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domingo, 4 de janeiro de 2015

Alerta de saúde é decretado em Medellín por causa do chikungunya

As autoridades de saúde da cidade de Medellín, na Colômbia, decretaram neste sábado alerta sanitário para controlar a expansão do vírus do chickunguya, confirmou o vice-prefeito de saúde da cidade, Juan Carlos Giraldo Salinas
 
"Temos um alerta sanitário em toda a rede de hospitais para que perante a presença de um caso possamos intervir de maneira imediata, fornecer mosquiteiros, isolamento de algum tipo de paciente que se apresente com este vírus e realizar imediatamente as fumigações", disse o funcionário à "Caracol Radio".
 
A decisão foi tomada depois que foram detectados 600 casos suspeitos no departamento (estado) de Antioquia, dos quais cem correspondem a Medellín, a capital.
 
Entre essa centena de suspeitas, disse Salinas, já foram confirmados dez casos importados de outros lugares do país.
 
As medidas para reforçar a rápida detecção e atuação são um paliativo para enfrentar o vírus, para o qual não há, por enquanto, repelentes na cidade, segundo admitiu o funcionário.
 
"Infelizmente não temos repelentes. Os fornecedores nos disseram que entre segunda e terça-feira estarão chegando de novo à cidade, mas há uma escassez", lamentou.
 
O alerta em Medellín, a segunda maior cidade da Colômbia, confirma a rápida expansão do vírus no país, onde segundo os últimos números atualizados pelo Ministério da Saúde foram relacionados 74.566 casos.
 
A maioria dos contagiados se concentra na região do Caribe, onde se destaca o departamento de Bolívar, no norte, com 29.677 casos.
 
Em Cúcuta, na fronteira com a Venezuela, organizações médicas denunciaram a existência de mais de 15 mil casos da doença, cujo vetor de transmissão é o mosquito Aedes aegypti, o mesmo da dengue.

EFE / Terra

Veja nove razões ocultas para a sua dor de cabeça

Causa para a dor de cabeça pode ser simples, como uma noite mal dormida, ou bem séria, como um aneurisma cerebral
 
Nove em cada dez pessoas sofre de dores de cabeça. Os dados da Organização Mundial da Saúde mostram que as cefaleias são comuns na vida de muitas pessoas e há diferentes causas para este tipo de problema. De qualquer forma é bom ter olho vivo, para descobrir se há alguma relação entre a dor de cabeça e outros tipos de problema.
 
É bom procurar um médico. “A automedicação não é recomendada, pois pode ocultar problemas mais sérios. No caso de cefaleias frequentes ou atípicas (as que se apresentam com um padrão de dor diferentemente do usual), deve-se procurar um neurologista para investigação diagnóstica e correta orientação", afirma Rubens Gagliardi, professor titular de Neurologia da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo.
 
Veja abaixo 9 razões ocultas para a dor de cabeça:
 
Aneurisma: o rompimento de um aneurisma cerebral provoca uma dor fortíssima na cabeça. É preciso buscar atendimento médico imediatamente
 
AVC: todo tipo de AVC pode dar dor de cabeça. É necessário procurar ajuda médica imediatamente
 
Enxaqueca: as causas da enxaqueca devem ser analisadas por um neurologista, pois as crises podem ser desencadeadas por cheiros, alimentos, além de outras razões
 
Estresse: a descarga de adrenalina pode causar dor de cabeça
 
Exercício: algumas pessoas tên dor de cabeça momentânea durante ou depois de se exercitar por conta dos batimentos cardíacos acelerados e hipoglicemia
 
Fome: após muito tempo em jejum, cai o açúcar do sangue o que causa hipoglicemia
 
Infecções: dor de dente, infecções no ouvido podem resultar em dor de cabeça
 
Ressaca: a desidratação com a bebedeira tende a resultar em dor de cabeça
 
Sono: o cansaço gerado pela privação de sono comprime os músculos causando a dor de cabeça
 
iG

É possível recuperar as lesões cardíacas da doença de Chagas, mostram estudos

A doença de Chagas é causada pelo protozoário
 Trypanosoma cruzi
Pesquisadores brasileiros buscam novas terapias para a doença de Chagas; remédios usados atualmente controlar os sintomas, mas não impedem o avanço das lesões causadas pela infecção
 
Ao menos três novos estudos brasileiros mostram avanços consideráveis no tratamento da doença de Chagas. A doença atinge atualmente cerca de 4 milhões de pessoas no Brasil.
 
O mais recente deles mostra que é possível recuperar lesões cardíacas de pacientes com a doença. Atualmente, o tratamento de pacientes na fase crônica, quando a infecção já se aloja nos músculos do coração e do aparelho digestivo, é feito em cima dos sintomas e não na causa da infecção.  Porém, testes feitos em camundongos  por uma equipe da Fiocruz, liderada pela pesquisadora Joseli Lannes Vieira, bloquearam a toxina que desencadeia os problemas cardíacos.
 
