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sábado, 28 de julho de 2012

Segredos para ter sucesso na carreira

Conheça 15 dicas de ouro para quem quer chegar ao topo, reveladas na pesquisa com executivos de marketing. Servem para todas áreas

Conhecimento técnico é fundamental para qualquer profissional em todas as áreas de atuação, mas o que diferencia quem chega ao topo da carreira são justamente conceitos como garra, criatividade, ousadia e senso de oportunidade. Essa é uma das conclusões da pesquisa feita pelo Profissional de Marketing com executivos dessa área de atuação sobre quais são os principais caminhos que guiaram esses profissionais para o topo da carreira.

Dicas de ouro
Os entrevistados pela pesquisa são profissionais de marketing que chegaram ao topo da carreira. Além dos dados sobre formação e atributos que os levaram ao sucesso, eles deram orientações para quem está começando e que valem para qualquer outras áreas de atuação.


Vejas as 15 principais dicas de ouro desses profissionais:
1. Seja ousado e inovador.

2. Tenha foco no consumidor.

3. Seja antenado e com visão abrangente do mercado.

4. Busque resultados.

5. Trabalhe bem em equipe.

6. Desenvolva técnicas de relacionamento.

7. Dedicação e trabalho duro.

8. Conheça o seu negócio em detalhes.

9. Mantenha-se atualizado, estude.

10. Seja sempre um estrategista.

11. Aprimore suas técnicas.

12. Entenda a cultura de sua empresa.

13. Avalie seu trabalho com boas métricas.

14. Seja ético.

15. Utilize a intuição

Jovens e ousados
Os profisisonais de marketing ouvidos pela pesquisa mostram que a maioria (quase 70%) chegou ao topo da carreira em menos de dez anos de trabalho, um grupo de 26,6% tem uma trajetória de 11 a 15 anos, e apenas 13,3% demoraram mais de 15 anos para fazer esse caminho.

Outra parcela significativa, de 54%, está no cargo há menos de dois anos, e 60,5% têm menos de 40 anos. A maioria é formada em administração, marketing e publicidade, seguidos de engenheiros e economistas.

Fonte iG

Desenho animado quer incentivar debate sobre cirurgias plásticas vaginais

Filme é iniciativa de ONG preocupada com o aumento na procura por operações como a labioplastia, de efeito desconhecido.

Preocupada com um aumento no número de mulheres procurando cirurgias plásticas vaginais, uma ONG britânica lançou um desenho animado para incentivar o debate sobre o assunto.

O filme, da artista Ellie Land, foi financiado pelo Wellcome Trust - que fomenta pesquisas sobre questões ligadas à medicina - e intitula-se Centrefold.

O título, um jogo de palavras, quer dizer "dobra central" em tradução livre. O termo é normalmente usado em referência à página central de um jornal.

O desenho mostra três mulheres discutindo como a cirurgia conhecida como labioplastia ou labiaplastia (para redução dos pequenos lábios) afetou suas vidas.

No ano passado, o Serviço Nacional de Saúde da Grã-Bretanha, (NHS na sigla em inglês), realizou mais de 2 mil labioplastias no país e nos últimos cinco anos a procura aumentou cinco vezes.

Especialistas acreditam que o número total de cirurgias seja muito maior quando incluídas as operações feitas no setor privado de saúde, onde o procedimento pode custar mais de RS$ 9 mil.

Apesar do aumento no número de cirurgias, não há diretrizes do NHS especificando qual deve ser o tamanho e o formato dos genitais femininos.

Pesquisadores dizem que muito pouco é sabido a respeito dos efeitos, a longo prazo, da operação.

As mulheres envolvidas, eles alertam, não estão recebendo suporte psicológico adequado ao optar pela cirurgia.

Ansiedade
Uma das personagens, Jessie (as personagens são baseadas em mulheres reais entrevistadas para o filme), conta que costumava passar horas olhando revistas e procurando por mulheres que tivessem lábios da vagina pequenos semelhantes aos seus. Ela diz que nunca encontrou nenhuma.

Para ela, isso era "mais uma prova" de que havia "algo errado" com ela e isso fazia com que se sentisse "anormal".

Ela tinha sonhos recorrentes onde imaginava seus pequenos lábios se enrolando em seu pescoço como se fossem um lenço.

(No sonho) "havia pessoas paradas em torno, rindo e apontando para mim", conta Jessie no filme.

"Logo após a operação eu sonhava que (os pequenos lábios) cresciam de novo e eu acordava em pânico".

Um ano após a operação, os sonhos cessaram. Jessie conta que se sente "boba" falando sobre isso, mas diz que o problema era grande o suficiente para lhe causar ansiedade diariamente.

Vagina de Designer
Emma, outra das personagens, também achava que sua vagina era anormal. Antes da cirurgia, ela disse que seus pequenos lábios eram "muito longos, escuros, elásticos. Eles tinham uma aparência nojenta, enrugada".

"Era a única coisa na minha vida que me deprimia. Estava muito animada para fazer a labioplastia. Eu achava que ia ser o fim dos meus problemas. Achava que (minha vagina) ia ficar bonita, como uma pequena vagina de designer".

Embora a vagina de Emma seja menor hoje em dia, ela ainda está infeliz com a aparência dos seus pequenos lábios.

Suporte Psicológico
Mulheres que procuram a labioplastia precisam de mais oportunidades para discutir suas preocupações, disse a psicóloga dos hospitais da University College London Lih-Mel Liao.

"Preocupações a respeito dos pequenos lábios são, essencialmente, (um problema) psicológico. Quando uma mulher diz que está preocupada com seus pequenos lábios, cirurgiões podem ouvir o termo 'pequenos lábios' e operar, mas eu ouço a palavra 'preocupação'".

"Fica difícil quando a cirurgia é anunciada como uma solução simples e direta. Isso dificulta que essas mulheres abordem o que está ocorrendo do ponto de vista psicológico".

Ela acrescenta que psicólogos não são convidados a participar do processo e a cirurgia é apresentada como "a solução óbvia".

Última Moda
A British Association of Aesthetic Plastic Surgeons, associação britânica de cirurgiões plásticos, está pedindo que pessoas que desejam fazer cirurgias plásticas tenham de passar, obrigatoriamente, por uma avaliação psicológica.

Segundo a entidade, um estudo recente revelou que testes psicológicos de rotina foram feitos em menos de 35% das clínicas.

Liao acredita que a ansiedade de uma mulher, ou a insatisfação com certas áreas de sua vida, podem se manifestar na forma de preocupações com o corpo.

"A cirurgia tem seu papel, mas precisa ser encarada como o último recurso", acrescenta.

A ginecologista britânica Sarah Creighton disse que meninas com apenas 11 anos de idade já a procuraram para pedir a cirurgia.

Ela concluiu que, embora uma pequena porcentagem de mulheres tenha de fato alguma anormalidade nos pequenos lábios, na maioria dos casos, as pacientes preocupadas com o assunto têm o que ela consideraria ser vaginas de tamanho normal.

A moda da depilação mais radical deixa os pequenos lábios mais expostos, o que contribui para que mais mulheres busquem a cirurgia, disse Creighton.

