por Saúde Buiness Web 20/01/2011 Existem mais de 40 especializações na área e mais de 75 atividades. Veja as mais recorrentes Neste dia 20 de janeiro comemora-se o dia do Farmacêutico - profissionais da saúde de tradição milenar, sucessores dos boticários, experts no uso de fármacos e medicamentos. De uma maneira geral, podem trabalhar numa farmácia, hospital, na indústria, em laboratórios de análises clínicas, cosméticos, agricultura, prevenção de pragas, distribuição, transporte e desenvolvimento de medicamentos, entre outras funções. De acordo com o Conselho Federal de Farmácia existem mais de 40 especializações na área e mais de 75 atividades. Veja algumas mais recorrentes: Profissão de Farmacêutico Hospitalar O farmacêutico hospitalar é o responsável pelas atividades da farmácia de um hospital. Tem as funções básicas de selecionar (padronizar), requisitar, receber, armazenar, dispensar (conforme a evolução do sistema, em dose coletiva, individual ou unitária) e controlar os medicamentos (tanto os controlados por lei, quanto os antimicrobianos), observando os ensinamentos da farmacoeconômia, farmacovigilância e das boas práticas de armazenamento e dispensação. Em hospitais onde há serviços de manipulação de medicamentos, o farmacêutico é o responsável, aplicando o ensinamento da farmacotécnica e das boas práticas de manipulação. Ele ainda integra algumas comissões hospitalares, como CCIH (comissão de infecção hospitalar) e CFT (comissão de farmácia e terapia). Farmacêutico Magistral O farmacêutico magistral utilizando-se de seus conhecimentos de farmacotécnica, é o responsável pela manipulação de medicamentos nas farmácias magistrais, de manipulação ou também conhecidas como galênicas. Respeitando as normas de boas práticas de manipulação (publicada por autoridades sanitárias), produz medicamentos que têm como grande atrativo a possibilidade de serem obtidos de forma personalizada (tanto na dose, quanto na forma farmacêutica), e poder alterar componentes, de fórmulas industrializadas, que causem alergias em alguns pacientes. Profissão Farmacêutico Homeopata O farmacêutico homeopata produz medicamentos homeopáticos, nas diferentes escalas, métodos e formas farmacêuticas, receitados pelo médico, dentista ou veterinário homeopata, além da orientação aos pacientes, quanto ao uso racional, cuidados e importância da prescrição médica. O preparo do medicamento homeopático pelo farmacêutico é tão importante quanto a escolha do medicamento pelo médico. A presença do farmacêutico homeopata na farmácia é a garantia do paciente de receber exatamente o medicamento prescrito pelo médico. Para ter o título de farmacêutico Homeopata é necessário ter cursado a disciplina de Homeopatia, com a duração de no mínimo 60 horas, em curso de graduação de farmacêutico, e realizado estágio, de no mínimo 240 horas, em manipulação e dispensação de medicamentos homeopáticos na própria instituição de ensino superior, em farmácias que manipulem medicamentos homeopáticos ou laboratórios industriais de medicamentos homeopáticos conveniados às instituições de ensino. (Resolução CFF 440/2005, art. 1, item a - retificação de 15/05/2006) Farmacêutico em Indústria de Alimentos e Bromatologia O farmacêutico que atua na área de alimentos normalmente exerce suas atividades nas indústrias de alimentos. Várias são as funções que competem aos farmacêuticos, entre elas: desenvolver métodos de obtenção de produtos alimentares para uso humano e veterinário, análise bromatológica e toxicológica, realização de controle microbiológico, químico e físico-químico das matérias-primas e produtos acabados, atuação no desenvolvimento, produção e controle de qualidade de alimentos, processos fermentativos, nutracêuticos e alimentos de uso enteral e parenteral, atuação na normatização e fiscalização junto à vigilância sanitária de alimentos. A área de indústria de alimentos não é privativa dos farmacêuticos e outros profissionais podem atuar nesta área. O farmacêutico bromatologista é aquele que estuda alimentos. Geralmente trabalham em laboratórios de controle de qualidade, inspeção, vigilância sanitárias, desenvolvimento de novos produtos, setor produtivo de indústrias, instituições de pesquisa como universidades e órgãos públicos. O início da atuação farmacêutica na área alimentícia no Brasil tem início em laboratórios do governo estaduais, onde executa análises bromatológicas químicas. Em 1892 foi criado o Instituto de Análises Químicas e Bromatológicas de São Paulo, depois chamado de Instituto Adolfo Lutz e do Laboratório Bromatológico no