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domingo, 5 de junho de 2011

EUA aumentam vigilância em tomates,pepinos e alfaces da Europa

Medida visa proteger população do surto da bacteria intestinal E. coli


O governo dos Estados Unidos disse nesta sexta-feira (3) que aumentou a vigilância nas importações de tomates, pepinos e alfaces provenientes das áreas afetadas pelo surto da bactéria E. coli na União Europeia (UE).

A Administração de Alimentos e Fármacos (FDA, na sigla em inglês) indicou em comunicado que mantém "contato rotineiro" com a União Europeia e os Centros para o Controle e Prevenção de Doenças "para vigiar o surto atual de E. coli e rastrear" casos nos EUA.

- Em resposta ao surto na Europa e como medida de precaução, a FDA estabeleceu protocolos adicionais sobre as importações e aumentou a vigilância de tomates frescos, pepinos, alface e saladas das áreas afetadas.

Após vários testes nos produtos, "a FDA não permitirá a entrada nos EUA de nenhum produto contaminado e, se detectar a contaminação, tomará nota de futuros carregamentos para as medidas necessárias".

- Conforme surjam mais informações sobre a origem do surto, ajustaremos nossos esforços de proteção da saúde pública, especialmente na fronteira.

A FDA considerou que o surto atual da bactéria "não afetou o fornecimento de alimentos nos EUA" e assinalou que "não há razão alguma" para que os americanos alterem seus hábitos de compra ou de consumo de alimentos. No entanto, a agência destacou que "se mantém vigilante" para tomar as medidas apropriadas.

Por outro lado, a FDA ressaltou que as autoridades de saúde pública da Alemanha ainda não identificaram a origem do surto de E. coli, que já provocou mais de uma dezena de mortes no país europeu. Os EUA importam poucas quantidades de frutas e verduras da UE, particularmente nesta época do ano, devido à pouca longevidade da maioria destes produtos e da oferta tanto em território nacional como em países da América Central.

Veja dicas de como manter um sorriso bonito

Cuidar dos dentes, da gengiva e de tudo que se relaciona à saúde bucal ajuda a evitar vários problemas de saúde e ainda produz uma aparência bem mais jovial. Carlos Dantas, especialista em implantodontia e prótese dentária (estética), dá algumas dicas de como ter um sorriso bonito.

Cuidar da saúde bucal ajuda a evitar doenças e dá aparência mais jovial

1) Alimentos ácidos
Refrigerante à base de cola, mesmo diet ou zero, vinho tinto, vinagre e frutas cítricas, como limão e laranja causam erosão dentária, ou seja, desgastam o esmalte do dente.

2) Alimentos doces
Eles não devem ser ingeridos à noite, pois alteram o nível do ph da saliva, tornando o ambiente mais ácido, propenso ao crescimento da bactéria da cárie. Os doces devem ser ingeridos, no máximo, uma vez ao dia. Ou seja, é melhor ingerir 500 gramas de doce de uma vez do que ingerir 100 gramas cinco vezes ao dia. Isso porque, ao ingerir mais vezes, não dá tempo de o ph salivar voltar ao normal, o que torna a flora bucal mais propensa à cárie.

3) Sangramento gengival
Não ignore o sangramento gengival que acontece na hora do uso do fio dental ou na escovação. Isso se deve a uma inflamação da gengiva (gengivite), causada pela placa bacteriana, uma película esbranquiçada que se desenvolve com o acúmulo de microorganismos dos alimentos em decomposição, devido à limpeza mal feita dos dentes. É extremamente importante exames regulares, de seis em seis meses, e a limpeza dos dentes em consultório. Da mesma forma, é crucial a higiene bucal em casa.

4) Dentes limpos em casa
Escove-os sempre após as refeições. Escovar logo depois de acordar, antes do café da manha, é essencial, isso remove a formação noturna da placa bacteriana e melhora o hálito. Use sempre o fio dental após as refeições, antes da escovação e nunca deixe de usá-lo também à noite, antes de dormir. Essa é a hora mais importante. Raspe também a língua para remover a saburra lingual. Evite pastas abrasivas. E não use muita pasta de dente na escova.

5) Bochechos
Os produtos específicos para bochechos são antissépticos e antimicrobianos bucais, que diminuem a inflamação gengival, a halitose (mau hálito), a placa bacteriana e a incidência de cárie, mas não devem ser usados frequentemente. Use por períodos curtos. No máximo, três meses. Tendem a ressecar a mucosa e alterar o ph da flora bucal. Dê preferência aos sem álcool, com ingredientes ativos à base de cetilpiridínio ou triclosan adicional do flúor.

6) Higiene oral para fumantes
Fumar prejudica a chegada do fluxo sanguíneo aos tecidos periodontais, impedindo a formação de células de defesa imunológica e a proteção contra as bactérias periodontais. Este ainda tem outro ponto negativo que influencia outras partes do corpo, ele inibe a recuperação dos tecidos gengivais após alguma cirurgia. Assim, o fumante precisa o dobro dos cuidados com a higiene oral. Escovar os dentes logo após as refeições e acender o cigarro somente após a higiene oral diminui o acúmulo de nicotina nos dentes. A visita ao dentista, para manutenção bucal (limpeza), deve ser de três em três meses.

