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quinta-feira, 7 de julho de 2011

Leite agora é indicado para prevenir degeneração motora

Tido por muitos anos como alimento essencial na dieta de pessoas de todas as idades, o leite agora é indicado para prevenir degeneração motora. Mas uma corrente da medicina se diz radicalmente contra o consumo do produto

Uma série de pesquisas recentes relaciona a ingestão de leite por idosos a uma melhora das funções motoras e mentais. A opinião, porém, está longe de ser unânime. Uma vertente forte de profissionais da medicina condena o consumo de leite por adultos, crianças e idosos. O DIÁRIO conversou com dois especialistas de opiniões diferentes e mostra os dois lados da moeda.

A Favor/ Pesquisadores do Nutritional Physiology Research Center e Sansom Institute for Health Research, na Austrália, obtiveram resultados positivos na associação do consumo de leite com a preservação do sistema psiconeurológico. O estudo concluiu que os idosos que ingerem a bebida e seus derivados apresentam uma probabilidade menor de desenvolverem problemas vasculares cerebrais. Além disso demonstram um melhor desempenho de memória, raciocínio e coordenação motora.

A nutricionista Ana Beatriz Barrella, da RGNutri Identidade em Nutrição, afirma que vários estudos, realizados desde a década de 50, mostram uma relação significativa entre a baixa ingestão de leite e problemas como demência muscular e cognitiva, além de depressão. "Devemos consumir leite diariamente, diversos benefícios da lactose são comprovados cientificamente. O leite é a principal fonte de cálcio e é importantíssimo para gestantes, pelo desenvolvimento ósseo do feto, e para crianças, pelo crescimento dos ossos e dos dentes. Também para os idosos, que têm uma diminuição da concentração de cálcio".

Ainda segundo Ana Beatriz, já está comprovado que alguns nutrientes presentes no leite, como o cálcio e o magnésio, ajudam no controle da perda de peso, da pressão arterial e na melhora do perfil lipídico. "O leite é o que chamamos de alimento completo, pois possui carboidrato, proteína, vitaminas e minerais, combinação rara de se encontrar em um só produto", acrescenta.

A médica ressalta que o tipo do leite (desnatado, semi-destanado ou integral) não interfere na sua riqueza nutritiva. "O cálcio e os nutrientes principais são preservados, a diferença é apenas na quantidade de gordura." Ana Beatriz explica que as únicas pessoas que devem cortar laticínios da dieta são os clinicamente diagnosticados com alergia à proteína do leite ou intolerância à lactose.

Contra/Elaine Marasca, médica antropofísica e presidente da Liga dos Usuários e Amigos da Arte Médica Ampliada, não é radicalmente contra o leite. Mas afirma que a interrupção no consumo do alimento pode ser benéfica. "Existe uma corrente da medicina que desaconselha fortemente o consumo da bebida por todas as pessoas, inclusive crianças e idosos. A OMS recomenda a ingestão diária de laticínios, mas apenas por causa do cálcio, que é muito importante para o desenvolvimento. Contudo, existem outras fontes de cálcio que são mais saudáveis", alerta a médica, que consome alguns derivados do leite, mas não bebe o produto há muito anos.

Para Elaine, o leite aumenta a quantidade de secreção produzida pelo corpo, o que faz com que pessoas que sofrem de rinite, sinusite e outras doenças respiratórias tenham uma certa intolerância ao produto. "Além disso, já foi comprovado que o leite mantém processo inflamatório intracelular, que chamamos de inflamação ?surda?, por ser discreta. O problema é sério e pode desenvolver um tumor. Então, consumir uma quantidade baixa de leite é muito importante" afirma.

Elaine aconselha àqueles que vão consumir o alimento, para não fazê-lo durante as refeições. "É um hábito comum nos EUA, o que é prejudicial porque diminui a absorção de ferro daquele alimento consumido." Por experiência própria a médica atesta que adultos que consomem muito leite acabam ficando infantilizados. "Em 33 anos de experiência médica, já concluí que adultos que chegam ao meu consultório mostrando um desenvolvimento emocional aquém à sua idade real, normalmente consomem muito leite".

Fonte Diário de SP

Maioria das mulheres apresenta sobrepeso na menopausa

Estudo do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP) indica que 68% das mulheres chegam na menopausa com sobrepeso ou obesidade. O levantamento mostra ainda que 67% têm problemas relacionados aos sistemas vasomotores – a contração e a dilatação dos vasos sanguíneos. A pesquisa constatou que no primeiro atendimento para tratar a menopausa, as mulheres apresentam geralmente hipertensão arterial (44,94%), diabetes (10,01%), e tabagismo (8,39%).

O estudo, um dos mais amplos já realizados no Brasil sobre o tema, revela que a média etária de ocorrência da menopausa no Brasil é de 48,1 anos. O levantamento foi feito com cerca de 6 mil mulheres, em uma investigação que durou 11 anos (entre 1983 e 2004) e foi feita no Setor de Climatério do Hospital das Clínicas.