Rio de Janeiro. Era feito o controle de bebidas, medicamentos e alimentos. O ensino, iniciou-se em 1911, até este ano os farmacêuticos aprendiam sozinhos o desempenho das funções em bromatologia nos laboratórios oficiais. Um exemplo de sucesso na história é o farmacêutico alemão Henri Nestlé (Heinrich Nestlé), criador da farinha Nestlé e fundador da empresa multinacional Nestlé. Henri, formulou uma farinha à base de leite de vaca em 1867, para o filho de um amigo que negava o leite materno, e esta revelou-se bastante nutritiva. Profissão Farmacêutico em Análises clínicas De acordo com o Cadastro Nacional de Estabelecimentos em Saúde do Ministério da Saúde, existiam até 2007, 12.000 laboratórios de análises clínicas no Brasil. Deste total, em 2008, 5.525 laboratórios de análises clínicas tinham como proprietário um farmacêutico. Fora isto, muitos farmacêuticos atuam em análises clínicas, porém não são proprietários de laboratório. O farmacêutico-bioquímico, quando está no ramo dos laboratórios de análises clínicas, atua na realização de exames toxicológicos, laboratoriais, gerenciamento de laboratórios, assessoria em análises clínicas, pesquisa e extensão, garantia e controle de qualidade dos laboratórios de análises clínicas, magistério superior e planejamento e gestão no setor. Dentre os conhecimentos importantes desta área, valem destacar: bioquímica básica e clínica, hematologia clínica e suas subclasses, tais como coagulação e imuno-hematologia, microbiologia básica e clínica, imunologia básica e clínica, endocrinologia básica e clínica; conhecimento dos líquidos biológicos e derrames cavitários, tais como urina, líquido cefalorraquidiano, esperma, entre outros, parasitologia básica e clínica, micologia básica e clínica, citologia e citopatologia, biologia molecular, controle interno e externo da qualidade laboratorial, fisiologia humana, química analítica e instrumental, toxicologia ocupacional, toxicologia forense e toxicologia ambiental. Durante sua formação e em sua carreira, o farmacêutico tem conhecimentos aplicados na execução da análise no laboratório e na farmácia comunitária ou comercial, no ato de dispensar o medicamento, quando poderá fazer interpretações dos resultados do exame laboratorial ou análise de alimentos, orientando ao paciente as consequencias do uso do medicamento, adesão ao tratamento e recuperação de sua saúde, realizando assim uma assistência farmacêutica adequada. No laboratório, o farmacêutico prestará orientação sobre a utilização de medicamentos e sua influência nos exames. Ácido acetilsalicílico e corticosteróides são exemplos de medicamentos que podem influenciar no resultado, dificultando a decisão do médico clínico. Exemplos deste caso, são a administração de isotretinoína, utilizada no tratamento da acne, altamente teratogênico, que necessita de avaliação do hemograma, triglicerídeos, transaminases e fração beta do hormônio corio-gonadotrófico. Medicamentos como o ácido nicotínico, fibratos, estatinas, vastatinas sempre estão juntos dos exames de colesterol total, HDL, LDL, VLDL e triglicerídeos. *Com informações do portal pfarma.com.br http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=75158
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
"Farmacêutico é multiprofissional", diz presidente do CFF
"Farmacêutico é multiprofissional", diz presidente do CFF por Verena Souza 20/01/2011 Para o presidente do Conselho Federal de Farmácia, Jaldo Santos, o preconceito em relação ao profissional está diminuindo Carreira, mercado e desafios foram alguns dos aspectos abordados pelo Saúde Business Web com o presidente do Conselho Federal de Farmácia (CFF), Jaldo de Souza Santos. Quer ficar por dentro sobre tudo o que acontece no setor de saúde? Assine gratuitamente a nossa newsletter diária e receba os destaques em sua caixa de e-mail. Segundo o executivo, que é farmacêutico e odontologista, o preconceito em relação ao profissional está diminuindo e, consequentemente, o reconhecimento da profissão tem avançado. Qual a importância do farmacêutico para o setor? A farmácia é tão antiga quanto à medicina. A formação do profissional é universitária. No entanto, existem mais de 40 especializações e mais de 75 atividades. Trabalhamos com medicamentos, nas análises clínicas, hospitalar, entre muitas outras. O farmacêutico está preparado para o serviço sanitário por exemplo; desempenha uma série de atividades que um químico é capaz; também está apto para trabalhar com acupuntura. Atualmente é um multiprofissional. O farmacêutico é bem remunerado no Brasil?
