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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Profarma constitue joint venture com Nutrilatina

A Profarma e a Nutrilatina anunciaram a constituição da joint-venture, a Supernova, que terá capital social inicial de R$ 300 mil.
 
A nova companhia será uma plataforma de distribuição dos produtos da Nutrilatina, utilizando todo o expertise da Profarma.
 
Com a transação, a distribuidora de medicamentos passa a comercializar com exclusividade os produtos Nutrilatina para o varejo farmacêutico e marca sua entrada, também com distribuição exclusiva, em um novo canal que conta com cerca de 1.500 body shops, entre lojas de suplementos alimentares e esportivos.
 
A Nutrilatina aumentará a capilaridade de seus produtos por meio da melhora de distribuição e eficiência na entrega.
 
A joint-venture será composta por 35% de participação da Profarma, 35% da Nutrilatina e mais 30% do Sr. Leonardo Chiacchio, dos quais a Profarma terá opção de compra após quatro anos, condicionado a renovação do contrato de distribuição dos produtos Nutrilatina por mais cinco anos.
 
Fonte Saudeweb

Brainfarma inaugura complexo farmacêutico após investir R$ 250 milhões

O complexo farmacêutico da Brainfarma, braço industrial do Grupo Hypermarcas, foi inaugurado em Anapólis, Goiás, na última sexta-feira (22).
 
A planta fabril, que possui 320 mil metros quadrados de área total e 100 mil metros quadrados de área construída, recebeu investimentos da ordem de R$250 milhões. A capacidade produtiva foi expandida em três vezes. O complexo produz anualmente mais de seis bilhões de comprimidos, com capacidade para até dez bilhões.
 
Além dos investimentos diretos na fábrica, a companhia investiu mais de R$ 50 milhões no desenvolvimento de novos produtos farmacêutico, totalizando mais de 120 lançamentos nos últimos três anos.
 
No interior do complexo, encontra-se também o Centro de Distribuição de medicamentos do Grupo Hypermarcas, com mais de 32 mil posições pallet distribuídas por 25,4 mil metros quadrados de área construída, em instalações com pé direito superior a 20 metros.
 
Fonte Saudeweb

Ser ou não um profissional conectado

Geralmente o profissional desconectado é mais lento em suas
tarefas em comparação ao conectado
Executivos pouco ligados à tecnologia são raridade hoje em dia. Mas é possível encontrá-los. Renata Bernhöeft, sócia-líder de uma consultoria de transição de gerações, só tem celular corporativo, não dorme com o aparelho ligado e adora fazer anotações em blocos de papel. “Não preciso da tecnologia para viver”, diz.
 
Renata, de 42 anos, pode ser considerada uma exceção à regra, já que teria o perfil típico de quem se apoia na tecnologia para cumprir seus compromissos profissionais e pessoais.
 
“Podemos dizer que 60% dos profissionais estão sim conectados e procuram cada vez mais a tecnologia para facilitar seu dia a dia de trabalho – principalmente por meio de smartphones e tablets. Entretanto, outros 40% estão se adequando a nova realidade, ainda que muito lentamente. E os motivos são idade avançada, falta de familiaridade com o computador, resistência ao novo e comportamento repetitivo”, afirma Marcela Buttazzi, sócia da MB Coaching.
 
Ainda segundo ela, executivos que atuam em empresas ou segmentos de mercado em que a tecnologia é escassa ou influencia muito pouco a rotina do dia a dia podem dispensar o uso de smartphones e tablets em sua profissão, embora acredite que um líder desconectado possa influenciar negativamente sua equipe.
 
“Geralmente o profissional desconectado é mais lento em suas tarefas em comparação ao conectado. Em contrapartida, pode ser mais detalhista que o conectado”, pondera Marcela.
 
E é justamente essa característica que atrai Renata. “Nenhuma tecnologia, até hoje, conseguiu substituir o contato pessoal e a possibilidade de ler o que está nas entrelinhas das conversar. Nem mesmo ferramentas de videoconferência”, ressalta a sócia da consultoria höft – bernhoeft & teixeira.
 
Contudo, é preciso organização e disciplina caso tenha feito essa opção. Renata, por exemplo, prefere agenda de papel à eletrônica. Mas, para mantê-la atualizada, checa de três e três dias a agenda de compromissos no computador do escritório, atualizada pela sua secretária.
 
Caso queira incluir uma consulta médica ou outro compromisso precisa ligar para sua assistente para que faça a inclusão.
 
Outra vantagem apontada por ela em ser desconectada é estar mais próxima de amigos e familiares. Em aniversários e datas comemorativas ela prefere telefonar ao invés de enviar uma mensagem por meio de redes sociais.
 
“Não tenho perfil no Facebook. Se quiser que meus pais vejam as fotos da minha filha enviarei somente para eles ou para um grupo familiar, via e-mail. Também acho que o fato de estar disponível a todos os meus contatos ao mesmo tempo afasta o contato pessoal. Com uma única pessoa”, destaca Renata, que chegou a comprar um tablet, mas não conseguiu usar e acabou dando à filha.
 
Desvantagens
A sócia da MB Coaching não vê vantagens em um profissional ser desconectado. “A não ser que o indivíduo tenha 80 anos ou mais e leve outro ritmo de vida, por opção. Mas todos nós sabemos que a tecnologia também auxilia a terceira idade, inclusive, em possuir um celular sempre à mão, se manter atualizado na internet, novos passatempos no computador, entre outros.”
 
