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domingo, 13 de julho de 2014

Primeiro filtro solar para beber já está à venda

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Foto: Reprodução - Harmonised H2O
Uma colher de chá do Harmonised H20 UV equivale a até quatro horas de proteção, segundo os fabricantes 

Lonfres - Em vez de lambuzar o corpo todo de creme com cheiro de praia, basta ingerir uma colher de chá uma hora antes da exposição para proteger a pele da ação nociva do sol. Já pensou? No Reino Unido isso já é realidade. O Harmonised H20 UV promete bloquear 97% dos raios UVA e UVB, segundo a empresa americana Osmosis Skincare, que fabrica o produto.

O filtro solar líquido, primeiro do tipo, está à venda pelo equivalente a R$ 63 o frasco de 100 ml. No site da marca, a propaganda diz que 2 ml fornecem proteção de três a quatro horas sob o sol.

O médico Ben Johnson, fundador da empresa, diz em seu blog que “se 2 ml forem ingeridos uma hora antes da exposição solar, as moléculas vão vibrar na pele, de tal forma a cancelar cerca de 97% da radiação UVA e UVB”. Este resultado, segundo ele, é similar à quantidade do reflexo criado pelo FPS 30 dos bloqueadores solares à base de titânio e zino, melhor que os filtros químicos de UVB que evitam a vermelhidão causada pelo sol na pele.

Harmonised H20 ainda será endossado pelas associações de dermatologistas, mas o site da marca já tem depoimentos sobre o produto. Em um deles, via Facebook, o consumidor diz que testou o produto e foi um sucesso: “estive ao sol por duas horas e sequer fiquei rosa! minha pele geralmente queima 15 minutos”.

O Globo

Resfriar temperatura de recém-nascidos pode reduzir danos cerebrais da asfixia

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Thiago Lontra / Agência O Globo
Crianças tiveram temperatura corporal reduzida a 33 graus durante três dias

Rio - Resfriar a temperatura de bebês que foram privados de oxigênio durante o nascimento pode reduzir os riscos de sequelas da paralisia cerebral. Esta é a principal conclusão de um estudo publicado na revista "New England Journal of Medicine", na Inglaterra, nesta quinta-feira.

Desde 2009, os cientistas acompanharam centenas de crianças que tiveram complicações respiratórias durante os trabalhos de parto. Destas, 300 passaram pelo processo conhecido como “hipotermia terapêutica”, no qual a temperatura corporal do bebê é resfriada a 33 graus.

Os resultados vieram anos depois. As crianças que passaram pelo tratamento demonstraram maiores índices de QI e capacidade cognitiva. Além disso, os pesquisadores acreditam que a terapia diminui a produção de substâncias prejudiciais ao cérebro e reduz a taxa de morte de células cerebrais.

Dos 300 bebês que passaram pela hipotermia terapêutica, cerca de 45% não tiveram anomalias cerebrais, em comparação com 28% daqueles que receberam tratamento convencional para casos de asfixia. Outros 21% do grupo de hipotermia tiveram paralisia cerebral, bem abaixo dos 36% no grupo de controle.

Ainda não se sabe, no entanto, por quanto tempo os efeitos benéficos da hipotermia terapêutica podem durar. Mesmo assim, o experimento é considerado um sucesso. Cerca de um em 500 recém-nascidos no Reino Unido sofrem de asfixia no momento do nascimento, o que pode causar a morte gradual de células cerebrais. Até recentemente, não havia tratamento aprovado por autoridades médicas que fosse capaz de reduzir os efeitos colaterais da falta de oxigênio no momento do nascimento.

O Globo

‘Vinhos mais baratos tendem a ser os melhores’ , afirma cardiologista britânico

www.gestaodelogisticahospitalar.blogspot.comMédico que prescreveu vinho tinto a 10 mil pessoas diz: "Meus pacientes me amam" 

Rio - William McCrea é um cardiologista britânico que prescreveu vinho tinto a dez mil pacientes em dez anos. No Brasil, segundo ele, a bebida pode ser incorporada à dieta. E o nosso café poderia ajudar nisso. A ideia de receitar vinho surgiu quando ele percebeu que os franceses tinham menos infartos que os britânicos, apesar de comerem mais gordura e fumarem mais.

