Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!


domingo, 15 de junho de 2014

Celular ou sexo? 28% das brasileiras escolhem o 1º

Celular: extremamente querido pelas mulheres / Shutterstock
Shutterstock
Celular: extremamente querido pelas mulheres
Chinesas são as que menos conseguem ficar sem o aparelho
 
Um mês sem fazer sexo ou abrir mão de seu smartphone? Para muitos, a resposta parece óbvia, mas cerca de 45% das mulheres chinesas e 28 % das brasileiras escolheriam a primeira opção, segundo uma pesquisa da MSL Group.

O estudo entrevistou 3.600 mulheres com idade entre 18 e 64 anos e originárias do Brasil, China, Grã-Bretanha e Estados Unidos. De acordo a pesquisa, as mulheres chinesas são as mais "dependentes" de celulares e 45% delas abririam mão das relações sexuais para continuar usando seus smartphones. Em seguida, aparecem as norte-americanas (39% delas também escolheram o celular), as britânicas (38%) e as brasileiras (28%).

O objetivo da pesquisa era evidenciar como as novas tecnologias e redes sociais estão transformando a vida das mulheres em todo o mundo. O estudo foi realizado em colaboração com Randi Zuckerberg, irmã de Mark, o fundador do Facebook. "Randi e eu decidimos estudar a conexão entre as novas tecnologias e as mulheres, porque frequentemente algumas amigas nos questionam sobre como lidar com seus filhos, carreiras e relacionamentos nesse novo mundo", disse Stephanie Agresta, da MSL Group.

Segundo Agresta, as mulheres chinesas, atualmente, são as que mais aderem às novas tecnologias, comparadas com as dos outros três países analisados. Mais de 90% das mulheres chinesas possuem celulares com acesso à Internet, contra 70% das britânicas, 59% das norte-americanas e 57% das brasileiras.

Além disso, cerca de 60% das chinesas usam tablets, número que cai para uma média de 40% nos outros países. Porém, mesmo estando na última posição das classificações do estudo, as brasileiras, em um quesito, se igualam às chinesas: as mulheres das duas nacionalidades são as que mais seguem colegas de trabalho e chefes nas redes sociais. 
 
Ansa / Viver Bem

Pesquisa diz que 70% dos jovens são narcisistas

Jovens estão cada vez mais narcisistas / Holbox/Shutterstock
Holbox / Shutterstock
Jovens estão cada vez mais narcisistas
Jovens de hoje têm dificuldade de entender sentimentos alheios
 
O narcisismo atingiu níveis considerados epidêmicos entre os jovens, informou o psicólogo Peter Gray, da Universidade de Boston.

De acordo com pesquisa conduzida por ele, 70% dos jovens e crianças de hoje possuem traços do estado patológico, o que representa um aumento assustador nos últimos dez anos.

Os estudos conduzidos por Gray ainda apontam que esses jovens possuem pouca empatia e não conseguem compreender os sentimentos alheios.

Para o acadêmico, as principais causas para esse fenômeno remetem a nossa criação. Desde pequenos os jovens vem sendo tratados por seus pais e familiares como seres mais especiais que as demais crianças.

Além disso, vivemos em um mundo muito competitivo em que a criança é repetidamente estimulada a "competir" com o colega, ao invés de jogar com ele. 
 
Viva Bem

Mulheres trocam mais de dieta que de parceiro

Mulheres se preocupam bastante com o corpo / Kaspars Grinvalds/Schutterstock
Kaspars Grinvalds / Shutterstock
Mulheres se preocupam bastante com o corpo
Em média, elas têm 8 companheiros enquanto passam por 16 dietas
 
Ao longo da vida, a maioria das mulheres costuma trocar mais de dietas que de companheiros amorosos. Uma pesquisa da empresa de produtos dietéticos britânica Forza Supplements aponta que as mulheres têm, em média, oito companheiros, enquanto passam por 16 dietas.

Os regimes costumam ter duração média de um mês, sendo que 27% das entrevistadas disseram desistir de uma dieta depois de apenas uma semana.

