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sábado, 10 de dezembro de 2011

Simulador calcula 72 maneiras de o bebê nascer

Um aparelho que simula o nascimento de bebês pode ajudar os médicos na detecção de partos de risco, que exigem atenção redobrada.

A tecnologia combina um scanner por ressonância magnética (MRI, na sigla em inglês), usado na pelve da gestante, onde se encontra o feto, e a reconstrução de imagens em 3D.

A partir daí, um software calcula 72 maneiras de a criança nascer. Com base nelas, o médico pode dizer se ela está virada ou em outra posição inadequada para o nascimento.

A consultora de obstetrícia Virginia Beckett, do Hospital Bradford, lembra que não é apenas a posição do bebê que pode interferir na hora em que ele nasce. O trabalho de parto e as contrações, que ficam fora das análises do simulador, também contam.

O pesquisador Olivier Ami, da Universidade do Sul de Paris, na França, coordena a pesquisa. Agora ele pretende realizar testes com um grupo numericamente significativo para checar se os prognósticos do simulador, chamado de Predibirth, são acertados ou não.

Seu estudo foi apresentado na semana passada, durante uma conferência da Sociedade de Radiologia, em Chicago (EUA).

Fonte Folhaonline

Dieta de baixos carboidratos duas vezes por semana emagrece, diz estudo

Uma pesquisa apresentada em um simpósio sobre câncer de mama em San Antonio, no Texas (EUA), mostrou que uma dieta intermitente de baixos carboidratos funciona melhor do que esquemas tradicionais, em que a quantidade de calorias é controlada dia a dia.

Os médicos do Centro de Prevenção Genesis, na Inglaterra, perceberam que restringir os carboidratos dois dias por semana pode ser melhor do que restringir as calorias todos os dias para perder peso e para prevenir câncer de mama e outras doenças.

"Perder peso e reduzir níveis de insulina são medidas necessárias para prevenir câncer de mama, mas isso é difícil de conseguir e manter com dietas comuns", diz Michelle Harvie, autor do trabalho.

Ela e sua equipe compararam três dietas por quatro meses em 115 mulheres com histórico familiar de câncer de mama. Elas foram dividas em três grupos. Cada um fez uma dieta: restrição calórica com baixo consumo de carboidratos duas vezes por semana; uma dieta com carboidratos restritos e gordura saudável liberada, como nozes, duas vezes por semana, e uma dieta de restrição calórica parecida com a mediterrânea, sete dias por semana.

As duas dietas intermitentes foram melhores do que a mediterrânea para reduzir peso, gordura corporal e resistência à insulina.

A redução média de peso foi de 4 kg nas intermitentes, contra 2,4 kg na mediterrânea, depois dos quatro meses. A resistência à insulina foi mais reduzida nas dietas com baixos carboidratos do que na mediterrânea comum.

"É interessante que a dieta que só restringe carboidratos mas permite proteínas e gorduras é tão eficaz quanto a que restringe calorias e carboidratos", afirmou Harvie, em comunicado à imprensa.

Fonte Folhaonline

Veja quais são os fatores de risco para câncer de mama

Uma nova revisão de estudos avaliou os fatores ambientais que podem causar câncer de mama.

Os dados mais consistentes mostram que as mulheres podem reduzir o risco evitando exposição desnecessária a radiação de exames, tratamentos de reposição hormonal, reduzindo o consumo de álcool e perdendo peso.

Manter a forma, porém, só serve para evitar tumores que aparecem após a menopausa, não os que surgem em mulheres mais jovens.

O excesso de tomografias computadorizadas, que emitem uma dose relativamente alta de radiação, foi um dos pontos mais preocupantes. Mas o relatório afirma que não é necessário evitar testes de mamografia, que emitem níveis mais baixos de radiação que a tomografia.

