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segunda-feira, 4 de abril de 2016

Turma São Camilo Itapetininga


Encerramento do módulo de Gestão de Logística Hospitalar da
 pós graduação em Administração Hospitalar realizado 
em Itapetininga - SP
19 03 2016

sexta-feira, 1 de abril de 2016

Governo autoriza reajuste de até 12,5% no preço dos remédios

Pela 1ª vez em mais de 10 anos índice aprovado fica acima da inflação. Autorização foi publicada no 'Diário Oficial da União' desta sexta-feira

Os preços dos remédios poderão subir até 12,5% a partir desta sexta-feira (1º). Resolução da Câmara de regulação do Mercado de Medicamrntos (Cmed), órgão do governo formado por representantes de vários ministérios, fixou em 12,5% o reajuste máximo permitido aos fabricantes na definição dos preços dos medicamentos. A decisão foi publicada no "Diário Oficial da União".

A regulação é válida para um universo de mais de 9 mil medicamentos com preços controlados pelo governo. Em 2015, o reajuste máximo autorizado foi de 7,7%. Em 2014, o reajuste foi de 5,68%. O setor já contava com um reajuste de até 12,5%, de forma a compensar a inflação do período e o aumento de custos provocado pela alta do dólar e aumentos no valor da energia elétrica.

Segundo a Interfarma, a associação que representa laboratórios farmacêuticos do país, é a primeira vez em mais de 10 anos que o governo autoriza um reajuste anual de preços acima da inflação. Entre março de 2015 e fevereiro de 2016, a inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 10,36%.

Diferentemente de outros anos, o governo determinou dessa vez apenas uma faixa de reajuste máximo para todas as categorias de medicamentos. Nos anos anteriores, foram autorizados 3 níveis diferentes de alta, conforme o perfil de concorrência dos produtos, seguindo a lógica de que, nas categorias com um maior número de genéricos, a concorrência é maior e, portanto, o aumento também pode ser maior. No ano passado, o reajuste médio ficou em 6% e 50% dos produtos teve reajuste de 5%.

Crise e efeito câmbio
O reajuste acima da inflação tem como pano de fundo os reflexos da crise econômica no setor farmacêutico, uma vez que, pelas regras, o cálculo do índice leva em conta também fatores como produtividade da indústria e variações dos custos de insumos.

Segundo a Interfarma, a forte alta do dólar e das tarifas de energia elétrica tiveram forte impacto nos custos da indústria, cuja boa parte da matéria-prima é importada. "Desta vez, a produtividade da indústria foi negativa, ou seja, a mão de obra contratada produziu menos que no ano anterior. Assim, os fatores de produtividade acabaram sendo anulados", informou a associação.

Apesar de o reajuste já estar valendo, é aconselhável que o consumidor faça pesquisa, uma vez que os preços tradicionalmente tendem a ser remarcados conforme as farmácias forem renovando seus estoques.

Dicas para o consumidor

Diante do reajuste, a Proteste Associação de Consumidores dá algumas dicas para os consumidores:

- Pesquise em diferentes redes, e não deixe de pechinchar. Há diferenças mesmo dentro da mesma rede, de uma loja para outra.

- Consulte seu médico sobre a possibilidade de usar a versão genérica do medicamento. O genérico, em regra, é mais barato. E lembre que também há diferenças nos preços cobrados por diferentes laboratórios.

- Peça para seu médico receitar o medicamento pelo nome do princípio ativo e não pelo nome de marca. Assim, será mais fácil verificar a existência de genéricos e optar pelo mais barato.

- Consulte o médico sobre a possibilidade de utilizar medicamentos que constam da lista do Programa Farmácia Popular, que oferece remédios gratuitos e com preços até 90% mais baratos. Há uma série de farmácias e drogarias que participam do programa.

- Para quem tem doença crônica, também outra forma de economia é a adesão a programas de fidelização de laboratórios. A adesão é feita pelo site das empresas ou por um telefone 0800, identificado nos rótulos dos produtos. Dependendo do medicamento, os descontos chegam até 70%.

Foto: Reprodução

G1

quinta-feira, 31 de março de 2016

Farmacêutico é preso por vender no DF remédios vencidos e fora da caixa

Polícia Civil chegou até o suspeito após receber denúncias anônimas. Ele também vendia antibióticos sem receita e estimulante sexual a granel

Um farmacêutico de 48 anos foi preso na última quinta-feira (17) suspeito de vender remédios vencidos e fora da caixa no Distrito Federal. A Polícia Civil chegou até o local, na quadra 403 de Samambaia, após denúncias anônimas.

O homem foi identificado como Carlos José de Oliveira. Com ele foram encontradas mais de cem cartelas de vários medicamentos vencidos.

O homem também vendia antibióticos sem receita e estimulante sexual a granel.

O farmacêutico vai responder por crime contra a relação de consumo.

