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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Governo de SP planeja PPP de logística farmacêutica

Projeto prevê a implantação de seis centros de distribuição de remédios 

A Secretaria da Saúde de São Paulo promove nesta quinta-feira (16) uma audiência pública para discutir a implantação de uma PPP (Parceria Publico Privada) para a gestão do armazenamento e distribuição de medicamentos e vacinas no Estado. O projeto prevê a implantação de seis centros de distribuição de remédios em conjunto com a iniciativa privada. 

A PPP deverá cuidar também do abastecimento e da logística para os suprimentos hospitalares nos Hospitais das Clínicas localizados nas cidades de São Paulo, Ribeirão Preto, Marília, Campinas e Botucatu. 

Na sede da secretaria, o plano prevê a criação de uma Central Logística de Inteligência Farmacêutica para monitorar e centralizar as informações relacionadas ao funcionamento de cada centro de distribuição. 

A contratação da PPP se dará na modalidade de Concessão Administrativa, pelo prazo de 20 anos. A definição da empresa parceira e assinatura do contrato deverão ser concluídas no primeiro semestre deste ano. O Estado permanecerá com as atividades de coordenação, planejamento, monitoramento e controle das ações que competem à área da assistência farmacêutica estadual. 

O modelo também será aplicado na reforma do Centro de Distribuição e Logística (CDL), na zona oeste de São Paulo, que armazena as vacinas distribuídas pelo Estado aos municípios de todo o Estado. 

 Estadão

Ministério da Saúde cria bandeira do SUS

Objeto terá formato retangular e será formada pela associação do símbolo 

O Ministério da Saúde instituiu a bandeira do SUS (Sistema Único de Saúde), que deverá ser hasteada diariamente em todos os prédios dos órgãos e entidades integrantes da estrutura regimental do ministério, em todo o território nacional. 

A decisão, assinada pelo ministro da Pasta, Alexandre Padilha, foi publicada na edição desta terça-feira (14), do Diário Oficial da União.

O documento diz que a bandeira do SUS terá formato retangular e será formada pela associação do símbolo, do logotipo e do nome institucional em azul sobre fundo branco. 

Segundo o texto, as esferas estaduais, do Distrito Federal e municipais do SUS poderão adotar o mesmo procedimento em seus estabelecimentos de saúde, desde que obedecidos os critérios estabelecidos na portaria.

A medida foi adotada, diz o texto, considerando "a necessidade de consolidação e divulgação da marca do SUS (Sistema Único de Saúde).

R7

Agência Nacional de Saúde esclarece prazo sobre queixa contra plano de saúde

Prazo para operadoras resolverem problema assistenciais continua sendo de cinco dias 

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) esclareceu nesta terça-feira (14) que não houve ampliação de prazo para solução de queixas de beneficiários de planos de saúde. 

O anúncio divulgado pela ANS foi a respeito da adoção da metodologia de solução de conflitos entre clientes e operadoras, que já era praticada para as queixas sobre cobertura assistencial (como recusa de atendimento, descumprimento de prazos máximos para procedimentos), agora também para os casos de reclamações sobre os assuntos não assistenciais (como reajuste, quebra de contrato). 

Com isso, a partir de 19 de março de 2014, todas as reclamações do tipo não assistencial feitas aos canais de atendimento da ANS serão enviadas para as operadoras de planos de saúde, que terão dez dias úteis para resolver a dificuldade do cliente. No caso de queixas de natureza assistencial, o prazo para as operadoras resolverem o problema continua sendo de cinco dias.

Estadão

Idoso morre com gripe A no norte da Espanha

É a primeira vítima fatal deste surto de gripe que deixou mais de 40 pessoas internadas 

Um homem de 76 anos morreu nesta terça-feira vítima de gripe A (H1N1) em um hospital de Zaragoza (Aragón, norte da Espanha), onde tinha dado entrada na Unidade de Cuidados Intensivos (UCI), tornando-se a primeira vítima desta doença na região, informou o governo aragonês. 

O homem "estava afetado pelo vírus da gripe A e tinha outras doenças prévias", segundo uma porta-voz do governo regional aragonês. 

Trata-se da primeira vítima fatal deste surto de gripe A, que mantém hospitalizadas 43 pessoas, 18 delas em unidades de cuidados intensivos, em hospitais das localidades de Zaragoza, Calatayud, Alcañiz e Teruel. 

