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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Após perder 250 kg, britânico luta contra excesso de pele

Paul Mason
Pesando 190 kg, homem precisa de nova cirurgia

Quando era chamado de “o homem mais gordo do mundo”, mesmo as tarefas mais simples eram um desafio imenso na vida do britânico Paul Mason.

Mais de 200 kg mais magro após uma operação para redução de estômago, os desafios ainda não terminaram. Mason agora luta para conseguir no sistema público de saúde do Reino Unido uma cirurgia plástica que retire o excesso de pele que deforma seu corpo e o mantém afastado da sociedade.

O vício pela comida quase levou Mason à morte. O carteiro britânico chegou a atingir quase 450 kg e passou uma década confinado em sua cama, contando com a ajuda de amigos para se locomover.

No auge de seu peso, Mason ingeria até 20 mil calorias por dia (quase dez vezes a média recomendada) e gastava em torno R$ 210 diariamente com comida e chocolate, entregues em sua casa, em Ipswich, no sudeste do Reino Unido.

Quando tinha 50 anos, Mason conta que mal podia dormir, já que ficava 24 horas pensando no que poderia comer.

– Você perde o senso do tempo. Por anos eu não conseguia dormir corretamente, porque estava sempre comendo. Eu só pensava em como conseguir comida rapidamente. Eu me assegurava de que tinha chocolate, batata frita e embutidos próximo à minha cama. Cheguei a um estágio de vício.

“Batalha constante”
Há dois anos, Mason se submeteu a uma cirurgia no sistema público de saúde para controlar o seu peso.

Antes da operação em si, o carteiro conta que teve de enfrentar “os demônios” que por anos o deixaram viciado em comida.
Ele diz que sofreu bullying no colégio - não por seu peso, mas por sua altura, já que nos primeiros anos da adolescência já media 1,93 m.

Depois foi o fim de um relacionamento de quatro anos, na década 1980, que o fez comer compulsivamente. A comilança só piorou com a morte do pai e da mãe, anos depois.

Mason conta que a comida sempre teve um papel central na vida familiar.

– Meu pai insistia, quando eu era pequeno, que teria de limpar meu prato. Fazíamos grandes refeições e havia uma batalha constante para saber quem limparia o prato primeiro.

Começou então uma escalada no peso de Mason, que aos 30 anos já pesava 158 kg. Na última década, ele saiu de controle e seu peso atingiu 450 kg.

Excesso de pele
Desde a cirurgia, em 2010, Mason já perdeu cerca de 250 kg. Desde então ele transformou sua dieta e se tornou mais ativo fisicamente.

Embora mais magro, Mason ainda se incomoda com o excesso de pele, que deforma seu corpo.

Hoje com 190 kg, ele precisa emagrecer mais para conseguir a cirurgia plástica e chegar a um peso estável, segundo o serviço médico local.

Com a meta dada pelos médicos de chegar a 107 kg, Mason insiste na necessidade de fazer a cirurgia.

– Minha vida está em suspenso porque isso [o excesso de pele] não me deixa voltar à sociedade.

Fonte BBC

Por R7

Senado aprova projeto para que SUS cubra cirurgias plásticas

Texto que inclui procedimentos corretivos ou reparadores na rede pública vai à Câmara

Na sessão realizada nesta quarta-feira (7), a CAS (Comissão de Assuntos Sociais do Senado) aprovou dois projetos de lei, em decisão terminativa, o que autoriza o encaminhamento direto à Câmara dos Deputados, sem a necessidade de serem votados no plenário da Casa. As duas propostas são de iniciativa do senador Gim Argello (PTB-DF).

Um dos projetos inclui as cirurgias plásticas corretivas ou reparadoras entre os procedimentos terapêuticos que deverão ser prestados pelo SUS (Serviço Único de Saúde).

O senador afirma que a lei se faz necessária diante das dificuldades de acesso a esse tipo de cirurgia na rede pública de saúde, "mesmo aquelas para reparar sequelas graves e deformantes".

– A explicitação do direito serve, assim, para assegurá-lo definitivamente e para que não reste dúvida sobre a importância do procedimento.

O outro projeto aprovado proíbe a comercialização ou a doação de mamadeiras, bicos e chupetas que contenham a substância bisfenol-A em sua composição. A iniciativa repete decisão adotada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) em setembro. O órgão alega que, apesar de não haver resultados conclusivos sobre o risco da substância, a proibição tem por objetivo a proteção de crianças.

Fonte R7

EUA mantém proibição de venda de pílula do dia seguinte sem receita para menores

Atualmente o medicamento é vendido sem receita para mulheres maiores de 17 anos

A FDA, agência que regula alimentos e medicamentos nos Estados Unidos recusou-se nesta quarta-feira (7) a conceder a uma empresa farmacêutica o direito de vender sem autorização a pílula do dia seguinte a menores de 17 anos.

A receita médica "continuará sendo necessária para as jovens menores de 17 anos", declarou, em um comunicado, a chefe da FDA, Margaret Hamburg.

