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domingo, 14 de outubro de 2012

CNPq recebe propostas sobre novos métodos ao uso de animais em pesquisas

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) está selecionando propostas para estruturação da Rede Nacional de Métodos Alternativos ao Uso de Animais em Pesquisas (Renama). O prazo para inscrições vai até quinta-feira (18).

A Renama foi criada em junho deste ano com o objetivo de atuar no desenvolvimento, na validação e na certificação de tecnologias e de métodos alternativos ao uso de animais para os testes de segurança e de eficácia de medicamentos e cosméticos. Outra atribuição da rede é promover maior integração de trabalhos e estudos colaborativos de grupos que atuam nessa área.

Pelo edital, estão previstos recursos no valor de R$ 1,1 milhão para propostas voltadas para as linhas temáticas: financiamento de pesquisas para implementação em laboratórios, desenvolvimento e validação de modelo de pele humana na forma de kits para testes de segurança e eficácia, e métodos alternativos ao uso de animais.

As propostas devem ser encaminhadas ao CNPq exclusivamente pela internet e acompanhadas de arquivo contendo o projeto. A chamada e o regulamento podem ser conferidos no site da instituição.

De acordo com o presidente da Federação Latino-Americana de Biofísica, Marcelo Morales, a criação e o fortalecimento do Renama são fundamentais para o avanço da substituição de animais em pesquisas, quando houver comprovação científica da eficácia do método alternativo.

Morales, que também é professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), citou o exemplo de um método certificado internacionalmente para substituir os animais em testes de irritabilidade de pele. Esses kits, com estruturas celulares produzidas em cultura, são comercializados, mas o curto prazo de validade prejudica a importação pelo Brasil.

“O Brasil ainda não usa esse kit porque não conseguimos importar e usar durante o período de validade, que é apenas sete dias. Depois de ser enviado e passar por todos os trâmites da alfândega, o prazo já foi ultrapassado. É muito importante que tenhamos uma rede nacional que faça pesquisa com esses métodos alternativos e nos permita substituir sempre que possível”, avaliou.

Morales enfatiza, no entanto, que o uso de animais para fins científicos ainda será necessário por muito tempo.

“Neste momento, o Brasil dá os primeiros passos na proliferação desses métodos, mas ainda há uma necessidade muito grande dos animais para a ciência. Só vamos conseguir substituir em alguns casos. Ainda é desta forma [com uso dos animais] que vamos conseguir fazer novas metodologias para a produção de medicamentos e de vacinas não só para uso de seres humanos, mas também dos próprios animais”, explicou.

Ele lembrou que a legislação brasileira exige que todas as instituições em que são feitas pesquisas com o uso de animais tenham uma comissão de bioética responsável por garantir que não lhes seja causado sofrimento.

A representante no Brasil da organização Worldwide Events to End Animal Cruelty (Weeac), que defende o fim da crueldade contra animais, Patrícia El-Moor, vê com certo otimismo a iniciativa do governo brasileiro. Embora reconheça que a criação do Renama causa desconfiança entre ativistas que exigem uma resposta mais rápida e definitiva às suas demandas, ela acredita que a rede vai contribuir, de fato, para incentivar pesquisas de métodos substitutivos.

“Muitos ativistas defendem a libertação animal completa e imediata, mas eu acho que essa iniciativa, pelo menos, acaba com o argumento, de quem utiliza animais para fins didáticos ou em experiências científicas, que não há incentivo para o desenvolvimento de outros métodos. É um primeiro passo”, destacou.
 
Fonte Correio Braziliense

Mais de 350 milhões de pessoas sofrem de depressão no mundo, estima OMS

Infelizmente só metade das pessoas com depressão
recebe os cuidados de que necessitam
Mais de 350 milhões de pessoas sofrem de depressão no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). A organização alertou nesta terça-feira (9/10), véspera do Dia Mundial da Saúde Mental, para a necessidade de combater o estigma em torno da doença e incentivar que os governos implementem tratamentos para combater o transtorno. Pelos dados da OMS, pelo menos 5% das pessoas que vivem em comunidade sofrem de depressão.

"Temos alguns tratamentos muito eficazes para combater a depressão. Infelizmente só metade das pessoas com depressão recebe os cuidados de que necessitam. De fato, em muitos países, o número é inferior a 10%", disse o diretor do Departamento de Saúde Mental e Abuso de Substâncias, Shekhar Saxena. "É por isso que a OMS está trabalhando com os países na luta contra a estigmatização como ato essencial para aumentar o acesso ao tratamento."