“Provamos que nossa hipótese estava correta, que existe relação direta entre a inflamação e a cardiopatia. O bloqueio da citocina com o uso de uma droga levou a uma melhora do quadro. Agora precisamos fazer novos testes usando outras formas de terapias que também reduzam o TNF [uma substância inflamatória] e não tenham tantos efeitos colaterais. Uma possibilidade é o omega 3, que é mais barato”, diz.
 
A equipe tinha observado que pacientes com cardiopatia por doenças de Chagas grave, além do aumento do tamanho do coração, apresentavam altos níveis de TNF solúvel no sangue. O coração aumenta de tamanho e tem batimento irregular, entre outros problemas.
 
Agora é preciso que se façam mais testes com outras terapias que reduzam do TNF no sangue e também fazer testes em humanos. “É um processo e demos o primeiro passo. Durante cem anos não se teve uma proposta terapêutica para a doença de Chagas. Mitigam-se os sintomas nos pacientes, a doença evolui de uma forma mais lenta, mas o paciente continua apresentando os mesmos problemas”, afirma.  
 
Joseli explica que a maioria dos pacientes com doença de Chagas no Brasil já está na fase crônica da doença, quando a infecção já se aloja nos músculos do coração e do aparelho digestivo. Na fase crônica, não há ainda comprovação da eficácia dos medicamentos disponíveis. Os remédios usados atualmente podem apenas controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes, mas não impedem o avanço das lesões causadas pela infecção.
 
Depressão de Chagas
Outra descoberta importante, realizada em 2012, foi a comprovação de que a depressão faz parte da doença. “Conseguimos mostrar em modelo animal que a depressão faz parte da doença. Provamos que camundongos com doença de Chagas apresentavam sintomas da depressão”, diz.
 
Para Joseli, o importante dessa descoberta também está no fato de comprovar que pacientes com Chagas devem sem tratados também por psicólogos e psiquiatras.
 
“Acreditava-se que o paciente ficava deprimido por causa do estigma da doença, mas sabemos que o camundongo não vai ficar deprimido por conta disso. Logo, provamos que é algo biológico. Existe uma relação entre a infecção e a depressão”, afirma a pesquisadora que também participou deste estudo. 
 
Metas
Os estudos fazem parte de um esforço para desenvolver droga e novas propostas terapêuticas contra a doença de chagas.  A meta é que até 2019 – ano que a descoberta da doença faz 110 anos –, os pacientes tenham a cura.
 
Joseli afirma que há muito o que comemorar e também muito a ser descoberto, inclusive está em estudo a criação de uma vacina contra a doença. “Essa é uma doença negligenciada, uma doença da pobreza. Até 2005, o que se dizia é que se tratava de uma doença sem cura. Inicialmente, o que se fazia era combater o vetor, o barbeiro, mas pouco ainda havia sido estudado sobre como a doença age na pessoa infectada”, disse.
 
A doença de Chagas é causada pelo protozoário Trypanosoma cruzi e transmitida ao homem pela picada de um inseto conhecido como “barbeiro”, “potó”, “procotó” ou “chupão”. Após sugar o sangue da pessoa, o inseto libera fezes infectadas com o parasita. Pelo contato das mãos com as fezes do barbeiro ao coçar o local da picada ou levar a mão à boca ou aos olhos, o parasita penetra na corrente sanguínea. Há ainda outras formas de transmissão: da mãe infectada para o bebê ainda na barriga, por transfusão de sangue e contaminação por alimentos que contenham fezes do inseto.
 
No prazo do relógio
Em 2006, o Brasil recebeu um certificado da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Panamericana de Saúde (Opas) por ter conseguido interromper a transmissão da doença de Chagas pela espécie de barbeiro mais frequente no país: o Triatoma infestans.
 
No entanto, segundo o Ministério da Saúde, nos últimos anos, estão surgindo novos casos da infecção devido a uma forma alternativa de transmissão ligada à contaminação de alimentos. Principalmente na região amazônica, surtos de casos agudos vêm sendo registrados entre pessoas que consumiram suco de açaí e caldo de cana. As bebidas são contaminadas pelo T. cruzi quando barbeiros infectados são moídos acidentalmente junto com os alimentos.
 
