Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!


sábado, 24 de setembro de 2011

Mastectomia: Estresse no período pré-operatório pode causar ansiedade e depressão

Período pré-operatório para realização da mastectomia pode gerar estresse e depressão

As pacientes no período pré-operatório para a realização da mastectomia sofrem graus variados de estresse psicológico podendo desenvolver ansiedade e depressão. A ansiedade gerada neste período está diretamente relacionada ao ambiente não familiar, à perda de controle da situação, ao medo da dor pós-operatório e da morte.

Esta ansiedade pode desenvolver diversas reações psicossomáticas desfavoráveis, como o aumento da freqüência cardíaca e da pressão arterial, sendo que, na maioria das vezes, estas alterações orgânicas fazem com que, as cirurgias sejam adiadas, aumentando assim o tempo de internação da paciente, podendo comprometer a qualidade de vida da paciente e sua família.

Outro agravante é a depressão que pode aparecer no início da doença ou surgir após a cirurgia e outros tratamentos. Tendo que enfrentar a doença, deprime-se diante de tantas mudanças e novas readaptações que serão estabelecidas pelo tratamento.

Esta depressão na maioria das vezes tende a aumentar quando a paciente necessita de internação hospitalar. Isso é motivo de grande apreensão e sofrimento, pois exige um afastamento de tudo aquilo que lhe é familiar e conhecido, que na fantasia da paciente trará vivências de isolamento, abandono e rompimento de laços afetivos, sociais e profissionais.

A paciente tem dificuldade de se reconhecer nessa fase, pois estando apreensiva com sua condição, muitas vezes sentindo dores e mal-estares, teme por sua vida ou por seqüelas que objetiva ou subjetivamente possam ocorrer. A paciente se vê limitada em seus recursos para o controle dessa situação, privando-se de seu poder anterior de decisão e afastada de sua possibilidade de ação.

São compreensíveis os quadros de angústias, tão freqüentes ante as cirurgias de mama e a reação depressiva pós-operatório. As mulheres, no momento em que adoecem, ficam extremamente mobilizadas, porque tudo o que acreditam já não é tão certo assim. As pacientes se vêem dependentes dos outros para o tratamento e com muita necessidade de apoio. Percebem-se inseguras e frágeis, vindo à tona o que sempre procuraram esconder, quebrando assim a fantasia de serem auto-suficientes e inatingíveis.

Mesmo sabendo da dificuldade e angústia enfrentada pelos familiares das pacientes é importante acompanhar o seu sofrimento, compartilhar com elas a sua dor e principalmente, aceitá-las frágeis e assustadas, sendo comum o fato dos familiares estarem sensibilizados pela possível ameaça de perda.

No período pré-operatório é importante a família ajudar a paciente a encarar a situação conscientemente, objetivamente, podendo sobre a doença falar, discutir, refletir, aceitando-a ou superando-a conforme suas características e os recursos à disposição da família e da paciente. Quando isso não é possível, seja porque o problema não é consciente, seja porque não está podendo ser pensado ou falado, seja porque faltam recursos disponíveis, a tendência é a paciente lançar mão de outras formas de enfrentamento como: fantasiar, racionalizar, negar, deprimir-se, agredir, culpar ou culpar-se, isolar-se, arriscar-se, beber, fumar, trabalhar excessivamente etc.

Em relação à equipe de saúde, além da importância da maneira como se conta o diagnóstico, é necessário transmitir total segurança para a paciente em relação aos tratamentos, e principalmente em relação à cirurgia. É importante assegurá-la de que ela não estará só. Isto torna mais fácil o manejo do seu tratamento. O profissional precisa passar a certeza de que ela receberá os melhores tratamentos existentes e de que as situações temidas, serão minimizadas ao máximo.

Fonte Minha Vida

Tire suas dúvidas sobre remédios pra ansiedade

Responda o teste para saber mais sobre os efeitos dos ansiolíticos no organismo


Encontrar uma pessoa que lide bem com a ansiedade, nos dias de hoje, não é tarefa das mais simples. O excesso de tarefas, as cobranças que se multiplicam e a revoada de informações acumuladas por todos os lados formam um cenário desesperador - e, contra ele, as dicas dos especialistas incluem exercícios físicos, dietas balanceadas e alguns momentos reservados para o lazer.

A receita saudável, entretanto, nem sempre é suficiente para aliviar a sensação de descontrole e sufocamento e precisa ser complementada com o uso de medicamentos. É o caso de quem deixa de cumprir as tarefas de rotina, abandona o trabalho ou prejudica os relacionamentos por causa da ansiedade. "A prescrição é cautelosa, porque os efeitos não são imediatos e o remédio pode acabar se tornando um problema a mais na vida do paciente", afirma o psiquiatra Virgílio Almansur, clínico na Unidade Básica de Saúde Vila Dionísia.
1/10

Todos os ansiolíticos têm efeito imediato.


