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sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Apenas 30% dos cânceres vêm de genes herdados

Nesta segunda-feira, o pai do ator Reynaldo Gianecchini, 38, que faz tratamento contra um câncer linfático, morreu em consequência de um tumor no pâncreas.

O caso do pai, que tinha 72 anos, e do filho enfrentando a doença ao mesmo tempo pode indicar um componente hereditário da doença.

Mas só uma minoria dos tumores têm causas hereditárias. De acordo com o oncologista Bernardo Garicochea, coordenador da unidade de aconselhamento genético do Hospital Sírio-Libanês, só 30% dos tumores são determinados por um conjunto de genes herdados da família.

Editoria de Arte / Folhapress


Do total, em torno de 5% estão ligados a mutações específicas. Os médicos já conhecem algumas dessas mutações em trechos de DNA definidos. As mutações nos genes chamados de BRCA1 e 2, por exemplo, estão fortemente ligadas a tumores de mama, ovário, pele e pâncreas.

Quem tem esse tipo de mutação carrega o que os médicos chamam de síndrome. A de Lynch, por exemplo, causa tumores no intestino. Outras, como a de Li-Fraumeni, dão origem a vários tipos de tumor na mesma família.

"O médico pode analisar o padrão de tumores que ocorre na família e pedir um teste genético para identificar a síndrome", afirma o médico.

Testes desse tipo só estão disponíveis na rede privada. Para saber quais são os pacientes que precisam desse tipo de teste, os médicos observam alguns sinais: o número de pessoas na família que tiveram câncer; o número de familiares que tiveram o mesmo tipo de tumor; se há pessoas em que a doença apareceu cedo (câncer de mama antes dos 40 anos, por exemplo) e se uma pessoa teve dois tipos diferentes de tumor em seguida ou em dois lados do corpo de forma independente.

"Achando o defeito genético no doente, procuramos o mesmo defeito nas outras pessoas. É como uma lista telefônica, você já sabe em que página está o que você procura", afirma Goricochea.

ETNIA
Pertencer a alguns grupos étnicos também pode aumentar o risco de desenvolver determinados tumores.

Segundo a geneticista Fernanda Teresa de Lima, responsável pelo serviço de oncogenética do hospital Albert Einstein, descendentes de judeus ashkenazi (da Europa Central ou Oriental), têm maior risco de carregar as mutações no BRCA1 e 2.

Garicochea lembra também que os negros têm risco maior de tumor de próstata e devem ser acompanhados mais de perto quando aparece algum caso na família.

PREVENÇÃO
Quando os médicos encontram um caso de risco, é possível tomar medidas preventivas, de acordo com a síndrome que a pessoa tem.

Uma das principais providências é aumentar a frequência de exames periódicos, como colonoscopias, mamografias e testes para tumor de próstata, dependendo da região do corpo que estiver em risco. O aumento da atividade física também é uma estratégia importante.

Alguns remédios podem ser usados para evitar tumores. O tamoxifeno, que interfere na atividade do hormônio feminino estrogênio, por exemplo, reduz o risco de câncer de mama. A aspirina, em doses baixas, pode prevenir o tumor de intestino.

Em casos de alto risco, o médico pode recomendar uma cirurgia preventiva, como a retirada parcial ou total das mamas, do intestino ou da tireoide, por exemplo.

Goricochea diz que, apesar de não haver motivo para pânico, a ocorrência de câncer em parentes deve ser investigada. "É importante traçar o histórico familiar. Algumas pessoas acham que não têm muitos casos na família mas, quando vão investigar, acabam descobrindo."