"O que deveríamos fazer é considerar que alternativas existem no lugar da cirurgia para que as mulheres tenham outras opções, em vez de recorrer a uma operação sobre a qual sabemos muito pouco", recomenda.

Fonte Estadão


Remédios antigos: Bentyl gotas

Remédios sem receita médica voltam a ser vendidos fora do balcão das farmácias

Remédios de venda livre devem ficar em área separada da de produtos como cosméticos e dietéticos e devem ser organizados por princípio ativo

Resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autoriza desde onte,  sexta-feira, 27, a venda de medicamentos isentos de receita médica em gôndolas de farmácias e drogarias de todo o país, ficando ao alcance direto do consumidor. A medida foi publicada no Diário Oficial da União.

De acordo com a resolução, os remédios de venda livre devem ficar em área separada da de produtos como cosméticos e dietéticos e devem ser organizados por princípio ativo para permitir a fácil identificação pelos consumidores.

O texto também exige que, na área destinada aos remédios de venda livre, sejam fixados cartazes com a seguinte orientação: “Medicamentos podem causar efeitos indesejados. Evite a automedicação: informe-se com o farmacêutico.”

Até então, uma resolução da Anvisa, publicada em 2009, obrigava a venda dos remédios isentos de prescrição médica atrás do balcão do farmacêutico. Por meio de nota, o órgão informou que a determinação foi amplamente questionada pelo setor e rendeu cerca de 70 processos judiciais. Nos últimos meses, 11 estados criaram leis estaduais e reverteram a proibição da venda nas gôndolas.

Um estudo, segundo a agência, demonstrou que a decisão de posicionar os remédios de venda livre atrás do balcão não contribuiu para reduzir o número de intoxicações no Brasil. O relatório apontou também uma maior concentração de mercado, que evidencia a prática da “empurroterapia” e prejuízo ao direito de escolha do consumidor.

Em abril deste ano, o tema foi submetido a uma consulta pública, que ficou aberta por um período de 30 dias. A maioria das contribuições, segundo a Anvisa, apontava para reverter a proibição. A agência reguladora promoveu também uma audiência pública sobre o assunto.

“A partir das evidências de que a resolução, no que diz respeito ao posicionamento dos medicamentos isentos de prescrição, não trouxe benefícios ao consumidor, a diretoria colegiada da Anvisa decidiu alterar a norma e permitir que os medicamentos de venda livre sejam posicionados ao alcance do consumidor nas gôndolas das farmácias e drogarias do país”, concluiu.

Fonte Estadão

Hepatite C: Você tem certeza que não tem?

SUS oferece teste para infecção generalizada

Antes restrito à rede privada de saúde, exame rápido tem ajudado os médicos a medir o nível da doença

A infecção generalizada - sepse, no jargão médico - causa 400 mil mortes por ano no Brasil. Mais da metade dos pacientes que desenvolvem esse tipo de infecção não resiste. Entre os desafios dos médicos está o de determinar o nível de infecção e evitar doses excessivas de antibiótico.

 
Um teste rápido - o biomarcador de procalcitonina - tem ajudado os profissionais a direcionar o tratamento. Antes restrito à rede particular, o exame passou a ser oferecido a pacientes do SUS em hospitais como A.C. Camargo, em São Paulo, Servidores do Estado e Hospital Central da Aeronáutica, ambos no Rio.

A procalcitonina (PCT) é uma substância encontrada em baixas concentrações em pessoas saudáveis. Durante grave infecção bacteriana, o organismo a libera em grande quantidade. O tratamento é feito com antibiótico.

"Não existem dados exatos que indiquem por quantos dias deve se dar o medicamento para o paciente em UTI. No paciente grave, se der antibiótico em quantidade insuficiente, ele não vai se curar totalmente. Se der muito, há o risco de se criar uma bactéria resistente a antibiótico, o que no ambiente de UTI pode ser catastrófico", explica o médico intensivista Rodrigo Deliberato, do Hospital Albert Einstein, que defende, no fim do ano, tese de doutorado sobre o uso da PCT em pacientes com sepse.

Ao dosar a PCT, o médico consegue avaliar a gravidade da infecção e se o paciente está reagindo ao tratamento. Também pode indicar a necessidade de troca do remédio. No trabalho que apresentará, Deliberato estudou 80 pacientes. "É seguro usar como guia para suspender o antibiótico sem piorar o desfecho clínico, com possível benefício na questão de redução do custo."

Outro teste tem facilitado o diagnóstico rápido do micro-organismo que provocou a infecção, o Septifast. Esse exame detecta o DNA de bactérias e fungos e dá o resultado em até seis horas - a hemocultura (exame no sangue para isolar e identificar os micro-organismos) pode levar de 24 horas a 72 horas.

Hoje, somente o Einstein, em São Paulo, o Laboratório Richet, no Rio, e o Hospital Regional (MS) oferecem o exame.

"A cada hora que o paciente não é tratado ou é tratado de forma errada, aumenta em 8% o índice de mortalidade. Esse teste detecta o material genético de 25 bactérias e fungos, que respondem por 90% dos casos de sepse", afirma o patologista Hélio Torres Filho, presidente da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e diretor médico do Richet.

Sintomas. Ao contrário de outras doenças, a sepse não tem sintomas específicos. "A principal ferramenta para o tratamento é o médico e a equipe multiprofissional pensarem nos sinais de alerta: febre, alteração no estado de consciência e frequência cardíaca e respiratória altas", afirma Reinaldo Salomão, presidente do Instituto Latino Americano para Estudo da Sepse (Ilas) e professor da Escola Paulista de Medicina (Unifesp).

Um estudo do Ilas aponta que os pacientes atendidos em pronto-socorro são mais diagnosticados com sepse que aqueles internados em UTI. "O pronto-socorro é porta de entrada do hospital. Muitas vezes o paciente desenvolveu a sepse em casa. É importante o ficar atento a alterações do paciente. Pessoas idosas podem ficar mais confusas ou mais sonolentas. A família acha que o avô está mais sossegado e demora para perceber que é um sintoma grave de disfunção orgânica", alerta Salomão.

Fonte Estadão

Universitária morre depois de esperar leito do SUS por 3 dias

Estudante aguardava internação para se tratar de uma colecistite aguda calculosa - inflamação e cálculos na vesícula

ARAÇATUBA - Uma universitária morreu nessa quinta-feira, 26, enquanto esperava por um leito do Sistema Único de Saúde (SUS) no Pronto-Socorro Central de Bauru (PSC), no interior de São Paulo. Dryelli Carla Alves de Brito, de 22 anos, aguardava a internação para tratamento de colecistite aguda calculosa (inflamação e cálculos na vesícula). Outras 47 pessoas também estavam na fila.

A estudante deu entrada no sistema no dia 22, num posto de saúde de bairro, e esperava a internação deitada numa maca no corredor do PSC. No dia 24, seu estado se agravou, mas quando conseguiram a transferência para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Promissão, cidade a 122 quilômetros de Bauru, já era tarde. A moça morreu sem que fosse transferida.

Este não é o único caso registrado na cidade nesta semana: na última segunda-feira, 23, o aposentado Antonio Toledo, de 76 anos, morreu depois de aguardar por quatro dias uma vaga numa UTI. Ele entrou no sistema no dia 19 com sintomas de síndrome respiratória grave e morreu no dia 23, sem que a vaga fosse disponibilizada.

