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sexta-feira, 30 de março de 2012

Magros teriam maior resistência a alimentos calóricos

Estudo analisou cérebro de pessoas no peso ideal que viram determinadas fotos

Magros teriam maior resistência a alimentos calóricos, segundo afirmou uma recente pesquisa realizada pela Universidade de Yale, em Connecticut, EUA. O estudo analisou o cérebro de pessoas no peso ideal que viram fotos de alimentos calóricos e constatou uma maior atividade numa região do órgão usada para controlar o impulso. Já os obesos apresentaram pouca atividade nessa região.

A pesquisa é parte de uma investigação para compreender os processos biológicos que tornam uma pessoa obesa, uma condição que afeta mais de um terço dos adultos, quase 17% das crianças nos Estados Unidos e que se está se transformando numa epidemia global.

No Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 49,6% da população estão acima do peso e 13,9% estão obesos. Participaram do estudo 14 voluntários saudáveis - nove magros e cinco obesos - que se submeteram a análises cerebrais duas horas depois de comer.

Os pesquisadores usaram imagens por ressonância magnética funcional para examinar quais zonas do cérebro são ativadas quando uma pessoa vê imagens de alimentos altamente calóricos, comidas saudáveis como frutas e vegetais, e outras coisas que não são alimentos.

Foram também avaliados os níveis de glicose no sangue. Quando os níveis eram baixos, as regiões do cérebro chamadas ínsula e núcleo estriado - vinculadas com as recompensas - estavam ativas, indicando um desejo de comer. E o córtex prefrontal, que normalmente controla o desejo comer, era menos capaz de frear os sinais gerados desde a área estriada para se alimentar.

Isso aconteceu com os participantes obesos, que viram fotos de alimentos calóricos. Quando os níveis de açúcar no sangue eram normais, os participantes magros mostraram uma maior atividade do córtex prefrontal e isso reduziu a atividade nas regiões cerebrais vinculadas com as recompensas.

Uma função superior que controla os centros de recompensa, deficiente nas pessoas obesas. Serão necessários estudos mais amplos para confirmar os resultados, mas os dados atuais sugerem que os obesos seriam menos capazes de desativar as zonas do cérebro que os leva a cair em tentação por comida, o que leva a pessoa a engordar.

Fonte R7

Quem larga a dieta no fim de semana não mantém o peso

Para que manutenção do peso dure, é necessário adotar hábitos saudáveis

Você leva a dieta direitinho de segunda à sexta-feira, mas no fim de semana cede à tentação e come tudo o que vê pela frente?

Você pode até emagrecer, mas será difícil manter o peso. Isso porque, para que a manutenção do peso seja duradoura, é necessário adotar hábitos alimentares saudáveis, junto com a prática regular de atividade física.

Por isso, de segunda a segunda, o ideal é realizar de 5 a 6 refeições por dia, com um intervalo mínimo de três horas entre elas.

Esse hábito manterá o metabolismo ativo, aumentará o gasto de calorias e evitará a compulsão alimentar, que nos leva a comer em demasia e sem necessidade.

A dieta diária deve conter frutas, verduras e legumes, cereais integrais, proteínas e cereais, de preferência integrais.

A ingestão de líquidos também não deve ser esquecida. Água, água de coco, chás e sucos de frutas naturais. Você pode até deixar uma ou outra guloseima para o fim de semana, mas não esqueça de compensar no dia seguinte.

Fonte R7

Adolescente com distúrbio alimentar só come pizza há oito anos

pizza
Medo de tentar outras comidas começou com uma gastroenterite na infância

Sophie Ray, uma adolescente de 19 anos de Wrexham, no País de Gales, é mais uma que sofre da Distúrbio Alimentar Seletivo, que não a deixa comer normalmente como todas as outras pessoas.

No caso dela, o único alimento é a pizza. Durante oito anos, desde os 11, ela não consegue comer mais nada.

O problema começou quando ela tinha apenas dois anos de idade e teve uma gastroenterite. Ela começou a ter medo de comida e comer apenas massas, salgadinho e sanduíche com limão, até que, aos 11 anos, foi para a pizza - e só pizza.
- Eu adoro pizza. Cada marca oferece um novo sabor, mas é tudo a mesma comida e eu não preciso comer comidas novas. Eu comecei com o distúrbio quando eu tinha dois anos. Minha mãe diz que eu estava doente, fiquei com medo de comer e achei que a comida causou minha doença.

Sophie disse que não consegue comer pizza fria e que não aceita muitos tipos de cobertura, mas revelou algo ainda mais assustador:

- Se eu não tiver chance de comer uma pizza antes de ir estudar, eu passo o dia todo sem comer, porque não há mais nada que eu possa comer, então eu espero chegar em casa e comer uma ou, às vezes, duas pizzas.

Quanto aos vegetais, ela dá o mesmo parecer que outras pessoas que sofrem do distúrbio: dá medo.

