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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Álcool e remédio: 5 interações que você deve evitar

Remédios com álcool: mistura perigosa mesmo com
medicamentos vendidos sem receita médica
Mesmo os medicamentos vendidos sem receita podem gerar efeitos adversos perigosos caso ingeridos com álcool
 
Remédios com álcool: mistura perigosa mesmo com medicamentos vendidos sem receita médica.
 
Se os medicamentos vendidos nas prateleiras das farmácias parecem mais seguros apenas porque não exigem receita médica, é bom ficar alerta: eles podem prejudicar o corpo quando o consumo de álcool – mesmo que moderado – é adicionado ao tratamento.
 
A Academia Americana de Médicos da Família lista cinco remédios e os efeitos adversos de misturá-los ao álcool:
 
• Anti-inflamatórios não-esteróides podem levar a sangramentos gastrointestinais se o consumo de álcool supera duas doses por semana

• Acetaminofeno pode causar danos sérios ao fígado caso seja ingerido com álcool

• Algumas marcas de anti-histamínicos vendidas sem prescrição médica podem gerar lentidão e sonolência caso misturadas a um inocente drinque

• Quem tem o costume usar descongestionantes nasais e remédios para tosse que contêm dextrometorfano, um supressor da tosse, devem evitar ao máximo o consumo de álcool, pois ele pode aumentar a sonolência

• Misturado com suplementos a base de plantas medicinais, como kava kava, erva de São João ou valeriana o álcool pode potencializar sonolência e lentidão
 
Fonte iG

Governo vai definir “lei seca” para medicamentos

Medicamentos ansiolíticos, calmantes, anfetaminas e para
o diabetes podem provocar e tornam a direção
de veículos mais perigosa
Nova legislação já enquadra motoristas que misturam remédios e direção e agora Ministério das Cidades vai regulamentar a fiscalização
 
A nova Lei seca, que endureceu a pena e dobrou o valor da multa para os motoristas embriagados, também pode punir quem misturar medicamentos e direção.
 
O Ministério das Cidades informou – por meio do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) – que prepara o texto da regulamentação para orientar a fiscalização.
 
Incluir as drogas terapêuticas como ameaças à direção segura é uma demanda antiga da Associação Brasileira de Medicina Tráfego (Abramet). Desde 2007, a entidade já realiza campanhas para alertar que alguns remédios têm efeitos parecidos com os do álcool na condução de veículos.
 
O Ministério das Cidades informou – por meio do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) – que prepara o texto da regulamentação para orientar a fiscalização.
 
Incluir as drogas terapêuticas como ameaças à direção segura é uma demanda antiga da Associação Brasileira de Medicina Tráfego (Abramet). Desde 2007, a entidade já realiza campanhas para alertar que alguns remédios têm efeitos parecidos com os do álcool na condução de veículos.
 
A nova lei seca – sancionada pela presidenta Dilma Rousseff e já vigente no País – estabelece que além da ingestão de álcool também podem ser penalizados os motoristas que provocam acidentes e são usuários de substâncias psicoativas que causam dependência. Neste grupo, estão contempladas as drogas ilícitas, como maconha e cocaína, e também os remédios, principalmente os de uso controlado, chamados de tarja preta.
 
Segundo os especialistas, usuários de remédios que provocam sonolência e comprometem a coordenação motora – ansiolíticos, antidepressivos, medicamentos para Parkinson e diabetes, além de anfetaminas e antialérgicos – já devem discutir com os médicos que os prescrevem quais são os possíveis efeitos na condução de veículos e qual é a dosagem máxima segura antes de dirigir.
 
O Ministério das Cidades informou que para padronizar e definir a fiscalização do uso de medicamentos que tornam a condução de veículos perigosa, o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) prepara uma regulamentação. Um grupo formado por especialistas em tráfego e técnicos do Ministério da Saúde discute se é necessário definir dosagens, quais remédios farão parte da fiscalização e os exames clínicos que podem confirmar a presença destas substâncias no organismo.
 