Hamburg enviou uma carta aos jornalistas explicando que embora apóie a tentativa de tornar a pílula do dia seguinte mais acessível às jovens maiores de 12 anos, a secretária de Saúde e Serviços Humanos, Kathleen Sebelius, tinha se mostrado em desacordo com a decisão da FDA e invocou sua autoridade para bloquear a iniciativa.

Atualmente, a pílula do dia seguinte, que pode reduzir as chances de gravidez se ingerida até 72 horas após a relação sexual sem proteção, está disponível sem receita para todas as mulheres maiores de 17 anos.

A empresa farmacêutica Teval, que fabrica a pílula Plan B, solicitou à FDA que mudasse as regras para que o produto fosse facilmente acessível a mulheres de todas as idades.

O pedido despertou a ira de grupos antiaborto americanos.

Fonte R7

Cientistas suiços descobrem proteína capaz de bloquear metástases

Efeito foi observado em ratos; em homens ainda necessita mais testes

Uma simples proteína, conhecida como periostina, poderia ser a chave para bloquear metástases, um dos grandes riscos de complicações causadas pelo câncer, segundo um artigo publicado nesta quarta-feira (7) pela revista Nature.
Uma equipe de cientistas suíços descobriu que sem essa proteína, que existe naturalmente no corpo, as células cancerosas disseminadas por um tumor maligno inicial não podem se desenvolver em metástases, isto é, em novos tumores.

Sabe-se que um tumor propaga no corpo células malignas e que só algumas delas, as "células-tronco cancerosas", são capazes de espalhar, desde que encontrem terreno propício, o que os médicos chamam de "nicho" pré-metastásico,

Cientistas do Instituto suíço de Pesquisa Experimental sobre o Câncer (ISREC) e da Escola politécnica federal de Lausanne (EPFL) puderam isolar a periostina em cobaias e desmontrar, nos roedores que, sem esta proteína, não há metástase.

"Sem esta proteína, as células-tronco cancerosas não podem se desenvolver. Elas desaparecem ou adormecem", explica o professor Joerg Huelsken da EPFL, um dos autores do artigo.

No estudo sobre "as interações entre células-tronco cancerosas e seu nicho governam a colonização metastásica", os cientistas do EPFL e do ISREC afirmam que "bloquear o funcionamento" da periostina "impede a metástase".

- Nas cobaias, desenvolvemos um anticorpo que adere à proteína e a impede de funcionar.

Mas ele não está certo de que a transposição ao homem seja válida: "não estamos seguros de encontrar um anticorpo equivalente que funcionaria entre os humanos", segundo o cientista suíço.

Além disso, também não é certo que o bloqueio da ação desta proteína acarrete poucos efeitos secundários no homem, como foi observado entre os ratos.

O câncer é uma causa maior de mortes no mundo, estando na origem de 7,6 milhões de óbitos em 2008, ou seja, é responsável por 13% do total, segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde).

Os cânceres de pulmão (1,4 milhão), do estômago (740 mil), do fígado (700 mil), do colo intestinal (610 mil) e de mama (460 mil) são os que acarretam o maior número de mortes.

Fonte R7

Governo lança plano de R$ 4 bilhões para combate ao crack

Projeto tem atuação conjunta com Estados e municípios

A presidente Dilma Rousseff lançou nesta quarta-feira (7), em cerimônia no Palácio do Planalto, um novo plano de combate ao uso do crack no Brasil. O plano Crack, É Possível Vencer! terá investimentos de R$ 4 bilhões em atuação conjunta do governo federal, Estados e municípios.

O novo programa vai complementar as ações do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack, lançado no ano passado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Entre as ações previstas para a área de saúde está a criação de enfermarias especializadas nos hospitais do SUS (Sistema Único de Saúde), com investimentos de R$ 670,6 milhões para a criação de 2.462 leitos destinados ao tratamento de usuários de droga.

A luta contra o crack foi uma das principais bandeiras de campanha de Dilma em 2010, quando ela concorreu à Presidência. Durante o lançamento do plano, ela deu um recado aos pais e mães de dependentes da droga.

- Quero dizer que nós todos temos que fazer da dor deles a nossa e, ao fazer isso, ter clareza de que vamos fazer tudo que estiver ao nosso alcance para a recuperação desses filhos e filhas.

Cuidado e repressão
O foco do programa será no tratamento médico aos dependentes, na prevenção do consumo do crack e na repressão ao tráfico. As ações serão coordenadas pelo Ministério da Saúde, Justiça, Desenvolvimento Social e Educação. São três eixos de atuação: cuidado (saúde), autoridade (segurança pública) e prevenção, disse Dilma.

– Os três verbos utilizados aqui: “prevenir”, “cuidar” e “repelir” refletem com precisão a conjugação correta do que pretendemos fazer com esse programa. E falar em cuidado significa que a cada pequena derrota não significa que vamos desistir nem que vamos condenar as pessoas.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que o país está "diante de uma epidemia de crack" e precisa criar uma rede preparada e consolidada para atender às regiões e grupos atingidos pela droga. Segundo ele, entre 2003 e 2011 o atendimento a pessoas usuárias de crack na rede de saúde aumento dez vezes.