A pena prevista é de dois a cinco anos de prisão.

Foto: Reprodução/Imagem Ilustrativa

G1

Oito em cada 10 hospitais não têm área para dengue

Fiscalização do TCE identifica a falta de locais para a hidratação de paciente picado pelo mosquito

Por: Lucilene Oliveira

lucilene.oliveira@diariosp.com.br

Os fiscais do TCE (Tribunal de Contas do Estado) visitaram 21 hospitais estaduais e AMEs (Ambulatórios Médicos de Especialidades) administradas por Organizações Sociais de Saúde e constataram que além do drama de estar doente, o paciente sofre com a desorganização dos centros médicos.

No mês que antecede o pico dos casos de dengue no estado, 80% dos hospitais não se preocuparam em preparar uma ala especializada para a hidratação das pessoas picadas pelo mosquito Aedes aegypti e infectadas com dengue, febre chikungunya ou o vírus zika.Apenas 20% dos hospitais organizaram um atendimento adequado para esse público.

Ao todo, 59 hospitais foram vistoriados das 9h às 13h de ontem por 120 fiscais do TCE. Além das 21 unidades da capital, os fiscais estiveram em 36 centros médicos no interior e outras dois em Santos, no litoral Sul do estado.

Os profissionais avaliaram os dados preliminares de atendimento, o maquinário das alas dos hospitais, o estoque de remédios, condições dos equipamentos e das salas em que os pacientes são acomodados, salários dos profissionais e a presença de empresas terceirizadas em atuação nas unidades.

Após a análise de todos os dados coletados, os 120 inspetores vão elaborar um relatório e apresentá-lo até esta quinta-feira (31).

OSSs receberam R$ 3,5 bi para gestão de hospitais em 2015
A fiscalização dos agentes do TCE (Tribunal de Contas do Estado) foi motivada para verificar se o atendimento prestado pelas OSSs (Organizações Sociais de Saúde), instituições do setor privado sem fins lucrativos, condiz com a cifra repassada pelo governo estadual. Somente no ano passado, foram destinados quase R$ 3,5 bi às entidades.

O relatório final dos 120 profissionais deve levar em consideração o valor empenhado para a aquisição de materiais, manutenção dos maquinários e o gasto médio para realizar o atendimento de cada paciente.

O modelo de gestão de entidades privadas de unidades de Saúde foi formalizado por uma lei ela estadual de 1998, e estabelece que as OSS não podem obter lucro com a gestão hospitalar.

Foto: Divulgação

Diário de São Paulo

Enfermeira italiana é presa pelo homicídio de 13 pacientes

Segundo acusações, Fausta Bonino aplicou injeções maciças de eparina (Foto: Reprodução/Twitter/IBTimes)Mortes aconteceram no hospital de Piombino, em Livorno. Segundo acusações, Fausta Bonino aplicou injeções maciças de heparina

Uma enfermeira italiana foi detida acusada de ser responsável pela morte de 13 pacientes internados no hospital de Piombino, na província de Livorno (centro da Itália), entre os anos de 2014 e 2015, informaram os Carabineiros.

As acusações contra Fausta Bonino, de 55 anos, são de "homicídio voluntário contínuo e agravado" de 13 pacientes internados por diferentes patologias no departamento de anestesia e reanimação do hospital.

A morte dos 13 pacientes aconteceu devido a injeções maciças de heparina, um anticoagulante muito usado nos hospitais para evitar as possíveis tromboses devido à inatividade dos pacientes.

Segundo as investigações dos Carabineiros, o fornecimento em massa de heparina -10 vezes mais do que normalmente utilizado- causava rápidas e irreversíveis hemorragias internas e a consequente morte dos pacientes.

Esses pacientes mortos são mulheres e homens de entre 61 e 88 anos, e o casos ocorreram entre 19 de janeiro de 2014 e 19 de setembro de 2015. Doze das mortes foram devido a hemorragias e outra por falha cardíaca.

Em nenhum dos pacientes, a heparina tinha sido prescrita e nenhum deles estava em estado terminal. Inclusive um dos casos foi o de uma pessoa hospitalizada pela ruptura do fêmur. A enfermeira foi detida na quarta-feira quando voltava de uma viagem a Paris com seu marido e foi levada ao centro penitenciário de Pisa, na região da Toscana.

Os veículos de imprensa italianos explicaram que a mulher passou por tratamentos por depressão, mas, por enquanto, não foram dados mais detalhes oficiais do que a levou supostamente a provocar estas mortes.

A investigação começou em meados de 2015 depois da denúncia de uma nova morte por hemorragia de um idoso no hospital de Piombino.

Segundo estas investigações, a detida sempre estava no turno quando se foi ministrada eparina nos pacientes que morreram posteriormente.

Foto: Reprodução/Twitter/B Times

G1