Fonte Folhaonline

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Estudo causa revolução no transplante de ilhotas do pâncreas

West Lafayette, EUA —Enquanto muitos pacientes que sofrem de diabetes tipo 1 conseguem controlar a doença com dieta, exercícios físicos e injeções de insulina, uma parcela deles, portadora do subtipo conhecido como hiperlábil, não tem a mesma possibilidade. Esses pacientes não conseguem controlar o açúcar no sangue e podem sofrer de hipoglicemia assintomática, causadora de desmaios súbitos; apresentar convulsões ou mesmo entrar em coma, o que dificulta levar uma vida normal. Devido a essas e outras condições especiais, há indicação para transplante — de pâncreas ou de ilhotas pancreáticas, que são as células do pâncreas que produzem insulina e outras substâncias importantes para o metabolismo do açúcar.

Uma tecnologia promissora vem sendo desenvolvida para tornar esses transplantes mais eficientes e seguros. Quem fala ao Estado de Minas sobre as novidades na área é Thiago Mares Guia (foto), médico mineiro, nascido, criado e graduado em Belo Horizonte. Dos pais, João Batista e Virgínia, ambos sociólogos, Thiago herdou a preocupação com os aspectos sociais de sua profissão. Do tio, o saudoso professor Marcos Mares Guia, médico por formação, professor emérito da Universidade Federal de Minas Gerais, cientista de renome internacional, herdou o gosto pela ciência e o talento para a pesquisa. Marcos desenvolvia estudos sobre o diabetes melito, quando faleceu subitamente em 2002. Coube a Thiago retomar sua linha de investigação, que já abordava a proteção das ilhotas transplantadas.

Atualmente, ele divide seu tempo entre Belo Horizonte e São Paulo, onde conduz importante pesquisa no Núcleo de Terapia Celular e Molecular da Universidade de São Paulo (Nucel/USP), coordenado pela professora Mari Sogayar. O laboratório surgiu em 2002 com o objetivo de introduzir o programa de transplante de ilhotas no Brasil, procedimento ainda experimental, mas cuja eficácia vem se aproximando daquela do transplante do pâncreas inteiro, técnica já consagrada.

A cirurgia costuma ser feito com as chamadas ‘ilhotas nuas’, não encapsuladas. Existe há muito tempo, mas progrediu bastante nos últimos 10 anos, depois que foram desenvolvidos medicamentos imunossupressores que melhoraram seu resultado. Após o transplante, os pacientes conseguem ficar em geral cinco anos sem usar insulina. “Esse é o bônus. O ônus é trocar as injeções de insulina por medicamentos imunossupressores, que têm uma série de efeitos adversos, entre eles náusea, diarreia e o risco aumentado de infecções. Mas os pacientes com diabetes hiperlábil deixam de ter as oscilações frequentes da taxa glicêmica e a melhora na qualidade de vida é tão dramática que, dada a oportunidade, optam por trocar as injeções de insulina pelos imunossupressores. O ganho clínico é muito claro. Há uma justificativa ética e científica muito forte para a indicação do transplante de ilhotas nesses casos”, diz o pesquisador.

Segundo ele, o transplante de ilhotas está quase se equiparando, em termos de longevidade do enxerto, ao transplante do pâncreas inteiro e pode vir a se tornar uma boa alternativa para ele, que é cirurgia extensa, envolvendo uma série de riscos e possíveis complicações. “Neste, transplanta-se todo o pâncreas, um órgão abdominal que pesa em média 90 gramas. O paciente só precisa mesmo das ilhotas, que representam 2% da massa do pâncreas. O desafio é separar esses 2%, procedimento denominado isolamento de ilhotas, muito complexo e ainda artesanal”, revela.

O Nucel/USP foi pioneiro no Hemisfério Sul no transplante de ilhotas. Há grandes dificuldades, e elas começam com a obtenção de órgãos para transplante. No procedimento de isolamento das ilhotas, perde-se cerca de metade do material. Com isso, são necessários dois, às vezes três doadores por transplante. Por mais que a tecnologia para esse procedimento evolua, sempre haverá o problema de fonte. “Hoje esse transplante ainda tem uma série de imperfeições. Uma delas é o lugar onde as ilhotas são implantadas. Elas são infundidas na veia porta, caem na corrente sanguínea e, na medida em que os vasos vão se tornando capilares, ficam presas dentro do fígado. Cerca de 50% a 75% delas não sobreviverão às primeiras 48 horas.”