O governo regional vem fazendo desde o fim de semana um apelo à calma por meio de seu ministro regional da Saúde, Ricardo Oliván, segundo o qual os afetados não estavam vacinados e todos tinham doenças prévias que complicaram sua situação.

"Aquelas pessoas que não têm patologias prévias não devem temer uma complicação além da habitual em um processo gripal", disse Oliván no sábado passado. 

O governo regional aragonês criou uma comissão de acompanhamento para seguir o desenvolvimento deste surto de gripe. 

AFP

Mato Grosso, Tocantins e Maranhão registram as maiores incidências de hanseníase do País

Agência Brasil
Dados da pasta mostram que o Brasil identificou 33.303
novos  casos de Hanseníase em 2012
Doença atinge pele e nervos dos braços, mãos, pernas, pés e cabeça 

Um balanço divulgado nesta terça-feira (14) pelo Ministério da Saúde indica que três Estados registram as maiores incidências de hanseníase do País, com coeficiente de prevalência acima de três casos para cada 10 mil habitantes – Mato Grosso (7,69), Tocantins (5,54) e Maranhão (5,22). Já Rio Grande do Sul (0,12), Santa Catarina (0,29) e São Paulo (0,34) apresentam as menores taxas de prevalência da doença. 

Dados da pasta mostram que o Brasil identificou 33.303 novos casos de hanseníase em 2012. Os números referentes ao ano passado ainda não foram fechados, mas a estimativa do governo é que eles fiquem entre 30 mil e 33 mil novos casos. Ainda assim, a taxa de prevalência da doença caiu 65% nos últimos dez anos, passando de 4,33 para cada 10 mil habitantes em 2002 para 1,51 para cada 10 mil habitantes em 2012. 

De acordo com o balanço, em 2012, o coeficiente de detecção da hanseníase no Brasil foi 17,17 para cada 100 mil habitantes na população em geral. Entre menores de 15 anos, o índice foi 4,81/100 para cada 100 mil habitantes. 

Entre as ações adotadas pelo ministério está o Monitoramento para Eliminação da Hanseníase, que coletou dados em 60 municípios brasileiros. Foram pesquisadas 164 unidades de saúde de todo o país, representando 27% da população brasileira (52,8 milhões de pessoas). Os municípios selecionados foram os que apresentam maior carga da doença e concentram 60% dos casos. 

Ao todo, foram examinados 6.170 prontuários, além de 656 entrevistas feitas com pacientes e 279 com profissionais de saúde. Os dados mostram que 87,5% das cidades oferecem serviços de diagnóstico e tratamento para a hanseníase. Também foi observada uma redução de 18% da proporção de casos com grau 2 de incapacidade física, quando comparado os anos de 2007 e 2011, demonstrando que o diagnóstico precoce está crescendo. 

Doença 
Doença infecciosa, a hanseníase atinge pele e nervos dos braços, mãos, pernas, pés e cabeça. O tempo entre contaminação e primeiros sintomas varia de dois a cinco anos. Os sinais de alerta são manchas brancas, avermelhadas ou amarronzadas, com sensação de formigamento e redução da sensibilidade ao calor, frio e toque. O tratamento, gratuito, dura de seis meses a um ano. Todos os pacientes submetidos à terapia podem ser curados.

R7

Anac deverá exigir em voos cadeira de rodas

A ANAC será notificada na próxima semana
MPF-SP moveu ação civil após a reclamação de uma mulher 

A Justiça Federal determinou que a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) exija o transporte “gratuito e incondicional” de cadeiras de rodas nas aeronaves de companhias aéreas brasileiras. 

O Ministério Público Federal em São Paulo moveu a ação civil pública após uma mulher reclamar que era obrigada a pagar pelo transporte da cadeira do seu filho. 

A Anac será notificada na próxima semana.

R7

Pacientes com câncer devem ter cuidados redobrados com saúde bucal

Cuide detalhadamente da higiene, passando o fio dental e
escovando cuidadosamente os dentes
Tratamentos podem provocar efeitos colaterais e deixar a boca mais sensível, diz especialista

Apesar de importantes para o tratamento do câncer, a quimioterapia e a radioterapia podem desencadear alguns sintomas que, quando não tratados, prejudicam a saúde da boca e, até mesmo, o tratamento da doença. Cada pessoa reage de maneira diferente à quimioterapia e à radioterapia, mas alguns efeitos colaterais são mais comuns, como o aumento da sensibilidade da gengiva, dos dentes e da mucosa.

