamina D (ou Calciferol)
Funções: absorção, mobilização e reabsorção de cálcio e fosfato. Fortalece ossos e dentes.

Fontes: óleo de fígado de peixe, manteiga, fígado, gema de ovo, leite, salmão, atum e luz solar.

Deficiência: raquitismo.

Vitamina E (ou Tocoferol)
Funções: antioxidante. Evita a anemia e auxilia na metabolização das gorduras.

Fontes: germe de trigo, óleo de milho, sementes de algodão, girassol e soja, vegetais de folhas verdes, gema de ovo.

Deficiência: fragilidade muscular, atrofia testicular, anormalidades embrionárias, distrofia muscular e necrose hepática.

Vitamina K
Funções: processo de coagulação sangüínea.

Fontes: vegetais de folhas verdes, fígado, leite, nabo, iogurte, gema de ovo.

Deficiência: hemorragia.

Ácido Fólico (Vitamina B9)
Funções: divisão rápida das células e transmissão de traços hereditários através da produção de material genético, formação e maturação dos eritrócitos e leucócitos ajustando o sistema imunológico.

Evita a anemia.

Fontes: espinafre, vegetais de folhas verdes, fígado, gérmen de trigo, levedo de cerveja, cenoura, salsinha, endívia, beterraba crua, amendoim, gema de ovo.

Deficiência: língua dolorida e perda de apetite, mal estar geral, deterioração mental, diminuição do crescimento, anemia megaloblástica, distúrbios sangüíneos e distúrbios do trato gastrintestinal.
 
Ômega 3 e emagrecimento
O Ômega 3 é um nutriente derivado dos peixes de águas frias. Inúmeros trabalhos médicos confirmam seu múltiplos benefícios para a saúde humana.

É anti-inflamatório. Ajuda a emagrecer a a diminuir os níveis de colesterol. Protege o coração. Diminui a tendência a engordar.

Pesquisadores japoneses descobriram que o Ômega 3 promovem o emagrecimento acelerando o metabolismo das gorduras.
 
Vitamina D contra o Câncer
Vitamina D é um fator de proteção para o câncer, bons níveis de vitamina D diminuem em até 50% o risco de diversos tipos de câncer foi o resultado da pesquisa científica publicada por Garland et al em 2006 no American Journal of Public Health: O papel da vitamina D na prevenção do câncer.

A necessidade do pré-natal psicológico

O pré-natal psicológico visa preparar e conscientizar
futuros papais e mamães sobre as implicações e
demandas de seu novo papel
Tanto uma gravidez desejada e planejada quanto aquela que vem de surpresa fazem com que a cabeça dos futuros papais uma bagunça de sentimentos, que muitas vezes podem ser contraditórios e confusos.
 
É importante conseguir encontrar uma forma de lidar com tantas mudanças e sensações novas com tranquilidade e sem culpas. Uma alternativa para isso é o pré-natal psicológico. “É uma das formas de psicoterapia que tem como objetivo diminuir as angústias, medos, ansiedades acerca da maternidade”, explica a psicóloga e doula, Clarissa Kahn.
 
O pré-natal psicológico visa preparar e conscientizar futuros papais e mamães sobre as implicações e demandas de seu novo papel. “O pré-natal psicológico diminui o índice de depressão pós-parto, aumenta a segurança das mulheres relacionadas a maternidade”, informa Dra. Clarissa.

O objetivo é aliviar as tensões, sanar as dúvidas aumentar a confiança do casal, estimular a fala a escuta desse casal, contribuir para que esse casal esteja preparado para vivenciar essas emoções de maneira clara estar prontos para as mudanças e varações desse período delicado. “Não devemos excluir o pai também, pois há momentos em que se trabalham as questões da paternidade. Para as mulheres que não possuem suporte emocional do pai do bebê, é quase que indispensável”, alerta Clarissa Kahn.
 
O pré-natal psicológico tem como um dos objetivos prevenir a depressão pós-parto, um episódio não psicótico que pode se iniciar até os primeiros 12 meses depois do nascimento da criança. A pessoa sente tristeza prolongada, perda de autoestima e motivação para a vida, apatia, indisposição, sensação de incapacidade, culpa e medo.
 
