Aplicativos, carreira, concursos, downloads, enfermagem, farmácia hospitalar, farmácia pública, história, humor, legislação, logística, medicina, novos medicamentos, novas tecnologias na área da saúde e muito mais!



segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Sábado da faxina - Combate ao Aedes

A reprodução do aedes aegypti, também conhecido como o "mosquito da dengue", costuma ser mais intensa durante o verão

O mosquito, que também é o transmissor da chikungunya e do vírus zika, não escolhe o bairro ou casa para se reproduzir. Ele precisa apenas de locais com água parada. Por isso, o cuidado para evitar a sua proliferação deve ser feito por todos. A principal ação para prevenção dessas doenças é evitar o nascimento do mosquito da dengue, já que não existem vacinas ou medicamentos que combatam a contaminação.

Para chamar a atenção sobre a importância da limpeza para eliminação dos focos do aedes aegypti, o Ministério da Saúde lançou a campanha "Sábado da Faxina - Não dê folga para o mosquito da dengue". A ideia é que toda a população dedique um dia da semana para verificar todos os possíveis focos do mosquito, fazendo uma limpeza geral em sua residência e impedindo a reprodução do aedes.

Aproveite o sábado para garantir que sua casa está livre de focos do mosquito.

Confira:

Giff 003 - vasilha de animal

Giff 002 - lixo

Giff 006 -  ralo

Giff 001 - pneu

Fonte: Gabriela Rocha / Blog da Saúde

A diferença entre chefes e “super chefes” na Saúde

O campo da saúde está passando por uma das mudanças mais radicais já vistas desde a adoção no século XIX da teoria microbiana das doenças e da anestesia cirúrgica. Em meio a este momento turbulento, que tipos de administradores executivos são os mais procurados por hospitais e instituições de saúde?

A principal característica compartilhada pelos chamados “super chefes” é que todos eles — do designer Ralph Lauren ao diretor e produtor George Lucas até a poderosa das vendas domiciliares de maquiagem Mary Kay Ash — percorreram suas carreiras procurando novos talentos, de acordo com a Harvard Business Review.

“Eu descobri que super chefes compartilham um número chave de traços de personalidade”, escreveu o autor do livro “Superbosses: How Exceptional Leaders Manage the Flow of Talent” e professor da Universidade de Dartmouth, Sydney Finkelstein. “Eles tendem a ser extremamente confiantes, competitivos e imaginativos. Ele também agem com honestidade e não têm medo de deixar seu eu autêntico aparecer”.

O livro de Finkeltein afirma que líderes dinâmicos procuram indivíduos superdotados para serem contratados e, em seguida, preparados para o sucesso. “Foco em contratações não convencionais,” ressalta o ensaio da Harvard Business Review. “Focar em inteligência, criatividade e flexibilidade”.

Esteja preparado para renovações, disse Finkelstein. Chefes e CEOs estão preparando as pessoas que contratam para trabalhar juntamente com a sua organização, mas super chefes entendem que estão definindo seus protegidos para um futuro de sucesso.

CEOs de hospitais e de instituições de saúde estão em uma posição única para promover mudanças. Por isso, líderes de saúde devem estar preparados para contratar indivíduos de outras áreas, como do setor financeiro, firmas de tecnologia e de gestão da informação.

CEOs de saúde de sucesso devem também abraçar a mudança, ter competência clínica, usar estratégias impulsionadas por dados, ser gerentes ágeis de sua equipe e também focar nas finanças.

“O CEO do futuro será alguém que entende de prestação de continuidade de cuidado, desde internações à consultórios médicos até serviços auxiliares de saúde em casa, farmácia e casas de repouso, e é capaz de unir tudo isso, promovendo um excelente serviço a um custo reduzido”, disse Tom Giela, diretor de serviços de saúde para a filial de Chicago da empresa de recrutamento de executivos Korn Ferry, relatou anteriormente a FierceHealthPayer.

*Com informações da FierceHealthcare em 07/01/16.

