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quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Quando atendimento clínico e prioridades de TI colidem

por Anthony Guerra InformationWeek EUA 22/02/2011 Ao selecionar sistema de anotações médicos eletrônicos ou opções amigáveis à TI, a filosofia da corporação deve guiar a decisão É quase impossível desenvolver uma empresa de sucesso, a não ser que essa empresa esteja consolidada numa base sólida de filosofias sensatas e complementares. Entre outras coisas, a filosofia deve definir o cenário de políticas concretas que gerem todo o ponto de vista da companhia, de seus clientes aos funcionários. Por exemplo, recentemente entrevistei John Glaser, CEO da Siemens Health Services e antigo CIO da Partners HealthCare em Boston. Quando novos CEOs assumem, algumas vezes eles vêm como novas filosofias que se ajustam - ou não - com as políticas da empresa. Então perguntei a Glaser a respeito de sua visão dos clientes, já que suas decisões em alguns casos particulares seriam baseadas em seu ponto de vista. "Se um cliente precisa de X, e nós pudermos fazer X, então devemos fazer X", ele disse. "E quando o X não for a melhor decisão para os negócios, mas se for ajudá-lo, eu fico inclinado a realmente aplicá-lo. Parte disso porque eles continuarão a ser nossos clientes, e essas coisas se espalham e as pessoas dirão: ‘Sabe, aqueles caras são flexíveis e, mesmo que não consigam fazer o que queremos, eles vão tentar ao máximo"". Filosofias também são importantes no desenvolvimento de um ambiente de aplicação. A maioria dos CIOs que conheço diz ter uma filosofia que se inclina a usar o que melhor se encaixa, quando o que eles realmente querem é comprar o máximo possível de um único fornecedor, quando na verdade, compram o máximo de produtos clinicamente "amigáveis", independente de quanta fita adesiva é necessária para manter as coisas funcionando. Já ouvi um grande número de CIOs me dizerem que sempre irão de acordo com a escolha dos médicos, mas quando pressionados, seu desejo natural de CIO de ter pelo menos alguns aplicativos trabalhando fora do banco de dados, vêm à tona. O importante é que por trás disse haja uma filosofia firme (e que esteja de acordo com todos) antes que se torne uma política. As duas tendências acima podem ser chamadas pró-pacientes, em ambientes de aplicação. No caso do que melhor se encaixa, os CEOs vêm uma arquitetura mais simplificada e fácil de gerir, produzindo poucos erros de dados e, portanto, resultando em maiores ganhos a segurança do paciente. No caso do melhor dos melhores, a satisfação dos médicos com a interface do aplicativo resulta em um maior (e mais significativo) uso, portanto, menos erros. Nenhum está errado, e dependem muito do ambiente existente de TI. Seja relacionado a clientes, médicos ou pacientes, filosofias organizacionais claras e a políticas que vêm com elas são críticas para o sucesso. Essa é a alma da organização. Eu achava banal as pessoas andaram com cartões da companhia em suas carteiras, adornados com os princípios da companhia, mas trabalhei em lugares que não tinham tais cartões, porque eles não tinham tais princípios, e isso é muito, muito pior. http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=76099