O levantamento também mostra que a idade da mulher na época em que ocorre a menopausa tem influência significativa sobre os sintomas e as doenças que normalmente aparecem no período: 27,8% das pacientes que tiveram a menopausa entre 41 e 45 anos de idade apresentaram sintomas vasomotores acentuados, contra 18,3% entre aquelas que entraram na menopausa com idade acima de 55 anos.

Segundo a professora, nesse período são necessários uma alimentação adequada e exercícios físicos, principalmente a caminhada. "E hoje nós temos os hormônios, tão criticados, mas que são excelentes. O que precisa é ter prudência e dar os hormônios a quem precisa, na dosagem certa, na quantidade e no tempo apropriado”, recomenda.

Fonte Capital de Minas

Checape neurológico pode ajudar a prevenir AVC

 (Arte D.A Press)Houve um tempo em que homens e mulheres viviam, na melhor das hipóteses, por três décadas. A expectativa de vida da população das áreas mais desenvolvidas do planeta começou a mudar somente entre os anos de 1500 e 1900. De lá para cá, melhores condições de alimentação, de saneamento e o incontestável avanço da medicina contribuíram para que os indivíduos ultrapassassem a barreira dos 30.

Atualmente, embora ainda sofra com mazelas praticamente erradicadas nos países mais desenvolvidos, o brasileiro vive, em média, 72,4 anos. Ainda estamos longe, porém, comparando com os japoneses, que normalmente chegam aos 82,6 anos e são os recordistas mundiais de longevidade.

Viver mais, no entanto, trouxe alguns desafios. Males neurológicos pouco relatados antigamente hoje são comuns e causam receio não apenas em idosos. Jovens que desejam escapar do acidente vascular cerebral (AVC) e de patologias que afetam a memória e a cognição passaram a procurar meios de se antecipar a tais ocorrências. Por isso, o checape neurológico tem conquistado quem pretende ir além dos 70 preservando, é claro, a qualidade de vida.
Saiba mais...
Para prevenir o AVC, que já lidera a lista dos males que mais matam no Brasil, médicos e pacientes têm à disposição exames cuja finalidade é averiguar o estado das artérias que levam sangue e oxigenação ao cérebro. A anamnese com neurologistas — histórico detalhado do paciente feito pelo especialista por ocasião da consulta — também é importante para detectar sinais de perdas cognitivas, uma das características das demências.

O comprometimento da memória e outros problemas degenerativos também podem ser detectados em testes específicos. Para Maristela Costa, neurofisiologista do Hospital do Coração, em São Paulo, entender o funcionamento do cérebro e o envelhecimento cerebral ainda é um grande desafio para médicos e cientistas. Mas os exames de neuroimagens estão, cada dia mais, contribuindo para desvendar melhor a estrutura mais complexa do corpo humano.

O primeiro passo da rotina do checape neurológico é a consulta detalhada com um neurologista e a avaliação neuropsicológica. “O eletroencefalograma com mapeamento cerebral, o doppler de carótidas e a angiorressonância de crânio são indicados depois da anamnese, dependendo da história e da idade do paciente. Com esses instrumentos, conseguimos diagnosticar precocemente os males comuns na população acima dos 50 anos”, especifica.

Segundo a médica, o declínio intelectual é esperado para todos os indivíduos que ultrapassam essa idade. O momento em que isso se dá, porém, é muito variável. “Em 50% dos casos, há uma evolução progressiva que alguns médicos acreditam poder ser retardada com exercícios específicos, alimentação e reabilitação psicomotora. São tentativas. Cientificamente, ainda não podemos provar que essa abordagem impeça a evolução para a demência”, enfatiza Maristela.

O neurologista Ricardo Teixeira pondera que a medicina é baseada em evidências. Ele entende que, por isso, o checape neurológico deve ser visto com cautela. “Recomendo que a investigação seja feita somente por aqueles com queixas que podem indicar um problema. Um paciente de 30 anos que não apresenta qualquer fator de risco não tem motivo para passar por exames tão detalhados”, pondera.

Melhor prevenir

No entanto, se o indivíduo apresenta hipertensão, é diabético, tem histórico familiar de AVC e infarto em parentes de primeiro grau é mais do que recomendado fazer um panorama funcional do cérebro à medida que a idade chega. De acordo com o médico, a investigação pode, sem dúvida, evitar o AVC. “Mas os exames não previnem males degenerativos como o Alzheimer, por exemplo. Acredito que quando tivermos uma terapia que mude o curso natural de doenças como essa, e a ciência está bastante dedicada a isso, o checape ajudará muito mais. Hoje, a maioria delas evolui de qualquer forma, seja com um diagnóstico precoce ou não”, lamenta.