No Brasil, assim como em grande parte do resto do mundo, as doenças cardíacas são a principal causa de morte. Em que casos e idades o senhor prescreve vinho aos pacientes?
Aos pacientes com bloqueio da artéria coronária, de todas as idades, eu indico 125 ml de vinho duas vezes por dia. Às pessoas com distúrbios psiquiátricos, histórico de adição a álcool ou drogas, doenças hepáticas, úlceras estomacais, doença do músculo cardíaco ou batimentos cardíacos irregulares o vinho não é receitado.

Qualquer tipo de vinho?
O Cabernet Sauvignon do Chile, por ser cultivado em grande altitude, é o melhor, o mais rico em antioxidantes. Outros vinhos benéficos são Pinot Noir e Shiraz. Os italianos, surpreendentemente, têm concentração média de antioxidantes, e o Zinfandel tinto da Califórnia está entre os de concentração mais baixa. Em geral, vinhos mais jovens e baratos com tampa de rosca tendem a ser os melhores para o coração.

Por quê?
Uma vez que a garrafa é aberta, os antioxidantes se dissipam conforme o vinho “respira”, por isso eu recomendo o uso de tampas a vácuo. Os antioxidantes também podem ser absorvidos pelas rolhas durante o armazenamento prolongado, particularmente em madeira.

Os estudos sobre flavonoides e seus efeitos para o coração já são conhecidos, mas não seu uso direto como prescrições de médicos a pacientes.
Em 1992, a revista “Lancet” publicou um artigo que mostrou que o consumo moderado de álcool resultou em uma redução de 40% em ataques cardíacos, e, em 2001, a Associação Americana do Coração saiu com o slogan “um drinque por dia leva a rigidez arterial embora”. A descoberta de antioxidantes, tais como flavonoides e resveratrol ou polifenóis da casca da uva vermelha, particularmente quando cultivada em altitudes elevadas, é crucial: essas substâncias têm sido usadas para evitar danos no interior dos vasos sanguíneos e para inibir a formação de coágulos no sangue, pois dilatam as artérias, aumentam o bom colesterol e reduzem em 20% o risco de derrames.

Há alguma forma de seguir sua prescrição quanto ao consumo de vinho sem criar outros problemas?
O ideal é consumir quantidades moderadas de álcool regularmente, em vez de muita quantidade de uma só vez, para evitar danos ao coração e a outros órgãos.

Qual é a reação dos pacientes à receita médica? Acredito que o senhor deve ser amado pelos pacientes...
Sim, meus pacientes me amam (ou pelo menos a maioria deles!). Muitos seguem meus conselhos, mas não todos, como, por exemplo, os que têm motivos religiosos.

No Brasil, temos índices altos de obesidade e doenças associadas, como o diabetes. É possível prescrever vinho nessas condições?
Uma taça de vinho tinto tem aproximadamente 85 calorias e deve ser incorporada a uma dieta controlada. Para interromper a vontade de tomar mais vinho, o ideal é beber uma xícara de café forte: a reação química causada por essa combinação na boca faz com que a pessoa recuse o álcool. Pelo menos para a maioria das pessoas, os taninos do vinho tinto não ficam tão agradáveis depois do café. Deve funcionar no Brasil, já que vocês têm um café de ótima qualidade!

O Globo

Programas 'chatos' na TV fazem telespectador comer 52% a mais, afirma estudo

www.gestaodelogisticahospitalar.blogspot.comPesquisa publicada nesta sexta traçou comportamento alimentar diante da telinha   

Rio - Quer emagrecer? Veja filmes ou séries de TV mais interessantes. Por mais estranho que pareça, essa foi a principal recomendação de um estudo feito pela Universidade de Uppsala, na Suécia, e divulgado nesta semana. 

A principal tese é a de que, quanto mais eletrizante foi o programa, menos você estará se distraindo com guloseimas enquanto assiste. Mas isso não é uma suposição, segundo os cientistas.

A pesquisa acompanhou o comportamento de 18 mulheres diante de uma TV e com alimentos a sua volta. Elas foram divididas em três grupos de controle: enquanto um assistia a um episódio de uma famosa comédia sueca, considerada “divertida”, outro tinha que prestar atenção a um programa sobre artes, considerado “chato”. Além disso, para testar os padrões em diferentes mídias, outro grupo também teve que ler um texto inodoro sobre a vida de insetos. 