O trabalho foi publicado na quarta-feira (7) pelo Instituto de Medicina da Academia Nacional de Ciências dos EUA, e apresentado em um congresso sobre câncer de mama que acontece no Texas.
Com 364 páginas, o relatório levou dois anos para ficar pronto. Um comitê de 15 especialistas contribuíram para o trabalho, patrocinado pelo grupo Susan G. Komen for the Cure, organização que luta contra o câncer de mama, ao custo de US$ 1 milhão.

Editoria de arte/folhapress
QUÍMICOS
Esperava-se que o relatório fosse trazer respostas sobre o grande número de produtos químicos a que as pessoas estão expostas --por causa de poluição, uso de cosméticos e produtos de limpeza e consumo de alimentos industrializados.

Mas ainda há pouca informação científica sobre muitas substâncias que são alvo de preocupação.

"Nos últimos 20 anos, os Institutos Nacionais de Saúde e as fundações privadas gastaram muito para tentar identificar fatores de risco para câncer de mama", afirma Irva Hertz-Picciotto, diretora do comitê de especialistas que publicou o trabalho.

"É desalentador que tão pouco tenha sido determinado depois de tantos gastos."

O estudo achou associações prováveis entre o câncer de mama e o fumo passivo, trabalhar à noite e a exposição a produtos químicos como benzeno, óxido de etileno e 1,3-butadieno, que são encontrados em escapamento de carro, vapor de gasolina e fumaça de cigarro.

Há uma risco menor pelo contato com o bisfenol A (BPA), aditivo usado em plásticos do tipo policarbonato, presente em produtos como alimentos enlatados.

O BPA simula a ação do estrogênio, hormônio que pode alimentar o crescimento de alguns tipos de câncer de mama. O uso da substância em mamadeiras foi proibido no Brasil em setembro pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

O relatório ainda recomenda, com base em evidências científicas não conclusivas, que é preciso fazer mais exercícios e não fumar.

Mas mesmo quem seguir todas as recomendações dos especialistas não tem garantia de segurança. "A redução de risco por meio de qualquer uma dessas ações varia de mulher para mulher e pode ser modesta", diz o texto.

Fonte Folhaonline

Seis passos para ter pernas mais bonitas

Com alguns cuidados, séries simples de exercícios, roupas e sapatos certos dá para mostrar as pernas sem medo no verão. Veja as orientações de especialistas organizadas em seis dicas:

HIDRATE MUITO
A pele das pernas é muito mais fácil de ficar ressecada e com rachaduras. Isso acontece porque a região tem menos glândulas sebáceas, que ajudam a controlar a oleosidade. Portanto, cuidado redobrado com a hidratação, tanto no verão quanto no inverno.

Cremes hidratantes comuns, com função umectante, podem não ser suficientes, de acordo com a dermatologista Eliandre Palermo, diretora da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica. Procure aqueles com ureia, ácido lático ou lactato de amônia, ativos que ajudam a recompor a barreira que impede o ressecamento da pele. Use uma vez após o banho e outra antes de dormir.

Se sua pele está muito ressecada, pode usar um óleo hidratante logo após o banho. Funciona como um condicionador de cabelo, só que na pele, recuperando a oleosidade perdida no banho. Mas atenção: não substitui o creme.

TOME CUIDADO COM A DEPILAÇÃO
"Se você depilar com a pele ressecada, o risco de manchar ou de inflamar é muito maior do que em uma pele hidratada", diz Eliandre Palermo.

No dia anterior a depilação, passe um óleo hidratante antes de dormir. Os que têm silicone são boas opções. "Eles amaciam a pele. Fica mais fácil de o pelo sair." A dica vale para qualquer depilação, principalmente com cera.

Quem tem muito pelo encravado pode fazer uma esfoliação leve no dia anterior, depois passar creme hidratante e finalizar com o óleo. Depois de retirar os pelos, hidrate novamente.

ESFOLIE
Misture duas colheres (sopa) de açúcar, duas de mel e duas de aveia em flocos com meio copo de iogurte natural para fazer um esfoliante pouco abrasivo. A esfoliação ajuda a retirar células mortas e tira o aspecto de "pele de jacaré" das pernas muito ressecadas.