Responsabilidades e acusações. As mortes ocorrem há mais de um ano. Entre maio e junho do ano passado, 30 pessoas morreram enquanto esperavam, improvisadas no PSC, por vagas de internação. As autoridades de saúde trocam acusações. O município diz que o Governo do Estado não consegue disponibilizar as vagas no tempo necessário e a Secretaria da Saúde nega qualquer responsabilidade pelas mortes, afirmando que o município não faz os pedidos corretamente.

O diretor do PSC, Luiz Antônio Sabbag, disse que outras mortes já ocorreram e novas deverão acontecer devido ao mesmo problema. Nesta sexta-feira, 25 pessoas aguardavam por internações sem que houvesse leitos para todas elas.

Fonte Estadão

Fumária

Resumo
Planta medicinal com uma ação sobre o sistema digestivo, em particular na vesícula biliar, frequentemente se apresenta como um chá ou em cápsulas.

Nome
Nome: Fumária, erva-molarinha, erva-pombinha, fumo-da-terra, moleirinha, fel da terra
Nome latim: Fumaria officinalis
Nome inglês: common Fumitory, earth smoke
Nome francês: fumeterre, fiel de terre, herbe à la jaunisse,...
Nome alemão: Gewöhnliche Erdrauch
Nome italiano: fumaria officinalis
Nome espanhol: palomilla o sangre de Cristo

Família
Papaveráceae

Componentes
Alcalóides (protopina), ácido orgânico (ácido fumárico), taninos e flavonóides.

Partes utilizadas
Floração

Efeitos
Depurativo, ação sobre o sistema digestivo, tônico, normaliza a secreção da bílis (aumenta a secreção da bili).

Indicações
- indigestão (dificuldade na digestão), estômago pesado, náuseas (incluindo náuseas em mulheres grávidas)

- distúrbios do trato biliar (como os cálculos biliares)

- constipação (em alguns casos)

Efeitos secundários
-

Contra-indicação
-

Interação
-

Preparações
- Chá
- Xarope
- Cápsulas

Onde cresce?
A fumária cresce na Europa, Ásia e até no norte da África (zonas temperadas). A fumária cresce em campos, terrenos baldios, hortas, etc.

Quando colher?
A floração ocorre de maio a setembro. À medida que se colhe a planta inteira sem raízes, em nossa opinião a melhor época para colheita da fumaria é de maio a setembro.

Observações
A fumária é uma das poucas ervas que funcionam de forma eficaz, de acordo com vários livros sobre este assunto, na vesícula biliar (ação na formação e secreção da bílis), por exemplo, para aliviar a dor em caso de cálculos biliares. Além disso, é possível através da fumária normalizar a secreção de bile. Uma planta para tentar em caso de distúrbios biliares!

Para aumentar o seu efeito, a fumária pode ser associada a outras plantas medicinais, como a viola tricolor.

Fonte Criasaúde

Genérico para animais pode não ser tão atrativo para fabricantes e consumidores, avalia indústria

Brasília - A expectativa em torno da redução de custos com a autorização do uso de produtos genéricos veterinários pode tomar rumos diferentes do que ocorreu em relação aos medicamentos de uso humano. Nem a indústria nem alguns segmentos do governo acreditam que, inicialmente, os preços dos novos produtos para o tratamento de animais sejam significativamente mais atrativos para fabricantes e para consumidores em relação aos dos produtos convencionais.

O conservadorismo em relação aos efeitos da lei que entrará em vigor no final de outubro é resultado das exigências cobradas para autorização de novos produtos. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento vai concluir os detalhes da regulamentação para registro dos produtos em 90 dias. Além dos testes para comprovar equivalência de efeitos em relação aos medicamentos convencionais, deve ser mantida a obrigatoriedade de testes de resíduos.

“A lei precisa ser atrativa para o empresariado que precisa ver a produção de genéricos como oportunidade de negócio, baseado no custo da produção”, disse o diretor executivo da Associação de Laboratórios Farmacêuticos Nacionais (Alanac), Henrique Tada. Segundo ele, a manutenção das exigências faz com que os preços dos novos produtos fiquem nos mesmos patamares dos cobrados pelos itens convencionais.

“Na área humana, o estudo de bioequivalência substitui os estudos clínicos, que são mais caros. Para produtos veterinários não é possível transpor o beneficio, porque as exigências se equiparam”, acrescentou.

O diretor do Departamento de Fiscalização de Insumos Pecuários do Ministério da Agricultura, Fernando Silva, reconheceu que as margens da indústria de produtos veterinários são “bastante reduzidas” e que a comprovação do resíduo significa um custo adicional para o genérico. Esses testes são importantes porque garantem que não exista acúmulo de resíduos de medicamentos ou vacinas, por exemplo, em produtos consumidos pelo homem, como mel, leite, queijo e carne.

“Não há como flexibilizar. É uma questão de saúde publica. A indústria tem que comprovar que o produto é seguro para o consumidor e não apenas para os animais”, explicou. Fernando Silva acrescentou que a redução de custos pode ser negociada em um outro momento, com pleitos por redução tributária e fiscal. “A redução de custos não pode é ser jogada para questões que garantem qualidade e segurança para todos”, reforçou.

Além do problema de saúde pública, os técnicos do ministério alertam para restrições de mercado. Há dois anos, por exemplo, os Estados Unidos suspenderam o comércio com o Brasil depois de identificar em uma carga de carne brasileira a presença de resíduos do antiparasitário ivermectina.

Para que o novo negócio seja atrativo, a indústria não apela apenas para o custo de produção, mas também critica a morosidade nos processos de registro de produtos. Fernando Silva reconhece que o trâmite de autorização de novas substâncias e fórmulas pelo Ministério da Agricultura tem superado o prazo estipulado em lei, que é seis meses. “Estamos levando entre oito meses e um ano com as análises. Na nossa área, falta pessoal qualificado. A indústria já chega com toda a documentação pronta, mas a avaliação requer gente qualificada”, justificou o diretor.

A falta de técnicos também afeta o setor de fiscalização, que é responsável por verificar o cumprimento das regras. Segundo Silva, há a perspectiva de concursos para o ingresso de novos profissionais, mas sem data prevista. O quadro de fiscais tem, atualmente, quase 400 vagas abertas, antes ocupadas por servidores que se aposentaram. Para Benedito Fortes de Arruda, presidente do Conselho Federal de Medicina Veterinária, a falta de fiscais pode comprometer os benefícios que a nova lei pode trazer para o setor.

“Não existe fiscalização adequada nas casas que comercializam produtos veterinários. Vamos encontrar uma gama de produtos que vão de R$ 2 a R$ 200 por dose. Alguma cosia deve estar errada”, disse. Arruda acrescentou que pequenos laboratórios “de ponta de rua”, vendem produtos inadequados. “Como não tem fiscalização, os laboratórios estabelecidos que fazem os estudos exigidos são prejudicados por esses outros atravessadores.”

