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terça-feira, 25 de abril de 2017

Novo curso de Vigilância e Controle de Vetores abre inscrições

O curso de Mestrado Profissional Stricto sensu em Vigilância e Controle de Vetores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), aprovado recentemente pela coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), estará com inscrições para a primeira turma de 15 a 26 de maio


Serão oferecidas 20 vagas para graduados em veterinária, biologia, biomedicina e áreas afins interessados em ampliar o leque de conhecimento no controle e vigilância de insetos, moluscos e carrapatos. Credenciado com conceito 3 na categoria de Mestrado Profissional (numa grade de conceitos entre 1 e 5) pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes/MEC), o curso está alocado na área Saúde Coletiva da Capes. O Programa é voltado para profissionais de nível superior interessados no estudo integrado de vetores de doenças humanas e veterinárias no âmbito da saúde única ('One Health'). O Programa apresenta duas áreas de concentração: Biologia de vetores de doenças e interação parasito-hospedeiro e Epidemiologia e controle de vetores de doenças.

Metodologia de trabalho científico, Taxonomia clássica, Ecologia da transmissão, Biologia de vetores e interação com patógenos, Sistemática molecular, Diagnóstico parasitológico e microbiológico, Vigilância entomológica e malacológica e Controle de vetores I e II são as nove disciplinas que comporão a grade curricular do novo curso. Cada uma terá carga horária de 40h. Com este formato, será possível estabelecer uma boa ponte com agentes e gestores de secretarias estaduais de saúde, e auxiliar na solução de problemas e no desenvolvimento de produtos que contribuam para o controle de vetores locais. 

Assim como nos outros Programas de Pós-graduação do Instituto, as inscrições para o novo curso serão realizadas online, por meio da Plataforma SIGA, no prazo preestabelecido pela Chamada de Seleção Pública.

Clique aqui e confira todas as informações sobre o novo Programa de Pós do IOC/Fiocruz.

Fonte: IOC/Fiocruz

Projeto Paciente Seguro reforça importância das boas práticas em saúde

pacienteseguroPara garantir que os pacientes não sofram eventos indesejados, o Ministério da Saúde publicou, em 1º de Abril de 2013, a Portaria GM/MS nº 529/2013 que é responsável pelo lançamento do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP)

A coordenadora do PNSP, Ana Maria Costa Cândido Lacerda, reforça a importância do Programa para aumentar a segurança da prestação dos cuidados de saúde. “Segurança do paciente são ações promovidas pelas instituições de saúde, profissionais e pacientes com objetivo de evitar que os riscos e perigos inerentes à complexidade dos serviços de saúde atinjam o paciente, cause algum dano ou agrave seu estado de saúde ou doença.

Segurança do Paciente relaciona-se com o bem estar do paciente. Além de evitar que o paciente sofra algum dano, essas ações tem o potencial de reduzir desperdícios e retrabalho, e acima de tudo, proteger pacientes e trabalhadores", explica Ana Maria.

Como uma das estratégias de implantação do Programa Nacional de Segurança do Paciente, o Ministério da Saúde em parceria com hospitais de excelência, por meio do PROADI-SUS desenvolve projetos de melhoria, qualificação e capacitação nos hospitais públicos com objetivo de qualificar a assistência à saúde, com promoção de boas práticas em saúde. O projeto Paciente Seguro, desenvolvido com Hospital Moinhos de Vento propõe processos de trabalhos fundamentados em boas práticas em saúde para a promoção da cultura de segurança do paciente.

De forma prática, o projeto Paciente Seguro assegura que o profissional saiba o que fazer dentro da unidade de saúde para garantir a segurança das pessoas que irão passar por algum tipo de atendimento. Como exemplo, identificar o paciente no momento da internação, na hora de fazer um exame e verificar se a recomendação médica está indo para a pessoa que foi prescrita. Do mesmo modo, verificar a dosagem e via de administração de um medicamento.

Atualmente, 15 hospitais no país receberam treinamento profissional para adotarem mecanismos que melhorem o atendimento ao paciente, dentro do Projeto Paciente Seguro. Da mesma forma, outros projetos são executados em objetivos de promover a segurança do paciente em parceria com Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC) e Hospital do Coração(HCOR). Os hospitais são referência em segurança do paciente e no cuidado centrado no paciente. Atualmente temos mais de 45 hospitais com projetos que objetivam a implantação/qualificação do Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP) para melhoria dos processos e desenvolvimento e aperfeiçoamento de ferramentas e estratégias para apoiar este processo.