"Essa receita deixa a pele gostosa e não resseca. É bom para fazer um dia antes da depilação e para preparar a pele para um bronzeado uniforme", diz a dermatologista. Cuidado com as esfoliações muito fortes. Em consultório, procure os peelings mais leves, como o de cristal ou o tipo enzimático.

USE ROUPAS E ACESSÓRIOS AO SEU FAVOR
O melhor jeito de "alongar" as pernas é usar sapatos da cor da pele, diz a consultora de estilo Titta Aguiar. Quem tem a pele mais clara pode procurar tons de bege, pessoas mais morenas e negras devem escolher os tons "café" ou chocolate. E quanto mais o sapato ou sandália mostrar o pé, melhor.

"Cuidado com os sapatos pesados e fechados, que chamam muito a atenção e dividem a silhueta."

Para quem não quer mostrar as pernas, mas também quer dar a sensação de silhueta alongada, vale a mesma ideia: aposte em combinações com a mesma cor (calça e sapatos pretos, por exemplo).

Pernas muito musculosas podem ser disfarçadas com calças mais soltinhas que terminem abaixo da panturrilha. "Ou a pessoa tampa ou ela coloca um comprimento bem mais curto. O mesmo vale para quem tem joelhos feios --não dá para usar comprimentos médios de saias ou bermudas, que acabam chamando mais a atenção para o joelho. Ou tampa ou mostra de vez."

DISFARCE IMPERFEIÇÕES
Ficar com a pele mais bronzeada é uma boa forma de esconder manchas e cicatrizes. Os cremes bronzeadores, quando bem aplicados, dão bons resultados. A dica para aplicar corretamente é não exagerar na quantidade e evitar passar o produto nas palmas das mãos e dobras do corpo.

Os produtos de secagem rápida são melhores, porque o risco de manchar é menor. "Esfolie, hidrate e depois aplique o creme bronzeador", sugere Eliandre.

FAÇA OS EXERCÍCIOS CERTOS
Exercícios de agachamento são fáceis, podem ser feitos em casa e dão bons resultados, segundo o treinador físico Ricardo Wesley, professor da academia Cia Athletica.

Ele recomenda duas séries de 15 repetições de dois tipos de agachamento: de frente e de lado. É importante que a postura esteja correta. "O abdome tem que ficar contraído e a postura reta. Os joelhos não podem fazer movimentos de rotação nem passar das pontas dos pés."

Para os músculos internos das coxas, o treinador físico recomenda um exercício fácil: de pé, coloque uma bola de futebol no meio das pernas, na altura do joelho, e faça o agachamento sem deixar a bola cair.

Para quem está acima do peso e quer queimar gordurinhas das pernas, o indicado é fazer exercícios aeróbicos comuns, como caminhada, corrida e bicicleta.

Os primeiros resultados aparecem, em média, após três meses de prática de atividade física regular.

Fonte Folhaonline

Grávida pode usar adesivo de nicotina para parar de fumar?

O adesivo contém nicotina – mesmo em menor quantidade, a substância é prejudicial aos bebês

Grávidas não podem usar adesivos de nicotina. O médico pneumologista da Divisão de Controle do Tabagismo do INCA (Instituto Nacional do Câncer), Ricardo Henrique Meirelles, explica que o uso da nicotina durante a gestação pode retardar do desenvolvimento cerebral e inibir a maturação pulmonar do feto – e o monóxido de carbono aumenta ainda mais o risco desses danos. “Ao usar os adesivos, a mãe estaria recebendo uma concentração menor de nicotina, sem monóxido de carbono. Mas estudos científicos demonstraram que uso de adesivos de nicotina na gestação levaram a sérios efeitos adversos, especialmente parto prematuro”, afirma o pneumologista.

O farmacêutico Rogério Hoefler, do Centro Brasileiro de Informação sobre Medicamentos do Conselho Federal de Farmácia, reforça a necessidade de estimular a gestante tabagista a consultar médicos e psicólogos em busca de tratamento. “O uso de remédios deve ser evitado. As situações especiais requerem avaliação médica quanto aos riscos e benefícios do uso de medicamentos”, completa.