Registro eletrônico tem mais valor em 2011

por Saúde Business Web Helthcare IT News 23/02/2011 Direct Project torna mais fácil para médicos implantar as normas e os serviços de partilha de dados do paciente com outros profissionais Os profissionais de saúde este ano vão começar a ver o valor de suas práticas de registro eletrônico de saúde, particularmente na de troca de informações, segundo o Gabinete do Coordenador Nacional da Saúde Tecnologia da Informação (ONC). O Direct Project torna mais fácil para médicos implantar as normas e os serviços de partilha de dados do paciente com outros profissionais por meio de uma versão segura de email, disse o Dr. Farzad Mostashari, vice-coordenador nacional de política e programas (ONC). "Direct não é o início e o fim de todas as trocas de informações, mas o meio simples e seguro", disse ele durante a conferência anual do HIMSS em Orlando, Flórida. "E começa a se mostrar de grande valia para os médicos". O Direct Project recentemente se tornou operacional em sites em Rhode Island e Minnesota e até o final do mês outros sites serão lançados em Nova York, Tennessee e Califórnia. Muitos fornecedores também dizem que planejam os padrões de mensagens seguras e serviços em seus produtos EHR. "Haverá uma mudança nesse ano na troca de informações", disse Mostashari. O Direct Project - um esforço da ONC - é uma versão simplificada das normas e serviços da rede nacional de informação em saúde que permite aos profissionais fazer um intercâmbio de dados dos pacientes de forma segura por meio da internet. Eles permitem a médicos trocarem informações estruturadas dos pacientes, para que possam coordenar os cuidados e cumprir os requisitos de troca de base para o uso eficiente. No próximo ano, os planos da ONC são oferecer maior apoio aos médicos para tornar o uso significativo mais simples e, assim, entenderem como pode ser realizado. "Eu quero tornar isso o mais simples possível para ter um conjunto de ações e fazê-lo funcionar", disse Mostashari. A ONC também vai iniciar nos próximos seis meses o desenvolvimento de orientações iniciais e métricas para medir a aplicação do EHR, coordenadamente com organizações públicas e privadas e do Instituto Nacional de Padrões e Tecnologias (NIST). "Nós precisamos de transparência e métrica para o uso significativo. Até a próxima conferência HIMSS, como resultado de um processo aberto, nós teremos algumas orientações e métricas para medir a usabilidade". Então, haverá a necessidade da existência de um sistema para ser testada a usabilidade. "Nós fomos muito longe para não termos algumas orientações sobre questões de usabilidade em matéria de segurança, frustrando novas experiências e inconsistências", disse. Segundo Mostashari, a ONC também terá que criar uma política para resolver o conjunto de questões que se sobrepõem à privacidade e segurança, padrões e interoperabilidade e troca de informações e como elas se encaixam. http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=76125

Anvita apresenta ferramenta de apoio à decisão clínica

Com foco nas informações do paciente, Anvita Health apresenta novo portfólio de produtos durante o HIMSS 2011 A Anvita Health - um provedor de apoio para a decisão clínica - consegue calcular todos os registros eletrônicos de saúde e as medidas de qualidade em tempo real, enquanto, ao mesmo tempo, possibilita aos provedores de saúde uma análise profunda dos pacientes. A solução, batizada de Anvita Health CDS Plus tools - que foi apresentada durante o HIMSS, garante a análise de dados de diversas fontes, incluindo EHRs (Registros Eletrônicos de Saúde), relatórios de laboratório, farmácias e reivindicações médicas. Esta análise de dados de várias origens pode ser usada para calcular qualquer uma das 44 medidas da qualidade clínica necessárias para demonstrar o uso de EHRs submetidas pelo governo federal dos Estados Unidos. Os dados, ainda, podem ser utilizados para criar o que a empresa chama de "lista de problemas inteligente", fornecendo aos médicos os diagnósticos prioritários, tratamentos com medicamentos e resultados de laboratório para cada paciente. De acordo com a empresa, com o rastreamento de dados dos pacientes, os médicos conseguem otimizar o atendimento estando de acordo com a situação atual do paciente. Segundo o CEO da Anvita, Rich Noffsinger, a ferramenta pode ser utilizada para analisar e informar sobre o atendimento de grupos de pacientes semelhantes, como, por exemplo, os doentes crônicos. Ainda de acordo com o executivo, o modelo de pagamento por performance praticado atualmente pode sofrer uma reestruturação devido ao controle dos dados. "Os profissionais de saúde poderão ser recompensados financeiramente por efetuarem um bom trabalho no cuidado de uma gama de pacientes". Outras duas etapas do programa estão sendo trabalhadas pelo governo federal. http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=76108