Edimar tenta se prevenir de AVC e outras doenças cerebrais com exames periódicos  (Bruno Peres/CB/D.A Press - 21/6/11)O radialista Edimar de Mattos, de 31 anos, decidiu que era o momento para uma avaliação cerebral. Ele procurou um neurologista depois que um parente próximo morreu em decorrência de um aneurisma cerebral. “Fiquei muito assustado e achei que seria importante realizar alguns exames para ficar mais tranquilo ou, na pior das hipóteses, tentar reverter o quadro. Tenho sentido dores de cabeça constantemente. Mas acredito que seja o estresse do dia a dia e o momento que passei. No entanto, faço questão de tirar a prova”, comenta.

O neurologista Henrique Braga considera que depois dos 40 anos é interessante, mesmo para aqueles que não apresentam fatores de risco, fazer uma consulta com um neurologista. “A anamnese serve também para avaliarmos a necessidade dos exames mais detalhados e de imagens. Depois da quinta década de vida, acho conveniente fazer avaliações periódicas de três em três anos pelo menos”, sustenta.

O médico lembra que tão ou mais importante que o checape é a mudança de hábitos ou a manutenção de uma rotina saudável. “O tabagismo, a alimentação inadequada, a ingestão exagerada de álcool e o sedentarismo são atalhos para o AVC . Esses fatores precipitam qualquer doença, inclusive os males neurodegenerativos. Não adianta fazer checape e não mudar o estilo de vida. Não existe mágica”, decreta o especialista do Hospital Anchieta.

O aposentado Honório Miller, 82 anos, tem uma saúde de dar inveja a muitos jovens. Ativo e muito lúcido, ele é atento à boa alimentação, pratica atividades físicas e colhe os frutos de uma vida sem exageros. Apesar da idade, Honório até dirige. Os filhos, no entanto, ficaram preocupados com as vertigens que ele sentiu durante uma gripe e avaliaram que era hora de um exame detalhado do cérebro. “Ao que parece, está tudo bem. Ele não gostou muito da ideia do checape neurológico, insiste que não está doente. A mãe dele teve mal de Parkinson, achamos prudente fazer uma avaliação mais detalhada. Queremos que ele viva por muito tempo”, diz Nelsi Zuchelli, filha de Honório.

Um mal da idade

O mal de Alzheimer, doença de Alzheimer ou simplesmente Alzheimer é uma doença degenerativa atualmente incurável, mas que possui tratamento. Este permite melhorar a saúde, retardar o declínio cognitivo, tratar os sintomas, controlar as alterações de comportamento e proporcionar conforto e qualidade de vida ao idoso e sua família. Foi descrito, pela primeira vez, em 1906, pelo psiquiatra alemão Alois Alzheimer, de quem herdou o nome. É a principal causa de demência em pessoas com mais de 60 anos. Atinge 1% dos idosos entre 65 e 70 anos, mas sua prevalência aumenta com os anos, sendo de 6% aos 70; 30% aos 80 anos e mais de 60%, depois dos 90.

Fonte Correio de Minas

Exercícios físicos reduzem atrofia muscular em pacientes com insuficiência cardíaca

Atrofia faz parte de problemas decorrentes também de outras doenças, como diabetes, câncer e insuficiência renal

Já é consenso na medicina que os exercícios físicos fazem bem à saúde, prevenindo contra doenças. No entanto, o treinamento também ameniza problemas decorrentes de enfermidades. É o caso da atrofia muscular, que está associada à insuficiência cardíaca e, conforme revela pesquisa da Escola de Educação Física e Esporte da USP, pode ser reduzida por meio de treino adequado.

Experimentos realizados em animais pela pesquisadora Telma Fátima da Cunha mostraram que o exercício físico diminui a atividade do principal sistema de degradação de proteínas intracelulares, o ubiquitina proteassoma, fator que contribui para a atrofia também em doenças como o câncer, a insuficiência renal e o diabetes. O treinamento físico aeróbico em esteira foi iniciado com camundongos aos cinco meses de idade (insuficiência cardíaca moderada), treinados por dois meses, cinco vezes por semana, uma hora por dia.

— Para estabelecer o volume de treinamento desses animais, eles foram submetidos a um teste de esforço semelhante aos testes ergométricos realizados em seres humanos, inclusive em portadores de problemas cardíacos. O treinamento favoreceu o aumento da massa muscular, por meio da redução do estresse oxidativo e dos componentes do sistema ubiquitina proteassoma — aponta a pesquisadora.

Pacientes com insuficiência cardíaca que participaram de um programa de treinamento físico, também apresentaram indicativos de redução na atividade do sistema.

— O treinamento físico, além de aumentar o consumo máximo de oxigênio, melhorando a capacidade de geração de energia, reduziu a atividade do sistema ubiquitina proteassoma, indicando melhora do prognóstico dos pacientes, que costuma ser piorado pela atrofia — diz José Bianco Moreira, colaborador da pesquisa.