- A ideia de tentar outras comidas me deixa muito ansiosa, eu fico enjoada. O gosto e a textura, e até mesmo o cheiro de algumas comidas me fazem ter vontade de vomitar. Muitas pessoas acham que eu sou difícil para comer, mas o Distúrbio é uma fobia. Pedir-me para tentar novas comidas é igual pedir para alguém que tem medo de aranhas segurar uma.

Fonte R7

Óleo de coco é “pura ilusão” para perder peso e pode aumentar o colesterol

Suplementos usados para emagrecer podem engordar e fazer mal para a saúde

Pode ser na forma líquida, na forma de pílula, não importa. O óleo de coco é o assunto do momento quando a questão é a busca pelo emagrecimento. Muitos já aderiram à moda e tem até famoso que revelou a perda de diversos quilos com a ajuda deste elemento natural. Apesar de ele ser a febre do momento, médicos afirmam que o óleo de coco usado como suplemento é “pura ilusão e não adianta em nada” na perda de peso.

De acordo com a médica endocrinologista Cíntia Cercato, do grupo de obesidades do Hospital das Clínicas da USP (Universidade de São Paulo), não existe nenhum estudo científico que prove esta característica do produto.

- Esse modismo na utilização do óleo de coco não faz nenhum sentido com o intuito de emagrecer. Óleo de coco é gordura saturada, e em tese é uma gordura ruim. O que ele difere de outras gorduras é porque ele um ácido graxo composto de cadeia média [ou seja, sua metabolização pelo organismo pode ser mais rápida que vários outros tipos de gordura].

Além de não ajudar a diminuir a silhueta, o óleo de coco como, qualquer outra gordura em excesso, pode aumentar o peso e colesterol, segundo Cíntia.

- Uma colher de óleo de coco tem mais caloria que uma colher de manteiga ou azeite. Qualquer gordura se consumida em excesso vai ocasionar problemas de saúde.

Para engrossar a lista dos malefícios ao corpo, a médica endocrinologista presidente do departamento de obesidade da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, Rosana Radominski, informou que o óleo de coco em excesso pode prejudicar, por exemplo, pessoas que sofrem com problemas no fígado.

- Quem tem cirrose [doença que prejudica o funcionamento do fígado] e tiver uma sobrecarga de ácido graxo, pode agravar ainda mais a situação da saúde dele.

Defensor do uso do óleo de coco em substituição a outros óleos, o médico homeopata e autor do livro Poder Medicinal do Coco e do Óleo de Coco Extra Virgem, Márcio Bontempo, também disse não acreditar no uso deste elemento natural com o objetivo de perder peso. Porém, segundo ele, o óleo de coco pode ser benéfico à saúde se for usado no lugar de outros tipos de gordura que possuem cadeias longas [demoram mais para se metabolizar].

- Este óleo atua na lipoproteína, ou seja, ele ajuda a reduzir o mau colesterol e tirar a gordura de áreas inconvenientes do corpo, por exemplo, a barriga. Porém, não pode ser utilizado desta maneira como está na moda. Duas colheres de sopa por dia em substituição funcionam, mas precisa estar associado a outras atividades, como exercícios físicos e dieta. Não há milagre nenhum.

Para Cíntia não há dúvidas que tantos famosos afirmaram recentemente a perda de calorias com uso de óleo de coco exatamente porque eles realizam constantemente dieta e muita malhação.

- Tudo isso faz parte do pacote para a perda de peso.

Nutricionista ensina a fazer óleo de coco. Assista ao vídeo:

Fonte R7

Autoexame é inútil na detecção de câncer testicular, diz médico

Celebridades pediram aos britânicos que fizessem o teste em casa

Os apelos de celebridades pedindo aos homens britânicos que apalpem seus testículos com regularidade para detectar sinais precoces de câncer são uma perda de tempo, denunciou um médico em artigo de opinião publicado nesta quinta-feira na revista British Medical Journal (BMJ).

O cantor Robbie Williams e a equipe de rúgbi dos Leicester Tigers estão entre os que fizeram campanha para incentivar os homens a realizar o autoexame, como foi feito antes com as mulheres para a detecção do câncer de mama.

O doutor Keith Hopcroft, médico geral do condado de Essex, criticou o convite "a acariciar as jóias da família", denunciando sua inutilidade e seus potenciais efeitos negativos, como a ansiedade.

A possibilidade de descobrir algo significativo através do autoexame dos testículos é minúscula, argumentou.

Seria necessário que pelo menos 50.000 homens fizessem este autoexame durante dez anos para evitar uma morte.

Este tipo de campanha se baseia no mito de que o câncer testicular é um mal silencioso, quando pelo menos a metade dos pacientes com este tipo de câncer, considerado raro, sente dores.

O médico também destacou que a taxa de cura para a doença atualmente é muito elevada. Campanhas do tipo são inspiradas em uma época em que a realidade não era esta, acrescentou.

Fonte R7