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quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Participe do Curso gratuito de Segurança do Paciente

cursoonlineProfissionais do SNVS podem se inscrever no Curso de Atualização em Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde. O curso será a distância e gratuito

Todos os profissionais que atuam no Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS) estão convidados a participar da 4ª turma do Curso de Atualização a Distância em Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde. Essas aulas serão oferecidas de forma gratuita para aqueles que procuram aperfeiçoar seus conhecimentos nesse tema importante.

Organizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em pareceria com a Organização Americana de Saúde (Opas/OMS) e a Universidade de Brasília (UnB), com aulas em formato Ensino a Distância (EAD), no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) MOODLE, o aluno será o condutor das atividades, podendo assim definir seu próprio ritmo de estudo.

Qual é a duração do curso?
O tempo destinado para realização será de 100 horas, podendo elas serem distribuídas em até três meses, pois a data limite para finalização é 01.03.2018.

Como se inscrever?
As inscrições vão de 14 a 30 de novembro e serão feitas a partir do link http://www20.anvisa.gov.br/moodle/login/index.php Serão disponibilizadas 1000 (mil) vagas e após a inscrição, o aluno pode iniciar o curso imediatamente.

Quem pode participar?
Esta capacitação é exclusivamente destinada aos profissionais que atuam no Sistema Nacional de Vigilância Sanitária (SNVS).

Caso haja problemas durante a inscrição, entre em contato com: : eadsegurancapaciente@anvisa.gov.br

Por: Ascom/Anvisa

Cientistas descobrem uma música mais calmante que remédios para dormir

Música com ritmo semelhante ao batimento cardíaco é capaz de relaxar e acalmar mais que medicamentos ansiolíticos, dizem produtores

Seja para dormir mais relaxado ou descansar depois de um dia longo de trabalho, existe uma música que faz essa função com perfeição, de acordo com pesquisadores. A Weightless, do grupo Marconi Union, é tão relaxante que, em um estudo comparado com outras canções, ela foi até 11% mais tranquilizante que qualquer outra. E na lista incluíam ainda músicas da Adele e Mozart.

Com duração de oito minutos e 10 segundos, a música comprovadamente reduz a ansiedade em 65% e diminui os batimentos cardíacos em 35%, enquanto os ritmos do corpo entram em sincronia com os da música. “Weightless fez tanto sucesso em induzir a sonolência que os cientistas alertaram os motoristas para que não a escutem enquanto estiverem dirigindo”, comenta os produtores da música Pitch and Sync, em publicação no site da empresa.

Essa função relaxante, no entanto, não foi por acaso. Os produtores tiveram o trabalho de envolver terapeutas sonoro na produção da obra. “Nós tomamos uma abordagem científica séria. Chamamos Lyz Cooper, um terapeuta sonoro para colaborar com Marconi Union na composição da música com características que fossem tão relaxantes quanto possível”, reforça novamente os produtores.

Para comprovar o relaxamento causado pela música, os produtores também decidiram compará-lo à massagens. Como resultado, a música ainda relaxava mais que uma massagem com esse propósito.

Gazeta do Povo

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

EUA aprovam pela primeira vez pílula digital rastreável

Sensor em pílula envia dados para aplicativo com informações sobre uso (Foto: Proteus Digital Health)
Sensor em pílula envia dados para aplicativo com informações
sobre uso (Foto: Proteus Digital Health)
Sensor acoplado a um antipsicótico é capaz de informar quando e se a droga foi ingerida

Os Estados Unidos aprovaram pela primeira vez uma pílula digital rastreável que informa quando e se o medicamento foi ingerido. Trata-se de um sensor acoplado ao aripiprazol, um antipsicótico já usado para o tratamento de distúrbios mentais, como esquizofrenia, depressão e transtorno bipolar.

Além do combo pílula-sensor, o sistema é composto por uma espécie de adesivo, que vai acoplado ao corpo. O duo, assim, envia as informações para o adesivo que, por sua vez, manda os dados para um aplicativo de celular.

O sensor acoplado à pílula é do tamanho de um grão de areia e é feito de materiais encontrados na comida -- sendo, dessa maneira, absorvidos pelo corpo.

O sistema informa a data e a hora da ingestão da pílula e também alguns dados de atividade fisiológica do medicamento que podem ser úteis para um melhor entendimento do tratamento. A ideia também é que, sob consentimento do paciente, médicos e familiares possam acessar os dados para auxiliar na terapia. A empresa alega que a tecnologia pode ser útil para manter a adesão ao tratamento de pacientes com distúrbios mentais -- uma vez que alguns podem ter dificuldades para manter a terapia durante um longo período de tempo dado o conjunto de sintomas característicos dessas condições.