Fonte Zero Hora

Implante de silicone nos seios não eleva as chances de ter câncer de mama


Órgão de saúde norte-americano investigou ligação entre procedimento e incidência de linfomas

A dúvida é recorrente nas mulheres que pensam em aumentar o tamanho dos seios. No entanto, o risco de desenvolver câncer de mama não tem relação com o implante de silicone. Essa foi a conclusão do órgão de saúde norte-americano FDA (Food and Drug Administration), que investigou no começo deste ano um possível vínculo entre implantes mamários e um tipo raro de câncer (linfoma anaplástico de grandes células, ou LAGC).

A FDA teve notícia de apenas 60 casos em todo o mundo, uma pequena fração dos milhões de mulheres que têm recebido implantes mamários. Como ainda precisa de mais dados, a FDA pediu que profissionais de assistência à saúde nos Estados Unidos informassem sobre casos de LAGC em mulheres com implantes mamários.

De acordo com a FDA, não há estudos que afirmem que implantes de silicone possam causar problemas a longo prazo sobre a saúde, incluindo câncer de mama ou doenças do tecido conjuntivo.

Cuidados durante a mamografia

O dado positivo em relação às mulheres que colocam silicone nos seios, é que estas tendem a ser mais conscientes de seu corpo e, assim, verificar com maior frequência de nódulos de mama. No entanto, é importante ter cuidado na hora da mamografia. Os implantes de mama devem ser sempre considerados durante o exame. Se você os possui, o ideal é dizer ao médico.

Dicas para reduzir seu risco de câncer de mama:

:: Limite o consumo de álcool. Quanto mais você bebe, maior o risco. Limite-se a uma dose por dia.

:: Controle o seu peso. A obesidade aumenta o risco de câncer de mama, especialmente se você ganha o excesso de peso após a menopausa.

:: Mantenha-se fisicamente ativo. Isso ajuda a manter um peso saudável e proporciona outros benefícios saudáveis.

:: Amamente seu bebê. Estudos têm demonstrado que amamentar pode oferecer alguma proteção contra o câncer de mama.

:: Tenha cuidado com a terapia hormonal. Em longo prazo, a terapia hormonal aumenta o risco de câncer de mama.

:: Evite a poluição. Exposição aos poluentes atmosféricos de veículos e outros podem contribuir para o câncer de mama.

Fonte Zero Hora

Satisfação com a vida protege a saúde do coração, revela pesquisa


Estudiosos revelam que existe uma relação evidente entre o risco das doenças cardiovasculares e pelo menos quatro áreas da vida, entre elas o trabalho, a família e a vida sexual

Estados psicológicos negativos como estresse e depressão estão associados com um risco maior de desenvolvimento de doenças cardiovasculares e, segundo uma nova pesquisa publicada no European Heart Journal, o contrário também é verdade, ou seja, a satisfação com a vida pode promover a saúde do coração.

Os estudiosos entrevistaram quase 8 mil funcionários britânicos por meio de um questionário sobre vários fatores da vida e, depois, compararam as respostas com os dados médicos de cada um.

Os resultados comprovaram que existe uma relação evidente entre o risco das doenças cardiovasculares e pelo menos quatro áreas da vida, entre elas o trabalho, a família e a vida sexual. A satisfação na maioria dos aspectos foi associada ao risco reduzido de enfermidades cardíacas.

Fonte Zero Hora

Limão – Vantagens e benefícios

Limão   Vantagens e benefíciosMuitos nutricionistas através de revistas especializadas e sites espalhados pela internet buscam mostrar a importância das frutas em nossa alimentação, por representarem uma fonte natural de vitaminas outra série de características a nossa saúde. Saiba agora, maiores informações a respeito do limão, como suas vantagens e benefícios.

Apesar de não ser uma das frutas mais populares entre as pessoas, o limão é considerado como o rei dos frutos curativos, sendo impressionante a quantidade e variedade das suas aplicações. Apesar de que muitos automaticamente o olharem de maneira duvidosa devido ao seu gosto azedo característico, o que impede que sirva de alimento em sua forma mais pura e natural.

A fruta é uma grande fonte de vitamina C e potássio. possuindo ainda uma enorme concentração de fibras em seu bagaço. O limão serve para regular o intestino, prevenindo os radicais livres e acelerando o nosso processo de digestão, o que resulta em um corpo firme, ja que ele funciona de uma forma diurética, segundo o que apontam os nutricionistas.

Além disso, a fruta possui grande importância no que diz respeito a cicatrização, acelerando o processo e sendo indicado entre diabéticos e hipertensos que devem incluir o limão na alimentação. Quem tem úlcera ou gastrite não precisa abrir mão do alimento, que ajuda a cicatrizar feridas, desde que não haja exagero no consumo.

Vale lembrar que o consumo não deve ser feita de maneira exagerada, pois este pode resultar em males a saúde, prejudicando seu organismo. Especialistas apontam que a quantidade ideal para consumo é de aproximadamente 4 limões por dia no máximo. Crie o habito de beber o suco durante a semana para garantir todos os benefícios a sua saúde!