“O transplante se dá entre indivíduos geneticamente diferentes, então é natural que haja rejeição. O protocolo de imunossupressão, que se destina a combater a rejeição, ainda é imperfeito e seu custo é muito alto, podendo chegar a R$100 mil por ano. Não dá para evitar totalmente a resposta imunológica e os imunossupressores em si têm certa toxicidade contra as células responsáveis pela produção de insulina. Como as ilhotas entram em contato direto com o sangue, desencadeiam a reação inflamatória imediata mediada pelo sangue, muito agressiva”, explica o médico.

Microemcapsulamento
Segundo Mares Guia, muita coisa ainda deve ser melhorada. “Não há pâncreas para todos os pacientes. Pode-se pensar no uso de animais como fonte alternativa de ilhotas, mas ainda se teme o risco de transmissão de retrovírus endógenos que possam provocar doenças no ser humano. Já foram desenvolvidos testes para detectar esses retrovírus, permitindo descartar material contaminado. Esse procedimento está caminhando para ser aprovado em alguns países”, acrescenta. O xenotransplante, entre espécies diferentes, vai se tornar possível. Contudo, a questão da imunossupressão permaneceria como obstáculo.

Outro caminho promissor é o microencapsulamento das ilhotas, que não é uma ideia original do grupo, mas vem sendo aperfeiçoado no Nucel/USP e cujos resultados têm sido muito bem aceitos pela comunidade científica internacional. O microencapsulamento, explica Thiago, “consiste na utilização de substâncias biológicas especialmente projetadas para revestir a célula a ser transplantada”. “Usamos o alginato, um carboidrato extraído de algas, material muito usado na indústria de alimentos. Revestimos as ilhotas com uma solução de alginato que, submetido a procedimentos especiais, gelifica, encapsulando as células. Essa cápsula é uma membrana semipermeável, que permite a entrada e a saída de alguns materiais, de forma controlável: que saiam a insulina e outros importantes metabólitos que a ilhota produz, que entrem o oxigênio e os nutrientes necessários para a sobrevivência da ilhota, e que ela seja capaz de impedir a entrada de anticorpos ou células do sistema imunológico que possam atacar o material transplantado. Enfim, estamos tentando criar uma armadura inteligente, seletiva”, completa.

PATENTE
A contribuição original da pesquisa, que contou com a colaboração de outras duas mineiras, as biólogas Ana Carolina Campos Lisboa e Ana Lúcia Campanha, é a descoberta de substâncias que, agregadas ao alginato, compõem uma cápsula que elimina o uso de medicamentos imunossupressores e permite o uso seguro de ilhotas oriundas de outras fontes que não o pâncreas de doadores. “Além disso, essas substâncias melhoram a ilhota, mantendo-a viva por mais tempo e aperfeiçoando sua função, ou seja, ela secreta insulina de maneira mais eficiente”, diz Thiago Mares Guia. Essa novidade abre perspectivas inéditas para o transplante de ilhotas. A nova formulação é alvo de proteção intelectual: a CellProtect, empresa de biotecnologia presidida por Mares Guia, depositou seu primeiro pedido de patente no fim de 2010.

Fonte Gazeta Braziliense

Cérebro pode sofrer mudanças na adolescência que levam a alterações no QI

Nem só hormônios e dúvidas compõem o cardápio da adolescência. Pessoas nessa fase da vida podem passar por mudanças profundas na estrutura cerebral, a ponto de alterar a sua classificação na tabela que mede o QI (sigla para quociente de inteligência).