Ainda não há previsão exata para que a regulamentação saia do papel, mas a assessoria de imprensa do Ministério das Cidades diz que este assunto já está na pauta do Contran e estima que até fevereiro as normas estejam prontas.
 
Punição
Hugo Leal, deputado do PSC e um dos autores da Lei Seca é um dos defensores da inclusão dos medicamentos como potencias inimigos da direção segura. Segundo a equipe de Leal, o objetivo “não é punir o usuário de medicamento, que faz isso por necessidade, mas alertar que as medicações também podem ser perigosas”, informou a assessoria de imprensa do deputado.
 
“Caso os exames clínicos (que a partir de agora servem como prova da culpa no acidente) comprovarem que o uso dessas substâncias pelo condutor afetou a capacidade de dirigir, ele é enquadrado com o mesmo rigor aplicado a quem está embriagado”, completou a assessoria do deputado.
 
O Ministério da Saúde, em 2009, também divulgou a necessidade da regulamentação do uso de drogas terapêuticas para motoristas e, naquele ano, informou que discutia com o Ministério das Cidades e com o Denatran como viabilizar este tipo de fiscalização. As discussões não caminharam e o projeto ficou na gaveta. A promessa é que, com a regulamentação, o plano vire prática em 2013.
 
Muitas pesquisas científicas confirmam o risco da mistura de medicamentos e direção. Entre elas, duas análises – publicadas no PubMed, uma das referências em pesquisas em saúde – reuniram dados sobre acidentes de trânsito catalogados em todos ensaios científicos feitos entre 1966 e 2010. Os dados mostraram que os medicamentos benzodiazepínicos (calmantes) aumentam em 80% o risco de colisões graves. O mesmo levantamento, divulgado pelo Instituto Internacional de Segurança no Trânsito, mostrou que quando as drogas são misturadas ao álcool, o risco de batidas e atropelamentos é 7,7 vezes maior do que o implicado para motoristas sóbrios.
 
No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, em 2011 foram registradas 155 mil internações no SUS relacionadas a acidentes de trânsito, o que representou um custo de mais de R$ 200 milhões.
 
Fonte iG

20 dietas radicais das celebridades

Nicole Kidman comia apenas ovos cozidos nas refeições
durante as gravações do filme Cold Mountain
De papinha de bebê a limonada com pimenta, confira as dietas mais bizarras adotadas pelas famosas
 
O governo britânico fez, recentemente, um pedido para que as editoras de revistas de comportamento do país evitassem publicar dietas com fórmulas milagrosas depois do Natal. O objetivo da iniciativa seria valorizar a diversidade de formatos do corpo. É justamente nessa época que as restrições alimentares mais radicais costumam cair no gosto das mulheres que desejam eliminar os quilos extras ganhos durante as comemorações de fim de ano. Quando as celebridades descobrem essas dietas e resolvem colocá-las em prática, é garantia de popularizção do regime.
 
Acredite se quiser, mas tem famosa que para entrar no vestido justíssimo do tapete vermelho ou encenar aquele personagem sensual apela para a dieta da papinha, toma limonada com pimenta misturada com xarope de bordo, come só o que cabe em uma taça de Martini e por aí vai.
 
Confira uma lista com 20 dietas radicais que ficaram populares com atrizes e cantoras - mesmo que elas insistam em desmentir em alguns casos:
 
Dieta do shake: a modelo Adriana Lima consome apenas líquidos por 12 dias antes de desfiles importantes.
 
Dieta do ar: depois de uma pesquisa dizer que mais ar na comida emagrece, apareceu a dieta que se cheira a comida, mas só se toma água com sal. Madonna seria adepta.
 
Dieta da taça: revistas especializadas afirmam que a atriz Eva Longoria passa períodos em que só come o que cabe em uma taça de Martini (cerca de 90 ml) em cada refeição.
 
Dieta intravenosa: a cantora Rihanna teria recorrido a uma alimentação injetada diretamente na veia.
 
Dieta do passarinho: dizem que Victoria Beckham consegue o corpo sequinho comendo apenas linhaça, gergelim e soja no almoço .
 
Dieta da limonada: Beyoncé e Naomi Campbell apelaram para a fórmula limonada com pimenta caiena e xarope de bordo.
 
