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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Importância da penicilina na saúde

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Foto: Reprodução - Alexander Fleming
Na história da medicina, várias descobertas foram essenciais para chegarmos até os avanços atuais na saúde

As pesquisas científicas incentivaram o desenvolvimento de medicamentos, técnicas de tratamento e a descoberta de novas doenças que salvaram a vida de muitas pessoas e mudam, até hoje, muitas vidas. Entre todos esses estudos e todas as descobertas, uma das mais importantes para a formação da medicina foi a descoberta da penicilina.

Alexander Fleming, médico e bacteriologista escocês, descobriu a penicilina acidentalmente.

Enquanto pesquisava substâncias capazes de combater bactérias em feridas, esqueceu seu material de estudo sobre a mesa enquanto saiu de férias e, ao retornar, observou contaminação de mofo em suas culturas de Staphylococcus aureus.

Nos locais onde havia o fungo, existiam ainda halos transparentes em torno deles, indicando a possibilidade de conterem uma substância bactericida. Identificado como pertencente ao gênero Penicillium, Fleming analisou o fornecimento de uma substância capaz de eliminar diversas bactérias, como estafilococos (bactérias responsáveis pela manifestação de diversas doenças, como infecções cutâneas e a endocardite).

A substância tem sua ação antibiótica ao inibir a síntese da parede celular bacteriana, ocasionando a perda da estrutura de proteção e estabilidade mecânica da bactéria, ocasionando a ruptura da membrana plasmática. Foi a primeira descoberta antibiótica da ciência, originando todas as outras pesquisas relacionas às doenças bacteriológicas.

A penicilina, assim nomeada, foi concentrada, isolada e purificada em laboratório alguns anos depois. Na época da Segunda Guerra Mundial, a penicilina foi produzida em larga escala, por fermentação, salvando milhares de vidas. Os laboratórios farmacêuticos descobriram a surpreendente fonte de onde poderiam produzir a penicilina em abundância, que vinha de melões podres.

Uma funcionária do laboratório Northern Regional Research visitava as quitandas em busca das frutas mais velhas e estragadas, a fim de extrair o medicamento em quantidade suficiente para a demanda de feridos vindos da guerra.

Além dos benefícios, foram analisados também os defeitos dos antibióticos: Eles podem destruir, junto com as bactérias indesejáveis, a flora intestinal do paciente. Também podem atacar os rins, perturbar o fígado, o aparelho digestivo e a composição do sangue. Consumidos por gestantes, eles tendem a provocar má formação dos embriões.

O uso indisciplinado de antibióticos induz, também, ao aumento no número de bactérias resistentes. Quando se usa o remédio, as bactérias vulneráveis morrem, enquanto as resistentes se multiplicam, passando às novas gerações a imunidade adquirida aos antibióticos.

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O antibiótico tornou-se disponível para a população civil na década de 40, mesma época em que os três pesquisadores responsáveis pelo desenvolvimento da substância (Alexander Fleming, Howard Florey e Ernst Chain, os dois últimos que ajudaram na fermentação do fungo, transformando-o em remédio) ganharam o prêmio Nobel de Medicina.

A penicilina foi capaz de impedir a morte por complicações de doenças como pneumonia, sífilis, difteria, meningite, bronquite, entre outras. Atualmente, é usada de forma menos frequente, pois o seu uso indiscriminado causou a resistência de algumas bactérias ao medicamento. Existem seis variedades de penicilina sintética fabricada em laboratórios atualmente. Os laboratórios descobriram, ainda, novos antibióticos e souberam produzi-los em grande quantidade.

Gadoo

Óleo de canela – Benefícios, propriedades e como usar

A canela (Cinnamomum Zeylanicum) é uma planta originária do Sri-Lanka, país insular asiático, localizado na extremidade sul do subcontinente indiano 

A casca interna e as folhas da árvore, que pode chegar a atingir cerca de seis a nove metros de altura, são destiladas e dão origem ao óleo essencial de canela.  Esse óleo possui propriedades medicinais que proporcionam muitos benefícios à saúde.

As propriedades do óleo de canela 

- Carminativo;

- Estomáquico;

- Antisséptico;

- Sudorífero;

- Parasiticida;

- Antiespasmódico;

- Analgésico;

- Antibiótico;

- Estimulante;

- Anti-inflamatório;

- Inseticida;

- Afrodisíaco;

- Emenagogo;

- Antivirótico.

Os benefícios e as indicações terapêuticas
- Devido às suas propriedades, o óleo de canela pode ser útil para tonificar os sistemas circulatório, respiratório e digestivo;
- É indicado para tratar diversos males, tais como: artrites, diarreia, flatulência, problemas na menstruação, gripes, infecções intestinais, pediculose, sarna, impotência, asma e bronquite.