Celular afeta atividade cerebral; impacto para a saúde não está claro

Estudo determina que uma chamada de apenas 50 minutos é suficiente para mudar a atividade celular na parte do cérebro mais próxima da antena CHICAGO - Passar 50 minutos com um celular "grudado na orelha" já é o suficiente para mudar a atividade celular na parte do cérebro mais próxima da antena. No entanto, ainda não está claro se essas mudanças podem acarretar algum tipo de problema de saúde, afirmam os cientistas do Instituto Nacional de Saúde, acrescentando que o estudo provavelmente não irá revolver as preocupações recorrentes envolvendo celulares e câncer. O que nós mostramos é que o metabolismo de glucose (um sinal de atividade cerebral) aumenta no cérebro das pessoas que são expostas ao celular na área mais próxima à antena", disse Nora Volkow, líder do estudo, que foi publicado no Jornal da Associação Médica Americana. O estudo foi desenvolvido para examinar como o cérebro reage a campos eletromagnéticos provocados por sinais de telefone. Volkow afirmou estar surpresa que a fraca radiação eletromagnética dos celulares possam afetar a atividade celular, mas ela disse que as descobertas não esclarecem ainda se os celulares podem provocar câncer. "Esse estudo não indica isso de nenhuma forma. O que nosso estudo faz é mostrar que o cérebro humano é sensível à radiação eletromagnética dos celulares." Alguns estudos já ligaram o uso de celulares ao risco de câncer, no entanto um grande estudo da Organização Mundial de Saúde foi inconclusivo. A pesquisa de Volkow avaliou o cérebro de 47 pessoas enquanto falavam ao celular por 50 minutos. A equipe também analisou um grupo controle que usou celulares desligados. http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,celular-afeta-atividade-cerebral-impacto-para-a-saude-nao-esta-claro,683436,0.htm

Mesmo com proibição a emagrecedores, médicos descartam tratar obesidade com remédios naturais

Anvisa realiza nesta quarta audiência pública sobre veto a emagrecedores Ainda que alguns remédios emagrecedores venham a ser proibidos no Brasil, como quer a Anvisa (Agência Nacional Vigilância Sanitária), os chamados remédios naturais, como fitoterápicos e fórmulas manipuladas, não deverão se tornar uma alternativa no tratamento da obesidade. A agência de vigilância realiza nesta quarta-feira (23) uma audiência pública para discutir se proíbe ou não os remédios usados para emagrecer que atuam no sistema nervoso central: a sibutramina e os derivados de anfetamina (femproporex, anfepranoma e mazindol). Para algumas entidades, como a Abeso (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica), a SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia) e a Anfarmag (Associação Nacional de Farmacêuticos Magistrais), que devem comparecer à audiência de hoje, a medida vai dificultar o acesso ao tratamento da obesidade no Brasil. O único remédio para o tratamento da obesidade que continuará liberado será o orlistate (Xenical e Lipiblock), que atua diretamente no intestino e reduz a absorção de gordura. Apesar dessa limitação, os médicos descartam usar os fitoterápicos no tratamento e preferem usar remédios não específicos contra a obesidade, mas que podem ajudar no tratamento. De acordo com o médico Ricardo Meirelles, presidente da SBEM, os remédios naturais não têm efeito para ajudar a controlar o apetite. - Os fitoterápicos não têm comprovação científica para ajudar a emagrecer. Essa é a mesma opinião do endocrinologista Mário Kehdi Carra, membro da Abeso. - Com relação aos fitoterápicos e suplementos alimentares, não tem trabalho nenhum no mundo de longa duração que comprove a eficácia. Carra afirma que uma possível proibição da Anvisa vai levar os médicos a buscar medicamentos que não são testados especificamente para tratar a obesidade, mas que causam emagrecimento, como alguns antidepressivos. - Se proíbe, você vai começar a procurar medicamentos de indicação de fora de bula. De acordo com o endocrinologista Pedro Saddi, da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), não se pode ter preconceito somente porque o remédio é fitoterápico, mas esses medicamentos “têm que ser submetidos ao rigor da ciência”. - Nenhum deles foi ainda aprovado, tanto do ponto de vista de segurança quanto da eficácia. É consenso entre os especialistas ouvidos pelo R7 que a medida da Anvisa vai prejudicar o tratamento da obesidade no Brasil. Para eles, uma mlehor fiscalização sobre o consumo dos medicamentos traria mais benefícios do que a proibição. Saddi espera, no entanto, que a agência possa postergar a decisão e discutir melhor o tema. Alternativas O médico Fábio César dos Santos, especialista em clinica médica e cardiologia e presidente da Associação Médica Brasileira de Ortomolecular, também é contra a medida da Anvisa de proibir os emagrecedores no país. A medicina ortomolecular, diz Santos, é uma prática integrativa que agrega a medicina convencional a métodos de medicina complementar. Apesar do veto, Santos afirma que existem opções para o tratamento da obesidade, como o extrato de chá verde associado com rhodiola rosea (conhecida como raiz-dourada.). - O chá verde atua como antioxidante e aumenta o metabolismo. A rhodiola também e antioxidante e inibe a proliferação de células gordurosas. Ele cita também a faseolamina, um fitoterápico que inibe a absorção de carboidratos. Além deles, Santos indica dois aminoácidos: a fenialanina, que pode levar à sensação de saciedade, e o 5-HTP (5-hidroxitriptofano), que dá sensação de bem-estar. Para Santos, a possível proibição dos emagrecedores pode abrir espaço para esses outros medicamentos. - O que não pode ocorrer são associações malucas. Eles podem ser usados desde que estejam regulamentados pela Anvisa. http://noticias.r7.com/saude/noticias/mesmo-com-proibicao-a-emagrecedores-medicos-descartam-tratar-obesidade-com-remedios-naturais-20110223.html