Dieta da papinha de bebê: Jennifer Aniston resolveu substituir as refeições por papinhas industrializadas, cerca de 14 porções por dia.
 
Dieta do gelo: Reneé Zellweger aposta em chupar pedras de gelo nos intervalos das refeições quando está de regime para espantar a fome.
 
Dieta da análise facial: Kate Winslet fez o regime baseado na teoria da nutricionista Elizabeth Giberd, em que cada formato de rosto representa uma dieta diferente.
 
Dieta da hipnose: Lily Allen teria emagrecido graças à hipnose para reeducar seu cérebro a comer de forma correta.
 
Dieta da clara de ovo: a dançarina Adriana Bombom come somente clara de ovo e batata cozida para ficar enxuta.
 
Dieta das 600 calorias: Angelina Jolie recorreu ao regime de restrição calórica em que é permitido o consumo de 600 calorias por dia, somando todas as refeições.
 
Dieta das 500 calorias: Demi Moore resolveu consumir ainda menos. A atriz aliaria as poucas calorias com o uso de hormônios para se manter em forma.
 
Dieta do suco verde: a nova moda de substituir as refeições por um suco de frutas e legumes já pegou a top Alessandra Ambrósio e a atriz Drew Barrymore.
 
Dieta do vinagre de maçã: Fergie e Cindi Crawford tomam uma dose de vinagre antes da refeição na expectativa de queimar a gordura.
 
Dieta da água quente: a atriz Elizabeth Hurley acredita que tomar água quente no café da manhã e uma xícara de café com bolo de aveia ao meio-dia emagrece.
 
Dieta sem almoço: Marilyn Monroe pulava a refeição e durante o resto do dia se alimentava com dois ovos crus batidos no leite quente, um bife grelhado e cenouras cruas.
 
Alcorexia: Lady Gaga aderiu a dieta de substituir a comida por bebidas alcoólicas e depois muita malhação.
 
Dieta do arco-íris: Christina Aguilera monta o menu de acordo com o a cor do dia. Se segunda for dia do verde, ela consome apenas alimentos dessa cor.
 
Dieta do ovo: Nicole Kidman comia apenas ovos cozidos nas refeições durante as gravações do filme Cold Mountain.
 
Fonte iG

Conheça as dietas 'milagrosas' mais estranhas da história

 
Uso de vermes, arsênico, borracha e até saliva são técnicas perigosas - e milenares - usadas para emagrecer. Saiba mais
 
Na semana passada, um ministro do governo britânico foi um dos últimos a alertar as pessoas sobre os perigos das dietas 'milagrosas', mas isso não impediu que tais regimes ganhassem popularidade no mundo inteiro através dos séculos. Por quê? A história mostra que desde os tempos de gregos e romanos os seres humanos já adotavam rotinas de restrições alimentares.
 
Mas, se por um lado naquela época os regimes eram baseados na preocupação exclusiva com a saúde física e mental, foram os vitorianos quem deram o pontapé inicial nas chamadas 'dietas milagrosas', como as adotadas por celebridades e rapidamente difundidas nos quatro cantos do planeta.
 
"A palavra grega diatia, da qual deriva a palavra dieta, descrevia todo um estilo de vida", diz Louise Foxcroft, historiadora e autora do livro Calories and Conserts: A History of Dieting Over 2,000 years (ou Calorias e Espartilhos: Uma História da Dieta através de 2 mil anos, em tradução livre).
 
A prática da dieta na Antiguidade era vista como uma forma de melhorar a saúde física e mental. As pessoas realmente pegaram um gosto por essas dietas ditas milagrosas no século 19. Foi durante esse tempo que começou a haver uma preocupação excessiva com a estética e, assim, a indústria do regime explodiu", explica Foxcroft.
 
Portanto, quais são as dietas milagrosas mais estranhas e prejudiciais à saúde da história?
 