A principal razão da desistência é a "falta de força de vontade", seguida pelos "deslizes" cometidos nas noites fora com os amigos, que se tornam cada vez mais frequentes, a ponto de acabar com a dieta.

O principal motivo que as leva a seguir um regime rigoroso é a vontade de ficar mais bonita e se sentir mais sexy. Apenas 1% das entrevistadas disse que entram em dieta para agradar o parceiro. 
 
Viva Bem

Falar com os bebês estimula o intelecto

Foto: Reprodução
Bebes aprendem se adultos falarem com eles
Usar a voz normal estimula o aprendizado da criança por toda a vida
 
Falar com os bebês como se faz com os adultos e usar uma sintaxe e um vocabulário complexos permite um melhor desenvolvimento de seu cérebro e lhes servirá para o aprendizado ao longo de toda a sua vida, afirmam os cientistas.

Na verdade, quando uma pessoa usa voz aguda ou canta consegue chamar a atenção do bebê, mas para que ele aprenda é preferível que se fale com a criança como se fosse um adulto.

"Não se trata apenas de acumular vocabulário, também é preciso que este vocabulário seja de qualidade, explicou nesta quinta-feira Erika Hoff, psicóloga da universidade Florida Atlantic, durante conferência anual da Sociedade Americana para o Avanço da Ciência (AAAS, na sigla em inglês), em Chicago.

"A palavra (dos pais) deve ser rica e complexa", acrescentou. Mais ainda: falar com os bebês reveste uma importância tal que as crianças que saem de meios em que a palavra é menos elaborada têm piores resultados escolares. Essas diferenças também são evidentes nas estruturas cerebrais das crianças, segundo Kimberly Noble, neurologista e pediatra da Universidade Columbia de Nova York.

Noble e seus colegas compararam os cérebros de crianças que vivem em contextos desfavoráveis com os que têm pais com estudo superior e encontraram diferenças nos sistemas cognitivos que comandam a sociabilidade e a memória. As diferenças mais flagrantes, no entanto, disseram respeito à parte do cérebro que condiciona o desenvolvimento da palavra. "Ao crescer, as crianças saídas de ambientes mais abastados dedicam maior parte do seu cérebro a estas regiões", afirmou Noble.

Anne Fernald, psicóloga da Universidade de Stanford, expôs os resultados de um estudo realizado com um grupo de crianças falantes de espanhol de meios desfavorecidos. Fernald gravou as conversas que as crianças ouviam durante um dia e se deu conta de que as crianças só escutavam conversas periféricas entre seus pais. O verdadeiro aprendizado, segundo ela, provém da palavra dirigida diretamente a eles.

VIva Bem

Dose de vacina elimina câncer de paciente

Dose extra fez com que tumor de paciente desaparecesse / Franklin de Freitas.
Franklin de Freitas
Dose extra fez com que tumor de paciente desaparecesse
Alguns efeitos colaterais precoces, como fortes dores de cabeça, e o tumor na testa da mulher de 49 anos logo desapareceram
 
Uma dose fortíssima do vírus do sarampo manipulada em laboratório eliminou pela primeira vez o câncer em uma paciente, informaram cientistas americanos esta semana. "Temos aqui um tratamento que você aplica uma vez e o efeito pode ser a remissão de longo prazo do câncer", disse o principal autor do estudo, um hematologista que co-desenvolveu a terapia, descrita na edição desta quarta-feira do periódico Mayo Clinic Proceedings. "Acreditamos que possa se tornar uma cura de aplicação única", prosseguiu.
 
A paciente, de 49 anos, foi diagnosticada com um tipo de câncer na medula denominado mieloma múltiplo. Ela tinha um tumor na fronte e o câncer se espalhou pela medula espinhal. Ela recebeu uma dose intravenosa do vírus do sarampo, conhecido como MV-NIS, que é seletivamente tóxico às células de plasma do mieloma.
 