Fonte Agência Brasil

A automedicação é pode fazer mal à sua saúde

Conselho de Enfermagem do Rio vai à Justiça contra proibição de partos em casa

Rio de Janeiro - O Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ) entrou ontem (27) com uma ação civil pública na Justiça Federal contra as resoluções 265 e 266/2012 do Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj), que proíbem desde o dia 19 a participação de médicos obstetras em partos em casa e a presença das obstetrizes (profissionais da área de saúde que acompanham as gestantes no pré-natal, parto e pós-parto), doulas (acompanhantes) ou parteiras em ambientes hospitalares.

Para o presidente do Coren-RJ, Pedro de Jesus, a decisão é ditatorial e prejudica a equipes dedicadas ao parto domiciliar. “A mulher que quiser ter parto domiciliar vai continuar tendo, pois o enfermeiro obstetra é amparado por lei a realizar o parto, mas é óbvio que a equipe ficará desfalcada, pois a falta de um integrante da equipe; seja médico, enfermeiro, doula ou psicólogo; prejudica o parto humanizado.”

Segundo o presidente, o Cremerj não tem fundamento legal ou dados estatísticos para fundamentar o argumento de que o parto domiciliar e as doulas representam riscos à saúde das mães e dos bebês.“O Brasil é um dos líderes em partos de cesárea e de mortes maternas. Segundo o Ministério da Saúde, cerca de 97% dos partos no Brasil são feitos em hospitais e aproximadamente 58 a cada 100 mil mulheres morrem no parto, a maioria devido às infecções hospitalares. No Rio, nenhuma mãe ou bebê morreu durante o parto domiciliar.” Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), é considerado índice aceitável de mortalidade materna 20 mortes para cada 100 mil partos.

Dos cerca de mil partos feitos no Rio de Janeiro este ano, apenas 37 apresentaram complicações e todas as mulheres foram atendidas a tempo, de acordo com o presidente do Coren. “O parto natural mexe no bolso de muita gente que lucra com a hospitalização do parto e teme perder dinheiro se as mães passarem a optar por não fazer cesáreas”, disse o enfermeiro.

O conselho discorda de um ponto da estratégia Rede Cegonha, do Ministério da Saúde, que prevê a capacitação e qualificação de doulas e parteiras tradicionais, muito comuns nas regiões afastadas do país, onde há falta de hospitais e médicos.

Para a vice-presidente do Cremerj, Vera Fonseca, o crescimento dos partos domiciliares pode significar aumento nos índices de mortalidade das mães e dos bebês.“Defendemos a diminuição do número de cesáreas, mas não substituindo um risco por outro, colocando a paciente dentro de casa. Defendemos as enfermeiras obstetrícias e o parto humanizado, mas não com pessoas sem curso universitário. Nossas mães estão morrendo por falta de centro de tratamento intensivo, bancos de sangue suficientes e equipes completas”, justificou.

Segundo a obstetra, é dever do Ministério da Saúde equipar cada vez mais as maternidades e contratar médicos e profissionais de saúde e não incentivar doulas ou partos domiciliares como alternativa à falta de estrutura que o Estado deveria oferecer.

Nos últimos dias, a Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro recebeu reclamações de gestantes que desejam ter o parto acompanhado por doulas no hospital. Assim como o Coren, os defensores também estudam acionar a Justiça contra as resoluções do Cremerj.

A defensora do Núcleo de Primeiro Atendimento de Madureira, na zona norte da cidade, Karine Terra, explicou que o órgão já está ingressando com ações individuais. “Muitas gestantes procuraram a defensoria indagando se haveria uma ação judicial para poderem ter o parto acompanhado de uma doula. Estamos tentando garantir seus direitos caso a caso. Os núcleos especiais de Defesa dos Direitos das Mulheres e dos Direitos Humanos resolveram ontem abrir um processo administrativo para embasar uma futura ação de tutela coletiva.”

Enquanto as resoluções do Cremerj estiverem em vigor, quem desobedecer responderá a processo disciplinar. No dia 5 de agosto, o Coren, movimentos de mulheres, organizações de direitos humanos, associações de doulas vão promover uma passeata contra as decisões do Cremerj na Orla de Ipanema, zona sul do Rio.

Fonte Agência Brasil

Hospital de São Paulo aponta que seis em cada dez pacientes com doenças graves de fígado têm hepatite

São Paulo – Seis em cada dez pacientes com doenças graves de fígado são portadores do vírus da hepatite, aponta levantamento do Serviço de Hepatologia do Hospital de Transplantes de São Paulo. De acordo com o estudo, divulgado ontem (27), a doença é a principal responsável pela cirrose hepática (transformação do fígado em tecido fibroso), superando, inclusive, o álcool. O agravamento da doença leva à indicação de transplante.

Dados do Ministério da Saúde apontam a existência de cerca de 1,5 milhão de pessoas infectadas pela hepatite do tipo C, vírus com menor possibilidade de eliminação do organismo. O órgão destaca ainda que, a cada ano, surgem 33 mil novos casos de hepatites virais no país. Hoje (28), écelebrado o Dia Mundial de Combate à Hepatite.

“Quando consideramos os casos graves de doença do fígado, 60% estão relacionados às hepatites virais [do tipo B e C]. A hepatite C é a principal causa de indicação de transplante de fígado, equivale a 40% dos procedimentos feitos no hospital”, destaca Carlos Baía, médico coordenador do Serviço de Hepatologia do hospital. Segundo o coordenador, a cirrose, associada à hepatite, também aumenta em 20 vezes a chance uma pessoa ter câncer de fígado.

Baía aponta que a hepatite é uma doença silenciosa, pois os primeiros sintomas podem demorar entre dez e 30 anos para aparecer. “Durante todos esses anos, o vírus vai, lentamente, destruindo o fígado. Ele é um órgão com capacidade de regeneração muito grande, mas o vírus vai destruindo o fígado de forma lenta e progressiva. Começam, então, a se formar pequenas cicatrizes. Essas cicatrizes vão se juntando e formando o que a gente conhece como cirrose hepática”, explicou.

Com a demora no aparecimento dos sintomas, muitas pessoas já têm a doença, mas ainda não a identificaram. “O ideal é que as pessoas façam o exame de sangue para diagnosticar ou descartar a presença do vírus. Quanto mais demora, mais a doença progride e aumentam as chances de precisar de um transplante”, adverte Baía. Além do teste em laboratório, o exame pode ser feito de forma mais rápida com um aparelho específico, similar ao que testa a glicemia, informou o médico.

Segundo o coordenador, existem grupos de risco que devem estar ainda mais atentos ao diagnóstico precoce. Ele destaca as pessoas com mais de 40 anos, pois, de acordo com estudo do Hospital Emílio Ribas de São Paulo, 2% das pessoas dessa faixa etária são portadores do vírus da hepatite C. Baía cita, ainda, as pessoas que receberam transfusão de sangue antes de 1994, quando não havia a testagem para a doença. Além desses grupos, fazem parte do grupo de risco pessoas que fizeram cirurgia de grande porte, que possuem piercing, tatuagem ou que tiveram contato com sangue contaminado.