A OMS define depressão como um transtorno mental comum, caracterizado por tristeza, perda de interesse, ausência de prazer, oscilações entre sentimentos de culpa e baixa autoestima, além de distúrbios do sono ou do apetite. Também há a sensação de cansaço e falta de concentração.

A depressão pode ser de longa duração ou recorrente. Na sua forma mais grave, pode levar ao suicídio. Casos de depressão leve podem ser tratados sem medicamentos, mas, na forma moderada ou grave, as pessoas precisam de medicação e tratamentos profissionais. A depressão é um distúrbio que pode ser diagnosticado e tratado por não especialistas, segundo a OMS. Mas o atendimento especializado é considerado fundamental. Quanto mais cedo começa o tratamento, melhores são os resultados.
 
Vários fatores podem levar à depressão, como questões sociais, psicológicas e biológicas. Estudos mostram, por exemplo, que uma em cada cinco mulheres que dão à luz acaba sofrendo de depressão pós-parto. Especialistas recomendam que amigos e parentes da pessoas que sofrem de depressão participem do tratamento.

Em 1992, a Federação Mundial para Saúde Mental lançou o Dia Mundial de Saúde Mental na tentativa de aumentar a conscientização sobre as questões na área e estimular a discussão sobre os transtornos mentais e a necessidade de ampliar os investimentos na prevenção, na promoção e no tratamento. Mais informações podem ser obtidas no site da OMS.
 
Fonte Correio Braziliense

Jogos de videogames violentos induzem a um comportamento agressivo

Grenoble - Jogos para videogame violentos tornam o usuário agressivo e os efeitos no comportamento aumentam com o tempo, segundo um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Grenoble (França).
 
"É o primeiro estudo do mundo que estuda de forma experimental os efeitos a longo prazo dos videogames violentos", disse à AFP Laurent Bègue, professor da Universidade Pierre Mendès-France de Grenoble.

Os estudos anteriores demonstraram que os jogos de videogame violentos causam um aumento da agressividade imediato e de curta duração.

Os testes realizados em um laboratório da universidade grenoblesa demonstram que esses efeitos são acumulativos e que podem ser "relativamente duradouros", segundo a conclusão do artigo.

No estudo, durante três dias, 70 estudantes de ambos os sexos jogaram videogame durante vinte minutos, com jogos violentos e não violentos.

Para medir a violência de suas atitudes, os pesquisadores pediram a eles, logo depois, que lessem uma história, que mostrava uma situação de conflito potencial, como, por exemplo, um acidente de trânsito, e imaginassem a reação dos protagonistas.
 
Os estudantes que jogaram um jogo violento esperavam que eles adotassem um comportamento mais hostil e agressivo do que os que jogaram um jogo não violento.

Os mesmos estudantes participaram, em seguida, de uma competição com outro candidato, a quem podiam castigar com um impacto sonoro. Aqueles que tinham jogado um jogo violento faziam mais mal a seus adversários.
 
 Em ambos os casos, a tendência constatada no primeiro dia se acentuava nos dias seguintes.

O estudo, realizado com a colaboração das Universidades de Hohenheim (Alemanha) e do estado de Ohio (Estados Unidos), será publicado no próximo número da revista científica norte-americana Journal of Experimental Social Psychology.
 
Fonte Correio Braziliense

Venda de antidepressivos chega a crescer 83% em dois anos no DF

 No Brasil a venda de Rivotril, pulou de 29,4 mil unidades
em 2007 para 10,5 milhões em 2010
Uma em cada cinco pessoas no Brasil tem algum tipo de transtorno mental, de acordo com o Ministério da Saúde. O tratamento desses distúrbios quase sempre implica o uso de drogas psicoativas, medicamentos que afetam o estado mental do usuário. Mas o próprio governo e especialistas reconhecem que há um exagero na prescrição das drogas.
 
No começo deste ano, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) mostrou-se preocupada com o aumento da venda de antidepressivos e calmantes — só a de clonazepam, conhecida como Rivotril, pulou de 29,4 mil unidades em 2007 para 10,5 milhões em 2010. O Distrito Federal segue a onda tarja preta: os cinco remédios mas vendidos nas farmácias — tanto os industrializados quanto os manipulados — são psicotrópicos.