A recompensa depende muito da atividade. O profissional que trabalha na farmácia, por exemplo, pode chegar a ganhar até R$ 4 mil. Aquele especializado em bioequivalência e biodisponibilidade, ou seja - que realizam testes de medicamentos para fabricação de genéricos -, recebem mais de R$ 20 mil por mês. Os profissionais que trabalham com perícia policial chegam a ultrapassar R$ 20 mil mensais. Quais são as dificuldades enfrentadas pela categoria? Ainda existe preconceito principalmente devido às drogarias. Muitas vezes o profissional é visto como um balconista ou vendedor de medicamentos. No entanto, o farmacêutico é responsável pela dispensação do remédio, ou seja, orienta o paciente ao uso do medicamento correto. Temos trabalhado fortemente para que o profissional seja valorizado. Mais de 100 caminhões de campanha circulam pelo Brasil com a seguinte mensagem: farmacêutico - um profissional à serviço da vida. Quais são os aspectos que têm evoluído em relação ao setor farmacêutico? O Brasil está todo federalizado, possui conselhos regionais da profissão. Acabamos de realizar uma plenária com os representantes dos conselhos regionais. Discutimos a respeito das fiscalizações necessárias, de processos de profissionais que faltaram com a ética e de melhorias para a classe. E quanto aos direitos do farmacêutico no Brasil comparado com outros países. Em termos de condições de trabalho. Os países da Europa, EUA e Canadá superam os da América Latina, Ásia e África. Principalmente nos EUA, onde o farmacêutico é bastante recorrido pelos pacientes, exercendo um papel importantíssimo. A categoria obteve alguma conquista recentemente junto ao poder público? Sim. No dia 31 de dezembro de 2010, o então ministro Temporão revogou uma portaria que permitia que hospitais com menos de 200 leitos pudessem funcionar sem concurso para farmacêuticos. Ou seja, sem o profissional da área na farmácia hospitalar. O ex-ministro cumpriu o que prometeu revogando a portaria. http://www.saudebusinessweb.com.br/noticias/index.asp?cod=75158
Antidepressivo pode reduzir calores da menopausa
Medicamento desponta como uma opção à terapia de reposição hormonal The New York Times Nova pesquisa mostra que o antidepressivo escitalopram pode reduzir a frequência e a severidade das ondas de calor da menopausa. No início do estudo, as participantes sofriam aproximadamente 10 ondas de calor ao longo do dia, mas tais sensações foram reduzidas quase que pela metade no grupo de mulheres que usou o antidepressivo. O grupo-controle que se tratou com placebo apresentou cerca de 6,5 ondas de calor ao dia. “Embora as ondas de calor sejam normalmente tratadas com hormônios, tratamento que se mostra eficaz, esta é uma opção para as mulheres que não querem correr os riscos potenciais da reposição hormonal”, disse Ellen Freeman, professora e pesquisadora do departamento de obstetrícia e ginecologia da Escola de Medicina da Universidade da Pensilvânia e principal autora do estudo. “Constatamos que, após oito semanas de tratamento com o escitalopram, as participantes apresentavam menor frequência das ondas de calor quando comparadas ao grupo-controle com placebo”, ela complementou. Os resultados do estudo, financiados pelo Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos, foram publicados na edição de janeiro da revista da Associação Médica Americana. A reposição hormonal é o tratamento geralmente usado para aliviar as ondas de calor que fazem parte da menopausa. Porém, quando um estudo de 2002 da Iniciativa de Saúde da Mulher relatou que a terapia hormonal apresentava riscos, muitas mulheres decidiram que os benefícios não compensavam os possíveis danos. Desde a descoberta, especialistas conseguiram identificar quais mulheres podem correr maiores riscos com a terapia hormonal e aquelas para quem os hormônios são uma opção. “Para algumas mulheres, a reposição hormonal com estrógeno em curto prazo pode ainda ser uma opção viável. Neste caso, usamos dosagens mais baixas durante o período de tempo mais curto possível”, explicou a Dra. Judi Chervenak, endocrinologista especialista em reprodução da Montefiore Medical Center de Nova York. “Mas, em mulheres para quem os hormônios não são uma opção, ou para aquelas que não querem tomar hormônios, os antidepressivos do tipo ISRS (inibidores seletivos da recaptação da serotonina) são outra opção”, disse Chervenak. Os ISRSs são medicamentos aprovados pelo FDA para o tratamento da depressão, mas os médicos muitas vezes os prescrevem para outros usos ainda não aprovados pelo órgão, tais como o tratamento de dores ou – como no estudo – para o alívio das ondas de calor. Dentre os ISRSs estão o citalopram, o escitalopram, a paroxetina, a fluoxetina e a sertralina. Segundo informações do FDA, a versão genérica do escitalopram ainda não está disponível no mercado americano. O custo do suprimento mensal do medicamento é variável, mas a dose diária de 20 miligramas é de aproximadamente US$110 para 30 dias. Participaram do estudo 205 mulheres entre os 40 e os 62 anos de idade, que estavam