Medicamento reduz risco de câncer de mama em 65%, aponta estudo

Uma droga antiestrogênica demonstrou uma "promissora" redução de 65% no risco de câncer de mama entre as mulheres pós-menopausa, indica um estudo da Faculdade de Medicina de Harvard apresentado neste sábado.

Droga reduz a produção de estrogênio, hormônio que os médicos acreditam ter ligação com o aparecimento da doença

"A pesquisa pode significar um grande avanço para as mulheres que apresentam maior risco de desenvolver a doença, que afeta cerca de 1,3 milhão de pacientes no mundo a cada ano, causando a morte de 500 mil", afirmou o doutor Paul Goss, principal autor do estudo divulgado na reunião anual da Sociedade Americana de Oncologia Clínica, em Chicago.

Um estudo clínico realizado em um grupo do Canadá mostrou que o risco de câncer de mama em mulheres na menopausa diminuiu em 65% quando as pacientes foram medicadas com exemestano, uma droga oral que reduz a produção de estrogênio, hormônio que os médicos acreditam ter ligação com o aparecimento da doença. "O estudo mostrou não só uma impressionante redução do câncer de mama como também o surgimento de excelentes efeitos secundários", comemorou Goss.

A pesquisa sustenta que os inibidores de uma enzima chamada aromatase, como o exemestano - comercializado sob o nome de Aromasin -, são diferentes de outras drogas antiestrogênicas, como o tamoxifeno e o raloxifeno, utilizadas como terapias preventivas para mulheres com alto risco de desenvolver câncer de mama.

Os três medicamentos são aprovados pela Agência de Drogas e Alimentos dos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês). No entanto, efeitos colaterais graves foram registrados com o uso de drogas como o tamoxifeno, incluindo um raro e grave caso de câncer de útero e coágulos de sangue potencialmente fatais.

O estudo de Goss, em contrapartida, afirma que inibidores da aromatase neutralizam a produção de estrogênio "sem as graves toxicidades observadas com o tamofixeno". O estudo clínico foi realizado entre 2004 e 2010 com 4.560 mulheres dos Estados Unidos, Canadá, Espanha e França que apresentavam pelo menos um fator de risco, como ter 60 ou mais anos de idade ou manifestado tumores de mama anteriormente, incluindo um caso de câncer com mastectomia. Os resultados da pesquisa serão publicados no New England Journal of Medicine.

Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC)

Definição
O transtorno obsessivo-compulsivo é um transtorno de ansiedade em que as pessoas apresentam pensamentos, sentimentos, ideias, sensações (obsessões) ou comportamentos repetidos e indesejados que fazem elas se sentirem forçadas a fazer alguma coisa (compulsões). Geralmente a pessoa concretiza a ação para se livrar dos pensamentos obsessivos, mas isso só traz alívio temporário. Não executar os rituais obsessivos pode causar muita ansiedade.

Transtorno obsessivo-compulsivo

Nomes alternativos
Neurose obsessiva-compulsiva; TOC

Causas, incidência e fatores de risco
O transtorno obsessivo-compulsivo (TOC) é mais comum do que se acreditava antigamente. A maioria das pessoas que desenvolve essa doença mostra sintomas por volta dos 30 anos.

Existem diversas teorias sobre a causa do TOC, mas nenhuma delas foi confirmada até o momento. Algumas pesquisas relacionaram o TOC a infecções e traumatismos cranianos. Diversos estudos demonstraram que existem anomalias no cérebro dos pacientes com TOC, mas, no momento, mais pesquisas são necessárias para se chegar a uma conclusão.

Cerca de 20% das pessoas com TOC apresentam tiques, o que sugere que a doença pode estar relacionada à Síndrome de Tourette. Entretanto, essa relação ainda não está clara.

Sintomas
Obsessões ou compulsões que não são causadas por uma doença ou pelo uso de drogas
Obsessões ou compulsões que causam angústia intensa ou interferem na vida diária
Existem muitos tipos de obsessões e compulsões. Um exemplo é o medo excessivo de germes e a compulsão de lavar as mãos repetidamente para evitar infecções.

A pessoa geralmente reconhece que o seu comportamento é excessivo ou irracional.

Exames e testes
A sua própria descrição do comportamento pode ajudar a diagnosticar o transtorno. Um exame físico pode descartar causas físicas, e uma avaliação psiquiátrica pode descartar outros transtornos mentais.

Questionários, como a Escala de sintomas obsessivo-compulsivos de Yale-Brown (Y-BOCS), podem ajudar a diagnosticar o TOC e acompanhar o progresso do tratamento.

Tratamento
O TOC é tratado com medicamentos e terapia.