Uma dose normal de vacina do sarampo contém 10 mil unidades infecciosas do vírus do sarampo. A dose neste estudo foi de 100 bilhões de unidades infecciosas. "Ela teve uma resposta notável", disse Russell. Apesar de alguns efeitos colaterais precoces, como fortes dores de cabeça, o tumor na testa logo desapareceu e sua medula ficou limpa.
 
Russell disse que sua remissão durou nove meses. Quando o tumor em sua fronte começou a reaparecer, os médicos o trataram com radioterapia local.
 
Uma reportagem publicada no jornal "Minneapolis Star Tribune" noticiou que a mulher, agora com 50 anos, continua a gozar de boa saúde e espera que a visita ao seu médico, no mês que vem, mostre que ela ainda está livre do câncer.
 
Uma segunda paciente acompanhada no estudo não se saiu tão bem. Ela tinha grandes tumores nas pernas e a terapia não conseguiu erradicá-los. No entanto, usando estudos de geração de imagem avançados, os médicos conseguiram rastrear o caminho do vírus do sarampo em seu corpo e descobriram que ele, na verdade, estava atacando as áreas onde os tumores estavam se desenvolvendo.
 
As duas foram as primeiras estudadas na mais elevada dose possível do tratamento, que não funcionou em doses menores. As mulheres também tiveram uma exposição limitada ao sarampo no passado. Seus cânceres se espalharam a um ponto em que não tinham outras opções de tratamento.
 
Em editorial que acompanha o artigo, escrito por John Bell, do Centro de Pesquisas Inovadoras sobre o Câncer do Instituto de Pesquisas do Hospital de Ottawa, no Canadá, informou que as evidências eram "convincentes". "São resultados animadores que finalmente validam o potencial clínico deste tipo de tratamento. No entanto, há muita pesquisa a ser feita", escreveu Bell.
 
Viva Bem

Azeite de oliva reduz pressão arterial

Azeite de oliva ajuda na saúde  / Shutterstock
Shutterstock
Azeite de oliva ajuda na saúde
Ácidos-graxos do azeite parecem inibir uma enzima conhecida como epóxido hidrolase solúvel, que regula a pressão arterial
 
Ingerir gordura não saturada, como a contida no azeite de oliva, juntamente com vegetais de folhas verdes, entre outros, gera um tipo de ácido-graxo que reduz a pressão arterial, revelaram cientistas britânicos nesta segunda-feira.
 
O estudo com ratos de laboratório ajuda a entender trabalhos anteriores, segundo os quais a dieta mediterrânea combate a hipertensão, e foi publicado nos Estados Unidos e financiado pela British Heart Foundation.
 
Esta dieta inclui lipídios não saturados contidos no azeite de oliva e que contém em alguns frutos secos, bem como espinafre, aipo, abacate e cenouras ricas em nitratos inorgânicos e nitritos, produto da oxidação do nitrogênio.
 
Estes ácidos-graxos parecem inibir uma enzima conhecida como epóxido hidrolase solúvel, que regula a pressão arterial, segundo artigo publicado na revista americana Proceedings of the National Academy of Sciences.
 
"Os resultados do nosso estudo ajudam a explicar porque trabalhos anteriores mostraram que uma dieta mediterrânea, combinada com azeite de oliva extra virgem ou nozes, pode diminuir a incidência de problemas cardiovasculares", disse o coautor do estudo, Philip Eaton, professor de bioquímica cardiovascular do King's College de Londres.
 
Enquanto a maioria dos especialistas concorda que a dieta mediterrânea - que consiste em comer verduras, peixe, grãos, ingerir vinho tinto, nozes e azeite - traz benefícios para a saúde, houve até agora pouco consenso sobre como e por quê.

Viva Bem

Níveis de embriaguez













 
 
 
Terra

Suor e tremedeira: saiba o que acontece no corpo do torcedor

Foto: Getty Images
Liberação de hormônios provoca alteração de humor de torcedores
Para os fanáticos por futebol, os jogos da Copa do Mundo provocam uma série de alterações fisiológicas no organismo que podem levar à diarreia, taquicardia, hipertensão e até infarto
 
Copa do Mundo no Brasil começou nesta última quinta-feira (12), com a estreia da Seleção brasileira em campo contra a Croácia. Depois de décadas rodando o mundo, o campeonato mundial chega ao País conhecido pela adoração ao futebol e promete colocar os brasileiros voltados ao esporte. O famoso bordão “aguenta, coração!” não foi criado à toa.
 