Formas de uso do óleo de canela
A canela é uma das especiarias mais conhecidas, sendo também muito utilizada como aromatizante e na culinária, na preparação de condimentos, chocolates e licores. A seguir, saiba mais sobre as várias formas de uso do óleo essencial de canela, que é extraído de suas folhas e cascas. 

Uso na aromaterapia: O óleo de canela é muito usado pela aromaterapia, por possuir um aroma – forte, doce e temperado – conhecido por ser capaz de proporcionar relaxamento físico e mental, além de aumentar a capacidade de contato com a mente espiritual. 

Banhos: O óleo pode ser utilizado nos banhos de imersão (como em banheiras) e nos banhos de chuveiro. Nos banhos de imersão, o indicado é diluir duas gotas do óleo para cada colher de sopa de óleo vegetal, por causa do aroma picante da canela. Durante o banho, o óleo pode ser misturado a outros óleos essenciais. Nos banhos de chuveiro, o óleo é usado na forma de inalação: pingue quatro gotas do óleo em um canto do box e faça a inalação. Outra alternativa é realizar massagens com a mistura já citada. 

Compressas: Para o preparo de compressas, são necessárias quatro gotas do óleo de canela para cada litro de água morna ou fria. 

Aromatização do ambiente: Use a medida de 60 gotas do óleo para três colheres de álcool (ou vodca) e misture até diluir completamente. Guarde em um recipiente spray, completando com uma pequena quantidade de água. Agite bem antes de usar.

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Seus Direitos: Saiba mais sobre o aumento de benefício para aposentado que depende de assistência de outra pessoa

www.gestaodelogisticahospitalar.blogspot.com O segurado da Previdência Social que, após se aposentar, venha a depender de assistência permanente de outra pessoa poderá ter o valor da aposentadoria acrescido de até 25%

O relator do projeto  (PLS 493/2011) na CAS, senador Casildo Maldaner (PMDB-SC), explica que a lei que trata dos benefícios previdenciários (Lei 8213/1991) já prevê o acréscimo quando de aposentadoria por invalidez. Ele elogiou o autor da matéria, Paulo Paim (PT-RS), por estender o benefício àqueles que, já aposentados, contraírem doença ou apresentarem limitação física que exija o apoio permanente de outra pessoa.

Para Casildo Maldaner, a proposta corrige uma injustiça e segue a evolução da legislação brasileira, de ampliação da proteção social e jurídica aos idosos.

Na discussão, o senador Paulo Davim (PV-RN) manifestou preocupação com a regulamentação da medida, para evitar que o benefício venha a ser requerido apenas com a contratação de um cuidador para o idoso. Ele defende que o aporte de 25% do valor da aposentadoria seja concedido quando o segurado adquirir as patologias que dão direito à aposentadoria por invalidez.

Quando é devido o acréscimo de 25% aos aposentados por invalidez?
Os segurados do INSS que recebem o benefício da aposentadoria por invalidez (comum ou acidentária) e que necessitam de uma assistência permanente de outra pessoa, têm direito a receber um acréscimo de 25% sobre o valor de seu benefício.

Quais as doenças que permitem o acréscimo de 25%?
A relação das situações que permitem o referido acréscimo está descrita no Anexo I do Decreto nº 3.048/99. Dentre elas podemos citar a cegueira total, a paralisia dos dois membros superiores ou inferiores, doença que exija permanência contínua no leito, a incapacidade permanente para as atividades da vida diária.

Após o falecimento do aposentado por invalidez, os seus pensionistas continuarão recebendo o acréscimo de 25%?
Não. O benefício é cessado com a morte do aposentado e por isso não pode ser incorporado ao valor da pensão deixada aos dependentes.

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Tablet pode provocar alergias na pele devido ao níquel, afirmam médicos

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Foto: AP Photo/American Academy of Pediatrics
 Foto divulgada pela Academia Americana de Pediatria mostra alergia na pele 
de um garoto de 11 anos provocada pelo níquel presente no iPad de sua família

Médicos relataram caso de garoto de 11 anos com urticária devido a aparelho. Segundo especialistas, problema não traz grandes riscos, mas é incômodo

Um tablet provocou uma urticária em um garoto de 11 anos atendido recentemente em um hospital de San Diego, nos Estados Unidos, de acordo com um artigo publicado na revista "Pediatrics" desta segunda-feira (14).

Casos de alergias inexplicadas podem estar relacionados ao uso desse tipo de equipamento porque ele pode conter níquel, um dos metais que mais provocam alergia.

Recentes relatos em revistas médicas detalham alergias ao níquel contido em uma variedade de dispositivos eletrônicos pessoais, incluindo laptops e celulares.