O primeiro medicamento normalmente considerado é um tipo de antidepressivo chamado de inibidor seletivo da recaptação da serotonina (SSRI).

Essas drogas incluem:

Citalopram
Fluoxetina
Fluvoxamina
Paroxetina
Sertralina
Se um SSRI não funcionar, o médico pode indicar um tipo de antidepressivo mais antigo chamado de antidepressivo tricíclico. A clomipramina é um exemplo e foi o primeiro medicamento a ser usado para o TOC.

Ele geralmente funciona melhor do que os antidepressivos SSRI no tratamento da doença, mas pode causar efeitos colaterais desagradáveis como:

Dificuldade para começar a urinar
Queda de pressão quando se muda de posição (estar sentado e levantar)
Boca seca
Sonolência
Em alguns casos, o SSRI e a clomipramina podem ser combinados. Outros medicamentos, como os antipsicóticos atípicos em doses baixas (incluindo risperidona, quetiapina, olanzapina ou ziprasidona), já demonstraram ser de grande ajuda. As benzodiazepinas podem trazer algum alívio para a ansiedade, mas elas geralmente são usadas somente com os tratamentos mais confiáveis.

A terapia cognitivo-comportamental (TCC) demonstrou ser o tipo mais eficaz de psicoterapia para esse transtorno. O paciente é exposto diversas vezes a uma situação que desencadeia os pensamentos obsessivos e aprende aos poucos a suportar a ansiedade e a resistir à necessidade de ceder à compulsão. A combinação de medicação e TCC é considerada melhor do que seu uso isolado para reduzir os sintomas.

A psicoterapia também pode ser usada para:

Oferecer formas eficazes de reduzir o estresse
Reduzir a ansiedade
Resolver conflitos internos
Evolução (prognóstico)
O TOC é uma doença de longa duração (crônica) com fases de sintomas graves seguidos por períodos de melhora. Entretanto, um período completamente sem sintomas é muito incomum. A maioria das pessoas melhora com o tratamento.

Complicações
As complicações de longo prazo do TOC estão relacionadas com o tipo de obsessões e compulsões. O hábito constante de lavar as mãos, por exemplo, pode causar rachaduras na pele. Ainda assim, o TOC geralmente não se transforma em outra doença.

Ligando para o médico
Marque uma consulta com seu médico se seus sintomas atrapalharem sua vida diária, seu trabalho ou seus relacionamentos.

Prevenção
Não há prevenção conhecida para esse transtorno.

http://saude.ig.com.br/minhasaude/guiadedoencas/transtorno+obsessivocompulsivo+toc/ref1238131566931.html

Transtornos de personalidade

Definição
Os transtornos de personalidade são um grupo de doenças psiquiátricas em que os padrões de comportamento crônico causam sérios problemas em relacionamentos e na profissão.


Causas, incidência e fatores de risco
A causa exata dos transtornos de personalidade é desconhecida. Entretanto, acredita-se que muitos fatores genéticos e ambientais sejam determinantes.

Os profissionais de saúde mental classificam esses transtornos nos seguintes tipos:

Transtorno de personalidade antissocial
Transtorno de personalidade esquiva
Transtorno de personalidade limítrofe
Transtorno de personalidade dependente
Transtorno de personalidade histriônica
Transtorno de personalidade narcisista
Transtorno de personalidade obsessivo-compulsiva
Transtorno de personalidade paranoide
Transtorno de personalidade esquizoide
Transtorno de personalidade esquizotípica

Sintomas
Os sintomas variam muito dependendo do tipo específico de transtorno de personalidade. As pessoas com transtornos de personalidade têm dificuldade em lidar com problemas e tensões do cotidiano e geralmente têm relações conturbadas. Essas doenças variam de leve a grave.

Exames e testes
Os transtornos de personalidade são diagnosticados com base em uma avaliação psicológica e no histórico e na gravidade dos sintomas.

Tratamento
As pessoas com esses transtornos geralmente não buscam tratamento por iniciativa própria. Elas tendem a procurar ajuda depois que o comportamento já causou grandes problemas em seus empregos ou relacionamentos ou quando elas são diagnosticadas com outro problema psiquiátrico, como transtorno de humor ou de abuso de substâncias.

Embora os transtornos de personalidade sejam difíceis de tratar, existem cada vez mais evidências de que os medicamentos e algumas formas de psicoterapia podem ajudar muitas pessoas.

Evolução (prognóstico)
O resultado varia. Alguns transtornos de personalidade diminuem durante a meia idade sem qualquer tratamento, enquanto outros persistem a vida inteira mesmo com tratamento.

Complicações
Problemas em relações interpessoais
Problemas na carreira profissional
Outros transtornos psiquiátricos

Ligando para o médico
Marque uma consulta com o médico ou profissional de saúde mental se você ou alguém próximo apresentar sintomas de um transtorno de personalidade.

http://saude.ig.com.br/minhasaude/guiadedoencas/transtornos+de+personalidade/ref1238131585373.html