- O crack se tornou grande ferida social com capacidade de desestruturar famílias, ambientes e espaços urbanos. Temos que encarar esse problema com toda responsabilidade que temos.

Padilha disse que a grande diferença do plano é que ele diferencia a política do crack para os dependentes e os traficantes. Ele reforçou que é preciso ter atendimentos diferentes para realidades diferentes.

- É muito bom ter um plano como esse, que tem o cuidado em seu conceito. No tema do crack, temos que distinguir o que precisa ser distinto. O que precisa de repressão é o traficante e o contrabando. O usuário precisa de serviços abertos para entender o problema e de profissionais acolhedores que ofereçam cuidados a ele.

Entre os projetos que serão implantados e expandidos estão os consultórios na rua, os CAPS (Centros de Atenção Psicossocial de Álcool e Drogas), as enfermarias especializadas em atendimento ao usuário de drogas e unidades específicas de atendimento a criança e ao adolescente.

Plano inclui mudança de legislação
O Ministério da Justiça ficará com as áreas de autoridade e prevenção, adotando políticas de segurança pública e educação, capacitação e mudanças da legislação.

De acordo com o ministro da Justiça, Jose Eduardo Cardozo, esse é um grande desafio.

- O crack é um grande desafio, mas vamos derrotá-los porque temos condição para isso.

As principais ações estão divididas em três eixos: o combate às cracolândias, às organizações criminosas, e a mudança na legislação.

Participaram do lançamento os ministros Alexandre Padilha (Saúde), José Eduardo Cardozo (Justiça), Gleisi Hoffmann (Casa Civil), o vice-presidente Michel Temer e os presidentes da Câmara, Marco Maia, e do Senado, José Sarney.

Pesquisa

Apesar do lançamento, o governo ainda não conseguiu concluir a pesquisa nacional inédita com os números de usuários da droga e o perfil do consumo do crack no Brasil, que contará com cerca de 25 mil entrevistas.

A expectativa inicial do governo era lançar o levantamento ainda no primeiro semestre de 2011, mas a pesquisa só deve ser apresentada em 2012, segundo o Ministério da Justiça.

Em agosto deste ano, a secretária Paulina Duarte, que coordena o Senad (Secretaria Nacional Antidrogas), admitiu que houve um atraso na coleta de dados. Segundo ela, isso aconteceu pelas chuvas que atingiram principalmente a região serrana do Rio de Janeiro, no início do ano.

O levantamento mais recente sobre o consumo da droga foi feito em 2005 pelo Cebrid (Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas) em 108 cidades brasileiras. De acordo com essa pesquisa, 0,1% da população declarou ter fumado crack nos 12 meses anteriores à coleta de dados.

Fonte R7

Mundo árabe oculta epidemia ascendente de Aids, alertam especialistas

Número de pessoas que precisa de tratamento saltou de 45 mil para 160 mil

No mundo árabe, dominado pelo estigma social, pela inação do governo e por um acesso frequentemente limitado à educação, especialistas alertam que uma epidemia de Aids está em ascensão.
"No Oriente Médio e no Norte da África, a epidemia de HIV esteve em ascensão na última década", afirmou Aleksandar Sasha Bodiroza, conselheiro de HIV e Aids do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA, na sigla em inglês).

"O número de pessoas que precisam de tratamento na região saltou de aproximadamente 45.000 em 2001 para quase 160 mil em 2010", disse Bodiroza à AFP.

- Isto pôs o Oriente Médio e o Norte da África como as duas principais regiões do globo onde a epidemia de HIV cresce mais rapidamente.

Segundo um relatório das Nações Unidas publicado este mês, o número de pessoas infectadas com o vírus e as mortes relacionadas com a Aids diminuíram em todo o mundo, à medida que o acesso ao tratamento se tornou mais difundido.

Mas o mundo árabe tem sido lento em acompanhar esta tendência, pois ali as taxas de contração de HIV e de mortes relacionadas à Aids aumentam enquanto a conscientização pública, a resposta do governo e o acesso a serviços médicos adequados têm tido um progresso lento.

Embora haja poucos dados confiáveis no Oriente e no Norte da África, as Nações Unidas calculam entre 350 mil e 570 mil o número de pessoas que vivem com o vírus HIV na região, cuja população é estimada em mais de 367 milhões de pessoas.

Um estudo publicado recentemente em uma Biblioteca Pública de Ciência estabeleceu as taxas de infecção entre homens que fazem sexo com outros homens em 5,7% no Cairo, capital egípcia, e em 9,3% em Cartum, capital do Sudão.

E enquanto alguns países começaram a dar pequenos passos para enfrentar um problema crescente, mas silencioso, a vergonha e o estigma dão poucos sinais de ceder em uma região onde as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo e o sexo antes do casamento costumam ser considerados crimes.

Este estigma se tornou algo normal para um jovem de Beirute, contatado através de um grupo que oferece apoio gratuito a pessoas soropositivas e doentes de Aids.

- Se fosse resumir em uma palavra, eu diria que a minha vida é um grande segredo, disse o rapaz, de 29 anos, que soube ser soropositivo há três anos.