Todos podem contribuir para a segurança do paciente.

Entenda como você pode contribuir
Quando uma unidade de saúde recebe um paciente, a principal preocupação é que ele não sofra nenhum dano durante o processo de cuidado da instituição, mas o próprio paciente, acompanhante ou familiar também podem adotar medidas simples para reduzir riscos e perigos:

• Faça a higienização das mãos antes e após tocar o paciente. Isso evita infecções e outras complicações.
• Ajude no cuidado para evitar queda do paciente. Manter a grade do leito levantada é uma ação que pode evitar queda.
• Peça que o profissional confirme o nome do paciente toda vez que for fazer algum procedimento.
• Faça uso do álcool gel no ambiente hospitalar sempre para limpar as mãos. Evite tocar nas superfícies e o consumir alimentos neste ambiente.
• Peça, gentilmente, explicações ao profissional sobre a medicação que será administrada. Para que serve? De quanto em quanto tempo será administrado? Quais são os efeitos esperados?
• Sempre tire suas dúvidas com o médico ou outro profissional de saúde e informe o uso de outros medicamentos e alergias a substâncias, como látex e alimentos.
• Comunique ao profissional de saúde se sentir mal com uma medicação.

Cada um fazendo a sua parte, todos ficam mais seguros. A Segurança do Paciente está nas mãos de todos.

Gabi Kopko, para o Blog da saúde

Acromegalia ganha tratamento inédito no país

Doença que provoca crescimento excessivo de partes do corpo teve um tratamento inédito aprovado pela Anvisa nesta segunda-feira

O medicamento Signifor® LP (pamoato de pasireotida) recebeu, nesta segunda-feira (24/4), o registro da Anvisa. O produto é inédito no país e é indicado para o tratamento da acromegalia. A acromegalia é uma doença que provoca o crescimento exagerado de algumas partes do corpo como as mãos e pés. A doença também pode causar mudanças no rosto das pessoas com a projeção da mandíbula, alargamento do nariz e espaçamento exagerado dos dentes.

Isso ocorre quando a glândula pituitária produz o hormônio do crescimento (GH) de forma irregular e em excesso. Além do crescimento de mãos e pés, outros sintomas da acromegalia são dores de cabeça e alteração da visão, rouquidão, entre outros.

A acromegalia é uma doença rara, séria e debilitante que, em 95% dos pacientes, se origina de um adenoma hipofisário secretor de GH, ou seja, um tumor benigno na glândula pituitária.

A acromegalia é semelhante ao gigantismo. A principal diferença é que o gigantismo ocorre durante a infância e a acromegalia surge em pessoas já adultas.

Funcionamento e indicação do Signifor
O princípio ativo do Signifor é o pamoato de pasireotida. O medicamento foi registrado na forma farmacêutica de pó para suspensão injetável, nas concentrações de 20 mg, 40 mg e 60 mg.

O medicamento é indicado para o tratamento de pacientes adultos com nos casos em que a cirurgia do tumor hipofisário foi ineficaz ou não é uma opção viável. O produto é indicado também para pacientes que não estão adequadamente controlados com outros tratamentos disponíveis, como os análogos da somatostatina.

O SIGNIFOR® LP (pamoato de pasireotida) será fabricado pelas empresas Novartis Pharma AG e Synergy Health Däniken AG localizadas na Suíça, e a dona do registro do medicamento no Brasil é a empresa Novartis Biociencias S.A., localizada em São Paulo-SP.

ANVISA

Proibida a venda de equipamentos para área médica

Na última quarta-feira (19/4), a Anvisa determinou a proibição das propagandas das empresas OKI Data Brasil Informática LTDA, S.V.C Laser Comercial LTDA e Distrifilm comercial LTDA de equipamentos de tecnologia para área médica, que comercializam impressoras de diagnósticos por imagens

As empresas não possuem Autorização de Funcionamento (AFE) e nem cadastro na Anvisa.

Diante do exposto, as empresas OKI Data Brasil Informática LTDA, S.V.C Laser Comercial LTDA e Distrifilm comercial LTDA, estão proibidas de divulgar e comercializar, em todo território nacional, equipamentos para área médica, de acordo com as resoluções RE nº 1.047, 1.048 e 1.049, de 19 de abril de 2017 publicada no Diário Oficial da União (DOU).


ANVISA