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sábado, 10 de dezembro de 2011

Os riscos do tabagismo durante a gravidez

Fumo: na gravidez ele aumenta o risco de o bebê nascer morto
Mães fumantes prejudicam a própria saúde, bem como a do bebê em formação

Fumar pode causar sérias complicações durante a gravidez e colocar em risco a vida do bebê.

Os Centros para Prevenção e Controle de Doenças dos EUA lista estes problemas – para mãe e filho – que podem ocorrer devido ao tabagismo:

- Aumento da dificuldade de engravidar.

- Aumento do risco de aborto espontâneo.

- Aumento do risco de problemas placentários, baixo peso ao nascer e parto prematuro.

- Aumento do risco de síndrome da morte súbita infantil.

- Aumento do risco de defeitos cardíacos, lábio leporino ou fenda palatina

Fonte IG

Alerta para crianças e bebidas energéticas e esportivas

Os dentistas, rotineiramente, alertam os pacientes sobre o consumo exagerado de refrigerantes, sucos e bebidas esportivas que carregam pouco ou nenhum valor nutritivo e causam prejuízo aos dentes.

Agora, a Academia Americana de Pediatria (AAP) está voltando sua atenção às bebidas energéticas e esportivas, afirmando que na maioria dos casos as crianças não precisam delas e que alguns produtos contêm substâncias que podem ser prejudiciais às crianças.

Primeiro, os coautores explicam as diferenças entre bebidas esportivas e bebidas energéticas. As esportivas – que contêm carboidratos, minerais, eletrólitos e aromatizantes – destinam-se a repor a água e os eletrólitos perdidos através da transpiração durante o exercício físico. Bebidas esportivas podem ser úteis para jovens atletas empenhados em atividades físicas prolongadas e vigorosas, mas, na maioria dos casos, são desnecessárias na quadra de esportes ou refeitório da escola.

“Para a maioria das crianças dedicadas à atividade física de rotina, a água pura é o melhor”, diz Holly J. Benjamin, M.D., membro do comitê executivo do Conselho de Medicina Esportiva e Aptidão Física da AAP e coautora do relato. “Bebidas esportivas contêm calorias adicionais das quais as crianças não necessitam e que podem contribuir com a obesidade e cárie dentária”, diz. Segundo ela, “é melhor que as crianças bebam água durante e após os exercícios e ingiram a quantidade recomendada de sucos e leite desnatado com as refeições”. “As bebidas esportivas não são recomendadas como bebidas para acompanhar refeições.”

As bebidas energéticas contêm substâncias que não são encontradas nas esportivas e agem como estimulantes, como cafeína, guaraná e taurina.

A cafeína – de longe o estimulante mais popular – foi relacionada a diversos efeitos nocivos à saúde das crianças, incluindo os efeitos sobre o desenvolvimento dos sistemas neurológico e cardiovascular. “Bebidas energéticas nunca são apropriadas para crianças ou adolescentes”, diz Dr. Benjamin e a coautora Marcie Beth Schneider, M.D., membro do Comitê de Nutrição da AAP. Em geral, as bebidas contendo cafeína, o que inclui os refrigerantes, devem ser evitadas.

“Em muitos casos, é difícil dizer quanta cafeína existe num produto olhando-se o rótulo”, diz Dra. Schneider. “Algumas latas de bebidas energéticas podem conter mais de 500 mg de cafeína, o que equivale a 14 latas de refrigerante”.

De acordo com a AAP, crianças e adolescentes devem evitar (ou restringir) a ingestão de bebidas esportivas contendo carboidrato porque elas aumentam o risco de sobrepeso e obesidade e erosão dental. Água, e não bebidas esportivas, deve ser a fonte principal de hidratação para crianças e adolescentes.

“Existe muita confusão sobre bebidas esportivas e bebidas energéticas, e os adolescentes geralmente não têm conhecimento das diferenças entre esses produtos”, diz Dra. Schneider. “Algumas crianças estão bebendo bebidas energéticas – contendo grandes quantidades de cafeína – quando sua meta é simplesmente reidratar após o exercício. Isso significa que estão ingerindo grandes quantidades de cafeína e outros estimulantes, o que pode ser perigoso.”

O relatório, datado de 30 de maio e publicado na edição de junho da AAP, é chamado de “Bebidas Esportivas e Bebidas Energéticas para Crianças e Adolescentes: Elas são Apropriadas?”.

Dentistas compartilham uma preocupação com o foco central do artigo: o consumo exagerado de bebidas esportivas.

Alimentos que contêm açúcares de qualquer tipo podem contribuir com a cárie dentária. Quando os dentes não são limpos após a alimentação, as bactérias da placa presente na boca usam o açúcar para produzir ácidos que podem destruir a superfície dura do dente, chamada de esmalte. Após um período, ocorre a cárie dentária. Quando os dentes entram em contato frequente com refrigerantes, sucos de frutas, bebidas esportivas e bebidas com adição de açúcares, o risco de cárie aumenta.