De acordo com dados da Anvisa, enquanto em 2009 eram vendidas no DF 4,91 caixas de Rivotril para cada 100 habitantes, em 2011 esse índice pulou para 7,4, um aumento de mais de 57%. Os demais psicotrópicos acompanharam a alta. O consumo de fluoxetina cresceu em dois anos 83% e o de alprozalam, 45% (veja quadro).
 
Segundo Filipe Braga, psicólogo do Centros de Atenção Psicossocial (Caps) II do Paranoá, como nem sempre os pacientes são atendidos por especialistas, o uso de psicotrópicos acaba sendo a solução padrão. “Em Brasília, muitos dos pacientes que têm crise às 2h acabam indo para o pronto-socorro de hospitais gerais ou para o Hospital Psiquiátrico de São Vicente de Paula, em Taguatinga, o único que fica aberto todo o tempo para transtornos mentais.”

Até durante o dia, ressalta Braga, o contato com profissionais especializados é difícil. “Não tem como colocar a culpa só nos psiquiatras, o erro está no sistema, em como a saúde mental é tratada no Brasil.
 
É preciso que haja o diálogo, o carinho, mas isso não é possível com 800 pacientes para pouquíssimos profissionais”, critica o profissional.

Fonte Correio Braziliense

População ainda tem pouco conhecimento sobre os sintomas do AVC, diz especialista

A dor de cabeça contínua sem causa aparente pode ser um sinal do avc
Brasília – Apesar do acidente vascular cerebral (AVC) estar entre as principais causas de internação e morte no país, as pessoas ainda têm pouco conhecimento sobre os sintomas da doença e demoram na busca por atendimento hospitalar. A conclusão foi apresentada  pelo neurologista João José Carvalho ao participar do 8° Congresso Mundial de AVC, em Brasília.
 
“As pessoas não estão educadas para prevenir e também para identificar rapidamente os sintomas do AVC. Há pouca informação sobre a doença”, explicou João José Carvalho que coordena a unidade de AVC do Hospital Geral de Fortaleza e fez uma pesquisa sobre a doença em 19 hospitais da rede pública e privada de Fortaleza (CE).
 
Entre os sintomas do AVC estão alterações motoras, de fala, dormência e formigamento. A Organização Mundial de AVC (WSO) recomenda que diante de suspeita de um caso sejam feito alguns testes como pedir que a pessoa sorria e observar se o sorriso está torto. Em seguida, verificar se ela consegue levantar os dois braços e verificar se há alguma diferença na fala, se está arrastada ou enrolada.
 
A hipertensão foi identificada no estudo do neurologista João José Carvalho como o principal fator de risco comum às pessoas que sofreram AVC no universo pesquisado. O diabetes, o histórico familiar e o fumo também apareceram como elementos de risco importantes.
 
A Associação Brasil de AVC sugere a adoção de um estilo de vida saudável para diminuir o risco de um primeiro AVC ou de um evento recorrente. Dados da associação apontam que, em cinco anos, a recorrência da doença pode chegar a 24% em mulheres e 42% em homens.
 
Entre as medidas de prevenção sugeridas está o controle da pressão arterial, dos níveis de colesterol e do consumo de álcool. Recomenda-se também parar de fumar, fazer atividade física regularmente e consumir alimentos com baixo teor de sal e gordura.
 
Dados do Ministério da Saúde apontam que o AVC está entre as principais causas de morte no país e, em 2010, mais de 33 mil pessoas morreram em decorrência da doença na faixa etária até 70 anos.
 
Durante o 8° Congresso Mundial de AVC, que começou no último dia 10 e termina hoje, foram discutidas causas, ações de prevenção e apresentados estudos e pesquisas sobre a doença feitos em todo o mundo.
 
Fonte Agência Brasil

Mais da metade dos brasileiros já tiveram contato com a toxoplasmose, diz pesquisadora

Toxoplasma gondii
Rio de Janeiro – Um em cada dois brasileiros já teve contato com a toxoplasmose e apresenta sorologia positiva para a doença, causada por um protozoário (Toxoplasma gondii) que se reproduz no sistema digestivo dos felinos e que pode provocar cegueira, abortamentos e levar até a morte.
 
A transmissão para os humanos se dá pela ingestão de carnes mal passadas ou verduras e frutas mal lavadas, além do contato com o protozoário. O dado é da pesquisadora Maria Regina Reis Amendoeira, chefe do Laboratório de Toxoplasmose do Instituto Oswaldo Cruz (IOC).
 
