terça-feira, 3 de maio de 2011
Logística Hospitalar e Saúde: Mulheres podem sofrer mais dano renal após exame c...
Logística Hospitalar e Saúde: Mulheres podem sofrer mais dano renal após exame c...: "Contraste injetado no exame prejudica mais o funcionamento dos rins de mulheres do que de homens, diz estudo As mulheres estão muito mais p..."
Mulheres podem sofrer mais dano renal após exame cardíaco
Contraste injetado no exame prejudica mais o funcionamento dos rins de mulheres do que de homens, diz estudo
As mulheres estão muito mais propensas a sofrer danos renais em exames de angiografia das coronárias, é o que mostra um novo estudo americano.
Durante o procedimento, um contraste de iodo é usado para destacar as imagens dos vasos sanguíneos e das cavidades do coração. Entretanto, o contraste pode causar o estreitamento dos vasos dos rins, prejudicando o funcionamento do órgão, explica o Dr. Javier Neyra, residente de medicina do Henry Ford Hospital, de Detroit (EUA), e principal investigador do estudo.
O efeito colateral, conhecido como Nefropatia Induzida por Contraste (NIC) pode causar disfunções renais entre as primeiras 24 a 72 horas após o contraste ser injetado. De acordo com o estudo, está é a terceira principal causa de danos renais de origem hospitalar nos Estados Unidos, sendo precedida somente de cirurgias e hipertensão.
“Como homens e mulheres recebem a mesma quantidade de contraste durante o angiograma coronário, é possível que tal quantidade seja excessiva para o corpo feminino, devido a seu menor tamanho. Talvez o peso e a altura da mulher deveriam ser avaliados antes da dosagem”, questiona Neyra.
A equipe de pesquisa acompanhou 11.211 pessoas que se submeteram a um angiograma coronário de janeiro de 2008 a dezembro de 2009. Foi constatado que as mulheres apresentaram probabilidade 60% maior de desenvolver nefrologia induzida por contraste – 20% das mulheres contra 13,6% dos homens.
As descobertas foram apresentadas esta semana em Las Vegas, durante o encontro da Fundação Nacional dos Rins dos Estados Unidos. Especialistas ressaltam que pesquisas apresentadas em encontros médicos devem ser consideradas preliminares, pois ainda não passaram pela mesma avaliação rigorosa que trabalhos publicados em periódicos científicos.
Os 30 remédios essenciais para salvar mães e bebês
Soro caseiro, vitamina A e paracetamol estão elencados entre as drogas que salvam vidas
No início de abril, a Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou uma lista de medicamentos essenciais para garantir a saúde das mães e dos bebês, em especial dos que moram em países em desenvolvimento (como o Brasil).
Segundo os números divulgados pela OMS, 8,1 milhões de meninos e meninas com menos de 5 anos de idade morrem todos os anos e, nada menos, do que mil mulheres perdem a vida a cada 24 horas por complicações no pós-parto, doenças infecciosas e crônicas.
“Uma parte destas vidas poderia ser salvas caso as mães e as crianças tivessem acesso gratuito à medicações simples”, afirmou a OMS que elaborou a lista de remédios essenciais com ajuda da Unicef.
Medicamentos para as mães
Para hemorragia no pós-parto
A estimativa é que 127 mil mulheres morram todos os anos por causa de hemorragia obstétrica, a complicação mais recorrente nos casos. Para este problema, a indicação medicamentosa da OMS é a oxitocina.
Pré eclampsia e eclampsia
Segundo a OMS, esta é a maior causa de morte materna em países em desenvolvimento. Uma das causadoras desta condição é a pressão alta na gestação. Para esta doença, a indicação são os sulfatos de magnésio e injeção de cálcio.
Infecção materna (sepse)
Pode provocar abortos, o nascimento de crianças mortas e também aumentar a mortalidade das mães. De acordo com a OMS, 15% dos casos de mortes de mulheres no pós-parto estão relacionadas à sepse. Os medicamentos para prevenir estas complicações indicados pela OMS são ampicilina, gentamicina, metronidazol e misoprostol.
Doenças sexualmente transmissíveis
As doenças sexualmente transmissíveis (DST) são perigosas em qualquer fase para as mulheres, mas durante a gestação aumentam o risco de infecção e também de contágio dos bebês. Além do HIV (o vírus causador da aids), a OMS alerta para a necessidade de tratamento da sífilis – e para isso indica o remédio benzilpenicilina – , da gonorreia, sendo neste caso listada como essencial a medicação cefixima – e da clamídia (o remédio é a azitromicina).
Medicamentos para crianças
Parto prematuro
A estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que entre 6 e 7% das crianças nasçam antes dos 9 meses de gestação e a prematuridade está relacionada a 24% dos casos de mortes neonatais. São listadas duas medicações para evitar as complicações dos partos prematuros, sendo elas a betametadona e a nifedipina.
Pneumonia
É a principal causa da mortalidade infantil no mundo, sendo responsável por 1,6 milhões de mortes de crianças com menos de 5 anos. São indicados cinco remédios para tratar a pneumonia, sendo eles amoxicilina, a ampicilina, o gás oxigênio medicinal, a ceftriaxona, o gentamicina e a penicilina procaína.
Diarreia
É a segunda causa de mortalidade infantil, responsável por 1,3 milhões de mortes por ano no globo. Para evitar a desnutrição das crianças, a OMS sugere como medicamento essencial o zinco e o soro caseiro
Malária
A cada 45 segundo, uma criança morre de malária na África. Para esta doença, a OMS indica a combinação terapêutica de artemisinina e artesunato
HIV
A OMS diz que, atualmente, 2,1 milhões de crianças convivam com o vírus HIV no mundo. Para esta doença, o tratamento mais eficiente é o com antirretrovirais.
Deficiência de vitamina A
A deficiência de vitamina A esta associada às complicações de rubéola em crianças e, por isso, a OMS indica a suplementação.
Dor e cuidados paliativos
As dores agravam outras doenças e trazem limitações para as crianças. Além da morfina, a OMS indica também o paracetamol.
Propagandas antigas - Para abortar a gripe
“Específico da Gripe Euceina Werneck Faz abortar a influenza, venha ou não acompanhada de febre.”
1 de março de 1920.
Hoje o anúncio poderia ser considerado incorreto por usar o verbo ‘abortar’.
Evento educativo no Rio comemora Dia Mundial da Asma
Secretaria Municipal da Saúde promove palestras sobre medicamentos e exames
Para celebrar o Dia Mundial da Asma nesta terça-feira (3), a Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro realiza um evento educativo para os profissionais de saúde, no Centro Municipal de Saúde Manoel José Ferreira, no Catete, zona sul, das 14h às 17h. Quem estiver interessado pode participar de palestras e orientações sobre uso de medicações e exames preventivos.
Asma no Brasil
De 10% a 25% da população brasileira tem asma, e anualmente, são feitas 400 mil internações hospitalares, segundo informações do Datasus de 2001. Também são registrados 2.500 óbitos e um número incontável de atendimentos ambulatoriais.
Durante esta semana, os especialistas da Asbai (Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia) que apoiam o movimento do Dia Mundial da Asma prepararam várias ações para a população em 21 estados do país.
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