Contudo, o FDA (sigla para Food And Drug Administration) informa que não foram apresentados estudos mostrando que a tecnologia aumenta a adesão à terapia -- embora o órgão tenha aprovado o dispositivo pelo seu potencial. O FDA é o órgão norte-americano equivalente à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no Brasil.

Ainda, o informe divulgado pela instituição indica que o órgão está fazendo um esforço para que a nova tecnologia demonstre se efetivamente pode ajudar. "O FDA apoia o desenvolvimento e o uso de novas tecnologias e está comprometido a trabalhar com empresas para entender como essa tecnologia pode beneficiar pacientes e médicos", completa Mathis.

A tecnologia acoplada ao medicamento é um desenvolvimento de duas empresas: a Otsuka Pharmaceuticals e a Proteus Digital Health. As duas empresas informaram que, primeiramente, o sistema só será utilizado em um grupo pequeno de médicos e pacientes.

Cuidados e privacidade
O FDA alerta, no entanto, que o medicamento não deve ser usado para rastrear a ingestão de drogas em tempo real porque pode haver um atraso na disponibilidade da informação.

Pelo mesmo motivo, a tecnologia não deve ser usada para rastreamento em situações de emergência ou em outras circunstâncias em que as informações precisam estar disponíveis rapidamente.

Após a aprovação, a imprensa americana tem levantado questões relacionadas à privacidade de pacientes -- já que, uma vez disponíveis na rede, fortes mecanismos de segurança devem ser desenvolvidos para garantir que os dados só sejam usados em situações relacionadas aos motivos pelos quais a tecnologia foi aprovada.

Sobre o medicamento, o FDA reforça que ele não é indicado para a demência e não há a avaliação da efetividade da droga em pacientes pediátricos. Um outro ponto é que, se associado ao uso de antidepressivos, a droga pode induzir o surgimento de pensamentos suicidas.

G1

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Ferimentos diurnos cicatrizam mais rápido que os noturnos, mostra pesquisa

Estudo observou pacientes com queimaduras; em média, as ocorridas à noite levaram 28 dias para cicatrizar, 11 a mais do que as sofridas de dia; descoberta poderá ajudar na hora de marcar cirurgias

Ferimentos causados durante o dia cicatrizam mais rápido que os noturnos, segundo uma pesquisa. O trabalho, do Laboratório de Biologia Molecular MRC, do Reino Unido, mostra que queimaduras ocorridas à noite demoram uma média de 28 dias para cicatrizar, enquanto as ocorridas durante o dia levam 17. Os pesquisadores se disseram espantados com a diferença, observada em 118 pacientes avaliados em unidades de queimaduras do sistema público de saúde britânico, o NHS.

Esse resultado é explicado pela influência do relógio biológico sobre as células humanas em um ciclo de 24 horas. O estudo, publicado na revista Science Translational Medicine, mostrou que os fibroblastos, células do tecido conjuntivo acionadas para a cicatrização, mudavam sua capacidade de atuação durante períodos de 24 horas – à noite, perdiam em capacidade de reação. John O’Neill, um dos pesquisadores, disse à BBC: “É como em uma corrida de 100 m. O atleta que parte dos blocos de largada, em posição e pronto para sair correndo, sempre vai bater o corredor que parte parado em pé”.

Ajuda em cirurgias
Os pesquisadores acreditam que essa descoberta poderá ser aproveitada para melhorar cirurgias. Algumas drogas, como o hormônio cortisol, podem reajustar o relógio biológico das células e ser úteis em procedimentos noturnos. E o relógio biológico de todo mundo funciona de uma maneira ligeiramente diferente, cada um tem um cronotipo. Então, pode fazer sentido agendar uma operação que esteja em sintonia com o ciclo circadiano do paciente. Mas tudo isso ainda não foi testado.

Segundo John Blaikley, médico cientista da Universidade de Manchester, há uma carência, nos sistemas de saúde, de terapias eficazes para cicatrização. “Levando em conta esses fatores do ciclo circadiano, não apenas novas drogas podem ser identificadas, como poderá ser aumentada a eficácia de terapias existentes mudando a hora do dia em que elas são aplicadas”, diz ele.