A emoção durante os jogos provoca alterações nos níveis de adrenalina, cortisol e pressão arterial. É como se fosse um turbilhão no organismo, segundo especialistas entrevistados pelo Terra.
 
A parte fisiológica se comporta como se o indivíduo estivesse em um momento de perigo e o prepara para uma batalha ou fuga, “o coração dispara e existe risco de infarto”, explicou o cardiologista do Hospital Bandeirantes, Hélio Castello.
 
Na Copa de 2006, na Alemanha, um estudo observou 2,66 mais emergências cardíacas nos dias de jogos do time do país. De acordo com Castello, esse aumento não deve ser diferente no Brasil. “Tanto as boas como as emoções ruins, a alegria extrema causada por um gol, como a tristeza da derrota, afetam o coração”, disse. O Cardiologista do Hospital Nossa Senhora das Graças, Alexandre Alessi, já teve relatos de fanáticos por futebol que morreram de infarto em uma derrota de campeonato.
 
Segundo ele, o aumento da frequência cardíaca e pressão arterial é aceitável até certo limite, todavia uma crise hipertensiva intensa, muito além da pressão habitual suportada pelo cérebro, pode causar “hemorragia intracraniana”, acrescentou o neurologista Paulo Roberto Bittencourt.
 
O risco maior de incidentes assim é para pacientes que já possuem problemas no coração. Os cardiopatas devem ficar atentos à alterações até três dias depois das “grandes emoções” na Copa, aconselhou Alessi. A tensão extrema mexe com todo o organismo e pode ainda provocar diarreia, aumento da frequência de idas ao banheiro para urinar, dores musculares e falta de ar, enumerou o cardiologista. Transpiração, dilatação das pupilas, pelos ouriçados e respiração acelerada também entram na lista de características do funcionamento do organismo em uma situação estressante, acrescentou Castello.
 
As mudanças no organismo acontecem devido ao desiquilíbrio de hormônios como adrenalina e cortisol, assim como de neurotransmissores como endorfina e serotonina. No momento do jogo, de acordo com o psicólogo José Palcoski, do Hospital Nossa Senhora das Graças, o torcedor se sente parte da partida. “Na vitória, o corpo libera mais serotonina e dopamina, a pessoa fica mais feliz. Na derrota, libera mais cortisol, o torcedor fica mais tenso, agressivo e irritado”, detalhou Pacolski.
 
O tremor em momentos de estresse é benéfico, afirmou o psicólogo. Segundo ele, é uma forma mecânica encontrada pelo organismo para liberar a tensão e não sobrecarregar os órgãos internos do corpo. “A partir do movimento involuntário, o corpo libera o nervosismo”, disse ele.
 
O conselho médico para os fanáticos por futebol durante a Copa do Mundo é torcer de forma saudável, não exagerar nas bebidas alcoólicas e comidas gordurosas e, para quem tem problemas de coração e pressão arterial, não deixar de tomar os medicamentos usuais para o controle da doença.
 
Terra

Vício de comer é um problema real, segundo estudo

Foto: Getty Images
Considerado uma "desculpa" para quem não consegue parar de comer e engordar, o vício em comer pode ser um problema de verdade
É comum achar que as pessoas que não conseguem se controlar e fazem isso por não terem força de vontade, e usam como "desculpa" um possível vício. No entanto, segundo estudos recentes, o problema pode ser verdade.
Os pesquisadores descobriram que mulheres acima do peso são instintivamente mais estimuladas por imagens de comida e têm de fato, menos força de vontade.
Claus Voegele, professor de psicologia da Universidade de Luxemburgo, disse que "todos os vício são similares no sentido de o paciente desejar aquele sentimento bom recebido pelos neurotransmissores, criado quando se come, fumam, fazem sexo ou se drogam".
Os testes foram feitos com mulheres 3 horas antes de comerem ou imediatamente após terem feito uma refeição. Algumas imagens apareciam aleatoriamente na tela do computador, de comidas e objetos, e elas deveriam simplesmente clicar nas imagens o mais rápido possível.
Constatou-se que as voluntárias com problemas de peso eram mais devagares. Muitas delas disseram que o teste deu vontade de comer, não importando há quanto tempo elas estivessem sem comer.
"Isso sugere que algumas pessoas tem predisposição psicológica ou até instintiva a "beliscar", disse o professor.