A Associação Dental Americana não apenas lembra aos pacientes de restringir a ingestão dessas bebidas, mas também se opõe à “enxurrada de contratos” nas escolas que incluem a propaganda de produtos relacionados a refrigerantes e requerem que as escolas permitam uma campanha de marketing penetrante que pode influenciar os padrões de consumo.

Fonte colgate.com.br

É dia de lavar as mãos

Hábito reduz em até 60% chances de contágio de doenças

Um ato simples e barato, mas ignorado por grande parte da população, diminui em até 60% o risco de contágio de doenças como hepatite B, meningite, diarréia e resfriados: lavar as mãos. Nesta quarta-feira (05/05), a Organização das Nações Unidas (ONU) promove pelo terceiro ano consecutivo o “Dia Mundial de Higienização das Mãos”, uma forma de chamar a atenção para a importância dessa forma de higiene tão eficaz. “A coisa mais importante é a lavagem de mão, ajuda inclusive a evitar a gripe suína”, afirma Luiza Helena Falleiros, infectologista pediátrica do Instituto Emílio Ribas.

Em todos os países serão promovidas atividades para conscientizar profissionais de saúde e a população. Em São Paulo, por exemplo, o Hospital das Clínicas fará apresentações de teatro falando sobre a importância dessa prática.

Lavar as mãos é uma forma eficiente de prevenção de doenças. De acordo com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) , o hábito pode reduzir o número de mortes relacionadas a diarreia em mais de 40% e os casos de doenças respiratórias agudas em 25%. “É possível minimizar, mas não erradicar a doença, já que existem outras formas de contágio”, alerta o infectologista Gustavo Henrique Johanson, do Hospital Nove de Julho, em São Paulo

Dentro de hospitais e centros de saúde, essa também é uma medida essencial. “Nesses ambientes a principal medida de controle de infecção é a lavagem das mãos. A disseminação de doenças no ambiente hospitalar é pelas mãos. O médico examina um paciente e depois outro, se não lavar as mãos entre eles, pode levar bactérias”, afirma Johanson. Nesse locais, o uso do álcool em gel pode ser mais indicado já que é prático e tem a mesma eficácia.

Fora desses locais, o ideal é lavar as mãos sempre que:

- a mão estiver visivelmente suja
- pegar no dinheiro (como ele passa de mão em mão, pode carregar bactérias)
- mexer em bebês (a resistência dos pequenos ainda não está completa, por isso, o cuidado é necessário)
- antes de comer
- usar o banheiro
- mexer em animais
- usar transporte público (imagine quantas pessoas não tossiram e depois seguraram na barra do ônibus)
- usar o telefone público
- cozinhar

Não há fórmula mágica: bastam água limpa e sabonete. No entanto, há uma maneira correta de higienizar as mãos: é necessário esfregá-las, lavar o dorso e entre os dedos.


Fonte IG

Oito regras de etiqueta para visitar o recém-nascido

“O bebê não é atração turística e requer cuidados”, adverte especialista

Faz tempo que aquela amiga de infância não dá notícias e, com ajuda das redes sociais, ela avisa a todos que está a caminho da maternidade. A boa notícia da chegada de um bebê ao mundo pode ser mesmo a justificativa para o reencontro, mas a pediatra Vera Lúcia Krebs, do Hospital das Clínicas de São Paulo, adverte: “recém-nascido não é atração turística”.

A visita exige algumas regras de etiqueta. Veja as orientações da especialista para amigos próximos, aqueles mais distantes, parentes e até para os novos avós.

1. Evite apertões
Muitas pessoas exageram no ‘carinho’ e acabam dando pequenos apertões na bochecha, beijos e toques não muito delicados nas mãozinhas das crianças. O que elas não sabem é que essas atitudes são inadequadas, pois podem trazer problemas ao recém nascido, como incômodo e até fraturas.

2. Faça uma visita curta
A primeira visita na maternidade deve ser limitada aos parentes próximos, como o pai, avós e irmãos, pois é um momento de recuperação da mãe e maior atenção à vida do bebê. Antes de aparecer, ligue e combine o horário. É elegante não ficar muito tempo.

3. Lave as mãos apropriadamente
Não se esqueça dos cuidados básicos de higiene. Lavar bem as mãos e os braços (até a altura dos cotovelos) antes de chegar perto da mãe e do bebê é imprescindível para minimizar a contaminação por vírus e bactérias

4. Se estiver doente, não vá
Se estiver com resfriado, gripe, conjuntivite ou qualquer outra doença infectocontagiosa, suspenda a visita. A ideia de que “eu não vou chegar perto, nem segurar a criança” não basta. Como o sistema de defesa do organismo da mãe e do bebê estão fragilizados, não é adequado arriscar.

5. Desligue o celular
No momento da visita, a pediatra do HC orienta amigos e familiares a desligar os celulares. A coordenadora da UTI do Hospital e Maternidade Santa Joana, de São Paulo, Filomena Mello, acrescenta que o barulho dos telefones móveis são como “britadeiras” para as crianças e causam estresse nos pequenos.

6. Não use flash
Cautela também com as câmeras fotográficas e filmadoras. “A luz do flash pode causar desconforto para a criança ou despertá-la, caso esteja dormindo”, diz Vera Lúcia. E só quem é mãe de recém-nascido sabe o trabalho que pode dar fazer o filho dormir.