Os resultados surpreenderam os cientistas. As mulheres que assistiram ao programa tedioso consumiram 52% de salgadinhos e doces a mais do que aquelas que ficaram interessadas na série de comédia. E a tendência parece que se mantém em outras mídias. As mulheres que assistiram ao programa interessante na TV comeram 35% a menos do que as que leram sobre os insetos.

Para os pesquisadores, a tendência demonstra que é hábito comum dos telespectadores ingerirem alimentos automaticamente, indo além do suficiente para satisfazer a fome. Os cientistas ressaltam, no entanto, que uma boa programação na telinha não emagrece simplesmente. É claro que se uma pessoa quiser fazer uma maratona de um final de semana tentando ver todos os episódios da saga Game Of Thrones, ela vai acabar comendo mais.

O que as séries interessantes fazem é apenas diminuir a quantidade ingerida em relação a outros programas considerados “chatos”.

O Globo

Guerra contra consumo exagerado de refrigerantes nos EUA terá batalha decisiva

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Foto: Reprodução
Moradores de São Francisco e Berkeley vão votar ainda este ano se querem ou não a criação de um imposto extra sobre bebidas açucaradas  

Rio – A guerra contra o consumo exagerado de refrigerantes açucarados nos EUA, apontado como um dos responsáveis pelas crescentes taxas de obesidade no país, terá uma batalha decisiva este ano em duas cidades do estado da Califórnia. Moradores de São Francisco e Berkeley vão votar em novembro se querem ou não a criação de um imposto extra sobre estas bebidas que vai variar de acordo com a quantidade de açúcar contido nelas.

Para os grupos favoráveis à medida, se ela não for aprovada pelos eleitores das duas das cidades, consideradas entre as mais liberais dos EUA, dificilmente iniciativas semelhantes vingarão em outras partes do país, o que está levando os fabricantes a investir pesado em campanha contra o projeto. A ideia por trás da iniciativa é dar a uma lata de Dr. Pepper e seus 64 gramas de açúcar, por exemplo, tratamento tributário semelhante ao dado a um maço de cigarros. Em São Francisco, o projeto propõe a cobrança de dois centavos de dólar por cada onça (cerca de 28 gramas) de açúcar adicionado às bebidas, excluindo leite e sucos de frutas naturalmente adoçados. Já em Berkeley a taxa seria de um centavo por onça.

Se os eleitores das duas cidades aprovarem a medida, elas se tornarão as primeiras a impor uma taxa do tipo nos EUA. Desde 2009, cerca de 30 projetos com o objetivo de reduzir o consumo de refrigerantes açucarados foram apresentados em diversas regiões do país, mas nenhum vingou, seja devido à ação do lobby dos fabricantes ou por questionamentos judiciais por eles apresentados.

É o caso da tentativa do ex-prefeito de Nova York Michael Bloomberg de limitar o tamanho dos copos servidos em restaurantes e lojas de fast food em pouco menos de meio litro. No mês passado, a Suprema Corte do estado de Nova York derrubou a medida ao considerar que o conselho de saúde da cidade excedeu sua autoridade ao tentar impor o limite.

- A indústria está realmente motivada a nos vencer aqui – comenta Larry Tramutola, consultor político da campanha a favor da taxa em Berkeley. - Se eles (os fabricantes) conseguirem nos vencer em São Francisco e Berkeley, ninguém mais vai querer enfrentá-los.

E o histórico de tais disputas não é mesmo favorável para os defensores de medidas do tipo. Em outras recentes votações semelhantes em cidades da própria Califórnia elas foram rechaçadas. Segundo os partidários do imposto, os fabricantes usaram estratégias injustas para derrotá-los, como financiamento para criação de grupos com nomes como “Cidadãos Contra a Taxação de Bebidas”, que parecem ter uma origem na própria comunidade, mas que na verdade não têm, para convencer os eleitores. Já para Chris Gindlesperger, porta-voz da Associação Americana de Fabricantes de Bebidas, os fracassos simplesmente mostram que as pessoas não gostam da ideia.

- Em outros lugares, coitados, eles estavam mal preparados para o que seria jogado em cima deles – considera Maggie Muir, consultora contratada pelos vereadores de São Francisco para liderar o comitê político a favor da criação do imposto.

O Globo

Uma maçã por dia melhora a vida sexual da mulher

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Pesquisa indica a florizina, substância encontrada na fruta, como similar a hormônio que tem um papel importante na excitação

Trento, Itália - Você já tinha pensado na maçã como afrodisíaco? Pois pense. Um novo estudo aponta a fruta como responsável pela melhora no prazer feminino, e basta comer uma por dia.