"Embora tenha saído do armário com a minha família muito tempo atrás, isto é algo que não compartilhei com eles. Eu nunca poderia jogar sobre eles este peso", acrescentou.

As infecções se concentram normalmente em pessoas que pertencem a grupos de alto risco, incluindo usuários de drogas injetáveis, homens que fazem sexo com outros homens, profissionais do sexo e seus clientes.

"A vida para alguém que tem o vírus HIV é muito difícil. Eles sofrem com a incapacidade de falar sobre a doença livremente com pessoas próximas e nós temos casos em que indivíduos chegaram a ser expulsos da família", relatou Brigitte Khoury, psicóloga clínica do Centro Médico da Universidade Americana de Beirute.

"Portanto, embora algumas famílias deem apoio, trata-se de uma vida dominada pelo segredo, pelo engano e pelo medo do pior", emendou.

Este medo, segundo especialistas, é o que costuma afastar os soropositivos da procura de um tratamento.

"O estigma e a discriminação estão entre as razões primárias pelas quais as pessoas que vivem com HIV ou populações chave com maior risco de infecção por HIV não têm acesso a serviços essenciais para portadores de HIV", disse Bodiroza.

"Estes dois fatores também limitam a habilidade de governos e sociedade civil de fornecer serviços", acrescentou.



Muitos países do mundo árabe exigem que os estrangeiros façam exames de HIV para conceder vistos ou carteiras de residência.

Recentemente, os jornais noticiaram o caso de um jornalista sul-africano, deportado do Qatar após ter sido diagnosticado com HIV e demitido da emissora de TV Al-Jazeera.

A organização Section27, um grupo legal de interesse público radicado na África do Sul, pediu à delegação do país na Organização Internacional do Trabalho (OIT) para formalizar uma queixa contra o Qatar.

Mas alguns países mais liberais da região começaram a noticiar o problema, e Egito e Líbano lançaram uma campanha de mídia.

A campanha "Let's Talk" (Vamos conversar), no ar até o fim de dezembro, é organizada pelo UNFPA em parceria com os ministérios da Saúde dos dois países, e encoraja as pessoas a fazerem o exame.

A campanha, que no Líbano é estrelada por uma ex-miss e a superpopular banda Mashrou3 Leila, também disponibiliza uma lista de centros de exames gratuitos e anônimos nos dois países.

Mas apesar destes esforços, especialistas afirmam que os governos são menos propensos do que nunca a voltar sua atenção à epidemia crescente em uma região afetada por uma revolta política.

"O fio condutor que liga todos os países da região é o impacto do estigma e da discriminação, que estão (entre) as razões principais pelas quais as pessoas que vivem com HIV ou populações em risco não têm acesso a serviços essenciais", afirmou Bodiroza.

- Sem uma liderança forte, é improvável que estas questões sejam atendidas completa e adequadamente.

Fonte R7

Congresso Internacional: “Pacientes são recursos mal utilizados”, diz diretor da Harvard Medical School

De acordo com o Charles Safran mais do que desenvolver tecnologias, é preciso pensar em como esses recursos podem ajudar um dos principais atores desse diagrama: o paciente

Quando o assunto diz respeito ao uso dos sistemas de informação na saúde é importante considerar um dos principais atores desse diagrama: o paciente. É o que acredita o diretor da Harvard Medical School, Charles Safran. “Os pacientes são recursos mal utilizados na assistência médica. É preciso oferecer ferramentas para que possam participar melhor dos processos”.

De acordo com Safran, onde quer que estejamos, há a presença universal da tecnologia da informação. “É um erro pensar que os comportamentos de saúde ocorrem apenas em ambientes clínicos. Eles estão em todos os lugares”.

Em sua participação no Congresso Internacional eSaúde & PEP 2011, realizada, nesta segunda-feira (05), no Royal Palm Plaza Resort, em Campinas, ele explicou que os PEPs (Prontuário Eletrônico de Pacientes) existem há uma década e ainda precisam de ajustes.

Ele conta que a National Library of Medicine criou um sistema PEP para oferecer aos cidadãos a possibilidade de cadastrar todos os seus dados. “Esse é um tipo de coisa que os pacientes não gostam muito. Ninguém quer ficar digitando esses dados”.

Por outro lado, o porta voz do Harvard Hospital conta que foi desenvolvido um portal do paciente, que alcançou uma receptividade positiva perante o público. “É uma boa possibilidade de integração com os clínicos”, conta.

Segundo ele, os pacientes ficaram animados com o acesso aos registros pessoais de saúde. “Eles gostam desse acesso, dizem que se sentem mais a vontade comunicando-se pela web do que pelo telefone”.


Computação em nuvem

Safran também chamou atenção para a computação em nuvem. “Uma das questões importantes para esse tipo de tecnologia é que vai ser tornar mais grave quando migrarmos da internet para a nuvem”.

De acordo com ele, descobriu-se que não há consenso algum em quem decide a segurança da informação. “Quando temos um registro em um sistema e perdemos a senha existe uma empresa responsável que pode enviar uma nova senha. Na nuvem não existe uma companhia para administrar”.