Alergia a alimentos pode piorar o humor e causar até depressão

Industrializados, leite e frutos do mar são os que mais causam problemas. Sintomas aparecem em 7 dias Vômito, diarreia, dor de barriga e a vermelhidão que cobre a pele não são os únicos sinais desagradáveis que podem aparecer após a ingestão de alimentos que não fazem bem ao corpo. Existe um tipo de intoxicação alimentar, menos comum, que afeta direto o cérebro. As sequelas podem ser enxaquecas, transtornos de humor, tristeza, irritabilidade e depressão. O mal que começa pela boca pode ter origem em um inofensivo copo de leite ou numa apetitosa porção de camarão, afirmam os especialistas. “Esta alergia alimentar cerebral tem efeito retardado, porque os sinais negativos no sistema nervoso central podem demorar entre cinco e sete dias para aparecer”, afirma o presidente da Associação Brasileira de Medicina Biomolecular”, José de Felippe Júnior. A demora para os sintomas surgirem e o fato deles atacarem uma área do organismo não associada à comida fazem com que as pessoas convivam anos com o problema sem se darem conta de que uma dieta mais específica poderia solucionar estes efeitos negativos da alimentação. “Temos casos descritos na literatura de pacientes que até desenvolveram transtornos de pânico por causa de alimentos. Os especialistas costumam considerar que tratam-se de distúrbios psíquicos e nem levam em conta que origem pode ser uma alergia alimentar”, alerta Felippe Júnior. Os mais alergênicos A nutricionista clínica de São Paulo Denise Nogueira explica que a relação entre a alimentação e as manifestações de humor acontece porque uma das áreas afetadas é a que produz o hormônio serotonina, responsável pela sensação de bem-estar. uma reação em cadeia. Alguns alimentos desequilibram o sistema gastrointestinal, responsável pela produção da serotonina”, explica. “Este desequilíbrio pode provocar os dois extremos do humor: hiperatividade ou depressão, um efeito acumulativo e não imediato.” Este tipo de alergia cerebral depende do organismo de cada pessoa, mas alguns alimentos têm maior potencial alergênico. “Os industrializados são os mais tóxicos. São nocivos desde o pacote de bolacha até os potencializadores de sabor, que a pessoa coloca na panela durante o preparo de arroz, feijão ou carne”, alerta Denise Noguera. O presidente da Associação Brasileira de Medicina Biomolecular acrescenta que o leite, o glúten, a soja e os frutos do mar também são os recordistas de alergia. “E o corpo humano costuma pregar peças. Geralmente, as comidas mais apreciadas pelo paladar são as mais prejudiciais para quem tem alergia”, afirma Felippe Júnior. “Nestes casos, quando o desencadeador é identificado, não há alternativa a não ser a retirada do produto do cardápio”, completa. Abstinência A atriz da Globo Cláudia Raia, estrela da novela Ti-ti-ti, foi uma das que usou o controle alimentar diferenciado para sanar crises de enxaqueca. A nova dieta, segundo declarou a artista, não apenas a auxiliou a driblar as crises de enxaqueca como, de quebra, fez com que a bela eliminasse sete quilos em cerca de seis meses. José de Felippe Júnior afirma que o emagrecimento é consequência secundária na definição do novo perfil de alimentação, quando o foco é sanar sintomas cerebrais e psíquicos. “O primeiro trabalho é identificar quais alimentos fazem mal. O segundo é a reeducação. Como costumam ser apreciados pelos pacientes, alguns deles chegam a ter até síndrome de abstinência com a suspensão do consumo.” http://saude.ig.com.br/alimentacao/alergia+a+alimentos+pode+piorar+o+humor+e+causar+ate+depressao/n1238010304771.html