Faltam ainda pouco mais de quatro anos para que os pesquisadores atinjam a meta de encontrar uma cura para a doença. “Ainda existe muita gente com a doença e muita gente em cidades grandes como o Rio e São Paulo, por exemplo. Na América Latina, nem se fala. Em Cochabamba, na Bolívia, 70% da população tem a doença. Por isso, pesquisar a doença de Chagas cabe a nós mesmos. Acredito que teremos muita coisa boa descoberta nos próximos anos”, afirma.

iG

10 passos para conseguir um novo emprego

Antes de procurar um novo trabalho, analise suas motivações
para mudar de emprego
Autoavaliação, atualização focada do currículo e estreitamento dos relacionamentos são importantes se mudar os ares profissionais estiver entre seus planos
 
A mudança de ano no calendário é, para muitas pessoas, o incentivo necessário para concretizar a busca por um novo emprego. Se você faz parte do grupo que quer uma nova realidade profissional, é hora de colocar um plano em ação. Mas primeiro pondere a motivação desse desejo, até para evitar que a troca seja de seis por meia dúzia.
 
“Não se dar bem com os chefes ou colegas pode ser um bom motivo para buscar um novo emprego, desde que não seja rotina. A pessoa que considera todos os ambientes insuportáveis precisa promover uma mudança em si, não de emprego. Sempre haverá chefes e colegas com as mais variadas personalidades”, afirma o psicólogo e consultor organizacional Fernando Elias José.
 
“Na realidade, o trabalho não é o melhor lugar para buscar satisfação afetiva. Naturalmente, é mais agradável trabalhar com quem se gosta, mas algumas pessoas criam expectativas demasiadas na figura do chefe, e recorrentemente se desapontam. Querer mudar porque está ‘de saco cheio’ não costuma ser um motivo promissor”, complementa a psiquiatra, psicoterapeuta e coach pessoal Elizabeth Zamerul. “Uma motivação que tem mais chance de funcionar é ter um plano de carreira, ou seja, que essa mudança de emprego faça parte de um planejamento mais longo para avançar e crescer”, continua.
 
Salários mais altos, menor distância entre a casa e a empresa e horários mais flexíveis são outros motivos comuns para desejar mudar de emprego. “Se forem fatores relevantes na vida da pessoa, devem ser levados em conta. É preciso entender, porém, que desafios diferentes surgirão por causa deles”, diz Fernando.
 
Para a coach e consultora de comunicação e sustentabilidade Karen Gimenez, tudo deve fazer parte de uma reflexão abrangente. “Algumas perguntas precisam ser feitas internamente. Que motivos a levaram a trocar de emprego nos últimos anos? O quanto sua comunicação é clara? Você precisa ganhar mais porque o seu salário está fora do mercado e da sua qualificação ou porque você não administra suas finanças adequadamente?”, lista.
 
Com todas as análises feitas, deixe o medo de lado e vá atrás do progresso. “Trocar de emprego faz parte da vida, não há problema nenhum nisso. Se a pessoa sente uma necessidade grande de mudar, tem que enfrentar esse desafio”, reforça o psicólogo Fernando Elias José.
 
Confira os dez passos que ele, Elizabeth Zamerul e Karen Gimenez sugerem para que seu plano finalmente saia dos sonhos e se torne realidade no ano que se inicia.
 
1. Faça uma autoavaliação profissional
Pense em todos os elogios e críticas profissionais que tenha recebido recentemente e os coloque em uma lista – por escrito, para não deixar nenhum de fora. A partir dela, bole maneiras de minimizar ou eliminar seus pontos fracos.
 
2. Determine que características deverá ter seu novo emprego
Achar que qualquer coisa é melhor do que seu emprego atual é apostar na decepção em curto prazo. Pense nas características que devem ser evitadas e nas que devem ser valorizadas nos anúncios e nas oportunidades que aparecerem daqui para a frente, para saber quando dizer não. Nada de metralhar o currículo só porque as vagas são da sua área de atuação.
 
3. Atualize seu currículo
Abra o arquivo de seu CV e separe algum tempo para deixá-lo atualizado. Seja realista e objetivo. Tenha em mente que o recrutador não vai gastar mais que dois minutos lendo seu currículo, então dê destaque às experiências realmente relevantes. Não minta sobre experiência ou formação, pois esses itens são facilmente checados e a mentira pode fazer você se queimar no mercado. E lembre-se que o currículo pode precisar ser adaptado para cada vaga, por isso leia cada anúncio detalhadamente para saber o que destacar, incluir ou excluir nessa versão atualizada.
 
4. Ative sua rede de contatos
Networking é algo que nunca deve ser abandonado. Mas se sua rede de contatos estiver um pouco inativa, marque almoços e cafés com amigos e ex-colegas. Tenha tato: nada de chegar já pedindo indicações, pois parecerá uma aproximação falsa. Converse, conte como andam as coisas, sonde a possibilidade de a pessoa saber de alguma vaga adequada para seu perfil e faça ela perceber que trocar de emprego é algo que você considera interessante no momento.
 