Além disso, ele ressalta que falta integração de dados e sistemas. E chama atenção para o fato de que estamos criando uma torre de babel de armazenamento de dados que não conversam.

Ele encerra ao dizer que preciso olhar para o que os nossos filhos estão fazendo e prestar atenção em como eles utilizam a tecnologia, pois o futuro está próximo.

Fonte SaudeWeb

Senado aprova Emenda 29, que regulamenta repasses na Saúde

Proposta que obrigava a União a repassar pelo menos 10% dos recursos foi derrubada

O Senado aprovou nesta quarta-feira (7) a regulamentação da Emenda 29, que define os valores mínimos a serem investidos na Saúde. Com isso, a proposta que obrigava a União a repassar pelo menos 10% de seus recursos para a área foi derrubada. O texto agora segue para sanção da presidente Dilma Rousseff.

A regulamentação da chamada Emenda 29 foi aprovada por 70 votos a favor e um contra. Com a manutenção da sistema vigente de distribuição, os Estados são obrigados a destinar pelo menos 12% de suas receitas para a área. No caso dos municípios, o repasse mínimo é de 15%. A União fica obrigada a investir o valor aplicado em um ano, corrigido pela variação do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores, ou seja, em 2012 o Planalto terá que destinar à Saúde o valor gasto este ano corrigido em 7,5%, que foi a taxa de expansão da economia em 2010.

Fonte SaudeWeb

Anvisa aprova novas regras para produtos de diagnóstico in vitro

Produtos para diagnóstico de uso in vitro, sujeitos a cadastro e registro na Anvisa, serão classificados de acordo com o risco

Os produtos para diagnóstico de uso in vitro serão enquadrados em quatro classes de risco (I, II, III, e IV). É o que determina a Resolução RDC nº 61, de novembro de 2011, que passa a valer em 18 de maio de 2012.

Com a nova norma, os produtos para diagnóstico de uso in vitro, sujeitos a cadastro e registro na Anvisa, serão classificados de acordo com o risco. O enquadramento nas classes será feito por meio de nove regras e considerará critérios, como: indicação de uso especificada pelo fabricante, conhecimento técnico, científico ou médico do usuário, importância da informação fornecida ao diagnóstico, relevância e impacto do resultado para o indivíduo e para a saúde pública, e relevância epidemiológica.

Segundo a Anvisa, as regras de classificação permitirão às empresas identificar em quais classes de risco os seus produtos se enquadram para, a partir desta definição, preparar a documentação necessária para o registro.

Antes da publicação da RDC nº 61, os produtos eram classificados pela Anvisa, com base em critérios não formalizados – o que gerava dúvidas para o setor regulado.

A nova resolução está alinhada às regras de classificação utilizadas pelos principais países produtores e consumidores destes produtos no mundo e adota, por referência, os princípios elaborados pelo Global Harmonization Task Force (Principles of In Vitro Diagnostic (IVD) Medical Devices Classification). O grupo internacional busca a harmonização de regulamentos de produtos para saúde em todo mundo.

Fonte SaudeWeb

Roche prepara lançamentos contra o câncer

Multinacional usa o país como plataforma de pesquisas e desenvolve novas drogas para combater a doença a partir do ano que vem

Na contramão das grandes companhias farmacêuticas que consolidam presença no Brasil e demais países emergentes, reduzindo seu portfólio de produtos de inovação e tentando driblar o prejuízo com a suspensão de suas patentes, a Roche promete lançamentos de moléculas em 2012 – todas de medicamentos biológicos que agem de forma inteligente, impedindo a proliferação do câncer, e de grande impacto no médio prazo.

Uma delas pode significar uma revolução na forma de tratar o câncer de pele, considerada a maior descoberta nos últimos trinta anos para reduzir o risco de morte em quase dois terços dos pacientes com a forma avançada da doença. A aprovação no Brasil é esperada para o primeiro semestre de 2012.

A droga, chamada vemurafenib (Zelboraf), desenvolvida em parceria com a Plexxikon, é a única dentro do conceito de medicina personalizada para uma doença com pouquíssimas opções de tratamento.

“É importante considerar que, além dos resultados significativos alcançados, o medicamento já vem acompanhado de um teste que delimita quem terá bons resultados com a sua aplicação”, diz Adriano Treve, presidente da Roche Farmacêutica Brasil, referindo-se à prática que permite direcionar os tratamentos às necessidades individuais dos pacientes.

Além disso, o medicamento é um dos primeiros em forma de comprimido, o que facilita a administração.

Para a Roche, é uma vitória de sua estratégia de desenvolver novas drogas destinadas a destruir células de tumor e, ao mesmo tempo, fazer os testes de diagnóstico molecular que permitem acertar com segurança o alvo.

No caso do vemurafenibe, o produto foi projetado para inibir especificamente algumas formas da proteína encontrada na maioria dos melanomas. E essa possibilidade é comprovada pelo teste que detecta a mutação dessa proteína.

“É uma nova abordagem de tratamento que traz economia de tempo e de sofrimento para os pacientes”, diz Treve.