Baía explica que existem seis tipos de vírus da hepatite. Os mais comuns são os tipos A, B e C. O tipo A é transmitido por alimentos contaminados e ocorrem com mais frequência em crianças. Os tipos B e C têm mais importância em termos de transplantes e doenças crônicas. A transmissão se dá por sangue contaminado. A hepatite B, no entanto, tem vacina e, em 85% a 90% dos casos, o vírus é eliminado do corpo. Já na hepatite C, ocorre o contrário, apenas 10% a 15% dos pacientes eliminam o vírus.

Além da vacinação no caso do vírus tipo B, os principais meios de prevenção contra a hepatite são a utilização de preservativos nas relações sexuais e o não compartilhamento de objetos cortantes.

Fonte Agência Brasil

Conselho Federal de Medicina vai à Justiça para reverter decisão que libera venda de medicamentos em gôndolas

Brasília – O Conselho Federal de Medicina (CFM) pretende recorrer à Justiça para tentar reverter decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que liberou a venda de medicamentos isentos de receita médica em gôndolas das farmácias. Para o presidente da entidade, Roberto Luiz d'Avila, a medida é “irresponsável” porque estimula a automedicação e coloca a população em risco.

“É um retrocesso depois de todos os argumentos que a gente tem defendido ao longo dos últimos anos sobre o uso racional dos medicamentos, essa notícia derruba todos os esforços”, disse.

O presidente do CFM argumenta que todos os tipos de medicamento trazem algum risco, mesmo aqueles que são vendidos sem exigência de receita médica. Por isso, o conselho alerta para a necessidade de haver sempre uma orientação e prescrição para a venda. Caso contrário,. “a farmácia vira um supermercado de remédios”.

A decisão da Anvisa, publicada ontem (27) no Diário Oficial da União, tomou por base um estudo da equipe técnica do órgão que concluiu que a proibição da venda de remédios nas gôndolas não contribuiu para diminuir o número de intoxicações no Brasil. O levantamento constatou também uma maior concentração de mercado e prejuízo ao direito de escolha do consumidor. Para o CFM, o estudo é pouco consistente e considerou um curto período de tempo para a análise dos resultados.

“A revogação pode induzir à automedicação e ao uso irracional de medicamentos, onerar o SUS [Sistema Único de Saúde] com o aumento de internações hospitalares evitáveis, aumentar o número de casos de intoxicações medicamentosas e banalizar o consumo de medicamentos por meio de estratégias mercadológicas de ampliação de vendas”, diz a nota divulgada pela entidade, em conjunto com o Conselho Federal de Farmácia (CFF).

Fonte Agência Brasil

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Foto Arte do Dia

Cremerj defende federalização do Hospital da Piedade no Rio devido à falta de médicos e má condição da estrutura

Rio de Janeiro – Após receber informações sobre as más condições e falta da infraestrutura no Hospital Municipal da Piedade, zona norte da capital fluminense, o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj), em vistoria na unidade, constatou inúmeras irregularidades em diferentes setores do hospital.

O relatório, divulgado ontem (27) pela comissão de médicos do órgão, aponta que, depois do fechamento do setor de oftalmologia, em 2009, houve uma redução de 25% no total das cirurgias no hospital, todas concentradas no único centro cirúrgico, que tem quatro salas. Ali, eram realizadas 180 cirurgias por mês e hoje, no entanto, o total de procedimentos cirúrgicos não passa de 60.

De acordo com o conselheiro do Cremerj, o pediatra Sidnei Ferreira, que acompanhou a fiscalização, a situação na unidade médica é precária devido à falta de recursos humanos e de profissionais de diferentes especialidades médicas. “Faltam materiais, equipamentos, instrumentos cirúrgicos, faltam pediatras, médicos da UTI [unidade de terapia intensiva] e na unidade coronariana”, declarou.

Segundo Ferreira, o corpo clínico da unidade concluiu que o centro cirúrgico deve ficar fechado até que as providências para reverter o quadro sejam tomadas por parte da direção. No local, foram encontrados diversos problemas, como falta de marcapassos e instrumentos cirúrgicos, que, em geral, é oferecido pelos próprios profissionais.

O conselheiro disse que a única sala do centro cirúrgico em funcionamento apresenta irregularidades. “O centro cirúrgico está com o seu funcionamento precário. São pinças cirúrgicas antigas, focos de luz que não funcionam, iluminação deficiente. Enfim, uma série de questões que precisam ser resolvidas para não colocar em risco a vida dos pacientes”, disse.

Sidnei Ferreira, que já trabalhou na unidade, defende que a direção do hospital volte a ser operada pelo governo federal. Segundo ele, a unidade, que foi municipalizada e está sob responsabilidade da prefeitura do Rio, precisa voltar a atender melhor seus pacientes. “Como é um hospital de ensino, os médicos reivindicam que o Ministério da Saúde e o MEC [Ministério da Educação] novamente peguem a direção do hospital. O Cremerj apoia inteiramente. A nossa luta é por um atendimento de excelência, um bom atendimento que sempre foi feito naquele hospital. O que nós queremos é colocar o hospital para funcionar. Nós somos contra o fechamento de qualquer leito, de qualquer unidade”, enfatizou.

Segundo o conselheiro, o hospital, que não dispõe de ambulância própria, não registra sua direção técnica no Cremerj desde outubro de 2011, contrariando resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM). Ainda de acordo Ferreira, o centro de tratamento intensivo (CTI) está sem chefia médica há oito meses e a falta de médicos é crítica. A comissão também encontrou problemas na farmácia com a falta de medicamentos, pois muitos chegam próximos ao fim da validade e acabam sendo descartados.

Procurada pela reportagem da Agência Brasil, a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil informou, por meio de nota, que só vai se pronunciar após receber o relatório do Cremerj, que também foi encaminhado ao Ministério Público Estadual. Os ministérios da Saúde e da Educação também serão comunicados, por se tratar de uma unidade médica de ensino.

Fonte Agência Brasil

O que é fissura labial/palatina?

A fissura palatina ocorre quando há uma abertura direta entre o palato, ou céu da boca, e a base do nariz.

O que é Fissura Labial/Palatina?
Fissura labial é a separação do lábio superior em duas partes, algo que atinge um em cada 550 bebês no Brasil. Tal como a fissura palatina, a fissura labial é causada pela junção inadequada dos dois lados da face quando o bebê ainda está no útero. Embora ninguém saiba ao certo o porquê desta deficiência, ela tende a ser hereditária. Os desequilíbrios hormonais, as deficiências nutricionais e certas drogas utilizadas durante a gestação podem ser apontadas como possíveis causas.

A fissura palatina ocorre quando há uma abertura direta entre o palato, ou céu da boca, e a base do nariz. Durante a gestação, o maxilar superior do bebê não se fecha como deveria, deixando uma falha. A fissura palatina é um problema mais grave que a fissura labial, embora ambos requeiram uma cirurgia corretiva.

Dificuldades de alimentação, de respiração e de fala, além de problemas psicológicos são algumas das dificuldades enfrentadas por uma criança com fissura labial ou palatina. A fim de se corrigir esse problema, é aconselhável tratar-se com uma equipe médica, incluindo um cirurgião plástico, cirurgião bucomaxilo-facial, otorrinolaringologista (especialista em orelha, nariz e pescoço), cirurgião-dentista e um ortodontista.