Atualmente ela desenvolve uma pesquisa para mapear a extensão da doença na região do Pantanal, onde é grande a presença de felinos selvagens, que podem transmitir o protozoário ao grande rebanho bovino - que ingere água e gramíneas contaminadas com os oocistos [um tipo de ovo imaturo] da toxoplasmose - e posteriormente para o homem.
 
“Os felinos eliminam no ambiente o oocisto, que vai para o tecido do boi e formar o cisto. Aí aqueles carnívoros que vão se alimentar desses animais, como o homem que faz um churrasco mal passado, pode se infectar com essa carne”, explicou a pesquisadora.
 
Outra forma de propagação é por meio da irrigação de hortaliças com água contaminada pelas fezes dos felinos com os oocistos. Não higienizadas para o consumo, as hortaliças acabam contaminando o ser humano. Além disso, a pesquisadora alerta que gatos domésticos não devem dormir na cama com os donos e nem subir na mesa, pois podem trazer nas patas os oocistos do protozoário.
 
Pesquisas indicam que 16% dos gatos domésticos que têm donos, mas costumam passar um tempo fora da residência em contato com outros felinos e eventualmente caçando outros animais, apresentam o protozoário da toxoplasmose. Já os gatos que comem apenas ração e nunca saem de casa têm chance quase zero de ter a doença.
 
“Não precisa se desfazer do gato. Basta ter cuidados. Principalmente a mulher que nunca teve contato com a doença. Porque se ela se contaminar durante a gestação poderá passar para o bebê, levando ao aborto ou deixando sequelas, como hidrocefalia e toxoplasmose ocular, que pode causar cegueira”.
 
No Rio de Janeiro, o índice encontrado pelos pesquisadores de exame positivo na população para a doença foi 56%. Número superior foi registrado no Sul do país, segundo pesquisa desenvolvida em um município do interior gaúcho. Ter sorologia positiva indica que a pessoa, em algum momento de sua vida, foi exposta ao causador da doença, não significando que necessariamente ficou doente.
 
“Em Erechim, no Rio Grande do Sul, foram estudadas 2,7 mil mulheres gestantes e foi detectado que havia sorologia positiva para 73%. Nesse município, 17,7% da população com a infecção teve a toxoplasmose ocular, que também acomete bebês por via congênita.”
 
Embora a doença não seja extremamente grave, pode em determinados casos levar à cegueira ou à morte. “A toxoplasmose é uma doença autolimitada. Cerca de 90% das pessoas que têm contato com o parasita, não têm a sintomatologia ou então apresentam uma forma muito branda. O mais frequente é ter dor de cabeça, dor muscular e articular, cansaço. Simula uma gripe, tem uma febre e enfartamento ganglionar [ínguas], ou seja, pode ser qualquer coisa. Qualquer infecção pode dar isso.”
 
Casos mais graves atingem pessoas imunodeprimidas, por tratamento quimioterápico contra o câncer, transplantes recentes ou aids, que podem ser levadas à morte. A toxoplasmose pode ser facilmente detectada por exame de sangue, medida que já faz parte dos exames pré-natal.
 
Fonte Agência Brasil

Dormir bem reduz erros na memória

Os resultados de uma pesquisa publicados no periódico Learning&Memory traz implicações práticas para todas as pessoas em todas as idades, diz Kimberly Fenn, autora principal e pesquisadora da Universidade de Chicago.
 
Fenn e seus colegas investigaram a criação de falsas memórias em estudantes. Na maioria dos estudos anteriores o sono era associado a uma melhora da memória. Neste, entretanto, os resultados se concentraram nas perdas relacionadas à falta do sono.
 
Dois grupos foram estudados: um que fazia os testes de retenção de memória (com grupos de palavras) às 10 da manhã e respondendo novamente o teste às 10 da noite. E outro que era testado à noite e novamente pela manhã.
 
Os resultados mostraram que esse segundo grupo tinha menos problemas com falsas memórias (indicar palavras que não haviam sido apresentadas na realidade). Fenn acredita que o período de sono intensifica a memória.
 
Agora o estudo vai focar pessoas mais velhas. “Sabemos que pessoas mais velhas normalmente têm um desempenho de memória pior que as mais jovens, além disso, também sabemos que esses indivíduos têm mais propensão à falsa memória” diz Fenn.
 
“A partir do trabalho que estamos apresentando é possível dizer que o sono pode ajudar o cérebro a descartar as informações consideradas falsas, e poderia melhorar a qualidade de vida das pessoas de uma forma geral.”
 
