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domingo, 3 de janeiro de 2016

Suplementos passarão por fiscalização para evitar propaganda enganosa

Associação Brasileira das Empresas de Produtos Nutricionais lançou recentemente um programa de automonitoramento, com apoio da Anvisa

Rio - Hoje, apenas 2,5 milhões de pessoas consomem suplementos alimentares no país. Perto dos 55 milhões de brasileiros que praticam atividades físicas é pouca gente (apenas 3%). Mas o número tem aumentado a cada ano, seja por interessados em se manter saudáveis, para ter mais energia ou aumentar a força na atividade física, ou por razões estéticas.

Para controlar a qualidade dos suplementos nutricionais e esportivos no mercado brasileiro e evitar propaganda enganosa, a Abenutri (Associação Brasileira das Empresas de Produtos Nutricionais) lançou recentemente um programa de automonitoramento, com apoio da Anvisa. “É definitivamente um marco para o setor de suplementos, que faturou cerca de US$ 320 milhões em 2015 e que vem crescendo cerca de 23% ao ano nos últimos cinco anos — para 2016 a previsão é de um crescimento de 14%”, diz Marcelo Bella, presidente da Abenutri.

O mercado brasileiro de suplementos soma 250 marcas de 100 empresas, sendo 60% nacionais e 40% internacionais. Seus produtos são vendidos em 11 mil pontos, entre lojas especializadas (50%), farmácias (30%) e internet (20%). “Para se ter uma ideia, os Estados Unidos, que têm um mercado já maduro, faturam US$ 4 bi ao ano, com 50 milhões de consumidores. São cerca de 2.500 marcas e 100 mil pontos de vendas”, explica.

Segundo ele, o programa de automonitoramento beneficiará consumidores, fabricantes, comerciantes e importadores. “A ideia é verificar a legitimidade da acusação e, por meio de análise técnica e laboratorial, checar se os suplementos nutricionais disponíveis estão de acordo com a legislação sanitarista nacional”, afirma.

Na prática, a Abenutri e entidades parceiras receberão as denúncias sobre produtos irregulares do varejo, que serão avaliadas por um conselho de ética.

Bem-estar em forma de pó ou cápsulas
Em forma de comprimidos, cápsulas ou pó para ser dissolvido em água, os nutricosméticos (ou nutracêuticos) se popularizam cada vez mais no Brasil ao garantir oferecer doses extras de vitaminas, minerais, proteínas e outros nutrientes importantes para o organismo,que acabam não sendo supridos somente pela alimentação.

Vitor Cunha, gerente de produto da FQM Derma, diz que os produtos são classificados como alimentos, sempre com as vitaminas e minerais dentro da Ingestão Diária Recomendada (IDR). A Linha Exímia, desenvolvida pela FQM Derma, tem nutricosméticos que auxiliam na queda capilar e na saúde e fortalecimento dos cabelos e unhas (Fortalize), para atenuar rugas e linhas de expressão (Temporize) e para promover firmeza, elasticidade e hidratação da pele (Firmalize).

A dermatologista Vivilaine Campelo, do Instituto da Pelle, costuma prescrever nutricosméticos para o fortalecimento dos cabelos. “Assim como a nossa pele, os cabelos também envelhecem, sendo normal perderem volume com o passar dos anos, além de ter a sua velocidade de crescimento diminuída, sofrer com falhas de pigmentação e perder o vigor”, explica.

Foto: Divulgação

O Dia

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