Saúde Business

Nova técnica faz célula de tumor “brilhar” para facilitar remoção

Uma das grandes dificuldades de médicos em cirurgias para remoção de tumores é identificar todas as células doentes

Não raro, um resto de tecido cancerígeno na borda do tumor permanece no paciente, o que aumenta o risco de a doença voltar. A solução para esse problema, no entanto, pode estar próxima. Cientistas da Universidade Duke, nos EUA, acabam de testar uma substância injetável que faz com que as células de câncer se tornem fluorescentes. Assim, a identificação fica mais precisa e rápida, facilitando a remoção de todo o tumor na primeira tentativa. O método foi desenvolvido em parceria com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, na sigla em inglês) e a Lumicell Inc, empresa especializada na detecção de câncer criada pelo MIT.

Publicado ontem na revista “Science Translational Medicine”, o estudo feito com 15 pacientes submetidos à retirada de sarcoma e câncer de mama evidencia que o agente, um líquido azul chamado LUM015 injetado no paciente no início da cirurgia, facilitou a identificação de tecidos cancerosos sem efeitos adversos. Principal autor da pesquisa, o especialista David Kirsch ressaltou que este é o primeiro agente de imagem para câncer ativado por enzimas que teve sua segurança comprovada em humanos.

— O objetivo é dar aos cirurgiões uma tecnologia prática e rápida, que lhes permita fazer uma varredura do tumor durante a cirurgia em busca de qualquer fluorescência residual — destaca o professor de radiação oncológica, farmacologia e biologia do câncer na Universidade Duke.

A fluorescência criada por essa substância torna o tecido tumoral, em média, cinco vezes mais brilhante do que o tecido normal. No entanto, o resultado não é visível a olho nu. Só pode ser detectado por um dispositivo portátil com uma câmara sensível, que também foi desenvolvido pela Lumicell. Tecnologia atual é falha hoje, segundo autores do estudo, oncologistas contam com tecnologias de imagem transversal, como ressonância magnética e tomografia computadorizada, para indicar a localização do tumor. Mas, em alguns casos, tecidos doentes nas margens do tumor não são detectados, o que, em geral, exige uma nova cirurgia e, possivelmente, radioterapia.

— Um patologista pode examinar o tecido em busca de células cancerosas na borda do tumor com um microscópio, mas, devido ao tamanho do câncer, é impossível rever toda a superfície na operação — explica Kirsch. De acordo com o presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (Sboc), Gustavo Fernandes, a nova tecnologia é bem-vinda.

— Se o cirurgião tira menos tecido do que o necessário, depois precisará informar o paciente de que ele ainda tem resíduos de câncer e terá que voltar à mesa. Se tira demais, pode prejudicar um nervo do paciente, deixando sequelas como perda de movimento de um braço, por exemplo. A precisão é determinante para a qualidade de vida do paciente — afirmou Fernandes. O oncologista considera que a técnica é particularmente interessante para a retirada de tumores no cérebro. Nesses casos, mesmo uma pequena interferência nas células saudáveis pode causar um grande dano.

Toda operação tem o objetivo de remover 100% do tumor, além de uma margem de tecido normal em torno das bordas, explica outro autor dos testes com a substância injetável, Brian Brigman, chefe de Oncologia Ortopédica da Universidade Duke. O procedimento atual exige que, em seguida, patologistas analisem as margens do tumor por vários dias até poderem determinar se elas estão saudáveis. Por isso, a falta de precisão pode ser grande.

— Esta técnica patológica para determinar se o tumor permanece no paciente é o melhor sistema que temos atualmente, mas não é tão preciso quanto gostaríamos — pondera Brigman. No momento, pesquisadores avaliam a segurança e a eficácia do LUM015 e do dispositivo de imagem. Eles estão fazendo um estudo prospectivo com 50 mulheres com câncer de mama. Depois disso, segundo Davd Kirsch, várias instituições devem avaliar se a tecnologia pode de fato diminuir o número de pacientes que necessitam de mais de uma cirurgia após a primeira remoção do tumor.