As coceiras provocadas pelo níquel não trazem grandes riscos para a saúde, mas podem ser muito desconfortáveis e exigir tratamento com esteróides e antibióticos se as erupções na pele infeccionarem, de acordo com Sharon Jacob, dermatologista do Rady Children's Hospital, onde o garoto foi atendido. Sharon, que é coautora do artigo, diz que o jovem paciente teve que faltar da escola por causa da urticária.

O garoto já tinha um problema comum de pele que provoca manchas escamosas, mas desenvolveu uma coceira diferente por todo o corpo que não respondia ao tratamento tradicional. Testes mostraram que ele tinha uma alergia a níquel, e os médicos identificaram que a origem do problema era o tablet de sua família, comprado em 2010.

Os médicos, então, testaram o tablet, um iPad, e detectaram que havia níquel no revestimento exterior do aparelho. "Ele usava diariamente", diz Sharon. O garoto melhorou depois de colocar uma capa protetora no equipamento.

Produtos seguem padrões de qualidade
Não está claro se todos os modelos de iPad e outros dispositivos da Apple também contêm níquel.

O porta-voz da Apple, Chris Gaither, disse que os produtos da companhia "são feitos com materiais da mais alta qualidade e seguem os mesmos padrões rígidos estabelecidos para jóias tanto pela Comissão de Segurança de Produtos do Consumidor dos Estados Unidos e seus correspondentes na Europa".

"Descobrimos que alergias como a reportada neste caso são extremamente raras", afirmou em uma declaração enviada por e-mail.

A porta-voz da Microsoft, Ryan Bartholomew, não quis comentar se os equipamentos da companhia contêm níquel. Amy Storey, porta-voz da organização Wireless Association CTIA, que representa a indústria de comunicações wireless, diz que o níquel não é amplamente usado nos revestimentos externos dos produtos do setor porque o metal pode bloquear sinais de radiofrequência. Ela disse que não sabe quais fabricantes o utilizam.

Pessoas com alergias a níquel estão sujeitas a coceiras a partir do uso de equipamentos que contém o metal. De acordo com uma recomendação sobre celulares feita pelo Nickel Institute, uma associação global baseada em Toronto que representa os produtores de níquel, o risco vem do contato com as superfícies externas banhadas a níquel "por um período prolongado".

Coceiras provocadas pelo níquel também já foram relacionadas a outros produtos comuns, como jóias e bijuterias, armações de óculos e zíperes.

Jacob observa que as evidências sugerem que a alergia a níquel está se tornando mais comum, ou está sendo mais identificada com mais frequência. Um dado nacional dos Estados Unidos mostra que atualmente 25% das crianças testadas para alergias têm alergia a níquel, contra apenas 17% há uma década.

G1

Flórida confirma primeiro caso de chikungunya transmitido nos EUA

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Foto: Douglas Aby Saber/Fotoarena-AFP Photo/EID Mediterranee
Vírus chikungunya é transmitido por mosquitos Aedes aegypty (no alto)
 e  Aedes albopictus
Paciente infectado não viajou recentemente para o exterior. Vírus provoca sintomas parecidos com os da dengue

Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos anunciaram nesta quinta-feira (17) o primeiro caso do vírus de chikungunya adquirido dentro dos Estados Unidos, detectado em uma pessoa na Flórida.

Segundo os CDC, trata-se de um homem que não viajou ao exterior recentemente, por isso a agência federal já investiga como o paciente foi contagiado, e acompanha de perto a possível aparição de novos casos na região.

"A chegada do primeiro caso do vírus de chikungunya, primeiro, na América tropical e, agora, nos Estados Unidos, enfatiza o risco que este e outros patógenos exóticos representam", declarou hoje Roger Nasci, chefe do Departamento de Doenças Arbovírus dos CDC.

O vírus, que é pouco conhecido nos Estados Unidos, há sete meses afeta várias ilhas do Caribe e, mais recentemente, casos foram registrados em vários estados e territórios dos Estados Unidos, embora, até agora, todos tenham sido em pessoas que viajaram para alguma das regiões afetadas.

O vírus, que provoca sintomas parecidos aos da dengue e é transmitido pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus, é comum na África, Ásia e algumas ilhas do Pacífico.

De acordo com dados dos CDC, 243 casos foram registrados em 31 estados e territórios dos Estados Unidos entre pessoas que viajaram ao exterior durante este ano.

O vírus chikungunya não tem vacina e provoca febre, fadiga, dor de cabeça e nas articulações, náuseas e erupções cutâneas, sintomas que geralmente aparecem entre o terceiro e o sétimo dia depois da picada e podem se estender por até três semanas, mas raramente é fatal.

G1