G1

Vida longa e saudável é uma realidade para os brasileiros

Conheça dicas de como manter a vitalidade e melhorar o bem-estar ao longo dos anos

Rio de Janeiro, 13 de novembro de 2017 – Envelhecer é inevitável, e a população brasileira nunca viveu essa realidade de uma forma tão intensa: segundo estimativas e previsões divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de pessoas acima de 65 anos deve quadruplicar até 2060, chegando à marca dos 58,4 milhões de idosos morando no Brasil. Porém, contar com uns anos a mais na bagagem não é motivo para não viver a vida ao máximo, e cada vez mais pessoas estão priorizando o envelhecimento saudável.

“Os avanços tecnológicos e na medicina, que erradicaram doenças ao longo do tempo e estimularam maior conscientização sobre cuidados pessoais e prevenção de doenças, são os principais motivos para a população do país conseguir viver por um período maior”, afirma a endocrinologista Emanuela Cavalari, integrante do corpo clínico do laboratório Bronstein.

Nunca é tarde para começar a se cuidar e se preparar para viver bastante. Confira as dicas para uma vida longa e saudável.

Priorize uma dieta com bons alimentos
Muitos alimentos podem ser bons adjuvantes no processo de envelhecimento. Alimentos ricos em ômega 3, como salmão, atum e castanhas, têm efeito benéfico no colesterol e protegem as células do cérebro. Uma dieta equilibrada, rica em frutas, vegetais e laticínios com baixo teor de gordura, fornece cálcio, que contribui para a prevenção de fraturas, bem como numerosos nutrientes necessários para uma boa saúde. Por outro lado, exagerar na ingestão de carboidratos pobres em fibras, como o pão e arroz brancos, de alimentos gordurosos e de bebidas alcoólicas pode aumentar as chances de desenvolver doenças ao longo da vida.

Foque nas vitaminas
Segundo o dra. Emanuela, a vitamina D está relacionada com a saúde óssea e muscular, contribuindo para a prevenção de distúrbios como a osteoporose. Recomenda-se que todas as mulheres após a menopausa e homens acima de 50 anos devem ter os níveis de vitamina D avaliados caso encontrem-se baixos. Outros grupos de vitaminas que oferecem muitos benefícios são: vitamina C (encontradas na acerola, no caju, na goiaba e na laranja), que atua como antioxidante e participa da produção e manutenção do colágeno; vitamina B12 (carnes, frutos do mar, ovos e laticínios), que é importante para a produção dos glóbulos vermelhos do sangue e prevenção da anemia, bem como para a prevenção de distúrbios neurológicos; e a vitamina A (cenoura, espinafre, couve), que é essencial para a o sistema inume e para visão, podendo ocasionar até cegueira nos casos de deficiência grave dessa vitamina.

Exercite o cérebro e cultive amizades
Manter o cérebro funcionando o máximo possível, com exercícios mentais, leitura e jogos, ativa a comunicação cerebral, preservando as capacidades intelectuais ao longo da vida. Além disso, um estudo conduzido na Suécia mostrou que pessoas solitárias têm 60% a mais de chances de desenvolver demência na velhice. E para prevenir esse mal, basta manter uma rede de amizades ativa e de qualidade ao longo da vida.

Saúde do corpo
Outra boa dica para manter a saúde do corpo é caminhar todos os dias; além de combater o ganho de peso, também ajuda a relaxar e a fortalecer os músculos. O cuidado com a postura também deve ser lembrado: o corpo sente mais os efeitos da gravidade depois dos 40 anos e pode acabar sentindo esses efeitos mais rápido e de forma mais intensa. Além disso, recomendam-se exercícios regulares de fortalecimento muscular para melhorar a agilidade, a força, a postura e o equilíbrio e reduzir o risco de quedas e fraturas.

Exames essenciais e vacinas que salvam
Além de atividades físicas, a saúde do corpo também precisa ser checada periodicamente através de exames. Sabe-se que as doenças cardiovasculares são as que mais matam no Brasil, então, cuidar do colesterol e fazer os exames indicados é essencial para manter o coração saudável. Faça também exames regulares de urina, fezes e sangue, que indicam sinais de anemia, diabetes, problema nos rins e no fígado.

No caso das vacinas, é bom ficar atento às que precisam de reaplicação da dose depois de alguns anos, como a vacina do tétano – que deve ser tomada a cada dez anos. Com a chegada da terceira idade, algumas doenças, como a gripe, causada pelo vírus influenza, podem ser uma ameaça, então, é importante tomar as vacinas sazonais também. A partir dos 60 anos, são indicadas as vacinas contra o pneumococo e contra o herpes zóster, que acometem principalmente idosos.

Foto: Reprodução

Informações para a imprensa
Saúde em Pauta Paula Borges
E-mail: paula@saudeempauta.com.br