
Investigadores da Universidade Northwestern seguiram 328 jovens negros da Geórgia rural, com 16 a 17 anos, quando começou a Grande Recessão. A prevalência da síndrome metabólica foi avaliada usando as diretrizes da Federação Internacional de Diabetes quando os jovens atingiram os 25 anos de idade.
Os pesquisadores descobriram que a prevalência da síndrome metabólica era menor (10,4%) entre os jovens cujas famílias mantiveram condições estáveis e de baixa renda durante a recessão. Foi intermediário (21,8%) entre jovens cujas famílias eram de renda mais baixa antes da recessão, mas caíram na pobreza, enquanto as maiores taxas de síndrome metabólica (27,5%) estavam entre jovens cujas famílias começaram a recessão na pobreza e depois pioraram em condições mais escassas. Padrões similares foram observados para as três definições alternativas da síndrome metabólica.
Esses padrões sugerem que variações econômicas mais amplas alteram o risco cardiometabólico em jovens negros e podem exacerbar as disparidades já presentes nesta comunidade.
Terra
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