Entre as queixas mais frequentes estão a perda de paladar e o surgimento de mucosite (feridas), xerostomia (boca seca), candidose (infecção por fungos popularmente conhecida como sapinho) e cárie de radiação. Estes sintomas podem ser temporários ou permanentes, dependendo do local e tipo de tumor, assim como da dose das medicações utilizadas.

É importante destacar que é possível prevenir e controlar estes problemas, e a principal ferramenta para isto é a manutenção rigorosa da higiene bucal. O paciente também precisa de cuidados odontológicos antes, durante e após o tratamento. De acordo com o cirurgião-dentista e diretor do ambulatório de Odontologia do HSPE (Hospital do Servidor Público Estadual) Cassiano Silveira consultas periódicas com o dentista são sempre essenciais. — No caso do paciente oncológico, essa necessidade se acentua ainda mais. Estas pessoas deverão receber cuidados odontológicos especiais por toda a vida. 

 Veja algumas regras essenciais para a manutenção da saúde bucal dos pacientes em tratamentos com quimioterapia e radioterapia: 

- Cuide detalhadamente da higiene, passando fio dental e escovando cuidadosamente os dentes, gengiva e língua após as refeições. Neste processo, indica-se o uso de escovas com cerdas macias e creme dental com flúor; 

- Quem faz uso de dentaduras deve certificar-se de que o aparelho está bem ajustado à boca e não causando feridas. Ela deve ser limpa diariamente, com auxílio de uma escova de dente. Se possível, diminua o tempo de uso do objeto; nos momentos em que não estiver sendo utilizada, mantenha a dentadura seca ou submersa em água misturada a uma colher de café de água sanitária; 

- Mantenha a boca úmida. Além de beber água frequentemente, mascar chicletes sem açúcar e utilizar saliva artificial podem ajudar; — Evite o uso de enxaguantes bucais com álcool e de palitos de dente; 

- Não consuma bebidas alcoólicas ou produtos derivados do tabaco (cigarro, charuto, cachimbo e fumo para mascar); 

- Consulte um dentista regularmente. 

 R7

Estudo vincula nascimento prematuro a bactérias

O que você precisa saber para engravidar depois dos 35
Rompimento antes da hora da bolsa de fluido que envolve o bebê, causa comum de partos prematuros, pode ter origem bacteriana 

Uma das causas mais comuns de partos prematuros - a ruptura, cedo demais, da bolsa de fluido que envolve o bebê dentro do útero - pode estar associada à presença de certas bactérias, segundo um estudo americano. 

A descoberta pode resultar em testes para identificar a presença de bactérias e tratamentos para mulheres sob risco de entrar em trabalho de parto prematuramente, informou a equipe responsável pelo trabalho. 

Os pesquisadores trabalham com a hipótese de que as bactérias identificadas produziriam um afinamento das membranas que envolvem o bebê no útero, levando à sua ruptura. 

E essa ruptura, que na linguagem popular é chamada de "estouro da bolsa d'água", responde por quase um terço de todos os partos prematuros. O estudo, por pesquisadores da Duke University School of Medicine em Durham, no Estado americano da Carolina do Norte, foi publicado na revista científica PLoS One.

Tratamento 
Normalmente, as membranas que compõem a bolsa que envolve o bebê, ou bolsa amniótica, se rompem no início do parto. 

Se elas se partem cedo, antes do início das contrações, isso pode - embora nem sempre aconteça - levar a um parto prematuro. 

A equipe americana encontrou grandes quantidades de bactérias no ponto onde as membranas se rompem.

Se for constatado que as bactérias são a causa - e não a consequência - da ruptura da membrana, talvez seja possível desenvolver-se novos tratamentos ou criar-se práticas de monitoramento de mulheres sob risco - os especialistas explicaram. 

"Por exemplo, se acharmos que certas bactérias estão associadas à ruptura prematura das membranas, podemos fazer testes para identificar sua presença já no início da gravidez", disse Amy Murtha, autora do estudo. 

"Talvez então possamos ser capazes de tratar as mulheres afetadas com antibióticos". 