Segundo um estudo divulgado hoje na revista Nature, 21% dos garotos e garotas tiveram o desempenho melhorado ou piorado durante o período, e esse fenômeno teve relação direta com alterações físicas no cérebro. Os cientistas ainda não sabem se as transformações permanecem na vida adulta, mas apontam que elas podem indicar perda ou ganho de habilidades — e não simplesmente um erro de medição de QI.

O quociente de inteligência é uma referência criada há muitos anos e altamente difundida durante o século passado. “Ele procurou estabelecer medidas de normalidade ao que se convencionou chamar de inteligência: a capacidade que cada um tem de lidar com informações, envolvendo uma série de funções cognitivas”, explica a neurologista Sônia Brucki, da Sociedade Brasileira de Neurologia. O teste define o QI global do indivíduo, calculado a partir da soma do desempenho verbal (que envolve tarefas relacionadas à linguagem) e de performance (relacionado a atividades construtivas e de desenho, por exemplo).

Para verificar se havia variação do QI durante a adolescência, a equipe de pesquisadores britânicos recrutou 33 jovens neurologicamente normais, com idades entre 12 e 16 anos. O grupo respondeu a uma avaliação correspondente para a faixa etária e passou por uma máquina de ressonância magnética — que mapeia a atividade do cérebro. Cerca de quatro anos mais tarde, quando tinham entre 15 e 20 anos, os mesmos adolescentes foram convocados pelos cientistas para repetir os testes. Durante o intervalo, os garotos e garotas não foram informados que passariam, novamente, pelo procedimento. Ao cruzar os resultados das duas etapas, os cientistas perceberam que sete voluntários sofreram alterações consideráveis em suas mentes — medidas não só pelo QI, mas também por diferenças na espessura da massa cinzenta.

“Se tivéssemos apenas as mudanças observadas na pontuação do QI, isso poderia ser explicado por uma variação aleatória no desempenho, talvez devido à falta de concentração da pessoa no dia da avaliação”, diz a pesquisadora Cathy Price, da University College London, uma das autoras da pesquisa. “Mas o fato de essas alterações estarem relacionadas a áreas do cérebro ligadas às habilidades indica que a mudança do desempenho foi genuína”, esclarece, em entrevista ao Correio. A variação na espessura ocorreu em regiões relacionadas às capacidades que são medidas durante o teste de QI. Uma delas é o lado esquerdo do córtex motor, responsável pela fala, e a outra é o cerebelo, onde estão os neurônios que ativam performances não verbais do indivíduo.

Embora a amostra de participantes que tiveram grandes alterações seja pequena — apenas 21% dos 33 voluntários —, as mudanças merecem atenção. Nesses casos, explica a professora Cathy, a diferença do resultado entre um teste de QI e outro chegou a 23 pontos, quantidade bastante para fazer com que o indivíduo migrasse de categoria na tabela do quociente. “Um quinto dos nossos voluntários passaram por transformações substanciais”, reforça a pesquisadora. As variações ocorreram para cima e para baixo: alguns participantes que tinham o QI normal passaram a ser considerados acima da média. Em outras situações, o fenômeno foi inverso. “O mais importante é que eles conseguiram demonstrar a relação entre a espessura cortical e o desempenho em testes de QI”, afirma a neurologista Sônia Brucki.

Efeitos

Cathy e sua equipe não determinaram se tais mudanças foram mantidas durante a fase adulta. Em outros estudos, no entanto, ficou demonstrado que a prática de habilidades verbais e não verbais tem uma influência sobre a estrutura do cérebro “maduro”. Assim, para a cientista britânica, é provável que homens e mulheres também sofram alterações consideráveis em suas mentes. Outro ponto que ainda não está claro diz respeito às causas da variação do QI entre os jovens. “No Reino Unido, onde os adolescentes podem optar por estudos na área de ciência, arte ou matemática, por exemplo, esse fenômeno pode ser consequência da ‘educação limitada’”, aponta Cathy.