Fonte Etcetera

Benefícios do alho

Benefícios do alhoVegetal que é uma presença constante em mesas por todo o Brasil, o alho é encontrado normalmente em sua forma tradicional: A de raiz, apresentando um bulbo constituído de várias partes que chamamos de “dentes”. Seja cozido ou até mesmo cru, o alho é um dos temperos mais utilizados para dar sabor aos alimentos, e possui uma série de propriedades benéficas. Conheça agora os benefícios do alho.


O alho é uma fonte de Vitamina B1, B2 e C, além de possuir provitamina A, selênio e zinco. Outras características importantes na composição do vegetal são as substâncias que ajudam no controle do colesterol. Além disso, ele funciona de maneira extremamente eficiente como anticuagulante, já que reduz a capacidade de coagulação do sangue em 20 a 30 por cento.

Estudos comprovaram que o alho pode ser utilizados com eficácia para auxiliar no combate de doenças como Distúrbios gastrointestinais, colesterol elevado, tensão arterial elevada, asma, bronquite, gripe, dores de dente. Além das citadas logo acima, pesquisas recentes demonstraram que ele pode auxiliar até mesmo aqueles como câncer de mama ou próstata.

Para aqueles que não ingerem alho regularmente e querem saber qual seria a dose adequada de forma a aproveitar seus benefícios naturais, recomenda-se 500 a 1000mg de óleo Alho por dia, ou 1 a 2 dentes por dia. Acrescente o alho no molho de sua comida e aproveite mais essa incrível fonte de vitaminas e ajude seu organismo!

Fonte Etcetera

Portugal:Loulé: Hospital da Misericórdia é inaugurado por Cavaco na sexta-feira

"O Hospital da Misericórdia de Loulé, um edifício do século XVI, é uma referência social enorme, que tem quase cinco séculos de existência, que foi criado por D. Sebastião para dar resposta de retaguarda aos feridos que vinham do norte de África. Funcionou até 1975 como Hospital da Misericórdia, passando para a tutela do Ministério da Saúde durante muitos anos", explicou, em entrevista à Lusa, o autarca de Loulé, Seruca Emídio, recordando que para o fim o edifício ficou "quase em ruínas".

Segundo o responsável, a gestão da instituição é da responsabilidade da Santa Casa da Misericórdia, que estabeleceu um "protocolo" com a Administração Regional de Saúde do Algarve.

Com as obras de ampliação e remodelação, em que a Câmara apoiou com um 1,25 milhões de euros, o hospital oferece duas componentes: uma unidade pública de cuidados continuados de saúde e uma unidade privada com consultas externas em diversas especialidades e bloco operatório.

Nos cuidados públicos, o hospital tem uma Unidade de Longa Duração e Manutenção com "21 camas de cuidados continuados".

Uma particularidade do recuperado hospital de Loulé é que a parte privada vai ser gerida por "uma espécie de sociedade de médicos de várias especialidades que trabalhavam isoladamente e que se juntaram quase como uma cooperativa", adiantou o também médico Seruca Emídio, que considera o "conceito interessante".

A população pode aceder a consultas externas de Fisioterapia, Pediatria, Otorrinolaringologia, Cardiologia, Urologia e Imagiologia, assim como há salas para exames de ecografias, mamografias, RX, e também gabinetes de urgência e salas de tratamento de enfermagem.

O Hospital da Misericórdia de Loulé foi o primeiro do Sul do País a ter serviço de Radiologia e já foi considerado um dos melhores da sua categoria a nível nacional.

Apesar de estar em funcionamento desde Março, o Hospital da Misericórdia é inaugurado pelo Presidente da República, Cavaco Silva, na sexta-feira às 18h00, garantiu Seruca Emídio.

Cerca de 200 mil euros do investimento no Hospital da Misericórdia são fruto das receitas oriundas do Carnaval de Loulé 2011, onde a Câmara estimou que com a visita de 100 mil pessoas a comprarem as entradas a dois euros, conseguiam apoiar a instituição

Fonte Correio da Manhã

Cientista portuguesa ajuda a perceber doença de Alzheimer

Uma cientista portuguesa a trabalhar em França descobriu um novo mecanismo de regulação do tráfego de proteínas dentro das células do corpo humano que poderá ajudar no tratamento do cancro ou da doença de Alzheimer.

O estudo de Cláudia Almeida, 35 anos, investigadora no Instituto Curie, em Paris, foi publicado na revista Nature Cell Biology.

O que está em causa é perceber as razões por que algumas proteínas deixam de chegar aos seus destinos dentro das células, originando as doenças, de modo a conseguir depois agir de modo a tratar e corrigir essas alterações.

O que Cláudia Almeida agora descobriu foi que há uma proteína que contribui para deformar as paredes do Golgi, a estrutura onde se formam as novas moléculas e que as encaminha para os seus destinos.