Fonte Minha Vida

Dois dias sem diálise elevam risco de morte, diz pesquisa

Um grande estudo publicado nesta semana questiona o modelo clássico de hemodiálise, que tem sido usado há mais de três décadas, e afirma que as três sessões semanais do tratamento não são suficientes.

Segundo pesquisadores da Universidade de Minnesota, nos EUA, o período de dois dias sem hemodiálise, geralmente no fim de semana, aumenta em 22% o risco de morte, por causa do acúmulo de líquido e de toxinas.

Além disso, o número de hospitalizações por causa de derrames e problemas cardíacos mais que dobra no dia seguinte após essa pausa.

Em geral, os pacientes com doença renal crônica fazem hemodiálise de segunda, quarta e sexta ou de terça, quinta e sábado.

Especialistas dizem que o estudo, que envolveu 32 mil pacientes e foi publicado no "New England Journal of Medicine", confirma o que eles veem nos ambulatórios.

"O dia mais delicado é após o fim de semana. Acontecem mais mortes súbitas e edemas de pulmão", afirma Paulo Ayroza Galvão, cocoordenador do núcleo de nefrologia do Hospital Sírio-Libanês.

SOLUÇÃO
No Hospital das Clínicas da USP, cerca de 20 pessoas já fazem a hemodiálise diariamente, com bons resultados.

"Nossa experiência bate com o resultado do estudo. Todos tiveram melhor qualidade de vida", diz Hugo Abensur, professor da USP e responsável pela hemodiálise do Hospital das Clínicas.

Essa melhora acontece porque o paciente acumula menos líquido e toxinas entre um dia e outro e sai menos debilitado da sessão. A hemodiálise diária, no entanto, pode ser mais aplicável para pacientes com maior risco de complicações.

"Não digo que a solução seja a diária. Pode ser que uns precisem de quatro, outros de cinco sessões por semana."

MUDANÇA
Para Daniel Rinaldi, presidente da Sociedade Brasileira de Nefrologia, o modelo atual vai ter de ser revisto.

"Sabemos que o paciente que faz diálise todo dia se sente melhor, e que o esquema que oferecemos talvez não seja o mais adequado."

O problema, diz Rinaldi, é que a diálise no Brasil já enfrenta uma crise: há poucas clínicas, muitas delas, sucateadas, o custo do tratamento está defasado e há demora no repasse do governo.

"O serviço está inadequado, mas aumentar as sessões pode se tornar inviável por falta de estrutura financeira e física. De toda forma, é obrigação nossa dar o melhor tratamento ao paciente."

Arte
Fonte Folhaonline

Hospital oferece hemodiálise durante a noite há um mês

O Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, começou a oferecer, há um mês, o primeiro programa de hemodiálise noturna longa do país.

São três sessões por semana, mesmo número do modelo tradicional. Mas, em vez de durar três ou quatro horas, cada uma leva oito horas.

Quatro pacientes (que têm de dormir no hospital para fazer as sessões) participam do programa, e outros três devem começar o tratamento nas próximas semanas.

Segundo Claudio Luders, médico responsável pelo serviço de diálise do Sírio-Libanês, a diálise noturna longa é feita há mais de 30 anos na França. EUA e Canadá têm programas similares.

"Esse modelo aumenta a sobrevida em 50%."

Algumas das vantagens são o melhor controle da pressão e a normalização da disfunção cardíaca. Além disso, os pacientes não perdem dias de trabalho.

Luders diz que o programa pode ser expandido.

Fonte Folhaonline

Número de doação de órgãos cai 5% em SP, em 2011

Depois de registrar recorde histórico de doadores de órgãos em 2010, o número no Estado de São Paulo teve uma queda de 5% em 2011, segundo balanço da Secretaria da Saúde.

Houve 603 doações de janeiro a 15 de setembro, contra 635 no mesmo período no ano passado. Apesar disso, o número é superior aos 409 doadores computados entre janeiro e setembro de 2009.

O total de transplantes realizados em São Paulo caiu 6,6% até o dia 15 de setembro. Foram 1.583 procedimentos, contra 1.696 no mesmo período em 2010. No ano anterior, foram 1.376 cirurgias até a metade de setembro.

Apesar da queda, a taxa média de 19,5 doadores paulistas por milhão de população em 2011 é superior a de países como a Argentina (14,3), cuja população estimada é semelhante a do Estado.

Até 15 de setembro deste ano, houve 49 transplantes de coração, 89 de pâncreas, 1.004 de rim, 420 de fígado e 21 de pulmão. Os dados não computam transplantes intervivos.

Fonte Folhaonline

Só 1% dos hospitais têm normas rígidas contra as infecções

Apenas 1% dos hospitais seguem à risca normas que evitam infecções hospitalares, segundo dados coletados pela Anbio (Associação Nacional de Biossegurança) na literatura médica brasileira.