Segundo Ricardo Meirelles, o esforço vale a pena tanto para a saúde da mãe quanto para a saúde do filho. “O tabagismo na gravidez é responsável por aborto espontâneo, baixo peso ao nascer, parto prematuro, morte perinatal, placenta prévia (quando a placenta implanta-se no colo do útero, provocando sangramentos e comprometendo a oxigenação do bebê), descolamento de placenta, redução do calibre das vias aéreas – o que dificulta a respiração da criança – e déficit de aprendizado”, lista.

Fonte Delas

Os riscos do tabagismo durante a gravidez

Fumo: na gravidez ele aumenta o risco de o bebê nascer morto
Mães fumantes prejudicam a própria saúde, bem como a do bebê em formação

Fumar pode causar sérias complicações durante a gravidez e colocar em risco a vida do bebê.

Os Centros para Prevenção e Controle de Doenças dos EUA lista estes problemas – para mãe e filho – que podem ocorrer devido ao tabagismo:

- Aumento da dificuldade de engravidar.

- Aumento do risco de aborto espontâneo.

- Aumento do risco de problemas placentários, baixo peso ao nascer e parto prematuro.

- Aumento do risco de síndrome da morte súbita infantil.

- Aumento do risco de defeitos cardíacos, lábio leporino ou fenda palatina

Fonte IG

Alerta para crianças e bebidas energéticas e esportivas

Os dentistas, rotineiramente, alertam os pacientes sobre o consumo exagerado de refrigerantes, sucos e bebidas esportivas que carregam pouco ou nenhum valor nutritivo e causam prejuízo aos dentes.

Agora, a Academia Americana de Pediatria (AAP) está voltando sua atenção às bebidas energéticas e esportivas, afirmando que na maioria dos casos as crianças não precisam delas e que alguns produtos contêm substâncias que podem ser prejudiciais às crianças.

Primeiro, os coautores explicam as diferenças entre bebidas esportivas e bebidas energéticas. As esportivas – que contêm carboidratos, minerais, eletrólitos e aromatizantes – destinam-se a repor a água e os eletrólitos perdidos através da transpiração durante o exercício físico. Bebidas esportivas podem ser úteis para jovens atletas empenhados em atividades físicas prolongadas e vigorosas, mas, na maioria dos casos, são desnecessárias na quadra de esportes ou refeitório da escola.

“Para a maioria das crianças dedicadas à atividade física de rotina, a água pura é o melhor”, diz Holly J. Benjamin, M.D., membro do comitê executivo do Conselho de Medicina Esportiva e Aptidão Física da AAP e coautora do relato. “Bebidas esportivas contêm calorias adicionais das quais as crianças não necessitam e que podem contribuir com a obesidade e cárie dentária”, diz. Segundo ela, “é melhor que as crianças bebam água durante e após os exercícios e ingiram a quantidade recomendada de sucos e leite desnatado com as refeições”. “As bebidas esportivas não são recomendadas como bebidas para acompanhar refeições.”

As bebidas energéticas contêm substâncias que não são encontradas nas esportivas e agem como estimulantes, como cafeína, guaraná e taurina.

A cafeína – de longe o estimulante mais popular – foi relacionada a diversos efeitos nocivos à saúde das crianças, incluindo os efeitos sobre o desenvolvimento dos sistemas neurológico e cardiovascular. “Bebidas energéticas nunca são apropriadas para crianças ou adolescentes”, diz Dr. Benjamin e a coautora Marcie Beth Schneider, M.D., membro do Comitê de Nutrição da AAP. Em geral, as bebidas contendo cafeína, o que inclui os refrigerantes, devem ser evitadas.

“Em muitos casos, é difícil dizer quanta cafeína existe num produto olhando-se o rótulo”, diz Dra. Schneider. “Algumas latas de bebidas energéticas podem conter mais de 500 mg de cafeína, o que equivale a 14 latas de refrigerante”.