Anvisa debate hoje proibição de emagrecedores

Endocrinologistas se dizem preparados para contestar cada ponto do relatório que baseia decisão da agência A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realiza hoje uma audiência pública para discutir a proibição dos moderadores de apetite que atuam no sistema nervoso central, usados para tratar a obesidade. A intenção da agência de banir esses medicamentos foi revelada pelo jornal O Estado de S. Paulo na semana passada. Os medicamentos que estão na berlinda são a sibutramina - considerada padrão ouro no tratamento da obesidade -, além dos derivados de anfetamina femproporex, mazindol e dietilpropiona (anfepramona), drogas que estão no mercado brasileiro há mais de 30 anos. Sem elas, dizem especialistas, pacientes obesos ficarão sem opção de tratamento e acabarão recorrendo a cirurgias de redução de estômago ou a formas clandestinas para obter a droga. Dirceu Barbano, diretor da Anvisa, levará em consideração os dados citados nas 90 páginas do relatório, elaborado no ano passado pela equipe técnica, que sugere a retirada imediata dessas drogas do mercado. Um dos principais pontos a serem apresentados pela agência é o resultado do estudo Scout, realizado pelo próprio fabricante da sibutramina (Abbott) com cerca de 10 mil pacientes obesos com mais de 55 anos. A maioria tinha histórico de doença cardíaca e parte deles, diabetes. Nesses pacientes foi constatado que o risco de infarto associado ao uso da sibutramina é de 16%. Com base nesse resultado, a União Europeia considerou que o risco era extensivo a todos os pacientes e decidiu banir a droga do mercado. Nos EUA, o medicamento foi retirado das prateleiras por decisão do fabricante, após a FDA (agência que regula fármacos e alimentos) apertar o cerco contra a droga. Segundo Rosana Radominski, presidente da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica (Abeso), os endocrinologistas sempre souberam que a sibutramina não pode ser indicada para pacientes cardíacos. “Estamos preparados para contestar cada ponto do relatório da Anvisa. O problema é que teremos apenas dez minutos. São dois olhares diferentes para o mesmo problema e esperamos que haja uma solução”, afirma. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo. http://saude.ig.com.br/minhasaude/anvisa+debate+hoje+proibicao+de+emagrecedores/n1238103482249.html