"Nosso estudo ainda está muito longe disso, mas nos dá oportunidades de explorar intervenções terapêuticas direcionadas, algo que nos falta na obstetrícia". 

Os pesquisadores examinaram amostras de membranas retiradas de 48 mulheres que tinham acabado de parir, entre elas, mulheres que tinham sofrido rupturas prematuras da bolsa amniótica, mulheres que haviam tido partos prematuros por outras razões e também mulheres que haviam completado os nove meses de gestação. 

Eles verificaram que havia bactérias presentes em todas as amostras, mas quanto mais bactérias presentes, mais finas as membranas, especialmente nas mulheres que tinham tido partos prematuros em decorrência da ruptura da bolsa d'água. 

Comentando o estudo, o médico Patrick O'Brien, do Royal College of Obstetricians and Gynaecologists, disse que já se sabia há algum tempo que infecções bacterianas eram responsáveis por rupturas prematuras da bolsa amniótica em algumas mulheres. 

"Agora, o que realmente precisamos é entender em detalhes o mecanismo pelo qual bactérias provocam a ruptura da bolsa". 

Duncan Wilbur, porta-voz da ONG britânica de suporte para bebês prematuros Bliss, acrescentou: "Damos boas vindas a qualquer estudo que nos ajude a compreender melhor as causas de partos prematuros e a identificar as mulheres sob maior risco". 

"As conclusões desse estudo são muito interessantes e mais pesquisas precisam ser feitas para encontrar tratamentos que ajudem a prevenir partos prematuros". 

iG

Viagra para mulheres: novidade em 2015

Remédio é eficaz para casos em que a perda da libido
 é motivada por questões físicas e não emociona
Desenvolvida por uma empresa britânica, pílula atua no cérebro e aumenta o desejo sexual

Reino Unido - A ‘pílula do prazer’, em breve, também estará disponível para elas. Até o final de 2015, a versão feminina do Viagra deverá chegar às prateleiras. A droga, ainda na fase de testes, atua, inclusive, na perda de peso, reclamação típica das mulheres.

O remédio é desenvolvido pela empresa britânica Orlibid, com a ajuda dos criadores do Viagra masculino. Ingerida 15 minutos antes do sexo, a pílula aumenta o desejo por mais de duas horas. “O remédio servirá para todas as mulheres. Desde as que têm disfunções sexuais que comprometem o relacionamento até aquelas que querem apenas apimentar a relação”, disse, ao ‘Daily Mail’, Mike Wyllie, membro da equipe que criou o Viagra e que está trabalhando na empresa britânica.

A fórmula utiliza uma versão sintética do hormônio melatonina, também associado à regulação do sono e à reconstrução das células da pele. As pílulas atuariam no cérebro feminino e seriam capazes de aumentar o desejo pelo sexo. O desafio é desenvolver o remédio em forma de comprimido em vez de injeção. Serão feitos ainda três estudos para medir o efeito do viagra feminino, que também pode ter resultados positivos em homens. Surgimento de enjoo seria um dos efeitos colaterais.

Para Jorge José Serapião, especialista em terapia sexual e membro da Sociedade de Ginecologia e Obstetrícia do Rio de Janeiro, caso o remédio se mostre eficiente, um dos pontos positivos é o fato de não utilizar testosterona na composição. O hormônio tem efeitos colaterais nas mulheres, como crescimento de pelos e voz grossa.

“O medicamento atua nos neurotransmissores cerebrais e melhora aspectos físicos nas mulheres. Não tem efeito em questões emocionais, como baixa autoestima e problemas com o parceiro”, alerta, acrescentando que o viagra masculino atua diretamente nos vasos sanguíneos do pênis.

Segundo Serapião, no Brasil, só está disponível a injeção de testosterona, que repõe o hormônio vinculado ao desejo sexual. A técnica é indicada, principalmente, a mulheres que tiveram que retirar os ovários.

Pouca libido é queixa comum
Levantamento do Centro de Referência e Especialização em Sexologia (Cresex), em São Paulo, revela que falta ou diminuição da libido afeta 48,5% das mulheres tratadas no local. A pesquisa foi feita ano passado, com 455 pacientes. Quase 20% têm dificuldade em chegar ao orgasmo, 9,2% sentem dor durante a relação e 6,9% têm nível diferente de desejo em relação ao parceiro.

O Dia