Como saber se o meu bebê tem uma fissura labial ou fissura palatina?
O obstetra que fizer o seu parto provavelmente lhe dirá imediatamente se o bebê tem uma fissura labial ou palatina. A fissura labial é facilmente reconhecível. Uma fissura palatina pode variar em tamanho, desde uma pequena fenda até um grande orifício no céu da boca, e se tornará aparente logo após o nascimento, se não de imediato. Quanto um bebê com fissura palatina tenta se alimentar, os alimentos líquidos podem sair pelo seu nariz - problema que pode ser controlado com o auxílio de mamadeiras especiais e outros cuidados , até que o bebê tenha idade suficiente para ser submetido à cirurgia.

Como são tratados os casos de fissura labial ou fissura palatina?
Fechar uma fissura labial através de cirurgia é mais simples do que corrigir uma fissura palatina. O procedimento é geralmente realizado nos três ou quatro primeiros meses de vida e a cicatriz tende a desaparecer com o passar do tempo.

No caso de uma fissura palatina, a cirurgia é adiada até que a criança complete um ou dois anos de vida, quando o maxilar superior já alcançou seu crescimento normal. Se o problema é extenso, a cirurgia pode ser adiada até que a criança atinja cinco a sete anos, a fim de evitar problemas estruturais. Em alguns casos a cirurgia não é possível ou pode não fechar totalmente a fenda. Nestes casos, um aparelho parecido com uma dentadura, chamado de obturador, é feito a fim de encobrir a abertura e permitir que a criança se alimente naturalmente.

Dependendo da gravidade da fissura palatina, podem ser necessárias cirurgias múltiplas no decorrer de um longo período. Um cirurgião plástico e/ou bucomaxilo-facial realizam uma cirurgia corretiva na face, enquanto que um cirurgião-dentista, cirurgião geral, otorrinolaringologista e/ou ortodontista fazem aparelhos para corrigir quaisquer defeitos.

Uma equipe de profissionais de saúde oferecerá orientação e encorajamento durante os tempos mais difíceis, desde o nascimento até o tratamento. Com os avanços das técnicas cirúrgicas e aparelhos corretivos, os prognósticos para as crianças que nascem com fissura labial ou palatina são excelentes. À medida que a criança se desenvolve, pouco se nota a fissura.

Fonte Colgate-Palmolive

Today is celebrated the world day to combat viral hepatitis

“Podemos ter uma epidemia de cirrose e câncer em 2025”, alerta especialista

Presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia reforça a importância do tratamento da hepatite C

Neste sábado, (28) é celebrado o Dia Mundial de Luta Contra as Hepatites Virais. Em todo o País, ações promoverão testes gratuitos de saúde e orientação sobre esse grupo de doenças que a cada ano faz mais de um milhão de vítimas, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).

A hepatite é uma inflação no fígado, órgão que funciona como uma espécie de filtro do organismo. No Brasil estima-se que cerca de 6 milhões de pessoas estejam contaminadas com as hepatites B e C, as mais prevalentes e perigosas, pois podem provocar cirrose e câncer de fígado.

Entre todas as hepatites, a do tipo C ainda é a principal doença que leva ao transplante de fígado. Por isso, é também uma das mais preocupantes. De acordo com dados da OMS, 170 milhões de pessoas estão infectadas pelo vírus da hepatite C no mundo e entre 3 e 4 milhões morrem por ano vítima de complicações da doença.

Apesar da seriedade do quadro, 68% da população nunca fez um exame de sangue que pudesse diagnosticar a hepatite C. O dado é de um estudo atualizado encomendado pela Sociedade Brasileira de Hepatologia e realizado pelo Instituto Datafolha. A pesquisa revelou também que a maioria da população desconhece o que é a doença.

“Quinhentas mil pessoas estão hoje sob vigilância ou em tratamento médico, e 2 milhões desconhecem que têm a doença. Se deixarmos ela evoluir naturalmente, vamos ter, em 2020 ou 2025, uma epidemia de casos de cirrose e carcinoma”, alerta Henrique Sérgio de Moraes Coelho, presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH).

“A hepatite C é uma doença potencialmente grave e hoje é mais grave do que a aids”, opina o médico.

O diagnóstico da doença é feito por meio de exame de sangue, para identificar um aumento significativo das enzimas do fígado devido à destruição do tecido hepático, explica a hepatologista do Hospital e Maternidade São Luiz, Débora Dourado. O diagnóstico também pode ser obtido a partir da sorologia, que verifica o tipo de hepatite, e da biópsia do fígado, indicada para pacientes que sofrem de hepatite há mais de seis meses. Os principais sintomas são pele amarelada (icterícia), febre, enjoos, urina escura e fezes claras.

Tratamento
No último ano, a aprovação e comercialização de dois novos medicamentos trouxe fôlego ao tratamento. Os inibidores de protease – conhecidos como boceprevir e telaprevir – inauguraram uma nova era na luta contra a doença. Nesta quarta-feira (25), o Ministério da Saúde anunciou a inclusão dessas duas novas terapias no hall de medicamentos fornecidos pelo Sistema Único de Saúde.

O vírus da hepatite C ataca o fígado e mais de 50% dos infectados evoluirão para a forma crônica da doença. Destes, 25% terão cirrose hepática e/ou câncer de fígado. A doença também é responsável por 50% das indicações de transplantes de fígado.

Fonte iG

Dois homens com HIV podem ter sido curados após transplante de medula

Cientistas esperam aprender com os dois pacientes novas estratégias para combater o vírus e para proteger as células restantes da infecção

Duas pessoas podem ter sido curadas do HIV após um transplante de medula óssea para tratar um câncer, segundo um estudo divulgado nesta quinta-feira na Conferência Internacional sobre a Aids, em Washington.

O estudo, liderado pelo médico Daniel Kuritzkes, do Hospital de Mulheres de Brigham, em Boston (Massachusetts), analisou a evolução de dois portadores de HIV que se submeteram a um transplante de medula óssea após a detecção de um câncer.

Os dois homens, infectados durante anos, tinham se submetido ao tratamento antiretroviral que suprimiu totalmente a reprodução do HIV, mas tinham o vírus latente antes do transplante, segundo a pesquisa.

Os dois receberam uma forma mais leve da quimioterapia antes do transplante, o que lhes permitiu seguir tomando seus remédios para o HIV durante todo o processo.

Segundo o estudo, os médicos detectaram o HIV imediatamente após o transplante, mas, com o tempo, as células transplantadas de uma doadora substituíram os próprios linfócitos dos pacientes, e a quantidade de HIV no DNA de suas cédulas diminuiu até ficar indetectável.

Um paciente recebeu acompanhamento por quase dois anos após seu transplante, enquanto o outro foi testado durante três anos e meio, e "não há rastro do vírus" em nenhum dos casos, informaram os responsáveis pela pesquisa em comunicado.

"Acreditamos que a administração contínua de um tratamento antiretroviral que protege as células da doadora de infectar-se do HIV, enquanto eliminam e substituem as células dos pacientes, é efetiva para eliminar o vírus dos linfócitos do sangue dos pacientes", indicaram os especialistas.

Mesmo assim, os médicos se mantêm cautelosos e, quando questionado se os pacientes podem se considerar curados do HIV, Kuritzkes assinalou: "estamos sendo muito cuidadosos em não fazer isso".