De acordo com a AAP, crianças e adolescentes devem evitar (ou restringir) a ingestão de bebidas esportivas contendo carboidrato porque elas aumentam o risco de sobrepeso e obesidade e erosão dental. Água, e não bebidas esportivas, deve ser a fonte principal de hidratação para crianças e adolescentes.

“Existe muita confusão sobre bebidas esportivas e bebidas energéticas, e os adolescentes geralmente não têm conhecimento das diferenças entre esses produtos”, diz Dra. Schneider. “Algumas crianças estão bebendo bebidas energéticas – contendo grandes quantidades de cafeína – quando sua meta é simplesmente reidratar após o exercício. Isso significa que estão ingerindo grandes quantidades de cafeína e outros estimulantes, o que pode ser perigoso.”

O relatório, datado de 30 de maio e publicado na edição de junho da AAP, é chamado de “Bebidas Esportivas e Bebidas Energéticas para Crianças e Adolescentes: Elas são Apropriadas?”.

Dentistas compartilham uma preocupação com o foco central do artigo: o consumo exagerado de bebidas esportivas.

Alimentos que contêm açúcares de qualquer tipo podem contribuir com a cárie dentária. Quando os dentes não são limpos após a alimentação, as bactérias da placa presente na boca usam o açúcar para produzir ácidos que podem destruir a superfície dura do dente, chamada de esmalte. Após um período, ocorre a cárie dentária. Quando os dentes entram em contato frequente com refrigerantes, sucos de frutas, bebidas esportivas e bebidas com adição de açúcares, o risco de cárie aumenta.

A Associação Dental Americana não apenas lembra aos pacientes de restringir a ingestão dessas bebidas, mas também se opõe à “enxurrada de contratos” nas escolas que incluem a propaganda de produtos relacionados a refrigerantes e requerem que as escolas permitam uma campanha de marketing penetrante que pode influenciar os padrões de consumo.

Fonte colgate.com.br

É dia de lavar as mãos

Hábito reduz em até 60% chances de contágio de doenças

Um ato simples e barato, mas ignorado por grande parte da população, diminui em até 60% o risco de contágio de doenças como hepatite B, meningite, diarréia e resfriados: lavar as mãos. Nesta quarta-feira (05/05), a Organização das Nações Unidas (ONU) promove pelo terceiro ano consecutivo o “Dia Mundial de Higienização das Mãos”, uma forma de chamar a atenção para a importância dessa forma de higiene tão eficaz. “A coisa mais importante é a lavagem de mão, ajuda inclusive a evitar a gripe suína”, afirma Luiza Helena Falleiros, infectologista pediátrica do Instituto Emílio Ribas.

Em todos os países serão promovidas atividades para conscientizar profissionais de saúde e a população. Em São Paulo, por exemplo, o Hospital das Clínicas fará apresentações de teatro falando sobre a importância dessa prática.

Lavar as mãos é uma forma eficiente de prevenção de doenças. De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) , o hábito pode reduzir o número de mortes relacionadas a diarreia em mais de 40% e os casos de doenças respiratórias agudas em 25%. “É possível minimizar, mas não erradicar a doença, já que existem outras formas de contágio”, alerta o infectologista Gustavo Henrique Johanson, do Hospital Nove de Julho, em São Paulo

Dentro de hospitais e centros de saúde, essa também é uma medida essencial. “Nesses ambientes a principal medida de controle de infecção é a lavagem das mãos. A disseminação de doenças no ambiente hospitalar é pelas mãos. O médico examina um paciente e depois outro, se não lavar as mãos entre eles, pode levar bactérias”, afirma Johanson. Nesse locais, o uso do álcool em gel pode ser mais indicado já que é prático e tem a mesma eficácia.