Pesquisadores do Hospital Regional Santa Clara, em Trento, Itália, acreditam que a florizina, uma substância encontrada nas maçãs, é similar ao hormônio feminino estradiol, que tem um papel importante na excitação sexual. Maçãs, chocolates e vinhos também têm polifenóis e antioxidantes, que estimulam o fluxo sanguíneo para a genitália, e os pesquisadores dizem que quanto maior o consumo de maçã, melhor a lubrificação e a função sexual femininas.

O estudo foi publicado na revista “Archives of Gynecology and Obstetrics” e analisou 731 mulheres italianas, entre 18 e 43 anos. Cada participante teve que relatar o consumo diário de maçãs e outros hábitos alimentares. O grupo então foi dividido em dois, um deles teve que comer uma ou mais maçãs por dia, enquanto o outro teve que comer menos de uma maçã por dia.

Todas as voluntárias tiveram que completar o Índice de Função Sexual Feminina (FSFI, na sigla em inglês), um questionário com 19 perguntas sobre atividade sexual, como frequência e satisfação.

Uma das conclusões foi que comer uma maçã por dia estava relacionada à maior pontuação no FSFI, sugerindo que isso aumentaria o prazer sexual.

O Globo

Vacina protege contra dengue em teste, mas proteção varia por sorotipo

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Foto: CDC-GATHANY/PHANIE/AFP
Até o momento, não existe uma vacina apovada contra a dengue, 
transmitida pelo Aedes aegypti
Vacina, que teve eficácia de 56%, foi 1ª a ser testada em um grupo grande. Para o sorotipo 2 da dengue, proteção foi de apenas 35% 

A vacina experimental contra a dengue que está atualmente na fase mais avançada de desenvolvimento garantiu, em testes, uma proteção de 56,5% contra a infecção, mas não protegeu igualmente contra todos os sorotipos. Enquanto o grau de proteção contra os sorotipos 3 e 4 foi de 75%, e contra o sorotipo 1 foi de 50%, a proteção contra o sorotipo 2 foi de apenas 35%.

Os resultados de um estudo que testou o produto em 10.275 crianças asiáticas serão publicados na revista científica “The Lancet”, na edição desta sexta-feira (11). O estudo também mostrou que a vacina conseguiu prevenir 88,5% dos casos de dengue hemorrágica, que são os mais graves.

Para o infectologista Alexandre Naime Barbosa, professor da Faculdade de Medicina de Botucatu (Unesp), o baixo índice de proteção contra o sorotipo 2 pode significar que o número de ocorrências de infecções por esse sorotipo ao longo do estudo não tenha sido suficiente para avaliar com precisão o grau de proteção. Para ele, os resultados são significativos, pois a imunização seria capaz de reduzir em mais de 50% o número de casos sintomáticos.

Das 10.275 crianças de 2 a 14 anos que participaram do estudo, 6.851 receberam a vacina contra dengue e 3.424 receberam placebo. Em um período de um ano após a imunização, houve 250 casos de dengue confirmados, 117 no grupo vacinado e 133 no grupo que recebeu placebo. Os dados mostram que a vacina ofereceu uma proteção geral de 56,5% levando em conta os quatro sorotipos.

“Com certeza, mais estudos são necessários, principalmente para tirar a dúvida sobre a baixa eficácia quanto ao sorotipo 2”, diz Barbosa. Ele observa que, apesar disso, em regiões em que a situação da dengue é emergencial, onde a rede hospitalar não é capaz de atender com eficácia os casos da infecção, como ocorre no sudeste asiático, a adoção da vacina pode ser estudada.

A empresa Sanofi Pasteur, que desenvolve a vacina, já tinha divulgado dados preliminares do estudo em março. Esta foi a primeira vez que uma vacina contra dengue chegou à fase 3 de estudo clínico, que envolve testes em um grande número de voluntários.

A partir da divulgação desses resultados, as agências regulatórias dos países asiáticos já podem considerar a análise da vacina para a inclusão em seus sistemas de saúde. De acordo com a médica Sheila Homsani, gerente do departamento médico da Sanofi Pasteur, a empresa vai começar a se reunir com as agências regulatórias para que elas determinem as exigências para o registro da vacina.