Foto: Reprodução

O Globo

Os curiosos remédios usados para curar reis e rainhas na Idade Média

Todo tipo de remédio era usado para aliviar qualquer mal-estar das pessoas de “sangue azul”

Henrique 8º e sua filha, Elizabeth 1ª, eram tratados com plantas que se assemelhavam a partes da anatomia do corpo humano

Ficar doente na Idade Média poderia ser muitas vezes fatal, mas para reis e rainhas contrair uma doença era um problema mais sério: a morte de um monarca poderia desencadear uma sangrenta guerra de sucessão e colocar em risco as conquistas do império. Por causa disso, todo tipo de remédio era usado para aliviar qualquer mal-estar que acometesse a quem tivesse “sangue azul”.

Nessa época, popularizou-se uma corrente peculiar da medicina antiga: a chamada teoria ou doutrina de assinaturas. De acordo com essa suposição, que vem da Grécia Antiga, se uma planta se assemelhasse a uma parte da anatomia do corpo humano, ela poderia curá-la. Acreditava-se, por exemplo, que o gengibre, por sua semelhança com o estômago humano, poderia aliviar doenças digestivas. Coincidentemente, de acordo com alguns especialistas modernos, o uso do tubérculo era adequado para a finalidade a qual se propunha no passado.

(Wikicommons)
Bolsa-de-pastor era usada para auxiliar a circulação do sangue

Outra planta, a bolsa-de-pastor, era usada para auxiliar na circulação do sangue, e até hoje empresas de medicina natural a recomendam para o tratamento de algumas hemorragias.

Mudança de personalidade
Em 1536, o rei inglês Henrique 8º, fundador da Igreja Anglicana, sofreu um grave acidente durante um torneio no palácio de Greenwich. Em uma justa (disputa sobre cavalos), o monarca caiu do animal que, por sua vez, caiu por cima dele. Ambos vestiam armaduras pesadas. O rei desmaiou e permaneceu inconsciente por duas horas. Historiadores acreditam que o episódio tenha sido responsável pela brusca mudança de personalidade do monarca: Henrique 8º passou de homem generoso a tirano paranoico.

Thinkstock
Nozes eram utilizadas para tratar enxaquecas de Henrique 8º

Dez anos antes, em 1524, o monarca já havia sofrido um acidente semelhante. Na ocasião, Henrique 8º ─ que não gostava de abaixar a viseira do capacete ─ foi golpeado no olho direito pela lança do oponente. Depois disso, começou a sofrer constantes enxaquecas. O remédio prescrito ao monarca foi simples: nozes, pela semelhança com o crânio humano

(BBC)
Raiz de Ranunculos ficaria era usada para
tratar hemorróidas
Hemorroidas
Mas o fruto seco não era o único alimento consumido pelo rei para aliviar indisposições. Por razões não tão medicinais, Henrique 8º comia muito: algo em torno de 5,5 mil calorias por dia. Uma grande parte delas vinha do consumo de carne.

Legumes e verduras, alimentos associados às classes mais baixas, não estavam presentes na mesa do monarca. E quando Henrique 8º os comia, eram sempre cozidos, como as frutas ─ na época acreditava-se que quem comesse frutas cruas poderia contrair peste.

Além disso, um dos principais passatempos de Henrique 8º era andar a cavalo. Por causa disso, não causa surpresa que o monarca sofresse de hemorroidas. Pelo menos três homens conheceram intimamente as hemorroidas reais: aqueles que ocuparam a posição de gentil-homem. Tratava-se de um cargo privilegiado e de responsabilidade médica, pois cabia a eles inspecionar os excrementos do monarca.

Leia também:

Da China? Conheça a história da pasta e da escova de dente

Bálsamo medieval com alho, cebola e bile de vaca mata superbactérias


Como a medicina dos Tudor — linhagem real à qual Henrique 8º pertencia — se baseava na Hipocrática, a cor da urina ou a consistência das fezes indicava se o monarca estava doente. No caso das hemorroidas, o remédio prescrito era a raiz de Ranunculus ficaria, por sua semelhança com as veias inflamadas do ânus.