Ele explica que é a mesma filosofia por trás de medicamentos importantes no portfólio da companhia, como o Herceptin (trastuzumabe), desenvolvida para tratar com mais eficácia as pacientes com câncer de mama; Mabthera (rituximabe), para linfomas; e Avastin (bevacizumab), para câncer de intestino, que poderá ter sua ação estendida para câncer de ovário.

Esta semana, a Roche deve apresentar os resultados de suas pesquisas no San Antonio Breast Cancer Symposium, realizadas com o pertuzumabe, um novo medicamento destinado a aumentar a sobrevida de pacientes com câncer de mama que já fazem o tratamento padrão com o Herceptin.

“A expectativa é que ocupe um lugar importante na terapêutica associada com outras abordagens”, diz o diretor médico da Roche, Maurício Lima, que calcula ainda para 2012 a aprovação do registro da droga no Brasil.

Lima conta que o Brasil participou ativamente dos estudos clínicos referentes a todos esses novos medicamentos.

“Estamos muito bem posicionados como referência em pesquisas na Roche”, afirma. A empresa aplica cerca de R$ 90 milhões em 60 estudos clínicos com mais de 5.300 pacientes em cerca de 300 centros brasileiros. Esse número deve aumentar, segundo Treve. “Temos todo o interesse considerando que os brasileiros têm todas as condições de aplicar essas novas tecnologias”, afirma.

Fonte SaudeWeb

Temporão passa a integrar Comissão Científica da Abimo

Essa iniciativa é uma estratégia para a associação conquistar em 2020 a quinta posição no ranking mundial de fabricantes de equipamentos médicos, odontológicos, hospitalares e de laboratórios

Com mais de 25 anos de experiência no setor, o Ex-Ministro da Saúde, José Gomes Temporão, passa a integrar, a Comissão Científica da ABIMO. A notícia foi comunicada pelo Presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratório, Franco Pallamolla, dia 06 de dezembro, durante a reunião do conselho. A informação foi recebida com entusiasmo; um marco comemorativo aos 50 anos de luta da associação em prol da indústria e da saúde dos brasileiros. Mais uma ação estratégica para a associação conquistar em 2020 a quinta posição no ranking mundial de fabricantes de equipamentos médicos, odontológicos, hospitalares e de laboratórios.

Segundo o presidente da ABIMO, Franco Pallamolla, independente de ter sido ministro da saúde, possui um currículo de referencia. Além disso, teve como foco em suas pesquisas acadêmicas na Fiocruz, juntamente com a cadeia produtiva do setor da saúde da saúde.

E ressalta que a participação do ex-ministro Temporão no Conselho Cientifico da ABIMO proporcionará que toda sua experiência no setor saúde, construída ao longo dos últimos 25 anos, seja utilizada para que a associação siga se consolidando com entidade representativa do setor industrial de EMHO no Brasil e que, neste sentido, continue a ajudar o governo, em suas diferentes esferas, a construir um marco regulatório estável e, fundamentalmente, atrativo ao setor industrial para que o SUS possa, com sustentabilidade econômica e tecnológica, cada vez mais, permitir o acesso universal do todos os brasileiros, conforme estabelecido em nossa Constituição.

Fonte SauWeb

Aprovado projeto que autoriza oferta de planos com cobertura reduzida

Objetivo é permitir a oferta de planos com coberturas menos amplas do que a dos planos de referência, para diminuir o custo do produto

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (6) projeto da senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO) que permite o oferecimento e a contratação de planos de saúde com coberturas reduzidas, os chamados “planos subsegmentados”. A ideia é permitir a oferta de planos com coberturas menos amplas dos que as previstas nos planos de referência, para diminuir o custo do produto, conforme a autora, tornando-o acessível a um maior número de pessoas.

Mas a autorização só valeria para os planos familiares e individuais, ficando de fora os coletivos, como aqueles oferecidos pelas empresas aos seus funcionários. Lúcia Vânia explicou que a subsegmentação tem ainda por finalidade atender os consumidores insatisfeitos com as segmentações hoje permitidas.

As segmentações e amplitude das coberturas – conforme padrões mínimos de exigências – estão definidos na Lei dos Planos de Saúde (9.656, de 1998). Há um plano de referência mais abrangente, com cobertura assistencial médico-ambulatorial e hospitalar.

Além disso, há previsão para segmentações de cobertura, com estipulação de serviços mínimos, para planos de atendimento exclusivos dos seguintes tipos de assistência: ambulatorial, hospitalar, odontológica ou farmacêutica.

O projeto abre caminho, portanto, para a oferta de planos ainda mais segmentados em comparação com os que já são previstos. Lúcia Vânia (PSDB-GO) argumenta que a proposta é também uma forma de contribuir para a solução da crise em que se encontram os planos de saúde.

O projeto foi relatado pelo senador Ivo Cassol (PP-RO), como ad hoc, no lugar de Eduardo Braga (PMDB-AM). Em sua avaliação, a iniciativa é meritória, sobretudo porque alcança apenas os planos individuais e familiares, o segmento mais afetado pela crise e onde estaria ocorrendo a maior retração de usuários.