Vacina no Brasil
Já no Brasil, uma possível avaliação do produto pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que ele passe a ser comercializado no Brasil ainda deve esperar os resultados de um outro estudo feito na América Latina. Neste estudo, a mesma vacina foi testada em mais de 20 mil pessoas. Do Brasil, participaram 3550 voluntários. De acordo com Sheila, os resultados serão divulgados no segundo semestre e, dependendo dos dados obtidos, a Sanofi poderá submeter o registro da vacina à Anvisa.

G1

Veja cuidados para evitar problemas de visão durante o esporte

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Foto: Divulgação / Visão
Lesões oculares são frequentes na prática de modalidades com impacto 

A Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa (ABCCR) adverte os cidadãos sobre as atitudes que devem ser tomadas para prevenir problemas de visão relacionados à prática de esportes.

O diretor de Tecnologia da Informação da entidade, Daniel Montenegro, disse que, de modo geral, os impactos oriundos da prática esportiva podem provocar traumatismos, quase sempre originados de contusões.

— É importante que se proteja os olhos, principalmente se forem esportes de impacto, pois são órgãos frágeis e alguns problemas podem ocorrer devido a esses traumas— esclarece.

As adversidades vão desde processos inflamatórios simples, muitas vezes de resolução espontânea, até descolamentos de retina, cujo prognóstico é, muitas vezes, reservado, dependendo da forma como ocorrem. 

Em esportes como vôlei de praia e futevôlei, por exemplo, Daniel Montenegro sugere que os atletas usem óculos de sol com proteção contra raios ultravioleta. A nocividade da radiação pode atingir desde a superfície dos olhos até a retina e provocar uma série de doenças. 

No futebol, deve-se estar atento as cabeçadas dadas em momentos de disputa de bola durante as partidas, já que podem provocar - nos pacientes que têm predisposição, como os míopes - descolamento de retina. Para os que possuem miopia, o médico indica a necessidade de exames oftalmológicos para saber se existe alguma lesão que predisponha ao problema. 

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) apontam os traumas na região dos olhos como principal causa de cegueira unilateral, com os esportes tendo destaque em boa parte dos episódios. Nos Estados Unidos, por exemplo, uma pessoa é atendida com lesão nos olhos a cada 13 minutos depois de partidas de beisebol e basquete, entre outras modalidades. 

Agência Brasil

Proteja seu filho dos perigos do frio

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Getty Images
Como evitar resfriados, rinites e outros problemas infantis comuns no inverno 

O frio chegou e trouxe a maior preocupação dos pais nessa época do ano: agasalhar os filhos e protegê-los das doenças típicas da estação.

Para driblar tosses, olhos lacrimejantes e crises alérgicas nas próximas semanas, leia as dicas que ensinam a prevenir os quatro problemas de saúde mais comuns do inverno. E lembre-se: evitar lugares fechados e cheios é a primeira regra.

1. Resfriado e gripe
Enquanto o resfriado pode ser causado por mais de 200 vírus distintos, segundo o pediatra Moises Chencinski, a gripe é causada pelo vírus da Influenza ou Parainfluenza e é mais agressiva, podendo levar a outras complicações, como a pneumonia.

Como prevenir: a vacina contra a gripe é a primeira forma de diminuir a incidência da doença. De acordo com o pediatra Sylvio Renan Monteiro de Barros, da MBA Pediatria, os pais devem lavar as mãos e o rosto antes de brincarem com os filhos, o que diminui bastante a possibilidade da criança ser contaminada. Também é indicado beber bastante água ou sucos, já que o clima fica mais seco, e lavar as narinas da criança com soro fisiológico.

Ao contrário do que se imagina, proibir a criança de ficar descalça ou tomar vento não faz muito diferença. “É bobagem que a criança não pode andar descalça ou andar no vento nessa época. A recomendação que faço é que os pais estimulem mesmo a vida ao ar livre”, diz o pediatra Wilson Rocha Filho, do Departamento Científico de Alergia e Imunologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). 

Como tratar: o combate é aos sintomas. Manter a criança hidratada, lavar bem as mãos ao brincar com ela, repousar e evitar locais fechados e cheios de gente são as medidas básicas. Mas se houver outras complicações, como falta de ar ou febre alta persistente, procure o médico.

2. Doenças respiratórias: bronquiolite e asma
A asma se torna mais frequente no inverno principalmente pela concentração de poluentes no ar e, de acordo com pediatra Tadeu Fernando Fernandes, vice-presidente do Departamento de Pediatria Ambulatorial da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP), também pelos alérgenos, como o ácaro, guardados em cobertores e mantas.