Fonte O que eu tenho

Siga estes 10 passos para controlar a pressão alta

Dê mais atenção ao que você come, as suas emoções e pratique mais esportes
 
A hipertensão arterial ou, simplesmente, pressão alta é gatilho certo para uma série de males -- e não só aqueles que envolvem o sistema circulatório. "Normalmente, um paciente com pressão igual ou superior a 140/90mmHg é diagnosticado como hipertenso. São pessoas mais sujeitas a sofrer com falhas no coração, nos rins e até no cérebro" explica o cardiologista Enéas Rocco.

A doença é crônica (não tem cura, mas pode ser controlada) e, por isso, é importante fazer exames regulares para detectar como andam seus batimentos cardíacos. Mas atenção: ter pressão alta não é sinônimo de ser hipertenso.

"Para ser considerado hipertenso, o paciente tem de permanecer com a pressão mais alta do que o normal" , diz o médico. Isso porque, momentaneamente, qualquer pessoa está sujeita a uma variação na freqüência cardíaca. Um esforço físico mais intenso ou momentos de estresse, por exemplo, alteram esses números.

Algumas atitudes, no entanto, ajudam não só a prevenir o problema como controlam níveis já elevados de pressão. Confira a seguir uma lista delas e imprima uma marca saudável ao seu dia a dia.
 
 
1. Manutenção do peso ideal: o sobrepeso aumenta dificulta o esforço do coração para conseguir bombear o sangue. Na prática, o músculo é exigido demais. "Como o bíceps de quem levanta peso, o coração de uma pessoa obesa acaba hipertrofiado" , explica o cardiologista. Com um risco: as lesões causadas pelo esforço excessivo podem se tornar irrecuperáveis.

2. Prática de atividade física: atividades físicas regulares, principalmente as aeróbias, contribuem para a melhora de todo o sistema circulatório e pulmonar. Só tome cuidado com os exageros: antes de começar qualquer treino, procure um especialista e faça uma avaliação geral.

3. Redução de sal: o excesso de sal na dieta leva à retenção de líquidos, acarretando a hipertensão. Por isso, maneire na hora de temperar a comida e diminua o consumo de enlatados e alimentos em conserva.
 
4. Evitar bebidas alcoólicas: O álcool em grande quantidade é inimigo feroz da pressão sob controle. Corte as bebidas da sua dieta ou consuma com muita moderação.

5. Dieta saudável: Gorduras saudáveis e pouco sal são medidas indispensáveis na dieta de quem quer manter o coração saudável. Inclua ainda muitas frutas, verduras e legumes. Cortar a carne não é preciso, mas dê preferência aos cortes magros, ou seja, com menos gordura.

6. Medicamentos: se o médico recomendou, não deixe de tomar. Mas nada de sair por aí imitando a receita alheia. Vale lembrar que alguns medicamentos podem elevar a pressão, como os antiiflamatórios e anticoncepcionais, ressalta o cardiologista.

7. Cigarro: o tabaco, em conjunto às outras substâncias tóxicas do cigarro, eleva a pressão imediatamente além de comprometer toda sua saúde. Parar de fumar imediatamente é fundamental , alerta o professor de Cardiologia da Santa Casa de São Paulo, Ronaldo Rosa.
 
8. Estresse: ele aparece como resposta do organismo às sobrecargas físicas e emocionais, acarretando a hipertensão e doenças do coração. Controle suas emoções e procure incluir atividades relaxantes na sua rotina.

9. Exames médicos: avaliações regulares não só ajudam a identificar o problema no começo, facilitando o tratamento, como servem para adequar o uso de medicamentos de forma mais eficaz.

10. Medir a pressão: no mínimo uma vez por ano, todas as pessoas devem fazer isso. A recomendação é da Sociedade Brasileira de Hipertensão, que alerta para esse simples exame como uma forma de prevenir problemas mais sérios.
 
Fonte Minha Vida

Indústria apresenta ação contra proibição a refrigerantes grandes em Nova York

Representação do teor de açúcar contido em cada dose de refrigerante vendido
Um grupo de associações da indústria de bebidas e empresariais apresentou esta sexta-feira uma ação contra a cidade de Nova York pela decisão de proibir a venda de refrigerantes com mais de meio litro em restaurantes, estádios e salas de cinema.
 
Entre os impulsores da denúncia estão a Associação Americana de Bebidas, a Coalizão de Câmaras de Comércio Latinas do Estado de Nova York, a Associação de Armazéns Coreano-americano de Nova York e a Associação Nacional de Restaurantes, segundo um comunicado dos demandantes.
 