Há estudos que afirmam que o pré-natal psicológico é tão necessário quanto o acompanhamento físico da gestante e da criança. O apoio psicológico em um momento de tantas mudanças externas e internas pode fazer toda diferença para a mãe e para o pequeno ser que acaba de chegar.
 
O pré-natal psicológico também inclui simulações de parto e sanar as dúvidas que devam surgir, acalmar e desmitificar os mitos que circundam o parto.

Fonte Corposaun

Mitos e verdades sobre o AVC

No Brasil, o Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame, representa a primeira causa de morte e incapacidade, gerando impacto econômico e social. Segundo o Ministério da Saúde, em 2009, foram registrados 68,9 mil óbitos por AVC. O órgão deve investir, até 2014, R$ 437 milhões para ampliar a assistência a vítimas da doença. Com base nesses dados preocupantes, confira os mitos e as verdades sobre o AVC e suas causas.

- Existem diferentes tipos de AVC.
Verdade. Existem dois tipos de AVC, o hemorrágico e o isquêmico. O primeiro ocorre devido ao rompimento de um vaso intracraniano, causando uma hemorragia cerebral. Já o isquêmico acontece em função do entupimento de uma artéria que leva o sangue para nutrir o cérebro e quando não tratada a tempo, pode ser irreversível.
 
- Diversos fatores podem causar AVC.
Verdade. No AVC hemorrágico as principais causas são hipertensão arterial, aneurismas e malformações arteriovenosas. Nos isquêmicos são êmbolos (coágulos), que podem ser originados do coração ou das artérias que levam o sangue ao cérebro, como as carótidas e as artérias vertebrais, vindo a obstruir a circulação em determinada área.
 
- O AVC não apresenta sintomas.
Mito.
Os principais sintomas ligados ao AVC hemorrágico são dor de cabeça de início súbito e muito forte, associados a náuseas, vômitos, perda de força, dormência em um lado do corpo ou até desmaio. Em relação ao isquêmico, os principais sinais são perda de força ou dormência em um lado do corpo, alterações na fala, visão dupla, dificuldade no equilíbrio ou boca torta.
 
 
- Caso algum sintoma seja detectado, a pessoa deve ser socorrida imediatamente.
Verdade.
Os médicos recomendam contatar um serviço de ambulância o mais breve possível, para que a pessoa possa ser levada prontamente ao hospital para diagnosticar e tratar a doença.
 
- O tempo para socorrer a pessoa não influência no tratamento.
Mito.
O tempo de ação e o encaminhamento são essenciais para o tratamento eficaz. Se o indivíduo for atendido em até seis horas após o início dos sintomas, o médico pode fazer a desobstrução da artéria. No caso do isquêmico, por exemplo, o rápido atendimento previne a lesão permanente da área do cérebro afetada e diminui a chance de sequelas e morte. Já nos diagnósticos hemorrágicos, o tratamento precoce também evita lesões permanentes, diminui a mortalidade e chance de uma nova hemorragia.
 
- Apenas idosos podem ter derrame.
Mito.
Qualquer adulto pode ter a doença. No entanto, o hemorrágico acomete pacientes mais jovens.
 
- A genética pode ser uma causa do AVC.
Verdade.
Assim como nos casos de infartos cardíacos, a chance de uma pessoa ter um AVC quando há casos na família é maior. Por isso, o paciente deve ser acompanhado preventivamente e com mais cuidado.

Fonte Corposaun

Mitos e verdades sobre as meias de compressão

Ficar muito tempo de pé ou sentado, o sedentarismo, a má alimentação, o uso do cigarro e de pílulas anticoncepcionais, além da tendência hereditária, são alguns dos fatores que contribuem para o desenvolvimento de problemas circulatórios nas pernas.
 
As consequências mais comuns destes hábitos são o surgimento de vasinhos, varizes e edemas de natureza linfática, nos casos mais graves.

As meias de compressão – que previnem e tratam dos problemas venosos com tecnologia de ponta e rigoroso controle de qualidade –, são importantes armas para ajudar na prevenção e no combate de problemas circulatórios nas pernas.

Confira abaixo os mitos e verdades sobre o uso do produto e seus benefícios:
 
- Não há métodos de prevenção para problemas circulatórios como varizes.
Mito. Os problemas circulatórios podem ser prevenidos com dieta saudável, abolição do tabagismo, evitando excesso de peso, com a utilização das meias de compressão e a prática regular de exercícios físicos. No caso das meias há diversas graduações de compressão específicas para cada estágio de problema circulatório.