Daily Mail / Terra

Diagnóstico do melanoma requer análise detalhada de especialista

Foto: Wikipédia
Melanoma
Além da observação de características da pinta, exames precisam ser feitos
 
Por Dra. Denise Steiner
 
A desconfiança de que uma lesão seja melanoma, ocorre pela análise clínica da lesão. Usando a regra do ABCD para ajudar a fechar o diagnóstico. No geral, é preciso que a pinta apresente alguma dessas quatro característica para ser suspeita: 
 
A- Assimétricas

B- Bordas irregulares

C- Coloração variada

D- Diâmetro de dois ou mais centímetros 
 
Além disso, também são importantes informações sobre o aparecimento da lesão e dados sobre a saúde e família do indivíduo acometido. Quando alguém na família já tem ou teve melanoma é uma informação que pesa muito para o risco do paciente. Uma pessoa que já teve ou cuja mãe ou parente próximo já teve melanoma é uma pessoa cujo risco é muito aumentado. 
 
Lesões que repetidamente aumentam, escurecem, mudam de cor, inflama, ulceram, sangram ou apresentam qualquer mudança brusca, também são dados significativos para diagnosticar o melanoma. 
 
Pessoas mais claras, com olhos claros, cabelos claros, com câncer de pele na família, que tiveram queimaduras frequentes e graves pelo sol, devem estar atentas e procurar ajuda médica e especializada para o diagnóstico precoce da lesão. 
 
O diagnóstico definitivo do melanoma é fechado pela biópsia ou exame histopatológico da lesão, que é através de visualização das células malignas. O exame deve descrever as células e, além disso, dar informações sobre a profundidade da lesão. 
 
O exame de dermatoscopia também auxilia no diagnóstico, ele pode fornecer mais dados a respeito da lesão que irão compor informações para o resultado final. Esse exame é feito com um aparelho chamado dermatoscópio, que é um aparelho normal com uma lente especial que melhora a visualização da lesão. O dermatologista tem formação para reconhecer esses sinais e fazer um diagnóstico mais preciso. 
 
As lesões assimétricas com borda irregular, cores variadas e mais que 0,6 cm, são mais suspeitas e vão nortear o pedido do exame histopatológico. 
 
 
O melanoma pode ser amelanótico que significa não ter cor e nesse caso pode ser confundido com outros tumores de pele, como carcinoma basocelular e carcinoma espinocelular. Ele pode ser confundido com o carcinoma basocelular quando este é pigmentado e com outros tumores, como sarcomas, como o sarcoma de Kaposi e também com lesões pré malignas, como os nevos displásicos, que são pintas com sinais suspeitos, mas que não são melanoma. 
 
O melanoma é o mais grave dos cânceres cutâneos e que quando diagnosticado precocemente pode ser retirado com grandes chances de cura total. No entanto, quando não é retirada a tempo de evitar a metástase leva a vários comprometimentos, inclusive a morte. 
 
Minha Vida

Você tem problemas de ereção?

Foto: Reprodução
O maior medo de homens que sofreram o seu primeiro episódio de perda de ereção é falhar novamente. Afinal, por que ele não conseguiu? Será que sofre de disfunção erétil?
 
A verdade é que muitas vezes não existe um problema. A perda de ereção pode acontecer por inúmeros motivos e, muitas vezes, não criar grandes expectativas é o melhor remédio. Para saber quando você deve buscar ajuda, elaboramos um questionário com o auxílio de dois especialistas da área.
 