Fora desses locais, o ideal é lavar as mãos sempre que:

- a mão estiver visivelmente suja
- pegar no dinheiro (como ele passa de mão em mão, pode carregar bactérias)
- mexer em bebês (a resistência dos pequenos ainda não está completa, por isso, o cuidado é necessário)
- antes de comer
- usar o banheiro
- mexer em animais
- usar transporte público (imagine quantas pessoas não tossiram e depois seguraram na barra do ônibus)
- usar o telefone público
- cozinhar

Não há fórmula mágica: bastam água limpa e sabonete. No entanto, há uma maneira correta de higienizar as mãos: é necessário esfregá-las, lavar o dorso e entre os dedos.


Fonte IG

Oito regras de etiqueta para visitar o recém-nascido

“O bebê não é atração turística e requer cuidados”, adverte especialista

Faz tempo que aquela amiga de infância não dá notícias e, com ajuda das redes sociais, ela avisa a todos que está a caminho da maternidade. A boa notícia da chegada de um bebê ao mundo pode ser mesmo a justificativa para o reencontro, mas a pediatra Vera Lúcia Krebs, do Hospital das Clínicas de São Paulo, adverte: “recém-nascido não é atração turística”.

A visita exige algumas regras de etiqueta. Veja as orientações da especialista para amigos próximos, aqueles mais distantes, parentes e até para os novos avós.

1. Evite apertões
Muitas pessoas exageram no ‘carinho’ e acabam dando pequenos apertões na bochecha, beijos e toques não muito delicados nas mãozinhas das crianças. O que elas não sabem é que essas atitudes são inadequadas, pois podem trazer problemas ao recém nascido, como incômodo e até fraturas.

2. Faça uma visita curta
A primeira visita na maternidade deve ser limitada aos parentes próximos, como o pai, avós e irmãos, pois é um momento de recuperação da mãe e maior atenção à vida do bebê. Antes de aparecer, ligue e combine o horário. É elegante não ficar muito tempo.

3. Lave as mãos apropriadamente
Não se esqueça dos cuidados básicos de higiene. Lavar bem as mãos e os braços (até a altura dos cotovelos) antes de chegar perto da mãe e do bebê é imprescindível para minimizar a contaminação por vírus e bactérias

4. Se estiver doente, não vá
Se estiver com resfriado, gripe, conjuntivite ou qualquer outra doença infectocontagiosa, suspenda a visita. A ideia de que “eu não vou chegar perto, nem segurar a criança” não basta. Como o sistema de defesa do organismo da mãe e do bebê estão fragilizados, não é adequado arriscar.

5. Desligue o celular
No momento da visita, a pediatra do HC orienta amigos e familiares a desligar os celulares. A coordenadora da UTI do Hospital e Maternidade Santa Joana, de São Paulo, Filomena Mello, acrescenta que o barulho dos telefones móveis são como “britadeiras” para as crianças e causam estresse nos pequenos.

6. Não use flash
Cautela também com as câmeras fotográficas e filmadoras. “A luz do flash pode causar desconforto para a criança ou despertá-la, caso esteja dormindo”, diz Vera Lúcia. E só quem é mãe de recém-nascido sabe o trabalho que pode dar fazer o filho dormir.

7. Evite aglomerações
“As visitas devem ser organizadas para não formar uma aglomeração em volta do bebê. Esse tipo de ocasião favorece contágios e excesso de barulho, e isso pode causar estresse ao recém nascido”, acrescenta a especialista do Hospital das Clínicas.

8. Não fume – nem mesmo antes da visita
Nem pense em fumar. E a restrição vale para horas antes da visita. Segundo o pneumologista Joaquim Rodrigues, as substâncias do cigarro ficam impregnadas em roupas e mãos dos fumantes. Os resíduos que permanecem são tão prejudiciais quanto a própria fumaça. O contato do bebê com o material tóxico o expõe a uma probabilidade dez vezes maior de adquirir uma pneumonia aguda e ao aparecimento de um fenômeno chamado de hiperresponsividade brônquica – uma resposta exagerada do pulmão desencadeada quando a criança tem uma maior sensibilidade a infecções respiratórias – como bronquite, rinite e otite.

