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sábado, 15 de setembro de 2012

Sofrer pressão no trabalho aumenta o risco de ataque cardíaco em 23%

Estilo de vida, sexo e idade também são fatores que desencadeiam problemas no coração

Funcionários que se sentem mais pressionados ou sofrem um forte estresse no trabalho, aumentam o risco de ataque cardíaco em 23%, alertam os pesquisadores.

Milla Kivimaki, líder da pesquisa na Universidade de Londres, explica que essas descobertas indicam que a tensão no trabalho está associada a um risco de desencadear uma doença coronariana.

Homens e mulheres que participaram da pesquisa, responderam a um questionário falando sobre seu emprego, a carga de trabalho, prazos e liberdade, segundo o site Daily Mail.

Estresse profissional dobra risco de diabetes em mulheres

A partir dessas perguntas, os pesquisadores associaram o trabalho estressante com a falta de liberdade e a tomada de decisões, além do volume excessivo de coisas para fazer.

Durante um período médio de 7,5 anos, os pesquisadores registraram 2.356 casos de doenças do coração. Estes incluem também internações devido a ataques cardíacos e mortes por insufiência coronariana.

Os fatores que, juntamente com o trabalho, também aumentam o risco de problemas no coração são: estilo de vida, sexo, idade e problemas financeiros.

Outro ponto que também foi incluído no estudo é que trabalhar mais que oito horas por dia aumentam o risco de doenças no coração.

Fonte R7

Protestos fazem Anvisa discutir regras para UTIs

Diante dos protestos de profissionais de saúde, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu reabrir as discussões em torno de uma resolução publicada em junho que reduz as exigências para funcionamento de UTIs em hospitais públicos.
 
A regra, que entra em vigor em fevereiro, prevê que unidades trabalhem, no máximo, com uma relação de um enfermeiro para cada dez pacientes. A norma anterior, que também entraria em vigor em fevereiro, prevê uma relação de oito pacientes para cada profissional. “Profissionais afirmam haver maior risco para doentes internados.
 
Vamos analisar o que eles dizem”, afirmou o presidente da Anvisa, Dirceu Barbano. Atualmente não há regra para relação entre enfermeiros e pacientes internados em UTI. De acordo com Barbano, a exigência era feita por meio de portarias do Ministério da Saúde. “
 
Pacientes internados em unidades intensivas precisam de cuidados constantes, um monitoramento que, em muitos casos, tem de ser feito a cada 30 minutos”, afirma a presidente da Associação Brasileira de Enfermagem, Ivone Cabral.
 
Um número alto de doentes sob responsabilidade de enfermeiro, completa, aumentaria o risco do paciente. “Não é uma questão corporativa. É algo lógico. Não há como cuidar bem de tantos pacientes de uma só vez.”
 
A resolução que definia a relação de oito doentes para um enfermeiro foi publicada em janeiro do ano passado, depois de vários meses de discussão e de consulta pública. “Nossa meta inicial era uma relação de cinco doentes por enfermeiro, o que é recomendado pela agência de acreditação americana”, contou Ivone. O número acordado, oito para um, é aceito pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
 
Dificuldade
Barbano afirma que a mudança foi feita a pedido do Ministério da Saúde. “A pasta expôs a dificuldade de se colocar em prática a exigência em regiões do Norte e Nordeste do País ”, afirmou. Essa dificuldade, completou, poderia levar hospitais a reduzirem o número de leitos em funcionamento. “Diante do risco da redução do número de leitos, preferimos repensar.”
 
Outro motivo que teria levado à alteração seria a edição das regras do Rede Cegonha, com relação entre profissionais de enfermagem e pacientes internados na UTI neonatal. A portaria prevê níveis diferentes de risco para as unidades. Pacientes mais graves ficariam em unidades de maior risco, onde trabalham mais profissionais.
 
Os bebês em melhores condições ficariam em unidades onde a relação exigida é a de dez pacientes para um enfermeiro.
 
Numa reunião realizada na quarta-feira (12) no Conselho Nacional de Saúde, representantes de usuários e profissionais de saúde protestaram contra a mudança. “Para cada paciente adicional por enfermeira há um aumento de 7% na mortalidade, durante período de 30 dias”, afirmou Ivone. Ela conta que vários hospitais no País já vinham se preparando para se adaptar à regra de um paciente para cada oito enfermeiros.
 