Em declarações à Lusa, Cláudia Almeida salientou a importância destas investigações, que vão permitir perceber as alterações nos mecanismos celulares que vão originar as doenças.

Trata-se, contudo, de um processo demorado, já que "há 20 anos que se trabalha intensamente e ainda não se conseguiu qualquer cura" para a doença de Alzheimer, por exemplo, refere a investigadora.

Fonte Diário de Notícias

Portugal:


Obesidade, tabagismo e colesterol aumentam com entrada na universidade

Aumento do sedentarismo, obesidade, níveis elevados de gordura no sangue e tabagismo foram as principais conclusões de um estudo que avaliou o impacto da vida académica na saúde dos estudantes, dois anos após a entrada na universidade.

Em declarações à Lusa, a investigadora considerou que as conclusões do estudo “refletem os hábitos de vida de uma população jovem dois anos após a transição do ensino secundário para o ensino Superior”.

O objetivo foi avaliar o impacto dos fatores de risco para as doenças crónicas não transmissíveis, em particular para as doenças cardiovasculares,

Segundo a Direção-Geral de Saúde, em Portugal, a mortalidade por doenças do aparelho circulatório (cerebro-vasculares e cardiopatia isquémica) ocupa o primeiro lugar no conjunto de todas as causas de morte (34,1 por cento).

Neste sentido, o estudo liderado por Maria Piedade Brandão, resultante de uma parceria entre o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, da Universidade do Porto, e a Universidade de Aveiro

O estudo resultou de uma parceria com o Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto e envolveu 154 estudantes da Universidade de Aveiro, por pelo menos dois anos de acompanhamento.

Revelou que os alunos expostos à vida académica universitária quando comparados com aqueles de entrada recente no ensino superior apresentaram proporção mais elevada de níveis de tabagismo (zero por cento nos não expostos para 19,3 por cento nos expostos).

“Ou seja – sustentou a investigadora - destes 154 alunos, aquando da entrada na universidade, nenhum fumava, no entanto, após dois anos de exposição universitária 19,3 por cento dos indivíduos passou a fumar”.

Maria Piedade Brandão destacou também que a proporção de dislipidemia (presença de níveis elevados de lípidos no sangue) também aumentou com a exposição à vida universitária (28,6 por cento nos não expostos para 44 por cento nos expostos), bem como o sobrepeso (12,5 por cento nos não expostos para 16,3 por cento nos expostos).

O trabalho revelou ainda que os alunos que não estão expostos à vida universitária apresentaram padrões de saúde ligeiramente mais favoráveis do que aqueles que frequentam o ensino superior. Foi também encontrada uma proporção elevada de sedentarismo em ambos os grupos (79,6 por cento nos não expostos e 80,7 por cento nos expostos).

Esta investigação recorreu a técnicas invasivas de recolha de dados, como a medição de glicemia, perfil lipídico e níveis séricos de homocisteína (aminoácido não essencial que tem sido apontado por alguns investigadores como causa independente de doença cardiovascular).

“Os resultados fornecem evidências empíricas da importância da prevenção dos principais fatores de risco cardiovascular entre estudantes universitários, para evitar ou adiar consequências de estilos de vida inadequados”, salientou a investigadora.

Maria Piedade Brandão disse à Lusa estar a preparar um pedido de financiamento à Fundação para a Ciência e Tecnologia para dar continuidade a este estudo.

O plano é poder intervir na universidade com “algumas práticas diárias de modo a poder regredir estes valores”.

Fonte Destak

Usuários de cocaína podem desenvolver deformações na pele


Usuários de cocaína têm sido alertados por médicos sobre a possibilidade de desenvolverem uma reação que causa dor e deformidades na pele. A causa disso é uma substância chamada levamisol, que é misturada à droga. A substância, de uso veterinário, pode causar reações alérgicas graves.

Em um artigo de "The Journal of the American Academy of Dermatology", publicado no dia 9 de junho, médicos da Universidade da Califórnia, em Los Angeles, descreveram seis pacientes que desenvolveram manchas roxas e escuras após usar cocaína. Alguns deles sofreram desfiguração permanente da orelha e muitos tiveram neutropenia, uma baixa anormal do número de glóbulos brancos.

Dois dos pacientes são de Torrance, na Califórnia, e quatro de Rochester, Nova York. Eles "podem representar a ponta do iceberg de um problema de saúde pública que se agiganta", escreveram os autores.

De acordo com o Departamento de Justiça americano, quase 70% da cocaína dos Estados Unidos é adulterada com levamisol, droga antiparasita cujo uso em seres humanos foi proibido. Em dezembro de 2009, o CDC informou que 21 usuários de cocaína dos Estados do Novo México e Washington haviam desenvolvido a agranulocitose, doença sistêmica grave. Um dos pacientes morreu.