Fonte IG

13 regras para visitar doentes no hospital

Flores: na visita ao doente hospitalizado
elas devem ficar do lado de fora do quarto
Deixar flores do lado de fora do quarto, não sentar na cama e higienizar bem as mãos são algumas das recomendações

Visitar quem está hospitalizado requer sempre bom senso. Mas quanto tempo deve-se permanecer por lá? A que horas ir embora? Pode-se levar flores?

Levar em conta questões de etiqueta é bastante importante para não incomodar o paciente com uma visita no momento errado – ele pode ter acabado de retornar de um exame delicado, por exemplo. Mas não é só isso. Antes de ir ao hospital, os visitantes devem observar a própria saúde e não descuidar das práticas de higiene pessoal, a fim de diminuir os riscos de infecção.

“Se o paciente estiver imunodeprimido, com o organismo muito debilitado, o risco é maior. Por isso, se o visitante estiver gripado ou doente, é bom evitar a visita”, recomenda Priscila Fernanda da Silva, enfermeira do Controle de Infecção e Epidemiologia do Hospital do Coração (HCor). Antes de programar sua visita, confira algumas recomendações de especialistas.

1. O primeiro passo antes de entrar no quarto do paciente é lavar muito bem as mãos. Retire todos os adornos, como anéis, aliança, relógio e pulseiras, antes de higienizá-las. Geralmente, os hospitais também contam com dispenser de álcool em gel para esterilizar as mãos depois de limpá-las

2. Não toque nos equipamentos hospitalares, medicamentos e outros dispositivos usados pelos pacientes

3. Não sente na cama do paciente, nem coloque bolsas e sacolas sobre o leito

4. Não é recomendado que o visitante utilize o banheiro do quarto do paciente. Se precisar, use o sanitário próprio para os visitantes, localizado em geral nos corredores do hospital

5. Crianças muito pequenas e idosos geralmente têm imunidade mais baixa. Portanto, a ida destes visitantes ao ambiente hospitalar só é recomendada se o paciente for alguém muito próximo, especialmente se o doente for oncológico ou tenha acabado de sair da UTI

6. Respeite sempre o horário de visita. “A duração [do encontro] depende da intimidade com o paciente e do momento que ele está passando. Se não for tão íntimo da pessoa, faça uma visita mais rápida”, aconselha Nathália Lopes, coordenadora de hospitalidade do hospital Sírio-Libanês

7. Antes da visita, é de bom tom avisar o acompanhante e checar com ele o horário mais conveniente. Lembre que o paciente pode ter acabado de sair de um exame exaustivo ou de um procedimento doloroso e pode estar precisando repousar

8. Se for acompanhante do paciente, não se sinta acanhado em restringir o número de visitas, caso ele tenha acabado de sair da UTI ou esteja com a imunidade muito baixa. Diga delicadamente que agradece a atenção, mas, no momento, o paciente está com limitações para receber muitas pessoas no quarto

9. Se a visita for motivada pela chegada de um bebê, o ideal é que apenas familiares e amigos mais próximos vão à maternidade até que ela complete o primeiro ciclo de vacinas. Se não for o caso, aguarde a mãe e o bebê chegarem em casa para conhecer o novo membro da família

10. Jamais leve comida ao paciente, pois ele pode ter alguma restrição nutricional. “Além disso, como desconhecemos a origem do alimento, como foi armazenado, como foi preparado, é melhor evitar. Ele pode desencadear uma infecção gastrointestinal no paciente”, diz a enfermeira Priscila Fernanda da Silva, do HCor

11. Evite usar perfumes durante a visita. Eles podem provocar alergias ou enjoo ao paciente

12. Presentear o doente é um gesto delicado. Mas preste atenção ao que irá levar. Livros, DVDs de filmes e musicais, artigos religiosos e peças de artesanato podem ser boas opções

13. Flores também podem ser levadas, mas desde que fiquem do lado de fora do quarto, para evitar risco de transmissão de doenças, principalmente a pacientes oncológicos e mais debilitados.

Fonte IG