Por enquanto, os dois homens estão tomando medicamentos antiretrovirais até que estes remédios possam ser retirados aos poucos.

"Nunca seremos capazes de fazer transplantes de medula óssea nos milhões de pacientes que estão infectados, mas podemos estimular o vírus e eliminar essas células, podemos proteger as células restantes da infecção", assinalou Kuritzkes.

Fonte iG

Fumo ligado à menopausa precoce

Mulheres fumantes tiveram quase o dobro de risco de entrar mais cedo na menopausa, mostrou estudo

Mulheres que fumam podem atingir a menopausa cerca de um ano mais cedo do que aquelas que não têm o hábito, aponta um estudo que também observou uma consequência disso: entrar na menopausa mais cedo pode influenciar o risco de ter doenças ósseas e cardíacas.

O estudo, publicado no periódico científico Menopause, reuniu dados de diversos estudos anteriores, que incluiram cerca de 6.000 mulheres nos Estados Unidos, Polônia, Turquia e Irã.

Não-fumantes atingiram a menopausa entre 46 e 51 anos, em média. Em todos os estudos analisados, à exceção de dois, as fumantes eram mais jovens quando atingiram a menopausa – entre 43 e 50 anos. Durante a menopausa, os ovários da mulher param de produzir óvulos e ela não pode mais engravidar de forma natural.

“Nossos resultados fornecem novas evidências de que fumar está significativamente associado com a chegada precoce da menopausa e fortalecem ainda mais a orientação de evitar esse hábito”, escreveu o autor do estudo, Volodymyr Dvornyk, da Universidade de Hong Kong.

Dvornyk e seus colegas também analisaram cinco outros estudos que utilizaram uma idade de corte de 50 ou 51 anos para agrupar as mulheres em menopausa precoce e tardia. Das mais de 43.000 mulheres analisadas, as que fumavam eram 43% mais suscetíveis do que as não-fumantes de entrar precocemente na menopausa.

A menopausa precoce e tardia têm sido associadas a maiores riscos para a saúde feminina. Sabe-se que mulheres que atingem a menopausa tarde, por exemplo, têm maior risco de câncer de mama porque um fator de risco para a doença é mais tempo de exposição ao estrogênio.

“O consenso geral é que a menopausa mais cedo tende a ser associada com o maior número e maior risco de problemas de saúde na pós-menopausa, como osteoporose, doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade e Alzheimer, e outros”, Dvornyk disse à Reuters Health por e-mail.

De modo geral, acrescentou, também suspeita-se de que a menopausa precoce aumenta um pouco o risco de morte nos anos seguintes. Há duas teorias para explicar porque fumar pode precipitar a chegada da menopausa, disse Jennie Kline, epidemiologista da Escola de Saúde Pública da Universidade de Columbia, em Nova York. Fumar pode ter um efeito sobre como o corpo da mulher produz ou elimina o estrogênio.

“Por outro lado, alguns pesquisadores acreditam que certos componentes da fumaça do cigarro podem matar os óvulos”, acrescentou Kline, que não esteve envolvida no estudo.

Dvornyk e sua equipe não tinham informações sobre há quanto temo as mulheres analisadas fumavam ou a quantidade de cigarros fumados diariamente. Portanto, não foi possível determinar como esses fatores podem ter afetado a chegada menopausa.

Fatores como o consumo de álcool, o peso e se mulher teve ou não filhos também podem desempenhar um papel importante, mas as evidências científicas sobre o peso de todos esses fatores, com exceção do fumo, não são consistentes, disse Kline.

Também é possível que os mesmos fatores que influenciam a idade da menopausa possam determinar se as mulheres têm problemas de infertilidade ou não, ou até quando podem engravidar.

Ainda assim, Kline disse: “Há razões muito mais fortes para deixar de fumar do que a preocupação com a menopausa.”

Fonte iG

Dietas com pouca gordura melhoram sintomas da menopausa

Conclusão vem de pesquisa que avaliou hábitos alimentares em mais de 17 mil mulheres

Uma nova pesquisa descobriu que, além dos benefícios conhecidos, dietas com baixo teor de gordura também podem reduzir as ondas de calor e os suores noturnos da menopausa.

Os cientistas estudaram 17.473 mulheres na menopausa que não faziam terapia de reposição hormonal. Entre as participantes, 40% receberam um plano de dieta com baixo teor de gorduras e rico em frutas, hortaliças e cereais integrais. Elas visitaram nutricionistas periodicamente com o intuito de assegurar a realização correta da dieta.

As outras mantiveram sua alimentação costumeira. Todas as participantes registraram em detalhes a intensidade das ondas de calor e dos suores noturnos.

De modo geral, as mulheres do grupo que realizou a dieta estavam 14% mais propensas a eliminar esses sintomas no primeiro ano do estudo do que as do outro grupo. Essa diferença continuou depois que fatores como peso inicial, tabagismo e etnia, entre outros, foram levados em conta.

As mulheres em dieta foram três vezes mais propensas a perder peso do que as que continuaram com sua alimentação habitual. Entretanto, mesmo as participantes do grupo em dieta que ganharam peso foram mais propensas a eliminar ou reduzir os sintomas da menopausa.

"Precisamos realizar mais pesquisas para descobrir quais aspectos da dieta estão relacionados aos sintomas vasomotores", afirmou a principal autora do estudo e pesquisadora da Kaiser Permanente de Oakland, na Califórnia, Candyce H. Kroenke.

"Contudo, se a perda de peso ocorre em um contexto de alteração para uma dieta saudável, talvez essa seja uma forma de eliminar as ondas de calor."

O estudo foi publicado online no periódico Menopausa.

Fonte iG

Vida produtiva após o câncer

Programa pioneiro no Brasil ajuda crianças e adolescentes a sairem do "limbo social" após vencerem a doença

São nove profissionais, entre oncologista, psicóloga, nutricionistas, assistentes sociais, terapeutas ocupacionais e pediatras, todas com uma missão: evitar ao máximo a aposentadoria por invalidez das crianças e adolescentes com câncer que atendem diariamente.

Missão que tentam colocar em prática mesmo nos pacientes que chegam com sequelas físicas e psicológicas resultantes da batalha que travaram, às vezes, desde os primeiros anos de vida.

O que pode parecer teimosia, as especialistas enxergam como resgate. Não entregar imediatamente o atestado de incapacidade, acreditam, é garimpar com mais afinco potenciais que podem ter se perdido em meio aos efeitos tóxicos do tratamento. Quimioterapia, radioterapia e medicamentos não precisam mais fazer parte do cotidiano destes garotos e garotas. Mas, por vezes, eles não perdem o rótulo de doentes.

“Fiz mestrado nos Estados Unidos, em um hospital de câncer infantil, e lá existia um programa especial voltado só para os recuperados”, lembra a oncologista Mônica Cypriano.

“Fiquei encantada e, quando voltei ao Brasil, constatei que não existia nada parecido. Os pacientes com o tumor inativo e sem manifestação da doença são acompanhados nos mesmos espaços em que estão meninos e meninas no auge da doença.”