Já a bronquiolite é causada por um vírus específico e pouco falado (vírus respiratório sincicial) que atinge principalmente crianças com menos de dois anos de idade. “Ele ataca o pulmão e faz a criança ‘chiar’ pela primeira vez”, diz. 

Como prevenir: manter a umidade dentro de casa com umidificadores ou baldes d´água é ainda mais importante para as crianças propensas aos problemas respiratórios. Ficar longe de pó, mofo e fumaça de cigarro ajuda bastante e deve-se dar preferência para ambientes arejados e que recebam luz solar, o que colabora na eliminação dos alérgenos. 

Como tratar: em uma crise respiratória, é preciso levar a criança ao pronto-socorro. Depois disso, os pais devem procurar a ajuda de um médico para o tratamento.

3. Rinite
As crises, na maioria das vezes quadros alérgicos, podem ser causadas principalmente por alérgenos e outros poluentes presentes no ar nessa época. 

Como prevenir: use umidificadores e lembre-se de lavar ou expor ao sol as roupas guardadas no armário há muito tempo, antes de a criança usar. Isso vale também para travesseiros, tapetes, mosquiteiros e colchões,

Como tratar: o tratamento pode ser feito com medicamentos orais ou nasais, indicados por um médico. O pediatra Sylvio Renan lembra que os pais não devem medicar os filhos sem uma consulta médica – alguns medicamentos podem até piorar a rinite.

4. Dermatite
O clima do inverno é propício para o ressecamento da pele e o surgimento de alergias e coceiras. Se a criança já foi diagnosticada com dermatite atópica, redobre a atenção. 

Como prevenir: Victor Horácio Souza da Costa, infectologista do Hospital Pequeno Príncipe, recomenda evitar banhos muito quentes e demorados, além de indicar o uso de sabonetes e hidratantes neutros. 

Como tratar: o tratamento só é possível com a consulta a um médico especialista, que vai receitar os medicamentos ideais para as crianças.

iG

Tem gastrite? Veja 14 atitudes que aliviam o desconforto causado pela doença

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Foto: Reprodução - Gastrite
Alguns alimentos são nocivos à mucosa gástrica. Outros, já ajudam a melhorar a dor. Além disso, controlar o estresse e comer de 3 em 3 horas são excelentes paliativos 

Quem sofre com gastrite sabe. A dor é incômoda, pode atrapalhar o rendimento no trabalho e, às vezes, dependendo do grau do problema, a pessoa sente dor até mesmo ao comer alimentos inofensivos.

Isso acontece porque a camada que reveste o estômago está machucada (inflamada). Algumas atitudes são capazes de piorar a dor, portanto, é bom evitar o cigarro, álcool, cafeína e frituras, por exemplo. Outras atitudes, no entanto, ajudam a controlar o problema. Comer de três em três horas é uma excelente medida, além de usar chás como aliados. 

Veja algumas atitudes que ajudam a aliviar a dor, além de algumas a evitar:

1. Mastigue bem os alimentos, a digestão já começa aí

2. Se quiser que o estômago não reclame, fuja do álcool. Ele irrita a mucosa gástrica e piora a dor

3. Não fume. O cigarro piora as crises de gastrite porque aumenta a acidez estomacal

4. Tempere os alimentos com sálvia. Ela ajuda a proteger a mucosa do estômago

5. Pratique alguma atividade física. Ajuda a controlar o estresse e melhorar a dor.

6. Diga adeus aos refrigerantes. Eles só pioram a dor

7. Coma de 3 em 3 horas. Ficar com o estômago vazio piora a gastrite

8. A couve é uma das folhas mais recomendadas para proteger o estômago da queimação

9. Coma banana, maçã, mamão... são excelentes alimentos protetores contra a gastrite

10.  O mamão contém papaína, uma enzima que facilita a digestão e protege o estômago

11. Evite tomar leite quando estiver em crise, ele estimula a produção de ácidos no estômago e provoca dor

12. Tomar iogurte é uma boa pedida. Por conter lactobacilos, ele ajuda a repor a flora, protegendo contra a dor

13. Chá de alecrim também é um ótimo digestivo

14. Chá de hortelã ajuda na digestão, minimizando o incômodo causado pela gastrite

iG