Havia também uma cura para os problemas de digestão que não se inspirava na Grécia Antiga, mas na América recém-descoberta: enemas (lavagem que injeta água no intestino) de fumo de tabaco.

Naquela época, o tabaco havia acabado de chegar à Inglaterra e acreditava-se que o fumo curava muitas dores, entre elas a constipação e a dor do estômago.

(BBC)
Acreditava-se que enemas de fumo e tabaco poderiam curar problemas de digestão

Outro grande problema era a sífilis, particularmente entre os marinheiros. Especula-se que Henrique 8º também sofria da doença, mas isso nunca foi confirmado. O tratamento indicado na ocasião era injetar mercúrio no pênis.

Rainha Virgem
Filha e uma das sucessoras de Henrique 8ª, Elizabeth 1ª era particularmente seletiva com sua comida. Exceto quando se tratava de doces. Por causa deles, os dentes da monarca ficaram repletos de cáries, escureceram e caíram. Em determinada ocasião, Elizabeth 1ª teve uma dor de dente tão forte que foi necessário extrair-lhe um molar. Mas a ideia lhe causava tanto pavor que dentistas tiveram de extrair um molar de um bispo na frente da monarca para mostrar que o procedimento não seria doloroso. Foi o único molar que a rainha permitiu que lhe fosse tirado. Hyoscyamus niger era usada para tratar cáries por sua semelhança com os dentes.

O remédio para a cárie?
Hyoscyamus niger. Um de seus vários nomes populares — erva louca — indicava quão arriscado era o tratamento: a planta era venenosa. A Hyoscyamus niger também era associadas “às bruxas” e conhecida por suas propriedades mágicas. Na verdade, a planta tinha propriedades psicoativas que incluíam alucinações visuais e a sensação de estar voando.

Hyosciamus niger era utilizada para tratar cáries por sua semelhança com os dentes

Cútis angelical
Em 1562, quando Elizabeth 1ª estava no trono havia quatro anos, ela caiu doente. A rainha ficou tão mal que membros da corte acreditavam que ela morreria.

Ela contraiu varíola, uma das várias epidemias urbanas que frequentemente obrigavam os reis ou seus descendentes a se confinarem em palácios distantes de Londres, ora para prevenir o contágio ora para se recuperar.

Na ocasião, o problema não desapareceu quando a rainha melhorou.

As cicatrizes da doença que permaneceram visíveis em seu rosto poderiam prejudicar a imagem da Rainha Virgem.

Romã era usado como remédio para suavizar as cicatrizes da varíola. As marcas eram similares às da sífilis ou da catapora.

Além disso, elas colocavam em risco a ideia de rosto perfeito com a qual a rainha tinha de representar pureza e força.

Foi por causa disso que Elizabeth 1ª passou a cobrir completamente o rosto com maquiagem branca. Isso porque sendo virgem e sem herdeiros ela tinha de fazer todo o possível para se manter jovem e atraente, como se nunca envelhecesse.

O remédio para suavizar as cicatrizes era a romã, pela semelhança da fruta com as marcas deixadas pela varíola.

R7

Teste do whey: Suplementos de proteína ajudam mesmo a ganhar músculos?

Programa de saúde da BBC fez experimento para testar eficácia de suplementosPrograma da BBC fez experimento para testar eficácia de produto

Houve um tempo em que apenas fisiculturistas usavam suplementos de proteína – o chamado whey protein é o mais famoso deles –, mas hoje em dia seu uso é disseminado.

Supostamente, eles nos ajudam a ganhar músculos e evitam que os percamos à medida em que gastamos energia.

Sem dúvida, o marketing das empresas fabricantes está funcionando: quase 1 em cada 20 pessoas com idades entre 40 e 50 anos toma esses suplementos.

Mas será que precisamos mesmo de mais proteína em nossas dietas? E esses suplementos ajudam mesmo a ganhar músculos?