A denúncia judicial afirma que "a comissão de Saúde da cidade não tem autoridade para promulgar este tipo de regra, já que segundo a legislação do estado de Nova York, o poder para passar novas leis está reservado ao conselho deliberativo da cidade", assegura o comunicado.
 
Segundo Caroline Starke, porta-voz dos demandantes, "esta denúncia judicial busca que a Comissão de Saúde respeite o processo legislativo".
 
"Apesar da forte e crescente oposição dos nova-iorquinos, a proposta passou eludindo os legisladores eleitos da cidade", destacou Starke.
 
A prefeitura de Nova York proibiu em 13 de setembro a venda de bebidas açucaradas e refrigerantes com mais de meio litro em restaurantes, estádios e salas de cinema, uma iniciativa sem precedentes para combater a obesidade nos Estados Unidos.
 
A restrição, que impõe um limite de 470 centilitros, entrará em vigor em 12 de março próximo, com o que os vendedores de refrescos e bebidas açucaradas têm seis meses para se preparar.
 
Fonte R7

Aumenta para 185 número de casos de meningite por remédio contaminado nos EUA

Foram identificados três lotes produzidos pela empresa, com
amostras lacradas contaminadas pelo fungo, tendo sido
recolhidos mais de 17000 ampolas contendo doses individuais
O número de pessoas com suspeita de meningite fúngica causada por um medicamento contaminado nos Estados Unidos aumentou para 185 esta sexta-feira, mas as autoridades sanitárias disseram que o número de mortos permanece estável, com 14 óbitos.
 
O Texas (sul) reportou o primeiro caso, tornando-se o 12º estado americano afetado pelo surto vinculado a um esteroide que costuma ser injetado na coluna para tratar dores nas costas.
 
As autoridades sanitárias notificaram mais de 14.000 pessoas em 23 estados que podem ter recebido doses do esteroide contaminado. No entanto, poderiam passar semanas ou inclusive meses antes de que seja feita uma contagem final dos casos, pois esta infecção tem um longo período de incubação.
 
O surto provocou apelos por uma regulamentação mais estrita da indústria de compostos farmacêuticos.
 
Os críticos dizem que os fabricantes de medicamentos encontraram a forma de enganar a cara supervisão, classificando-se como farmácias, o que lhes dá mais liberdade para misturar compostos farmacêuticos para seus pacientes.
 
Entre os estados mais afetados estão Tennessee (sul), com 50 casos e seis mortes, seguido de Michigan (norte), com 41 casos e três mortes; Virgínia (leste), com 30 casos e uma morte, e Índia, com 24 casos e uma morte, segundo o último balanço do Centro para o Controle e a Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC).
 
Este tipo raro de meningite - que provoca inflamação das membranas protetoras que recobrem o cérebro e a medula espinhal - é de difícil detecção até que seja tarde demais, pois seus sintomas, similares aos de uma gripe, podem ser brandos no princípio.
 
O tratamento requer hospitalização e medicamentos por via intravenosa. No entanto, este tipo de meningite não é contagioso.
 
Fonte R7

Após 30 tentativas, médicos não diagnosticam câncer de útero

Jeannine não dormia há seis meses por causa das dores fortes
 
Jeannine Harvey, de 33 anos, que mora em Rowley Regis, Inglaterra, morreu de câncer de útero, pois os médicos não diagnosticaram a doença após 30 tentativas.
 
Sofrendo com tanta dor, a mulher resolveu ir ao hospital. Lá, a equipe médica disse que suas dores eram causadas pela ansiedade, dor no nervo e, até mesmo, um ligamento rompido.
 
No entanto, o que eles não diagnosticaram foi o câncer de colo de útero que, já no estágio avançado, havia infectado toda a região pélvica. Infelizmente, pouco tempo depois, Jeannine morreu, segundo o tabloide The Sun.
 
Inconformada, sua irmã, Marie Donovan, de 34 anos, havia implorado para os médicos levarem mais a sério o caso de sua irmã.
 
— Ela não dormia há seis meses por causa da dor. Cada vez que ela ia ao hospital, parecia que ninguém dava atenção ou importância ao seu problema.
 
Após a morte de Jeannine, a família quer tomar algumas medidas legais para este caso. No entanto, o chefe do hospital disse que a investigação já está concluída.
 
Fonte R7