- Qualquer tipo de meia ajuda em problemas de circulação.
Mito. Apenas as meias de compressão graduada contribuem para a prevenção e tratamento das varizes, problemas circulatórios durante e após a gravidez, casos acentuados de inchaços, pós-cirurgia de varizes e edemas de natureza linfática.
 
- Existem meias de compressão diferentes para homens e mulheres.
Verdade. Existem modelos masculinos e femininos; porém as compressões são as mesmas: suave compressão, média compressão, alta compressão e extra alta compressão.
 
- Homens não estão sujeitos a problemas circulatórios.
Mito. Dores, inchaços e sensação de peso nas pernas não são sintomas que acometem apenas as mulheres. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV) um em cada cinco homens sofre com problemas circulatórios, em especial com as varizes (veias que ficam tortuosas, alongadas e dilatadas devido a diversos fatores, como alterações hormonais, hereditariedade, obesidade, cigarro, vida sedentária, entre outros).
 
Um estudo desenvolvido em Israel e nos Estados Unidos aponta que 3% dos homens e 20% das mulheres têm varizes aos 30 anos de idade. Aos 70 anos de idade até 70% das pessoas podem apresentar varizes dos membros inferiores.
 
- Grávidas devem usar meias de compressão para evitar problemas circulatórios durante a gestação.
Verdade. Durante a gravidez o volume de sangue circulando pelo organismo aumenta. Também há o crescimento do útero, responsável por exercer forte pressão nas veias da região pélvica e na veia cava inferior, que drena o sangue proveniente dos membros inferiores e cavidade abdominal. Isso faz com que a pressão sanguínea nas veias das pernas seja maior, influenciando o desenvolvimento de doenças venosas.
 
Com os vasos recebendo maior volume de sangue podem surgir problemas circulatórios nos membros inferiores e, no caso de mulheres que já convivem com o problema, pode ocorrer piora e aparecimento de dores e desconforto. O uso da meia de compressão ajuda a melhorar a circulação sanguínea nas pernas.
 
Fonte Corposaun

Verdades e mitos sobre o peso da mochila escolar

Os problemas de coluna podem ser provenientes do excesso de peso que as crianças carregam nas mochilas escolares. É o que muitos pais reclamam, talvez pela proteção ao filho ou porque a mochila escolar está mesmo acima do peso ideal. Mas será que a afirmação do ponto de vista médico é verdadeira?

O ortopedista Luiz Cláudio Schettino, chefe do Centro de Tratamento das Doenças da Coluna do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), afirma que o assunto gera bastante confusão por já estar arraigado na sabedoria popular, mas é uma inverdade. Segundo Schettino, o uso de mochilas pesadas, por si só, não pode desenvolver desvios de coluna, como a maioria das pessoas imagina. O que o peso pode acarretar são transtornos de dor, desconfortos e queixas pelo esforço físico exagerado, esclarece o médico especialista em doenças da coluna.
 
As deformidades de coluna, como as escolioses, por exemplo, doenças que ocorrem por predisposição genética ou associadas a outras enfermidades, acontecem com ou sem o uso inadequado das mochilas se a criança já tiver essa tendência, complementa o ortopedista.
 
Apesar do peso das mochilas não ser fator essencial para os problemas de coluna, é muito importante que os pais não deixem de observar o peso que seus filhos carregam, principalmente, nas mochilas escolares, mas também em outros objetos que manuseiam. O excesso de peso pode acarretar problemas de postura, atrapalhando o caminhar e o desenvolvimento e podem ainda ser progressivos e agravados se não corrigidos. A reedução postural, com métodos como fisioterapia, RPG ou até mesmo exercícios físicos direcionados são recomendados para a correção dos problemas, mas sempre com orientação médica.
 
De acordo com Luiz Cláudio Schettino, o peso da mochila não deve ultrapassar 10% do peso da criança, a mesma medida é adotada para os adultos. Ou seja, é o valor máximo permitido, se possível deve-se carregar um pouco menos, para que seja confortável e aceitável pelo organismo, sem danos futuros, complementa o médico.
 
Fonte Corposaun