Se você se identificar com muitos dos sintomas citados, procure a ajuda de um médico especialista.
 
Confira:
 
1. A partir de qual idade costuma ser comum o diagnóstico de disfunção erétil por causas orgânicas?
 
"A disfunção erétil decorrente de causas orgânicas pode acometer homens em qualquer idade, mas é mais comum após os 50 anos", afirma o urologista Roni Fernandes, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Urologia (São Paulo). Segundo ele, isso acontece por conta do envelhecimento natural, ainda que o indivíduo seja saudável.
 
2. Antes dos 50 anos, a disfunção erétil costuma ter como causa?
 
De acordo com o urologista Conrado Alvarenga, do Grupo de Disfunção Sexual do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, problemas de ereção antes dos 50 anos costumam ser decorrentes da chamada disfunção erétil psicológica. "Estresse, ansiedade e baixa autoestima, por exemplo, podem impedir uma boa ereção, caracterizando a chamada pressão de performance", explica. É possível ainda sofrer dos dois problemas. Um homem que começa a ter problemas de ereção por causas orgânicas pode desenvolver problemas emocionais que levem à disfunção erétil psicológica
 
3. Sofrer um episódio de perda de ereção antes dos 50 anos é:
Completamente normal
 
"Sofrer episódios esporádicos de perda de ereção antes dos 50 anos é completamente normal", explica o urologista Roni. O casal deve começar a se preocupar apenas quando o problema se torna frequente, prejudicando a vida a dois. ?Neste caso, procure um urologista para descobrir a causa e começar um tratamento precocemente?, recomenda. Um médico deve ser procurado ainda quando, após um episódio de perda de ereção, o homem perceber redução da libido. Neste caso, é possível que ele seja vítima de problemas hormonais.
 
4. Ao perder a ereção pela primeira vez, o homem deve:
Tentar manter a interação entre o casal
 
O urologista Conrado recomenda manter a interação do casal na relação mesmo com a perda da ereção. "Após o período de latência, que é o intervalo de cerca de 20 minutos após uma relação ou após a perda de ereção em que o homem não consegue ter outra ereção, ele pode relaxar ou se recuperar, conseguindo, então, uma ereção", explica. Para isso, é fundamental a compreensão entre os dois. Conversar e estimular sexualmente o homem pode resolver o problema no mesmo dia.
 
5. A disfunção erétil também pode ser sintoma de:
Diabetes                
 
"Cerca de metade dos homens que sofrem de diabetes também apresenta problemas de ereção", alerta o urologista Roni. O diabetes leva a uma lesão neurológica progressiva dos nervos periféricos (neuropatia diabética), impedindo uma sequência de fatores que levariam à ereção. Em muitos casos, entretanto, isso acontece porque não há controle rígido sobre as taxas de açúcar no sangue. "Quem busca e segue tratamento reduz e muito o risco de ter disfunção erétil", complementa.
 
6. Problemas de ereção decorrentes do tabagismo são revertidos depois que o homem abandona o cigarro?
Nem sempre
 
Um dos problemas decorrentes do tabagismo é o acúmulo de gordura nas artérias que, com o tempo, pode entupir. Quando isso acontece em uma artéria do coração, o resultado é um infarto. Quando acontece na artéria peniana, o resultado é a perda da capacidade de ereção. "Após parar de fumar, portanto, o homem pode ter alguma melhora do quadro, já que seu estado geral de saúde também melhora, mas o simples abandono não garante reversão total da disfunção erétil", alerta o urologista Conrado. Continuar fumando, por outro lado, faz com que o problema piore ainda mais. Assim, o ideal é buscar tratamento com um especialista.
 
7. O sobrepeso pode prejudicar a ereção?
Sim
 
"Além da possibilidade de gerar acúmulo de gordura nas artérias, impedindo o fluxo sanguíneo no pênis, a obesidade pode levar à disfunção erétil por questões psicológicas", explica o urologista Roni. Isso porque o sobrepeso pode inibir o homem, afetar sua autoestima ou mesmo desestimulá-lo por conta da dificuldade de movimentação.
 