A matéria segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde receberá decisão terminativa.

Fonte SaudeWeb

Três hospitais da região sul vão receber R$25 mi do Governo

Representantes da Santa Casa, Hospital Evangélico e João de Freitas se reuniram com o ministro da saúde, Alexandre Padilha, que se comprometeu em liberar os recursos

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, recebeu nesta terça-feira (6) os diretores de dois hospitais de Londrina: Fahd Haddad, da Santa Casa, e Luiz Soares Koury, do Hospital Evangélico. Ivo e Roberto Koch, diretores do João de Freitas, de Arapongas, também participaram da reunião.

Padilha se comprometeu a trabalhar na liberação de R$ 25 milhões para os três hospitais. Os recursos estão previstos em emendas parlamentares apresentadas ao Orçamento de 2012 da União pelos deputados londrinenses André Vargas (PT) e Alex Canziani (PTB). Os dois também participaram do encontro desta terça.

De acordo com as emendas, a Santa Casa ficaria com a maior parte dos recursos (R$ 20 milhões). A Irmandade vai utilizar a verba para fazer uma grande reforma de ampliação. Os outros R$ 5 milhões, se liberados, serão divididos entre os outros dois hospitais: R$ 2,5 milhões para cada unidade (Evangélico e João de Freitas). Os recursos serão utilizados na compra de equipamentos.

Segundo o deputado André Vargas, o ministro Alexandre Padilha definiu como prioridade a liberação da verba para os três hospitais. Os recursos devem ser liberados nos próximos dias.

Fonte SaudeWeb

Segurança: Em mobilidade, atenção tem que ser reforçada

Ambientes hospitalares convivem com dispositivos que vão além de iPhones e iPads

Smartphones e tablets não são os únicos dispositivos móveis usados no ambiente de saúde. Laptops e estações de trabalho sem fio, CTs móveis e MRIs, que têm endereços IP, também fazem parte do pacote e tornam o gerenciamento da segurança muito mais complexo do que em qualquer outra indústria.

Gerenciar todos esses dispositivos móveis nos ambientes de saúde também significa saber quantos desses dispositivos existem em sua organização. Isso nem sempre é tão fácil quanto parece. Antes que o Hospital Infantil de Miami implantasse o CounterACT, da ForeScout, a área de TI do Hospital acreditava ter 3 mil dispositivos em sua rede, “mas quando implantamos o CounterACT, descobrimos 5,6 mil”, contou o CIO Alex Naveira.

“Agora temos noção do que está acontecendo e temos regras para segregar os dispositivos e seus privilégios de acesso”. O CounterACT é uma plataforma de controle de segurança que identifica, automaticamente, quais dispositivos e usuários estão na rede, controla o acesso à rede, bloqueia ameaças, conserta violações de segurança em pontos finais e mede compliance com as políticas de segurança da empresa.

“Para qualquer tipo de dispositivo, essa tecnologia protege dados de pacientes”, defendeu Naveira, em entrevista. Isso inclui o uso de “soluções de mensagens criptografadas” para comunicação entre médicos e pacientes. “É um trabalho em andamento. Eu nunca digo que está concluído. Continuamos trabalhando para melhorá-lo.”

Como a indústria da saúde é altamente regulamentada e está sob constante vigilância em relação à compliance com segurança e regras de privacidade da HIPAA, é importante que os prestadores de serviços de saúde se mantenham informados não só sobre as mais recentes tecnologias de segurança, mas, também, sobre as mais recentes ameaças. E, como Alex Naveira sugeriu, é uma batalha sem fim.

Fonte: Marianne Kolbasuk McGee | InformationWeek EUA; replicada na InformationWeek Brasil

Por SaudeWeb

Rio registra recorde de doações de órgãos para transplantes

Foram doados 110 órgãos no Estado. Rim, fígado e córnea são mais doados

O Rio de Janeiro registrou neste ano um recorde de 110 doações. Em 2010, o PET (Programa Estadual de Transplantes), da Secretaria de Saúde, registrou 80 e, em 2007, apenas 67. O recorde anterior era de 2004, com três doações a menos do que o atual.

Rim, fígado e córnea são os órgãos mais doados e, também, os mais demandados. Já o número de doações de coração, pulmão e pâncreas é bem reduzido, devido, principalmente, à condição físiológica dos doadores.

Segundo a secretaria, desde abril de 2010, quando o governo estadual criou o programa, uma série de medidas foi adotada para ampliar a captação e o número de transplantes.

Uma delas foi firmar parcerias com particulares. Atualmente, 29 hospitais e clínicas têm convênios com a secretaria. A comunicação de disponibilidade de órgãos e a logística de transporte também melhoraram.

“As doações passaram a ser mais bem organizadas no estado. Hoje, temos o Disque Transplantes – 155, uma sede própria e podemos contar com helicópteros e carros para transportar nossa equipe e os órgãos doados”, disse o coordenador do programa, Eduardo Rocha.

O coordenador informou que, nos próximos meses, serão criadas as organizações de procura de órgãos no estado. Cada organização será formada por equipes especializadas na identificação, manutenção, captação de órgãos e tecidos para transplantes e em entrevistas familiares.