Até então, explica a pesquisadora, alterações desse tipo eram vistas pelos cientistas como um erro de medição do QI. “O que é único na nossa abordagem é que fomos capazes de testar se as flutuações eram causadas por problemas na medição ou se diziam respeito a mudanças na habilidade”, ressalta.

“Também conseguimos demonstrar que as modificações na estrutura cerebral ocorreram em áreas ligadas a atividades verbais e não verbais, avaliadas no teste de QI”, completa. Agora, Cathy e outros cientistas ao redor do mundo precisam estender o experimento para grupos maiores e outras populações que não apenas jovens do Reino Unido. “Nosso grupo está se concentrando na compreensão de como a estrutura cerebral de vítimas de derrame se transforma à medida que elas se recuperam”, conta.

Padrão questionado

Apesar de o teste de QI ser amplamente usado em todo o mundo, surgiram, recentemente, algumas dúvidas sobre a sua eficácia. Isso porque muitas instituições passaram a levar em conta a chamada inteligência emocional, que não pode ser medida em uma avaliação como a do QI. “Além disso, para ter validade, é preciso adaptar o QI às populações. Um analfabeto, por exemplo, não pode fazer um exame igual ao aplicado em uma pessoa que sabe ler”, observa a neurologista Sônia Brucki.
Fonte Gazeta Braziliense

Prefeitura de Ituporanga (SC) lança edital de processo seletivo

A Prefeitura de Ituporanga, Estado de Santa Catarina, lançou edital (nº. 002/2011) para realização de processo seletivo oferecendo várias vagas de nível médio/magistério e superior para o cargo de Professor.

Inscrição

A inscrição, no valor de R$ 30,00, será efetuada via internet, no endereço eletrônico www.clicksolucoesinteligentes.com.br,  do dia 01 a 16 de novembro de 2011.

Prova

O processo seletivo será constituído de prova escrita, títulos e tempo de serviço. 
Para a prova de títulos, os candidatos deverão entregar todos os comprovantes de títulos e certidões de tempo de serviço nos dias 11, 14 e 16 de novembro de 2011, das 8h às 21h, na sede da Empresa Click Soluções, Rua Tenente Costa, n.95, Centro de Ituporanga/SC.

A prova escrita será realizada provavelmente no dia 27 de novembro de 2011, na sede da Empresa Click Soluções, localizada na Rua Tenente Costa, n.95, Centro de Ituporanga – SC, conforme cronograma e horários a serem publicados no site www.clicksolucoesinteligentes.com.br e na Prefeitura de Ituporanga.

O gabarito será divulgado na data provável de 28 de novembro de 2011, no site www.clicksolucoesinteligentes.com.br.

Saiba mais

Prefeitura de Campo Erê - SC abre inscrições na área de saúde

A Prefeitura de Campo Erê, Estado de Santa Catarina, abre inscrições para realização de processo seletivo para provimento de 06 vagas do quadro geral dos servidores na área da saúde.

As oportunidades são para Agente Comunitário de Saúde de nível fundamental, cujo salário inicial é R$ 579,88 e para a função de Médico Clínico Geral de nível superior, com salário de R$ 10.665,89.

Os interessados devem efetuar as inscrições até o dia 31 de outubro de 2011, na Prefeitura Municipal de Campo Erê, setor de Recursos Humanos: as inscrições somente serão realizadas na Prefeitura Municipal de Campo Erê, sita a Rua 1º de Maio, 736 - Centro - Campo Erê, Santa Catarina, no setor de Recursos Humanos, das 8h30 às 11h e das 13h30 às 16h30.

A taxa de inscrição é de R$ 30,00 para o cargo de Agente Comunitário de Saúde e R$ 80,00 para o cargo de Médico.

A prova objetiva será aplicada na data provável de 05 de novembro de 2011, com início às 08:00 horas), na Escola João Telles Padilha.

O Processo Seletivo terá validade por 01 ano, a partir da data de homologação dos resultados, prorrogável por mais 01 (um) ano, a critério do órgão promotor do Processo Seletivo.