Na saúde, a regra que prevalece é a da urgência. A atenção ao saudável tende a ser menor do que a dada ao que precisa do cuidado imediato para sobreviver. Os recuperados, ainda que os médicos não percebam, acabam invisíveis em meio aos signos vermelho (urgência máxima), amarelo (urgência média) e verde (retorno) que existem para designar pacientes e fazer a triagem nos consultórios e ambulatórios de oncologia.

Medicina, sonhos e planos
Mônica Cypriano reconhecia a deficiência na atenção aos sobreviventes não só nos outros colegas mas na própria conduta. Em 2005 decidiu montar um serviço inspirado no norte-americano, na unidade em que trabalhava.

Desde então, o Graac (Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer) – uma das referências nacionais em atendimento que acolhe em espacial pacientes dependentes do Sistema Único de Saúde – começou a tratar também da vida após o câncer.

Até agora, foram atendidos 386 crianças e adolescentes, muitos já adultos. Não há “alta hospitalar” para o acompanhamento. Ao menos uma vez por ano, os meninos e meninas voltam – ainda que crescidinhos – para serem avaliados sob o ponto de vista clínico (passam por todas as especialidades num dia só), mas também sob o ponto de vista "dos sonhos”, conta Mônica.

“Inicialmente, achamos que a nossa principal demanda seriam as doenças comuns depois de passado o tumor. Eles acabam mais vulneráveis às infecções e suscetíveis ao segundo câncer. Os exames clínicos periódicos são extremamente necessários”, pondera a oncologista.

“Não foi esta área de atuação, entretanto, que se mostrou mais urgente. Alguns dos nossos pacientes nem brincavam. Estavam condenados a ficar em casa, cuidando dos irmãos, dos primos e dos afazeres domésticos, porque os pais não conseguiam perder o medo de mandá-los para a nova vida.”

“Outros tantos nunca tinham sido estimulados a ter perspectivas de futuro, abandonavam a escola e os desejos no meio do caminho. Uma parte importante também não queria perder os benefícios via INSS e desistia de ser atuante, mesmo tendo condições para isso. Nosso grupo percebeu que existia um limbo social pós-câncer e era contra isso que precisávamos atuar.”

180 graus
Não deixar que os sobreviventes caíssem na zona cinzenta e incerta que sucede o câncer é uma necessidade pulsante já detectada pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca). Segundo o último boletim produzido pela instituição, em1970 a taxa de sobrevivência das crianças e adolescentes acometidos pela doença não chegava a 20%. Os avanços dos cuidados clínicos fizeram com que o índice “desse uma volta de 180 graus”, atesta a publicação.

Hoje, oito em cada dez pacientes com menos de 18 anos superam o câncer. Perder esta força de trabalho traz prejuízos individuais e coletivos, já que este diagnóstico cruza, precocemente, o caminho de 20 mil pessoas do País antes que elas cheguem à maioridade.

Nova vida
Fabiana Sacoman, 27 anos, teve um câncer ósseo identificado há duas décadas. Na época, deixou o estado de Roraima para fazer tratamento no Graac, em São Paulo.

“Era tão pequena que não lembro de ser doente. Tudo parecia uma brincadeira e ter o acompanhamento das 9 meninas (como chama as profissionais que fazem parte do grupo especial do hospital) fez com que eu não temesse nada”, lembra.

Porém, se na infância, o tumor nos ossos não se mostrava um obstáculo – mesmo tendo rendido uma sequela na perna direita, alguns bons centímetros menor do que a esquerda – as curiosidades surgidas na adolescência foram um desafio.

“Não é porque você teve câncer que é diferente das outras meninas e meninos da sua idade. Eu tive vontade de experimentar cigarro, bebida, drogas. Mas, com o acompanhamento, compreendi que por já ter o sistema imunológico já comprometido, essas coisas poderiam ser ainda mais fatais para mim”. Fabiana confessa que, neste aspecto, deu um certo trabalho para as meninas que a atenderam.

“Fumei sim. Mas parei rápido. Elas puxaram minha orelha”, admite.

Já André Pereira dos Santos, 19 anos, teve leucemia aos 4 anos. Hoje, completamente recuperado, ele conta que no Graac aprendeu a lidar bem com a sua história.

“Nunca tive vergonha de contar para os meus amigos o que enfrentei. Tinha um certo receio, mas a reação deles sempre foi boa. Também aprendi a lidar com a preocupação da minha mãe. Ela tinha mendo que eu ficasse doente de novo e às vezes exagerava. Agora acertamos nossos ponteiros”, diz o jovem, que se prepara para entrar na faculdade de Administração.

Classes escolares, cursos de panificação, cursos de eletricidade, encaminhamento para empresas e até parcerias com agências de headhunters (recrutadores de talentos) são oferecidos nos nove consultórios do grupo do Graac. Lá, a regra é misturar saúde e vida social.

O serviço é voltado apenas para os pacientes que fazem tratamento na instituição e os participantes são encaminhados pelos médicos do hospital.

A equipe de atendentes costuma dizer que a medicina possibilitou às crianças tratadas não serem mais doentes. A autonomia permite que sejam o que quiserem.

Fabiana teve, sim, câncer nos ossos. Nada que a impedisse de fazer faculdade de assistência social e hoje acariciar a barrigona de sete meses, que dá conforto à Lara, a primeira filha a caminho.

“Dou de ombros para todos que duvidam da minha capacidade de ser mãe por causa da minha sequela física. Aprendi a andar de muleta. Aprendo qualquer coisa.”

Fonte iG

As lesões mais comuns em cada esporte

Vôlei: entorse no tornozelo é a lesão mais frequente, nas ações de bloqueio ou ataque

Tênis: os praticantes estão mais expostos às luxações nos braços, mãos e punhos, além de distensões na panturrilha

Taekwondo: os golpes desse esporte tornam mais frequentes as contusões nos pés e nos dedos

Natação: nesse esporte os traumas musculares são mais frequentes, em especial nos ombros, braços e punhos, além de dores na lombar

MMA: hematomas e contusões são frequentes nessa mistura de artes marciais. Rompimento de ligamentos nos joelhos e fraturas nas costelas também são recorrentes

Judô: a prática do esporte favorece o surgimento de contusões nos ombros e lesões nos joelhos

Halterofilismo: lesões das grandes articulações (principalmente ombro, costas e joelho) são as mais recorrentes desse esporte

Ginástica: nas mulheres, a maioria das lesões envolve torções no tornozelo. Nos homens, é mais comum haver lesões nos ombros e torções de punho e tornozelo

Futebol: os jogadores sofrem com mais regularidade torções, distensões e contusões nos tornozelos e joelhos

Esgrima: são frequentes nessa modalidade as lesões por esforço repetitivo, especialmente as tendinites em mãos e punhos

Ciclismo: traumas decorrentes de quedas são as lesões mais comuns do ciclismo, especialmente as abrasões na face

Caratê: os golpes dessa modalidade geram mais contusões nas mãos e nos dedos

Boxe: as lesões mais comuns são os hematomas na região da cabeça

Basquete: por envolver a ação de saltar, está associado a torções de tornozelos, que ficam vulneráveis durante a finalização do salto

Atletismo: as tendinites, principalmente da região do joelho, são os problemas mais recorrentes desse esporte

Fonte iG