8. Ter ereção parcial em todas as relações:
Indica um quadro de disfunção erétil
 
De acordo com o urologista Conrado, a disfunção erétil apresenta quatro níveis, sendo o mais grave a de perda total da capacidade de ereção. "Ter uma ereção parcial em todas as relações, entretanto, já caracteriza um quadro de disfunção e, nesse caso, o homem deve buscar ajuda", afirma.
 
Minha Vida

Hormônios podem ser culpados pela obesidade crescente entre homens

Foto: Reprodução
Um desequilíbrio nos hormônios sexuais femininos nos homens pode estar contribuindo para os altos níveis de obesidade masculina em países ocidentais, de acordo com uma nova pesquisa publicada na versão on-line do periódico PLoS ONE
 
Pesquisadores da Universidade de Adelaide, na Austrália, sugerem que o aumento no número de homens obesos poderia estar ligado à exposição a substâncias – usadas na indústria e presentes na soja, no plástico e no PVC, por exemplo – que imitam os efeitos do estrogênio, o hormônio sexual feminino. Esses produtos são cada vez mais consumidos em países desenvolvidos.
 
Os autores do estudo compararam as taxas de obesidade entre homens e mulheres de todo o mundo, além de levar em conta o PIB (Produto Interno Bruto), para determinar o impacto da riqueza sobre a obesidade.
 
Eles descobriram que, embora no mundo em desenvolvimento a obesidade seja mais frequente entre as mulheres, no mundo desenvolvido o cenário é completamente diferente.
 
Em países da Europa, assim como nos Estados Unidos e na Austrália, as taxas de obesidade entre homens e mulheres são muito mais próximas. E, em alguns deles, o excesso de peso chega a ser mais frequente para o sexo masculino.
 
Para os pesquisadores, essa diferença vai além do simples aumento da ingestão de calorias. Os hormônios presentes em certos produtos são conhecidos por causar ganho de peso, especialmente por causarem alterações na tiroide e no hipotálamo.
 
A exposição a esses componentes estaria contribuindo para uma espécie de “feminilização” dos homens no mundo ocidental, o que explicaria a crescente obesidade entre homens e também o aumento da infertilidade masculina.
 
Mas os pesquisadores avisam que são necessários mais estudos para entender melhor como fatores ambientais têm interferido nos hormônios e comprovar a tese.

UOL

ONU: mais de 50 mil crianças podem morrer de fome no Sudão do Sul

Foto: Reprodução
Mais de 50 mil crianças podem morrer de fome ou doenças no Sudão do Sul, devastado por seis meses de guerra civil, alertou ontem (14) a Organização das Nações Unidas (ONU). “Os objetivos imediatos da operação humanitária são o de salvar vidas e evitar a fome”, informou a (ONU), em comunicado divulgado neste sábado
 
“As consequências podem ser terríveis: 50 mil crianças morrerão este ano se não receberem assistência”, disse o responsável pelas operações humanitárias da ONU no Sudão do Sul, Toby Lanzer que também anunciou um plano de ajuda para 3,8 milhões de pessoas . Segundo o responsável, a ONU recebeu US$ 740 milhões em ajuda humanitária.
 
O presidente do Sudão do Sul, Salva Kiir, e o chefe dos rebeldes, Riek Machar, comprometeram-se esta semana a formar um governo de transição num prazo de 60 dias, mas especialistas duvidam da vontade dos dois em terminar com o conflito, que fez milhares de mortos.
 
A estimativa é que 1,5 milhões de pessoas tiveram que deixar suas casas. Dois acordos de cessar-fogo anteriores não duraram mais do que algumas horas. Os combates e as fugas da população já afetaram a vida de milhões de pessoas, disse Toby Lanzer.
 