O experimento
Parece haver uma lógica em tudo isso: os músculos contêm proteínas, ou seja, proteína extra deveria gerar mais músculos.

Então, com a ajuda do médico Stuart Gray, da Universidade de Glasgow, do Reino Unido o programa da BBC Trust me, I am a doctor ("Confie em mim, eu sou médico", em tradução literal) fez um experimento para descobrir se essa premissa está correta.

A BBC se concentrou na proteína de soro de leite (o whey protein), que era originalmente um resíduo da indústria do queijo.

Descrita frequentemente como uma forma de proteína de mais qualidade, contém todos os aminoácidos essenciais e é muito popular entre fisiculturistas e frequentadores de academias. E, cada vez mais, entre pessoas que estão preocupadas com a perda de massa muscular.

A equipe da BBC recrutou 24 voluntários com idades entre 20 e 67 anos e os colocou em um programa de oito semanas de levantamento de peso.Metade tomava uma batida de proteína de soro de leite, e a outra metade um placebo (ou seja, outra substância). Se é verdade o que dizem as propagandas dos produtos, os que consumiram proteínas deveriam ganhar mais músculos.

Músculos do corpo contêm proteínas
Pinterest - Músculos do corpo contém proteínas

A intervenção

Os participantes se exercitaram três vezes por semana. Casa sessão consistiu em 9 repetições de cada um desses exercícios:

- Prensa de pernas

- Extensão de pernas

- Flexão de pernas

- Flexão de braço

- Adução de ombros com barra

- Remo sentado

- Contração de bíceps

- Extensão de tríceps (conhecido como francês)

Os pesos usados inicialmente correspondiam a 65% do máximo que cada pessoa pode levantar, aumentando gradativamente até 85% durante o programa de treinamento.

Depois de cada sessão, os participantes consumiram uma bebida com 20 gramas de proteína ou 20 gramas de maltodextrina (um carboidrato usado como placebo). Nem eles nem os pesquisadores sabiam quais bebidas cada um estava tomando.

Os resultados
No início e no fim do experimento, foram medidas a capacidade máxima de levantamento de peso de cada participante em cada exercício, sua massa magra (utilizando uma câmara de composição corporal), sua força nos joelhos (usando uma máquina de medição isocinética), e seus músculos das coxas (usando um escâner de ultrasom).

Após oito semanas de treinamento de resistência, todos os participantes ganharam força. Em média:
- A capacidade de levantamento aumentou 33%

- A força nos joelhos aumentou 31%

- A massa magra aumentou 1%

- A musculatura das coxas aumentou 4%

Mas não houve diferença estatística significativa entre os que tomaram proteína e os que tomaram placebo.

O que isso significa?
No experimento, tomar suplemento de proteína não teve nenhum efeito sobre a força e o crescimento muscular.

Isso está de acordo com muitos outros estudos realizados com adultos saudáveis, apesar de outras pesquisas terem mostrado efeito.

Todos os participantes do experimento completaram um diário de alimentação mostrando que, em média, consumiram 70 gramas de proteína por dia, de forma que todos eles ingeriram mais proteína do que o corpo de fato necessita.

Em uma margem de aproximadamente quatro horas, nossos corpos só podem usar entre 20 e 30 gramas de proteína, segundo a massa de cada indivíduo.

Desses, apenas alguns gramas podem ser utilizados para reparar os músculos. Qualquer proteína adicional se queimaria como energia, se acumularia como gordura ou seria expulsa por meio da urina.

Os indivíduos que não ingerem proteína suficiente em sua dieta por causa de uma doença, problemas de desnutrição ou têm massa corporal elevada (sem contar a gordura) podem sentir que suplementos de proteína os ajudam a ter mais músculos.

O que recomendam os especialistas?
Se você está saudável e sua dieta é equilibrada, não gaste dinheiro em proteína de soro de leite esperando ganhar músculos.

Se a preocupação é manter a massa muscular, o recomendado é fazer pelo menos duas sessões semanais de exercícios de resistência, que irão ajudar a gerar e manter força.

BBC Brasil / iG