Fonte SaudeWeb

A importância do BI para o crescimento das empresas

Para especialista em informática, a ferramenta aliada à inteligência humana são fundamentais para o sucesso da empresa

Muitas empresas ainda não se deram conta de que crescimento e prosperidade estão cada dia mais interligados a duas letras: BI (Business Intelligence). Imprescindíveis para quem quer fazer a diferença, esse sistema, sendo bem utilizado, é capaz de otimizar ações, como o alinhamento de estratégias, o gerenciamento de crises, os planos de expansão, entre outras.

O conceito surgiu há 12 anos, mas tem ganhado importância nos últimos cinco, pela sua capacidade de planejamento e de gerar conhecimento. No contexto atual, em que as companhias competem globalmente, esta habilidade de aprender com os próprios erros e corrigi-los a tempo, se torna um instrumento de importante valor. Com sofisticados relatórios em mãos é possível, por exemplo, descobrir o comportamento dos clientes que ligam para os call centers. Tendo a capacidade de unir situações tão abrangentes é possível visualizar melhor o cenário e traçar uma estratégia mais consistente.

A ferramenta também pode reduzir os custos dos processos, tornando-os mais rentáveis. Isso sem contar que, com ela, a empresa provavelmente se tornará mais ágil na tomada de decisões. Esse mundo de possibilidades que se abre é consequência das informações obtidas pelas corporações, especialmente se forem novidades no mercado.

De posse desses dados, os empresários têm a possibilidade de projetar rapidamente centenas de estimativas para subsidiarem seus projetos e programas de novos negócios. As chances de acerto crescem substancialmente, pois os cenários tornam-se muito mais completos e transparentes para descobrir quais são as próximas tendências.

Ou seja, a inteligência de mercado funcionando como matéria-prima principal para o crescimento empresarial. Mas é preciso fazer algumas considerações, que são fundamentais para o BI funcionar. A principal é a qualificação do quadro profissional, a expertise humana. Sem ela, o sistema é um verdadeiro “elefante branco”. Se não houver pessoas que compreendam e analisem os dados para transformá-los em conhecimento, perde-se uma oportunidade de levar inovação para a empresa.

Outro fator é a necessidade de haver um planejamento eficaz, que dê sustentação durante todo o processo. É preciso uma coleta de dados sistemática durante um período de, em média, cinco anos.

Muitas companhias ainda têm resistência ao BI, pelo fato de os resultados não serem imediatos. O retorno apresentado é de médio a longo prazo e o investimento pode ser considerado alto. N o entanto, aquelas que quiserem alcançar o diferencial competitivo, devem buscar a inovação. Sem BI, e sem inteligência humana, poucas serão bem-sucedidas nesse aspecto.

* Francisco Casella é Manager da Informatica Corporation e Professor do MBA Executivo da Fundação Álvares Penteado (FAAP).

Fonte SaudeWeb

HNSG abre inscrições para Residência Médica 2012

Entre as vagas oferecidas pela instituição estão: anestesiologia, cardiologia, cirurgia do aparelho digestivo, cirurgia geral, cirurgia vascular, clínica Médica, gastroenterologia, infectologia e urologia

O Hospital Nossa Senhora das Graças está com as inscrições abertas para o Concurso de Residência Médica 2012. Entre as vagas oferecidas pela instituição estão: anestesiologia, cardiologia, cirurgia do aparelho digestivo, cirurgia geral, cirurgia vascular, clínica Médica, gastroenterologia, infectologia e urologia.

Os interessados podem se cadastrar entre os dias 2 e 13 de dezembro, pelo site ou pessoalmente ou por procuração no Centro de Estudos do HNSG, de segunda a sexta-feira, das 8h30 às 11h30 e das 14h às 17h.

Durante o processo seletivo, os candidatos devem passar por três fases, entre elas: a prova teórica que será realizada na primeira fase, no dia 16 de dezembro, das 18h às 21h. Já na segunda fase, no dia 17 de dezembro, os candidatos farão a prova prática, das 8h às 12h. E para finalizar a seleção, os candidatos pré-aprovados na primeira e segunda fase do concurso passaram pela análise curricular.

Para participar são necessários alguns documentos como: Fotocópia do diploma médico ou declaração de conclusão de curso; comprovante de revalidação de diploma ou processo de revalidação em andamento em instituição pública, de acordo com a legislação vigente, para o médico estrangeiro ou brasileiro que fez a graduação em medicina no exterior; certificado de residência médica (especialidades com pré–requisitos); fotocópia da carteira de identidade; fotocópia do CPF e 02 fotos 3X4 datadas de 2011.

Informações: As inscrições podem ser realizadas no Centro de Estudos do HNSG ou pelo site http://www.hnsg.org.br/. O manual do candidato também estará disponível no site. O valor da taxa de inscrição é R$ 250,00. Mais informações pelo telefone: (41) 3240-6639. O HNSG fica localizado na Rua Alcides Munhoz, 433 – Mercês – Curitiba/PR.

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