Mastigue e salive bastante
Na virada do século 20, o americano Horace Fletcher popularizou a ideia de que uma das maneiras mais efetivas de perder peso era mastigar e cuspir bastante. O fletcherismo, como foi chamado seu processo de emagrecimento, dizia que as pessoas deveriam mastigar a comida até todas as calorias fossem "extraídas" e depois cuspir o material fibroso que restou.
 
Fletcher detalhava minuciosamente quantas mastigadas a pessoa tinha de dar para cada tipo de comida. Segundo ele, um determinado tipo de alho, por exemplo, teria de ser mastigado em torno de 700 vezes. Por mais estranha que pudesse parecer, a dieta do americano tornou-se bastante popular e atraiu vários seguidores famosos, como os escritores Henry James e Franz Kafka.
 
Segundo Foxcroft, o regime chegava ao ponto de cronometrar os jantares de modo que as pessoas mastigassem a comida. "A dieta também previa que seu seguidor defecaria apenas uma vez a cada duas semanas e que seu cocô não teria odor. Pelo contrário, as fezes teriam um odor similar a 'biscostos recém-tirados do forno'", diz.
 
"Fletcher carregava uma amostra de suas próprias fezes com ele para ilustrar o feito de sua dieta", acrescenta.
 
Dieta dos vermes
Também no início do século passado, uma dieta inusitada fez enorme sucesso. O regime previa a ingestão de tênias (ou solitárias) para emagrecer. A cantora de ópera Maria Callas teria sido uma das celebridades daquela época a ter comido parasitas para perder peso.
 
As pessoas que seguiam essa dieta deveriam ingerir ovos dos parasitas, frequentemente em forma de pílulas. A teoria baseava-se na ideia de que tão logo as tênias atingissem a maturidade no intestino dos pacientes, absorveriam a comida, dando início ao processo de emagrecimento, por vezes, acompanhado de diarreia e vômito.
 
Uma vez que o usuário atingisse o peso desejado, tomaria uma pílula para matar os parasitas que, no melhor dos casos, morreriam. A pessoa teria, então, de excretá-los, o que poderia causar complicações no abdômen e no reto.
 
O regime era arriscado em vários sentidos. Não apenas o parasita poderia crescer em até 9 metros de comprimento dentro do corpo do seguidor da dieta, como também poderia provocar inúmeras doenças, como dores de cabeça, problemas oftalmológicos, meningite, epilepsia e demência.
 
"Durante o século 19, a dieta tornou-se um grande negócio", diz a historiadora Annie Gray, especializada em nutrição. "A publicidade ficou cada vez mais sofisticadas, com mais e mais produtos dietéticos sendo colocados à venda."
 
O boom da indústria da dieta também foi facilitado pelo crescimento no número de celebridades, dos meios de comunicação e dos novos medicamentos, acrescenta Foxcroft.
 
Arsênico
Remédios, pílulas de emagrecimento e 'poções mágicas' tornaram-se um grande negócio no século 19. Mas tais medicamentos normalmente continham ingredientes perigosos, incluindo arsênico e estricnina. "Eles foram alardeados como aceleradores do metabolismo, tal qual as anfetaminas", diz Foxcroft.
 
Apesar de a quantidade de arsênico nas pílulas ser pequena, era também muito perigosa. Não eram raras as vezes em que os seguidores dessa dieta tomavam uma dosagem acima da recomendada para perder peso mais rápido, morrendo por envenenamento.
 
Além disso, o arsênico nem sempre aparecia na bula como um dos ingredientes do remédio, o que fazia com que as pessoas desconhecessem o que estavam tomando. "Não havia muito controle sobre a venda de tais venenos naquela época e qualquer um podia obtê-los para todos os fins", diz Foxcroft.
 
"Isso propiciou o surgimento de falsos médicos, que se diziam especialistas em dietas para promover e vender tais produtos. Muitas pessoas caíam nesse 'milagre de cura'", acrescenta.
 
Vinagre
As dietas de celebridades são mais antigas do se pensa. Lord Byron foi um dos primeiros ícones desse tipo de regime e ajudou a dar o pontapé na obsessão pública sobre como os famosos perdem peso.
 