Por isso, os índices de contaminação em hospitais podem chegar a 80% em algumas instituições de saúde.

Isso significa que, nos piores hospitais brasileiros, oito em cada dez pacientes são contaminados por micro-organismos e adquirem enfermidades diferentes daquelas que os levaram ao hospital.

A Anbio apresentou os dados no 7º Congresso Brasileiro de Biossegurança, em Joinville (SC). No mesmo evento, anunciou que implantará, a partir de janeiro, uma espécie de "ISO da biossegurança" emitido para hospitais.

Desde 1997, todos os hospitais do país são obrigados por lei a terem comissões internas e programas de controle de infecção hospitalar.

Apesar disso, 24% dos hospitais do Brasil ainda não contam com essas comissões, de acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Hoje, hospitais públicos e privados são visitados pela vigilância sanitária local, mas não há nenhum tipo de certificação.

Os procedimentos obrigatórios nos hospitais são, por exemplo, a higienização das mãos dos profissionais, da pele do paciente e dos instrumentais hospitalares.

Essas três atividades, quando mal realizadas, por desconhecimento ou excesso de trabalho, são as principais causas de infecção nos hospitais. O números de mortos chega a 100 mil ao ano.

"Mas isso são estimativas. Faltam dados sobre as contaminações", diz Leila Macedo Oda, presidente da Anbio.

O infectologista da Unesp (Universidade Estadual Paulista) Carlos Magno Fortaleza concorda. Ele faz parte de um estudo financiado pelo governo federal que está justamente atrás de dados oficiais sobre infecção hospitalar.

"O que se sabe é que os países em desenvolvimento têm uma taxa de infecção hospitalar cinco vezes maior do que os ricos", diz Fortaleza.

"ISO DOS HOSPITAIS"
Assim como no ISO fornecido às empresas, o certificado de biossegurança dos hospitais será emitido após uma auditoria da Anbio e será renovado a cada dois anos.

O custo disso vai variar de acordo com o tamanho e a complexidade das atividades realizadas por cada hospital.

"Mas será mais barato que os processos conduzidos por pacientes por causa de contaminação", diz Oda.

"Discutimos a estrutura dos aeroportos para receber a Copa, mas esquecemos que os hospitais não estão preparados para receber etnias que vão trazer novos micro-organismos. Será uma loucura."

Editoria de arte/ Folhapress
Fonte Folhaonline

Almoxarifado de medicamentos

Este setor compreende as seguintes atividades:

Receber materiais;
Guardar;
Localizar;
Assegurar;
Preservar;
Entregar.

Para um funcionamento satisfatório, a organização do almoxarifado deve proporcionar:

Pronto acesso aos itens;
Alto grau de flexibilidade do arranjo físico;
Eficiente organização do espaço
Redução da necessidade de equipamentos;
Minimização das perdas por deterioração
Minimização das perdas por desvio
Garantia dos requisitos de segurança individual e coletiva.

Ambientes:

Recebimento e quarentena
Área geral e estocagem
Termolábeis
Controlados
Inflamáveis

Aspectos construtivos / Considerações ambientais

O espaço ocupado deve ter o máximo de flexibilidade,isto é, ajustar-se às necessidades e ocupar um mínimo de espaço.
As paredes devem ser laváveis.
O piso deve ser lavável e antiderrapante.
O ar deve circular sem anteparos por toda a seção.
A luminosidade deve ser bem distribuída, permitindo boa visualização dos itens e respectiva identificação, mas disposta de modo que não incida diretamente sobre os produtos armazenados; não deve haver incidência direta de luz solar sobre os produtos.
Temperatura ambiente (entre 15º e 30ºC)
Proteção contra incêndio
Proteção contra insetos e roedores
Proteção contra roubos e furtos

Equipamento/mobiliário

Estantes
Estrados
Rede de frio (geladeira doméstica, freezer, refrigerador, câmara fria)
Balança
Empilhadeira
Escada

Ordenação dos produtos

Ordem alfabética do nome genérico
Ordem alfabética do nome comercial
Grupo farmacológico
Forma farmacêutica
Código do produto
Ordem de entrada

Cuidados gerais

Dispensar o estoque mais antigo em primeiro lugar
Estoques que vencem primeiro devem ficar na frente
A arrumação dos itens deve facilitar sua localização
Observar o espaçamento para as paredes
Os produtos não devem ser colocados diretamente sobre o piso ·
Observar as condições de estocagem conforme a monografia de cada produto
Respeitar o empilhamento máximo
Observar sinais de instabilidade
Observar a rotulagem, principalmente dos produtos embalados ·
Informar ao cliente os cuidados necessários s.
Com relação à embalagem, o recipiente deve ser o correto e o fechamento adequado

Fonte hospitalgeral