Agência Brasil

Casos de dengue na cidade de São Paulo sobem 19% e chegam a 10.124

Reprodução/BBC Brasil
Agentes combatem os criadouros do mosquito da dengue
Dos 96 distritos administrativos da cidade, 94 já registraram casos da doença neste ano - 11 estão em nível de emergência
 
O número de casos de dengue confirmados na cidade de São Paulo em 2014 chegou a 10.124 - valor 314% maior que o mesmo período do ano passado, quando 2.617 pessoas foram infectadas, segundo levantamento divulgado nesta quinta-feira (19) pela Secretaria Municipal da Saúde. Em relação ao balanço da semana passada, quando foram registradas 8.508 notificações, o aumento foi de 19%. 
 
As quatro semanas entre os dias 23 de março e 19 de abril concentraram 57% dos casos e o período, por enquanto, corresponde ao pico da doença neste ano. 
 
Até o momento, a taxa de incidência da cidade é 90 casos (para cada 100 mil habitantes), considerada baixa de acordo com o Ministério da Saúde. Durante todo o ano passado foram 2.617 casos e índice 23,3.
 
Segundo o balanço, dos 96 distritos administrativos da cidade, 94 estão em transmissão da dengue, com exceção apenas de Marsilac e Socorro. Em 51 distritos o nível de transmissão está no início. Em 32 distritos o nível de transmissão é de alerta e 11 estão em nível de emergência.
 
Desses 11 distritos com nível de emergência de transmissão, quatro estão na zona oeste: Jaguaré, com 1.242 casos registrados e taxa de incidência de 2.490,8 (alta); Rio Pequeno, com 618 casos e incidência de 521,7 (alta); Lapa, com 436 casos e incidência de 663,2 (alta) e Raposo Tavares, com 255 casos e incidência de 254,6 (média).
 
O balanço mostra ainda que outros três bairros estão na zona leste: Vila Jacuí, com 300 casos e incidência de 210,7 (média); Itaquera, com 322 casos e incidência de 157,2 (média) e Cidade Líder, com 234 casos e incidência de 184,8 (média). Dois na zona norte: Tremembé, com 520 casos e incidência de 263,6 (média) e Pirituba, com 282 registros e incidência de 167,9 (média) e dois na zona sul: Campo Limpo, com 353 casos e incidência de 167,0 (média) e Capão Redondo, com 297 casos e incidência de 110,5 (média).
 
Entre os 32 distritos onde o nível de transmissão é de alerta estão Carrão, com incidência de 253,4 (média); Butantã, com incidência de 252,8 (média); Tucuruvi, com incidência de 200,1 (média); Jaguara, com incidência de 188,8 (média) e Santo Amaro, com incidência de 184,5 (média).
 
Na semana passada a Secretaria Municipal de Saúde confirmou mais três mortes na cidade por dengue, totalizando oito óbitos este ano. As três mortes confirmadas são de um homem (38 anos), que morreu em 26 de fevereiro, morador de Perus; uma mulher (46 anos), que morreu em 13 de abril, moradora do Tremembé; e uma mulher (65 anos), que morreu em 25 de abril, moradora da Lapa. Os outros cinco óbitos por dengue confirmados nos balanços anteriores, de uma criança, um homem e três mulheres, aconteceram no mês de abril e foram casos registrados no Jaguaré, Tremembé e Capela do Socorro.
 
País
Dados do último boletim do Ministério da Saúde mostram queda nos casos de dengue no país nos três primeiros meses deste ano, em comparação ao mesmo período do ano passado. Em 2014, foram 215.169 notificações, o que representa queda de 76,7% quando comparado ao primeiro trimestre do ano passado (921.716). O número de casos graves também caiu 80% na mesma base de comparação.
 
Foram 937 casos no primeiro trimestre de 2014 contra 4.722 em 2013. Os óbitos provocados pela doença diminuíram 87% em relação a 2013. Este ano foram confirmados 47 óbitos e no mesmo período do ano passado, foram 368. Os estados do Amapá, de Roraima, Sergipe, do Maranhão, Piauí, da Paraíba, de Pernambuco, de Alagoas e do Rio Grande do Sul apresentaram os menores índices de notificação pela doença no período. Em Santa Catarina não há transmissão autóctone de dengue (que é a originária no estado).
 
*Com Agência Brasil
 
iG