Entre os usuários de cocaína, apenas uma quantidade pequena de pessoas desenvolverá reações graves. Contudo, para Noah Craft, dermatologista do Centro Médico Harbor-UCLA e um dos autores do relatório, "isso é como jogar roleta-russa".

Fonte Folha

Ações contra planos de saúde serão monitoradas pelo CNJ

O CNJ (Conselho Nacional de Justiça) aprovou nesta terça-feira (5) uma recomendação a todos os tribunais do país para que adotem medidas para melhorar o entendimento dos magistrados nas ações que tenham como partes os planos de saúde.

O Fórum Nacional do Judiciário para a Saúde passará a focar o monitoramento das demandas judiciais referentes ao setor. De acordo com o CNJ, desde o ano passado é feita uma avaliação e monitoramento das ações judiciais na área, sobretudo os setores que mais demandam ações na Justiça (em sua maior parte, pedidos relacionados ao Sistema Único de Saúde).

Os dois primeiros levantamentos das ações judiciais de saúde constataram a existência de 241 mil processos em tramitação nos tribunais brasileiros.

A nova recomendação deve levar os tribunais a separarem as ações e contribuir com a avaliação e monitoramento das que tratam de planos e seguradoras.

Na prática, o texto recomenda aos tribunais que celebrem convênios para oferecimento de apoio técnico aos magistrados, sem ônus para os tribunais, de médicos e farmacêuticos indicados pelos comitês executivos estaduais do Fórum da Saúde.

Estes profissionais vão auxiliar os juízes e desembargadores na formação de um juízo de valor quanto à apreciação das questões clínicas apresentadas pelas partes, observando-se as peculiaridades regionais de cada caso.

Os magistrados também serão orientados a, por meio das corregedorias de seus tribunais, acionar quando necessário a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Conselho Federal de Medicina e Conselho Federal de Odontologia sobre os processos.

O objetivo é fazer com que tais entidades possam se manifestar sobre o assunto debatida dentro das suas atribuições e sobre obrigações regulamentares das operadoras, bem como medicamentos, materiais, órteses, próteses e tratamentos experimentais.

Fonte Folha

Jovem que doaria medula morre após implante de cateter

Uma jovem de 21 anos, estudante de enfermagem, morreu após fazer um procedimento médico para doação de medula em São José do Rio Preto (438 km de SP).

Luana Neves Ribeiro, que era de Promissão (451 km de São Paulo), esteve no Hospital de Base na manhã de segunda-feira (4) para implantar um cateter, que seria utilizado para coletar as células da medula. A doação seria realizada na terça-feira (5).

Flávia Fernandes, cunhada da jovem, disse que ela começou a passar mal durante a tarde, no hotel onde estava hospedada, e voltou à instituição no início da noite. A estudante morreu às 22h.

O hospital disse que o fato está sendo apurado e que um laudo com a causa da morte deve ser emitido nesta quarta-feira. De acordo com a família, uma necropsia apontou uma hemorragia não detectada por exames feitos após a colocação do tubo.

O coordenador nacional do Redome (Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea), Luiz Fernando Bouzas, diz que o caso é inédito no Brasil, onde já foram feitos 18 mil transplantes de medula, e raro no mundo.

"Temos notícia de seis a oito casos letais no mundo para doador. E apenas um deles é por cateter", afirma.

O coordenador, que também é diretor do centro de transplante do Inca (Instituto Nacional de Câncer), explica que a coleta da medula pode ser feita de três formas: através do osso da bacia, de veias periféricas (como no braço) ou centrais (como a jugular) --o último, por cateter.

A escolha ocorre depois de avaliação médica e leva em conta as condições de saúde do paciente e do doador.

Segundo ele, os riscos da colocação de um cateter não são restritos à doação de medula e são os mesmos de outros procedimentos. 'Há gente que morre após anestesia. Não é comum, mas pode ocorrer. Foi uma fatalidade.'

A cunhada da jovem diz que Luana fez todos os exames antes da doação e foi considerada apta. "Ela estava superfeliz de ajudar."

O paciente que seria transplantado deve receber a medula de um novo doador --morador de Campinas (93 km de São Paulo)-- ainda nesta semana.

De acordo com o coordenador do Redome, após a morte da jovem o paciente ficou com a saúde em risco, já que estava recebendo medicação para o transplante. "Agora, é preciso salvá-lo."

Fonte Folha

Novos antibióticos são promessa contra superbactérias resistentes

Dois novos antibióticos com diferentes mecanismos de ação sobre o ribossomo (estrutura celular que fabrica proteína) das bactérias são as promessas no combate às infecções causadas por agentes multirresistentes.

Um dos ganhadores do Prêmio Nobel de Química de 2009, o americano Thomas Steitz relatou a ação dessas novas drogas, em fase de pesquisa clínica.

Uma delas age em área específica do ribossomo -onde outros fármacos não atuam-, e a outra causa um bloqueio que impede a sua atividade.