7. Evite aglomerações
“As visitas devem ser organizadas para não formar uma aglomeração em volta do bebê. Esse tipo de ocasião favorece contágios e excesso de barulho, e isso pode causar estresse ao recém nascido”, acrescenta a especialista do Hospital das Clínicas.

8. Não fume – nem mesmo antes da visita
Nem pense em fumar. E a restrição vale para horas antes da visita. Segundo o pneumologista Joaquim Rodrigues, as substâncias do cigarro ficam impregnadas em roupas e mãos dos fumantes. Os resíduos que permanecem são tão prejudiciais quanto a própria fumaça. O contato do bebê com o material tóxico o expõe a uma probabilidade dez vezes maior de adquirir uma pneumonia aguda e ao aparecimento de um fenômeno chamado de hiperresponsividade brônquica – uma resposta exagerada do pulmão desencadeada quando a criança tem uma maior sensibilidade a infecções respiratórias – como bronquite, rinite e otite.

Fonte IG

13 regras para visitar doentes no hospital

Flores: na visita ao doente hospitalizado
elas devem ficar do lado de fora do quarto
Deixar flores do lado de fora do quarto, não sentar na cama e higienizar bem as mãos são algumas das recomendações

Visitar quem está hospitalizado requer sempre bom senso. Mas quanto tempo deve-se permanecer por lá? A que horas ir embora? Pode-se levar flores?

Levar em conta questões de etiqueta é bastante importante para não incomodar o paciente com uma visita no momento errado – ele pode ter acabado de retornar de um exame delicado, por exemplo. Mas não é só isso. Antes de ir ao hospital, os visitantes devem observar a própria saúde e não descuidar das práticas de higiene pessoal, a fim de diminuir os riscos de infecção.

“Se o paciente estiver imunodeprimido, com o organismo muito debilitado, o risco é maior. Por isso, se o visitante estiver gripado ou doente, é bom evitar a visita”, recomenda Priscila Fernanda da Silva, enfermeira do Controle de Infecção e Epidemiologia do Hospital do Coração (HCor). Antes de programar sua visita, confira algumas recomendações de especialistas.

1. O primeiro passo antes de entrar no quarto do paciente é lavar muito bem as mãos. Retire todos os adornos, como anéis, aliança, relógio e pulseiras, antes de higienizá-las. Geralmente, os hospitais também contam com dispenser de álcool em gel para esterilizar as mãos depois de limpá-las

2. Não toque nos equipamentos hospitalares, medicamentos e outros dispositivos usados pelos pacientes

3. Não sente na cama do paciente, nem coloque bolsas e sacolas sobre o leito

4. Não é recomendado que o visitante utilize o banheiro do quarto do paciente. Se precisar, use o sanitário próprio para os visitantes, localizado em geral nos corredores do hospital

5. Crianças muito pequenas e idosos geralmente têm imunidade mais baixa. Portanto, a ida destes visitantes ao ambiente hospitalar só é recomendada se o paciente for alguém muito próximo, especialmente se o doente for oncológico ou tenha acabado de sair da UTI

6. Respeite sempre o horário de visita. “A duração [do encontro] depende da intimidade com o paciente e do momento que ele está passando. Se não for tão íntimo da pessoa, faça uma visita mais rápida”, aconselha Nathália Lopes, coordenadora de hospitalidade do hospital Sírio-Libanês

7. Antes da visita, é de bom tom avisar o acompanhante e checar com ele o horário mais conveniente. Lembre que o paciente pode ter acabado de sair de um exame exaustivo ou de um procedimento doloroso e pode estar precisando repousar

8. Se for acompanhante do paciente, não se sinta acanhado em restringir o número de visitas, caso ele tenha acabado de sair da UTI ou esteja com a imunidade muito baixa. Diga delicadamente que agradece a atenção, mas, no momento, o paciente está com limitações para receber muitas pessoas no quarto

9. Se a visita for motivada pela chegada de um bebê, o ideal é que apenas familiares e amigos mais próximos vão à maternidade até que ela complete o primeiro ciclo de vacinas. Se não for o caso, aguarde a mãe e o bebê chegarem em casa para conhecer o novo membro da família

10. Jamais leve comida ao paciente, pois ele pode ter alguma restrição nutricional. “Além disso, como desconhecemos a origem do alimento, como foi armazenado, como foi preparado, é melhor evitar. Ele pode desencadear uma infecção gastrointestinal no paciente”, diz a enfermeira Priscila Fernanda da Silva, do HCor

11. Evite usar perfumes durante a visita. Eles podem provocar alergias ou enjoo ao paciente

12. Presentear o doente é um gesto delicado. Mas preste atenção ao que irá levar. Livros, DVDs de filmes e musicais, artigos religiosos e peças de artesanato podem ser boas opções

13. Flores também podem ser levadas, mas desde que fiquem do lado de fora do quarto, para evitar risco de transmissão de doenças, principalmente a pacientes oncológicos e mais debilitados.

Fonte IG