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sexta-feira, 18 de julho de 2014

Impotência, maior preocupação masculina, é mais frequente em sedentários, diz estudo

www.gestaodelogisticahospitalar.blogspot.comO cigarro também agrava o problema; Porto Alegre lidera ranking nacional de consumo de tabaco e é o segundo em sobrepeso

Um milhão de novos casos de disfunção erétil são registrados no País por ano, sinaliza a Sociedade Brasileira de Urologia. Levantamento do Centro de Referência da Saúde do Homem – órgão da Secretaria de Estado da Saúde em São Paulo – divulgou que 90% dos impotentes são sedentários – a ponto de não fazerem qualquer exercício nem nos finais de semana. Ao mesmo tempo, 40% deles também são fumantes.

Segundo o Ministério da Saúde  Porto Alegre possui uma população de mais de 794 mil obesos e 242 mil fumantes. A capital gaúcha segue liderando o ranking nacional de consumo de cigarros e é a segunda em sobrepeso.

Para o especialista em Infertilidade e em Sexualidade Humana Doutor Sérgio Iankowski a ligação do sedentarismo e do tabagismo com a disfunção erétil é direta.

– A obesidade está relacionada ao resultado da inexistência de atividade física, do diabetes, do colesterol alto e da hipertensão. Esses são problemas que conduzem ao surgimento ou à piora da disfunção. O cigarro prejudica a vascularização sanguínea e é frequente que fumantes com mais de 50 anos apresentem algum grau de impotência. O fumante e o obeso são fortes candidatos à impotência – alerta o médico.

O descaso masculino com a saúde pode ser atestado em pesquisas. Numa das últimas feitas pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), em parceria com a Bayer, os números revelaram que, dos 3.500 homens entrevistados, 28% têm como maior preocupação ficar impotente, mas não a saúde de maneira geral. E, mesmo tendo esse medo, mais da metade dos entrevistados não costuma ir ao urologista ou ao cardiologista com regularidade. Na Capital, o panorama é parecido com o nacional.

– O paciente que chega ao meu consultório com problemas de disfunção erétil demorou até 5 anos para me procurar. O preconceito e a vergonha são as causas da demora na hora de pedir ajuda médica – pontua Iankowski.

Zero Hora

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