"Chamamos isso de constipação molecular", disse Steitz, durante palestra em Lindau (Alemanha), para uma plateia de jovens cientistas e jornalistas.

Os antibióticos curam várias doenças por meio do bloqueio da função dos ribossomos bacterianos. Se o ribossomo não funciona, a bactéria não pode sobreviver.

Para a infectologista brasileira Ana Luíza Gibertoni Cruz, presente no evento, essas novas pesquisas são importantes porque, especialmente no caso de pacientes hospitalizados, o número de infecções por bactérias multirresistentes vem crescendo.

"As novas drogas infelizmente não têm acompanhado a velocidade com que as bactérias conseguem escapar dos tratamentos", diz ela.

INÍCIO

Há dois anos, Steitz e outros dois cientistas (Venkatraman Ramakrishnan e a israelense Ada Yonath) levaram o prêmio por trabalhos que mostraram imagens dos ribossomos com uma definição que lhes permitiu interpretar as posições atômicas da estrutura deles, facilitando entender seu funcionamento.

Em entrevista à Folha, Yonath contou que hoje 40% dos antibióticos disponíveis atacam o ribossomo da bactéria. "Muitos antibióticos matam a bactéria, impedindo-as que fabriquem suas proteínas vitais. Mas é fundamental buscar novas formas de combate para enfrentar as superbactérias."

Yonath e os outros dois premiados explicaram, por meio de modelos tridimensionais, como o DNA é lido pela célula e mostraram o ribossomo em funcionamento.

Eles utilizaram um método chamado cristalografia de raios X para mapear a posição de cada um das centenas de milhares de átomos que formam o ribossomo.

Fonte Folha

Campanha para exame de HIV revela 18 mil casos extras nos EUA


Uma campanha de três anos cujo objetivo era ampliar o número de exames de HIV e oferecer tratamento às pessoas descobriu que 18 mil adultos não sabiam que estavam infectados, informou o CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos na semana passada.

Aproximadamente 2,7 milhões de pessoas realizaram o exame entre outubro de 2007 e setembro de 2010. Pouco mais de 1%, ou 29.503, estavam infectadas. Segundo funcionários do CDC, dentre as pessoas infectadas, 18.432 não sabiam de sua condição.

As pessoas cujo diagnóstico de HIV era novo somaram 12.711, cerca de 75%, e foram encaminhadas ao Serviço Nacional de Saúde.

A iniciativa tinha como alvo populações negras e de risco. Os 25 departamentos de saúde que atendiam as comunidades, afetadas pelo vírus da Aids de forma desproporcional, receberam US$ 111 milhões. Os homens correspondiam a 72% dos novos diagnósticos e os negros representavam porcentagem semelhante.

Estima-se que 240 mil americanos --um quinto do 1,2 milhão de pessoas convivendo com o vírus-- não saibam de sua condição, afirmou Kevin Fenton, diretor do centro de prevenção da Aids do CDC.

"Entre o número estimado de 56 mil novas infecções por HIV a cada ano, a maioria das transmissões ocorre por contato com pessoas sem conhecimento da sua condição", afirma ele.

Fonte Folha

Britânicos descobrem molécula que causa dor nas queimaduras


Pele vermelha e dolorida depois da praia? Em alguns anos essa sensação poderá não existir mais.

Pesquisadores no Reino Unido descobriram a substância por trás da dor e da sensibilidade da pele de vítimas de queimaduras solares. Os raios ultravioleta do Sol fazem uma molécula chamada CXCL5 ativar as fibras dos nervos na pele, provocando dor e sensibilidade ao toque.

A pesquisa foi inovadora no método, revertendo o processo normal de pesquisa biomédica. Em vez de iniciar testes em animais de laboratório, os cientistas procuraram identificar a molécula diretamente nas células humanas.

Os testes foram feitos com amostras de pele humana queimada por luz ultravioleta. Foram vasculhadas centenas de substâncias em busca de "mediadores" da dor, substâncias ligadas a ela e produzidas em maior quantidade do que na pele sadia.

A pesquisa também deve facilitar a produção de novas drogas contra várias dores provocadas por inflamações. A CXCL5 é ligada a processos inflamatórios. Ela foi produzida em grande quantidade nas amostras humanas e nos ratos. Ao ser injetada na pele dos roedores, criou sensibilidade exacerbada.

Um anticorpo neutralizador foi capaz de anular os efeitos da CXCL5 nos ratos. Isso indica o potencial da molécula como alvo para uma droga analgésica nos casos de dores persistentes.

Ou seja, um anticorpo adaptado ao ser humano, capaz de bloquear a ação da CXCL5, poderia se tornar um analgésico eficaz. "Estamos fazendo outras biópsias em pacientes com dor crônica para ver se conseguimos identificar mediadores", disse à Folha o líder da pesquisa, Steve McMahon, do King's College, de Londres. A lista inclui pacientes com tendinite crônica.

Fonte Folha