O Ministério da Saúde e o Conselho Nacional de Secretários Estaduais de Saúde não se manifestaram. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Fonte R7

Mulher tosse tumor e se livra da doença

Claire só tinha 50% de chance de sobreviver, segundo médicos

Claire Osborn, que tem 37 anos e seis filhos, conseguiu salvar sua própria vida ao tossir um tumor inoperável.

Depois de sentir uma coceira na garganta, ela tossiu e expeliu o tumor, de 2 cm e em formato de coração, em um lenço.

Claire, que é de Coventry, na Inglaterra, conseguiu levar o tumor até um especialista, e a biópsia revelou que era um adenocarcinoma metastático, um câncer agressivo na garganta e na boca.

— Viraram para mim e disseram “parece que você tossiu seu câncer. Parabéns”.

Os médicos disseram, segundo o tabloide britânico Daily Mail, que, se ela não tivesse expelido o tumor, teria apenas 50% de chance de sobreviver.

Fonte R7

Evolução de exame permite identificar artrose até em pacientes sem dor

Até algum tempo atrás, causa do problema era conhecida, em muitos casos, apenas com cirurgia

Estima-se que metade das pessoas com mais de 65 anos sintam dor e perda de mobilidade em função da artrose — doença relacionada à degeneração das articulações, envolvendo principalmente quadris, joelhos e coluna.

Até algum tempo atrás, a causa da dor era, em muitos casos, identificada apenas com cirurgia. Isso mudou com a evolução dos exames de ressonância magnética, atualmente o método mais eficiente para se descobrir anormalidades, incluindo aquelas que ainda não causam dor.

De acordo com o departamento de radiologia da Universidade de Boston, nos Estados Unidos, aproximadamente 90% dos joelhos que não mostravam nenhum sinal de osteoartrite no raio-X apresentaram claras evidências com o uso de ressonância magnética.

— As imagens de ressonância magnética têm sido cada vez mais utilizadas em ortopedia, já que a alta resolução e contraste permitem diferenciar com facilidade as estruturas. Se antes a causa de uma dor crônica no joelho seria identificada com precisão apenas no momento da cirurgia, hoje temos condições de ver com mais clareza um defeito na cartilagem, ou mesmo se há comprometimento dos ligamentos e do tendão — diz o radiologista Edson Sato, do Centro de Diagnósticos Brasil, de São Paulo.

Na opinião do médico, o exame de ressonância magnética tem se tornado uma referência para muitos especialistas por conta de sua característica não-invasiva e pela quantidade de detalhes que podem ser facilmente evidenciados nas imagens.

— Os novos equipamentos de ressonância magnética também ajudam na diferenciação de processos inflamatórios, degenerativos e tumorais. É surpreendente ver com detalhes o menisco, os ligamentos, tendões e ossos na ressonância magnética — afirma o especialista.

O próximo avanço da ressonância magnética, na opinião do radiologista, está relacionado ao estudo funcional do corpo, em especial do sistema músculo-esquelético.

— Provavelmente, presenciaremos o estudo da qualidade da cartilagem e da composição bioquímica dos tecidos, assim como o estudo quantitativo de substâncias responsáveis pelo metabolismo energético celular.

Fonte Zero Hora

Psicólogo dá dicas para amenizar TPM durante período de provas e estudos

Evitar compromissos desnecessários e praticar atividades físicas podem ajudar

Evitar compromissos desnecessários e situações potencialmente estressantes, além de realizar atividades físicas, são as dicas do psicólogo Fernando Elias para mulheres que buscam amenizar os efeitos da tensão pré-menstrual (TPM) durante temporada de estudos e provas.

— Dependendo da intensidade com que os sintomas da TPM afetam cada mulher, podem chegar a interferir nas atividades diárias e no rendimento dos estudos — diz o psicólogo, que é especialista em ciências cognitivas.

Durante o período, sintomas como irritabilidade, tristeza, desânimo, dores no corpo, dores de cabeça e sensibilidade aflorada, podem alterar o ritmo de vida das mulheres.

— A TPM pode causar indisposição para estudar, desânimo, falta de vontade de ir às aulas e sonolência que interfere na capacidade de assimilação do conteúdo — afirma Fernando.

Segundo ele, os efeitos da TPM afetam as mulheres de maneira física, emocional e até social. Ela atinge cerca de 75% das mulheres entre 25 e 45 anos. No entanto, apenas 8% apresentam sinais muito intensos.

— O ideal é que nesse período se evitem compromissos desnecessários e situações que aumentem o estresse. A prática de exercícios físicos também podem diminuir os sintomas da TPM. Isso porque a liberação de endorfinas no organismo promove a sensação de bem-estar.

Fonte Zero Hora