Como as celebridades de hoje em dia, o poeta britânico trabalhava duro para manter a cintura. No início de 1800, ele popularizou um tipo de dieta que consistia majoritariamente na ingestão de vinagre. A proposta desse regime era de que, para limpar o organismo das impurezas, a pessoa precisaria beber vinagre diariamente e comer batatas embebidas no líquido.
 
Os efeitos colaterais incluíam vômito e diarreia. Por causa da imensa influência cultural de Byron, havia muita preocupação sobre o efeito da dieta na juventude daquela época. Isso porque muitos escritores acabaram restringindo-se à alimentação composta por vinagre e arroz para tentar chegar ao estilo e à palidez de Byron.
 
"Muitas de nossas meninas estão vivendo sua adolescência em semi-jejum", escreveu um crítico daquela época. No início do século 19, os padrões de alimentação também se tornaram mais prescritivos, como a maneira de sentar-se à mesa ou promover um jantar, diz Gray.
 
"Isso fez com que as pessoas começassem a se preocupar com o seu físico. A Rainha Vitória, da Inglaterra, por exemplo, vivia aterrorizada com seu peso."
 
Borracha
Em meados de 1800, o americano Charles Goodyear descobriu como melhorar a borracha além de seu estado natural por meio de um processo conhecido como 'vulcanização'. Com a Revolução Industrial e a produção em massa, o uso da borracha foi, de repente, expandido maciçamente.
 
A partir daí, foram fabricantes aos milhares ceroulas e espartilhos feitos do material. A ideia era de que a borracha disfarçaria o excesso de peso, mas, mais importante, esquentaria o usuário, fazendo-o suor e, eventualmente, perder peso.
 
Tais peças de roupa eram usadas tanto por homens quanto por mulheres, diz Foxcroft. "Naquela época, todo o tipo de roupa e tratamento era anunciado como uma maneira de perder peso", completa Gray.
 
A dieta durou até a Segunda Guerra Mundial, quando a borracha passou a ser empregada exclusivamente no confronto.

Fonte iG

Água de comer

Rabanete: um dos alimentos campeões em água
Os alimentos compostos essencialmente de água que podem ajudar na hidratação diária

Água é essencial para o bom funcionamento do organismo, manutenção da temperatura corporal e até para beleza. “Devemos ingerir de 1,5 a 2 litros de líquidos por dia, por meio da ingestão de água, água de coco, sucos ou chás. Essa quantidade pode variar de acordo com o metabolismo de cada pessoa, a prática de atividades físicas, temperatura do ambiente e tipos de alimentos ingeridos”, diz a nutricionista Bruna Murta, da Rede Mundo Verde.
 
Você acha difícil andar com uma garrafinha por aí? Pois saiba que certos alimentos podem contribuir para sua boa hidratação. “A quantidade de líquido pode diminuir de acordo com a ingestão de alimentos com alto teor de água”, explica a nutricionista.
 
A ideia, então, é acrescentar ao cardápio frutas, verduras e legumes crus, naturalmente ricos em água. Esses alimentos hidratam e facilitam o trabalho dos rins, que eliminam a retenção de líquidos com eficiência.
 
Entre eles estão alface (95% de água), chuchu (95%), pepino (95%), rabanete (95%), nabo (94%), tomate (94%), couve-flor (92%), melancia (92%), melão (90%), abacaxi (87%), maçã (86%), cenoura (86%), goiaba (86%), clara de ovo (75%), banana (74%).
 
Além de contribuir com a hidratação eles têm poucas calorias, colaborando para manutenção da boa forma. E o melhor: os alimentos com grande quantidade de água podem ajudar a combater a celulite.
 
Um estudo realizado pelo dermatologista americano Howard Murad, autor do livro A Solução para Celulite, diz que hidratação é importante para tratar o problema. Mas, mais eficaz do que beber oito copos de água por dia, seria a ingestão desses alimentos.
 
Isso porque, segundo o especialista, as células são capazes de absorver melhor a água contida nos alimentos, principalmente aqueles ingeridos crus, como frutas e verduras. Assim, com o organismo bem hidratado, o problema que atormenta as mulheres seria minimizado.
 
Fonte iG