5. Inscreva-se em sites de vagas de empregos
Existem muitos sites gratuitos que anunciam vagas, direcionam seu currículo quando você decide se candidatar a elas e disponibilizam seu currículo para pesquisa de recrutadores. Cheque quais são mais focados na sua área e na sua cidade e inscreva-se em todos. Não esqueça de manter seu CV sempre atualizado neles também.
 
6. Entre em grupos de discussão sobre sua área de atuação
Participe dos tópicos levantados e mostre seus conhecimentos. Fuja de brigas e de polêmicas desnecessárias – recrutadores costumam entrar nesses mesmos grupos para procurar profissionais para suas vagas, e você não quer ser ter uma imagem encrenqueira.
 
7. Atualize-se com cursos e palestras
Por mais que você execute seu trabalho com maestria na empresa atual, o mercado quer profissionais atualizados. Procure cursos que possam turbinar seu currículo. Se o tempo estiver curto, opte pelos que possam ser feitos online e sem horário marcado. Se o problema for verba curta, procure cursos gratuitos pela internet ou presencialmente. Neste caso, o melhor caminho é o das universidades públicas, que costumam ter cursos de curta duração. Palestras também são uma boa forma de se atualizar, além de propiciarem o networking em seus intervalos. Não esqueça de levar seus cartões a elas.
 
8. Prepare-se para as entrevistas
Mantenha a seriedade e a objetividade e, ao ser perguntado por que procura um emprego mesmo estando no mercado, ressalte sua vontade de mudar de ares e encarar novos desafios. Não fale mal de seu atual emprego ou de seu chefe, pois isso pega muito mal (quem garante que, em alguns meses, você não fará o mesmo em relação ao emprego ao qual está concorrendo?). Venda suas qualidades ao recrutador, não seu desespero.
 
9. Mantenha a produtividade no emprego atual
Nada de fazer corpo mole porque não aguenta mais seu emprego. Tenha em mente que, quando sair dele, precisará mostrar energia na empresa nova, e é muito mais fácil chegar lá no embalo da produtividade do que se reerguer de um poço de desânimo de uma hora para a outra.
 
10. Ao sair, deixe as portas abertas
Esta é quase uma continuação do item anterior. Ao sair da empresa atual, opte pela elegância e pela discrição. Não queira lavar roupa suja com possíveis desafetos de sua permanência nela e não despeje todas suas frustrações na conversa final com seu chefe ou no formulário de demissão a ser preenchido no RH. Deixe claro que você está saindo em busca de novos desafios e que seus contatos estão à disposição. Não se esqueça: esses ex-colegas agora fazem parte de seu networking, que poderá ser necessário no futuro.

Delas

MG: Santa Casa pede doação até de comida a pacientes

Divulgação
Santa Casa de Camanducaia já acumula dívida de R$ 200 mil
Pedidos foram colocados em faixas na recepção
 
Funcionários da Santa Casa de Camanducaia, no Sul de Minas, optaram por um jeito diferente de mostrar à população as dificuldades financeiras enfrentadas pela instituição. Eles colocaram duas faixas com pedidos de ajuda na recepção da unidade.
 
Em uma das faixas estão listados os aparelhos instrumentais que precisam ser substituídos e seus valores. Na outra, são pedidas doações de dinheiro, mantimentos de todos os tipos, lençóis, cobertores, tinta para parede e até pneus e materiais para construção.
 
De acordo com Manuel Fernando Mosqueira Garcia, provedor do hospital, as faixas são para conscientizar a população sobre os altos gastos da unidade. Ele diz que a situação é resultado de um aumento da demanda de atendimento. Além disso, os repasses do Sistema Único de Saúde (SUS) seriam insuficientes e ainda estão sofrendo atrasos. “A população está crescendo, e a Santa Casa é o único hospital público da cidade. Além dela, só existem postos de saúde. E os repasses do SUS são inferiores ao valor dos procedimentos. Por cada cesariana, por exemplo, nos são enviados apenas R$ 450, sendo que o custo é de R$ 2.500”, diz Garcia.
 
Mensalmente, a Santa Casa de Camanducaia realiza cerca de 2.500 consultas e 60 cirurgias. Os gastos giram em torno de R$ 340 mil – R$ 192 mil são fruto de um convênio com a prefeitura para a manutenção do pronto-atendimento e R$ 60 mil são fornecidos pelo SUS; o resto dos recursos chega por convênios particulares e doações. A Santa Casa de Camanducaia ainda tem uma dívida no valor de R$ 200 mil.
 
Crise
Segundo Gustavo Henrique Macena, superintendente da Federação das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos de Minas (Federassantas), a crise das Santas Casas teve início há aproximadamente cinco anos, por conta de atrasos em repasses públicos.
 
Um agravante foi o atraso mais recente, em dezembro, por parte do governo federal. Eles fazem com que as instituições contraiam grandes dívidas e tenham que recorrer a empréstimos. A União promete regularizar a situação.
 
O Dia