ou no início da menopausa ou na pós-menopausa há um ano. Para participarem do estudo, as mulheres deveriam apresentar, semanalmente, um mínimo de 28 ondas de calor – classificadas como incômodas ou severas. A maioria das participantes apresentava mais do que isso. Durante oito semanas, as mulheres foram designadas, aleatoriamente, para receber ou o escitalopram (entre 10 e 20 miligramas ao dia) ou as pílulas de placebo. Os pesquisadores constataram que 55% das mulheres sob uso do escitalopram relataram uma diminuição de pelo menos 50% na frequência das ondas de calor, comparadas aos 36% das que receberam placebo. O grupo sob uso do escitalopram também relatou a ocorrência de ondas de calor mais brandas. Os pesquisadores observaram que, após três semanas de interrupção da medicação, as mulheres sob uso do escitalopram tiveram um aumento de 1,5 ondas de calor ao dia. Freeman diz que os efeitos colaterais foram mínimos. Apenas 4% das mulheres sob uso do escitalopram abandonaram o estudo devido aos efeitos colaterais. A especialista diz que ainda não se sabe exatamente como o escitalopram ajuda a aliviar as ondas de calor – que também são de causa desconhecida, ela ressaltou. “Estas sensações são tão incômodas para tantas mulheres que qualquer nova opção é bem-vinda. Este não é um tratamento definitivo, mas é uma opção que temos a oferecer a estas pacientes”, disse Chervenak. Ela complementou que, para as mulheres que não quiserem tomar o medicamento, uma das melhores maneiras de reduzir as ondas de calor é fazendo um boletim diário dos sintomas para tentar encontrar a causa destas sensações e tentar evitá-las. Ela conta que muitas mulheres, por exemplo, sofrem uma onda de calor depois de tomarem vinho tinto. Outros disparadores do desconforto são a cafeína, o chocolate, as comidas condimentadas e as situações estressantes http://delas.ig.com.br/saudedamulher/antidepressivo+pode+reduzir+calores+da+menopausa/n1237960567812.html
Erros médicos levam cirurgiões a pensar em suicídio
DA ASSOCIATED PRESS Um estudo mostra que erros médicos, estresse no trabalho e depressão leva cirurgiões a pensar em suicídio, em proporção maior do que na população em geral. Pior, eles são menos propensos a procurar ajuda. O medo de perder o emprego contribui para a relutância dos médicos em procurar tratamento, segundo o estudo, que envolveu quase 8.000 cirurgiões. Cerca de 6% afirmou ter tido pensamentos suicidas recentemente; o índice foi de 16% entre os que haviam cometido um erro médico há pouco tempo. Apenas um quarto dos médicos com pensamentos suicidas afirmou que procuraria ajuda. Na população em geral, 3% têm pensamentos suicidas e, desses, 44% procuram tratamento, segundo outras pesquisas. "Cirurgiões relataram muita preocupação sobre repercussões que afetassem sua permissão para exercer a medicina e muitos admitiriam se automedicar com antidepressivos", afirmou o autor do estudo, Tait Shanafelt, da Clínica Mayo. O médico americano Robert Lehmberg, 63, do Estado de Arkansas, afirmou que foi necessário o incentivo de amigos para que ele finalmente buscasse tratamento para depressão e pensamentos suicidas há alguns anos. Apesar de ter tido medo de perder a licença médica e fica estigmatizado, nada disso aconteceu. Remédios e terapia ajudaram a resolver o problema. O longo expediente de trabalho em uma clínica de cirurgia plástica em Little Rock --de 60 a 80 horas por semana-- contribuiu para a depressão, mas Lehmberg lembra que ele tentava sempre evitar erros médicos. "Cirurgiões aprendem que o paciente é responsabilidade deles, ponto final. Se algo dá errado, os cirurgiões que eu conheço levam muito para o lado pessoal", disse Lehmberg, que agora trabalha em uma clínica de cuidados paliativos, ajudando a minimizar o sofrimento de pacientes terminais. O estudo foi publicado na revista "Archives of Surgery" e encomendado pelo American College of Surgeons. As perguntas foram respondidas por e-mail, de forma anônima. Os cirurgiões eram indagados sobre se haviam tido pensamentos suicidas no último ano. Não havia questões sobre tentativas de suicídio mas os autores afirmam que até 50% das pessoas que pensam em se matar acabam tentando. A pesquisa não perguntou o motivo dos pensamentos, mas sugere que depressão, estresse e erros médicos contribuem. Outros fatores associados são ser solteiro, divorciado e sem filhos. Os médicos trabalham em média 60 horas por semana e 40% relatam estresse extremo com o trabalho ("burnout") e 30% dizem ter sintomas de depressão. A maioria afirma que o trabalho permite pouco tempo para vida pessoal e em família. Poucos dos que trabalhavam menos de 40 horas semanais tiveram pensamentos suicidas. As autoras Kelly McCoy e Sally Carty, cirurigãs da Universidade de Pittsburgh, afirmam que essas questão são ignoradas com frequência. Os cirurgiões têm expedientes longos e irregulares, num ambiente que valoriza a resiliência e a autonegligência, e tende a interpretar imperfeições como falhas, afirmam as autoras.
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