Marcelo Cuellar, headhunter da consultoria em recursos humanos Michael Page é menos radical. “Quem não usa e-mail, smartphones ou tablets precisa se organizar de outro jeito. Acredito muito que a maneira que traz mais efetividade à conduta do profissional é a ideal, mesmo que isso signifique ser desconectado”, afirma o especialista.

Fonte Saudeweb

Prisões de médicos do Hospital Evangélico de Curitiba continuam

Toda a equipe da UTI do Hospital Evangélico de Curitiba foi afastada após a médica Virgínia Helena Soares de Souza, acusada de antecipar a morte de pacientes internados na unidade, ser presa e indiciada por homicídio.
 
Neste final de semana, outros três médicos anestesistas que faziam parte de uma das quatro equipes de UTI foram presos.
 
De acordo com a delegacia especializada em crimes na saúde, a médica agia para acelerar a morte de pacientes internados.
 
Desde a primeira prisão, cerca de 60 pessoas procuraram a delegacia para ajudar a esclarecer os procedimentos médicos adotados.
 
Outras prisões seriam anunciadas ainda nesta segunda-feira (25).
 
Fonte Saudeweb

Secretaria da Saúde aperta cerco para impedir alastramento da dengue em Porto Alegre

Secretaria da Saúde aperta cerco para impedir alastramento da dengue em Porto Alegre Lívia Stumpf/Agencia RBS
Foto: Lívia Stumpf / Agencia RBS
Conforme técnicos do Estado, ações de prevenção são permanentes
 (na foto, pulverização de veneno contra o mosquito no Partenon)
Vigilância admite existência de surto e pretende confinar os casos contraídos localmente para evitar uma epidemia
 
A semana será decisiva para impedir o alastramento da dengue em Porto Alegre, uma das 79 cidades gaúchas infestadas nos últimos 12 meses pelo Aedes aegypti, o mosquito transmissor da doença. Técnicos da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) iniciam a semana reforçando o bloqueio de transmissão, com aplicação de inseticida em três bairros da Capital: Partenon, Bom Jesus e Navegantes.
 
Até a tarde de domingo, a Capital era o único município com 10 casos da doença contraídos localmente (autóctones) no ano — além de contar com nove pessoas contaminadas pela dengue em outras cidades.
 
Para as autoridades sanitárias, os casos autóctones são os mais sérios por evidenciarem a presença do mosquito no local. No Partenon está a maioria dos doentes: oito. Bom Jesus e Navegantes têm uma ocorrência cada.
 
— Até agora, temos um surto de dengue. A nossa intenção é confinar os casos autóctones a esses três bairros para impedir que se alastrem e se transforme em epidemia — afirmou Anderson Araújo de Lima, coordenador-geral em exercício da Vigilância em Saúde (CGVS), ligada à SMS.
 
Ainda não se conhece a causa do surto em Porto Alegre
Lima afirma que, para impedir o alastramento da doença, é fundamental a contribuição da população, destruindo viveiros caseiros dos mosquitos, como vasilhas com água.
 
Ainda não há resposta sobre a causa do surto. Lima acredita que pode ter acontecido uma "baixa de guarda" em relação à doença porque no ano passado não aconteceu nenhum caso autóctone.
 
Também não existe nenhuma garantia de que a dengue autóctone não vá surgir nos outros municípios infestados pelo mosquito. Até o último dia 19, foram registrados 28 casos de dengue "importada" (contraída em outra cidade) em 2013.
 
— As ações do Estado e dos municípios são preventivas e permanentes nas cidades infestadas. Temos de ter em mente que a dengue se instalou no Rio Grande do Sul — observou a médica sanitarista Marilina Bercini, chefe da Divisão de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Estadual da Saúde.
 
Muito embora a dengue ocorra com mais intensidade em Estados de clima quente, ainda assim se instalou por aqui. Portanto, todo cuidado é pouco.
 
Contribua com a prevenção
Ações simples, adotadas em casa, podem ajudar a afastar a dengue da Capital. Para isso, é preciso evitar que a larva do Aedes aegypti vire um mosquito adulto.
 
Confira o que fazer:
 
— Garrafas: esvaziar e guardar com gargalo para baixo.
 
— Lixo: deixar ensacado para a coleta.
 
— Calhas: manter limpas e desobstruídas.
 
— Ralos: proteger com tela milimétrica.
 
— Pneus: guardar secos e em local coberto.
 
— Vasos: escorrer a água e preencher com areia.
 
— Piscina: manter a água tratada.
 
— Caixa d’água: manter bem tampada.
 
Quais são os sinais da doença?
— Febre alta
 
— Falta de apetite
 
— Manchas vermelhas pelo corpo
 
— Náuseas e vômitos
 
— Dores nos músculos e juntas
 
— Dor de cabeça
 
— Dor atrás dos olhos
 
— Fraqueza
 
Como ocorre a transmissão
— Por meio da picada do mosquito fêmea Aedes aegypti infectado. Uma vez infectado, o homem demora de quatro a 10 dias para apresentar os sintomas da dengue.
 
— Não tome medicamentos por conta própria e, principalmente, nunca utilize remédios que contenham ácido acetilsalicílico (como aspirina).
 
— Não existe vacina contra a dengue nem medicação específica para combater a infecção.
 
— Em caso de suspeita da doença, procure um médico.
 
— Para aliviar os sintomas, é necessário fazer repouso e beber muito líquido.
 
Fonte Zero Hora